Hipismo

Copa São Paulo tem edição especial com homenagem a Raul de Lara Campos

Juliano Carlos foi quem ganhou o Clássico Raul de Lara Campos, que presta homenagem ao idealizador e organizador do 1º Torneio Pão Açúcar, a atual Copa São Paulo

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Copa São Paulo tem edição especial com homenagem a Raul de Lara Campos
Copa São Paulo

No último sábado (12), a SHP – Sociedade Hípica Paulista, recebeu a 50ª Copa São Paulo – Edição Especial Raul de Lara Campos. O clássico sempre disputado, teve como campeão o cavaleiro Juliano Loureiro Carlos, que na sela de WS Kandanora Z, fez uma pista limpa com o tempo de 37s18.

Desse modo, vale destacar que Juliano, é considerado um dos grandes nomes da nova geração do hipismo, e WS Kandanora Z, uma sela holandesa de 14 anos, também vêm de vitória no Clássico do CSN de Maio no Clube Hípico de Santo Amaro.

Bem como, dos 69 conjuntos, 18 protagonizaram um emocionante desempate na pista grama Gianni Samaia da 50º Copa São Paulo. O vice-campeonato ficou com o top paulista Artemus de Almeida e Acanthus JMen, que cruzaram a linha de chegada sem faltas em 37s94.

Juliano e WS Kandanora Z: a caminho da vitória
Juliano e WS Kandanora Z: a caminho da vitória

Homenagem especial

A cerimônia de premiação contou com a presença de Fernando Sampaio Ferreira Filho, presidente da SHP, e Romeu Ferreira Leite Loureiro Jr, vice-presidente. Durante a celebração, o cavaleiro Rodolfo Raul de Lara Campos, mais conhecido por Raul, foi o grande homenageado. Raul foi o responsável pela idealização do 1º Torneio Pão Açúcar, a atual Copa São Paulo. A primeira edição foi realizada em 1971, há 50 anos, ao lado do amigo ao lado do amigo Comendador Valentim dos Santos Diniz.

Ao mesmo tempo, a cerimônia contou ainda com a presença de Eduardo Lara Campos Filho, filho do homenageado, ao lado de sua esposa Natalia, e Rosa Maria Garcia de Lara Campos, esposa de Raul, que receberam uma bandeja comemorativa dos 50 anos da Copa São Paulo em nome de seu idealizador.

Raul de Lara Campos em ação na SHP no sesquicentenário da Independência

Sobre Raul de Lara Campos

Rodolpho Raul de Lara Campos, começou a montar aos 33 anos após largar a carreira internacional como jogador de hóquei. Integrou a equipe brasileira no Pan-americano de 1963 em São Paulo e também chegou a competir na Europa, ao lado de grandes nomes como os irmãos Nelson e Hélio Pessoa.

Entretanto, apesar de começar na modalidade aos 33 anos, Raul seguiu firme no esporte e montou até praticamente o final de sua vida, deixando uma mensagem especial para os amantes dos cavalos: “Continue a amá-los até o último dia da sua vida. Você nunca se arrependerá tê-los amado: o cão é o seu melhor amigo, o cavalo é o seu melhor companheiro.”

Por fim, a SHP organizou uma pequena exposição sobre a carreira do cavaleiro que faleceu aos 96 anos em 2020.

Todos os resultados da 50ª Copa São Paulo podem ser acessados no site da SHP.

Colaboração: Assessoria SHP
Crédito das fotos: Luis Ruas

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Hipismo

Rodolpho Riskalla faz uma boa estreia em Aachen

Cavaleiro paulista é medalhista de prata no Paraequestre nos Jogos de Tóquio e vice-campeão mundial, agora busca uma vaga no Time Brasil no Mundial de Adestramento 2022

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Rodolpho Riskalla faz uma boa estreia em Aachen

Em sua segunda e última participação no Concurso de Adestramento Internacional (CDI4*) de Aachen, na Alemanha, no sábado (18), Rodolpho Riskalla montando a égua oldenburger Die Wette registrou 68.706% na prova Intermediária I. O resultado soma ao Prix St. George, na quinta-feira (16), quando finalizou sua apresentação com a nota média final de 69.235%.

Na avaliação individual dos juízes, todos 5* da Federação Equestre Internacional (FEI), o conjunto recebeu as seguintes notas. 69.853% da dinamarquesa Susanne Baarup, 69.265% da australiana Susan Hoevenaars, 69.118% da holandesa Francis Verbeek-van Rooy, 68.088% de Christof Umbach, de Luxemburgo, e 67.206% da alemã Katrina Wuest.

“A arena estava com muita gente, público quase totalmente de volta e égua “esquentou” bastante (ficou agitada). Ficamos contentes porque mesmo assim os comentários dos juízes foram bastante positivos. Agora quero prepará-la para competir no Grand Prix a partir do ano que vem. Acho que ela será melhor que no nível da St Georges e Intermediária I”, comenta.

