Hipismo

Fatos e feitos do Brasil na modalidade Salto de 1948 a 2016

Retrospectiva olímpica: com os Jogos Olímpicos de Tóquio 2021 a pouco mais de três meses do seu início, vamos relembrar os êxitos do Hipismo brasileiro na competição

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Até o momento, os Jogos Olímpicos de Tóquio 2021 estão confirmados pelo Comitê Olímpico Internacional. Dessa forma, as provas de Hipismo acontecerão de 23 de julho a 8 de agosto. Adestramento, Concurso Completo de Equitação e Salto terão suas disputas no Parque Equestre Baji Koen, sede da modalidade na Olimpíada Tóquio de 1964.

Ao longo da história da competição, os resultados do Time Brasil de Salto em Jogos Olímpicos são, sem dúvida, de maior expressão dentre as modalidades do Hipismo. São duas medalhas de bronze por equipe – Atlanta 1996 e Sydney 2000 -, além do ouro individual de Rodrigo Pessoa – Atenas 2004.

Mas o Brasil teve bom desempenho em diversas outras edições do maior evento esportivo do planeta. Disputou, acima de tudo, as medalhas de igual para igual com as melhores equipes e cavaleiros do mundo.

Na grade de programação para o Hipismo, o Salto acontece de 3 e 7 de agosto de 2021, no finzinho dos Jogos. Aproveitando a proximidade da competição, pouco mais de três meses do seu início, a Confederação Brasileira de Hipismo apresentou um retrospecto da participação brasileira desde a estreia em Londres 1948.

Estocolmo 1956 – Pedro Corvello, Renyldo Ferreira, Eloy Menezes e Neco Pessoa

1948 | Londres – Inglaterra

Foi a primeira Olimpíada em que o Brasil participou no Salto com uma equipe formada somente por militares. General Edgar Amaral, chefe da delegação, comandou o tenente-Cel. Franco Pontes, os capitães Rubem Contentino, Eloy Menezes, e o tenente Renyldo Pedro Guimarães Ferreira. De curioso, a viagem dos cavalos por navio durou 32 dias. Melhor colocação do Brasil, portanto, foi o 10º lugar de Franco Pontes com Itaguaí.

1952 | Helsinque – Finlândia

Quarto lugar foi o melhor resultado dessa segunda participação brasileira no Salto. No individual, Eloy Menezes montando Biguá, assim como por equipe. Time formado, então, por Eloy Menezes, Álvaro de Toledo e Renyldo Ferreira. Contudo, ficaram bem perto da medalha, já que Eloy participou do desempate pelo ouro com outros quatro cavaleiros. Encerraram com uma falta e 4 p.p.

1956 | Estocolmo – Suécia

Pela primeira vez os animais foram de avião. Mas, houveram atrasos no embarque e a chegada em cima da hora prejudicou a preparação da equipe para a competição. Nessa edição, o Time Brasil de Salto contou com Eloy Menezes, Renyldo Ferreira, Pedro Lopes Corvello e Nelson Pessoa Filho, o Neco. Os dois últimos, civis. Vale destaque para a primeira participação do Neco, que se tornaria um dos maiores cavaleiros do mundo. O Brasil acabou em 10º por equipe.

1960 | Roma – Itália

Sem resultados expressivos, representaram o Brasil Francisco Rabelo montando Sultão, Oscar Sotero com Cerrito, Cel. Renyldo Ferreira com Marengo e na reserva Fernando Monzon.

1964 | Tóquio – Japão

Em função do alto custo da viagem, o Brasil enviou apenas Nelson Pessoa Filho com Huipil. Pegaram corona, portanto, com a equipe francesa. Logo depois de uma apresentação muito boa no primeiro percurso, Neco sofreu uma queda na distensão para o segundo percurso. Mesmo saltando com fortes dores, o cavaleiro carioca reduziu de 12 para 8 pontos perdidos o seu segundo percurso e terminou empatado em 5º lugar.

Retrospectiva olímpica: com os Jogos Olímpicos de Tóquio 2021 a pouco mais de três meses do seu início, vamos relembrar os êxitos do Salto
Equipe de bronze em Atlanta 1996: 1ª medalha olímpica

1968 | Cidade do México – México

Mais uma Olimpíada para Neco Pessoa, que teve como companheiros de time Lúcia Faria, José Roberto Reynoso Fernandez e Gérson Monteiro. Sétimo lugar por equipe e 12° no individual com Lúcia Faria e Rush du Camp. Ademais, foi o melhor resultado entre os competidores do continente americano.

1972 | Munique – Alemanha

Outra participação sem expressão de resultados. Time formado por Antonio Alegria Simões, com Bonsoir, e Nelson Pessoa Filho, com Nagir.

1980 | Moscou – Rússia

Ano em que alguns países boicotaram os Jogos, fato célebre sempre lembrado em retrospectivas da competição. Por isso, apenas cinco países participaram no Salto com equipes completas, além de dois competidores na disputa individual. O Brasil não foi, apesar de todos os esforços para enviar Elizabeth Assaf e Jorge Carneiro, que estavam na Europa.

