Hipismo

Grande Lançamento Projetos CBH 2022: principais pontos

Em evento realizado na última segunda-deira (31) nova diretoria anunciou as metas e trabalhos da nova gestão e de suas diretorias

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A nova gestão da Confederação Brasileira de Hipismo (CBH), com Fernando Sperb, presidente, e Barbara Laffranchi, vice-presidente, eleitos em 23/12/2021 após um ano de entraves jurídicos, lançou oficialmente, os projetos de 2022 e metas no ciclo olímpico até 2024. “Tivemos um longo período de batalhas para chegar aqui e um curtíssimo período para o planejamento inicial e 2022 poder começar com força total”, destacou Fernando Sperb, ao lado de Barbara Laffranchi e membros da nova diretoria.

Projetos inovadores e novos regulamentos foram formatados em tempo recorde e oficialmente anunciados à comunidade hípica. “Nesse primeiro mês, trabalhamos incansavelmente para formatar projetos e circuitos das modalidades, regulamentos, organização interna e adequação da equipe. Fizemos em um mês, o que se costuma fazer em ano. Agradeço a Barbara, não só ficamos amigos, como enfrentamos muita coisa juntos e estamos prontos para iniciar o trabalho“, pontuou Sperb.

“Nos tornamos grandes amigos e acho que a gente forma um bom time. Nem tudo que a gente fizer vai dar resultados nesses três anos. Acho que para que algo mude, não será em três anos, mas em dez. Mas vamos plantar a semente”, ponderou Barbara Laffranchi. “Estamos com uma super equipe, entre diretores e operacional. Tenho certeza que a descentralização e trabalho coletivo que propusemos desde o começo com uma administração colegiada será eficiente e renderá muitos frutos. E nossa palavra chave é fomento”, emendou a vice- presidente.

Em 2022 são muitos os desafios: o Mundial, evento que acontece a cada quatro anos e pode ser considerado a Copa do Mundo do hipismo, os Jogos Sul-americanos que garantem vaga no Pan-americano de 2023 e o curto ciclo rumo às Olimpíadas 2024. A Confederação Brasileira de Hipismo, ao mesmo tempo, promete investir forte no desenvolvimento e na promoção do esporte em solo nacional.

A CBH chancela nove modalidades e apresentou seus projetos no Salto, Adestramento, Concurso Completo de Equitação, Adestramento Paraquestre, modalidades olímpicas, Enduro, Volteio, Atrelagem. Somente Rédeas e Tambor ainda não foram abordados nesse primeiro momento, mas estão com projetos em andamento. Também estiveram presentes os diretores da Escola, Cavalos Novos, categorias de Base e Fomento, Técnico, Financeiro e membros de comitês. Confira a seguir os principais projetos e pontos abordados durante a apresentação.

SALTO
Diretor: Daniel Khury
Comissão de Salto: José Roberto Reynoso Fernandez Filho, Ivo Roza Filho, Artemus de Almeida e Pedro Paulo Lacerda.
Coordenador e chefe de equipe das categorias de Base e de Alto Rendimento: Caio Sérgio de Carvalho.
Técnico: Philippe Guerdat e Chefe de equipe: Pedro Paulo Lacerda

O presidente da CBH Fernando Sperb, representou o diretor Daniel Khury, ausente por motivo de saúde, mas em pronta recuperação.“Temos várias novidades. O Daniel constituiu uma comissão de cavaleiros. Eu queria já agradecer aos membros da comissão em que todos auxiliam na tomada de decisão do Salto. Nossa equipe também é composta pelo Caio Sérgio, que toca a parte nas categorias de base. Continuam frente às equipes principais de Salto o técnico Philippe Guerdat e o chefe de equipe Pedro Paulo Lacerda, que vem produzindo bons trabalhos lá fora”, destaca Sperb.

Foram criados três importantes circuitos: categorias de Base de Alto Rendimento, que acontecem concomitantemente com as seletivas do Sul-americano da Juventude, Amadores, Cavalos Novos e retomada Ranking Senior Top, no mais alto nível com duas provas de 1.50 e GP, a 1.55m, todos como parte da programação nos principais concursos em solo nacional e internacional. “Retomamos o circuito Senior Top que teve um lapso em sua existência e que volta em grande estilo com patrocínio do Fundo Gauss e Credit Suisse. A ideia é promover um desafio maior aqui em solo brasileiro e preparamos os cavaleiros para que os angariar objetivos maiores nas equipes principais ”, pontua Sperb, destacando ainda o processo seletivo rumo ao Pan 2023

“No regulamento das seletivas do Sul-americano, três vagas serão disputadas e conquistadas objetivamente em provas realizadas no Brasil. As outras duas vagas escolhidas preferencialmente entre cavaleiros em atividade em solo nacional. Obviamente o Sul-americano é a porta de entrada do Pan-americano e nós tentaremos formar a melhor equipe possível para garantir a qualificação”, emenda o dirigente.

Critérios rumo ao Mundial

Os critérios observatórios também já foram elaborados. “O objetivo principal é poupar mais os cavalos para chegar nas melhores condições possíveis com os nossos cavalos no Mundial. As observatórias já começaram mundo afora. Mas concretamente em abril vamos publicar uma long list e até agosto, cada conjunto terá participação em até duas Copas das Nações. A ideia é evitar o desgaste dos cavalos e a possível perda de conjuntos em data próxima ao maior do torneio da modalidade na categoria principal.

Os campeões do Circuito da Juventude terão direito a clínica em Wellington 2023 com os cavaleiros top Luiz Francisco de Azevedo, o Chiquinho, nas categoria Mirim e Pré-junior, e Rodrigo Pessoa nas séries Junior e Under 25. Já os campeões do circuito Amadores terão direito a uma passagem para assistir o Pan-americano no Chile em 2023. O circuito de Amadores vai de 1.10 a 1.30m pois muitos concursos não programam a série Amador B. O ranking nacional segue em todas as alturas.

Fechando as boas novas está o curso a realização de um Internacional 5*, o primeiro depois de uma década, no Doda Training Center em dezembro em Itatiba, no interior paulista, trazendo o Brasil de volta ao circuito de eventos do mais alto nível. “Entramos em contato com os grandes clubes e federações que nos deram um apoio irrestrito e aceitaram o desafio de sediar importantes etapas dos nossos circuitos. Agradeço a todos”, destacou Sperb, citando nominalmente entidades e seus dirigentes.

CONCURSO COMPLETO DE EQUITAÇÃO
Diretora: Barbara Laffranchi, vice-presidente
Diretor Adjunto: João Malik de Aragão
Coordenador nacional: Gustavo Pagoto
Coordenador internacional: Rafael Christianini

Barbara Laffranchi, vice-presidente, assumiu a diretoria do Concurso Completo que pode ser considerado um triatlo equestre reunindo as três modalidades: Adestramento, Cross Country e Salto.  “Minha diretoria vai acabar sendo de transição. Hoje o Concurso Completo tem problemas estruturais a serem resolvidos. O João Aragão, experiente cavaleiro internacional de Salto, é meu diretor adjunto e está nos auxiliando em tudo, ao lado dos nossos coordenadores”, coloca Barbara. “Para estabelecer critérios do Sul-americano e Mundial acabamos montando uma comissão com dois atletas que moram no Brasil e dois que residem na Europa. Mais uma vez a administração colegiada à frente.”

Em 2022 já temos 12 competições agendadas esse ano, sendo quatro internacionais em solo brasileiro, seis nacionais, além do Mundial e Sul-americano. “Queremos que em 2023 passem a ser 20. O fomento nacional é nosso primeiro objetivo, o segundo o Mundial e Sul americano e o terceiro a contratação de um técnico de renome para auxiliar o Brasil. Além, é claro, do plano de trabalho de três anos até os Jogos de Paris.”

João Aragão aceitou o desafio com satisfação. “Com a ajuda dos coordenadores Pagoto e Rafael já fizemos fazer um mapeamento de todos cavaleiros da modalidade. O Guto Faria será nosso técnico na parte do cross-country no Brasil, a Sarah Waddell vai nos auxiliar no Adestramento e eu no Salto”, revela Aragão. “No Exterior já temos um treinador e cavaleiro de renome para o Cross Country a ser confirmado. No Salto, o Nelson Pessoa vai nos auxiliar até o Mundial”, explica João.

“A equipe do Mundial será formada pelos cavaleiros que estão no Exterior e no Sul Americano, a nossa ideia é formar a equipe sendo preparada e saindo do Brasil. Queremos fomentar a modalidade no Brasil e temos muito trabalho pela frente”, garante João. 

ADESTRAMENTO
Diretor: Sérgio de Fiori
Chefe de equipe: Pia Aragão

O cavaleiro e juiz Sérgio de Fiori que assumiu a diretoria de Adestramento apontou os principais desafios e metas. “Para o esporte de ponta esse ano temos o Mundial e contamos com bons e talentos cavaleiros se preparando na Europa para a competição”, afirma Fiori. “Rumo ao Sul americano, temos conjuntos em atividade no Brasil com muita capacidade e garra para defender a medalha de ouro. Esse será o nosso objetivo no Sul americano que vale para no Pan-americano. A nossa chefe de equipe Pia Aragão já criou um grupo grande com os cavaleiros e amazonas no Exterior e no Brasil, estabelecendo uma ponte e sinergia entre eles. Acreditamos que esses laços podem nos trazer resultados mais sólidos e todos terão muito mais informação.”

