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Live de Rédeas é primeiro evento da modalidade na pandemia

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Agora foi a vez da Rédeas estrear o formato de competições sem público com transmissão pela internet

A Live Amigos da Rédeas e Pré-Futurity foi o primeiro evento da modalidade em meio a pandemia da Covid-19. A prova aconteceu dias 11 e 12 de setembro, no Haras NSG em São Pedro/SP, iniciativa do Haras Retiro Velho.  Jacques Rodrigues se lançou nesse desafio ofertando R$ 50 mil em dinheiro e mais duas motos ‘zero’ km de premiação. Após mais de cinco meses sem competições, a ideia ‘bombou’ e teve saldo totalmente positivo.

“A gente vem fazendo um trabalho sério, desde a seleção dos potros, quais começam a doma e quais estão performando no treinamento. Então, como nosso trabalho é quase 100% voltado para performance, gerou uma aflição não ter uma prova antes do Potro do Futuro. Sem dúvida, a possibilidade de levar os cavalos direto era algo que me incomodava muito”, comenta Jacques.

Como todos os eventos foram cancelados desde março, o proprietário e criador pensou que alguém teria que se lançar na ideia de produzir um evento antes dos Potros do Futuro da ANCR e da ABQM. Vale ressaltar que essas provas foram adiadas também por conta da pandemia, mas estão confirmadas para novembro e outubro, respectivamente. “A ideia inicial era realmente ter alguém que fizesse o evento. Portanto, como a gente tem alguns cavalos especiais, que eu julgava que não podiam ir direto para o Potro do Futuro sem uma prova antes, tomei a decisão de ir em frente com a prova”.

A fim de formatar tudo de modo a garantir o cumprimento de todas as necessidades da Rédeas e ainda de todos os protocolos de segurança para o combate à propagação da Covid-19, Jacques fez duas reuniões no Haras NSG até bater o martelo.

Agora foi a vez da Rédeas estrear o formato de competições sem público com transmissão pela internet; Live foi sucesso de público e crítica

Protocolo seguido à risca

De acordo com o organizador, todos os cuidados possíveis foram tomados para a realização da Live Amigos da Rédeas. Principalmente os sanitários, que envolvem  a parte da pandemia. “Todos os protocolos de segurança foram cumpridos à rica, seguindo as diretrizes do Ministério Público, Vigilância Sanitária e Prefeitura de São Pedro. Aliás, um mundo bastante novo para mim, especialmente em um momento atípico como esse. Contudo, gostei bastante da experiência e passamos a dar mais valor ainda a tudo que a ANCR faz nos eventos”, reforça Jacques.

Para garantir todos os pontos pedidos pelos órgãos de saúde e municipais, Jacques conta que foram muitos os desafios. “São muitas questões dentro e fora da pista. E precisamos tomar providências além do que normalmente se pede para um evento equestre. Antes de mais nada, em relação aos critérios de segurança exigidos pelo Ministério Público e Vigilância Sanitária, por exemplo. Mas tudo correu bem, foi muito legal, deu certo apesar de todas as apreensões”.

A Amigos da Rédeas foi fechada para o público, com transmissão ao vivo. Na pista, seguiu-se o regulamento de competições da ANCR, que deu apoio total à prova. Entretanto, não foi um evento oficializado e a premiação não será computada para o ranking. Acima de tudo, o uso de máscaras nas dependências da pista era obrigatório, sendo fiscalizado constantemente pela organização, entre outros pontos importantes.

Agora foi a vez da Rédeas estrear o formato de competições sem público com transmissão pela internet; Live foi sucesso de público e crítica

Balanço

Os comentários foram todos positivos. Em virtude de tudo que pode apurar, Jacques comenta que o balanço foi totalmente satisfatório. “Penso que todo mundo saiu muito feliz da prova. Sobretudo pela qualidade da pista, um quesito que tivemos o maior cuidado. Fizemos uma reforma geral do solo para atender aquilo que sabemos ser de suma importância para o cavalo de Rédeas. Sem contar a qualidade das passadas e a avaliação igualitária para todas as categorias”.

O organizador é enfático ainda ao afirmar que sem apoio não conseguiria realizar um evento como esse. “Quero deixar registrado que sem o apoio dos patrocinadores não daria conta de fazer a Live. O apoio de todos foi fundamental para que a prova fosse um sucesso. Assim como se não contasse com o know-how da ANCR esse evento nunca teria acontecido. Houve uma junção de coisas positivas, desde o proprietário do NSG, passando pela ANCR nas pessoas do Chico Moura, Denise e Lia, até chegar a todos que colaboraram. Todo mundo lutou muito para que a prova acontecesse. Deu tudo certo e vai ficar marcada por muitos anos”.

Jacques ainda não sabe se vai virar uma prova de calendário, mas com certeza já tornou-se inesquecível. Não só pelo momento, mas também pelo local, estrutura, ambiente. “Foi, com toda a certeza, uma experiência muito diferente e o balanço geral é positivo”.

Por fim, não tem como não citar o número de inscritos, mais de 210. “Algo que superou eventos como Super Stakes e Derby, ficando atrás apenas do Potro do Futuro. Acredito que pesou muito nesse sentido o tempo que todo mundo estava sem ir para uma competição. Além disso, o local e a estrutura ofertada e a vontade de todos de empistar seus potros.”

Agora foi a vez da Rédeas estrear o formato de competições sem público com transmissão pela internet; Live foi sucesso de público e crítica
Principiante Aberta

Campeões

  • Pré-Futurity  Aberta – Marcelo Almeida e Crackerwhiztruck (N4); Vinicius Nogueira Leal e Whiz N Dun It (N3 e N2)
  • Pré-Futurity Amador – Giovanna Diniz e Fantástico Voodoo MV (N4); João Carlos Battistella e So Much Whizkey (N3 e N2)
  • Aberta – Jone Carlos da Silva e Top Gotta Gun (N4); Jean Carlos da Silva e Safari Hollygun QR (N3 e N2)
  • Amador – Giovanna Diniz e Hollywood Smoking Gun (N4); Américo Santos e Arion Dun It (N3); Gabriel Cordeiro Martins e Craque Marca dos Santos (N2)
  • Principiante Aberta – Gabriel Cordeiro Martins e Wimpys Gold Label
  • Principiante Amador – Tiago César e Dustin Question Buck
  • Jovem – Bruno Perrella e Fortuna Marca dos Santos

Resultados completos, cliquei aqui. As provas foram julgadas por Wadson Lander, Ricardo Heymann, Hiram Resende e Giovanni Bornancin.

