Hipismo

15ª CSN Copa JK tem campeões definidos da primeira Seletiva para Sul Americano da Juventude

Felipe Pimenta e HFB Kentucky conquistaram a Copa Ouro (1.35m), Marco Antônio Modesto Filho e Cashley foram campeões da Copa Prata (1.30) e João Victor Cunha e Elegance Cequipel levaram a Copa Bronze (1.20m)

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XV CSN Copa JK define campeões da primeira Seletiva para Sul Americano da Juventude

A Sociedade Hípica de Brasília (SHBr) recebeu, no período de 28 a 30 de maio, a 15ª edição da tradicional CSN Copa JK, que foi marcada pela reativação da pista de grama da hípica e o recorde de mais 435 conjuntos participantes.

Após três dias de provas, foram revelados os campeões da primeira seletiva para o Sul Americano da Juventude. Na categoria Junior (1.40m), Lis de Paula Lacerda e Tigger Van de Held, representantes da Federação Hípica de Goiás, foram os campeões, com atuação excelente e quatro pistas zeradas durante o concurso.

“Estou muito contente com o resultado da seletiva de Brasília, superou todas as minhas expectativas porque não esperava zerar todos os percursos. Fiquei muito contente com o nosso conjunto, estamos muito bem, e senti que podemos superar todos os desafios que vierem por aí. Também foi muito bom saltar na pista de grama, gostei muito da experiência e é uma pista muito bonita”, comentou a campeã.

Na categoria Pré Junior (1.30m) o destaque foi para o brasiliense João Vitor Lemos (FHBr) montando Cristiano JMen, conjunto que é atual campeão Sul Americano na categoria Mirim.

A vitória da categoria Mirim (1.20m) foi para Federação Hípica de Minas Gerais (FHMG), o representante Henrique Renno Silva foi campeão montando Charlotte da Ceciliana. O campeão da categoria Pré Mirim (1.10m) foi Vítor Iaze e Oracle Tok (FHMG).

Seletiva Sul Americano da Juventude

A próxima seletiva para o Sul Americano da Juventude já tem data marcada, e será no período de 01 a 04 de julho, na Sociedade Hípica Paranaense, com os campeonatos brasileiros das categorias valendo como seletiva.

Vale lembrar que em 2020, o Sul-americano da Juventude no Equador foi cancelado devido a pandemia e esse ano, após a desistência do Uruguai de realizar o campeonato, a Confederação Brasileira de Hipismo pleiteou o evento junto à Federação Equestre Internacional para o mês de setembro em São Paulo.

Disputas das Copas Ouro, Prata e Bronze 

Além das seletivas, a pista de grama da Sociedade Hípica de Brasília também recebeu as emoções das Copas Ouro, Prata e Bronze, e provas das categorias Cavalos Novos e 1.20m, que distribuíram mais de R$ 25 mil durante os três dias de evento.

Na sexta-feira, a Copa Prata encerrou o dia de disputas com obstáculos a 1.30m. Sagrou-se campeão o brasiliense Amador Top Marco Antônio Modesto Filho, montando Chevaux Cashley:

A disputa de sábado foi a Copa Bronze (1.20m), e o grande campeão foi o Jovem Cavaleiro João Victor Cunha montando Elegance Cequipel, com tempo de 35s22 no desempate, seguido por Daniel da Rocha e Lambrusco 2M com tempo de 39s89, e o terceiro lugar de Renata Lustosa Vieira e Zea das Cataratas, com tempo de 39s92.

Encerrando a XV edição do CSN Copa JK, a Copa Ouro (1.35m) contou com apenas cinco conjuntos zerados na primeira volta. Um deles foi de Luiz Felipe Pimenta Alves com HFB Kentucky que no desempate garantiu a vitória com outro zero e o menor tempo, de 45s01. A segunda colocação foi de Gabriel Galvão e Carlucci GMS, com zero pontos perdidos e 48s87, seguido por Flávio Grillo e Kirk do Cach com 50s98, únicos três conjuntos que zeraram o desempate.

Todos os resultados da 15ª Copa JK podem ser consultados no site da Federação Hípica de Brasília.

Colaboração: Assessoria FHBr
Crédito das fotos: TM Foto e Vídeo

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Top 10: Marlon Zanotelli integra seleto grupo do ranking mundial

Maranhense radicado na Europa, campeão pan-americano individual e por equipes no Pan 2019, é forte candidato ao Time Brasil de Salto em Tóquio

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Maranhense radicado na Europa, campeão pan-americano individual e por equipes no Pan 2019, é forte candidato ao Time Brasil de Salto em Tóquio

No ranking mundial de Salto FEI Longines, com eventos válidos entre 01/06/2019 e 31/05/2021, pela primeira vez, Marlon Modolo Zanotelli, campeão individual e por equipes no Pan Lima 2029, adentrou o seleto grupo Top 10.

