Rédeas

Um pouquinho de Karoline Kazue Rodrigues!

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Desde que se lembra, Karol Rodrigues tem contato com cavalos. Fazem parte da sua vida. Como ela mesmo diz, é algo indissociável de sua existência

Foto: Arquivo Pessoal

Rédeas, Working Cow Horse, Western Plesure e até Seis Balizas. Desde pequena, Karoline Kazue Rodrigues, 30 anos, participa de provas com cavalos. Começou a montar bem cedo. O meio rural é o oficio de seu pai. Nascida em Itaí e morando em Avaré, ambas as cidades do interior de São Paulo, advogada, exercia a profissão na capital, mas hoje ela ajuda a tomar conta do Rancho Karoline, propriedade da família, o treinador Nelson Rodrigues e a mãe Tânia.

Cavaleira, ganhadora de várias provas e com histórias muito bacanas para contar. Uma delas é a recente experiência de pouco mais de seis meses morando e trabalhando nos Estados Unidos, participando de provas importantes, vendo os bastidores do cavalo por lá, vivendo como os americanos. Ou de quando competiu aos seis anos e seu pai, por ela ser muito pequena, a deixou sem participar por algum tempo por medo de que se machucasse.

Conheça um pouco mais sobre ela na entrevista a seguir!


Portal Cavalus: Como foi seu primeiro contato com cavalos
?

Karoline Rodrigues: Desde que nasci. Por conta do meu pai, ele sempre trabalhou em fazenda, antes na lida com o gado, depois treinando cavalos.

PC: Alguma história bacana desse começo?

KR: Aprendi a montar em pôneis. Eles eram terríveis e eu vivia levando tombos.


PC: Quando começou a competir e como foi a primeira prova?

KR: Minha primeira prova da vida foi de Seis Balizas, com seis anos. Meu pai nunca mais me deixou correr, pois eu era muito pequena e ele tinha medo que eu me machucasse. Disse que eu poderia voltar a fazer aquilo depois que fosse dona do meu nariz (vai entender rsrs). Na época, meu pai treinava para o Haras Sacramento, de Avaré, Rédeas e Western Pleasure, então eu comecei a treinar estas modalidades. Primeiro fiz Western, e aos oito anos minha primeira prova de Rédeas. Eu era muito pequena e na época (1995) não existiam muitas categorias diferentes (para gente do meu tamanho). Era categoria principiante, percurso normal, uma mão na rédea e boa sorte! Fui reservada campeã Nacional com General HS, tenho o troféu até hoje.


PC: Como se desenrolou a sua carreira como competidor desde então?

KR: Depois desse campeonato fiquei um bom tempo sem competir porque não tinha cavalo. Voltei para as pistas em 2000, cinco anos depois, no meu primeiro Potro do Futuro de Rédeas e ganhei o Amador Limitado no desempate. Desde então meus pais sempre fizeram o possível para termos os nossos cavalos para que eu pudesse competir.


PC:
Sua família ​é do cavalo, seu pai treinador e sua mãe o apoio de vocês, tem seu tio também, como isso te ajuda na vida que leva hoje?

KR: O trabalho de um centro de treinamento é intenso e cansativo e está cada vez mais difícil encontrar pessoas que queiram levar essa vida ‘rural’, e mais que isso, ‘do cavalo’. É preciso gostar muito e querer muito. Por isso é tão importante a união da família e o trabalho em equipe. Cada um tem a sua área e nós nos completamos.


PC: Como é a relação com seu ​pai dentro da pista?

KR: Quando eu era criança e comecei a aprender, meu pai era muito duro comigo. Ele queria que eu aprendesse direito e fosse uma boa cavaleira, mas isso não era fácil para uma criança de sete anos. Eu chorava sempre. Mas hoje eu vejo que isso foi essencial para que eu desse o meu melhor, para que eu quisesse ser melhor. Hoje em dia é muito tranquilo. Nos ajudamos, olhamos o que o outro faz, e não tem um dia que ele não me ensina alguma coisa muito importante.


PC: ​Você passou, em 2016, por uma experiência única nos EUA. Como isso mudou você e como esta sua vida agora?