Por Luciana Omena
Colaboração e fotos: Plusoneandahalf

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Rédeas

ANCR altera sistema de Níveis para o próximo ano hípico

Nova data do Derby: como todas as entidades de raças e modalidades, a Associação Nacional do Cavalo de Rédeas tem buscado da melhor forma se adequar às restrições impostas pela pandemia

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A fim de aumentar a competitividade em suas provas, a ANCR – Associação Nacional do Cavalo de Rédeas ampliará o nível de competição seguindo o que já pratica a NRHA – National Reining Horse Association. Desse modo, a partir do próximo ano hípico, as categorias Aberta e Amador serão disputadas nos Níveis 1, 2, 3 e 4, de acordo com os ganhos dos competidores nos anos anos hípicos anteriores.

As novas regras passam a valer logo após o Potro do Futuro de 2021. Ou seja, a partir de setembro. Atualmente, as categorias oficiais Aberta e Amador contam apenas com os Níveis 2, 3 e 4. A ANCR considera Nível 1 hoje uma categoria de entrada para novos competidores, com definição e condições diferentes das categorias oficiais.

Com a mudança, a categoria Principiante, que é a de entrada para novos competidores, permanece, contudo sem a denominação Nível 1. Ainda de acordo com a direção, a ANCR realizará atualização do ranking anualmente.

Como será a nova divisão

Na categoria Aberta, no Nível 4 correrão os dez cavaleiros com a maior somatória de ganhos nos dois últimos anos hípicos. Em seguida, no Nível 3, todos os cavaleiros com somatória de ganhos abaixo dos dez do N4 e com ganhos superiores a R$ 10.000,00 no ranking acumulado geral.

Já a composição do Nível 2 contará com todos os cavaleiros que tenham ganhos inferiores a R$ 10.000,00 no ranking acumulado geral. Enquanto o Nível 1 abrigará todos os cavaleiros que tenham ganhos inferiores a R$ 5.000,00 no ranking acumulado geral.

O processo na Amador é o mesmo, diferindo apenas nos valores. Disputarão títulos no Nível 4 os oito cavaleiros com a maior somatória de ganhos nos dois últimos anos hípicos. Pelo Nível 3, cavaleiros com somatória de ganhos abaixo dos oito do N4, e que tenham ganhos superiores a R$ 5.000,00 no ranking acumulado geral.

Para disputar pelo Nível 2, cavaleiros que tenham ganhos inferiores a R$ 5.000,00 no ranking acumulado geral. E por fim, Nível 1 da Amador, todos os cavaleiros que tenham ganhos inferiores a R$ 2.500,00 no ranking acumulado geral.

Como todas as entidades de raças e modalidades, a ANCR tem buscado da melhor forma se adequar às restrições impostas pela pandemia

Nova data Derby 2021

Com tudo pronto para realizar duas provas em sequência no mês de março, a ANCR cancelou o Super Stakes 2020 e adiou o Derby 2021 com a entrada do Estado de São Paulo em uma fase mais severa de quarentena. Por conta de todas as restrições impostas aos eventos pela pandemia de Covid-19, a entidade busca a melhor forma de se adequar sem prejudicar os associados.

O Super Stakes, adiado desde novembro do ano passado, foi agora cancelado. Enquanto o Derby remarcado para data anunciada há poucos dias pela ANCR. De 15 a 19 de junho, encontro marcado para os ‘redieiros’ no Parque Dr. Fernando Cruz Pimentel, em Avaré/SP.

Não haverá a participação do público e por isso a transmissão on-line de todas as provas pela Ride2Play e pelo site da ANCR. Todas as medidas de todo o protocolo completo seguido pela ANCR visam a contenção de propagação do novo coronavírus (Covid-19).

Entre as novidades para os cavaleiros nesse evento a ampliação na idade hípica dos cavalos participantes. O Derby é uma prova para cavalos mais velhos e nessa edição estão habilitados animais de 4, 5, 6 e 7 anos hípicos. Além disso, na programação, Copa Cardinal Ranch, Pré-Futurity Tripol Ranch e ainda a entrega das homenagens aos Melhores do Ano e Hall da Fama ANCR.

Mais informações, clique aqui.

Por Luciana Omena
Colaboração: Assessoria de Imprensa
Crédito das fotos: Divulgação ANCR/Adilson Silva

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Rédeas

5 dicas do que observar ao correr uma prova de Rédeas

Esporte equestre mundialmente famoso, a Rédeas é uma modalidade técnica e a base para o cavalo; tem movimentos precisos e os competidores são julgados por juízes com base em suas apresentações

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Em uma prova de Rédeas, ou de qualquer esporte equestre, o competidor se prepara dias, semanas e meses para a ‘hora H’. Um treinamento não apenas físico, dele e do cavalo, como também mental. E na Rédeas, modalidade extremamente técnica, esse preparo é ainda mais especial.

Além de se preocupar com sua própria performance e a do cavalo, precisa atentar ao tipo de percurso para a sua categoria, por exemplo. Você conhece de cor, ou pelo menos os pontos mais importantes, do regulamento da modalidade?

Só para exemplificar, falamos com a competidora Joana Azevedo que nos deu cinco dicas do que observar ao correr uma prova de Rédeas. Afinal, todos que entram em pista querem tirar o rendimento máximo da sua apresentação, não é mesmo?

