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Eleição para presidente da CBH acontece em novembro

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Processo eleitoral da CBH em 2020 elegerá presidente e vice do quadriênio 2021-2024; e ainda membros do Conselho de Administração

Entidades filiadas à CBH e representantes dos atletas se preparam para o processo eleitoral 2020 da entidade. Dessa forma, os próximos presidente e vice da Confederação Brasileira de Hipismo para o quadriênio 2021-2024 serão escolhidos no dia 30 de novembro. A Assembleia Geral Ordinária está marcada, portanto, para o Centro de Convenções do Prodigy Hotel no Rio de Janeiro, a partir das 14h.

Poderão participar da Assembleia as entidades filiadas, que cumpram os requisitos constantes do Art. 32 e seus incisos do Estatuto da CBH. Assim como os representantes dos atletas. Com efeito, em virtude da pandemia da Covid-19, o pleito terá normas que seguirão as orientações da Organização Mundial de Saúde, do Ministério da Saúde e da Secretaria de Saúde.

Além disso, também estarão presentes no dia da eleição diretores e colaboradores da CBH e os candidatos aos cargos aprovados no processo eleitoral. As filiadas que poderão votar são:

1. Federação Equestre de Alagoas FEA
2. Federação Amazonense de Hipismo FAHI
3. Federação Hípica da Bahia FHB
4. Federação Equestre do Ceará FEC
5. Federação Hípica de Brasília FHBr
6. Federação Hípica do Espírito Santo FHES
7. Federação Hípica de Goiás FEHGO
8. Federação Hípica do Mato Grosso FHIMT
9. Federação Sul Mato-grossense de Hipismo FSMH
10.Federação Hípica de Minas Gerais FHMG
11.Federação Equestre do Pará FEEP
12.Federação Equestre Paraibana FEPA
13.Federação Paranaense de Hipismo FPrH
14.Federação Equestre de Pernambuco FEP
15.Federação Equestre do Rio de Janeiro FEERJ
16.Federação Gaúcha de Esportes Equestres FGEE
17.Federação Catarinense de Hipismo FCH
18.Federação Paulista de Hipismo FPH
19.Federação Hípica de Sergipe FHS

Processo eleitoral da CBH em 2020 elegerá presidente e vice do quadriênio 2021-2024; e ainda membros do Conselho de Administração

Chapas

Concorrem ao cargo de presidente e vice da CBH duas chapas. A chapa liderada pela candidata à presidência Bárbara Laffranchi, com o candidato à vice-presidência Fernando Sperb foi a primeira efetivada. Em seguida, confirmaram a participação no pleito a chapa de Francisco José Mari (Kiko Mari), candidato à presidente, e João Loyo de Meira Lins, vice.

Ademais, caso seja eleita, Bárbara será a primeira presidente mulher da CBH. Com larga experiência em gestão e no esporte, ela fez carreira na modalidade olímpica Ginástica Rítmica. Aliás, foi técnica da Seleção Brasileira entre 1990 e 2004. É graduada em Educação Física e em Administração de Empresas. Assim como possui Doutorado em Ciências do Treinamento pela Universidade do Porto (2006).

Kiko Mari, como é conhecido, é empresário do ramo de bens de consumo há mais de 35 anos. Ao mesmo tempo, tem vasta experiência em gestão e uma ligação antiga com cavalos. Desde os 11 anos de idade ele frequenta o Clube Hípico de Santo Amaro em São Paulo. Antes de tudo, há 25 anos ele é Conselheiro do Clube, que já comandou como presidente em quatro oportunidades. Assim como foi presidente da Federação Paulista de Hipismo por dias vezes. Ele tem apoio do atual presidente da CBH, Ronaldo Bittencourt Filho.

O Conselho de Administração, eventualmente, será formado por representantes de cada região e mais dois independentes. Ainda serão escolhidos Conselho Fiscal e Conselho de Ética.

Fonte: CBH
Créditos das fotos: Cedidas/Canal do Hipismo

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2 Comments

  1. Maynard

    20 de novembro de 2020 at 03:43

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Confirmada nova data para eleição da CBH

A condução do processo eleitoral da CBH, pela Comissão Eleitoral, não habilitou nenhuma das chapas em 30 de novembro, então as eleições foram suspensas

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Após ser suspensa em 30 de novembro de 2020, a Assembleia Geral Ordinária que elegerá presidente e vice-presidente do quadriênio 2021-2024 da CBH foi remarcada. A nova data é 29 de janeiro, no Rio de Janeiro, sede oficial da entidade.