KR: Na minha experiência nesse período tive a oportunidade de vivenciar a rotina de pessoas que são do cavalo, assim como a minha família. Eles são extremamente dedicados e muito trabalhadores. Isso me fez perceber o quanto tenho sorte de ter a família que tenho, que também se dedica e dá o sangue pelo trabalho que escolheu para viver. Além disso, os americanos são muito profissionais em tudo que fazem. Sempre que posso, tento adaptar coisas que aprendi para o nosso dia a dia.


PC: Você exerce outras atividades dentro do cavalo?

KR: Ajudo minha mãe na administração do rancho e, recentemente, comecei a prestar serviço de gerenciamento de mídias sociais para haras e centros de treinamento.

 

Foto: Adilson Silva/Foto Perigo

PC: Cavalo que mais te marcou até agora e por quê?

KR: Muito difícil escolher um. Mas hoje eu escolheria o Strongest Pistol, que foi um cavalo que meu deu muitos títulos e muitos prêmios, tanto na Rédeas como no Working Cow Horse. Mas a tendência é que sempre venha outro tão especial quanto.


PC: Melhor prova da vida
?

KC: Difícil. A última prova de Rédeas que fiz foi bem especial para mim. Participei do Futurity Haras Dan esse ano (2017) para empistar minha égua, que é potro do futuro desse ano, para ver como ia ser. Como só tinha categoria Aberta, fui nessa mesmo. Eu só queria me alinhar com a minha potra, mas fomos muito bem e ficamos entre os dez primeiros colocados, o que foi incrível para mim. Competi com muitos profissionais e consegui um bom resultado.


PC: Principais títulos:
Campeã Potro do Futuro ANCR 2000/2003 Amador Limitado; Campeã Potro do Futuro ANCR 2012 Amador N3; Campeã Pré-Futurity ANCR 2005/2013/2014/2015 Amador; Campeã Potro do Futuro ABQM 2000/2006 Rédeas Jovem; Campeã Nacional ABQM 2002 Rédeas Jovem; Campeã Super Stakes ANCR 2014 Amador N3; Campeã Sacramento Classic 2006 Amador Limitado; Campeã Congresso ABQM 2015 Working Cow Horse Aberta Junior Castrado;  Campeã Potro do Futuro ANCH 2009/2012/2013/2014 Amador; Campeã Potro do Futuro ABQM 2009/2013/2014 Working Cow Horse Amador; Campeã Potro do Futuro ABQM 2005 Working Cow Horse Jovem.


PC: Por que Rédeas, o que te encanta?

KR: É técnico, é clássico, é difícil, é lindo.

Foto: Cedida

PC: Você também ainda pratica Working Cow Horse. Como é sua relação com essa modalidade?

KR: Um aprendizado constante. É uma modalidade mais agressiva, mais difícil, e tenho um pouco de medo. Sinto mais confiança depois que comecei a treinar mais, mas ainda tenho muito que aprender.


PC: Qual título que ainda não tem e deseja conquistar?

KR: Potro do Futuro ANCR Amador Nível 4.


PC: Tem algum ídolo na Rédeas?

KR: Todd Bergen! Rédeas e Working Cow Horse.


PC: Explique sua paixão por cavalos
.

KR: Não sei nem se é paixão. Acho que é uma coisa que faz parte de mim desde que nasci, por sempre ter vivido essa vida, sempre ter me relacionado com pessoas desse meio, e por ter sido esse meio que me proporcionou todas as melhores experiências da minha vida. É algo indissociável da minha existência, simples assim.

Por Luciana Omena

Rédeas

Marcelo Almeida é o maior ganhador de PF de Rédeas da ANCR

Treinador conquistou seu sexto título de Potro do Futuro em novembro de 2020

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Até a tarde de 28 de novembro de 2020, Marcelo Almeida e Gilson Diniz estavam empatados. Cada um com cinco títulos de maior prova de Rédeas da temporada. Mas a vitória de Marcelinho na ‘Live’ do Potro do Futuro da ANCR mudou o rumo dessa história.

Ao marcar 226,5 pontos com GSP Was Your Johnny (Hollywood Gotta Gun x Cherry Bueno), de Gabriel Cordeiro Martins, o treinador tornou-se o maior ganhador de potros do futuro da história da Associação. Seu sexto título na categoria Aberta Nível 4 e seu segundo anel de ouro cravejado de diamantes como prêmio.

