Hipismo

Sociedade Hípica Paulista recebe Campeonato Brasileiro de Adestramento e Taça Brasil de Adestramento Indoor

Provas ocorrem até domingo e podem ser acompanhadas ao vivo pela internet

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Até o próximo domingo, o coberto Jayme Loureiro Filho, na Sociedade Hípica Paulista (SHP), em São Paulo, capital, é palco do Campeonato Brasileiro de Adestramento e Taça Brasil de Adestramento Indoor, principal evento da modalidade na temporada 2021.

O Campeonato Brasileiro é aberto a todas as categorias de jovens talentos com idades entre 8 e 21 anos, amadores até senior top, com mais alto rendimento, incluindo ainda cavalos novos.

Já a Taça Brasil é voltada aos profissionais que apresentam cavalos em formação até a série forte I.

São 115 conjuntos representando os Estados de São Paulo, grande polo da modalidade, Rio de Janeiro, Minas Gerais, Paraná, Distrito Federal, Rio Grande do Sul e ainda a Escola de Equitação do Exército. 

Dentre os destaques estão os olímpicos Luiza Tavares de Almeida, Pedro Almeida, além dos medalhistas pan-americanos Giovana Pass, Sarah Waddell, ao lado de premiados cavaleiros e amazonas amadores e jovens talentos.

Os juízes Sandra Smith de Oliveira Martins, Coronel. Marcio Navarro de Camargo, Lindinha Macedo, Ricardo Micheletto Leão, Marcio Bastos Costa, Tenente PM Bruno Muniz Magalhães, André Ganc, a norte-americana Sarah Geike e o português Carlos Lopes serão os responsáveis por avaliar os cavaleiros.

Transmissão ao vivo

Os apaixonados pelas modalidades que querem acompanhar o evento podem assistir, ao vivo, a transmissão pelo link: https://shp.org.br/noticias/adestramento/17-a-22-11-programas-brasileiro-taca-brasil-e-freestyle-adestramento-indoor/

A SHP é o maior polo de Adestramento do país, palco de seletivas olímpicas e pan-americanas. Mais clássica das modalidades olímpica, o Adestramento também é considerado base para todos os demais esportes hípicos.

Por: Camila Pedroso

Fotos: Luís Ruas

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João Victor Oliva e Escorial Horsecampline registram seu 10º índice rumo ao Campeonato Mundial

Em franca ascensão, cavaleiro olímpico João Victor Oliva emplaca em 7º lugar no CDIO5* de Compiegne, competição categoria 5 estrelas, a de mais alto nível da modalidade, entre 32 conjuntos top mundiais.

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Neste sábado (21), na mais importante competição de Adestramento da França, o CDIO5* de Compiègne, João Victor Marcari Oliva montando Escorial Horsecampline registrou seu 10º índice rumo ao Campeonato Mundial que acontece em agosto, em Herning, na Dinamarca.

Em uma disputa que reuniu 32 conjuntos entre tops mundiais de 14 países, João Victor Oliva montando Escorial Horsecampline foi o único representante do Brasil no Concurso de Dressage/Adestramento Internacional, competição categoria 5 estrelas, a de mais alto nível da modalidade.

Até 2021, o cavaleiro já havia participado da competição, mas na categoria 3 estrelas. No Grand Prix, a dupla registrou 71,978% de nota média final, se posicionando em 7º lugar na classificação final. Todos os cinco juízes 5* da Federação Equestre Internacional (FEI) também atribuíram ao conjunto notas acima de 71%: Mariette Sanders-van Gansewinkel, da Holanda (74,348%), o britânico Peter Storr (71,522%), Elke Ebert, da Alemanha, e Raphael Saleh, da França atribuíram a mesma nota, 71,739%, e a dinamarquesa Susanne Baarup, 70,543%.

Venceu o Grand Prix a jovem medalhista olímpica britânica Charlotte Fry montando Glamourdale (79,435%), se posicionando em segundo lugar a mais premiada amazona olímpica, a alemã Isabell Weth com DSP Quantz (76,870%).

Grand Prix Freestyle

No domingo (22), no Grand Prix Freestyle, de categoria 5 estrelas – o mais alto nível da Dressage – o conjunto emplacou a nota média final de 74,125%, garantindo o 6º lugar no Grand Prix Freestyle, prova com coreografia livre e música que reuniu os 14 melhores conjuntos (cavalo/cavaleiro) de países diferentes entre tops mundiais e medalhistas olímpicos.

A avaliação do conjunto pelo júri foi ainda melhor que no GP: Susanne Baarup, da Dinamarca, atribuiu a dupla 74,600%, o francês Raphael Saleh 74,575%, o alemão Elke Ebert 74,200%, Magnus Ringmark, de Luxemburgo 73,750%, e a holandesa Mariette Sanders-van Gansewinkel, 73,500%.