Antes de mais nada, vale destacar que a liderança mudou de mãos, indo do campeão olímpico suíço Steve Guerdat, que agora aparece em 2º com 3225 pontos, para o alemão Daniel Deusser, atual líder com 3385 pontos.

Cabe ressaltar que Marlon é 10º com 2645 pontos, apenas 35 pontos a menos que o 8º o irlandês Darragh Kenny, 2680 pontos, e apenas 3 pontos atrás do norte-americano Mc Lain Ward, 9º, com 2648 pontos.

Além disso, dentre os títulos do campeão pan-americano Marlon, maranhense que reside na Europa há cerca de 13 anos, estão a vitória no GP5* em St Tropez 2020 e o recente vice-campeonato GP5* Rolex Masters s´Hertogenbosch 2021 na Holanda.

Maranhense radicado na Europa, campeão pan-americano individual e por equipes no Pan 2019, é forte candidato ao Time Brasil de Salto em Tóquio

Rumo a Tóquio

Nesse ínterim, o cavaleiro é forte candidato a integrar o Time Brasil nos Jogos Olímpicos de Tóquio. E na próxima semana defende o país em busca do bi na prestigiada Copa das Nações do CSIO5* de La Baule, na França. O Brasil garantiu o seu histórico ouro em La Baule, em maio de 2018.

A comissão técnica do Time Brasil de Salto é formada pelo técnico Philippe Guerdat, Pedro Paulo Lacerda, chefe de equipe, Rodrigo Sarmento, diretor técnico, e ainda ao lado do conselheiro Nelson Pessoa. E tem até 21 de junho para enviar a lista de atletas nomeados para os Jogos Olímpicos, com definição até 5 de julho.

Fonte: CBH
Créditos as fotos: Divulgação/Luis Ruas/Peggy Schroeder

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Tony Fortino vence GP na 3ª Copa Santo Amaro 2021

Essa edição de um dos campeonatos mais concorridos de Salto no Brasil bateu novo recorde com 1,5 mil inscrições

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Entre as provas mais aguardadas da programação da Copa Santo Amaro, o GP aconteceu no sábado (29), e garantiu momentos de muita adrenalina. Dos 40 conjuntos, 15 foram no desempate. Penúltimo em pista o ‘top’ da casa Tony Fortino (foto) levou Protocolo à vitória. Sem faltas, o conjunto marcou 35s12.

Em segundo lugar, o medalhista pan-americano Cesar Almeida com Chicago O. Pista limpa em 35s55. Já o jovem talento santamarense Dudu Barbara, com RSF Princesa, garantiu o terceiro posto. Em meio as consagradas feras do Hipismo brasileiro, zerou os dois percursos e marcou 35s69. 

Por outro lado, o mini-GP, a 1.30m,  na sexta (28), foi o ponto alto. Entre 79 conjuntos, 14 garantiram vaga no desempate. O último em pista levou a melhor: Guilherme Foroni com Estrela del Semilly. Único a zerar abaixo da casa dos 30 segundos, pista limpa, 28s92. Maique Venâncio montando Carabella foi vice, pista limpa, 30s0.

Copa Santo Amaro: essa edição de um dos campeonatos mais concorridos de Salto no Brasil bateu novo recorde com 1,5 mil inscrições
Guilherme Foroni

Recorde de inscritos

Com toda a certeza – e os números mostram isso – o maior ranking interclubes de Salto do país surpreende a cada prova, com sucessivos recordes de participação e crescimento do esporte. A 3ª Copa Santo Amaro 2021 aconteceu no último final de semana, de 26 a 30 de maio, com mais de 1,5 mil inscritos.

Essa é a 23ª edição da Copa Santo Amaro de Salto no Clube Hípico de Santo Amaro de todos os tempos. Ademais, em 2021, o evento já começou batendo recordes. Na primeira etapa, em fevereiro, 1.115 participações. Em seguida, a segunda etapa, entre 6 e 9 de maio, registrou o segundo recorde consecutivo, 1.272 participações.

De acordo com informações do CHSA, sediado na capital paulista, a busca pela prática do Hipismo durante a pandemia da Covid-19 surpreende. De modo que pode ser sentida com fila de espera na Escola de Equitação e por cocheiras no tradicional clube na zona sul de São Paulo.

Resultados completos: www.chsa.com.br.

Fonte: Brasil Hipismo
Crédito das fotos: Divulgação/Luis Ruas

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Enduro Equestre é um dos sete esportes hípicos regulamentados

Com resistência e velocidade, nada mais é do que uma corrida de longa distância a cavalo, com percursos que variam de 35 a 160 quilômetros

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Palavra de origem inglesa, o Enduro Equestre (Endurance) se traduz como competição longa em que a velocidade deve se adequar à resistência. Seus fundamentos são simples e a prática proporciona uma interação do homem com o cavalo e dos dois com a natureza.

