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Liga Leste dá inicio ao seu campeonato de provas Oficializadas

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Liga Leste dá inicio ao seu campeonato de provas Oficializadas

Pelo sétimo ano, as raças Quarto de Milha, Paint Horse e Crioulo fazem campeonatos em parceria com a Liga

 De acordo com balanço da diretoria da Liga Leste Paulista de Team Penning, a primeira etapa das Provas Oficializadas de Team Penning e Ranch Sorting realizadas nas raças Quarto de Milha, Paint Horse e Crioulo superou as expectativas.

Em dois dias de prova, 1° e 2 de fevereiro, no Haras Luana, em Rio Claro/SP, mais de 420 passadas. É o que conta o presidente da Liga Leste para 2020, Paulo Morais. “Esta primeira etapa foi concluída com sucesso e expectativa superada”.

De fato, houve um aumento de competidores e animais. A média do ano passado era de 350 passadas. “Também recebemos novos competidores e público para essa etapa. É muito importante essa entrada de novos adeptos a Liga”, reforça Paulo.

O trabalho que vem sendo feito nas diretorias anteriores, de fortalecimento não só das modalidades, mas também da parceria com as três raças, certamente ainda dará muitos frutos. “Estamos satisfeitos, ocorreu tudo certo, e finalizamos a prova com sucesso total”.

Paulo lembra ainda que somadas as premiações, foram distribuídas 12 motos e mais premiação em dinheiro.

Liga Leste dá inicio ao seu campeonato de provas Oficializadas

Quarto de Milha

As provas do Quarto de Milha valendo para a ABQM contaram com nove categorias. 2020 está sendo o sétimo ano de parceria da ABQM no Team Penning e o sexto no Ranch Sorting. Para as categorias Potro do futuro e Cavalo Iniciante, o segundo campeonato.

O destaque no Team Penning pela ABQM foi o trio formado por Luiza Junqueira, Natanael Valdecir Pizetta e Renato Dos Santos Leite Varallo. Marcaram o menor tempo da prova, 20s480 (3 bois), montando – respectivamente – Lady Smart Pistol, Atos Indian Jewl OFC e High Light Rey. Dessa forma, ficando com o título na categoria Derby Amador.

No Ranch Sorting, venceram a Amador Principiante com o menor tempo da prova – 20s815 (10 bois) – Paulo Marnelito Streit, com Iron Lena Cat, e Thiago João Costa, com Atos Indian Jewl OFC. Resultados completos, clique aqui.

Paint Horse

Inegavelmente, através da forte parceria como grupo Paint Performance, a raça realizou a abertura de mais um campeonato junto com a Liga Leste. As categorias disputadas foram Aberta, Amador, Feminino, Master e Principiante.

Homero Mollo Jr, com Fuscão Adelta Dixie, Rafael Grilo, com Crazy Nurse Pep HSA, e Mario Cunha, com Yoko Boon Ca SZ, fizeram 19s928 e ficaram com o título da categoria Aberta no Team Penning. O menor tempo dessa prova para a raça.

Enquanto no Ranch Sorting da Paint, menor tempo para João Lucas Borsoi e Matheus Secco. Em 43s228 apartaram os dez bois. Montando, respectivamente, Roma San Chica KB e Double Billie.

Liga Leste dá inicio ao seu campeonato de provas Oficializadas

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Ao lado da ABCCC, a Liga Leste realiza as provas de Team Penning e Ranch Sorting do Cavalo Crioulo. Assim sendo, o Analista de Expansão da Associação, Lucas Lau, acompanhou de perto as provas. “As duas modalidades são muito fortes na região”z.

Para ele, o destaque do evento foi o trio que registrou o melhor tempo entre todas as categorias do Team Penning: Companheiro 33 da Quinta, Feitiço Bertolini e HD Minuano. Em 17s068 fecharam os três bois para ganhar a Aberta. Foram apresentados por Byan Eysink, Guto Tranquilini e Julio Cesar Minussi.

Por fim, no Ranch Sorting do cavalo Crioulo, destaque para TCP El Temprangro e TCP Fiorentina. Com 35s602 apartaram os dez bois sendo montados por Julio Cesar Minussi e João Salla, vitoriosos na categoria Aberta. Todos os resultados, clique aqui.