Fiori também apontou o processo para Sul Americano no Paraguai. “Temos uma seletiva, composta por dois Internacionais – CDIs3* aqui no Brasil e nós vamos nos amparar em um critério objetivo. Teremos dois juris de alto nível que estão sendo formados para consigamos selecionar os melhores conjuntos.”

A nível Nacional um total de sete concursos é a boa nova. “Poucas vezes nos últimos anos tivemos essa quantidade de Nacionais e todos já estão com nível avançado de pré-produção. Não queremos que nenhum deles deixe de acontecer. Precisamos agitar o ranking de Adestramento da CBH para através dele movimentar as categorias de base. Aí talvez chegue no meu principal objetivo que é a gente terminar nosso ciclo com cavaleiros Mirins, Junior e eventualmente Young Riders com um nível técnico bom”, projeta Fiori.

“Hoje, temos Rodolpho Riskalla que é medalhista paraolímpico, um cavaleiro excelente que fez todas as categorias de base no Brasil muito bem feitos. Isso deu a ele a chance de montar cavalos diferentes fazer as provas de acordo com idade. Além de todo talento e muito esforço e pessoas incríveis em volta”, pondera o diretor. “Além disso, vamos sim ter um técnico para trabalhar no Brasil e queremos expor mais o esporte nacional, os cavalos novos e categorias de base. Finalmente também vamos organizar clínicas em que o objetivo é usar o capital humano formado desde 2006, que tiveram oportunidade de treinar com importantes treinadores trazidos pela CBH à época. Queremos aproveitar a formação dessas pessoas para organizar diversas clínicas no Brasil e com isso promover mais a modalidade.”

PARAEQUESTRE / COMISSÃO DE JUIZES DE ADESTRAMENTO
Diretora: Claudia Mesquita

Claudia Mesquita, juíza internacional 4* de Adestramento e com vasta experiência no esporte, assumiu a diretoria Paraequestre buscando primeiramente o fomento da modalidade. “Vamos continuar dando todo apoio aos eventos internacionais como vem sendo feito e aumentar, mas fomentar a modalidade no Brasil é imprescindível”, coloca Claudia. “A ideia é, através das Escolas de Equoterapia, tentar vislumbrar possíveis para atletas. Vamos promover clínicas, promover forte contato do pessoal do Adestramento. Queremos que os juízes de Adestramento também julguem o Paraequestre. Também vamos fazer clínicas e cursos para os juízes, para atletas e treinadores”, acrescenta.

A primeira iniciativa já deu certo. “Essa semana tivemos a clínica e palestra Paraequestre com Rodolpho Rodolpho, prata em Tóquio, que contou com número expressivo de participantes. Estabelecemos contato com o pessoal do Para Enduro, estreitando relacionamento e nossa ideia é normatizar a modalidade e trazer para CBH. Também queremos trazer atletas do Para Tambor e Para Rédeas, modalidades bastante expressivas. Mas temos que normatizar as modalidades para que possam ser propagadas pelo país“, explica Claudia.

“Conseguimos fazer, em conjunto com a comissão de juízes e comissários, um novo regulamento, ou seja, o primeiro regulamento Nacional Paraequestre. Os anteriores eram apenas baseados na FEI e como todos sabem precisamos ter um regulamento nacional, mesmo porque nem todos falam inglês. Também estamos traduzindo todos os testes em inglês para o português que serão disponibilizados no portal da CBH.  Em resumo, queremos trazer uma série de informações que antes não eram acessíveis: “Para para Todos”.

Claudia Mesquita também coordena a recém criada comissão de juízes do Adestramento que se estende à modalidade no Concurso Completo e Paraequestre. A criação de um manual de comissários / oficiais está em curso com passo a passo para entrar na carreira até chegar a nível FEI. “Vamos oferecer cursos nas três modalidades e uma lista de juízes e oficiais estará à disposição dos comitês organizadores.” Além disso, a padronização do julgamento do Adestramento nas três modalidades está entre as metas. “O Adestramento é Adestramento independente da modalidade. São as mesmas figuras. Queremos ajudar a normatizar o julgamento, tendo como base o regulamento da FEI”, enfatiza Claudia.

CATEGORIAS DE BASE DE ALTO RENDIMENTO
Coordenador: Caio Sérgio de Carvalho

“Estou voltando a ser o coordenador das categorias de base de alto rendimento, um trabalho que começou lá trás na gestão do Luiz Roberto Giugni na presidência da CBH e com Constantino Scampini, diretor das categorias de base”, lembra Caio Sérgio, ex-cavaleiro olímpico e um dos principias treinadores em atividade no Brasil. “É muito bom ver os meninos que começaram no Pré-mirim e hoje estão disputando e vencedor provas da categoria Senior competindo em alto nível, como o André Moura, Thales Marino, Carolina Chade e Paulo Miranda, entre outros”, destaca Caio.

“Vamos voltar a ter seletivas focando no Sul-americano, primeiramente preparado os conjuntos para o Brasileiro e no Brasileiro para o Sul-americano. Voltamos a cobrar uma taxa de inscrição para disputa dessa seletiva que será 100% revertida para os conjuntos que forem formar as equipes. “Estamos levantando os custos do Sul Americano já até a primeira seletiva e assim poder dar confiança aos pais para ver o que estamos fazendo e garantir o futuro do hipismo. Paralelamente, a equipe está trabalhando para buscar patrocínio para os convocados na ida para o Sul-americano”

O novo Circuito da Juventude terá um número reduzido de etapas e acontece junto com as seletivas do Sul-americano para não haver desgaste. “Além do Circuito da Juventude que premia os campeões com clínicas em Wellington com Luiz Francisco Azevedo e Rodrigo Pesoa, também temos o Hermès Young Talent, em que o campeão garante uma clínica com Pedro Veniss.”

ESCOLAS
Diretor: Sergio Marins

O renomado cavaleiro de salto e treinador Sergio Marins está empenhado em promover mudanças no regulamento das Escolas. “Fico feliz com o interesse que para possamos transformar projetos em realidade com uma equipe voltada ao esporte, inclusive com o Alex Titan, diretor de Fomento e Categorias de base”, garante o diretor.

“Nos Campeonatos Brasileiros de Escolas, o tempo ideal é importante para fazer percurso tranquilo e cadencia. Mas a sorte estava prevalecendo, muitas vezes com definição 1 ao 10º lugar dentro da faixa de tempo com um segundo de aproximação. Então a ideia é que até um segundo acima ou abaixo do tempo ideal, o conjunto garanta ouro, com 2 segundos de aproximação, prata e três segundos, bronze”, explica Marins.

“Em Minas Gerais esse modelo já funciona e tivemos um grande aumento de alunos nas provas da Escola. Valorizamos a criança e o resultado, que ela leva para escola, casa, clube e traz os jovens para dentro do esporte. Queremos ter vários vencedores, ao invés de 10, vamos ter 30, 40. A ideia é apresentar o modelo para todos os diretores de escola e federações. Estou à disposição de todos para trazer informações sobre o conceito”, garante o dirigente. “Esse ano, o Campeonato Brasileiro de Escolas, em Minas Gerais, será uma grande festa para toda família. É preciso crescer a base da pirâmide.”

CATEGORIAS DE BASE E FOMENTO
Diretor: Alex Titan

“A minha diretoria acabou se tornando uma grande central de confluência de todas modalidades. Nossa principal atribuição é fazer o mapeamento das Escolas não só na questão dos treinadores, mas das modalidades, e ser o elo entre CBH, Federações e a ponta da linha”, destaca Titan, que tem vasta experiência na área e ensino de equitação.

Desde 2021, Titan vem credenciando e capacitando instrutores com cursos à distância, que já tem fila de espera. “No cenário pós pandemia vamos mexer com computador sim, é nova tendência e facilita a comunicação. Vamos ampliar o curso de certificação de treinadores que vem em uma nova modelagem, fazer um grande workshop de treinadores e oficiais técnicos para que o regulamento chegue a todos, inclusive, simpatizantes”, explica Titan. “No cadastramento da Escolas já tem 19 estados, 21 entidades, 51 munícipios e 64 escolas. Vamos centralizar essa força, trazer as informações para os nossos diretores e ver o que podemos aprimorar e aproveitar.”

Barbara Laffranchi, vice-presidente, com grande know how no ensino à distância, promete contribuir decisivamente na diretoria. “A ideia de construir a educação esportiva através diretoria de base. Queremos criar essa cultura, melhorando a performance dos nossos treinadores, aprimorando os oficiais e juízes. Vamos mostrar que o hipismo pode ser educação. A criança na Escola de Equitação aprimora sua força de vontade, coragem, disciplina, amor pela natureza e respeito pelos animais, melhorando não só o nosso esporte, mas sociedade como um todo”, coloca Barbara.