Além disso, as corridas a cavalo por longas distâncias fazem parte da história do homem desde a domesticação desses animais. O Enduro que conhecemos hoje é resultado de uma evolução já quase bicentenária. Seu precursor foi o ‘Pony Express’, correio americano a cavalo. Entre 1860 e 1861, atravessava os Estados Unidos de leste a oeste, entre Saint Joseh, no Missouri, e Sacramento, na Califórnia.

Antes de mais nada, o ‘Pony Express’ teve como criadores William Russell, William Waddell e Alexander Magors. Na rotina, estabelecia postos onde os cavalos eram trocados, em trechos que variavam de 10 a 15 milhas, enquanto substituam-se os cavaleiros a cada 75 ou 100 milhas.

Por outro lado, em 1883, o lendário Búffalo Bill criou um show que incluía uma prova de longa distância em homenagem ao ‘Pony Express’. Dessa forma, as apresentações do Wild West Show na Europa inspiraram a criação das provas de resistência.

Enduro Equestre: com resistência e velocidade, nada mais é do que uma corrida de longa distância a cavalo, com percursos em distâncias

O Enduro

Modalidade integrante do quadro da Confederação Brasileira de Hipismo, o Enduro é um dos sete esportes hípicos regulamentados pela Federação Equestre Internacional. De acordo com as especificações do esporte, seus fundamentos são simples e a prática proporciona uma interação do homem com o cavalo e dos dois com a natureza.

Logo após a largada (todos juntos, como numa maratona), os conjuntos percorrem trilhas marcadas com tinta e fitas coloridas. Bosques, parques, florestas, pastos, estradas de terra e demais cenários típicos do meio rural. As trilhas impõem percursos que vão de 35 a 160 quilômetros e as competições se dividem em Velocidade Limitada e Velocidade Livre.

Quem começa na modalidade disputa provas de Velocidade Limitada, por exemplo, com percursos vão de 15 a 60 quilômetros, velocidade determinada pelos organizadores da prova. Quem termina dentro do tempo pré-determinado, ou o mais próximo dele, vence. No entanto, é imprescindível que o animal apresente batimento cardíaco baixo e boas condições físicas para o conjunto não ser eliminado.

A cada etapa do percurso, ou a cada anel, como se chamam as fases da prova, e que variam de 15 a 25 km entre um e outro, o animal passa pelo vet-check (avaliação veterinária). Portanto, a equipe só libera para dar continuidade à prova se o cavalo apresentar condições de permanecer na trilha. Caso contrário o conjunto sai da competição. A mudança de categoria se caracteriza pelo aumento do percurso e da velocidade.

Disputadas contra o relógio, nas provas de Velocidade Livre as distâncias variam de 40 a 160 quilômetros. Condicionamentos físico e emocional estão atrelados e garantem o cumprimento do percursos. Os aneis são distribuídos de 10 a 40 quilômetros e, da mesma forma que na Limitada, o animal só é liberado com tudo ok no vet-check.

Enduro Equestre: com resistência e velocidade, nada mais é do que uma corrida de longa distância a cavalo, com percursos em distâncias

Enduro Equestre no Brasil

No Brasil, o Enduro Equestre chegou no início dos anos 80. As competições de 12 a 20 quilômetros faziam parte das provas da Associação Brasileira de Hipismo Rural. Só para ilustrar, a Associação Brasileira de Criadores do Cavalo Árabe também foi importante no fomento do esporte nesse início.

A primeira prova aconteceu em 1989, em Tremembé/SP. A Maristela Cup, promovida por Homero Diacópulus, da Verdes Eventos. Desde o ano seguinte, 1990, o Enduro faz parte do quadro de modalidades oficiais da CBH. Aliás, foi justamente nesse ano que a CBH realizou o primeiro campeonato brasileiro da modalidade.

Nas décadas de 80 e 90, três vertentes dominavam o esporte no Brasil. A Verdes Eventos, de Homero Diacópulus, como dito, deu a largada. As provas que ele organizava seguiam o modelo francês.

Em seguida veio a Copercom, de Adolpho de Souza Naves Jr e Malu Frisoni. Apoiadores que espelhavam sua conduta no modelo norte-americano. Por fim, o Enduro contou a Malheiro & Malheiro, de Sebastião Malheiro Neto. Ele foi o responsável pela instituição do modelo ‘trail’, baseado em planilhas.