Seu primeiro título foi em 2011, com That’s Great Dunit. Em seguida, Dominic Dunit em 2014; Gunna Dun It em 2015; Country Style Tari em 2016; e Just In Holygun QR em 2019. Imagine, portanto, a prova mais difícil e almejada de se competir. Ganhar uma vez já destaca o currículo de qualquer treinador ou apresentador, imagine ganhar seis.

Nascido em Trabiju/SP, Marcelinho tem seu Centro de Treinamento Marcelo Almeida Rédeas hoje dentro do Haras Virgínia. O treinador começou em 1990 com cavalos e está desde 1995 na Rédeas. Com toda a certeza, o paulista faz parte da história na modalidade. Trabalha e mora em Portão/RS, de onde conversou com nossa reportagem via Whatsapp. Confira!

Treinador Marcelo Almeida conquistou seu sexto título de Potro do Futuro em novembro de 2020; tornou-se o maior ganhador dessa prova
Marcelinho com seu prêmio pela vitória em 2020

Sentimento

“Ah, Lu, a sensação é como se tivesse ganhado meu primeiro Potro do Futuro. Não deixo muito as vitorias ‘subirem pra cabeça’, sabe. Quando conquisto algo, como vencer um campeonato importante, sei que tenho que trabalhar ainda mais. Tenho certeza que preciso fazer melhor do que a anterior. Porque cada vitória gera expectativa nas pessoas e para quem vai assistir”.

Qual próximo sonho do Marcelo Almeida?

“Meu sonho continua sendo andar bem no mundial [Marcelinho classificou para o WEG 2018, sua primeira participação]. Quero sentir novamente o ‘gostinho’ de representar o meu País em uma competição desse porte. Por isso meu foco é montar bons cavalos, que tenham nível internacional a fim de correr bem lá fora”.

Imaginava tudo isso?

“Quando comecei, não imaginava tudo isso não. Sempre rezava para Deus me permitir o ‘gostinho’ de ganhar um Potro do Futuro. Mas não imaginava que ele pudesse me dar tanto presente assim”.

Ídolos

Desde o começo, todos que me ajudaram muito. Falo sempre deles em reportagens, como o Carlos Deleu. Nos dias de hoje, Casey Deary. Sempre que posso, estou na casa dele nos Estados Unidos montando. E nas provas, eu converso muito com os amigos, os outros treinadores, e observo. Sou um cara que aprende muito olhando”.

Treinador Marcelo Almeida conquistou seu sexto título de Potro do Futuro em novembro de 2020; tornou-se o maior ganhador dessa prova
Com GSP Was Your Johnny

Marcelo Almeida hoje

“Sobre o meu momento, sem dúvida, estou no auge da carreira. A forma e o plano de sucesso comecei a construir lá atrás, na década de 90. Foram muitos cavalos difíceis que montei e, com toda certeza, me deram a experiência e o amadurecimento. Assim como em qualquer outra profissão, com o tempo vem a maturidade. Dessa forma consigo escolher melhores, saber de fato o que é bom e o ruim.”

Expectativa para 2021

“Estou bem animado com 2021. Na verdade, daqui para frente, com todos criadores investindo muito em genética, sangue muito apurado, todos os anos temos ótimas expectativas. A tendência, com toda a certeza, é que apareçam sempre melhores cavalos. E a consequência disso são as provas de alto nível. Fora isso, não só a genética, como também a qualidade das arenas. Tudo melhorou hoje de tal forma que podemos fazer um bom trabalho. Um conjunto de coisas que temos nas mãos para desempenhar nosso trabalho da melhor forma.”

Por Luciana Omena
Crédito das fotos: Divulgação ANCR/Adilson Silva

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Rédeas

ANCR realiza ‘Live’ no Potro do Futuro e Campeonato Nacional

Associação Nacional do Cavalo de Rédeas mudou o formato da competição por conta da pandemia; evento aconteceu de 24 a 28 de novembro, em Avaré

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“Um [evento] Potro do Futuro e Campeonato Nacional para entrar para história da modalidade Rédeas no Brasil! Gostaria de agradecer a cada um que ajudou a constituir esta Live. E, principalmente, a Deus, por nos permitir tudo isso”, comenta Francisco Moura, presidente da ANCR.

“Tudo que se faz com amor e paixão da certo, acreditem! Parabéns a todos que participaram, os campeões e todos que trabalharam no evento! Não vou conseguir citar nomes, pois são muitas pessoas que construíram e geriram esta Live e posso me esquecer de alguém. Um grande abraço a todos e continuem se cuidando! Nos vemos logo mais em 2021!”