Por Luciana Omena
Fotos: Divulgação/Facebook Liga Leste

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Futuro da raça: Freio Jovem apresenta seus campeões de 2020

Modalidade da ABCCC definiu os vencedores em oito categorias no palco do Freio de Ouro

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Ao todo, 83 conjuntos participaram da final do Freio Jovem e, assim, mostraram em pista o futuro da raça Crioula. O evento – organizado pela Associação Brasileira de Criadores de Cavalos Crioulos (ABCCC) – aconteceu nos dias 24 e 25 de novembro, em Esteio/RS.

Como resultado, subiram ao pódio os pequenos ginetes, com idades entre 6 e 7 anos, que não venceram sozinhos. Afinal, todos saíram campeões. Sobretudo porque o futuro da raça Crioula nasce a cada montaria, ainda mais no Parque de Exposições Assis Brasil, palco do Freio de Ouro.

Sendo assim, histórias não faltaram. Uma delas é que o Freio Jovem foi porta de entrada para que pequenos ginetes pudessem retornar às pistas. Como é caso, por exemplo, da história do Freio de Alpaca na categoria Infantil A, Giovane Pauletto da Silveira.

Além disso, a edição 2020 da final também reuniu pequenas cavaleiras que almejam o Freio de Ouro. Como a Freio de Ouro na categoria Infantil A, Maria Antonia Rocha. “Eu quero continuar montando para provas de marcha, enduro e freio, e eu quero ser veterinária”, almejou.

Futuro da raça

Contudo, a maior lição do Freio Jovem está traduzida na pista de prova: o futuro da raça nasce no presente. Nesse sentido, o treinador Heber Vega Pereira de Ávila, que levou 13 conjuntos à final, relatou o dia a dia com os pequenos ginetes que crescem a cada dia.

“Quando eles gostam e têm jeito pra coisa, em pouquinhos dias a gente já vê evolução. De semana a semana, daqui a pouco estão treinando igual a gente. Levamos pra pista e eles vão pegando detalhes mínimos e vão se aperfeiçoando. Esses são os futuros ginetes. E na pista aqui também: a gente vê a diferença de quem vai andar, pela tranquilidade, se é sereno, concentrado, e o tocador, que entra na pista e muda”, destacou.

Por fim, confira abaixo o resultado das oito categorias disputas no Freio Jovem 2020.

Infantil A Feminino

1º lugar: Maria Antonia Rocha montando SJ Arrinconada. Média final: 9,754
2º lugar: Catiele Botelho montando Escapada de Santa Angélica. Média final: 8,741
3º lugar: Victoria Rissi montando Huracán da Josefina. Média final: 7,991
4º lugar: Catiele Botelho montando Ouro Preto del Pardillo. Média final: 7,636

Infantil A Masculino

1º lugar: João Pedro Santos montando Cabanha Canaã. Média final: 10,954
2º lugar: Raí Ruiz Pigrucci montando Intendente da Reservada. Média final: 8,954
3º lugar: João Vithor Passos montando CP Novicia. Média final: 7,486
4º lugar: Giovane Silveira montando Macanudo da Terra Costa. Média final: 5,558

Infantil B Feminino

1º lugar: Racheli da Silva montando Herança do Caapi. Média final: 9,759
2º lugar: Ana Betina Annas montando JRV Maneia de Trava. Média final: 8,686
3º lugar: Racheli da Silva montando Faceira da Cola Crioula. Média final: 8,683
4º lugar: Marcelly da Cunha montando Quinchador da Badana. Média final: 8,078

Infantil B Masculino

1º lugar: Francisco Moglia montando Capanegra Ventho. Média final: 12,681
2º lugar: Gabriel Macedo montando Improviso II da Tradição. Média final: 11,965
3º lugar: Caetano Gonçalves montando LJG Alquimista. Média final: 11,306
4º lugar: Venancio Costa montando Abaeté do Monbáy-Porã. Média final: 10,529

Juvenil Feminino

1º lugar: Sinthia Schuster montando Capanegra Questionado. Média final: 12,481
2º lugar: Laura Vencato montando Las Callanas Morita-TE. Média final: 11,022
3º lugar: Valeria Teixeira montando Bem Criada das Três Argolas. Média final: 10,710
4º lugar: Julia Avila montando Armada do Areal. Média final: 10,418