Não importando o gênero, modalidade chama atenção de homens e mulher. A partir dos 14 anos, os interessados já ficam aptos a começar. Acima de tudo, o sucesso no Brasil, entre outros fatores, se deu por conta do clima e volume de animais. Apesar de aberto a todas as raças, são os cavalos de sangue Árabe os maiores protagonistas do esporte.

Fonte: CBH, Instituto Enduro Brasil
Crédito das fotos: FEI

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Hipismo

Salto: Bernardo Alves e Marlon Zanotelli vencem na Europa

Na reta final de observação e seleção do Time Brasil de Salto para os Jogos Olímpicos, cavaleiros brasileiros garantem importantes conquistas

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Domingo (23) de ‘show’ dos cavaleiros brasileiros de Salto na Europa. Duas vitórias e um quarto lugar de Bernardo Alves e Marlon Zanotelli deram, novamente, visibilidade ao Hipismo brasileiro em pistas internacionais.

Assim, no Internacional 4* Bourg en Bresse, na França, Bernardo Alves sagrou-se campeão do GP, 1.55m. Montando El Torreo de Muze, um sela belga de 11 anos, sem faltas na decisão, marcou 41s65. Dos 50 conjuntos, somente dois foram ao desempate.

“A primeira vez que saltamos um GP2* vencemos, a primeira vez que saltamos um GP3* também vencemos. E agora, em um GP4*. Espero seguir assim daqui a duas semanas no GP5* de St Gallen”, comenta Bernardo Alves. Aos 47 anos, o cavaleiro é bicampeão pan-americano por equipe e integrante do Time Brasil em Mundiais e Jogos Olímpicos.

Enquanto isso na Espanha, Marlon Zanotelli foi o destaque. Com sua nova montaria Obora´s Chloe, foi campeão do GP Copa del Rey, a 1.50m. Sem faltas, o atleta brasileiro de Salto marcou 39s71. Dos 39 conjuntos, 11 foram ao desempate. A prova fechou o Global Champions Tour em Madrid.

Vale lembrar que a Marlon Zanotelli é, antes de mais nada, dono de dois ouros no Pan Lima 2019 e atual melhor brasileiro no ranking mundial. No sábado (22), Marlon levou VDL Edgar, sua principal aposta para a Olimpíada de Tóquio, ao quarto posto no GP Longines Madrid, a 1.60m.

Bernardo Alves e Marlon Zanotelli vencem na Europa; reta final de observação e seleção do Time Brasil de Salto para os Jogos Olímpicos
Bernardo Alves (fotos), Marlon Zanotelli e outros brasileiros brilharam na Europa na rodada da semana

Outros resultados

Na Itália, no Internacional 3* Gorla Minore, o domingo (23) foi do cavaleiro pan-americano Felipe Amaral. Apresentando Germanico T foi vice no GP, 1.50m. Estiveram em pista 59 conjuntos, com oito no desempate. Felipe e Germanico T zeraram em 42s42 ficando em segundo lugar.

O melhor resultado do Internacional 3* Opglabbeeck, na Bélgica, foi de Eduardo Menezes. No GP, a 1.55m, domingo (23), levou H5 Elvaro ao vice-campeonato. Dos 60 conjuntos, 12 habilitaram-se ao desempate. A dupla, então, marcou 35s11 sem faltas. A saber, eles fizeram uma ótima temporada nos Estados Unidos e acabaram de chegar à Europa.

Carlos Ribas, o Cacá, também venceu na Bélgica. Em prova a 1.40m de valores, em dupla com Kartouzo van´t Kathof, honrou as cores do Brasil. Marcou 53s01 de tempo no seu percurso campeão.

Fechando o Internacional 2* de Bonheiden, também na Bélgica, dois brasileiros emplacaram no GP. Dos 51 conjuntos, 12 foram ao desempate. Thiago Ribas da Costa e Kassandra van´t Heike, fecharam na 4ª colocação, sem faltas, 37s81. Enquanto André Reichmann com Quinetto Z garantiu o quinto posto, pista limpa, 38s15.

Time Brasil foi terceiro na primeira Copa das Nações de 2021 – Foto: Arquivo Pessoal

Reta final para Tóquio

Entre 26 e 30 de maio, o Time Brasil larga na Copa das Nações do CSIO5* de Roma. Equipe formada por Rodrigo Pessoa, Yuri Mansur, Luiz Francisco de Azevedo e Luis Felipe de Azevedo Filho. Dessa forma, o País entra na reta final de seleção e observação para formação da equipe que irá aos Jogos Olímpicos de Tóquio.

Nas primeiras duas semanas de junho, o Brasil também disputará outras duas Copa das Nações 5*, uma em St Gallen (Suíça) e a outra La Baule (França). Assim como estará também e uma 3*, em Peelbergen (Holanda).