O 30° ANCR Potro do Futuro aconteceu, portanto, de 24 a 28 de novembro, na EMAPA em Avaré/SP. Um evento exclusivo para animais de três anos hípicos. Junto com ele, então, o 29° Campeonato Nacional de Rédeas, a 11ª Copa Internúcleos da ANCR e o Cardinal Ranch Cup N1 (Principiante).

Assim, por conta da pandemia do novo coronavírus, as provas esse ano foram adiadas. A fim de cumprir todas as exigências sanitárias, não houve a presença de público. Desse modo, liberados apenas competidores, suas equipes e o staff da ANCR. Para público, transmissão via internet através dos sites da Associação, da Jequitibá Comunicação e pelo app Ride2Play.

Segundo dados da organização, houve 8500 visualizações na transmissão, que alcançou pessoas de 23 países. A apresentação foi de Fernanda Camargo, que entrou ao vivo dos bastidores com entrevistas diversas, contagiando os telespectadores com simpatia e muito profissionalismo.

ANCR mudou o formato da competição por conta da pandemia; PF, CN e Copa Internúcleos aconteceram de 24 a 28 de novembro, em Avaré/SP
Giovanna Diniz e Fantastico Voodoo MV

Potro do Futuro

Exclusivo para animais da geração 2016, o ANCR Potro do Futuro aconteceu nas categorias Aberta – Níveis 2, 3 e 4 e Amador – Níveis 2, 3 e 4. A saber, 87 cavalos começaram a disputa na categoria Aberta, que contou com uma classificatória e uma repescagem. Enquanto na Amador, 38 conjuntos participaram da classificatória.

Na final da Aberta, Marcelo Almeida (foto) faturou seu sexto título e um anel de ouro cravejado de diamantes como prêmio. Com o baio GSP Was Your Johnny (Hollywood Gotta Gun x Cherry Bueno), de Gabriel Cordeiro Martins, marcou 226,5 na final do Nível 4. Seu primeiro título foi em 2011, com That’s Great Dunit. Em seguida, Dominic Dunit em 2014; Gunna Dun It em 2015; Country Style Tari em 2016; Just In Holygun QR em 2019.

O campeão dos Níveis 2 e 3, e segundo lugar do Nível 4, foi o conjunto Matheus Gabriel de Oliveira e Rock In Hollywood (Hollywood Gotta Gun x Rock This Diamonds), de Otávio Canela, com a nota 225. Os dois cavalos filhos do mesmo garanhão e de criação do Quality Ranch.

Giovanna Diniz, com o alazão Fantastico Voodoo MV (Shiners Voodoo Dr x Corona Lite Chex), de sua propriedade, carimbou seu terceiro título de Potro do Futuro ANCR Amador. Na final, o conjunto – que ganhou um trailer com capacidade para dois cavalos – recebeu dos juízes a nota 221. Giovanna foi campeã dessa prova também em 2013 com Jessie James Whizi e em 2017 com Gold Red Dunit.

Nos Níveis 2 e 3 do PF Amador, vitória da chilena Catalina Adriana Perez. A amazona conduziu o baio amarilho Make Cielo Mad (Cielo Doc x Don’t Make Me Mad) e marcou 212 na final.

ANCR mudou o formato da competição por conta da pandemia; PF, CN e Copa Internúcleos aconteceram de 24 a 28 de novembro, em Avaré/SP
Marcelo Almeida e So Much Colonels
ANCR mudou o formato da competição por conta da pandemia; PF, CN e Copa Internúcleos aconteceram de 24 a 28 de novembro, em Avaré/SP
João Felipe Lacerda e Whiz A Machine Gun

Campeonato Nacional ANCR

O Campeonato Nacional é uma prova para animais de qualquer idade hípica, disputado nas categorias Aberta e Amador – Níveis 1, 2, 3 e 4. Antes de mais nada, em função da pandemia, a Associação não exigiu dos conjuntos classificação através dos núcleos regionais.