A chapa número 1 tem Francisco José Mari, candidato à presidente, e João Loyo de Meira Lins, vice. Enquanto a chapa número 2 conta com a candidata à presidência Bárbara Laffranchi e com o candidato à vice-presidência Fernando Sperb.

Participam da Assembleia as entidades filiadas, com poder de voto. Desde que cumpram os requisitos constantes do Art. 32 e seus incisos do Estatuto da CBH. Assim como os representantes dos atletas. Com efeito, em virtude da pandemia da Covid-19, o pleito terá normas.

A entidade seguirá as orientações da Organização Mundial de Saúde, do Ministério da Saúde e da Secretaria de Saúde. Além disso, participarão também diretores e colaboradores da CBH e os candidatos aos cargos aprovados no processo eleitoral.

A eleição para a escolha dos membros do Conselho de Administração aconteceu normalmente no dia 30/11. Os quatro representantes de entidades filiadas para o novo biênio são: Gustavo de Melo Cuba, Josenilton Oliveira Santos, Cláudio Gastão da Rosa Filho e Gabriel Khoury. E ainda um membro independente: Antônio Manoel Lopes Sanches.

FPH perdeu habilitação para a votação da CBH

De acordo com comunicado da CBH, de 17 de janeiro de 2021, a Federação Paulista de Hipismo não aparece na lista das federações aptas a voto. O motivo é uma pendência financeira com a Confederação referente à taxa do Campeonato Brasileiro de Adestramento de 2020, no valor de R$ 2.716,00. 

Conforme o artigo 32 do estatuto geral da CBH, que diz respeito especificamente a condições da Assembleia Geral, há uma especificação sobre esse assunto no inciso III. No texto, fica claro que só participam da Assembleia entidades que não possuam débitos de qualquer natureza com a CBH.

Por outro lado, o artigo 24 lista os deveres de todas as entidades, entre eles: “Pagar, pontualmente, as mensalidades e taxas a que estiverem obrigadas, as multas que forem impostas e qualquer outro débito que tenha com a CBH, recolhendo aos cofres desta, nos prazos fixados, o valor de taxações estabelecidas nas leis e regulamentos em vigor”.

No comunicado, a CBH esclarece que fez contato com a FPH antes do vencimento do prazo de regularização de qualquer pendência financeira com a Confederação. Da mesma forma que falou com a  Federação Amazonense. Essa segunda quitou os débitos.

 

 

A condução do processo eleitoral da CBH, pela Comissão Eleitoral, não habilitou nenhuma das chapas em 30/11, e as eleições foram suspensas

CBH cumpre o regimento

A Confederação Brasileira de Hipismo comenta na mesma nota que a decisão somente tomada tendo em vista que não pode descumprir o seu próprio estatuto. Que é taxativo quanto a obrigações, independente dos valores em questão.

“A entidade ressalta que tem o controle rigoroso das pendências de todas as entidades e está à disposição para fornecer essas informações a qualquer momento, caso haja alguma dúvida, como foi feito com a Federação Paulista de Hipismo”.

No final do comunicado, a CBH reiterou que “não pode dar tratamento diferenciado a seus membros ou violar a isonomia. A entidade acredita que regras existem para serem cumpridas por todos os filiados. E lamenta a acusação de manobra política, principalmente por estar tão claro o descumprimento do Estatuto neste caso.”

Diretos e antigos diretores da FPH, assim como outros membros e filiados à Federação Paulista, reagiram a esse acontecido. Considerando, antes de mais nada, a importância da FPH para o cenário nacional e toda a idoneidade da entidade e seus gestores.

Fonte: CBH
Crédito das imagens: Cedidas

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Confira os resultados da 5ª e última etapa do DTC Tour 2020

O evento foi idealizado pelo cavaleiro olímpico Doda Miranda e, portanto, é realizado no Doda Training Center, em Itatiba/SP

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Os cavaleiros começaram na última quarta-feira (16) a corrida maluca pelo ‘pote de ouro’ da 5ª e última etapa do DTC Tour 2020, realizado no Doda Training Center, em Itatiba/SP. De acordo com o idealizador da competição, o cavaleiro olímpico Doda Miranda, a maior intenção do evento é incentivar que os demais concursos realizados no país passem, também, a ter melhores prêmios.