No CDI4* de Aachen, Riskalla foi homenageado pela organização do evento por sua conquista em Tóquio. Ele desfilou para a plateia no Deutsche Bank Stadion a bordo de uma carruagem. Agora, Rodolpho vem a São Paulo, onde será homenageado no tradicional CSI-W Indoor 2021, na Sociedade Hípica Paulista, mais badalada competição em recinto fechado da América Latina entre 28/9 e 3/10.

O cavaleiro paulista de 36 anos, radicado na Europa, se divide entre as competições do Paraequestre, onde estreou em 2016, e no Adestramento convencional, base da sua formação. O objetivo do atleta é atingir índices que o habilitem a buscar uma no Time Brasil no Campeonato Mundial de Adestramento 2022, em Herning, Dinamarca.

Colaboração: CBH
Crédito imagem: Divulgação/Diana Wahl

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Hipismo

João Victor Marcari Oliva consegue mais um recorde no CDI4* de Aachen, Alemanha

Registrando a nota 72,979% no Grand Prix Special, com musica, nesta sexta-feira 17/9, cavaleiro se despediu do Concurso de Dressage Internacional (CDI4*) de Aachen, na Alemanha, com dois recordes

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João Victor Marcari Oliva consegue mais um recorde no CDI4* de Aachen, Alemanha

Pelo segundo dia consecutivo o atleta paulista de 25 anos comemorou seu desempenho na pista do mais famoso e tradicional evento mundial do Hipismo. Montando o Puro Sangue Lusitano Escorial Horsecampline e competindo no Big Tour – categoria que se concentra o maior grau técnico da modalidade – João Victor bateu seu segundo recorde – e do Brasil em competições no exterior.

João Victor conseguiu a nota média final de 72,979% no Grand Prix Special, apresentado com música, na sexta-feira (17), um dia depois de registrar 71.696% no Grand Prix. Na classificação geral da prova, que contou com nove conjuntos (cavalo/cavaleiro) de seis países, a dupla se posicionou em 5º lugar.

Todos os cinco juízes que atuaram na prova, três deles 5* da Federação Equestre Internacional (FEI), voltaram a atribuir ao conjunto notas acima de 70%. Christof Umbach, de Luxemburgo (74.574%), a dinamarquesa Susanne Baarup (71.915%) e Ulrike Nivelle, da Alemanha (71.702%). Bem como, os outros dois juízes, FEI4*, o russo Yuri Romanov (74.681%) e a austríaca Alice Schwab (72.021%).

Melhor Resultado

Então, melhor resultado do Brasil no Adestramento em Olimpíadas durante os Jogos de Tóquio, 70,419%, João Victor Oliva e Escorial Horsecampline, apresenta franca evolução técnica e vem em busca de índices (mínimo de 66% em Grand Prix) em seletiva no circuito europeu. Dessa forma, a dupla segue em busca de vaga no time que representará o país no Campeonato Mundial de Dressage. O campeonato acontece em agosto de 2022 em Herning, Dinamarca.

Por fim, neste sábado (18), outro brasileiro nas pistas do CDI4* de Aachen. Rodolpho Riskalla montando Die Wette na prova Intermediária I às 12h48 no Brasil (17h48 na Alemanha). Medalha de prata no Paraequestre na Paralimpíada de Tóquio, o cavaleiro que também compete no Adestramento convencional fez sua estréia internacional com esta égua oldenburg também na quinta-feira 16, quando registrou 69.235% de nota média final.

Colaboração: CBH
Crédito imagem: Luis Ruas

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Hipismo

Brasil marca a sua estreia na Alemanha com resultado recorde de João Victor Oliva

Rodolpho Riskalla também se destacou com uma boa atuação durante o CDI4*, marcando o seu retorno às pistas após faturar uma prata na Paralimpíada de Tóquio

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Brasil marca a sua estreia na Alemanha com resultado recorde de João Victor Oliva

Na última quinta-feira (16), o brasileiro João Victor Macari Oliva apresentou a maior nota de um brasileiro no exterior, 71.696%. O feito correu durante o Grand Prix (Big Tour) do concorrido CDI4* de Aachen, na Alemanha. O brasileiro, montando Escorial Horsecampline tem muitos motivos para comemorar: a dupla, formada há exato um ano, levantou a torcida brasileira que comemorou o feito histórico.

“Gostei da prova, conseguimos fazer menos erros do que nas provas anteriores, perdemos um pouco na mudança de piruetas onde o cavalo atrasou o pé, mas estamos felizes de conseguir bater nossa pontuação aqui dentro do top de Aachen”, comemorou.

Avaliação

O conjunto foi avaliado por todos os membros do júri – quatro deles 5* da Federação Equestre Internacional (FEI) – com notas acima de 70%: a alemã Katrina Wüst (72.283%), Christof Umbach, de Luxemburgo (71.957%), a australiana Susan Hoevenaars (71.522%), a holandesa Francis Verbeek van Rooij (70.217%), além do russo Yuri Romanov, juiz FEI4* que atribuiu a dupla a nota mais alta, 72.500%. Na classificação geral do Grand Prix, João e Escorial ficaram em 11º entre os 22 que concluíram a prova. A vitória coube a Gina Capellmann montando Valesco 50, 74.174%, pela Alemanha.