Na Aberta Nível 4, Marcelo Almeida, com So Much Colonels, e João Felipe Lacerda, com Whiz A Machine Gun, dividiram o prêmio ao marcar 227 pontos. Ao passo que, nos Níveis 2 e 3 do Nacional ANCR Aberta, o resultado foi inédito. Três conjuntos empataram com 218 pontos: Summertime Tag e Jean Carlos Silva; Capers Starbuck Gun e Marcos Antônio da Silva Jr; Whiz Rooster BCM e Lucas José Natal.

Por outro lado na Amador, a vitória no Nível 4 ficou para Joana G. Azevedo e Real Starlight Gun. O conjunto campeão do PF Amador de 2018 marcou nota 218 na final. Reservado campeão Nível 4 e campeão Níveis 2 e 3, o conjunto Gabriel Cordeiro Martins e Craque Marca dos Santos, com a nota 217.

Lucas Natal, com Whiz Rooster BCM, e Gabriel Martins, com Craque Marca dos Santos, ao marcar 217, dividiram o pódio da Aberta Principiante – Cardinal Cup N1. Enquanto o título da Amador N1 ficou para José Pinfildi Neto, nota 212,5, montando Showtime Rooster RLT. Importante ressaltar, sobretudo, que 40 conjuntos disputaram essa prova na Amador, o que é um número bastante animador para o esporte.

Por fim, os campeões da Jovem foram Good Reminic HS e Valentina Cipolla Lunardini, empatados com Tag Little Step e Henrique de Melo Tripoloni; e os da Jovem 10, Alegrete do Sapezal e Isabela Prestes Tizao. 

ANCR mudou o formato da competição por conta da pandemia; PF, CN e Copa Internúcleos aconteceram de 24 a 28 de novembro, em Avaré/SP
Joana Azevedo e Real Starlight Gun

Balanço

De acordo ainda com o presidente Chico Moura, a ANCR recebeu mais de 750 inscrições e o total de premiação chegou a mais de R$ 500 mil em prêmios. “Conseguimos atingir todos os nossos objetivos: segurança dos participantes devido à Covid-19; estrutura e pista ficaram muito boas; recorde de inscrições e uma premiação 10% maior que 2019”.

Sucesso total mesmo com o aumento de custo devido aos protocolos e ineditismo para realizar a Live. “Tudo isso e qualidade das provas realizadas nos garante dizer que foi o melhor Potro do Futuro e Campeonato Nacional que já realizamos!”, reforça o dirigente. 

Entre os pontos de destaque, Chico cita a preparação com antecedência e a contratação de profissionais para a Live. Segundo ele, muito importantes para o sucesso, visto que a ANCR nunca tinha realizado um evento nesse formato. “Utilizamos um protocolo rígido com a ajuda do IBEqui e da ABQM a fim de garantirmos a segurança de competidores e de todos que trabalharam. Além de todo o bem-estar na questão animal”.

Para seguir os protocolos com 100% de segurança, por exemplo, a estrutura teve quer ser maior, com mais espaço, para garantir o distanciamento social. “Foi obrigatório o uso de máscaras todo o tempo e instalamos também muitos pontos de álcool em gel. Além disso, a temperatura das pessoas era medida em cada entrada”.

Julgaram as provas: Wadson Lander, Leopoldo Potter, Ben Balow, Brenda Brown, Christian Rammerstorfer, Fabricio Suris (equipamento), Leonardo Feitosa (bem-estar animal). Resultados completos, clique aqui.

Fernando Salgado e Vinny Gun – Foto: Wattemberry

NRHA Futurity

Está acontecendo também, de 26 de novembro a 5 de dezembro, o Potro do Futuro de Rédeas nos Estados Unidos. O NRHA Futurity acontece em Olahoma City, Oklahoma, na Jim Norrick Arena. A saber, é também prova mais importante da temporada por lá. Portanto, a NRHA divulgou recorde de participação esse ano na  55ª edição do evento. Junto com Adequan NAAC, mais de 1600 baias foram montadas. Pela primeira vez na história o campeão da Open N4 receberá R$ 250 mil de prêmio. Assim como na ANCR, o NRHA Futurity está fechado ao público por conta da pandemia da Covid-19.

A primeira passada contou com mais de 340 cavalos, entre eles, 20 apresentados por 11 treinadores brasileiros; e mais cinco cavalos de proprietários brasileiros. As notas assustaram um pouco, contudo o brasileiro Fernando Salgado com Vinny Gun marcou a maior nota da classificatória, 223,5 pontos, empatado com outro conjunto. A semifinal acontece de 30 de novembro a 2 de dezembro entre um número menor de cavalos. A NRHA estabelece uma nota de corte e somente uma porcentagem segue.