Para o cavaleiro, a prova forte, o alto nível dos concorrentes e um júri exigente, todo formado por juízes 5*, “mostra que o entrosamento com Escorial está cada dia melhor.”

Sobre João Victor Oliva e Escorial Horsecampline

Atleta militar, Sgtº Oliva, o cavaleiro brasileiro do Hipismo Adestramento de 26 anos, radicado em Portugal, João Victor Oliva monta o Puro Sangue Lusitano Escorial Horsecampline desde setembro de 2020, com o objetivo de representar o Brasil nos Jogos de Tóquio. O objetivo foi atingido e a dupla registrou o melhor resultado do Brasil em Olimpíadas.

O próximo objetivo a ser atingido é integrar o Time Brasil no Campeonato Mundial de Dressage, que acontece entre 6 e 10 de agosto em Herning, Dinamarca. O processo seletivo estabelecido pela FEI começou em 01 de janeiro de 2021 e vai até o próximo dia 04 de julho. E para se candidatar a vaga na equipe brasileira o candidato precisa atingir o mínimo de dois índices (MER – Minimum Eligibility Requirement) que é de 66% de nota média final e com um juiz FEI5* em um Grand Prix em dois Concursos de Dressage Internacional acima de 3 estrelas (CDI3*/CDI4*/CDI5*/CDI-W/CDIO) e desde que o conjunto participe de todas as provas daquele CDI.

João Victor Oliva / Escorial Horsecampline já atingiram dez índices. Na fase pré-Olimpíadas no CDI3* de Abrantes, em Portugal (69,130% e com três juízes FEI5*), no CDI3*de Compiegne, França (70,130% e com três juízes FEI5*), e nos Jogos de Tóquio (70,419% e com os sete juízes FEI5*). Pós Olimpíadas, a dupla voltou a registrar índices no CDI3* de Hagen, Alemanha (70,043% e com dois juízes FEI5*), no CDI4* de Aachen, Alemanha (71,696% e com quatro juízes FEI5*), no CDI5* de Doha, Qatar (70,065% e quatro juízes FEI5*), e no CDI3* de Jerez de La Frontera, na Espanha, onde venceu três das quatro provas que participou, registrando 72,696% e 74%, recorde brasileiro, em dois Grand Prix, e com todos os cinco juízes que atuaram no evento.

Time Brasil em formação

Além de João Victor Oliva com Escorial Horsecampline, outros dois conjuntos já estão habilitados a integrar o Time Brasil de Dressage para o Campeonato Mundial em Herning, na Dinamarca: Pedro Tavares de Almeida com Famous do Vouga, que soma seis índices, e Nuno Chaves de Almeida com Feel Good V.O, dois índices.

Com o objetivo é selecionar os conjuntos com os maiores percentuais (resultados isolados por prova), excetuando reprises Freestyle do Grand Prix e do Grand Prix Special e levando em consideração as condições do animal o mais próximo do Mundial, a Confederação Brasileira de Hipismo (CBH) definiu como período para selecionar os conjuntos que vão integrar a equipe o período que começou em 27 de abril e vai até 3 de julho.

Sobre o Mundial de Dressage

O Campeonato Mundial de Dressage (Adestramento) substitui o World Equestrian Games que entre 1990 e 2018 reunia a cada quatro anos os tops das oito modalidades regidas pela FEI e que, agora, passam a ter campeonatos separadas. As disputas do Adestramento serão realizadas entre 6 e 10/08 no Stutteri Ask Stadium, em Herning, na Dinamarca.

Por: Assessoria CBH

Fotos: Rui Pedrdo Godinho

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Hipismo

Cavaleiro olímpico brasileiro Yuri Mansur conquista vice em concurso de salto na França

Montando Vitiki, cavaleiro olímpico agora quer disputar os GPs5* de Hamburgo e Aachen com “cavalo guerreiro” que voltou em plena forma após uma fratura na mão em 2018.

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cavaleiro olímpico

Encerrando o Concurso de Salto Internacional CSIO5* de La Baule na França, o cavaleiro olímpico brasileiro Yuri Mansur montando Vitiki sagrou-se vice-campeão no GP Rolex, a 1.60m, dotado em 500 mil euros.

Dos 50 conjuntos, 13 foram ao desempate. Yuri, 43, montando Vitiki, hannoverano de 14 anos, voltou a zerar no tempo de 45s, resultado que lhe garantiu a 2ª colocação e a fatia de 100 mil euros.