“Depois de toda a experiência que adquiri no exterior e tendo sentido na pele as dificuldades que sempre tivemos no Brasil, eu criei o DTC Tour, esse ano, para mostrar principalmente para os nossos dirigentes o melhor caminho para o hipismo de salto no país. Com boas premiações, as provas se tornarão mais competitivas e os cavaleiros brasileiros não necessitarão de ir tanto para o exterior para terem uma melhor carreira. O próximo passo será o de fazer o DTC Tour virar uma disputa de Copa do Mundo, daqui três ou quatro anos”, resume Doda Miranda.

Sendo assim, a principal prova da abertura da competição foi na altura de 1,40m, na quarta (16). Depois, na quinta (17), o DTC Prime Classic, na altura de 1,40m, e, por fim, no sábado, o DTC Super Cup Grand Prix, a 1,50m. (Confira os campeões abaixo)

Ainda de acordo com Doda Miranda, só nessas três disputas foram distribuídos R$ 465 mil em prêmio.

Rodrigo Lima DTC Tour 2020 – Foto: Divulgação/Felippe Saad

Prova de abertura, a 1,40m

Com atraso provocado pela forte chuva que caiu à tarde e a incrível participação de 74 conjuntos, a principal prova de quarta-feira terminou quase no final do dia, perto da meia noite. A prova distribuiu R$ 15 mil em prêmios, sendo R$ 4,5 mil para o vencedor.

Dessa forma, a disputa pela vitória com o melhor tempo da competição e sem faltas nos 10 obstáculos de 1,40 metros foi emocionante. Em primeiro lugar, ficou o cavaleiro Rodrigo Lima, montando Dehli do Santo Antonio, com o tempo de 53,32 segundos. Sem dúvida, o mais rápido entre os 33 conjuntos que zeraram o percurso e de toda a prova.

Em segundo lugar ficou a amazona Giovanna de Finis Sobania, com HFB Hannah, com 54,37 segundos. O cavaleiro olímpico Doda Miranda, com Bethânia JMen, foi o terceiro colocado, com 55,33 segundos.

DTC Prime Classic

Ao todo, 86 conjuntos participaram do DTC Prime Classic na quinta-feira (17), com obstáculos na altura de 1,40m. Consequentemente, os seis que zeraram sem faltas a primeira passagem foram para o desempate.

Na segunda passada, os três primeiros foram os únicos que voltaram a zerar, classificação então decidida pelo tempo. Em primeiro lugar, José Roberto Reynoso Fernandez FIlho com Azrael W, com o tempo de 35s55. O conjunto conquistou R$ 30 mil em prêmio.

Depois, em segundo lugar ficou Luiz Felipe Pimenta Alves e Akron JMen com o tempo de 37s06. Levando. Na sequência, fechando o pódio, Thales Gabriel de Lima Marino e Georgia Polana, com o tempo de 40s29. O segundo e o terceiro colocado conquistaram R$ 18 mil e R$ 13 mil, respectivamente.

Com atuação impecável, Stephan Barcha venceu o DTC Super Grand Prix – Foto: Divulgação/Felippe Saad

DTC Super Cup Grand Prix

O cavaleiro olímpico Stephan Barcha, com Chevaux Primavera, venceu no sábado (19), o DTC Super Grand Prix. Com um percurso previsto para criar dificuldades, feito pelo consagrado armador brasileiro dos Jogos Olímpicos Rio-2016, Guilherme Jorge, a prova foi a mais difícil da temporada no país e valia R$ 350 mil.

Dos 49 conjuntos participantes, apenas dois não perderam pontos por faltas na primeira pista de 1,50 metros. A princípio, do vencedor Barcha, com o tempo de 82,65 segundos. Depois, Guilherme Foroni (Chelsea JMen), com 79,49 segundos, o mais rápido e que garantiu a posição de último a entrar no percurso decisivo cronometrado.