1984| Los Angeles – Estados Unidos

Primeira vez de um cavalo de criação nacional em Jogos Olímpicos: o Brasileiro de Hipismo MC Alpes, montaria de Marcelo Blessmann. Marcelo integrou a equipe de Salto formada ainda por Jorge Carneiro, Caio Sérgio de Carvalho e Vitor Teixeira. Na classificação geral, logo após as duas passagens, a equipe ficou em 10º lugar.

1988 | Seul – Coréia do Sul

Revés pouco antes do início dos Jogos: Lassal, cavalo de Neco Pessoa, morreu em consequência de uma cólica; assim como a égua Wendy, montaria de Carlos Vinícius da Motta, não embarcou em razão de uma forte cólica no dia da viagem. Eles não competiram, portanto, e a equipe que representou o Brasil, 8° lugar no resultado final, teve Cristina Johannpeter, Vitor Alves Teixeira, Paulo Stewart e André Johannpeter.

1992 | Barcelona – Espanha

Momento histórico para o Salto brasileiro, Nelson Pessoa competiu ao lado do filho, Rodrigo, com 19 anos, o mais jovem cavaleiro em Olimpíadas. Neco e Rodrigo tiveram companhia de Carlos Vinícius da Motta e Vitor Alves Teixeira, terminando em 10º lugar por equipe.

Retrospectiva olímpica: com os Jogos Olímpicos de Tóquio 2021 a pouco mais de três meses do seu início, vamos relembrar os êxitos do Salto
Rodrigo Pessoa com Baloubet du Rouet: campeão olímpico 2004

1996 | Atlanta – Estados Unidos

A tão sonhada medalha olímpica finalmente se concretizou. Time Brasil de Salto bronze por equipe. Subiram ao pódio Rodrigo Pessoa, Álvaro Affonso de Miranda Neto, o Doda, André Johannpeter e Felipe de Azevedo. O país ficou atrás apenas das equipes dos Estados Unidos, prata, e da Alemanha, ouro. Doda, após desempate pelas medalhas de prata e bronze, fechou em 7º lugar no individual.

2000 | Sydney – Austrália

Segunda medalha de bronze por equipe, conquista após desempate com a França. O time brasileiro contou com Rodrigo Pessoa, Luiz Felipe de Azevedo, Doda Miranda e André Johannpeter. Um fato negativo marcou essa edição: o refugo de Baloubet du Rouet na disputa pelo ouro no individual. Mas André foi quarto colocado, igualando com Eloy a melhor classificação individual na história.

2004 | Atenas – Grécia

Primeira e única medalha do Salto individual. Ouro para Rodrigo Pessoa e Baloubet du Rouet. Uma verdadeira virada de jogo depois do acontecido em Sydney. Vale lembrar que Rodrigo saiu de Atenas ostentando a prata. O ouro veio um ano depois quando se comprovou o doping do cavalo Waterford Cristal, montaria de Cian O’Connor, da Irlanda. A equipe ficou em 10º lugar, contando ainda com Bernardo Alves, Doda Miranda e Luciana Diniz.

2008 | Pequim – China

Nessa edição, Hong Kong recebeu o Hipismo e Time Brasil de Salto teve Rodrigo Pessoa, Bernardo Alves, Pedro Veniss e Camila Mazza de Benedicto. Mais num 10° lugar para o quadro de classificação do País na história dos Jogos. No individual, Rodrigo foi quinto, enquanto Camila, décimo. Posteriormente, um exame acusou substância proibida no cavalo de Rodrigo, que perdeu a classificação, elevando Camila ao 9º lugar. Até hoje o melhor resultado de uma amazona brasileira nos Jogos.

2012 | Londres – Inglaterra

Resultado final da equipe: 8° lugar. Carlos Motta Ribas, o Cacá, e José Roberto Reynoso Fernandez Filho não classificaram para o individual. Nessa disputa apenas Doda Miranda e Rodrigo Pessoa, 12° e 22° colocados, respectivamente.

2016 | Rio de Janeiro – Brasil

Competindo em casa, o Time Brasil de Salto teve uma baixa logo no inicio. Desqualificação do conjunto Stephan Barcha e Landpeter do Feroleto por um pequeno corte causado pela espora. Contudo, o time chegou à final sem pontos perdidos, mas cada cavaleiro cometeu uma falta no desempate, e mais um ponto por excesso de tempo, encerrando a prova em 5° lugar. Time formado por Doda Miranda, Pedro Veniss e Eduardo Menezes.