CAVALOS NOVOS
Diretor: Antonio Celso Fortino

“Aceitei a diretoria de Cavalos Novos com muito carinho e ela tange todas modalidades. Temos muito espaço para crescer”, destaca Fortino, criador, ex-presidente e conselheiro da Associação Brasileira dos Criadores do Cavalo de Hipismo (ABCCH). “Convidei o Gabriel Khoury, atual presidente da ABCCH, a se unir a nós e fazer os trabalhos em conjunto com a CBH e federações. Convidamos também o Ismael Silva, presidente da Associação Brasileira do Puro Sangue Lusitano. Também tenho como assessores os cavaleiros Totty Miranda, da Hípica Paulista, e Denis Gouveia, do Rio Grande do Sul, além do criador Edgar Foroni. Completamos nosso time com o Raul Maura Silva, para contribuir no Adestramento, Marcelo Tosi, no Concurso Completo.”

Ranching Cavalos Novos

O ranking de Cavalos Novos será basicamente disputado em paralelo com os Concursos Senior Top, além dos rankings estaduais, linkados às federações e ABCCH. “Vamos criar novos regulamentos regras e caminhos. Passaremos a valorizar mais os cavalos de 7, 8 anos e resguardaremos os mais jovens. Esse ano o Circuito Nacional de Cavalos Novos será voltado para cavalos de 6, 7 e 8 anos, serão provas limitadas, seguindo os torneios nacionais e internacionais pelo Brasil”, coloca Fortino.

Cavalos de 4 e 5 anos não participam do Circuito de Cavalos Novos e o formato do Campeonato Brasileiro nas categorias tem novidades. “Vamos tirar a disputa de tempo ideal e criar um formato de julgamento subjetivo e objetivo. Serão duas categorias simultâneas: zerou ganhou, se tiver 10 zeros, serão 10 campeões e como em alguns eventos de Escolas e haverá a nota técnica. Teremos o campeão objetivo, subjetivo e supercampeão, que obtiver a melhor soma de pontos nos dois dias. Os cavalos de 4 anos disputarão dois dias de prova no Brasileiro e os de 5 anos, três.”

Premiação – No novo Circuito de Cavalos Novos, cavalos de 7, 8 anos terão substancial aumento de premiação e de seis 6 anos, um pouco menos. “O campeão do ranking de cavalos novos 8 anos vai receber um carro 0 km e o de 7 também. A ABCCH irá premiar os Cavalos Novos em todos os nacionais com R$ 8 mil por etapa e temos outros patrocinadores para fechar”, adianta Fortino.

ENDURO
Diretor: Marcelo Ulsenheimer
Comissão:
Silvio Arrojo dos Santos – Alto Rendimento
Aude Berdouce Machado – Fomento
Dr. Guilherme Ferreira Santos – Intercâmbio e Veterinária
Fernando Halland – Gestão de Patrocínio e Projetos
André Vidiz – Representante dos Atletas

“Fizemos uma apresentação dos números de Enduro e em se tratando de provas FEI, temos o maior número de eventos no Brasil, somos nº 1 dentro da CBH e a segunda modalidade em número de atletas e cavalos registrados”, destaca Marcelo Ulsenheimer. “Eu acredito que meu trabalho se divide em partes. No fomento vamos investir em 20 e 40 km. Também criei uma comissão para trabalhar na atualização de regulamentos nacionais e regionais, trabalhando junto com os diretores de federações. Seis estados fazem Enduro e estamos tentando resgatar dois que fizeram Enduro no passado”, explica Ulsenheimer.

“É preciso aumentar base para gente chegar no alto desempenho, que realmente é muito competitivo. São poucos que fazem provas de 120 e 160km e a gente precisa defender a medalha de prata que tivemos na Itália em 2021”, afirma o dirigente. “Entre 2000 e 2010, o Dr Guilherme desenvolveu um intercâmbio de Young Riders. Vamos retomar isso, ou seja, preparar o jovem para poder competir no alto desempenho. Já está praticamente fechado um intercambio de quatro atletas que vão do Brasil para França e depois quatro franceses também vem competir no Brasil”, adianta Ulsenheimer. “Estamos fazendo um ranking dos Estados e Nacional e teremos premiações especiais, inclusive no ranking de Regularidade e o campeão do ranking FEI e ganhará como com prêmio a ida a prova 1* em Compiegne na França.”

ATRELAGEM
Diretora: Ana Carolina Borja de Almeida

“Desde o início da pandemia não tivemos eventos. Sou apaixonada pela modalidade, que é extremamente elegante e também garante muita adrenalina na parte do cross. Nos anos 70, o príncipe Philip, grande adepto da modalidade, era oficial na FEI e ela cresceu muito na Europa. Aqui no Brasil, o Luiz Roberto Guingi, Betão, então presidente da CBH, ajudou a trazer a modalidade há 10 anos. Fizemos diversos eventos, chegamos a ir com uma equipe para a Europa e Chile. Ultimamente não tivemos mais o apoio que precisamos”, coloca Carolina, grande destaque da modalidade Atrelagem no país e premiada amazona no Salto.

“Acho que temos que fomentar, mas antes disso formar profissionais que não tem no Brasil. A Atrelagem é uma modalidade muito legal e pode ser praticada por quem não monta, mas gosta do esporte, independentemente da idade, mesmo com alguma dificuldade física. Aparentemente é uma modalidade fácil, mas pelo fato não ter profissionais especializados pode ser perigosa. Por isso, queremos formar profissionais, trazendo especialistas de fora, fazendo cursos, clínicas. São Paulo é o polo da atrelagem, mas queremos fazer algo em outros Estados que não tem nenhum apoio e depois voltar às competições e mostrar o esporte para todo o Brasil.”

VOLTEIO
Diretora: Maria Luiza Giugni

“O volteio é uma modalidade menos conhecida, muito diferente. Temos até seis pessoas em uma equipe, três no cavalo”, explica Maria Luiza, a Malu, ex-volteadora e chefe de equipe com vasta experiência. “Queremos formar novos profissionais. Hoje São Paulo é o grande polo da modalidade. Mas já tivemos a experiência de implantar o volteio no Rio de Janeiro e levar a modalidade para os outros Estados”, adianta a dirigente. “Esse ano temos cursos FEI e CBH agendados. Também contamos com uma equipe brasileira de 14 atletas, incluindo equipe Junior, Senior e individuais. No Mundial na Dinamarca, vamos levar uma equipe e três atletas individuais.”

O regulamento que ainda está na versão 2017 será atualizado. “Isso é importante para manter o padrão internacional”, enfatiza Malu. “A ideia é trazer o Volteio e também a Atrelagem para os grandes concursos de Salto e Adestramento e mostrar ao público o que são as modalidades”, complementa Fernando Sperb.

SECRETARIA GERAL
Tatiana Gutierrez

“É um grande desafio, temos muito trabalho conjunto pela frente: esse é o lema dessa gestão. Não trabalho sozinha: temos a toda diretoria, vice, pessoal da parte administrativa. Vamos reunir as ideias e modalidades e trabalhar da melhor forma possível”, destaca Tatiana, comissária de Salto e organizadora do hipismo nos Jogos Olímpicos do Rio e Tóquio.

“Ao aceitar esse desafio, pedi também não ficar muito longe dos oficiais de Salto, de onde eu venho. Então vou tocar junto com nosso diretor técnico Pedro Cordeiro e Alex Titan, de fomento e base, uma estruturação do plano de carreira dos Oficiais de Salto, a exemplo do Adestramento, com coordenação da Claudia Mesquita. Já temos uma comissão de oficiais na CBH eleita. Queremos trazer essa comissão mais para perto para poder trabalhar.”

Considerações finais

Questionado sobre o seu maior desafio, Fernando Sperb destacou: “Temos muita coisa a fazer, queremos que o esporte cresça em todas as modalidades, obter mais medalhas e medalhas que ainda não tivemos. Nós temos um sonho muito grande, estamos todos aqui nos doando literalmente. A vitória de cada um dos cavaleiros e, eu me coloco aqui também como cavaleiro amador, é a nossa conquista. Então nosso maior sonho é garantir vitorias e conquistas para CBH e o Brasil”, finaliza.

Por: Equipe Cavalus Comunicação

Fonte: CBH

Fotos: CBH

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Hipismo

Mundial de Hipismo tem brasileiros em destaque

João Victor Marcari Oliva montando Escorial Horsecampline conquistaram um feito inédito ao país. Provas ocorrem na Dinamarca até o próximo dia 14 e classificam os seis melhores países para as Olimpíadas

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Começou o Mundial de Hipismo com brasileiros em destaque

O ECCO FEI – World Championships está movimentando os atletas do hipismo no mundo. Não é para menos, pois a prova é um passaporte para as Olimpíadas de Paris 2024 para os países que se classificarem entre os seis primeiros colocados.