A comissão técnica do Time Brasil de Salto tem até 21 de junho para enviar a lista de atletas nomeados para os Jogos Olímpicos e a equipe precisa estar definida até 5 de julho. Além do técnico Philippe Guerdat, a comissão tem Pedro Paulo Lacerda, chefe de equipe, Rodrigo Sarmento, diretor técnico, e o conselheiro Nelson Pessoa.

Fonte: Assessoria de Imprensa CBH
Crédito da foto de chamada: Divulgação/Jumping International Bourge en Bresse

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Hipismo

Saiba quem foram os campeões do Nacional de Salto D Maio

Juliano Carlos faturou Clássico e Andrea Muniz ficou com o título da Copa Ouro; as duas categorias mais aguardadas de evento em SP, no Clube Hípico de Santo Amaro

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O Clube Hípico de Santo Amaro, em São Paulo, realizou o 6º Concurso de Salto Nacional – CSN3* D Maio. De 11 a 16 de maio, os números mostram 1.460 participações e R$ 160,3 mil em prêmios, em 34 provas de 1 a 1.45m e ainda nas séries da Copa Cavalos Novos.

Antes de mais nada, o CSN D Maio não contou com a presença do público e os participantes pagaram estacionamento com doação de alimentos, que serão distribuídos para famílias vulneráveis na zona sul da capital.

No domingo (16), a decisão do Clássico, a 1.40/1.45m, animou os apaixonados pela modalidade Salto. Foi a espetacular vitória do cavaleiro da casa Juliano Loureiro Carlos, apresentando WS Kandanora Z. Dos 43 conjuntos, os 12 melhores da primeira volta – entre os quais sete sem faltas – foram ao desempate. 

Último em pista, por ter sido o mais rápido na primeira passada, Juliano e WS Kandanora Z (foto), foram perfeitos do início ao fim. Dessa forma, cruzaram a linha de chegada sem faltas em 38s18. Com esse tempo, superaram em mais de dois segundos o então líder e ficaram com a vitória.

O vice-campeonato ficou com o top carioca Tiago Mesquita apresentando Falbert SB, duplo zero, 40s74.

Juliano Carlos faturou Clássico e Andrea Muniz ficou com o título da Copa Ouro de Salto; as duas categorias mais aguardadas de evento em SP
Andrea Muniz

No sábado (15), a sempre concorrida Copa Ouro, a 1.35m, foi o ponto alto em Santo Amaro. A disputa contou com 58 conjuntos e 12 no desempate. Dando show de categoria, Andrea Muniz, amazona baiana e da casa, foi última em pista.

Apresentando Toronto Xangô, de apenas 7 anos e criação da família da amazona, sem faltas venceu com a incrível marca de 37s66. Luis Gustavo Ferreira, brasiliense radicado no Paraná, levou o SL Sabacord ao vice campeonato, 39s11.

Fonte: Assessoria de Imprensa CBH
Crédito das fotos: Luis Ruas

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Salto: brasileiros obtém vitórias na Europa

Eduardo Menezes na Holanda, Pedro Veniss na Itália, Marlon Zanotelli na França; competidores brasileiros seguem no continente europeu visando preparação para os Jogos Olímpicos

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Os resultados expressivos do Salto no Exterior são uma constante para competidores brasileiros. Assim sendo, entre os melhores da rodada da semana passada, vitória de Eduardo Menezes (foto de chamada). Na sexta-feira (7), montando H5 Elvaro, o brasileiro chegou em primeiro lugar em uma prova de velocidade.

Saltando a 1.55m, principal disputa do dia no Internacional 4* em Valkenswaard, na Holanda, o conjunto marcou percurso limpo em 66s60. A saber, entre outros, Eduardo Menezes integrou o time de Salto medalha de ouro por equipe no Pan Lima 2019.

Em seguida, o vice de Pedro Veniss no Internacional 4* Montefalco, na Itália. Também na sexta (7), montando Boeckmanns Lord Pezi Junior encerrou em segundo lugar prova de duas fases, 1.45/1.50m, pista limpa em 26s03. Campeão pan-americano de Salto por equipe em Lima 2019 e Rio 2007, Pedro enfrentou essa prova com um total de 83 conjuntos.

No mesmo evento, mas com outro cavalo, Balada de Colores, Pedro chegou duas vezes em quinto lugar. Um delas no sábado (8), prova a 1.50m, em duas fases. Assim como na quinta-feira (6), a 1.45m, também em duas fases.

Enquanto isso, no Internacional 5* Hubside St Tropez Grimaud, Marlon Zanotelli emplacou em segundo lugar em duas provas. Campeão individual e por equipe de Salto no Pan Lima 2019, montou Golia para carimbar o vice em provas a 1.45m, em duas fases.