Fonte: Assessoria de Imprensa CBH
Na foto de chamada: Eloy Menezes, 4º colocado em Helsinque 1952
Crédito das fotos: Divulgação/A História do Hipismo Brasileiro

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Hipismo

João Victor Oliva tem o melhor resultado da história do Adestramento brasileiro

Brasileiro fechou na 26ª colocação entre 59 concorrentes, subindo vinte posições em relação aos Jogos do Rio 2016

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João Victor Oliva tem o melhor resultado da história do Adestramento brasileiro


Os Jogos Olímpicos de Tóquio seguem a todo vapor e o cavaleiro, João Victor Macari Oliva tem muito o que comemorar. O brasileiro se despede das Olimpíadas com o registro da nota 70,419%, superando seu próprio recorde de 68,071% na Rio 2016. Além de notas acima de 70% na avaliação de cinco juízes em Tóquio, fazendo da participação do cavaleiro paulista o melhor resultado do Brasil no Hipismo Adestramento em Olimpíadas.

Contudo, João Victor Oliva só não superou a melhor colocação do país, o 25º lugar conquistado pelo Cel. Sylvio Marcondes de Rezende montano Othelo nos Jogos de Munique em 1972. Na ocasião, participaram 33 competidores, conforme informações do Comitê Olímpico Internacional (COI). Porém, em Tóquio, 59 conjuntos de 30 países disputaram o Grand Prix, dos quais somente 18 vão para a final individual.

João Victor Oliva tem o melhor resultado da história do Adestramento brasileiro
Na sela de Escorial, João Victor agora segue com os planos para o futuro

João Victor Oliva

Apesar de ser o único representante do país na modalidade, o jovem talento nacional, João Victor, de 25 anos, entrou em pista com leveza. Bem como teve apresentação elogiada por juízes, imprensa especializada internacional e amantes do Adestramento pelo mundo afora.

“Fui o primeiro atleta do hipismo a entrar em pista (e o primeiro atleta brasileiro na vila olímpica). Fizemos uma boa prova, meu cavalo esteve bem e estou super contente. O Escorial esteve disponível, escutando as ajudas e tranquilo. Estou muito feliz. Tem coisas para melhorar. Tivemos um errinho no meio da prova, mas mesmo assim o resultado foi bom. Agora quero me entrosar cada vez mais com ele, pois temos pouco tempo juntos e vamos melhor cada vez mais para representar o Brasil nos próximos desafios”, destaca o cavaleiro.

De acordo com a chefe de equipe Sandra Smith de Oliveira Martins, houve uma evolução da modalidade, resultado do cavaleiro e novos objetivos. “Tivemos um bom resultado na Rio 2016, fomos medalha nos Pans de Toronto e Lima e agora tivemos esse grande resultado do João em Tóquio. Foi um trabalho sério e responsável. O João é um atleta maravilhoso, sua equipe é fantástica, um time muito bom e eficiente, o que facilita tudo. Agora vamos focar na formação de uma equipe nos Jogos Equestres Mundiais de 2022, na Dinamarca”.

João Victor Oliva tem o melhor resultado da história do Adestramento brasileiro
Brasileiro se despede de Tóquio com o melhor resultado da modalidade da história do Brasil

Trajetória rumo a Tóquio

Estabelecido na Europa desde 2014, primeiro na Alemanha, João Victor retornou então ao Brasil no início de 2019. O brasileiro buscava vaga na equipe que conquistou o bronze no Pan de Lima. Então, logo depois da conquista no Pan se estabeleceu em Portugal, e em setembro de 2020 foi convidado a integrar um projeto olímpico idealizado pelo grupo JRME Horse Campline. Projeto que reservou para o cavaleiro um dos cavalos de sua propriedade, Escorial Horsecampline, garanhão Puro Sangue Lusitano de 12 anos.

João Victor montou Escorial pela primeira vez em setembro, dois meses depois o conjunto fez a estreia internacional no CDI3* de Alter do Chão, em Portugal. Na ocasião, o conunto registrou o primeiro índice olímpico. Bem como, outros dois índices foram registrados em concursos internacionais em Portugal e na França, e a melhor média apresentada pelo conjunto entre os concorrentes do país garantiu a vaga em Tóquio.

Decisão de pódios por equipes e individual

Forte candidata a conquistar a 14ª medalha de ouro por equipe, a Alemanha lidera a lista dos oito países classificados para a disputa por equipes nesta terça-feira (27), a partir das 17h (05h no horário brasileiro). Juntam-se à favorita Alemanha, Grã-Bretanha, Espanha, Estados Unidos, Dinamarca, Holanda, Portugal e Suécia. A prova que define o pódio é o Grand Prix Special que desta vez será com música escolhida pelo atleta e os países participantes entram com a pontuação zerada.

Por fim, a definição do pódio individual acontece na quarta-feira, 28, a partir das 17h30 (05h30 no Brasil) no Grand Prix Freestyle, prova com coreografia livre e música. Participam da disputa os 18 melhores classificados do Grand Prix, em que se habilitaram à vaga os dois melhores conjuntos de cada um dos seis grupos, mais os seis melhores da classificação geral.

Fonte: CBH
Credito da foto: Divulgação/Luis Ruas – CBH

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Hipismo

João Victor Marcari Oliva é o 1º atleta brasileiro a chegar na Vila Olímpica em Tóquio

O atleta é o único representante do país no Hipismo Adestramento, sendo a primeira modalidade de Hipismo nas Olimpíadas

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João Victor Marcari Oliva é o 1º atleta brasileiro a chegar na Vila Olímpica em Tóquio

Durante essa semana, Comitê Olímpico do Brasil – COB, anunciou que o cavaleiro João Victor Marcari Oliva seria o primeiro atleta do país a se instalar na Vila Olímpica em Tóquio, chegando ao local nesta sexta-feira (16).