A prova, realizada na Dinamarca, na arena Herning, é o palco das modalidades hípicas até o próximo dia 14 e chega para substituir os Jogos Equestres Mundiais (WEG, na sigla em inglês) que entre 1990 e 2018 foram realizados a cada quatro anos, reunindo a elite das oito modalidades regidas pela Federação Equestre Internacional (FEI) em um único local.

A complexidade da infraestrutura de um evento desse porte levou a FEI a retomar o nome e modelo do ECCO FEI – World Championships, instituído em 1953, evento que inspirou o WEG, com a volta da realização dos Mundiais em diferentes palcos e países.

Em Herning, o Brasil é representado por equipe nas modalidades Salto, Adestramento Paraequestre e Volteio, e com representantes no individual no Adestramento (Dressage).

Conheça time Brasil de cada modalidade no Mundial de Hipismo

O Salto é a única modalidade que o país já conquistou uma medalha no WEG, outo no individual para o conjunto Rodrigo Pessoa e Gandini Lianos, nos jogos realizados em Rooma, no ano de 1998.

O time verde e amarelo conta com atletas olímpicos, medalhistas e campeões panamericanos: Marlon Zanotelli montando Like a Diamond van het Schaeck, Bernardo Alves com Mosito van het Hellehof, Yuri Mansur montando QH Afons Santo Antoni e Felipe Amaral com Androide 3K. O técnico é o suíço Phillipe Guerdat e o chefe de equipe Pedro Paulo Lacerda.

João Victor Marcari Oliva montando Escorial Horsecampline e Nuno Chaves de Almeida com Feel Good V serão os representante do Brasil no Adestramento (Dressage).

Até a semana passada, o Brasil estava inscrito para participar como equipe, mas devido à problemas de saúde, o cavalo Famous do Vouga, montaria de Pedro Tavares de Almeida, não conseguiu embarcar da Alemanha para a Dinamarca. O alemão Norbert

A modalidade de Volteio, esporte que exige muita técnica e equilíbrio na execução das acrobacias realizadas no lombo do cavalo, terá Nicolas Martinez Valencia, Clara Zerwes Tremblay, Giovanna da Matta Ghidetti Pimentel, Giovanna Teixeira Ricardo, Manuela Santos Garcia, Carolina Plihal Ferreira, Flávia da Rocha Brito, Hélène Natalle Lejeune, Edoardo Crivelli Visconti e Sophie Marie Cambrai Martin. A técnica é a alemã Agnes Werhahn, colecionadora de títulos mundiais, e a chefe de equipe é Maria Luiza Giugni, ex-atleta com participação em Mundiais.

No Adestramento Paraequestre, Rodolpho Riskalla montando Don Henrico (Grau IV) e Sérgio Oliva com Millenium (Grau I) – duas duplas medalhistas paraolímpicas -, e os estreantes Thiago Fonseca dos Santos com Johnny Walker Plus (Grau V) e Flamarion Pereira da Silva montando Francis (Grau II) são os representantes do Time Brasil no Adestramento Paraequestre.

Andrea Kober é a técnica da equipe, Rosana Ayrosa como chefe de equipe e Luana Kim como médica fisiatria multidisciplina.

Com duas pratas no último Mundial, em Tryon, Estados Unidos, em 2018, e prata na prova técnica na Paralimpíadas de Tóquio 2021, Rodolpho Riskalla compete pela última vez com Don Henrico em Herning, com expectativa de somar mais um pódio na carreira da dupla.

Primeiros resultados promissores no mundial de Hipismo

E o time brasileiro começou muito bem no mundial. João Victor Marcari Oliva conquistou um feito inédito para o país: ficou na 26ª posição entre 93 competidores de 34 países, avançando para a segunda fase da competição. A segunda etapa ocorre hoje (08) com os 30 melhores conjuntos. A prova é válida para a classificação para a disputa do pódio individual com participação de 15 duplas finalistas.

“Estou muito feliz, foi uma boa prova, meu cavalo estava escutando bem as ajudas e concentrado. Fiquei feliz com o resultado e a nossa apresentação. Desde Tóquio tivemos tempo de fazer alguns ajustes e temos melhorado os resultados com muito trabalho. O Escorial vem correspondendo a este trabalho e conto com a ajuda de uma boa equipe”, comemorou o atleta.

“É a primeira vez que temos um brasileiro no segundo dia de competição individual. O João fez uma prova excelente, chamou a atenção de todos e merecidamente recebeu essa classificação inédita. Está de parabéns!”, comemorou Sérgio de Fiori, diretor de Adestramento da Confederação brasileira de Hipismo (CBH).

O GP também definiu o pódio por equipes neste domingo com participação de times de 19 países. Para efeito de classificação foram consideradas as três melhores notas de cada país, e quem conquistou o ouro foi a Dinamarca com 235,451%, a prata ficou com a Grã Bretanha (234,223%) e o bronze com a maior detentora de títulos mundiais e olímpicos, a Alemanha (230,791%).

Acompanhe todas as provas ao vivo do ECCO FEI – World Championships no site https://www.canalolimpicodobrasil.com.br/.

Por Assessoria de Imprensa CBH

Fotos: Luis Ruas

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Hipismo

Parque Marechal Osório no RS recebe provas de Hipismo do Exército

Instituição realizou o Concurso Completo Internacional, Nacional e Brasileiro do Exército

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Entre 29 e 31 de julho, o Parque Histórico Marechal Manoel Luis Osorio, em Tramandaí, no Rio Grande do Sul, foi palco do Concurso Completo de Equitação (CCE) Internacional com Séries Internacionais, Nacionais – CCN Bicentenário da Independência do Brasil, o Campeonato do Exército e Campeonato Gaúcho 2022.

O concurso foi promovido pelo Comando Militar do Sul do Exército e pelo 3º Regimento de Cavalaria de Guarda (Regimento Osório) do Exército, responsável pelo Parque Histórico, que reúne condições ideais para prática da modalidade considerada um triatlo equestre com provas de Adestramento, Cross-Country e Salto.

Os percursos “Cross Country” do Parque foram todos renovados e sobre eles os atletas brasileiros buscaram se qualificar para o Campeonato Sul Americano de Concurso Completo de Equitação que acontece na Argentina, entre 4 e 6 de novembro. Ao todo, o evento reuniu 67 conjuntos inscritos nas diversas séries.

Vencedores Séries Internacionais 3* e 2*

O destaque foi para o Capitão Pedro Henrique de Resende Nunes, com Tamanho do Rincão, e o cavaleiro de São Paulo Ricky Candi, com Nice, vencedores das séries 3 Estrelas Longo e 3 Estrelas Curto, respectivamente.

Na série 2 Estrelas, o troféu foi para o Tenente Coronel Gustavo Lopes da Cruz, com Opala do Rincão e na série 1 Estrela, para o Tenente Coronel Marcelo Machado Ferreira, montando Toque do Rincão.

Campeões do Campeonato do Exército

O Campeão do Exército na série principal (2 Estrelas) foi o Tenente Coronel Gustavo Lopes da Cruz, com Opala do Rincão, representando o Comando Militar do Sul. Na série cavalos novos 5/6 anos (1 Estrela), sagrou-se vencedor o Subtenente Marlon Santos da Conceição, com Bárbaro do Rincão, também pelo Comando Militar do Sul.

Destaques Séries Nacionais

Na série BR 90m a vitória ficou com o Capitão Rafael Silva Gouveia, da Polícia Militar do Estado de São Paulo, com IZ Orquídea, e a série BR 75 com o Sargento Dionefer Severo de Almeida, montando Javolo do Rincão. A série 1 Estrela a 1ª colocação coube ao Subtenente Marlon e Bárbaro do Rincão.

Séries Estaduais

Na série BR 75m sagrou-se vencedor o Sargento Dionefer Severo de Almeida, com Javolo do Rincão. A BR 90m a vitória foi do Capitão Alexsei da Silva Peres, com Bandoleira do Rincão. Já o campeão da série 1 Estrela (Cavalos Novos 5/6 anos) foi o Subtenente Marlon Santos da Conceição, com Bárbaro do Rincão.

Na série 1 Estrela Amador Top, o troféu foi para o Capitão Mclelland Mozart Diniz Soares, com Angico do Rincão. O campeão gaúcho da série 2 Estrelas foi o Tenente Coronel Gustavo Lopes da Cruz, com Opala do Rincão.

Os cavalos do Rincão são produzidos pelo Exército Brasileiro na Coudelaria de Rincão, com sede em São Borja (RS).

Visitação aberta

Além de ser um excelente local para a prática dos esportes equestres, o Parque Histórico Marechal Manoel Luis Osorio é um sítio histórico com um imenso museu a céu aberto, funcionando para visitação durantes todos os dias da semana. Vale a pena conferir.

Fonte e fotos: Seção de Comunicação Social do 3° Regimento de Cavalaria de Guarda

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Hipismo

Atletas do Salto brasileiro brilham nas pistas internacionais neste final de semana

Francisco Musa foi campeão na Inglaterra, João Castro vice, Rodrigo Pessoa venceu na França e Yuri Manssur foi quinto na Holanda

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Neste final de semana, os atletas do Salto brasileiro brilharam nas pistas internacionais. Inglaterra, França e Holanda receberam atletas vestindo a camisa verde e amarela e estes ocuparam posições de destaque nos pódios.