Curiosamente, João Victor teve como uma de suas primeiras treinadoras Ingrid Troyko Borgoff, amazona que no CHIO de Aachen de 1972 foi a vice-campeã do Grand Prix. João Victor retorna ao picadeiro no GP Special nessa sexta 17, a partir das 13h15 (horário brasileiro).

Rodolpho Riskalla – Small Tour

Depois da prata no Paraequestre na Paralimpíada de Tóquio, Rodolpho Riskalla retornou para às pistas do Adestramento em grande estilo. O cavaleiro marcou presença no Concurso de Dressage Internacional (CDI4*) do Concours Hippique International Officiel (CHIO5*) de Aachen, na Alemanha, o mais famoso evento hípico do mundo.

Homenageado pela organização do evento com direito a desfile de carruagem diante da plateia, desta vez o cavaleiro paulista de 36 anos radicado na Europa voltou a disputar o Adestramento convencional. Competiu pela primeira vez em uma competição internacional com a égua Oldenburger Die Wette.

A estreia da dupla no Prix St. George (Small Tour) rendeu 69.235% de nota média final, resultado comemorado com entusiasmo. “Fui muito bem e estou super feliz porque é um concurso grande, estar aqui no CHIO de Aachen não é para qualquer um. Acredito que ia fazer mais de 70%, mas a juíza australiana Susan Hoevenaars me deu uma nota muito mais baixa (66.029%) que os outros juízes e isso acabou baixando minha média final, mas é a vida”, comentou o atleta.

Classificação

Susan Hoevenaars é juíza 5* da Federação Equestre Internacional (FEI), assim como a holandesa Francis Verbeek van Rooij e Christof Umbach, de Luxemburgo, que deram a mesma nota ao conjunto, 71.029%, além da alemã Katrina Wüst, 70.441%. Fechando o time de juízes, o russo Yuri Romanov (FEI4*) atribuiu ao conjunto a nota 67.647%. Na classificação geral a dupla ficou em 9º lugar entre 13 competidores de seis países.

Die Wette já deu mostras que a dupla promete. Propriedade da empresária e criadora brasileira Tânia lara Loeb Wald, a égua Ondenburg foi cedida para Rodolpho há um ano e os planos do cavaleiro e fazer uma bem sucedida campanha internacional com ela. Como estava se preparando para a Paralimpíada de Tóquio com outro cavalo, Don Henrico, Rodolpho deixou Die Wette com seu treinador, o alemão Holga Finke, que fez algumas provas com ela. Rodolpho Riskalla e Die Wette retornam para a pista no sábado 18 para a prova Intermediária I a partir das 17h (12h no Brasil).

Colaboração: CBH
Crédito imagem: Luis Ruas

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Hipismo

João Victor Marcari Oliva retorna às pistas com pontuação acima de 70%

Brasileiro conseguiu 70,043% como nota média final no GP do CDI3*, realizado em Hagen, na Alemanha

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João Victor Marcari Oliva retorna às pistas com pontuação acima de 70%

Após conquistar a melhor nota do Brasil no Hipismo Adestramento, durante os Jogos Olímpicos de Tóquio, o cavaleiro, João Victor Marcari Oliva, retornou às pistas na última sexta-feira (10). O paulistano, de 25 anos, competiu pelo Grand Prix do CDI3* de Hagen, na Alemanha.

Na ocasião, João Victor registrou a nota média final de 70,043%. Dessa forma, o brasileiro conseguiu o 5º lugar entre os 28 competidores, maioria europeus, além de dois canadenses e um norte-americano. O competidor é o único representante latino americano.

Então, para o atleta, “um pequeno tropeço no trote alongado e erro no apoio (zigue zague a galope) custaram alguns pontos”, comentou.

Na avaliação individual dos juízes da Federaçãso Equestre Internacional – FEI, que atuaram no Grand Prix, as maiores notas atribuídas ao brasileiro vieram dos dois juízes FEI5*, o grau mais alto: 71.848% do sueco Magnus Ringmark e 71.630% de Christof Umbach, de Luxemburgo.

João Victor Oliva e Escorial Horsecampline voltam a competir no Grand Prix Freestyle – prova com coreografia livre e música – que acontece no domingo, 12, a partir das 08h20 no horário brasileiro.

Por fim, formado há um ano, o conjunto vem em franca evolução e o CDI3* de Hagen é a largada do conjunto em busca de vaga no Time Brasil para o Campeonato Mundial de Dressage que se realizará em agosto de 2022 em Herning, Dinamarca.