João Victor Oliva e seu cavalo Escorial Horsecampline, embarcaram na última quarta-feira (14), da Alemanha – onde o cavalo cumpriu quarentena em Aachen – rumo a Tóquio.

Então, como a primeira modalidade do Hipismo nas Olimpíadas, o Adestramento começa com o Grand Prix nos dias 24 e 25 a partir das 05hs no horário brasileiro, define o pódio por equipe no dia 27 no mesmo horário e o pódio individual no dia 29 às 05h30 no Brasil. “Quero trazer de Tóquio o melhor resultado do Adestramento brasileiro em Olimpíadas”, planeja o atleta.

A princípio, a meta é superar o resultado do primeiro representante do país no Hipismo Adestramento em Olimpíada, o Cel. PM Sylvio Marcondes de Rezende que montando Othelo ficou em 33º lugar nos Jogos de Munique, em 1972. João Victor já traz uma marca importante em sua estreia olímpica, nos Jogos do Rio: melhor nota, 68.071% no Grand Prix, em Olimpíadas.

João Victor Marcari

Com 25 anos, o paulistano João Victor Marcari Oliva compete desde os 12. Aos 18 foi morar na Alemanha e, atualmente, reside em Portugal. Além disso o atleta é filho da campeã mundial e prata olímpica Hortência Marcari e do empresário e criador de cavalos José Victor Oliva.

João Victor Marcari Oliva começou a montar aos três anos no rancho dos pais (hoje, Coudelaria Ilha Verde), em Araçoiaba da Serra (SP). Aos 12 anos de idade, estreou nas pistas, sendo inspirado por Rogério Silva Clementino, então funcionário da coudelaria.

Desde sua estreia em pista, em 2008, o jovem talento soma importantes conquistas: melhor atleta do time Brasil de Adestramento nas Olimpíadas do Rio 2016 e o melhor brasileiro em uma Final da Taça do Mundo de Dressage, em 2017, em Omaha, Estados Unidos; medalha de bronze por equipe em duas edições dos Jogos Panamericanos, Lima 2019 e Toronto 2015; campeão Sul-Americano individual e por equipe (Odersul/Chile 2014); melhor atleta da equipe brasileira nos Jogos Equestres Mundiais da Normandia, na França, em 2014, e de Tryon, em 2018, nos Estados Unidos.

Bem como, João Victor Oliva é também pentacampeão brasileiro (Amador em 2008, Mirim em 2009, Junior em 2010 e 2011, Young Riders em 2012). Da mesma forma obteve títulos paulistas e lideranças nos rankings anuais da Confederação Brasileira de Hipismo – CBH e Federação Paulista de Hipismo – FPH.

Maratona para Olimpíada

Após o Pan de Lima, João Victor retornou a Europa e se transferiu para Portugal onde foi convidado a participar de um “Projeto Olímpico” montando F-Aron de Massa. O Projeto idealizado pelos proprietários deste garanhão Lusitano, Leonardo dos Anjos, da Coudelaria do Luar, com sedes na França e Bélgica, e o brasileiro Rodrigo Guedes da Cunha, radicado na Flórida, EUA.

O objetivo do Projeto era a participação do conjunto em importantes concursos internacionais, com o alcance os dois índices mínimos de qualificação estabelecidos pela Federação Equestre Internacional – FEI, para garantir a vaga brasileira nos Jogos de Tóquio.

Apesar de o conjunto ter sido formado em setembro, em outubro já estava competindo e registrando o 1º índice olímpico no CDI3* Le Mans, na França. João Victor e F-Aron de Massa voltaram a competir em Randbol, na Dinamarca, Moscou, na Rússia e em München, na Alemanha até final de 2019. Contudo, o conjunto só conseguiu registrar outros dois índices em CDIs3* em Cascais, Portugal, em fevereiro e março de 2020.

Por fim, lembramos que as Olimpíadas de Tóquio começam na próxima semana, no dia 23, sexta-feira, com término no dia 8 de agosto.

Dessa forma, a programação, com os dias e horários em que os brasileiros entrarão em pista está disponível do site da Confederação Brasileira de Hipismo.

Fonte: CBH
Credito da foto: Divulgação/Rui Godinho – CBH

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Hipismo

Após lesão em cavalo, CBH altera o quadro de atletismo da equipe de Salto

Alteração foi feita na tarde de quinta-feira, após Comic, cavalo que faz conjunto com Luiz Francisco Azevedo, sofrer uma lesão

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Após lesão em cavalo, CBH altera o quadro de atletismo da equipe de Salto

Na tarde de ontem, quinta-feira (15), a Confederação Brasileira de Hipismo – CBH, anunciou uma alteração na equipe de Salto que representará o Brasil nos Jogos Olímpicos de Tóquio. Pedro Veniss e Quabri de L’Isle substituíram o conjunto Luiz Francisco de Azevedo e Comic, que sofreu uma lesão.