Dicas

1 – Reflita detalhadamente sobre o percurso e confirme você mesmo o número na circular da prova. Desse modo, você controla a ansiedade e nervosismo antes de entrar em pista;

2 – Olhe pra frente, SEMPRE. Ajuda a manter a concentração, a impulsionar o movimento do cavalo e a guiá-lo se algum percalço acontecer no percurso. Principalmente na troca de mão, olhar para onde está indo é fundamental;

prova de Rédeas: esporte equestre mundialmente famoso, a Rédeas é uma modalidade técnica e a base para o cavalo; tem movimentos precisos
Joana e Real Starlight Gun são campeões Potro do Futuro e Nacional ANCR Amador – Crédito da foto: Antônio Junqueira

3 – Aprenda a contar os seus próprios spins. Não dependa de terceiros para fazer uma prova;

4 – Cuide os cones para não queimar a marca. Eles serão sempre os guias na prova de Rédeas. Esteja em um quarto de pista, sempre olhando para o outro;

5 – Sempre que possível, respire e pense na próxima manobra. Tentar relaxar durante a prova vai garantir que execute o que foi planejado, assim como vai manter o cavalo concentrado.

Por fim, treine estas dicas em casa! Treinar o fundamento, não necessariamente o percurso. Repita o processo até que fique automático.

Por Equipe Cavalus
Crédito da foto de chamada: Divulgação/ANCR/Adilson Silva

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Rédeas

Country Dun It é um dos mais respeitados garanhões do Brasil

Além da beleza, o baio produziu gerações com importantes indivíduos; um legado sem precedentes

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A chegada de Country Dun It ao Brasil ocorreu em 1999. Importado dos Estados Unidos pelo DA Ranch, de Avaré/SP, antes de vir ao Brasil foi campeão do Congress Open Reining Futurity 1995. Assim como venceu o Oklahoma Reining Open Futurity 1996, o NRHA Open Super Stakes Plus. E foi ainda finalista do NRHA Open Futurity.

Filho de Hollywood Dun It e Country Bobs Sugar, o baio ganhou mais de US$ 40 mil em prêmios em sua campanha nas pistas. Mas é o seu legado como reprodutor que impressiona.

Country Dun It foi líder das estatísticas de Reprodutores do Quarto de Milha de 2012 a 2018 em Rédeas. Soma mais de 2.075 pontos na reprodução. Seus filhos são campeões em Rédeas, Ranch Sorting, Laço Individual, Team Penning, Laço Cabeça, Vaquejada, Laço Pé, Três Tambores e Working Cow Horse. Melhor garanhão do ABQM Awards por vários anos.

Mesmo com seu desaparecimento em novembro 2013, aos 21 anos, faz parte de um seleto grupo de reprodutores com excelente posição em todos os rankings. Por exemplo, é líder do ranking de Reprodutores da Associação Nacional do Cavalo de Rédeas com R$ 527.443,45.

Sua história se funde a de Alexandre Lima Sampaio Novais, do DA Ranch (In Memorian). É impossível pensar em um sem o outro. Antes de mais nada, sua genética é requisitada até hoje.

Filhos de destaque

Em Rédeas, destacam-se Silk Dun Doc, tem mais de R$ 40 mil em ganhos nas categorias Aberta e Amador, bem como 38,5 pontos em Registro de Mérito. Campeão de inúmeras provas de Derby, Super Stakes e ainda campeão Nacional ANCR 2012, do Potro do Futuro ANCR 2010, Congresso e Copa dos Campeões ABQM 2014.

Country Hit tem 37,7 pontos pela ABQM e quase R$ 50 mil em ganhos pela ANCR. Na Amador ganhou o Super Stakes ANCR 2019 N3 e N2 e ainda foi reservado N4. Enquanto na Aberta, foi campeão Potro do Futuro ANCR 2018 N3 e 4° lugar N4, campeão Super Stakes ANCR 2019. E ainda bicampeão Congresso ABQM 2018-19 e campeão Nacional ABQM 2018-19 e da Copa dos Campeões.

Por outro lado, seus dois filhos mais pontuados são Suzie Q Dun It, com 203,25 pontos em Ranch Sorting e Team Penning, e Pilgreen Dun It, 170 pontos pela ABQM, em Laço Individual. Sem dúvida, Country Dun It reuniu beleza com sua pelagem exótica, que imprimiu em seus filhos. Mas, acima de tudo, genética. Entrou para o Hall da Fama da ABQM em 2019, imortalizando seu legado.

Colaboração: ABQM
Crédito da foto: Divulgação/Gabriel OIiveira

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Rédeas

Lucio Casalecchi realiza o sonho de trabalhar com Rédeas nos EUA

Jovem que já passou uma temporada na Argentina mora e trabalha com a modalidade há dois anos nos Estados Unidos

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Há dois anos nos Estados Unidos, Lucio Pontes Casalecchi Filho, 24, agradece pelas oportunidades que vem recebendo de apresentar os cavalos treinados por ele em grandes eventos de Rédeas. O mais recente, OKRHA Ride & Slide, em Tulsa, em que foi campeão de duas categorias.

Nascido em Espírito Santo do Pinhal/SP, Lucio Casalecchi mora em Purcell, Oklahoma, trabalhando para o brasileiro Thiago Boechat. Desde que chegou aos Estados Unidos, já competiu na final do NRHA Futurity 2019, na final do NRBC 2020, foi campeão do Waco Open Derby. E agora No Derby de Tulsa, campeão Nível 2 e Novice Horse Open com Ruffed Up Spooks.

Lucio Casalecchi que já passou uma temporada na Argentina mora e trabalha com a modalidade há dois anos nos Estados Unidos
NRHA Futurity

E tudo começou quando ele decidiu ser treinador profissional de cavalos de Rédeas aos 14 anos, em 2010. “Eu treinava com meu tio e amigo Laercio Casalecchi, com quem aprendi muita coisa. E assim passei a ir às minhas primeiras competições, sempre na Aberta. Aliás, sempre foi meu objetivo e meta me tornar profissional”, conta Lucinho.