Colaboração: Assessoria de Imprensa
Crédito imagem: Luis Ruas

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Hipismo

Clube Hípico de Santo Amaro recebe Campeonato Brasileiro e Internacional de Concurso Completo Equitação

Competições dão continuidade as comemorações do aniversário de 86 anos do Clube Hípico de Santo Amaro

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Clube Hípico de Santo Amaro recebe Campeonato Brasileiro e Internacional de Concurso Completo Equitação

A partir desta sexta-feira (10), o Clube Hipico de Santo Amaro recebe o Campeonato Brasileiro, Internacional 3* 2* e 1* e Copa Santo Amaro de Concurso Completo de Equitação. O evento é considerado um triatlo equestre com provas de Adestramento, Cross-Country e Salto, e vai agitar o Clube Hípico de Santo Amaro (SP), até domingo (12).

As competições fazem parte da programação de aniversário dos 86 anos do Clube Hípico, que é considerado o maior e mais completo do país. Então, dentre os 74 inscritos, o evento conta com participação de cinco cavaleiros olímpicos: Serguei Fofanoff, o Guega, Gustavo Pagoto, Cel Jeferson Sgnaolin Moreira e os cavaleiros recém-chegados de Tóquio Marcelo Tosi e Marcio Appel.

Campeonato Brasileiro e Internacional de Concurso Completo Equitação

As duas principais séries são o Internacional 3* CCI3*-S (formato curto) e o Internacional 2* CCI2*-L (formato longo) e já valem como qualificativas técnicas para os Jogos Sul-americanos 2022 e Pan-americanos 2023. A armação do percurso de Cross está a cargo do Oli Oliveira Rosa ao lado do assistente Leonardo Fernandes, bicampeão brasileiro amado top 2018/2019, que também vai competir na série 2* e é o grande responsável pela retomada do Concurso Completo de Equitação em Santo Amaro.

Curiosamente, o Clube Hípico de Santo Amaro, que em 1963 foi palco do Cross Country nos Jogos Pan-americanos de São Paulo, retomou o Cross Country em 2020, após um hiato de 30 anos sem concursos. “Retomar o Concurso Completo em Santo Amaro foi um grande desafio e só foi possível com todo apoio da diretoria, presidida por Alexandre Leonor. Há exatamente um ano, por ocasião das festividades dos 85 anos do CHSA, realizamos nossa primeira prova. Então, em dezembro, tivemos o Campeonato Paulista, em maio e julho desse ano, duas Copas Santo Amaro e agora nosso primeiro Campeonato Brasileiro”, comenta Leonardo, diretor de Concurso Completo do CHSA, que confeccionou os obstáculos em sua fazenda em Bananal no interior de São Paulo.

O Campeonato Brasileiro com provas de 0.50, 0.70, 0.90 metro, Internacional 1* 2* e 3*, reúne iniciantes, amadores, jovens talentos e atletas do alto rendimento. Por fim, além do ranking internacional e nacional, também computa pontos para o ranking da Federação Paulista de Hipismo, ABHIR, Brasileiro de Hipismo e Olímpicos do Amanhã, projeto de fomento à base.

Fonte: CBH
Credito da foto: Divulgação/Duílio Andrade – CBH

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Hipismo

Totty fatura GP nos 86 anos do Clube Hípico de Santo Amaro

Prova encerrou o Concurso de Salto, que comemora os 86 anos do maior polo hípico do país

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Totty fatura GP nos 86 anos do Clube Hípico de Santo Amaro

Encerrando o Concurso de Salto em comemoração ao 86º Aniversário do Clube Hípico de Santo Amaro (SP), o cavaleiro paulista Bartolomeu Bueno de Miranda, o Totty, montando Dorlanda, faturou o GP Bulova, a 1.50/1.55m.

Último em pista, Totty com Dorlanda, uma sela francesa de 13 anos, foi o único entre os conjuntos com 1 ponto perdido na 1ª volta a zerar a 2ª volta, em 52s86, faturando o título do GP do Aniversário do CHSA 2021.

“Fiquei muito satisfeito, voltei a montá-la depois de dois meses quando venci um GP no Doda Training Center, a Giulia Scampini voltou a montar ela e saltou dois concursos dentro de casa na Hípica Paulista. Aí o combinado era eu saltar aqui na Santo Amaro e Guilia vai competir com a ela na série Intermediária no Indoor na Hípica Paulista no final do mês”, conta o campeão.

Totty ainda lembra da última vez que saltou em um GP de Aniversário em Santo Amaro. “A última vez foi em 2016, quando fui vice no GP que teve vitória do Zé Roberto (Reynoso). Eu tenho várias vitórias no Derby do CHSA, mas só havia vencido o GP uma vez nos anos 90. Quero agradecer aos proprietários da Dorlanda, a Guilia e seus pais Constantino e Olivia Scampini e toda nossa equipe. Também parabenizo a todos por esse evento espetacular”, acrescenta.