Fechando as provas CSIO5* Hickstead, realizadas no The All England Jumping Course, na Inglaterra, o brasileiro Francisco Musa montando Catch me Marathon, hannoverana de 14 anos, foi o campeão do The Royal Internacional Speed Clássico, sem faltas em 61s47, superando outros 29 concorrentes. Jack Whitaker Scenletha, 6, finalizou no segundo lugar.

Já João Victor Castro com Coco Chanel conquistou o vice 4º na prova The Royal International Salver, a 1.50m. Dos 38 conjuntos, 15 foram ao desempate e João montando Coco Chanel, westfalen de 12 anos, zeraram em 39s56. A vitória foi do belga H&M Miro, pista limpa, 36s24. Ao lado de Marlon Zanotelli, Luiz Felipe de Azevedo, João e Musa integraram a equipe medalha de bronze na Copa das Nações Longines FEI 5*, realizada na sexta.

Salto na França e Holanda

E não foi só na Inglaterra que os brasileiros brilharam nas pistas. Na série 3* do Internacional de Dinard, na França, Rodrigo Pessoa com Chili, faturou a prova de Salto de 1.45m, sem faltas no desempate, em 37s93. Participaram da disputa 39 concorrentes, entre os quais 12 foram para decisão final. Pelo Brasil, Eduardo Menezes com Geavanta C ficaram no sexto lugar, uma falta, 36s46.

Saltando no Internacional 4* de Valkenswaard, na Holanda, Yuri Mansur levou Vitiki ao 5º posto na prova de velocidade a 1.50m, sem faltas, 69s37. Estiveram em pista 33 conjuntos com vitória do alemão Christian Kukuk montando Nice van´t Zorgvliet, pista limpa, 65s57.

Por: Assessoria de imprensa CBH

Fotos:  CSI Dinard / Sporfot / All England Jumping Course

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Hipismo

Brasil é bronze no Salto em competição na Inglaterra

Time finalizou os dois primeiros percursos empatado com França e Alemanha. Francisco e Alea Marathon registraram um derrube, em 44s38, resultado que garantiu o terceiro lugar

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Salto

A equipe brasileira de Salto conquistou o terceiro lugar na tradicional Copa das Nações CSIO5* Hickstead, realizada no centenário Royal International Horse Show na Inglaterra, na tarde desta sexta (29).

João Victor Castro, montando Dispo Cece, Francisco Musa com Alea Maraton, Luiz Felipe de Azevedo Filho com Hermes van de Vrombautshoeve e Marlon Zanotelli montando Harwick VDL, conquistaram o pódio na competição de Salto que foi disputada pelas equipes brasileira, da França e Alemanha.

As três equipes terminaram os dois percursos na tradicional Copa das Nações de Salto empatadas com oito pontos: França, Alemanha e Brasil levando a decisão do pódio ao desempate.

O destaque do Brasil ficou por conta do jovem talento João Victor Castro, amazonense de 25 anos radicado na Europa, montando Dispo Cece, primeiro a largar a cada rodada e único a zerar os dois percursos.

Francisco Musa e Alea Maraton fecharam com uma falta a cada volta e Luiz Felipe de Azevedo Filho montando Hermes van de Vrombautshoeve, e Marlon Zanotelli com Harwick VDL, ambos com um derrube no primeiro percurso e pista limpa no segundo.

Pela regra, cada uma das equipes escalou um conjunto para o desempate e o Brasil foi representando por Francisco e Alea Marathon que registrou um derrube, em 44s38, resultado que garantiu o bronze para o Brasil.

A França representada por Roberto Olivier com Vivald des Meneaux; Levy Edward montando Uno de Cerisy; Marc Dillaser com Arioto du Gevres e Kevin Staut montando Visconti du Telman foi campeã, com Mark e Arioto no desempate que zerou em 41s95.

O segundo lugar ficou com a Alemanha com Ludger Beerbaum montando Mila; Tobias Meyer com Greatest Boy H, Marcus Ehning montando A la Carte NRW e Philipp Weishaupt com Asathir. Tobias e Greatest Boy zeraram o desempate em 42s89.

Ouro do Brasil no Salto

Em 2017, o Brasil garantiu o inédito ouro no CSIO5* de Hickstead com Marlon Zanotelli montando Sirene de la Motte, Pedro Veniss com For Felicia, Yuri Mansur e Babylotte, e Pedro Muylaert montando Prince Royal Z MFS.

Por: Assessoria de imprensa CBH

Fotos: Arquivo pessoal

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Hipismo

Amor pelos cavalos rege a vida de Zé Durante

Cavaleiro profissional e instrutor de Salto, Claudio Durante, ou Zé Durante, é um atleta de destaque no cenário nacional com uma classificação para Olimpíadas e Mundial na carreira

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Claudio Durante Junior, ou simplesmente Zé Durante é cavaleiro e instrutor de Salto. Nascido em São Paulo, hoje mora em São Roque, interior de estado, onde realiza a sua maior paixão: seu trabalho com os cavalos.

“O cavalo é praticamente tudo na minha vida, com exceção da família e filhos. Amo muito viver perto dos cavalos, e trabalhar com eles é um privilégio em que posso aprender mais todos os dias. E o melhor, é através deles que ganho a minha vida! Nós cuidamos da vida dos cavalos e eles cuidam do nosso coração”, enfatiza animado.

Cavaleiro profissional e instrutor de Salto, Zé Durante iniciou suas atividades com os cavalos em 1987, com o Hipismo Rural. “Comecei no Hipismo Rural, fiz Três Tambores, Concurso Completo de Equitação (CCE) e hoje atuo no Salto Clássico, minha maior paixão”, comenta Durante.

Suas principais conquistas no esporte foram no CCE, modalidade em que foi três vezes Campeão Brasileiro, três vezes Campeão Paulista e conquistou duas provas internacionais 3 estrelas. “No CCE conquistei ainda uma importante classificação para a Olimpíadas de Sidney em 2000 e uma classificação para o Mundial de Jerez de La Fronteira, na Espanha, em 2002”.

Dentre seus animais de montaria, Zé Durante destaca Krug Pullman, que está entrando nos Grande Prêmios a 1,45m. “Ele é um animal fantástico.  Juntos, fomos campeões Paulista por equipe na categoria Sênior em 1,40/1,45 m este ano, e estamos trabalhando para estreia-lo ainda em 2022 no 1,50”, comenta.

Em 1998, Claudio resolveu dar uma reviravolta em sua vida profissional e decidiu seguir seu coração e trabalhar apenas com os cavalos. “Deixei de trabalhar com o comércio e passei a ensinar. Sempre gostei muito de aprender e ensinar tudo o que eu sei”, comenta.

Durante já ministrou aulas para importantes nomes na modalidade de Salto como: Fernando Perracini, Renan Guerreiro, Matheus Sant’anna, Thiago Sant’anna, José Ricardo Sant’anna, entre outros. “Hoje treino a amazona Paula Rodrigues de Sá”.

Mas não são só os cavalos que enriquecem a vida de Zé Durante. Seus dois filhos Pedro (11) e Thiago (7), são a alegria deste paizão. Pedro, já participou de algumas provas e fala que quando crescer quer ser veterinário. Já o mais novo, quer seguir os passos do pai. “Ele fala que quer ser cavaleiro como eu. Fico muito feliz com isso! O que mais gosto é que ambos amam os animais e quero que sejam pessoas do bem, mas se escolherem montar vai ser bem legal. Acho o meio do cavalo um dos melhores pra formar caráter, aprender a ser humilde e ser determinado”, afirma animado.

Zé Durante é filho de Claudio e Nair Durante, grandes nomes da raça Árabe. Todo o envolvimento da família com os cavalo se deu através de Claudio. “Meu pai não era de uma família tradicional no cavalo, mas era um apaixonado e eu vivia com ele para todos os lados. Aprendi com ele a amar e cuidar dos animais”, pontua.

Claudio e Nair Durante

Durante relembra que a criação de seu pai serviu de estopim para este grande amor dele com os cavalos.  A criação em si durou pouco, mas nunca mais largamos os cavalos. Devo ele essa vida que eu levo com os cavalos, pois foi ele quem me ensinou a amá-los”.

Entre todos os ensinamentos que aprendeu com seu pai, Zé gosta de enfatizar um: “Acho importante, além de ser cavaleiro, ser do cavalo, entender como o cavalo vive, suas necessidades e o que é melhor para ele”, finaliza.

Por: Camila Pedroso

Fotos: Arquivo pessoal

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Hipismo

Luciana Diniz volta a defender a bandeira do Brasil

Depois de 16 anos vestindo a camisa de Portugal, amazona retorna ao time Brasil de Salto

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Luciana Diniz

Boa notícia para o hipismo brasileiro. Após 16 anos sem competir pelo país, Luciana Diniz, amazona de cinco Olimpíadas, volta vestir a camisa verde e amarela.