A fim de seguir aprendendo e evoluindo, ele correu muitas etapas do Núcleo Anhanguera. “Por vários anos, não tive oportunidade de correr em provas grandes, já que era eu que pagava minhas inscrições. Até que em 2016 participei do meu primeiro Campeonato Nacional da ANCR e consegui ser campeão Aberta N1. Com toda a certeza, sou muito grato a todos que me ajudaram e me incentivaram no Brasil”.

Voos mais altos

Para chegar com mais segurança aos Estados Unidos, que era o seu objetivo, Lucio Casalecchi deixou tudo no Brasil e se mudou para a Argentina. Trabalhou por um ano e meio com Edvaldo Gonçalves, treinando os cavalos de Alberto Casasco, segundo ele, um dos maiores criadores de Quarto de Milha do País.

“Foi uma experiência incrível! Escolhi passar por essa etapa antes de vir para os Estados Unidos, como uma forma de treinamento. Afinal, até então eu não tinha morado sozinho e trabalhado para outra pessoa a não ser meio tio. Por isso achei que seria interessante me certificar a fim de não cometer erros futuros”.

Lucio Casalecchi que já passou uma temporada na Argentina mora e trabalha com a modalidade há dois anos nos Estados Unidos
NRBC

Na Argentina, Lucio Casalecchi foi campeão nacional em todos os níveis, do 1 ao 4, e reservado campeão do Futurity Palermo. De acordo com o treinador, sua maior dificuldade de morar fora é a saudade da família e dos amigos. Contudo, em relação ao trabalho e ao idioma ele tirou de letra.

“Para o meu futuro espero evolução e crescimento sempre. O trabalho e constância nos mostra que estamos no caminho certo e com as pessoas certas ao nosso lado.”

Por Luciana Omena
Crédito das fotos: Arquivo Pessoal

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Rédeas

Rio Grande do Sul realiza primeira prova de Rédeas de 2021

1ª etapa do 18° Campeonato Gaúcho de Rédeas ARCR e 3° Potro do Futuro aconteceram no Centro Querência em Porto Alegre

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A Associação Riograndense do Cavalo de Rédeas deu o ponta pé inicial para a modalidade na temporada. A primeira etapa do 18° Campeonato Gaúcho ARCR aconteceu no dia 6 de fevereiro, no Centro Querência, em Porto Alegre/RS. Junto com o 3° Potro do Futuro da entidade. A prova de Rédeas contou com 119 inscrições e distribuiu R$ 18 mil em prêmios.

Fabricio Suris assumiu a presidência da ARCR em julho de 2020. Um período complicado ainda por conta da pandemia do novo coronavírus. De acordo com ele, cheio de incógnitas, pois não sabiam como procederiam com o calendário. “Pensamos por muito tempo qual seria a melhor forma de fazer a primeira prova desta gestão”, afirma.

Prova de Rédeas válida com primeira etapa do 18° Campeonato Gaúcho da ARCR e 3° Potro do Futuro aconteceram no Centro Querência em POA
Diretoria ARCR

Segundo ele, o principal desafio seria manter um campeonato que vinha sendo um sucesso, porém agora em meio a uma pandemia. “Por termos um grupo muito comprometido com a associação e a modalidade, foi possível estruturarmos o evento e cuidar de cada detalhe”.

Em primeiro lugar, a escolha do local. Conforme Fabrício explica, a prova de Rédeas aconteceu no Centro Hípico Querência. “Tradicional centro de eventos equestres, eles tomaram todos os cuidados necessários para que fosse possível regularizar e aprovar o evento em todas as secretarias municipais pertinentes. Fizemos cumprir todas as regras e protocolos exigidos para o bem estar de todos”.

Prova de Rédeas válida com primeira etapa do 18° Campeonato Gaúcho da ARCR e 3° Potro do Futuro aconteceram no Centro Querência em POA
Roberto Jou e Mapuche Mandinga

Entre os pontos do regulamento, não foi possível a presença de público. Assim, todo o evento teve transmissão ao vivo pela internet. Saldo totalmente positivo, já que a live gerou um alcance muito bom de visualizações.

Na avaliação do presidente, o principal destaque foi o engajamento de todos. Proprietários, competidores, apoiadores e patrocinadores (VTR Ventury, Organnact, Haras Virgínia) não mediram esforços. “Juntos fizemos um evento grandioso com recorde de cavalos (60 no total) participando.”

Resultados

As provas foram julgadas por Leopoldo Potter. A próxima etapa já tem data, dia 14 de abril, também no Centro Querência, junto com o 3° Snaffle Bit. Fique por dentro: @arcr.redeas.

Por Equipe Cavalus
Crédito das Fotos: Divulgação/Spolavori Fotografias
Na foto de chamada: Campeão da etapa na categoria Aberta – Max Conceição com Snowboard Dunit QR

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Rédeas

Dicas de spin para potros em início de treinamento

Spin é uma das manobras que compõe a modalidade Rédeas e consiste em giros de 360º, executados sobre o posterior (interno) do cavalo fixo no solo

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Modalidade técnica e a base para o cavalo, a Rédeas tem movimentos precisos. O spin para potros em início de treinamento é uma das primeiras manobras que se ensina, e contém fundamentos que servirão inclusive para os demais movimentos do esporte.

Conversamos sobre o assunto com o treinador Pedro Ribaldo, que tem seu CT em Avaré/SP, no Rancho Karoline.