Homenagem aos olímpicos da casa

No intervalo entre a 1ª e 2ª volta do GP, o CHSA homenageou seus atletas olímpicos: Camila Mazza de Benedicto, melhor amazona na história dos Jogos com a 9ª colocação em Pequim 2008. José Roberto Reynoso, integrante do Time Brasil em Londres 2012. Marcio Appel, integrante do Time Brasil de Concurso Completo na Rio 2016 e Tóquio 2020, todos presentes na cerimônia.

Também foram homenageados sem estarem presentes, mas devidamente representados: Yuri Mansur, melhor resultado individual do Time Brasil de Salto em Tóquio com a 20ª colocação e 6º lugar por equipes, Marlon Zanotelli, 6º colocado por equipes em Tóquio e atual melhor brasileiro do ranking mundial, João Victor Macari Oliva, melhor brasileiro da história da modalidade Adestramento em Jogos Olímpicos em Tóquio 2020, e finalmente, o Rodolpho Riskalla, cavaleiro criado no CHSA, que honrou a hipismo brasileiro com a conquista da medalha de prata no Adestramento Paraquestre nos Jogos Olímpicos de Tóquio.

Estiveram presentes na cerimônia de premiação, entre outros, Alexandre Leonor, presidente do CHSA, Francisco Fortunato, vice-presidente do CHSA, e Camila Messias, diretora de Salto CHSA e organizadora do Concurso.

CHSA em alta

Ao todo o Concurso de Salto do CHSA contou com 2125 inscrições nas provas de 1 a 1.50m estabelecendo novo recorde de participação. Ao todo o evento distribui mais de 380 mil em premiação e seis relógios Bulova. O recorde anterior de participação foi em 2018 com 1848 conjuntos no Aniversário do maior clube hípico do país. Daqui a duas semanas entre 13 e 19/9, o CHSA vai reunir a nata jovem do hipismo brasileiro no Campeonato Brasileiro da Juventude.

Fonte: Brasil Hipismo
Credito das imagens: Divulgação/Luis Ruas

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Hipismo

Com mais de dois mil conjuntos, Clube Hípico Santo Amaro comemora 86 anos

Serão 41 provas de Salto de 1 a 1.50m, além de outras atrações que integram o tradicional concurso de aniversário do maior clube hípico do país que começou na última terça-feira

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Com mais de dois mil conjuntos, Clube Hípico Santo Amaro comemora 86 anos

Já começou o Concurso de Salto em comemoração ao 86º Aniversário do Clube Hípico de Santo Amaro (SP). A prova, que é tradicionalmente disputada na semana da Pátria, esse ano começou na última terça-feira (31/08), e segue até domingo (05).

Ao todo estão confirmadas mais de 2,1 mil participações em 41 provas de 1 a 1.50 metro, com forte presença da família do hipismo brasileiro dos mais diversos Estados do Brasil como Rio de Janeiro, Santa Catarina, Brasília, Paraná, Rio Grande do Sul, Pernambuco, entre outros.

Nos primeiros dois dias, em 31/8 e 1/9, as provas foram voltadas a cavalos novos em cinco séries: 4,5,6,7 e 8 anos totalizando 183 animais, apontado para a força da criação nacional e formação dos animais para as disputas de alto rendimento.

Disputas

As principais disputas acontecem na sexta-feira (03), com a Copa Ouro, a 1.35 metro, a partir das 17 horas, no sábado, com a prova show de equipes, aberta a 12 equipes formadas por amadores (cavaleiro e amazonas não profissionais), a partir das 14 horas. Em seguida o Clássico, a 1.45m, e no domingo, o GP Bulova, a 1.50m, encerra a competição com mais de 380 mil reais em jogo e seis relógios Bulova.

As provas serão disputadas em três pistas: Cel Renyldo Ferreira, pista de areia e principal palco da modalidade Salto no CHSA, a pista de grama João Carlos Kruel, fundador do Clube e na pista Sérgio Brandão, com percursos a cargo do course-designer internacional Gabriel Malfatti e Adalgisio Mendes de Souza.

Dentre os campeões do GP de Aniversário, entre 2001 e 2020, estão a postos o cavaleiro olímpico José Roberto Reynoso Fernandez Filho, tetracampeão, o medalhista pan-americano Cesar Almeida, também tetra, o tricampeão o Artemus de Almeida, além dos campeões de 2019 Guilherme Foroni e de 2020 Lucio Osorio, entre muitos outros. Também está a postos o olímpico Stephan Barcha que pode garantir seu primeiro título em um GP do CHSA.

Crescimento na pandemia

Então, pelo fato de o hipismo ser praticado ao ar livre, a prática do esporte vem registrando grande procura de novos adeptos durante a pandemia. Fato que se reflete na procura por aulas na Escola de Equitação do CHSA (aberta a não sócios) e fila para estabulagem de cavalos. Fundando em 1935 em uma antiga fazenda de café, o CHSA é maior e mais premiado polo hípico do país em seus 285 mil metros quadrados encravados na zona sul da capital paulista, com a mais completa infraestrutura para prática do hipismo, incluindo ainda áreas de preservação ambiental com mata atlantica primária, quadras de tenis e beach tennis, academia, piscina, entre outras facilidades.