De acordo com a CBH, todos os cavalos nomeados para quarentena haviam sido examinados pelo veterinário Rogério Saito no último dia 04, um dia antes da nomeação oficial. A alteração vem no momento em que a equipe de Salto entra em quarentena, em Aachen na Alemanha, antes do embarque para o Japão.

Conjuntos do Time Brasil de Salto para quarentena

Bernardo Alves – El Torreo de Muze
Marlon Zanotelli – VDL Edgar
Pedro Veniss – Quabri de L’Isle
Rodrigo Pessoa – Carlitos Way
Yuri Mansur – QH Alfons Santo Antonio

Técnico: Philippe Guerdat
Chefe de equipe: Pedro Paulo Lacerda

Pela primeira vez, as equipes do hipismo passam a contar com 4 atletas: três titulares e um reserva, sendo que o reserva pode ser escalado ainda após o início da competição. Na disputa por equipes, no novo formato, não haverá descarte, ou seja, serão computados os três resultados. Anteriormente entravam quatro conjuntos e a cada rodada havia o descarte do pior resultado. Outra mudança é que a disputa individual antecede a final por equipes.

Dos seis conjuntos do Time Brasil de Salto quem entram em quarentena em Aachen, quatro embarcam para o Japão no próximo dia 25. Por fim, vale destacar que as competições de Salto nos Jogos Olímpicos de Tóquio seguem com o início previsto para o dia 03 de agosto, com a final no dia 07 do mesmo mês.

A programação, com os dias e horários em que os brasileiros entrarão em pista está disponível do site da Confederação Brasileira de Hipismo.

Fonte: CBH
Credito da foto: Divulgação

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Hipismo

Marlon Zanotelli, top 7 do Ranking Mundial, segue a caminho de Tóquio

Cavaleiro representará o Brasil pela primeira vez ao lado Rodrigo Pessoa, Luiz Francisco de Azevedo e Yuri Mansur

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Top 7 no Ranking Mundial, Marlon Zanotelli segue a caminho de Tóquio

Marlon Zanotelli, campeão pan-americano é também agora o top 7 no ranking mundial FEI Longines. O cavaleiro soma um total de 2490 pontos no ranking que compreende o período de 1/9/2019 a 30/6/2021. Em primeiro lugar, vale ressaltar que essa é a melhor colocação do maranhanense Marlon, que é também o primeiro brasileiro medalhista de ouro individual na história dos Jogos Pan-americanos em Lima 2019, onde integrou o Time Brasil de Salto hexacampeão.

Jogos Olimpícos

Radicado na Europa há mais de 13 anos, Marlon Zanotelli vai pela primeira vez defender o Brasil em Jogos Olímpicos em Tóquio. O cavaleiro fará sua participação ao lado de Rodrigo Pessoa, em sua 7ª participação dos Jogos, Luiz Francisco de Azevedo, que foi convocado para Londres 2012, mas sua montaria se machucou, e Yuri Mansur, que também faz sua estreia nos Jogos.

Agora, Marlon encontra-se no Internacional 5* de Valkenswaard na Holanda. Na ocasião, na última sexta-feira (09), garantiu o 4º posto a 1.50m, principal disputa do dia, montando Grand Slam VDL. VDL Edgar, sua montaria em Tóquio, também compete esse final de semana no mesmo local visando manter a boa forma.

Seu companheiro de equipe Luiz Francisco de Azevedo, filho do medalhista olímpico Luiz Felipe de Azevedo, o Felipinho, também está na prestigiada competição na Tops International Arena, na Holanda. Enquanto Rodrigo Pessoa encontra-se em uma competição Internacional 3* em Tryon nos EUA e Yuri Mansur estão postos em Internacional 5* Chantilly na Holanda.

Por fim, em 17 de julho os cavalos do Time Brasil de Salto radicados na Europa entram em quarentena em Aachen na Alemanha antes do embarque para Tóquio. Lembrando que a programação de Salto tem início no dia 03 de agosto. A programação completa está disponível no site da Confederação Brasileira de Hipismo – CBH.

Fonte: Assessoria de Imprensa CBH
Crédito da imagem: Divulgação/CBH

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Confederação Brasileira de Hipismo divulga nomes dos convocados para as Olimpíadas de Tóquio

Olimpíadas de Tóquio começa no dia 23 de julho e vai até o dia 08 de agosto, já os Jogos Paralímpicos serão realizados entre 24 de agosto e 05 de setembro

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Confederação Brasileira de Hipismo divulga nomes dos convocados para as Olimpíadas de Tóquio

Durante essa semana, a Confederação Brasileira de Hipismo – CBH divulgou a lista oficial de convocados para a disputa das Olimpíadas de Tóquio, que começa no dia 23 de julho e vai até dia 08 de agosto na capital do Japão.