O spin é uma das manobras da modalidade Rédeas; fomos conversar com Pedro Ribaldo que deu dicas de spin para potros em início de treinamento

Confira algumas dicas:

  • “No início, sempre dou os comandos que eu vou usar quando ele já estiver pronto. Sempre abrindo a perna de dentro para aliviar a pressão, ‘abrindo a porta’ para ele seguir nessa direção”.
  • “Encosto a rédea de fora e trago a rédea de dentro na altura de onde quero que o cavalo dê o passo com a mão de dentro, trazendo o nariz dele um pouco para dentro”.
  • “Tento obter pelo menos uma cruzada de mão e saio andando para frente. Quando ele cruza, movimento para frente. Faço isso repetidamente até o cavalo não errar mais essa cruzada, não se atrapalhar nem cruzar por trás (a mão de fora cruzar por trás da mão de dentro). Não tento forçar duas cruzadas até ele saber uma limpa”.
  • “Nunca trago o cavalo para trás para tentar forçar a cruzada de mãos, pois isso dificulta ainda mais o processo. Sempre penso para frente e para o lado”.
O spin é uma das manobras da modalidade Rédeas; fomos conversar com Pedro Ribaldo que deu dicas de spin para potros em início de treinamento
  • “Nessa fase, não me preocupo com a posição da cabeça, apenas quero que ele se concentre na cruzada de mãos”.
  • “Aos poucos, vou acrescentando mais cruzadas. Com o tempo, o cavalo vai ficando mais mole das paletas, pegando confiança e cruzando com mais facilidade e mais constância”.
  • “É preciso ter paciência nessa fase e respeitar o tempo de cada um. Uns aprendem mais rápido e outros levam mais tempo”.

Ainda de acordo com Pedro, esse é o início de tudo, falando de potros em doma. “Isso não significa que o spin estará pronto. Quando as passadas estiverem limpas começo a me preocupar com posição, com costelas e garupa, afinar posicionamento do corpo e adicionar velocidade.”

O spin é uma das manobras da modalidade Rédeas; fomos conversar com Pedro Ribaldo que deu dicas de spin para potros em início de treinamento

Por Equipe Cavalus
Crédito das fotos: Plusoneandahalf

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Rédeas

Carol Heinzen mudou de estado para ficar mais perto dos cavalos

Administradora, a competidora de Rédeas hoje divide seu tempo entre a capital São Paulo e a cidade de Holambra para poder treinar com regularidade e ficar perto dos seus cavalos

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Natural de Florianópolis/SC, Carol Heinzen Esteves, 35 anos, começou cedo no mundo dos cavalos. “Desde pequena, porque minha família é gaúcha e o contato com cavalos sempre foi não só natural como também incentivado pelo meu pai”, conta ela que aprendeu a montar no interior do Rio Grande do Sul.

Quando ganhou seu primeiro cavalo, viu sua ligação com esses animais e esse universo aumentar. Ainda jovem, teve uma breve experiência como praticante de Hipismo, porém somente em 2018, depois de muitos anos parada, retomou o contato com as competições. Atualmente ela divide seu tempo entre a cidade paulista de Holambra e São Paulo capital.

Administradora, Carol Heinzen divide seu tempo entre a capital São Paulo e Holambra para poder treinar e ficar perto dos seus cavalos

Seus cavalos ficam sob os cuidados do Robson Harz, que é também seu treinador, e estão no Haras Nikita. “Eu já treinava com o Robson desde o meu início no esporte, em Campina Grande do Sul/PR. Com a mudança dele para São Paulo, decidi vir também com meus cavalos. A mudança, com toda a certeza, permitiu que mantivesse este balanço entre a minha vida profissional e frequência consistente de treinos”, explica a competidora.

Carol Heinzen é administradora e tempo é tudo em seu dia a dia. E é exatamente o tempo de qualidade ao lado dos cavalos que ela considera o seu maior investimento. “Além disso, tem o aspecto financeiro, sem dúvida, importante e que não pode ser negligenciado. Desde o animal em si, o treinamento – que sempre fiz questão que fosse com uma pessoa muito competente e com uma estrutura boa – aos os equipamentos e por aí vai”.

Administradora, Carol Heinzen divide seu tempo entre a capital São Paulo e Holambra para poder treinar e ficar perto dos seus cavalos
Recebendo as orientações de Robson

A Rédeas e os cavalos

Em 2018, Carol Heinzen comprou uma égua para lazer e cavalgadas, que na época ficava hospedada em São Luiz do Puruña/PR. Uma das pessoas que trabalhava no rancho, Elicleyton da Rocha, começava na Rédeas. “Sempre assistia aos treinos dele encantada com as habilidades do cavalo. Ficava muito impressionada com o nível de detalhe e com a beleza das manobras. Em resumo, por incentivo do Elicleyton comecei a fazer aulas e a praticar”, relembra.

Sua primeira prova foi em 2019, logo depois que mudou a Serenata para Campina Grande do Sul/PR, já para treinar com o Robson. Ela não era uma égua preparada para Rédeas, portanto, as duas evoluíram juntas. Da primeira competição no Campeonato Paranaense na categoria Iniciante ela seguiu. No mesmo ano, por exemplo, competiu no Rédeas de Ouro.

Na prova da ANCR

“Ainda que meu resultado não tenha sido bom, foi uma experiência. Foi muito emocionante: a conexão com o cavalo em pista, o nível de confiança entre nós, ter pessoas torcendo por você e ajudando em cada detalhe da preparação. Para mim foi um aprendizado grande”. Hoje, monta Helluva Whiz BK, um animal especial para ela, e tem mais três em treinamento, todos potros. Com Helluva, foi reservada campeã Nacional Principiante pela ANCR.

“Para mim foi uma super conquista e espero que não pare por aí. Quero continuar treinando, aprendendo, me desenvolvendo e me divertindo. Também um grande objetivo será continuar participando de mais provas e se possível aumentar as conquistas. A grande decisão do ano será correr ou não correr o Potro do Futuro Amador. Vamos ver o que o futuro reserva, né?

Por Luciana Omena
Crédito das fotos: Arquivo Pessoal

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Rédeas

Marcelo Almeida é o maior ganhador de PF de Rédeas da ANCR

Treinador conquistou seu sexto título de Potro do Futuro em novembro de 2020

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Até a tarde de 28 de novembro de 2020, Marcelo Almeida e Gilson Diniz estavam empatados. Cada um com cinco títulos de maior prova de Rédeas da temporada. Mas a vitória de Marcelinho na ‘Live’ do Potro do Futuro da ANCR mudou o rumo dessa história.