O título ficou com a canadense Beth Underhill, 59, apresentando Dieu merci Van T&L, pista limpa, 43s77. Os dois primeiros colocados foram os únicos que voltaram a garantir percurso limpo na pista de grama na fantástica arena La Baule, tomada pelo público.

Completou o pódio na 3ª colocação o francês Pierre Marie Friant com Urdy D´Astree, um derrube, 41s66.

Cavaleiro olímpico ressalta a performance de Vitiki

A trajetória de Vitiki nas pistas é marcada por muita superação. Em 2018, sofreu uma fratura no CHIO Aachen, na Alemanha, e após uma bem sucedida cirurgia e um longo período de recuperação, voltou a competir em alto nível em 2020.

“O Vitiki é mesmo um cavalo especial considerando tudo que já superou em sua vida, inclusive, uma cirurgia no nariz em dezembro de 2021. Agora voltamos do Global Champions Tour no México para La Baule e ele chegou em plena forma. Agora meus objetivos com ele são os GPs de Hamburgo, onde penso que o Vitiki tem muita chance, e depois o GP de Aachen”, revelou o cavaleiro olímpico brasileiro Yuri, forte candidato a integrar o Time Brasil no Mundial 2022, entre 6 e 14/8, em Herning, na Dinamarca.

“Meu foco para o Mundial é com o QH Alfons Santo Antonio”, acrescentou o cavaleiro olímpico, referindo-se à montaria com a qual integrou e garantiu o melhor resultado do Time Brasil nos Jogos Olímpicos de Tóquio. “Mas é obvio que o Vitiki também está à disposição da equipe no Mundial, mas em princípio, o objetivo é ir com o Alfons ao Mundial.”

Por: Assessoria de Imprensa CBH

Fotos: Xavier Boudon

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Hipismo

Brasileiros deram show em pistas internacionais de Hipismo

Marlon Zanotelli, nº 6 do mundo, brilhou em St Tropez e Santiago Lambre dominou o placar em Wellington, ambos nas provas de hipismo

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No final de semana da Páscoa, o Hipismo em pistas internacionais não parou e, mais uma vez, foram diversas as conquistas brasileiras.

No Internacional 5* Hubside Jumping, em St Tropez, na França, o destaque ficou por conta do campeão pan-americano Marlon Zanotelli, melhor brasileiro do ranking mundial na sexta colocação.

Fechando a competição de Hipismo no domingo (17), Marlon levou VDL Edgar M ao terceiro posto no GP, 1.60m, com 200 mil euros em jogo.

Dos 47 conjuntos, 19 foram ao desempate. Sagrou-se campeão o sueco Henrick von Eckerman, campeão olímpico por equipes em Tóquio 2020+1, que montando King Edward cruzou a linha de chegada em 41s67. Jullien Epaillard com Caracola de la Roque, da França, foi vice, pista limpa, em 41s79. Enquanto Marlon montando VDL Edgar M, sela holandês de 13 anos com o qual integrou o Time Brasil nos Jogos Olímpicos de Tóquio, garantiu o terceiro posto, sem faltas, 42s23.

Montando Luigi d Eclipse, garanhão sela-belga de 11 anos, Marlon garantiu uma vitória e um segundo lugar. Na sexta-feira (15), Marlon venceu a prova a 1.50m em duas fases sem faltas em 38s02, superando demais 46 conjuntos.

Já no sábado (16) Marlon e Luigi foram vice na prova de duas fases, a 1.45m, pista limpa, 37s45. A vitória coube Julien Gonin com Cympa, pela França, percurso limpo, 37s16. Entre as classificações de Marlon na série 5* ainda está o quinto lugar com Cartaro 2, a 1.50m na quinta-feira (14).

Hipismo nos EUA

Já nos EUA, onde temporada de primavera agita o Palm Beach International Equestrian Center, em Wellington, Santiago Lambre garantiu uma vitória e um segundo lugar nas principais disputas de Hipismo. No domingo (17) Santiago com Chacco Blue II, garanhão anglo europeu de 15 anos, foi vice no GP3*, 1.50m, dotado em 140 mil dólares. Dos 36 conjuntos, oito foram ao desempate. Santiago e Chacco Blue II zeraram em 36s76, marca que somente foi batida pelo norte-americano Kent Farringont com Orafina, pista limpa, 35s77.

Na sexta-feira (15), Santiago venceu o Clássico, a 1.45m, montando All in Horses Cava, uma oldenburger de 11 anos, com percurso limpo em 44s86. Participaram da disputa, com 37 mil dólares em jogo, 16 conjuntos entre os quais sete foram ao desempate. O irlandês Paul O´Shea com Hellcat foi vice, sem faltas, 46s5. Santiago ainda levou Comtess 202 ao quinto posto, uma falta, 46s24.