As provas da NRHA, da mesma forma, são divididas por níveis. Entre os brasileiros, estão na semifinal: Gabriel Bittar Borges (2 cavalos); Eduardo Salgado; Fernando Salgado (2 cavalos); Franco Bertolani; Pedro Baião, Leonardo Kellerman; Lucio Casalecchi; Luis Eduardo Giannasi; Lorinaldo Gomes; Marcos Guimaraes. Rodrigo Nieves representa o Brasil com três cavalos na semi, sendo dois de propriedade de brasileiros. Para acompanhar ao vivo, clique aqui. (Fonte: NRHA)

Por Luciana Omena
Colaboração: Assessoria de Imprensa

Crédito das fotos: Adilson Silva/Foto Perigo

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Geral

Gotta Gold Chain estará em exposição no Potro do Futuro e Campeonato Nacional ANCR

Os presentes poderão conferir de perto todos os atributos de Gotta Gold Chain de 26 a 28 de novembro, no Parque de Exposições Fernando Cruz, em Avaré/SP

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Força, beleza, pedigree, performance, estrutura e caráter. Tais características resumem perfeitamente o garanhão Gotta Gold Chain, que estará em exposição durante o Potro do Futuro e Campeonato Nacional ANCR.

Portanto, os presentes poderão conferir de perto todos esses atributos. Antes de mais nada vale frisar que o evento acontece de 26 a 28 de novembro, no Parque de Exposições Fernando Cruz Pimentel, em Avaré/SP.

De acordo com Anderson Bernal, um dos proprietários de Gotta Gold Chain, esta será a primeira vez que o garanhão participa de um evento da Associação Nacional do Cavalo de Rédeas (ANCR). “Contudo, essa é a terceira apresentação dele desde que chegou ao Brasil. Na ocasião, estaremos apresentando ele e o projeto de fomento que temos dele, que distribuirá R$2,5 milhões em prêmios para seus filhos. Sem dúvida, ele é um garanhão que encanta pela beleza, estrutura e toda sua genética campeã. Vocês ficaram surpresos”, expõe o proprietário.

Conheça mais o Gotta Gold Chain

O garanhão veio para revolucionar a genética nacional do cavalo Quarto de Milha, em especial de Rédeas. Afinal, em pista é ganhador de U$89.571,00. Seu pai, Jacs Electric Spark é produtor de mais de U$ 3,5milhões e ganhador de U$85.907,00 em Rédeas. Bem como o Melhor Reprodutor dentre os filhos do lendário Shining Spark, 12° Melhor Reprodutor de todos os tempos em Rédeas pela NRHA.

Já sua mãe é Snip O Chex, produtora de mais de U$ 320 mil, filha da lendária, Snip O Gun, Lider All Time Reining Producer que produziu mais de U$900 mil. Uma das melhores linhagens maternas de Rédeas. 

Gotta Gold Chain Foto: Divulgação/Gerson Veiga

Projeto Chain

Gotta Gold Chain é propriedade dos criadores Alessandro Almeida – Alpakatha Ranch, Anderson Bernal – EJB Ranch e Giovani Bernardo Soares – GBS Ranch. Como resultado, formam o condomínio Gotta Gold Chain, que tem projeto de distribuir uma bolsa de R$ 2.450.000,00 milhões em premiações extra para seus filhos, num período de cinco anos no Potro do Futuro da ABQM e ANCR.

O prêmio será distribuído entre a classe Aberta e Amador da seguinte maneira: campeão – R$ 20 mil, reservado campeão – R$10 mil e o 3º colocado R$5 mil, contemplando as modalidades de: Laço Cabeça, Laço Pé, Laço Individual Técnico, Laço Comprido, Vaquejada, Rédeas, Working Cow Horse, Team Penning e Ranch Sorting.

“Assim é uma forma de estimular ainda mais aos proprietários em ter filhos do Chain em seu plantel, pois além de adquirir qualidade genética comprovada, tem a chance de ter uma premiação extra na principal prova da vida do animal atleta”, finaliza Anderson Bernal.

Fonte: AV Comunicação Equestre e Assessoria de Imprensa
Crédito da foto: Divulgação/Gerson Veiga

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