Ao marcar 226,5 pontos com GSP Was Your Johnny (Hollywood Gotta Gun x Cherry Bueno), de Gabriel Cordeiro Martins, o treinador tornou-se o maior ganhador de potros do futuro da história da Associação. Seu sexto título na categoria Aberta Nível 4 e seu segundo anel de ouro cravejado de diamantes como prêmio.

Seu primeiro título foi em 2011, com That’s Great Dunit. Em seguida, Dominic Dunit em 2014; Gunna Dun It em 2015; Country Style Tari em 2016; e Just In Holygun QR em 2019. Imagine, portanto, a prova mais difícil e almejada de se competir. Ganhar uma vez já destaca o currículo de qualquer treinador ou apresentador, imagine ganhar seis.

Nascido em Trabiju/SP, Marcelinho tem seu Centro de Treinamento Marcelo Almeida Rédeas hoje dentro do Haras Virgínia. O treinador começou em 1990 com cavalos e está desde 1995 na Rédeas. Com toda a certeza, o paulista faz parte da história na modalidade. Trabalha e mora em Portão/RS, de onde conversou com nossa reportagem via Whatsapp. Confira!

Treinador Marcelo Almeida conquistou seu sexto título de Potro do Futuro em novembro de 2020; tornou-se o maior ganhador dessa prova
Marcelinho com seu prêmio pela vitória em 2020

Sentimento

“Ah, Lu, a sensação é como se tivesse ganhado meu primeiro Potro do Futuro. Não deixo muito as vitorias ‘subirem pra cabeça’, sabe. Quando conquisto algo, como vencer um campeonato importante, sei que tenho que trabalhar ainda mais. Tenho certeza que preciso fazer melhor do que a anterior. Porque cada vitória gera expectativa nas pessoas e para quem vai assistir”.

Qual próximo sonho do Marcelo Almeida?

“Meu sonho continua sendo andar bem no mundial [Marcelinho classificou para o WEG 2018, sua primeira participação]. Quero sentir novamente o ‘gostinho’ de representar o meu País em uma competição desse porte. Por isso meu foco é montar bons cavalos, que tenham nível internacional a fim de correr bem lá fora”.

Imaginava tudo isso?

“Quando comecei, não imaginava tudo isso não. Sempre rezava para Deus me permitir o ‘gostinho’ de ganhar um Potro do Futuro. Mas não imaginava que ele pudesse me dar tanto presente assim”.

Ídolos

Desde o começo, todos que me ajudaram muito. Falo sempre deles em reportagens, como o Carlos Deleu. Nos dias de hoje, Casey Deary. Sempre que posso, estou na casa dele nos Estados Unidos montando. E nas provas, eu converso muito com os amigos, os outros treinadores, e observo. Sou um cara que aprende muito olhando”.

Treinador Marcelo Almeida conquistou seu sexto título de Potro do Futuro em novembro de 2020; tornou-se o maior ganhador dessa prova
Com GSP Was Your Johnny

Marcelo Almeida hoje

“Sobre o meu momento, sem dúvida, estou no auge da carreira. A forma e o plano de sucesso comecei a construir lá atrás, na década de 90. Foram muitos cavalos difíceis que montei e, com toda certeza, me deram a experiência e o amadurecimento. Assim como em qualquer outra profissão, com o tempo vem a maturidade. Dessa forma consigo escolher melhores, saber de fato o que é bom e o ruim.”

Expectativa para 2021

“Estou bem animado com 2021. Na verdade, daqui para frente, com todos criadores investindo muito em genética, sangue muito apurado, todos os anos temos ótimas expectativas. A tendência, com toda a certeza, é que apareçam sempre melhores cavalos. E a consequência disso são as provas de alto nível. Fora isso, não só a genética, como também a qualidade das arenas. Tudo melhorou hoje de tal forma que podemos fazer um bom trabalho. Um conjunto de coisas que temos nas mãos para desempenhar nosso trabalho da melhor forma.”

Por Luciana Omena
Crédito das fotos: Divulgação ANCR/Adilson Silva

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Rédeas

ANCR realiza ‘Live’ no Potro do Futuro e Campeonato Nacional

Associação Nacional do Cavalo de Rédeas mudou o formato da competição por conta da pandemia; evento aconteceu de 24 a 28 de novembro, em Avaré

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“Um [evento] Potro do Futuro e Campeonato Nacional para entrar para história da modalidade Rédeas no Brasil! Gostaria de agradecer a cada um que ajudou a constituir esta Live. E, principalmente, a Deus, por nos permitir tudo isso”, comenta Francisco Moura, presidente da ANCR.

“Tudo que se faz com amor e paixão da certo, acreditem! Parabéns a todos que participaram, os campeões e todos que trabalharam no evento! Não vou conseguir citar nomes, pois são muitas pessoas que construíram e geriram esta Live e posso me esquecer de alguém. Um grande abraço a todos e continuem se cuidando! Nos vemos logo mais em 2021!”

O 30° ANCR Potro do Futuro aconteceu, portanto, de 24 a 28 de novembro, na EMAPA em Avaré/SP. Um evento exclusivo para animais de três anos hípicos. Junto com ele, então, o 29° Campeonato Nacional de Rédeas, a 11ª Copa Internúcleos da ANCR e o Cardinal Ranch Cup N1 (Principiante).

Assim, por conta da pandemia do novo coronavírus, as provas esse ano foram adiadas. A fim de cumprir todas as exigências sanitárias, não houve a presença de público. Desse modo, liberados apenas competidores, suas equipes e o staff da ANCR. Para público, transmissão via internet através dos sites da Associação, da Jequitibá Comunicação e pelo app Ride2Play.