Juvenil Masculino

1º lugar: João Victor Casagrande montando Odilo Namorada. Média final: 10,661
2º lugar: João Manoel Beckel montando Embiara do Purunã. Média final: 10,595
3º lugar: Iago Costa montando Data Venia Carpeta. Média final: 10,501
4º lugar: João Victor Casagrande montando JRV Inédita da Alvorada. Média final: 10,472

Júnior Feminino

1º lugar: Luiza Lopes montando El Condor Pataquera. Média final: 9,799
2º lugar: Valentina Jardim montando Katanca do Mano a Mano. Média final: 9,022
3º lugar: Julia de Oliveira montando Un Regalo do Infinito. Média final: 8,822
4º lugar: Tysuy Mendes montando RE Guzman. Média final: 6,929

Júnior Masculino

1º lugar: Artur Capeletti montando SJ a la Gandaia. Média final: 9,516
2º lugar: Felipe Tomiozzo montando Ufano do Infinito. Média final: 9,261
3º lugar: Felipe Tomiozzo montando Zaragoza do Infinito. Média final: 9,175
4º lugar: Artur Capeletti montando PM Barulho do Campo. Média final: 8,840

Fonte: ABCCC
Legenda da foto em destaque: Infantil Feminino A
Crédito das fotos:
 Divulgação/ABCCC/Felipe Ulbrich

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Melhores domadores do ano são premiados na final em Esteio

Doma de Ouro e Um Ano de Freio conheceram seus vencedores do ciclo promovido pela ABCCC

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Peça chave por trás de todo cavalo atleta, os domadores são, inegavelmente, a base para toda e qualquer atividade executada pelo cavalo Crioulo. Dessa forma, desde 2015, os profissionais da doma têm a possibilidade de demonstrar oficialmente, e para todo o público da raça, os detalhes que envolvem o ofício.

Neste ano, as finais da Doma de Ouro – etapa de Redomão da ABCCC + Um Ano de Freio – aconteceram entre quinta-feira (19) e o domingo (22), em Esteio/RS. Como resultado, a quantia de R$ 40 mil foi distribuída entre os melhores do ano, reconhecendo, portanto, a importância da atividade.

Ao todo, participaram 49 conjuntos na Doma de Ouro e 16 na Um Ano de Freio, admitidos pelo técnico Thiago Andreolla Persici.

Melhores domadores do ano

Em destaque na disputa do ciclo 2020, o domador Rian Valadão, que iniciou a carreira no Redomão da Lagoa, em 2011, e trilhou um caminho de vitórias no Freio Jovem da ABCCC. Assim, garantiu as principais colocações da etapa de Um Ano de Freio com Jardineira do Mako e Comunista da Estagira.

“Graças a Deus, meu pai e meu irmão que me fizeram um costado, consegui levar o 1º e 2º lugar para casa”, comemorou o jovem que dividiu a pista, inclusive, com o irmão – Nathan Valadão. Além da 1ª e 2ª colocação, Rian também foi o grande vencedor do título de Domador do Ano – Troféu Vilson Souza, que consagra o competidor que obteve a maior nota somada entre a final de 21 dias e Um Ano de Freio.

Já na competição da Doma de Ouro, que avalia a doma de 21 dias de um potro, o domador do ano de 2019 voltou à pista e assumiu o lugar mais alto do pódio: Marcos Silveira, montando Boina do Kavaju Porã.

Sobretudo, Marcos carrega a experiência adquirida como ex-ginete do Freio de Ouro e, atualmente, exerce profissionalmente a função da doma e treinamentos de Cavalos Crioulos. Afinal, não é à toa que ele também garantiu a 4ª colocação na Um Ano de Freio.

Antes de mais nada vale frisar que os conjuntos foram avaliados pelos jurados Gabriel Viola Marty e Luciano Correa Passos.