Na quinta (6) fizeram pista limpa em 34s37 entre um total de 65 conjuntos. E sábado (8), garantiram o vice sem faltas em 30s81, total de 35 concorrentes. Em St Tropez o Brasil também está representado pela amazona amadora Ana Eliza Aguiar Ramos. Montando Iris Império Egípcio venceu a prova 1*, a 1.15m, no sábado (8).

Salto rumo a Tóquio

Até dia 21 de junho candidatos a vaga nos Times Brasil podem garantir índices técnicos e as equipes precisam estar definidas em 5 de julho.

O suíço Philippe Guerdat, técnico do Time Brasil de Salto, e Pedro Paulo Lacerda, diretor de Salto da CBH, além do novo diretor técnico Rodrigo Sarmento, acompanham o desempenho dos conjuntos na Europa visando a definição da equipe.

As provas de Salto nos Jogos Olímpicos acontecem entre 3 e 8 de agosto no Equestrian Park em Tóquio.

Fonte: Assessoria de Imprensa CBH
Crédito da foto de chamada: Reprodução/Facebook

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Hipismo

Rodolpho Riskalla é ‘tri’ em Adestramento Paraequestre na Alemanha

Forte candidato a medalha da modalidade nas Paralimpíadas de Tóquio, o cavaleiro – atual nº 2 do ranking mundial Grau IV e nº 9 no ranking geral – também carimbou vitória no Internacional Maimarkt Turnier em 2020 e 2019

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Rodolpho Riskalla, montando Don Frederic, garantiu vitória e o tricampeonato consecutivo no tradicional Concurso Paraequestre Internacional Maimarkt Turnier CPEDI3*, em Mannheim, na Alemanha. A final da prova de Adestramento Paraequestre aconteceu no sábado (8) quando o top brasileiro somou 73,821% de aproveitamento.

Competindo no grau IV, a parceria de Rodolpho Riskallae Don Frederic é um sucesso. O cavalo, um hannoverano de 12 anos, é de propriedade da brasileira Tania Loeb Wald.

“O Don Frederic foi muito bem. Vou levá-lo para o Internacional de Adestramento Paraequestre de Munique, na Alemanha, daqui a duas semanas, porque já não competia com ele há muitos meses. Esse foi terceiro ano que venho e venço em Mannheim. Dessa forma, agora vamos nos preparar para as próximas provas”, destaca Rodolpho.

E ele ainda vez questão de agradecer a dona do cavalo: “Também gostaria de agradecer a Tania pela oportunidade de montar esse super cavalo”. Rodolpho Riskalla é, antes de mais nada, o atual nº 2 do ranking mundial Grau IV, bem como nº 9 no ranking geral. Entre outros títulos, duas vezes vice-campeão mundial em 2018 e forte candidato a medalha nos Jogos Paralímpicos de Tóquio.

De fato, as projeções são boas para o brasileiro, que conta com duas montarias. Além de Don Frederic ele também apresenta Don Henrico. Com Don Henrico, um hannoverano de 18 anos, aliás, o cavaleiro foi tricampeão no Internacional CPEDI3* Shaqab, em Doha, Catar, em fevereiro de 2021.

“A escolha entre os dois cavalos para Tóquio depende das próximas provas”, explica. Os Jogos Paralímpicos de Tóquio acontecem entre 24 de agosto e 5 de setembro. Enquanto a corrida pelas medalhas no Adestramento Paraquestre ocorre entre 26 e 30 de agosto.

Fonte: Assessoria de Imprensa CBH
Crédito da foto de chamada: Divulgação/ Ralph Kuckuck

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Hipismo

Haras Endurance realiza sua tradicional prova de 120 km

A prova mais tradicional de Enduro Equestre das Américas aconteceu no dia 1° de maio no Haras Endurance, em Bragança Paulista/SP

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De acordo com informações da organização, o dia começou frio e muito cedo com as equipes e cavalos se preparando para a largada dos 120 quilômetros. Trata-se da prova mais tradicional de Enduro Equestre das Américas, que aconteceu dia 1° de maio, no Haras Endurance, em Bragança Paulista/SP. Acima de tudo, disputas valendo pela I Etapa do Paulistão 2021.

Pontualmente às 6h largaram os adultos e os Young riders a fim de cumprir a jornada dos 120 quilômetros de percurso da categoria principal do evento por trilhas e em velocidade. Em seguida, largaram as demais categorias: 100 km, 80 km, 60 km, todas de velocidade livre; assim como as categorias de regularidade, 40 km e 20 km.

Antes de mais nada, segundo a organização, o espírito familiar esteve presente assim como em todos os eventos de Enduro Equestre. A começar com todos os conjuntos cavalgando felizes por trilhas e belas paisagens. Um sempre apoiando o outro, mesmo que momentaneamente adversários.