Confira os convocados

Concurso Completo de Equitação:

Carlos Parro – Goliath
Marcelo Tosi – Glenfly
Rafael Losano – Fuiloda G
Alternativo: Marcio Appel – beron JMen

Técnico: Ademir Oliveira
Chefe de equipe: Julie Purgly
Veterinário: Paulo Eduardo Limongi

Salto:

Luiz Francisco de Azevedo – Comic
Marlon Zanotelli – VDL Edgar
Rodrigo Pessoa – Carlitos Way
Yuri Mansur – QH Alfons Santo Antonio

Reserva para quarentena: Bernardo Alves – El Torreo de Muze

Técnico: Philippe Guerdat
Chefe de equipe: Pedro Paulo Lacerda

Adestramento:

João Victor Marcari Oliva – Escorial Horsecampline

1º Reserva: Pedro Tavares de Almeida – Famous do Vouga
2º Reserva: Pedro Tavares de Almeida – Xaparro do Vouga

Jogos Paralímpicos – Paraequestre

Vale lembrar que os Jogos Paralímpicos serão realizados entre 24 de agosto e 05 de setembro de 2021, logo após os Jogos Olímpicos.

Representando o Brasil na modalidade Paraequestre, os convocados foram: Rodolpho Riskalla e Sergio Oliva.

Agradecimentos

Por fim, em nota divulgada no site da CBH, o presidente, Francisco Mari e o vice-presidente, João Loyo de Meira Lins, agradecem o esforço dos proprietários dos cavalos que representarão o país nas Olimpíadas de Tóquio.

“Sem vocês, podem ter certeza, não estaríamos aqui. Temos que lembrar sempre dos esforços e todo investimento de vocês que muitas vezes passam despercebidos”, destaca a nota.

A programação, com os dias e horários em que os brasileiros entrarão em pista está disponível do site da Confederação Brasileira de Hipismo.

Por Heloísa Alves
Fonte: CBH
Credito da foto: Divulgação/Luis Ruas – CBH

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Brasília Country Club foi palco do CSN Torneio de Inverno e Brasiliense 2021

Campeões do Brasiliense garantiram vaga para o Brasileiro, demais nomes devem ser divulgados nesta semana

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Brasília Country Club foi palco do CSN Torneio de Inverno e Brasiliense 2021

Entre os dias 24 e 27 de junho, o Brasília Country Club recebeu o CSN Torneio de Inverno, que aconteceu junto com o Brasiliense 2021 de alto rendimento.

Os campeões brasilienses garantiram vaga nas equipes que vão representar o Distrito Federal no Brasileiro de cada categoria. Os outros nomes virão do Ranking FHBr – Federação Hípica de Brasília, que será divulgado ainda nesta semana.

Resultados CSN Torneio de Inverno e Brasiliense 2021

Em primeiro lugar, na Under 25, com obstáculos a 1.40m sagrou-se campeão Luiggi Lettieri e Emiliano do Araucária, fechando o final de semana com todos os seus percursos zerados.

Na categoria Pré Junior (1.30m), o pódio do CSN ficou definido com Lina Beltrão e ACL Outback em primeiro lugar.

Conforme destaca a FHBr, a disputa da categoria Amador Top foi emocionante. Para o desempate, Gabriel Galvão e Carlucci GMS e Marco Antônio Modesto Filho com suas duas montadas, Chevaux Izinbayeva Cooper e Chevaux Zorrera 3k.

Na primeira passada, com Izinbayeva, Marco Antônio cometeu uma falta, porém garantiu o primeiro lugar. Gabriel Galvão teve 8 pontos perdidos, assim, o campeão poupou Zorrera 3k e levou o título com Izinbayeva.

Na série 1.20m, a vitória da categoria Amador foi de Danilo Machado e Torpedo do Rincão. A vitória da disputa Jovem Cavaleiro foi para Beatriz Dantas e Contino Van de Helle Z, único conjunto a fechar o campeonato com três pistas zeradas na categoria.

A categoria Amador A (1.10m) contou com uma disputa em família: após a vitória de Mariana Sousa e Arthos JMen, único conjunto a finalizar o campeonato zerado. As irmãs Ma montando Duff RH.rcela Czarneski e Isabela Czarneski voltaram à pista pelo desempate dos conjuntos com 4 pontos perdidos.

Por fim, a briga pelo título Jovem Cavaleiro A contou com um desempate emocionante onde Camila Gouveia e Bollywood Boy sagraram-se campeões.

Demais provas

Agora, começam a ser realizados os Campeonatos Brasileiros 2021. O primeiro deles será o de Escolas, no Clube Hípico de Santo Amaro, em São Paulo, entre os dias 07 e 11 de julho.

Os resultados do CSN Torneio de Inverno  e do Brasiliense 2021 estão disponíveis no site da FHBr e o calendário das próximas provas nacionais no CBH.