Durante o aniversário, o boulevard de lojas, serviço de bar e restaurante, entretenimento para as crianças também fazem a diferença. Seguindo os protocolos de prevenção à Covid, o evento tem público restrito, com necessidade de apresentação de comprovante de vacina (mínimo uma dose) ou exame de covid atual, além do uso obrigatório de máscara. Todas as disputas são transmitidas ao vivo pelo portal do Clube.

Fonte: Brasil Hipismo
Credito das imagens: Divulgação/Luis Ruas

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Hipismo

Com resultado inédito, atletas do Adestramento Paraequestre se despedem da Paralimpíada

Conquista da Prata inédita veio do conjunto Rodolpho Riskalla e Don Henrico

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Com resultado inédito, atletas do Adestramento Paraequestre se despedem da Paralimpíada

O Adestramento Paraequestre teve sua última competição na Paralimpíada de Tóquio na segunda-feira (30/08), com a prova Estilo Livre (Freestyle) que reuniu 40 conjuntos que ficaram entre os oito melhores resultados nos cinco graus em que se divide a modalidade. Dessa forma, quem representou o Brasil foi Rodolpho Riskalla montando Don Henrico, conjunto do Grau IV e prata na prova técnica na quinta-feira, 26.

Freestyle

O cavaleiro paulista ficou entre os top 5 no Freestyle, prova com coreografia livre e música, registrando a nota 74,070%. Contudo, a apresentação do conjunto teve alguns momentos de tensão a galope, prejudicando o desempenho e o sonho de uma segunda medalha.

“No trote e passo fomos super bem e no galope o Don Henrico esquentou um pouco. Aí ele demora um pouco para acalmar de novo, as figuras são próximas e com a tensão perdemos um pouco em harmonia. Não podemos falar que foi ruim, ficamos em 5º e temos uma medalha de prata. Continua todo mundo feliz e prontos para próxima: daqui a um ano no Mundial”, comentou Riskalla.

No Grau IV o resultado do pódio no Freestyle teve a holandesa Sanne Voets montando Demantur conquistando novamente o ouro (82.085%) assim como a belga Manon Claeys / San Dior 2 (75.680%) o bronze. Já a prata ficou com a sueca Louise Etzner Jakobsson / Goldstrike B.J. (75.935%). Sannne Voets também foi ouro individual na Rio 2016.

Atletas Brasil

Bem como, o outro representante brasileiro no Adestramento Paraequestre, Sérgio Froés Oliva montando Milenium, no Grau I, ficou em 10º entre 18 competidores na prova técnica na sexta-feira, 27, com a boa média de 69,643%, mas não avançou para o Freestyle. O cavaleiro brasiliense de 39 anos e equipe, no entanto, ficaram felizes com o resultado e comemoraram a evolução rápida do conjunto recém-formado.

Dono de dois bronzes nos Jogos do Rio 2016 e campeão mundial em 2007 em Hartpury, na Inglaterra, Sérgio estava sem competir internacionalmente desde o início de 2020 em razão da pandemia da Covid-19. “Estamos bem felizes com o resultado. O Sérgio e o Milenium evoluíram muito rápido saindo de um percentual 61% há um mês e meio para quase 70%”, destacou Marcela Parsons, diretora de Paraequestre da Confederação Brasileira de Hipismo (CBH) e treinadora do cavaleiro.

O Adestramento Paraequestre teve sua última competição na Paralimpíada de Tóquio com a prova Estilo Livre (Freestyle) que reuniu 40 conjuntos.
Sergio Oliva, em sua quarta participação olímpica, com nova montaria Milenium

“Encerro minha estadia no Japão com grande aprendizado foi uma vitória o que fizemos em pista na competição mais difícil que já participei. A equipe do Brasil está de parabéns pelo resultado. Eu, particularmente, acredito que fiz 100% do possível”, disse Sérgio, que garantiu sua 4ª participação olímpica consecutiva em Tóquio.

Equipes

A disputa por equipe, definida no sábado, 28, reuniu 15 nações, em que a Grã-Bretanha confirmou o favoritismo conquistando o ouro por equipe em um total de oito medalhas, com dois ouros individuais, três pratas e dois bronzes. Assim como, a Holanda faturou a prata em um total de seis medalhas com dois ouros, uma prata e dois bronzes na disputa individual. Os Estados Unidos ficaram com o bronze, além de dois ouros individuais.

Dos 27 países representados no Adestramento Paraequestre em Tóquio, 11 voltaram para casa com medalhas: Grã-Bretanha (7), Holanda (5), Bélgica (4), Estados Unidos (3); com duas medalhas ficaram a Dinamarca, Latvia, Áustria e Itália, e com uma medalha a Alemanha, Noruega e o Brasil.

Histórico

Então, o Brasil soma agora cinco medalhas no adestramento paralímpico. Dois bronzes Marcos Fernandes Alves, o Joca, em Pequim 2008 e outros dois com Sergio Froes Oliva na Rio 2016 e inédita prata de Rodolpho Riskalla em Tóquio.