Segundo dados da organização, houve 8500 visualizações na transmissão, que alcançou pessoas de 23 países. A apresentação foi de Fernanda Camargo, que entrou ao vivo dos bastidores com entrevistas diversas, contagiando os telespectadores com simpatia e muito profissionalismo.

ANCR mudou o formato da competição por conta da pandemia; PF, CN e Copa Internúcleos aconteceram de 24 a 28 de novembro, em Avaré/SP
Giovanna Diniz e Fantastico Voodoo MV

Potro do Futuro

Exclusivo para animais da geração 2016, o ANCR Potro do Futuro aconteceu nas categorias Aberta – Níveis 2, 3 e 4 e Amador – Níveis 2, 3 e 4. A saber, 87 cavalos começaram a disputa na categoria Aberta, que contou com uma classificatória e uma repescagem. Enquanto na Amador, 38 conjuntos participaram da classificatória.

Na final da Aberta, Marcelo Almeida (foto) faturou seu sexto título e um anel de ouro cravejado de diamantes como prêmio. Com o baio GSP Was Your Johnny (Hollywood Gotta Gun x Cherry Bueno), de Gabriel Cordeiro Martins, marcou 226,5 na final do Nível 4. Seu primeiro título foi em 2011, com That’s Great Dunit. Em seguida, Dominic Dunit em 2014; Gunna Dun It em 2015; Country Style Tari em 2016; Just In Holygun QR em 2019.

O campeão dos Níveis 2 e 3, e segundo lugar do Nível 4, foi o conjunto Matheus Gabriel de Oliveira e Rock In Hollywood (Hollywood Gotta Gun x Rock This Diamonds), de Otávio Canela, com a nota 225. Os dois cavalos filhos do mesmo garanhão e de criação do Quality Ranch.

Giovanna Diniz, com o alazão Fantastico Voodoo MV (Shiners Voodoo Dr x Corona Lite Chex), de sua propriedade, carimbou seu terceiro título de Potro do Futuro ANCR Amador. Na final, o conjunto – que ganhou um trailer com capacidade para dois cavalos – recebeu dos juízes a nota 221. Giovanna foi campeã dessa prova também em 2013 com Jessie James Whizi e em 2017 com Gold Red Dunit.

Nos Níveis 2 e 3 do PF Amador, vitória da chilena Catalina Adriana Perez. A amazona conduziu o baio amarilho Make Cielo Mad (Cielo Doc x Don’t Make Me Mad) e marcou 212 na final.

ANCR mudou o formato da competição por conta da pandemia; PF, CN e Copa Internúcleos aconteceram de 24 a 28 de novembro, em Avaré/SP
Marcelo Almeida e So Much Colonels
ANCR mudou o formato da competição por conta da pandemia; PF, CN e Copa Internúcleos aconteceram de 24 a 28 de novembro, em Avaré/SP
João Felipe Lacerda e Whiz A Machine Gun

Campeonato Nacional ANCR

O Campeonato Nacional é uma prova para animais de qualquer idade hípica, disputado nas categorias Aberta e Amador – Níveis 1, 2, 3 e 4. Antes de mais nada, em função da pandemia, a Associação não exigiu dos conjuntos classificação através dos núcleos regionais.

Na Aberta Nível 4, Marcelo Almeida, com So Much Colonels, e João Felipe Lacerda, com Whiz A Machine Gun, dividiram o prêmio ao marcar 227 pontos. Ao passo que, nos Níveis 2 e 3 do Nacional ANCR Aberta, o resultado foi inédito. Três conjuntos empataram com 218 pontos: Summertime Tag e Jean Carlos Silva; Capers Starbuck Gun e Marcos Antônio da Silva Jr; Whiz Rooster BCM e Lucas José Natal.

Por outro lado na Amador, a vitória no Nível 4 ficou para Joana G. Azevedo e Real Starlight Gun. O conjunto campeão do PF Amador de 2018 marcou nota 218 na final. Reservado campeão Nível 4 e campeão Níveis 2 e 3, o conjunto Gabriel Cordeiro Martins e Craque Marca dos Santos, com a nota 217.

Lucas Natal, com Whiz Rooster BCM, e Gabriel Martins, com Craque Marca dos Santos, ao marcar 217, dividiram o pódio da Aberta Principiante – Cardinal Cup N1. Enquanto o título da Amador N1 ficou para José Pinfildi Neto, nota 212,5, montando Showtime Rooster RLT. Importante ressaltar, sobretudo, que 40 conjuntos disputaram essa prova na Amador, o que é um número bastante animador para o esporte.

Por fim, os campeões da Jovem foram Good Reminic HS e Valentina Cipolla Lunardini, empatados com Tag Little Step e Henrique de Melo Tripoloni; e os da Jovem 10, Alegrete do Sapezal e Isabela Prestes Tizao. 

ANCR mudou o formato da competição por conta da pandemia; PF, CN e Copa Internúcleos aconteceram de 24 a 28 de novembro, em Avaré/SP
Joana Azevedo e Real Starlight Gun

Balanço

De acordo ainda com o presidente Chico Moura, a ANCR recebeu mais de 750 inscrições e o total de premiação chegou a mais de R$ 500 mil em prêmios. “Conseguimos atingir todos os nossos objetivos: segurança dos participantes devido à Covid-19; estrutura e pista ficaram muito boas; recorde de inscrições e uma premiação 10% maior que 2019”.

Sucesso total mesmo com o aumento de custo devido aos protocolos e ineditismo para realizar a Live. “Tudo isso e qualidade das provas realizadas nos garante dizer que foi o melhor Potro do Futuro e Campeonato Nacional que já realizamos!”, reforça o dirigente. 

Entre os pontos de destaque, Chico cita a preparação com antecedência e a contratação de profissionais para a Live. Segundo ele, muito importantes para o sucesso, visto que a ANCR nunca tinha realizado um evento nesse formato. “Utilizamos um protocolo rígido com a ajuda do IBEqui e da ABQM a fim de garantirmos a segurança de competidores e de todos que trabalharam. Além de todo o bem-estar na questão animal”.