Fonte: FHBr
Créditos da foto: Divulgação/Isabella Campedelli 

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Hipismo

Clássico da I Copa VillageMall já tem o seu campeão

Competição encerrou o Concurso de Salto Nacional 3* na Sociedade Hípica Brasileira, no Rio de Janeiro

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Copa VillageMall

Mais uma vez, o paulista José Roberto Reynoso Fernandez e seu Azrael W foram os mais rápidos na segunda volta do Clássico. Fechando assim, o Concurso de Salto Nacional 3* VillageMall, a 1.45m, na noite do último domingo (20), na Sociedade Hípica Brasileira, no Rio de Janeiro.

Contudo, dos 39 conjuntos que largaram da Copa VillageMall, 12 voltaram para a 2ª passagem entre os quais 11 sem faltas. Destes, cinco voltaram a garantir duplo zero. O cavaleiro olímpico Zé Roberto e seu craque alazão Azrael foram os penúltimos a entrar registrando a nova marca da prova: 38s04.

Liderança

Vale destacar que a liderança era de Stephan Barcha, cavaleiro olímpico carioca radicado em Brasília, com Primavera Montana, 38s14, tempo que até então parecia imbatível. Mas, o experiente conjunto paulista provou o contrário. O Clássico, principal do evento, distribuiu R$ 100 mil em premiação.

Zé Roberto conta como conseguiu o melhor tempo: “Na verdade, esse não era um desempate ideal para o Azrael. Não tinha muito onde tirar lance então eu arrisquei e fiz um lance a menos do número um para o dois”, explica o vencedor. “Acho que foi aí que ganhei do Stephan porque o resto foi mais ou menos a mesma coisa”, finalizou o campeão.

A vitória teve gostinho especial, afinal foi a primeira do novo proprietário de Azrael, o pernambucano sócio da entidade anfitriã, Enrico De Vettori. “Estou muito feliz de poder proporcionar ao Zé Roberto continuar montando o Azrael. Fui aluno do pai dele, o Alfinete, e estrear com vitória aqui no Rio, cidade que amo e no clube que sou sócio, é muito emocionante.”

Por fim, é importante ressaltar que o evento na SHB, Copa VillageMall, contou com 16 provas de 1 a 1.40 e todos os resultados estão disponíveis no site oficial da CBH.

Fonte: CBH
Créditos as fotos: Divulgação/Luis Ruas

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Enduro Equestre: 50 conjuntos participaram da prova no Haras Minas Gerais Endurance

Local recebeu competidores de cinco estados diferente e se prepara agora para receber o Campeonato Brasileiro

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Enduro Equestre: 50 conjuntos participam da a prova CEI 3* 140km de Enduro Equestre no Haras Minas Gerais Endurance

O Haras Minas Gerais Endurance, em Caetanópolis (MG), recebeu, o último sábado (12), 50 conjuntos de cinco estados diferentes para categorias de 20km até 140km de Enduro Equestre. O local irá receber também o Campeonato Brasileiro setembro.

A brasiliense Isabella Campedelli, foi quem levou a melhor na prova de CEI 3*. Na sela de Mandalla Rach, finalizou os cinco anéis com velocidade média de 16.55 km/h. “Foi uma prova muito especial porque comecei a competir no Enduro em 2018 e essa foi a minha primeira CEI 3*. Estamos preparando a Mandalla para uma prova mais forte no Brasileiro de 160km e esta foi uma importante participação para dar consistência aos seus treinos”, comenta Isabella.

Demais categorias

A vitória da categoria CEI 2* também foi para Brasília com a amazona Mariana Damazio montando CP Salome, a velocidade média de 17.25km/h. Na categoria Young Rider, CEI YR 2* 120km, a vitória foi de Ryan de Almeida e Nave CRH, com velocidade de 15.96km/h.

Para Mariana, a trilha estava técnica porque estava mista. “Tinha uma parte mais fácil e outras mais difíceis. No meio da prova saiu o sol e ficou bem quente e abafado, então foi um anel que fiz mais devagar. A minha égua é bem experiente e sempre correu na frente. Em todas as provas que ela foi, fez pódio. O plano era fazer uma boa prova para aposentá-la aos 16 anos e deixá-la como matriz. Ela chegou tão bem em casa que até pensamos se levaríamos para outra competição, mas a princípio vamos seguir a ideia inicial”, destaca Mariana.

Por fim, a categoria CEI 1* 100km contou com uma chegada emocionante com sprint: o ouro foi para o cavaleiro vice-campeão mundial por equipes em Pisa, Renato Salvador, que montando Docry Trio concluiu a prova com velocidade média de 17.19km/h. Além disso, o pódio da categoria CEI 1* 100km foi composto por cavaleiros de Minas Gerais, São Paulo, Brasília e Rio de Janeiro.

Os resultados completos podem ser acessados no site Prova Equestre.

Fonte: CBH
Créditos as fotos: Divulgação/Marina Pedroso

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Hipismo

De olho nas Olimpíadas de Tóquio, CBH deve nomear lista de atletas na próxima semana

As competições da modalidade nos Jogos Olímpicos começam no dia 3 de agosto, em Tóquio

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De olho nas Olimpíadas de Tóquio, CBH deve nomear lista de atletas na próxima semana

Na próxima segunda-feira,21 de junho, o técnico Philippe Guerdat e a comissão técnica da CBH – Confederação Brasileira de Hipismo vão nomear a lista de atletas para os Jogos Olímpicos em Tóquio. A formação da equipe será definida até 5 de julho.