O Internacional 3* em Lanaken, na Bélgica, também contou com forte participação brasileira. No domingo (17) o medalhista pan-americano Eduardo Menezes foi vice na prova a 1.45m direto ao cronometro, sem faltas, 65s67. A vitória coube ao britânico Joe Whitaker com Icarterina que zerou em 64s44. A disputa contou com 59 conjuntos. No sábado (16)  Eduardo foi quinto na disputa a 1.50m em 39s23, melhor marca entre 13 conjuntos no desempate, mas com uma falta. A vitória foi do holandês Harrie Smolders com Bingo du Parc, percurso limpo, 42s60.

Na sexta-feira (15), o jovem talento João Victor Castro, 25, levou Helga à vitória a 1.40m, sem faltas, 55s91, superando 71 conjuntos. Disputa que contou com Eduardo e Calypso de Matis em 5º, pista limpa, 59s60. Eduardo ainda foi terceiro a 1.45m em duas fases, dessa feita, com H5 Nostalgie, disputa vencida pelo suíço Schwixer com Bakatina de Beaufour, respectivamente, sem faltas, em 36s62 e 39s62.

Na principal disputa do dia, 1.50m ao cronometro, Victor Luminatti com Idette foi quarto, percurso limpo, 74s22. Sagrou-se vencedor o holandês Tom Schellekeins com Fiarabo, sem faltas, 70s20, melhor marca entre os 66 conjuntos.

No Internacional 3* de Arezzo, a jovem amazona Marina Frauches Chaves, 22, com Emerette, garantiu vitoria na prova a 1.40m, sem faltas, em 63s93. Com direito a dobradinha verde amarela a segunda colocação coube Luiz Felipe de Azevedo Filho com Sierra du Pideroux Z, pista limpa, 65s42. Já no domingo (17) Luiz Felipe levou Sierra du Pideroux Z ao vice no GP Silver Tour, a 1.45m, sem faltas no desempate, 37s53. Dos 61 conjuntos, 11 protagonizaram o desempate.

Por: Imprensa CBH

Fotos: Sportfot/ Hubside Jumping 

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Hipismo

Jovens atletas iniciam caminhada rumo ao Sul-americano e Internacional da Juventude 2022

Seletivas agitaram Porto Alegre e Recife na última semana

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No último final de semana, entre 24 e 27/3, a 1ª Seletiva do Sul-Americano da Juventude e um Concurso de Salto Interestadual Pré-jump movimentaram a tradicional Sociedade Hípica Portoalegrense.

Ao mesmo tempo, entre 25 e 27/3, o Caxangá Golf & Country Clube, em Recife, também recebeu a Seletiva do Sul -Americano simultaneamente com a 16ª Copa Recife e 1ª Etapa do Circuito Norte Nordeste.

A etapa no Rio Grande do Sul contou com a presença do Caio Sérgio de Carvalho, ex-cavaleiro olímpico, que reassumiu a coordenação das categorias de base CBH e empresta aos jovens talentos toda sua experiência como treinador formando diversas gerações de campeões em pistas nacionais e internacionais.

Fernando Sperb, novo presidente da CBH no ciclo olímpico até Paris 2024, também prestigiou a competição em Porto Alegre e Constantino Scampini, chefe de missão, também esteve presente.

“Fizemos uma reunião com os cavaleiros e amazonas, pais e interessados sobre o planejamento para o Sul Americano, que foi muito produtiva e elogiada pelos participantes. Esta reunião também acontecerá na seletiva do Helvetia Riding Center em São Paulo, no sábado, dia 9 de abril, às 17h30”, comenta Caio Sérgio. 

No Rio Grande do Sul, a armação das pistas esteve a cargo do course-designer Vailton Jaci Cordeiro, o Baíca, e no Recife o responsável pelo desenho dos percursos foi Carlos Alberto Raposo Lopes, com croquis de Lucia Alegria Simôes.

O Brasil é líder absoluto em número de conquistas em Sul-Americanos da Juventude. Após uma pausa de dois anos, devido à pandemia, o Sul -Americano da Juventude nas categorias Mirim, Pré-junior, Junior e Young Riders e o Internacional Pré-mirim acontecem em Mar Del Plata, na Argentina, de 19 a 23 de outubro.

Agenda seletivas

As seletivas rumo ao Sul-Americano da Juventude nas categorias Mirim, Pré-junior, Junior e Young Riders e Internacional Pré-mirim acontecem ao longo de cinco etapas, seguidas pelos Campeonatos Brasileiros.