A amazona é integrante da tropa de elite do hipismo mundial e estava defendendo a bandeira de Portugal desde 2006. O país é a terra de seus avós. O anuncio do retorno ao time brasileiro ocorreu na segunda (18).

A tradição, o amor pelos cavalos e os esportes estão no DNA da família Diniz. Lica Diniz, mãe de Luciana, foi oito vezes campeã brasileira de adestramento, seu pai Arnaldo dos Santos Diniz, jogador de Polo, modalidade também praticada em alto nível por dois de seus irmãos: André e Fábio, e Pedro Diniz, ex-piloto de Fórmula 1.

Aos 18 anos, Luciana, que começou a montar aos 9 anos e iniciou sua carreira na Sociedade Hípica Paulista, se mudou para Bélgica para época treinar com Nelson Pessoa Filho, o Neco, um dos principais treinadores do hipismo mundial.

A carreira deslanchou. Em 1994, Luciana disputou seu primeiro Mundial, na Holanda, em 2004 integrou o Time Brasil, nono colocado em Jogos Olímpicos de Atenas. “Saltar uma Olimpíada pelo Brasil foi a realização de um sonho”, lembra Luciana.

Em 2006, Luciana passou a defender Portugal. Desde então, foram cinco Jogos Olímpicos. Na Rio 2016, Luciana foi nona colocada com Fit for Fun, e em Tokyo 2020+1, Luciana com Vertigo du Desert “bateu na trave” na disputa por uma medalha fechando em décimo lugar com apenas uma falta no penúltimo obstáculo na grande final.

Luciana ainda venceu e se classificou para inúmeros GPs5*. Em 2015, a amazona com sua égua Fit For Fun foi campeã da classificação geral do Global Champions Tour, com vitória nos GPs de Madrid, Viena e Doha, entre outras classificações.

No último dia 3, no CHIO Aachen 2022, meca do hipismo mundial na Alemanha, Luciana aposentou oficialmente sua égua Fit fo Fun, também duas vezes vice-campeã no GP Rolex de Aachen.

O que te motivou a voltar a defender a bandeira do Brasil?

Luciana Diniz: Meu retorno tem motivações pessoais, familiares e profissionais. Diria que as de cunho pessoal são as mais fortes, um sentimento de voltar para casa.

Você bateu na trave nos Jogos de Tokyo 2020+1. Como foi e que lição você tirou dessa situação?

Luciana Diniz: Sofri uma queda apenas dois meses antes dos Jogos Olímpicos. O Andreas, meu ex-marido, pai dos meus filhos e treinador estava montando o Vertigo. Pude ficar cinco semanas sem montar às vésperas do Jogos e meus cavalos estavam em plena forma.

A falta foi um dos grandes ensinamentos do esporte. Cair sete vezes e se levantar oito. Os tombos, os “up and downs” fazem parte do esporte e da vida. O importante é perseguir seus sonhos. De maneira estratégica e equilibrada.

Você segue treinando em Centro de Treinamento de Andreas Knippling, em Hennef, na Alemanha?

Luciana Diniz: Sim, agora estamos nos preparando com vistas a Paris, estou vivendo esse sonho de saltar pelo Brasil na Olimpíada da França.

Qual conquista da sua vida você diria que é uma das mais marcantes?

Luciana Diniz: Vencer o GCT 2015 com Fit sem dúvida foi uma das minhas conquistas mais marcantes.

A metodologia Butterfly (Borboleta) que você desenvolveu aprimora não somente o cavaleiro e cavalos, como também o desenvolvimento e equilíbrio pessoal. Pode nos falar um pouco sobre ela?

Luciana Diniz: Trata-se de uma visão holística sobre o esporte. Um método que considera os aspectos que influenciam no seu desempenho, desde o emocional, o físico, o técnico, etc. E este aprendizado pode e deve ser aplicado na sua vida profissional e pessoal: “a better person and a better rider” – uma pessoa melhor e um cavaleiro/amazona melhor.

Como é a sua preparação física, especialmente após a sua queda?

Luciana Diniz: Faço um acompanhamento com pilates, fitness, exercícios myoflex, trabalho de toda forma para fortalecer um problema que foi fruto de uma queda. Estou ótima e aprendi a viver com uma artrose crônica e tenho que tomar sempre bons cuidados como aprender a cair com ajuda de aulas de judô e outras.

Qual é a sensação de competir em alto nível?

Luciana Diniz: Espero ser uma motivação para as jovens amazonas. O hipismo é singularíssimo neste aspecto de que homens e mulheres de diferentes idades competem em igualdade. É fantástico. Chegar ao nível internacional é difícil independente do gênero, embora o meio seja machista, como em tudo.

Como foi a sua recepção pela Confederação Brasileira de Hipismo?

Luciana Diniz: Fui recebida de braços abertos, o que me deixou muito feliz e ainda mais entusiasmada. O Fefo, (Fernando Sperb, presidente da CBH), disse que sempre foi meu fã e que seu sonho seria me trazer de volta. Fiquei muito feliz ao escutar isso. O Pedro Paulo Lacerda, chefe de equipe, também foi sempre fiel e há anos tenta me persuadir a voltar. Tudo tem a hora certa. O Pan-americano no Chile e Olimpíadas de Paris são meus próximos objetivos.

Por: Assessoria de imprensa CBH

Fotos: Luis Ruas

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Hipismo

Time Brasília conquista o bi Brasileiro de Salto por equipes Senior Top 2021/2022

Stephan Barcha é líder no Salto Individual. Time São Paulo garantiu o vice-campeonato

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Time de Brasília conquista o bi brasileiro por equipes Senior Top 20212022

O time de Brasília conquistou o Bicampeonato Brasileiro de Salto por equipes Senior Top 2021/2022. O grupo formado por Stephan Barcha e Chevaux Primavera Montana Império Egípcio; Flávio Grillo Araujo, Lorentino JMen e Luciana Lossio com Lady Louise JMen; Flávio Grillo Araújo, Lorentino JMen e Rafael Rodrigues dos Santos com Caramel JMen, conseguiu a façanha na última sexta (15).

Além do bi, Stephan, Luiz Felipe Pimenta e Thiago Rhavy conquistaram, pela terceira vez, o título de campeões de Brasília.

O vice-campeonato coube ao time de São Paulo formado por Guilherme Dutra Foroni, Chelsea JMen e Cicero Faustino Barros com Casino Blue HR JA; Cleison Botelho Souza, Dom da Essência e José Roberto Reynoso Fernandez Filho com Cornet D Or JMen.

Disputa individual de Salto

Na disputa individual de Salto, Stephan Barcha com Chevaux Primavera Montana Egípcio, dupla campeã brasileira senior top 2021, foi a única a se manter zerada após a segunda parcial, segue na liderança do Campeonato em busca do bi individual.

“É sempre uma motivação a mais saltar uma prova de equipes e ser bicampeão com a mesma equipe de cavalos e cavaleiros. Faz ser bem especial esse momento. Agradeço a todos os apoiadores. A Primavera mais uma vez foi muito bem”, declarou Stephan, que também lidera o ranking da seletiva para os Jogos Sul-americanos Odesur 2022.

Na contagem do campeonato, seis conjuntos vêm com menos de duas faltas: Stephan Barcha e Chevaux Primavera Montana Império Egípcio, com 0 pontos perdidos (pp); Guilherme Foroni e Casella Blanca Jmen, 1 pp; Flávio Grillo Araujo e Lorentino JMen, José Roberto Reynoso Fernandez Filho e Santiago Rosebud; Cicero Faustino Barros e Cassino Blue HR JA, empatados com 4 pp e finalizando, Marcello Ciavaglia com Premier 2S, 5 pp.

A grande final individual acontece hoje, com dois percursos distintos, a 1.60m, definindo não só título brasileiro, mas também a contagem da seletivas objetivas para formação do Time Brasil no Odesur 2022. Pedro Paulo Lacerda, chefe de equipe do Time Brasil de Salto, está acompanhando a competição.

Seletiva rumo ao Sul-americano 2022

O Campeão Brasileiro tem vaga assegurada nos Jogos Sul-americanos 2022, em Assunção, no Paraguai, entre 7 e 11/10. Outras duas vão para o vencedor e vice da seletiva. Ao todo foram quatro as etapas seletivas, além do Brasileiro em curso. A equipe é de cinco conjuntos (incluindo um reserva). As outras duas vagas serão definidas pela comissão técnica.

Líderes seletiva de Salto

Stephan Barcha com Chevaux Primavera Montana lidera com 0 pp, Flávio Grillo e Lorentino JMen e Marcello Ciavaglia com GR Garuda, estão empatados em 2º lugar com uma 4 pp (1 falta). Marcello, dessa feita, com Premier 2S, ocupa o 4º posto, 8 pp, seguido por Rafael Collares de Lucas Rosa com Horus Método, 9 pontos.