Para seguir os protocolos com 100% de segurança, por exemplo, a estrutura teve quer ser maior, com mais espaço, para garantir o distanciamento social. “Foi obrigatório o uso de máscaras todo o tempo e instalamos também muitos pontos de álcool em gel. Além disso, a temperatura das pessoas era medida em cada entrada”.

Julgaram as provas: Wadson Lander, Leopoldo Potter, Ben Balow, Brenda Brown, Christian Rammerstorfer, Fabricio Suris (equipamento), Leonardo Feitosa (bem-estar animal). Resultados completos, clique aqui.

Fernando Salgado e Vinny Gun – Foto: Wattemberry

NRHA Futurity

Está acontecendo também, de 26 de novembro a 5 de dezembro, o Potro do Futuro de Rédeas nos Estados Unidos. O NRHA Futurity acontece em Olahoma City, Oklahoma, na Jim Norrick Arena. A saber, é também prova mais importante da temporada por lá. Portanto, a NRHA divulgou recorde de participação esse ano na  55ª edição do evento. Junto com Adequan NAAC, mais de 1600 baias foram montadas. Pela primeira vez na história o campeão da Open N4 receberá R$ 250 mil de prêmio. Assim como na ANCR, o NRHA Futurity está fechado ao público por conta da pandemia da Covid-19.

A primeira passada contou com mais de 340 cavalos, entre eles, 20 apresentados por 11 treinadores brasileiros; e mais cinco cavalos de proprietários brasileiros. As notas assustaram um pouco, contudo o brasileiro Fernando Salgado com Vinny Gun marcou a maior nota da classificatória, 223,5 pontos, empatado com outro conjunto. A semifinal acontece de 30 de novembro a 2 de dezembro entre um número menor de cavalos. A NRHA estabelece uma nota de corte e somente uma porcentagem segue.

As provas da NRHA, da mesma forma, são divididas por níveis. Entre os brasileiros, estão na semifinal: Gabriel Bittar Borges (2 cavalos); Eduardo Salgado; Fernando Salgado (2 cavalos); Franco Bertolani; Pedro Baião, Leonardo Kellerman; Lucio Casalecchi; Luis Eduardo Giannasi; Lorinaldo Gomes; Marcos Guimaraes. Rodrigo Nieves representa o Brasil com três cavalos na semi, sendo dois de propriedade de brasileiros. Para acompanhar ao vivo, clique aqui. (Fonte: NRHA)

Por Luciana Omena
Colaboração: Assessoria de Imprensa

Crédito das fotos: Adilson Silva/Foto Perigo

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Geral

Gotta Gold Chain estará em exposição no Potro do Futuro e Campeonato Nacional ANCR

Os presentes poderão conferir de perto todos os atributos de Gotta Gold Chain de 26 a 28 de novembro, no Parque de Exposições Fernando Cruz, em Avaré/SP

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Força, beleza, pedigree, performance, estrutura e caráter. Tais características resumem perfeitamente o garanhão Gotta Gold Chain, que estará em exposição durante o Potro do Futuro e Campeonato Nacional ANCR.

Portanto, os presentes poderão conferir de perto todos esses atributos. Antes de mais nada vale frisar que o evento acontece de 26 a 28 de novembro, no Parque de Exposições Fernando Cruz Pimentel, em Avaré/SP.

De acordo com Anderson Bernal, um dos proprietários de Gotta Gold Chain, esta será a primeira vez que o garanhão participa de um evento da Associação Nacional do Cavalo de Rédeas (ANCR). “Contudo, essa é a terceira apresentação dele desde que chegou ao Brasil. Na ocasião, estaremos apresentando ele e o projeto de fomento que temos dele, que distribuirá R$2,5 milhões em prêmios para seus filhos. Sem dúvida, ele é um garanhão que encanta pela beleza, estrutura e toda sua genética campeã. Vocês ficaram surpresos”, expõe o proprietário.

Conheça mais o Gotta Gold Chain

O garanhão veio para revolucionar a genética nacional do cavalo Quarto de Milha, em especial de Rédeas. Afinal, em pista é ganhador de U$89.571,00. Seu pai, Jacs Electric Spark é produtor de mais de U$ 3,5milhões e ganhador de U$85.907,00 em Rédeas. Bem como o Melhor Reprodutor dentre os filhos do lendário Shining Spark, 12° Melhor Reprodutor de todos os tempos em Rédeas pela NRHA.

Já sua mãe é Snip O Chex, produtora de mais de U$ 320 mil, filha da lendária, Snip O Gun, Lider All Time Reining Producer que produziu mais de U$900 mil. Uma das melhores linhagens maternas de Rédeas. 

Gotta Gold Chain Foto: Divulgação/Gerson Veiga

Projeto Chain

Gotta Gold Chain é propriedade dos criadores Alessandro Almeida – Alpakatha Ranch, Anderson Bernal – EJB Ranch e Giovani Bernardo Soares – GBS Ranch. Como resultado, formam o condomínio Gotta Gold Chain, que tem projeto de distribuir uma bolsa de R$ 2.450.000,00 milhões em premiações extra para seus filhos, num período de cinco anos no Potro do Futuro da ABQM e ANCR.

O prêmio será distribuído entre a classe Aberta e Amador da seguinte maneira: campeão – R$ 20 mil, reservado campeão – R$10 mil e o 3º colocado R$5 mil, contemplando as modalidades de: Laço Cabeça, Laço Pé, Laço Individual Técnico, Laço Comprido, Vaquejada, Rédeas, Working Cow Horse, Team Penning e Ranch Sorting.

“Assim é uma forma de estimular ainda mais aos proprietários em ter filhos do Chain em seu plantel, pois além de adquirir qualidade genética comprovada, tem a chance de ter uma premiação extra na principal prova da vida do animal atleta”, finaliza Anderson Bernal.

Fonte: AV Comunicação Equestre e Assessoria de Imprensa
Crédito da foto: Divulgação/Gerson Veiga

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