A próximas etapa acontecem entre 6 e 10 de abril, no Helvetia Riding Center, em Indaiatuba (SP), de 26 a 29 de maio, na Copa JK na Sociedade Hípica de Brasília.

De 15 a 19 de junho, tem seletiva na Sociedade Hípica Brasileira no Rio de Janeiro. O Campeonato Brasileiro Pré-junior, Junior e Under 25, em Curitiba, entre 29 de junho e 3 de julho, e o Campeonato Brasileiro Mini-mirim, Pré-mirim e Mirim em Santa Catarina, entre 7 e 10 de julho, têm participação obrigatória.

Vale lembrar que na categoria Young Riders, o critério de seleção objetivo se dará com base no Brasileiro Under 25.

Final Mirim

Filippo Colli, montando Caddy van de Kapel – FPrH, foi o grande campeão, seguido de Gabriela Rezende Sperb e Kannantina – FPrH.

O terceiro lugar ficou com Filippo Colli e Valete das Cataratas -FPrH.

Já na categoria Final Pré-Mirim, o conjunto campeão foi Anna Storrer Müller e Extrato HI – FPrH. O vice ficou com Helena Dorigon Vieira e Cantovestri da Boa Vista – FCH.

O terceiro lugar foi para Eduarda Feier Lammerhit e Jerônimo – FGGE.

A classificação completa pode ser acessada no site da CBH.

Por: Assessoria CBH

Fotos: Divulgação

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Hipismo

Brasil com destaque internacional no Hipismo mundial

Atletas brasileiros fecharam com três vitórias em GPs na Europa: Pedro Veniss e Mari Frauches, na Espanha, e Francisco Musa, na Itália

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Neste domingo (27), atletas brasileiros consagravam o país em terras internacionais com três vitórias no circuito europeu.

Na 7ª e última semana do Andalucia Sunhsine Tour em Vejer de Frontera, o medalhista pan-americano e cavaleiro olímpico Pedro Veniss levou seu Boeckmanns Lord Pezi Junior à vitória no GP4* Invitational Medium Tour, a 1.50m.

Dos 75 conjuntos, 10 foram ao desempate. Pedro e Boekmanns Lord Pezi Junior venceram sem faltas em 39s97.

A segunda colocação ficou com Laura Klaphake com Davenport VDL, percurso limpo, 40s26, pela Alemanha. A terceira colocação coube ao espanhol Eduardo Alvarez Aznar com Full Option van´t Zanda, pista limpa, 40s54.

“Estou muito feliz com meu cavalo e também porque Leopoldo Palacios foi o course-designer, um amigo de longa data”, declarou Pedro Veniss, medalhista pan-americano e cavaleiro olímpico, ao lado de course-designer olímpico venezuelano Palacios.

Segundo destaque

O domingo também foi muito especial para jovem amazona mineira Mariana Frauches Chaves, 22, que apresentando Emerette deu show no GP Invitational a 1.45m.

Dos 54 conjuntos, oito foram ao desempate. Mariana e Emerette garantiram a vitória sem faltas em 36s51.

O segundo posto ficou por conta de Ibone Ibañez Aledoca montando Bambino D Assemont, pista limpa, 37s60, pela Espanha.

“A Emerette é uma égua incrível, amo demais e ela já tem bastante experiência e me deixa montar da maneira como gosto. Conquistamos dois segundos lugares aqui em GPs e agora vencemos. Estou feliz demais”, comemorou Mariana.

A atleta é mineira radicada na Europa há cerca de um ano, que detém, entre os outros, o título de vice-campeã brasileira young riders 2019 e foi a primeira campeã brasileira da categoria Under 25 em 2020.

Terceiro destaque

Já no Internacional 3* de Arezzo teve Brasil no topo pódio do GP, 1.50m, com o cavaleiro top Francisco Musa.

Com sua nova montaria Carte de Blue PS Marathon, um filho de Cartoon 21 em Chacco Blue, de apenas 10 anos, Musa garantiu a vitória sem faltas, 34s46, com boa vantagem.

A segunda colocação foi do italiano Piergiorgio Bucci com Naiada d Elsendam Z, pista limpa, 35s16. Estiveram em pista 60 conjuntos e 13 foram ao desempate.

Por: Assessoria CBH

Fotos: CBH/Arezzo Equestrian Center/@moisesbasallotefoto – Sunshine Tour

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Hipismo

4º recorde sucessivo na Espanha

João Victor Oliva vence outra vez, fechando sua participação no tradicional Concurso de Dressage Internacional de Jerez de La Frontera, na Espanha

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Na prova com coreografia livre e música, o GP Freestyle, João Victor Marcari Oliva e o Puro Sangue Lusitano Escorial Horsecampline proporcionaram para a platéia um belo “balé equestre” na tarde desta sexta-feira 25/3, fechando sua participação no tradicional Concurso de Dressage Internacional (CDI3*) de Jerez de La Frontera, na Espanha, com chave de ouro.