Ainda no último sábado (12), teve vitória brasileira no Prêmio Atlanta a 1.50m no CSIO5* de La Baule, na França, com Pedro Junqueira Muylaert, o Pepê, montando Premboke 3. Dos 46 conjuntos, seis foram ao desempate. Pepê, nascido e criado na SHP – Sociedade Hípica Paulista, e Pembroke 3, garantiram o título sem faltas em 42s99.

Enquanto isso, o campeão olímpico, Rodrigo Pessoa e Venice Beach venceram as duas provas de velocidade da semana no Internacional 4* Upperville Colt & Horse Show nos EUA. Dos 35 conjuntos, 21 zeraram o percurso com treze obstáculos. O conjunto registrou a marca de 57s74, que lhe garantiu a vitória.

O Salto em Tóquio começa dia três de agosto, com a 1ª qualificatória individual, com a definição do pódio individual no dia seguinte. Já a qualificatória por equipe acontece no dia 6 e a final no dia 7. A FEI – Federação Equestre Internacional, estabeleceu um novo formato a partir das Olimpíadas de Tóquio que aumenta o número de países competindo, mas com equipes menores, três ao invés de quatro membros (e sem descarte).

Fonte: CBH
Créditos as fotos: Divulgação/Danilo Schreines)

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Hipismo

Copa São Paulo tem edição especial com homenagem a Raul de Lara Campos

Juliano Carlos foi quem ganhou o Clássico Raul de Lara Campos, que presta homenagem ao idealizador e organizador do 1º Torneio Pão Açúcar, a atual Copa São Paulo

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Copa São Paulo tem edição especial com homenagem a Raul de Lara Campos
Copa São Paulo

No último sábado (12), a SHP – Sociedade Hípica Paulista, recebeu a 50ª Copa São Paulo – Edição Especial Raul de Lara Campos. O clássico sempre disputado, teve como campeão o cavaleiro Juliano Loureiro Carlos, que na sela de WS Kandanora Z, fez uma pista limpa com o tempo de 37s18.

Desse modo, vale destacar que Juliano, é considerado um dos grandes nomes da nova geração do hipismo, e WS Kandanora Z, uma sela holandesa de 14 anos, também vêm de vitória no Clássico do CSN de Maio no Clube Hípico de Santo Amaro.

Bem como, dos 69 conjuntos, 18 protagonizaram um emocionante desempate na pista grama Gianni Samaia da 50º Copa São Paulo. O vice-campeonato ficou com o top paulista Artemus de Almeida e Acanthus JMen, que cruzaram a linha de chegada sem faltas em 37s94.

Juliano e WS Kandanora Z: a caminho da vitória
Juliano e WS Kandanora Z: a caminho da vitória

Homenagem especial

A cerimônia de premiação contou com a presença de Fernando Sampaio Ferreira Filho, presidente da SHP, e Romeu Ferreira Leite Loureiro Jr, vice-presidente. Durante a celebração, o cavaleiro Rodolfo Raul de Lara Campos, mais conhecido por Raul, foi o grande homenageado. Raul foi o responsável pela idealização do 1º Torneio Pão Açúcar, a atual Copa São Paulo. A primeira edição foi realizada em 1971, há 50 anos, ao lado do amigo ao lado do amigo Comendador Valentim dos Santos Diniz.

Ao mesmo tempo, a cerimônia contou ainda com a presença de Eduardo Lara Campos Filho, filho do homenageado, ao lado de sua esposa Natalia, e Rosa Maria Garcia de Lara Campos, esposa de Raul, que receberam uma bandeja comemorativa dos 50 anos da Copa São Paulo em nome de seu idealizador.

Raul de Lara Campos em ação na SHP no sesquicentenário da Independência

Sobre Raul de Lara Campos

Rodolpho Raul de Lara Campos, começou a montar aos 33 anos após largar a carreira internacional como jogador de hóquei. Integrou a equipe brasileira no Pan-americano de 1963 em São Paulo e também chegou a competir na Europa, ao lado de grandes nomes como os irmãos Nelson e Hélio Pessoa.

Entretanto, apesar de começar na modalidade aos 33 anos, Raul seguiu firme no esporte e montou até praticamente o final de sua vida, deixando uma mensagem especial para os amantes dos cavalos: “Continue a amá-los até o último dia da sua vida. Você nunca se arrependerá tê-los amado: o cão é o seu melhor amigo, o cavalo é o seu melhor companheiro.”

Por fim, a SHP organizou uma pequena exposição sobre a carreira do cavaleiro que faleceu aos 96 anos em 2020.

Todos os resultados da 50ª Copa São Paulo podem ser acessados no site da SHP.

Colaboração: Assessoria SHP
Crédito das fotos: Luis Ruas

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