Por fim, o quadro completo de medalhas do Adestramento Paraesquestre Tóquio 2020 pode ser conferido no site da CBH.

Fonte: CBH
Credito das imagens: Divulgação/Wander Roberto – CPB

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Hipismo

Rodolpho Riskalla conquista medalha de prata nos Jogos Paralímpicos

Holandesa Sanne Voets foi a grande campeã, ela que já ganhou na Rio 2016 e é campeã mundial 2018 e atual campeã europeia

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Rodolpho Riskalla conquista medalha de prata nos Jogos Paralímpicos

O cavaleiro Rodolpho Riskalla garantiu uma inédita prata do Brasil no Adestramento Paraquestre Grau IV nos Jogos Paralímpicos de Tóquio nessa quinta-feira, 26/8, no parque equestre Koji Baen. Terceiro de 15 concorrentes no picadeiro, embalado pela trilha de “Aquarela do Brasil” que tocava ao fundo, Rodolpho montando Don Henrico fechou com 74,659% de aproveitamento assumindo a liderança da competição.

Ao final, sagrou-se campeã a holandesa Sanne Voets, 9ª dos 15 concorrentes, montando Demantur, que registrou 76,585%. Voets foi campeã na Rio 2016 e é campeã mundial 2018 e atual campeã europeia. O bronze ficou com a belga Manon Claeys com San Dior, 72,853%.

Foi também com Don Henrico, de 18 anos seu companheiro de longa data de propriedade da ex-amazona olímpica alemã Ann Katrin Linsehof, que Rodolpho conquistou duas pratas nos Jogos Equestres Mundiais 2018, a Copa do Mundo do Hipismo realizada a cada quatro anos, que teve sua última edição em Tryon (EUA).

“Entrar no começo é sempre difícil. Tento me concentrar só no que está acontecendo entre nós, meu cavalo e eu. Não pude treinar nenhum dia sozinho na pista, então cria um pouco de tensão no começo, mas eu o conheço, vai relaxando. Deu tudo certo, fiquei super contente. Estou muito emocionado em competir em uma pista e um evento como esse… Dia 30 tem mais!”, destacou Rodolhpo, 36, que agora com grande chances de garantir mais uma medalha na 2ª feira, 30/8, no Freestyle Grau IV, reprise com sequencia livre de movimentos obrigatórios e acompanhamento musical.

Rodolpho Riskalla

Até 2015, Rodolpho Riskalla, que começou montar na infância em São Paulo no Clube Hípico de Santo Amaro, competia no Adestramento Clássico com várias conquistas. A partir da década de 2000 se transferiu para Europa treinando com renomados nomes da modalidade. Em 2015 contraiu meningite bacteriana e como consequência da doença sofreu a amputação tibial das duas pernas, mão direita e dedos da mão esquerda.

Apesar das adversidades voltou a montar. No início de 2016, meses depois de intenso tratamento, fisioterapia e adequação a próteses, Rodolpho voltou a montar no clube Polo de Paris com apoio da mãe e treinadora Rosangele e da irmã Victória, amazona de Adestramento. Riskalla passou a dividir seu tempo entre o trabalho como gerente de eventos na Christian Dior e treinos e viagens montando Don Henrico, cavalo da raça hannoveriana cedido por sua amiga e patrocinadora, a amazona olímpica alemã Ann Kathrin Linsenhoff, do Stud Schafhof. O conjunto foi convocado para integrar o Time Brasil nos Jogos Paralímpicos do Rio 2016 na categoria Grau IV, ficando em 10º na classificação individual e em 7º por equipe. Vale destacar que o cavaleiro também voltou competir com sucesso em provas de Adestramento Clássico.

Medalhas Brasil

O Brasil soma agora cinco medalhas no adestramento paralímpico. Dois bronzes Marcos Fernandes Alves, o Joca, em Pequim 2008 e outros dois com Sergio Froes Oliva na Rio 2016.

Rodolpho está em Tóquio ao lado de sua mãe Rosangele Riskalla e Holga Finken, seus treinadores, sua irmã Victoria Riskalla que viajou com Don Henrico, equipe veterinária e Marcela Parsons, diretora Paraquestre da CBH e que também é treinadora de Sérgio Oliva. Sérgio está em sua quarta Paralimpíada e estreia nessa sexta-feira, 27/8, no Grau I, montando Milenium, às 4h8min (fuso brasileiro), ou seja 16h8min no Japão.