Ao longo das duas últimas semanas, nas quatro provas que disputou, foram duas vitórias no Grand Prix, dias 19 e 24/3, e dia, 25, no Grand Prix Freestyle, prova em que ficou em terceiro no domingo 20.

Na avaliação individual dos cinco juízes da Federação Equestre Internacional (FEI), todos atibuíram a dupla do Brasil as maiores notas da prova: o holandês FEI5* Eduard De Wolff Van Westerrode (79,750%), os FEI4* Mary A.

Robins, da Nova Zelândia (79,875%), Alban Tissot, da França (79,375%) e a italiana Barbara Ardu (76,450%), além da juíza FEI3* Claudia Matos, de Portugal (77.225%).

Nessa edição do evento, o cavaleiro paulista de 25 anos, radicado em Portugal, bateu sucessivos recordes de notas pessoais e do Brasil no Hipismo Adestramento, tanto no Grand Prix quanto no GP Freestyle.

Melhor cavaleiro brasileiro em Olimpíadas, nos Jogos de Tóquio 2021, medalha de bronze por equipe nos Jogos Pan-americanos de Toronto 2015 e Lima 2019, ouro individual e por equipe no Campeonato Sul-americano (Odesur) do Chile em 2014 e pentacampeão brasileiro, João Victor é o maior vencedor do Prêmio Brasil Olímpico do COB – Comitê Olímpico do Brasil no Hipismo Adestramento.

De olho em uma vaga no Time Brasil para o Campeonato Mundial de Dressage, de 6 a 10 de agosto em Herning, Dinamarca, João Victor Oliva e Escorial Horsecampline voltam a competir no CDI3* de Compiègne, na França, entre 19 e 22 de maio.

Cavaleiro militar, o Sgtº Oliva vai estar no Brasil no mês de abril para cumprir compromissos com a Comissão de Desportos do Exército (CDE), onde faz parte do Programa de Atletas de Alto Rendimento.

Por: Assessoria de imprensa CBH

Fotos: Real Escuela Andaluza del Arte Ecuestre – Azahara Falcon

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Hipismo

João Victor Marcari Oliva registra duas notas recordes neste final de semana

Com a vitória no Grand Prix e terceira colocação no GP Freestyle, o conjunto registrou duas notas recordes em um Concurso de Dressage Internacional CDI3* em Jerez de La Frontera, na Espanha.

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Campeão do Grand Prix do CDI3* Andalucia Deja Huella em Jerez de La Frontera, na Espanha, no sábado (19), com a nota média final de 72,696%, e terceiro lugar neste domingo, (20), no GP Freestyle – prova com coreografia livre e música – com a nota média final de 75,095%, João Victor Marcari Oliva montando o Lusitano Escorial Horsecampline registrou um novo recorde em um Concurso de Dressage Internacional (CDI3*), superando no Freestyle os 74,275% de Mauro Pereira Junior montando Tulum Comando SN nos Jogos Panamericanos de Guadalajara, no México, em 2011.

Nesse domingo, na avaliação individual dos juízes da Federação Equestre Internacional (FEI), o francês Jean Michel Roudier (FEI5*) atribuiu a nota 74,025% para a dupla, e os FEI4* Slawomir Pietrzat, da Polônia (77,750%), Fouad Hamoud, da Argélia (76,000%), Mariano Santos Redondo, da Espanha (73,875%) e o argentino César Lopardo Grana (73,825%).

A campeã do GP Freestyle foi a francesa Morgan Barbançon montando Sir Donnerhall II Old (77,185%), se posicionando em segundo lugar o espanhol José Antonio Garcia Mena (76,185%).

Carreira de sucesso

Competindo desde os 12 anos, o paulistano João Victor Marcari Oliva foi morar na Alemanha aos 18 anos e, atualmente, reside em Portugal.

Oliva começou a montar aos três anos no rancho dos pais (hoje, Coudelaria Ilha Verde), em Araçoiaba da Serra (SP). Aos 12 anos estreou nas pistas, sendo inspirado por Rogério Silva Clementino, então funcionário da coudelaria.

Atleta militar, radicado em Portugal, Oliva busca consolidar sua vaga no Time Brasil para o Campeonato Mundial de Dressage / Adestramento – ECCO FEI – World Championships – que acontece entre 6 e 10 de agosto em Herning, na Dinamarca.