Por: Assessoria de imprensa CBH

Fotos: Felippe Saad

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Hipismo

Murilo Machado vence o Small Tour e caminha a passos largos rumo aos Jogos Sul-Americanos

Montando Jorge V.O, Machado foi o campeão das duas provas do Small Tour na primeira seletiva do Hipismo Adestramento

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Murilo Machado vence o Small Tour e caminha a passos largos rumo ao Jogos Sul-Americanos

Os atletas do Hipismo nacional estão trabalhando arduamente em busca de uma vaga na equipe brasileira dos Jogos Sul-Americanos, que serão realizados em Assunção, Paraguai.

Neste final de semana, o jovem talento que vem se despontando no Adestramento, deu mais um grande passo rumo à vaga nos Jogos Sul-americanos. Murilo Machado, de 26 anos, montando o Puro Sangue Lusitano Jorge V.O., foi o campeão do Prix St. Jorge no sábado, (9), registrando a nota média final de 68,088%.

E no domingo, (10) faturou mais um título, na Intermediária I com a nota 67,088%. Para efeito de classificação, vale a média das duas notas, ou seja, a dupla ocupou o 1º lugar do pódio com a nota média final de 67,588%.

Murilo integra o Ilha Verde Team e por vários anos acompanhou o olímpico João Victor Marcari Oliva no circuito europeu. Na posição privilegiada, assistiu tops mundiais em pista e inspirado e instigado por João Victor e pelo criador Victor Oliva transformou a paixão por cavalos em profissão.

Convidado a fazer parte do time de atletas, não perdeu a oportunidade, foi aprender os princípios básicos da modalidade e com muita dedicação vem se aperfeiçoando e colecionando títulos.

Hoje, é um dos destaques da nova geração e o sonho de fazer sua estreia internacional está prestes a se realizar nos Jogos Sul-americanos.

Sua montaria, Jorge V.O, é um Puro Sangue Lusitano de criação da Coudelaria Ilha Verde.

O próximo desafio dos candidatos à vaga no Time Brasil de Dressage é o CDI3* que acontece entre 22 e 24 de julho na Sociedade Hípica Paulista.

Para efeito de avaliação para escalação da equipe para o Odesur, a CBH vai considerar a maior pontuação média entre os dois CDIs, ou seja, nos conjuntos do Small Tour a nota média na soma do Prêmio São Jorge + Intermediária I, e no Big Tour o Grand Prix + GP Special.

Importante ressaltar que apesar de o índice estabelecido pela FEI ser de 62% para conjuntos do Small Tour e de 60% para os de Big Tour, a Confederação Brasileira de Hipismo (CBH) objetivando a melhor representação do país nos Jogos Sul-americanos almeja um índice de 68%.

Os países têm até 29 de agosto para enviar as inscrições indicadas, e até 20 de setembro a relação da equipe definitiva. Caso haja necessidade de substituição, o prazo é primeiro de outubro. A equipe pode ter até cinco conjuntos com um mínimo de três e um máximo de 4 conjuntos, com um reserva. Se não constituir equipe, o país pode inscrever até dois conjuntos para competir individualmente.

Sobre os Jogos Sul-americanos

Maior evento esportivo da América do Sul, os Jogos Sul-americanos são realizados a cada quatro anos. Na edição 2022 serão realizados na primeira quinzena de outubro em Assunção, capital do Paraguai.

As competições de Adestramento acontecem entre os dia 1º e 5 no Clube Hípico Paraguaio. Foram convidados e estão em processo de seleção de equipes e atletas de 11 países (Argentina, Bolívia, Brasil, Chile, Colômbia, Equador, Panamá, Paraguai, Peru, Uruguai e Venezuela) com expectativa de participação de 44 conjuntos.

Por: Assessoria de Imprensa CBH

Fotos: Ney Messi

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Hipismo

Bernardo Alves com Mosito é vice em GP na Bélgica

GP5* Rolex serviu como observatória para a formação da equipe brasileira no Mundial 2022 em Herning, na Dinamarca. Bernardo Alves é um dos cotados

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Bernardo Alves com Mosito é vice em GP na Bélgica

Nesse domingo (10), o cavaleiro olímpico e medalhista pan-americano Bernardo Alves com seu Mosito van het Hellehof, conquistou o vice-campeonato no GP5* Rolex, a 1.60m, em Knokke, na Bélgica.

Dos 49 conjuntos, sete foram ao desempate e três voltaram a zerar. Bernardo e Mosito, sela belga de apenas 10 anos, cruzaram a linha de chegada, sem faltas, em 44s23. No último dia 25 de junho, o conjunto venceu o GP3*, a 1.55m, também em Knokke.

A vitória foi do sueco Peder Fredericson, ouro por equipe e prata individual em Tokyo 2021, com H&M All In, 44s23. Em terceiro lugar chegou o medalhista olímpico holandês Maikel van der Vleuten apresentando Beauville Z, pista limpa, 44s70. A disputa distribuiu 500 mil euros, contabilizando 65 mil euros e um Audi para o campeão. O vice-campeão Bernardo levou a fatia de 100 mil euros. 

O Internacional 5* Knooke foi um importante evento de preparação e seleção para equipe brasileira no Mundial 2022, em Herning, na Dinamarca, entre 6 e 14 de agosto. A lista de convocados da equipe brasileira será anunciada essa semana.

Sobre Bernardo Alves

Cavaleiro olímpico Bernardo, 47, dono de dois ouros por equipes nos Pan-americanos de Winnipeg 1999 e Rio 2007, prata por equipes e bronze individual no Pan Guadalajara 2011, é um dos mais experientes ginetes brasileiros em atividade no Exterior. Já figurou entre os top 10 do mundo e vem com tudo para voltar a integrar as principais equipes do Brasil.

Por: Assessoria CBH

Fotos: Luis Ruas

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Hipismo

Prêmio Hipismo Brasil 2020/2021 condecora atletas de destaque

Celebração ocorreu no Boulevard JK, em São Paulo e contou com a presença os principais atletas do Hipismo Nacional

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A Confederação Brasileira de Hipismo promoveu o Prêmio Hipismo Brasil, premiação que condecorou os campeões do ranking brasileiro no biênio 2020/2021 no Boulevard JK, em São Paulo.

Após um longo período de restrições, esse foi o primeiro grande encontro da comunidade hípica na nova gestão da Confederação, liderada por Fernando Sperb, presidente da CBH, que ao lado de Barbara Laffranchi, a vice-presidente, foram anfitriões da noite.

“Nossos campeões de 2020 e 2021, aqui presentes, nos enchem de orgulho e nos trazem emoção. Obrigado pelo show que nos foi apresentado ao longo desses últimos dois anos. Nesse momento também não poderíamos deixar de agradecer nossos medalhistas e vitoriosos mundo afora, nas diversas modalidades albergadas pela CBH”, destacou Sperb, em seu discurso.

“Não mediremos esforços, trabalho e paixão para crescermos, tornarmos nosso esporte ainda mais imponente e conquistarmos nossos objetivos administrativos e esportivos, e, assim, conquistarmos títulos e medalhas para o Brasil. Nossa equipe que está à frente da CBH não descansa e não descansará para fazer o melhor pelo hipismo e peço a todos que atuem para juntos fazermos esse ciclo virtuoso hípico de multiplicar, para que todos usufruam disso”, pontou Sperb.

Altetas premiados subiram ao palco para receber o Prêmio Brasil de Hipismo

Em seguida, foi dado início à premiação começando pelos campeões do Enduro de 2020 e 2021.

Na sequência, subiram ao palco os vencedores do Concurso Completo de 2021 e os campeões do Adestramento Paraequestre, também de 2021.

Finamente, foram premiados os vencedores do Adestramento e Salto no biênio 2021/2022. Os diretores das modalidades Marcelo Ulsenheimer do Enduro, João Malik Aragão do Concurso Completo, Sérgio de Fiori do Adestramento, e Barbara Laffranchi, representando a diretora do Adestramento Paraequestre, Claudiane Pasquali, e Fernando Sperb, representando o diretor de Salto Daniel Khury, cumprimentaram e condecoraram os homenageados da noite.