A prova mais tradicional de Enduro Equestre das Américas aconteceu no dia 1° de maio no Haras Endurance, em Bragança Paulista/SP
Haras Endurance, em Bragança Paulista/SP, premiou campeões da I Etapa do Paulistão 2021 de Enduro Equestre

Como se viu quando uma das youngs caiu com o cavalo, que ficou preso em uma cerca. Enquanto uns ficaram com a amazona, outros buscaram ajuda e tudo se resolveu. Cavalo e amazona passam bem.

Enduro Equestre é uma prova de resistência, com hora para começar, contudo sem hora para acabar. O tempo é longo em cima do cavalo, diversos quilômetros e muitas possibilidades. 

Vale ressaltar que nas provas de velocidade, ganha quem chegar primeiro e passar em todos os vet-checks; assim como nas categorias de regularidade, o melhor é aquele que faz a prova dentro do tempo e apresenta o cavalo com o batimento cardíaco mais baixo.

Resultados completos, clique aqui.

Crédito das fotos: Divulgação

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Hipismo

Carlos Parro e Goliath classificados para as Olimpíadas de Tóquio

Conjunto garantiu o segundo índice e a qualificação olímpica no Concurso Completo de Equitação em prova na Polônia; veja também sobre o Mundial de Enduro Equestre 2021

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Em mais um bom final de semana para o Hipismo brasileiro, Carlos Parro, montando Goliath, garantiu vaga na modalidade Concurso Completo de Equitação para as Olimpíadas de Tóquio 2021. O conjunto participou, de 30 de abril a 2 de maio, do CCI4*-L Stregom na Polônia.

Ao lado do sela holandês de apenas 10 anos, Carlos Parro garantiu o segundo índice olímpico exigido para a qualificação. Portanto, agora está tecnicamente habilitado para Jogos Olímpicos marcados para julho no Japão.

Na oportunidade, Carlos Parro e Goliath (foto de chamada) fecharam o Adestramento com -34,6 pontos perdidos (pp). Em seguida, fizeram um percurso seguro e sem faltas no Cross, com 26 pp por estourar o tempo. Por fim, no Salto cometeram duas faltas, 8 pp. Ao todo, fecharam com 70,5 pp na 14ª colocação.

O primeiro índice da dupla foi no CCI4*S em Barroca de Alva, em Portugal, em novembro de 2020. Radicado na Inglaterra há 20 anos, Cacá, 41 anos, integrou o Time medalha de prata e foi bronze individual no Pan Lima 2019.

Com vasta experiência em provas desse nível, também foi bronze por equipe no Pan Rio 2007, prata por equipe no Pan Toronto 2015. E ainda integrou o Time Brasil na Rio 2016 e defendeu o Brasil no individual em Sydney 2000.

Vagas no CCE

Candidatos a uma vaga no Time Brasil de Concurso Completo de Equitação nos Jogos Olímpicos de Tóquio precisam garantir índices técnicos entre 1° de janeiro de 2019 e 21 junho de 2021. Um em CCI5*-Longo; ou um índice técnico em CCI4*-Longo e em um CCI4* – Curto.

A fim de obter esse índice técnico, o conjunto tem que registrar o mínimo de 55% no Adestramento; zerar ou 11 pontos perdidos nos obstáculos no Cross, e não mais que 75 segundos de excesso tempo (100 segundos em CCI5*L); e no Salto não mais que 16 pontos perdidos.

Com o segundo índice de Carlos Parro, ele se junta a Rafael Losano, também em atividade na Inglaterra, Nilson Moreira Leite, radicado nos Estados Unidos, e a Marcio Appel, em atividade no Brasil e Europa. Todos estão tecnicamente qualificados para os Jogos.

Marcelo Tosi, com Genfly, Marcio Carvalho Jorge, com Joly Jumper, Ruy Fonseca Filho, com Ballypatrick SRS têm um índice cada. Marcio e Ruy residem na Inglaterra e também estiveram a postos no CCI4*-L Stregom. 

Ruy e Ballypatrick SRS não foram para o Cross. Marcio, com Joly Jumper, que fez o primeiro índice em 18 de abril na Inglaterra, não concluiu o Cross. Marcelo, em atividade no Brasil, busca seu retorno para a Inglaterra. É lá que está seu cavalo Genfly.

Mas, o competidor enfrenta dificuldades devido às restrições de viagem em função da pandemia da Covid-19. Iberon JMen, montaria de Marcio Appel, também está na Inglaterra. Dessa forma, o cavaleiro estudao a melhor logística para entrar no país nessa reta final de preparação para os Jogos Olímpicos.