Desde sua estreia em pista, em 2008, o jovem talento soma importantes conquistas: melhor atleta do time Brasil de Adestramento nas Olimpíadas do Rio 2016 e o melhor brasileiro em uma Final da Taça do Mundo de Dressage, em 2017, em Omaha, Estados Unidos; medalha de bronze por equipe em duas edições dos Jogos Panamericanos, Lima 2019 e Toronto 2015; campeão Sul-Americano individual e por equipe (Odersul/Chile 2014); melhor atleta da equipe brasileira nos Jogos Equestres Mundiais da Normandia, na França, em 2014, e de Tryon, em 2018, nos Estados Unidos.

Bem como, João Victor Oliva é também pentacampeão brasileiro (Amador em 2008, Mirim em 2009, Junior em 2010 e 2011, Young Riders em 2012). Da mesma forma obteve títulos paulistas e lideranças nos rankings anuais da Confederação Brasileira de Hipismo – CBH e Federação Paulista de Hipismo – FPH.

Na Olimpíada de Tóquio, ele conquistou o melhor resultado do Brasil em Olimpíadas.

Nova semana de desafios

O CDI3* Andalucia Deja Huella continua até sábado 2(6), com retorno a pista de Jerez de La Frontera dos dois cavaleiros brasileiros na competição.

Nesta segunda-feira 21, Pedro Tavares de Almeida com o seu também cavalo Lusitano Famous do Vouga, 15º no GP, compete no GP Special.

Já João Victor Oliva / Escorial Horsecampline compete na quinta-feira (24) em mais um Grand Prix e na sexta-feira (25) no GP Freestyle.

Fotos: Divulgação

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Hipismo

Daniel Khury e Juliano Loureiro faturam os títulos do Curitiba Summer Tour

Clássico e Copa Ouro fecharam o Concurso de Salto Nacional no evento realicado neste final de semana

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Fechando o Concurso de Salto Nacional 3ª Curitiba Summper Tour, na Sociedade Hípica Paranaense, o renomado Daniel Khury montando Euclides Método faturou o Clássico, a 1.45m, nesse domingo (13).

Dos 21 conjuntos, 12 – incluindo três sem faltas – habilitaram-se à segunda volta idealizada por Vailton Jaci Cordeiro, o Baíca.

Último em pista, Daniel e Euclides Método foram os únicos a fechar os dois percursos sem faltas nos obstáculos e com o tempo de 62’07 na segunda volta, registraram dois pontos por excesso de tempo, resultado que lhes garantiu o título.

Logo depois, Euclides Método, BH filho de Zodiaco Método em Allicia Método de Jet de 14 anos, é de propriedade de João Gilberto Cominese Freire, que há cinco anos acreditou no potencial do cavalo que hoje veio a garantir mais uma importante conquista.

José Roberto Reynoso Fernandez Filho com seu Azrael W, considerado o mais premiado conjunto em atividade no país, dessa vez ficou com o vice-campeonato.

o conjunto trouxe uma falta do primeiro percurso e pista limpa no segundo, em 52’76, melhor tempo.

A top baiana radicada em São Paulo, Andrea Guzzo Muniz com Toronto emplacou em terceiro lugar, com uma falta do primeiro percurso e pista limpa, no 2º, 54s21.

Copa Ouro 1.35m

Bem como no sábado, 13, o ponto alto foi a sempre concorrida Copa Ouro, a 1.35m, com R$ 40 mil em jogo.

Dos 35 conjuntos, sete foram ao desempate.

O top Juliano Loureiro Carlos com HSF Baronessa, de propriedade de Daniel Aguiar, conquistou o topo do pódio, com um percurso perfeito, em 35’56.

Do mesmo modo, a sempre competitiva dupla Pedro Paulo Cordeiro com seu Shy Boy foi vice, sem faltas, como tempo de 35’93.

Enfim, a amazona da casa Giovanna Sobania Carvalho com Atomo Clasi, conjunto que computa dezenas de vitórias em provas de velocidade, zerou em 36’71, garantindo o terceiro posto.

Por: Camila Pedroso

Fonte: CBH

Fotos: Grace Cambraia e reprodução Facebook Hípica Paranaense (pódio Copa Ouro)

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Hipismo

Brasil no topo do pódio em GP4*

Pedro Veniss e Yuri Mansur foram primeiro e segundo lugar no GP4* do Andalucia Sunshine Tour em Vejer de la Frontera, na Espanha

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Teve dobradinha brasileira no pódio com Pedro Veniss montando Nimrod Z e Yuri Manur montando Humberto Ask no GP4*, a 1.55m, na terceira de seis semanas do Andalucia Sunshine Tour em Vejer de la Frontera, na Espanha.

A princípio, dos 50 conjuntos, somente quatro zeraram a primeira passagem e três voltaram a fazer percurso limpo no desempate.