Rian Valadão – Foto: Divulgação/ABCCC/Felipe Ulbrich

Confira o resultado

DOMA DE OURO – REDOMÃO DA ABCCC

1º lugar: Marcos Braga Silveira de Ávila montando Boina do Kavaju Porã
2º lugar: Rian de Vasconcelos Valadão montando Luz Del Fuego do Mako
3º lugar: Alexandre dos Santos Borges montando Guindo Beribá
4º lugar: Caue Trentini Hertmann montando Sedutora da Bela Aliança

UM ANO DE FREIO

1º lugar: Rian de Vasconcelos Valadão montando Jardineira do Mako
2º lugar: Rian de Vasconcelos Valadão montado Comunista da Estagira
3º lugar: Felipe Santos da Silva montando Moço Bueno 1918 Maufer
4º lugar: Marcos Braga Silveira de Ávila montando Santa Augusta Nega Joana

Fonte: ABCCC
Crédito das fotos:
Divulgação/ABCCC/Felipe Ulbrich

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Estudo trata sobre a predisposição da raça Crioula ao ganho de peso

Pesquisa está buscando avaliar a predisposição à obesidade e a Síndrome Metabólica Equina em animais da raça Crioula

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Um estudo realizado está buscando avaliar a predisposição à obesidade e a Síndrome Metabólica Equina em animais da raça Crioula. Antes de mais nada vale frisar que o trabalho é desenvolvido pelo Laboratório de Pesquisa em Saúde Digestiva e Desempenho de Equinos (LabEqui), da Faculdade de Medicina Veterinária e Zootecnia (FMVZ-USP), de Pirassununga/SP.

Dessa forma, o projeto que está sob responsabilidade da mestranda em Nutrição e Produção Animal Raquel Pereira Buroxid. Contudo, sob orientação do Prof. Dr. Alexandre Augusto de Oliveira Gobesso A mestranda é formada em Zootecnia pela Universidade Federal de Pelotas (UFPEL) e parceira de longa data em pesquisas relacionadas a raça Crioula.

Sendo assim, os trabalhos estão sendo desenvolvidos em três etapas. A primeira consiste em um formulário de perguntas direcionado aos proprietários e criadores da raça. Os interessados em participar devem clicar aqui e, portanto, preencher o formulário.

Sobre o estudo

De acordo com Raquel, a pesquisa tem como finalidade comprovar a existência de um fator genético que interfere no desenvolvimento dos animais da raça. A principal explicação para a ocorrência seria o processo evolutivo do animal. Este que, juntamente a domesticação com dietas altamente energéticas, resultaram em uma maior predisposição ao sobrepeso.

Ainda conforme Raquel, há relatos tanto por parte de profissionais da área, quanto de estudos relacionados à Síndrome Metabólica Equina que comprovam esta predisposição ao ganho de peso em raças de mesma origem genética. “É possível notar que em alguns grupos de equinos submetidos as mesmas condições nutricionais, alguns se destacam em relação ao escore de condição corporal e peso” exemplifica a mestranda.

Portanto, a pesquisa também busca desenvolver, a partir da comprovação de seus estudos, um modelo alimentar ideal para a raça. De modo, aliás, a auxiliar proprietários e criadores com o manejo de seus animais. Bem como evitar que os exemplares venham a ter uma longevidade atlética curta.

“O sobrepeso, principalmente a obesidade, faz com que o equino deixe de expressar todo o seu potencial genético. Ao treinar um cavalo que está com sobrepeso ou obesidade, ele pode não expressar o seu melhor, além de poder gerar lesões por isso” afirma a mestranda que também ressalta que em caso de potros em desenvolvimento, tal fator pode ocasionar uma deficiência no crescimento, ou seja, o animal pode não atingir a altura mínima estimada pela raça.

Das etapas da pesquisa

Sendo a primeira etapa do estudo, o formulário auxiliará na pesquisa trazendo um panorama de como é feito, de modo geral, o manejo desses animais. “Através das respostas dos proprietários e criadores, saberemos qual é o biotipo corporal que o criador preconiza, quais alimentos e quantidades são ofertados”, explica Raquel.

E, por fim, complementa com os próximos passos da pesquisa:  “Depois desse formulário, queremos fazer um experimento para avaliar o microbioma desses animais, quais microrganismos específicos estão ligados a predisposição ao ganho de peso e na terceira etapa iremos avaliar se há marcadores moleculares para rastrear indicadores de Síndrome Metabólica Equina que mostrem que existe uma hereditariedade”, finaliza.

Fonte: ABCCC
Crédito das fotos:
 Divulgação/ABCCC

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