Confira a lista completa com todos os premiados do Hipismo brasileiro:

Assista a cerimônia do Prêmio Hipismo Brasil na integra

SALTO 2020/2021

CATEGORIAS DE BASE 2020
MINI-MIRIM Theo Seebacher Branco Jordão
PRÉ-MIRIM Filippo Colli
MIRIM João Malucelli Egoroff
JUNIOR Maria Luiza da Martha Vieira
PRÉ-JUNIOR Gabriela Munhoz Ongaratto Furlan
YOUNG RIDER Victoria Junqueira Ribeiro de Mendonça

CATEGORIAS DE BASE 2021
MINI-MIRIM Luiza Casale Fauvel de Moraes
PRÉ-MIRIM Raffalla Frugoli de Salles
MIRIM Raissa Alfredo Oliveira
JUNIOR Augusto Bonotto Perfeito
PRÉ-JUNIOR Felipe de Mello Siqueira Grecco
YOUNG RIDER Gabriel Baptista Braz

JOVEM CAVALEIRO 2020
JOVEM CAVALEIRO B Maria Claria Vieira Alves
JOVEM CAVALEIRO A Maria Fernanda Berto Silva
JOVEM CAVALEIRO Yasmin Russo Saikali
JOVEM CAVALEIRO TOP João Augusto Venancio Perez

JOVEM CAVALEIRO 2021
JOVEM CAVALEIRO Renata Ribeiro Lustosa Vieira
JOVEM CAVALEIRO B Dimitri Drummond Vivan
JOVEM CAVALEIRO A Ana Carolina da Rocha Cavalcanti e Cysne
JOVEM CAVALEIRO TOP Yasmin Russo Saikali

AMADOR 2020
AMADOR B Nathana Martins Bedran Calil
AMADOR A Thiago Machado Cavalheiro Moreno
AMADOR Patricia Watt Vianna
AMADOR TOP Marco Antonio Modesto Filhoi

AMADOR 2021
AMADOR B Gabriela Berro Marins Franco
AMADOR A Marcela Czarneski Correia Loureiro
AMADOR Patricia Watt Vianna
AMADOR TOP Marco Antonio Modesto Filho

MASTER 2020
MASTER B Paula Pastore
MASTER A Ricardo Leoni Maffei
MASTER Sergino Ribeiro de Mendonça
MASTER TOP Flavia Helena Junqueira Lopes

MASTER 2021
MASTER B Carla Moisés
MASTER A Maria Silvia Motta Mahfuz
MASTER Sergino Ribeiro de Mendonça
MASTER TOP Flavia Helena Junqueira Lopes

SENIOR TOP 2020
José Roberto Reynoso Fernandez Filho

SENIOR TOP 2021
Luciana Christina Guimarães Lossio

ADESTRAMENTO 2020/2021

CAVALOS NOVOS 2020
4 ANOS Novidade VO / Murilo Augusto Machado
5 ANOS Luar HM / Victor Trielli Avila
6 ANOS Jorge V.O / Murilo Augusto Machado
7 ANOS Inédito Santana / Vinicius Miranda da Costa

CAVALOS NOVOS 2021
4 ANOS Magnum M / Giovana Prado Pass
5 ANOS Luar HM / Victor Trielli Avila
6 ANOS Novidade V.O / Murilo Augusto Machado
7 ANOS Inédito Santana / Vinicius Miranda da Costa

ADESTRAMENTO 2020
PONEI ESCOLA TESTE A Isabella Christianini Naccache
INICIANTE JUVENIL/AMADOR Gabriel de Oliveira Domingues
ELEMENTAR MINI-MIRIM Luiz Otavio Bressani Correia
ELEMENTAR JUVENIL Gabriela Ribeiro
PRELIMINAR MIRIM Mariana Benedeti Maia Magalhães
PRELIMINAR JUVENIL Charlotte Hering Germscheid
MÉDIA I JUVENIL Serena van Parys Prada Piergili
MÉDIA II JUVENIL Bruna Hering Germscheid

ELEMENTAR AMADOR Juliana Domingues
ELEMENTAR PROFISSIONAL Edneu Senhorini
PRELIMINAR AMADOR Jessica Gorgach Serwaczak
PRELIMINAR PROFISSIONAL Ricardo Nardy Silva
MÉDIA I AMADOR Nicole Binder de Arruda Botelho
MÉDIA I PROFISSIONAL Paulo Cesar dos Santos
MÉDIA II AMADOR Joana Marie Sliwik
MÉDIA II PROFISSIONAL Eduardo Alves de Lima
FORTE I AMADOR CEL Cesar Alves da Silva
FORTE I PROFISSIONAL Marcos Roberto Lima
FORTE II AMADOR TOP Raquel Mendonça Maurell de Mattos
FORTE II PROFISSIONAL Paulo Cesar dos Santos
ESPECIAL SENIOR TOP Victor Trielli Avila


ADESTRAMENTO 2021
PONEI ESCOLA TESTE A Victoria Meire Faraoni Araoni
INICIANTE JUVENIL/AMADOR Laura Pedrini Silva
ELEMENTAR MINIMIRIM Valentina Toledo
ELEMENTAR JUVENIL Manuela Benatti
PRELIMINAR MIRIM Luiz Otavio Bressani Correia
PRELIMINAR JUVENIL Diego Sapiro
MÉDIA I JUVENIL Serena vann de Parys Prada Piergili
MÉDIA II JUVENIL Bruna Hering Germscheid

ELEMENTAR AMADOR Luiza Dias Ferreira Leite Mendonça
ELEMENTAR PROFISSIONAL Carlos Vicente Pereira Cardoso
PRELIMINAR AMADOR Fernanda Assad Negrelli
PRELIMINAR PROFISSIONAL Carlos Vicente Pereira Cardoso
MÉDIA I AMADOR Ingrid Yuri Prioste
MÉDIA I PROFISSIONAL João Paulo dos Santos
MÉDIA II AMADOR Mayara Guião
MÉDIA II PROFISSIONAL João Paulo dos Santos
FORTE I AMADOR Gabrielle Miranda Fischer
FORTE I PROFISSIONAL Paulo Cesar dos Santos
FORTE II AMADOR Paula Maria Pinto de Souza Nogueira
FORTE II SENIOR Eduardo Alves de Lima
ESPECIAL SENIOR TOP Victor Trielli Avila

CONCURSO COMPLETO DE EQUITAÇÃO 2021

BASE 0.50m Julian Silva de Almeida
MINI-MIRIM 0.50m Maria Eduarda Salta Nicoluzzi
PRÉ-MIRIM 0.75m Valentina Marchezzi Fofanoff
MIRIM 0.90m Rafael Spagnol Martins
AMADOR TOP – BR1* Beatriz Senra Casimiro
JOVEM CAVALEIRO TOP – BR1* Sophie Frolich Archangelo
JUNIOR – BR2 Bruno Uliana Pogi
SENIOR 2* Fabricio Caldas Albuquerque
SENIOR 3* Vinícius Albano Almeida Leal
AMADOR Daniela Daidju Izu
JOVEM CAVALEIRO 0.90m Livia Morimitsu Ingaki
AMADOR 0.75m Eduardo Borba
JOVEM CAVALEIRO 0.75m Ingrid Prioste
CAVALOS NOVOS 4 ANOS Khakifa da Vista / Vinicius Albano Almeida Leal
CAVALOS NOVOS 5 ANOS Alcapone de Rincão / Jeferson Sgnaolin Moreira
CAVALOS NOVOS 6 ANOS Iz Mongno / Rafael Silva Gouveia
CAVALOS NOVOS 7 ANOS Uruguai do Rincão / Pedro Henrique de Resende Nunes


ADESTRAMENTO PARAEQUESTRE 2021

GRAU I Sérgio Froes Ribeiro de Oliva
GRAU II Livia de Sousa Silva
GRAU III Flamarion Pereira da Silva
GRAU IV Rodolfo Luis Bertassoli Lucas
GRAU V Thiago Fonseca dos Santos

ENDURO 2020/2021

ENDURO 2020
GRADUADO JOVEM – EMPATE Izadora Maria Apolinário Creace
GRADUADO JOVEM – EMPATE Kaique Lopes
GRADUADO MIRIM João Vitor Bagarolli Rodrigues

120kM ADULTO Ederson Fernandes da Costa
120kM YOUNG RIDER – EMPATE Elisa da Silva Penna Chaves
120Km YOUNG RIDER – EMPATE José Caio Frisoni Vaz Guimarães
100KM ADULTO Rafaela Pantel Vianna
100KM YOUNG RIDER Veridiana Balassa de Abreu
80KM ADULTO Pedro Stefani Marino
80KM YOUNG RIDER Helena Haaland
60KM CURTA ADULTO Paula Rehder Toledo
60KM CURTA YOUNG RIDER Elisa da Silva Penna Chaves
GRADUADO ADULTO Flavio Daccache

ENDURO 2021
GRADUADO JOVEM Marco Aurélio Martins Publio Corrêa
GRADUADO MIRIM – EMPATADO Lara Reato Souza
GRADUADO MIRIM – EMPATADO Elisa Almeida Paes de Barros
GRADUADO MIRIM – EMPATADO Vitor Pereira de Souza
60KM CURTA MIRIM Eli Peres Steinbruch
40KM JOVEM Kaique Lopes
GRADUADO MIRIM – EMPATADO Lucas Beurdouche Machado

160KM ADULTO José Caio Frisoni Vaz Guimarães
140KM ADULTO Fernanda Carvalho Moreira de Abreu
120KM ADULTO Tiago Manetta Bicalho de Lana
120KM YOUNG RIDER João Pedro Bornia Antocheski
100KM – ADULTO Pedro Stefani Marino
100KM – YOUNG RIDER Diogo de Oliveira Martins
80KM ADULTO Telmo José Sousa Gois
80KM YOUNG RIDER Artur Leonel Ulsenheimer
80KM MIRIM Eli Peres Steinbruch
60KM CURTA ADULTO Carolina Cardoso Duarte
60KM CURTA YOUNG RIDER Carolina Rocca Borges
40KM ADULTO ADULTO Carolina Cardoso Duarte
40KM ADULTO ADULTO Patricia Bicudo Barbosa

Por: Assessoria de imprensa CBH

Fonte: Divulgação

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