Fonte: CBH
Credito da foto: Divulgação/Wander Roberto – CPB

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Hipismo

Jogos Paralímpicos já começou e cavaleiros do Brasil buscam medalhas no Hipismo

Com uma única modalidade de Hipismo no programa da Paralimpíada, Time Brasil do Adestramento Paraequestre contará com os memos integrantes da Rio 2016

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Jogos Paralímpicos já começou e cavaleiros do Brasil buscam medalhas no Hipismo

Começou nessa terça-feira (24), os Jogos Paralímpicos, em Tóquio. Com uma única modalidade de Hipismo na disputa, integrantes do Time Brasil na Rio 2016 estão de volta aos Jogos: Rodolpho Riskalla com Don Henrico, Sérgio Froés Oliva com Millennium. Brasileiros já estão em Tóquio e têm suas estreias marcadas para os dias 26 e 27 de agosto.

Logo, a disputa do Time Brasil será no Adestramento Paraequestre, que é uma competição mista, em que mulheres e homens de diferentes idades competem em nível de igualdade. Então, as provas acontecem entre 26 e 30/08 no Baji Koen Equestrian Park reunindo 78 competidores de 27 países e 15 equipes.

Atletas Time Brasil

Dessa forma, no mais recente ranking da FEI Rodolpho Riskalla, que reside na Alemanha, ocupa a vice-liderança do Grupo IV e o 11º lugar na classificação geral. O atleta radicado na Europa, estreou nos Jogos do Rio 2016 e está de volta a Tóquio cinco anos depois de subir no palco do FEI Awards para receber o troféu como vencedor da categoria Against All Odds 2016.

Já Sérgio Oliva, que é dono de dois bronzes nos Jogos do Rio 2016, chega a Tóquio para sua quarta disputa Paralímpica consecutiva. O brasiliense, que mora no Brasil, estava sem competir devido à pandemia. Contudo, o atleta está em 16º no Grau Ia e 57º no ranking geral.

“Tivemos um período de quarentena ótimo! Pude fazer ótimos treinos. Por conta da distância e experiência, junto com os meus treinadores, Rosangele Riskalla e Holga Finken, a equipe veterinária do Dr. Marc Suls que nos acompanham até Tokyo, e a minha irmã Victoria que viajou o meu cavalo Don Henrico. Que apesar da idade, aos 18 anos, está em plena forma”, contou Rodolpho, ainda durante o voo.

Bem como, Sérgio também está otimista. “Meu cavalo está bem, estou fazendo um conjunto bacana com o cavalo, estou esperançoso. Que dê tudo certo e com bom resultado. Torçam pela gente, torçam pelo Brasil!”, disse Sérgio, que está em Tóquio ao lado sua treinadora Marcela Parsons, diretora Paraquestre da CBH, e apoio de Maria José.

Os Graus do Paraequestre

Então, os competidores são divididos em cinco níveis identificados com algarismos romanos I, II, III, IV e V, do maior ao menor grau de comprometimento físico.

No Grau I, onde compete Ségio Oliva, reúne atletas que são capazes de andar sem ou com auxílio, mas que possuem comprometimento unilateral moderado, comprometimento moderado nos quatro membros ou comprometimento severo dos braços.

Os atletas de Grau IV, em que compete Rodolpho Riskalla, os atletas têm deficiência severa dos membros superiores ou deficiência moderada nos quatro membros ou baixa estatura. Dessa forma, atletas no grau IV são capazes de andar, geralmente não necessitam utilizar cadeiras de rodas na sua vida diária. Do mesmo modo, também inclui atletas cegos totais.

Demais graus

Grau II – Cadeirantes ou aqueles com comprometimento locomotor severo, envolvendo tronco e com boa a razoável funcionalidade dos membros superiores ou atletas que possuem comprometimento unilateral severo. A classe engloba, ainda, pessoas com comprometimento unilateral moderado, comprometimento moderado nos quatro membros ou comprometimento severo dos braços.

Grau III – Pessoas que são capazes de andar sem ou com auxílio, mas que possuem comprometimento unilateral moderado, comprometimento moderado nos quatro membros ou comprometimento severo dos braços

Grau V – Deficiência leve ou deficiência de força muscular leve, ou deficiência em um membro ou deficiência leve em dois membros. Grau V também inclui atletas com deficiência visual moderada.

Programação Adestramento Paraequestre nos Jogos Paralímpicos

26/8 (quinta-feira)

15h00 às 22h35 (local) -03h00 às 10h35 (Brasil)
Individual Test – Grau II, Grau IV (Rodolpho), Grau V
Pódio

27/8 (sexta-feira)

15h00 às 22h00 (local) – 03h00 às 10h00 (Brasil)
Individual Test – Grau I (Sérgio) e Grau III
Pódio

28/8 (sábado)

17h00 às 22h10 (local) – 05h00 às 10h10 (Brasil)
Test Team Freestyle
Pódio equipe

30/8 (segunda-feira)

15h00 às 22h15 (local) – 03h00 às 10h15 (Brasil)
Individual Freestyle Test
Graus IV e V – Premiação
Graus III, II e I – Premiação

Por fim, o perfil completo dos dois conjuntos do Time Brasil nos Jogos Paralímpicos, assim como mais informações sobre a modalidade, está disponível no site da CBH.

Fonte: CBH
Credito da foto: Divulgação/Acervo Pessoal

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