A dificuldade do DTC Super Grand Prix foi tanta que 11 cavaleiros preferiram desistir e poupar seus cavalos quando cometiam duas ou três faltas antes de completar a metade do percurso, que foi o caso do próprio vencedor Stephan Barcha, com a outra montaria Calida.

O segundo percurso apresentou menos dificuldades nos obstáculos e a decisão ficou para os três últimos que entraram na pista. Trazendo um ponto perdido, Pedro Onety não cometeu falta, mas foi penalizado novamente com mais 1 ponto por exceder em 23 centésimos de segundo o tempo permitido, que era de 53 segundos. Assim terminou com 2 pontos perdidos e jogou muita responsabilidade para os dois últimos a entrar na pista.

Experiente, Stephan Barcha fez o último percurso com Chevaux Primavera mais preocupado em zerar do que correr, já que garantiria assim o segundo lugar na competição e deixaria a responsabilidade para Guilherme Foroni. E a vitória acabou sendo de Barcha porque Forroni/Chelsea JMen derrubou um obstáculo com um leve toque, o que fez o conjunto perder 4 pontos e ficar com a 4ª posição do GP, atrás ainda do 2º Pedro Onety/Etonian Master Polona (2 pontos perdidos) e do 3º André Moura (Henessy M), que foi o mais rápido de 4 pontos perdidos, com 46,85 segundos.

Por fim, para conferir os resultados completos do evento clique aqui

Colaboração: Charles Marzanasco Filho/Assessoria de Imprensa DTC Tour 2020
Crédito da foto em destaque: Reprodução/Facebook/Horsepix

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Andrea Muniz fatura GP Internacional de Salto em São Paulo

Com o terceiro lugar, José Reynoso conquista o hepta do ranking senior top; última etapa do ranking brasileiro senior top aconteceu Clube Hípico de Santo Amaro

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O GP Internacional CSI-W de D’ezembro no Clube Hípico de Santo Amaro encerrou o ranking brasileiro senior top 2020 de Salto. Saltando em casa, a amazona baiana Andrea Guzzo Muniz Ferreira foi a primeira mulher a vencer um GP desse nível no Brasil desde 2019. A prova aconteceu no domingo, 13 de dezembro.

Por outro lado, GP também valeu pela liga sul-americana para a final da Copa do Mundo 2021. A 1.40/1.60m, a pista teve a course-designer internacional Marina Azevedo como idealizadora. Disputado em duas voltas, foi uma prova extremamente difícil. Andrea largou na frente com apenas uma falta na primeira passagem. Dos 14 conjuntos, dez voltaram para o desempate.

Última em pista, Andrea montou Quivala, um sela francês de 16 anos. Com toda a certeza, levantaram a torcida com percurso sem faltas, 65s07. Como resultado, garantiu esse importante título. Curiosamente, essa foi a primeira vitória de uma amazona em um GP do nível senior top (rendimento máximo) desde abril de 2019 em solo brasileiro. Na época, Karina Johannpeter venceu o GP Internacional SHP Open.

“Estou super feliz! Há muito tempo que não tinha um cavalo para esse nível de prova com essa qualidade”, destaca a campeã Andrea, 45, que começou a montar Quivala há pouco mais de um mês.

Ademais, o Salto é o único esporte olímpico em que homens e mulheres competem em condições de igualdade. Em segundo lugar ficou Marcello Ciavaglia montando GR Garuda. O conjunto também zerou a segunda volta e fechou com os 12 pontos trazidos da primeira passagem, em 61s47.

Andrea Muniz fatura GP Internacional de Salto em São Paulo. Com o terceiro lugar, José Reynoso conquista o hepta do ranking senior top
Reynoso

Zé Reynoso é hepta no ranking senior top de Salto

Com esse resultado, Ciavaglia fechou a temporada como vice-campeão do ranking brasileiro senior top. Antes de mais nada, repetiu o mesmo resultado de 2019, quando também foi vice-campeão brasileiro e do ranking da categoria. Em contrapartida, o terceiro lugar de José Roberto Reynoso Fernandez Filho deu a ele o título brasileiro do ranking senior top.