Assim, Pedro Veniss e Nimrod de Muze Z, criação holandesa filho de Nabab de Reve de 11 anos, foram o último conjunto em pista e garantiram a vitória sem faltas em 38s91.

Assim, Yuri Mansur com Humberto Ask, um sela belga de 10 anos filho de Cornet Obolensky, foi vice, pista limpa, 39s67.  

“O Nimrod estava incrível e estou realmente feliz em vencer meu primeiro GP 4* com ele”, destacou Veniss, que recém aposentou Quabri de´L’isle, sua principal montaria nos últimos anos.

Agora em 3º lugar chegou Cameron Hanley montando ESI Toulouse, pista limpa, 40s21, representando a Irlanda. A disputa distribui 95.380 mil euros em premiação, cerca de 550 mil reais.

Assim, tanto Pedro, bicampeão pan-americano por equipes 2007/2019, como Yuri Mansur integraram o Time Brasil 6º colocado nos Jogos Olímpicos do Tóquio 2020+1, e estão entre os candidatos a formar a equipe brasileira no Mundial 2022, em Herning, Dinamarca, entre 6 e 14/8.

Por: Equipe Cavalus Comunicação

Fonte: CBH

Fotos: Andalucia Sunshine Tour – @ahmed44photography

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Hipismo

Rodolpho Riskalla larga com vitória no Adestramento Paraequestre

Riskalla venceu as três provas de sua categoria em 2019/2020/2021. João Victor Oliva compete no Adestramento e Marlon Zanotelli no Salto

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Rodolpho Riskalla, dono da histórica prata nos Jogos Paralímpicos de Tokyo 2020 +1, arrancou com força total no Concurso de Adestramento Paraequestre CPEDI3* AL Shaqab, em Doham no Catar.

Rodolpho e Don Henrico, seu parceiro de longa data, venceram a prova de Grau IV de Equipes com 77,500% de aproveitamento. A segunda colocação foi da norte-americana Kate Shoemaker com Quiana que computou 72,583% de aproveitamento.

Rodolpho, vem com histórico de 100% de aproveitamento – totalizando três vitórias – no estádio Al Shaqab em 2019/2020/2021.

“O Don Henrico estava super bem, super em forma. Bem relaxado, enfim ele adora competir aqui em Doha.. (rs).. Todo ano vai bem! Estamos bem felizes”, destacou Rodolpho, que está em Doha acompanhando de sua mãe Rosangele Riskalla, sua treinadora, e irmã Victoria Riskalla, que como de costume acompanha Don Henrico, hannoverano de 20 anos, em todos os momentos e viagens.

De olho no Mundial

Além da prata nos Jogos Paralímpicos de Tóquio, Rodolpho também detém duas pratas no Mundial 2018 em Tryon (EUA), disputa realizada a cada quatro anos. Agora na temporada 2022, sem dúvida, o principal objetivo do cavaleiro é competir no Mundial 2022, que acontecem em Herning, na Dinamarca, entre 10 e 14/8. Riskalla já está tecnicamente qualificado para o Mundial, assim como Sérgio Oliva, dono de dois bronzes na Rio 2016, que foi top 10 em Tóquio no Grau I.

Adestramento e Salto

O Brasil também está muito bem representado em Doha com João Victor Oliva com Escorial, melhor brasileiro na história do Adestramento em Olimpíadas em Tóquio, que estreia na competição no Quatar. Já Marlon Zanotelli, atual campeão pan-americano individual e por equipes e integrante do Time Brasil em Tóquio, defende o Brasil no Salto.

Superação ímpar

Rodolpho, 37 anos, pratica adestramento desde a infância e aderiu ao Adestramento Paraequestre no início de 2016, seis meses após a perda da parte inferior das duas pernas, a mão direita e dedo da mão esquerda em decorrência de uma meningite. Menos de um ano depois defendeu o país nos Jogos Paralímpicos Rio 2016 e, em 2018, foi o melhor brasileiro nos Jogos Equestres Mundiais 2018 nos EUA conquistando duas medalhas de prata no adestramento paraquestre. Na Paralimpíada de Tóquio 2020+1 , Rodolpho arrematou a inédita prata na prova individual e foi 5º no Freestyle .

O cavaleiro residiu na França por 10 anos e agora mora na Alemanha. Além do Adestramento Paraquestre, Rodolpho também compete com sucesso em provas de Adestramento Clássico.

No Adestramento Paraquestre as disputas são divididas em cinco graus – I,II,III,IV e V – grau de dificuldade crescente de acordo com a avaliação / classificação funcional da deficiência do atleta.

Por: Equipe Cavalus Comunicação

Fotos: Divulgação

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