Carlos Parro e Goliath garantiram o segundo índice e a qualificação olímpica no Concurso Completo de Equitação em prova na Polônia
Felipe Morgulis e Saiph SBV

Mundial de Enduro Equestre 2021

O Mundial de Enduro Equestre 2021 acontece dias 21 e 22 de maio, no parque de San Rossore. Na programação, dia 21 acontece a primeira inspeção veterinária e em 22 começa a disputa de 160 km. A saber, percorrida pelo mesmo cavalo e cavaleiro em um único dia.

O evento por si só sofreu incertezas sobre sua realização. Contudo, a Federação Equestre Internacional abriu as inscrições e o Brasil é uma das 24 nações participantes. Time formado por Felipe Morgulis (com Saiph SBV), André Vidiz (com Chambord Endurance), Renato Salvador (com Uzes Trio), e Rodrigo Barreto (com Koheilan Elvira P).

Apesar das dificuldades, Morgulis já se encontra na Itália e está animado para a disputa. Antes de mais nada, a Comissão de Enduro da CBH está ciente de que será um Mundial diferente de outros anos por conta de todos os novos protocolos impostos pela pandemia.

Fonte: Assessoria de Imprensa CBH e  Isabella Campedelli
Crédito da foto de chamada: Reprodução/Instagram

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Hipismo

Nelson Pessoa é um dos maiores cavaleiros do Brasil

Conhecido como Neco Pessoa, também já foi e técnico da equipe de Hipismo em duas medalhas olímpicas e hoje se dedica na formação de novos cavaleiros

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Nelson Pessoa, também já foi e técnico da equipe de Hipismo em duas medalhas olímpicas e hoje se dedica na formação de novos cavaleiros

Em ano Olímpico nada melhor do que conhecer um pouco a respeito de uma das lendas do Hipismo. Nelson Pessoa Filho, de 85 anos, é, sem dúvida, um dos maiores cavaleiros do Brasil.

Desde muito cedo começou a montar e a se destacar nos torneios de que participou. Logo alçou voos mais altos, como, por exemplo, a participação nos Jogos Olímpicos de Estocolmo em 1956 quando tinha 21 anos.

O carioca Nelson Pessoa, natural da capital Rio de Janeiro, foi atleta do Clube de Regatas do Flamengo. Em 1961 mudou-se para a Europa a fim de se aperfeiçoar na modalidade hípica que abraçou, o Salto.

Antes de mais nada, o apelidaram de ‘Feiticeiro’ devido ao estilo que usava para conduzir os animais que montava. Diziam na época que parecia ser uma obra de encantamento.

No Salto, então, conquistou pela primeira vez a medalhas de ouro por equipe e de prata no individual nos Jogos Pan-Americanos de 1967, em Winnipeg, Canadá. Ainda como atleta, participou dos Jogos Olímpicos de Tóquio, em 1964. Nessa oportunidade, aliás, foi o único representante do Brasil encerrando sua participação com o quinto lugar.

Ao todo ele disputou cinco Olimpíadas: Estocolmo, Tóquio, Cidade do México (1968), Munique (1972) e Barcelona (1992 – essa, a sua última como atleta). Além disso, em Barcelona momento histórico para o Hipismo brasileiro e para sua carreira, já que estava ao lado do filho Rodrigo Pessoa.

Nelson Pessoa, também já foi e técnico da equipe de Hipismo em duas medalhas olímpicas e hoje se dedica na formação de novos cavaleiros
Em 1968 – Foto: Ron Kroon

Formador de campeões

Entre outros títulos, Nelson Pessoa foi ainda campeão europeu, quatro vezes campeão brasileiro, sete vezes campeão (recorde de vitórias) do Derby de Hamburgo, tricampeão do Derby de Hickstead e vencedor de aproximadamente 150 GPs na Europa.

Juntamente com as experiências em Olimpíadas, bagagem de sobra para continuar a carreira como mestre de novos campeões. Dessa forma, nas edições seguintes à sua despedida como atleta, em Atlanta (1996) e Sydney (2000), Nelson Pessoa foi o treinador da equipe brasileira que conquistou as medalhas de bronze por equipe no Salto.

Atlanta, aliás, foi a primeira medalha olímpica do esporte equestre brasileiro. Ano em que foi técnico do seu filho na conquista dele do título de campeão do mundo em 1998 e da medalha de ouro nos Jogos de Atenas 2004.

Nessa altura da carreira, já tinha experiência como técnico de várias equipes na Europa, no Oriente Médio e no Brasil. Atualmente, Neco segue trabalhando como treinador e preparador de equipes de alto nível.

Fonte: Comissão de Atletas, CBH, Wikepedia
Na foto de chamada: Nelson Pessoa em 1974 | Crédito: Show Jumping Nostalgia

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