O cavaleiro olímpico, que já é pentacampeão brasileiro senior top (2015-16, 2018-20), montou Cornet Dor JMen, de apenas 8 anos, sem faltas na segunda, em 65s47. Dessa forma, fechou a prova com os 13 pontos perdidos da primeira passagem. Resultado que rendeu ao cavaleiro de 40 anos nada menos que o heptacampeonato do ranking brasileiro anual senior top (2007-08, 2015-16, 2018-20).

A disputa distribuiu R$ 120 mil, incluindo um carro Renault Kwid ‘zero’ km à campeã Andrea. Ela ainda recebeu como prêmio um relógio feminino Bulova. O campeão do ranking brasileiro José Reynoso, do mesmo modo, também receberá um carro ‘zero’ km oferecido pela Confederação Brasileira de Hipismo.

Vale reforçar, antes de tudo, que nesse mesmo evento, na sexta (11), Reynoso venceu a primeira prova Internacional CSI-W D´ezembro. Com Daddy Cool JTH garantiu a primeira colocação, sem faltas, em 34s20.

Andrea Muniz fatura GP Internacional de Salto em São Paulo. Com o terceiro lugar, José Reynoso conquista o hepta do ranking senior top
Nahuel

GP Clássico CSN D´ezembro

No sábado (12), o ponto alto do Internacional e Nacional CSI-W e CSN D´ezembro foi o Clássico, a 1.45m, válido pela série Nacional. Dos 39 conjuntos, portanto, sete foram ao desempate. A vitória não ficou em casa. Sagrou-se campeão o cavaleiro argentino Nahuel Perez Salgado montando LN Eugene WP, que cruzou a linha de chegada sem faltas em 38s79.

Essa foi primeira participação Nahuel em um concurso no Brasil. “Esse ano deu tudo certo. Eu já queria ter vindo no ano passado, mas somente agora deu certo”, destaca Nahuel o cavaleiro de 35 anos que mora no sul da Argentina. “O concurso está espetacular. Estou com essa égua há dois anos. Semana passada, saltamos um GP, a 1.60m, mas essa semana decidi baixar de altura para preservá-la”, finaliza Nahuel.

Em segundo lugar ficou Lucio Osório, top mineiro radicado em São Paulo. Montando Nefertite do Arete, de apenas 7 anos, garantiu então o vice-campeonato com pista limpa, 36s63. Resultado completo.

Andrea Muniz fatura GP Internacional de Salto em São Paulo. Com o terceiro lugar, José Reynoso conquista o hepta do ranking senior top
Gustavo Ferreira e SL Sabacord – Foto: @edsonjrfotografo

Brasília

A noite de sábado (12), também foi agitada no CSN* Brasília Indoor, na Sociedade Hípica de Brasília. A saber, a disputa da Copa Ouro, a 1,35m, valeu pelo Troféu Perpétuo Luís Ferreira Corrêa ‘Tchê’, o único conjunto com duplo zero foi do cavaleiro que se formou em Brasília, porém é atual representante da Federação Paranaense de Hipismo: Gustavo Ferreira e SL Sabacord.

Dessa forma, sagram-se campeões do Mini GP. Logo após a premiação, o campeão comentou: “Eu estou muito feliz de estar aqui e por colocar o nome neste troféu tão importante que é o Luís Ferreira, que todo mundo que conheceu sabe da pessoa tão especial que ele foi”.

O Troféu Perpétuo Luíz Ferreira Corrêa é uma homenagem em memória do cavaleiro e instrutor que era conhecido como ‘Tchê’. Ele faleceu em agosto de 2017 e comoveu todo o meio hípico. Desde então, essa disputa é a principal prova deste evento que encerra o calendário hípico brasiliense, tradicionalmente na primeira quinzena de dezembro.

O vice-campeão foi Rafael Daher montando Gitane Metodo, com tempo de 37s66. O mais rápido entre os conjuntos que fizeram uma falta na segunda volta. A terceira colocação ficou com Marcus Gustavo Pinto SL Quidento, 38s13. Houve ainda, sem seguida da Copa Ouro, a tradicional prova ‘festiva’ Carro x Cavalo. Semelhantemente ai feito do ano passado, Juliano Joffily no volante e Luiz Felipe Pimenta montando SL Vigoroso foram os grandes campeões, 75s68. (Fonte: IBC Comunicação e Marketing)

Colaboração: Assessoria de Imprensa CBH
Crédito das fotos: Divulgação/João Markun

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