Esportes

Sophia Baptista de Oliveira conta sua trajetória e porque se apaixonou pela Equitação de Trabalho

Nascida no meio equestre, por conta da atividade rural da família, ela e o marido são criadores de Mangalarga Marchador e hoje em dia também compete no Adestramento e na Equitação de Trabalho

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Os cavalos fazem parte da vida da paulistana Sophia Baptista de Oliveira, 53, desde que nasceu. Todas as suas férias quando crianças eram na fazenda de gado dos avós no Mato Grosso.

Tradição que seguiu com seus pais quando assumiram, e em seguida quando ela se casou com Marcelo, criador de Mangalarga Marchador há mais de 40 anos. Desde criança ela conta que sempre esteve muito envolvida com os cavalos.

Os cavalos de plantel e reprodução da Agro Maripá, empresa do casal, estão baseados em Jaguariúna/SP, bem como em Minas Gerais, perto de Juiz de Fora, na zona da mata mineira. Além de montar em cavalgadas e passeios nas fazendas, Sophia Baptistade Oliveira também compete.

Ela faz Adestramento há cerca de 25 anos e há 2 entrou para a Equitação de Trabalho. Conversamos com ela para entender um pouco da sua trajetória e paixão pela modalidade. Confira!

Os cavalos sempre fizeram parte da sua vida?

“Sim, sempre tivemos cavalo. Minha família tinha e meu marido tem. Por isso a minha vida inteira eu passei perto dos cavalos. Sempre montei em fazenda, cavalos de lida, fazia passeio, cavalgada. Nasci no meio do cavalo, meu avô criava Quarto de Milha, meu tio também. Depois eu me envolvi profundamente com o Mangalarga Marchador.

Até que há uns 25 anos eu comecei no Adestramento. Então nós temos alguns cavalos de esporte dessa modalidade, que são Warmbloods, como se chamam esses cavalos europeus. No Adestramento eu monto na Hípica Paulista, em São Paulo. E na fazenda a gente faz muito passeio no fim de semana com os marchadores.

De uns 2 anos para cá começamos a colocar os nossos cavalos na Equitação de Trabalho e temos resultados muito bons. Apesar da pouca experiência, dos cavalos serem jovens, pouco tempo de prova, a gente vem conseguindo resultados muito bacanas e comentários bacanas dos juízes”.

Sophia Baptista, nascida em meio aos cavalos, por conta da atividade rural da família, ela e o marido são criadores de Mangalarga Marchador
No Adestramento com Pippilotta

Os cavalos que vocês já selecionavam que estão indo bem na Equitação de Trabalho?

“A nossa empresa se chama Agro Maripá. Nessa empresa que estão inseridos os cavalos da raça Mangalarga Marchador. Sempre privilegiamos um cavalo cômodo, machador, mas com muito equilíbrio, boa conformação, rusticidade, bom temperamento e aptidão.

Além de aptidão para os passeios, também para trabalho em fazendas e para esportes. Constatamos, recentemente, nessa nossa experiência nova na Equitação de Trabalho que, realmente, estamos no caminho certo da seleção. Porque os cavalos têm conseguido se destacar e ter um bom desempenho, bons resultados.

Por outro lado, a Equitação de Trabalho também tem ajudado a melhorar a nossa equitação, nosso manejo de uma forma geral. Acabamos incorporando alguns conceitos e o aprendizado é constante. A modalidade nos ajuda a refinar mais a montada”.

Com Reggae Boy

Como você conheceu a Equitação de Trabalho?

“Conheci a Equitação de Trabalho através de amigos, criadores de Lusitano, há cerca de 20 anos. Acredito que estava no começo aqui no Brasil. Assisti algumas provas, mas não me deu vontade de praticar na época. Estava mais envolvida com Adestramento na Hípica.

Também mantinha foco nos marchadores, em cavalgadas, e ainda em provas de longa distância, que testam um pouco a resistência, parecidas com alguns enduros, bem como com as provas funcionais que a gente fazia de vez em quando em casa, algumas competições.

Agora, mais recentemente, através de amigos criadores de Mangalarga Marchador, que estão com seus cavalos em provas de Equitação de Trabalho, conquistando bons resultados, e nos incentivaram. Decidimos, então, fazer algumas provas e testar alguns dos nossos cavalos na modalidade”.

Sophia Baptista, nascida em meio aos cavalos, por conta da atividade rural da família, ela e o marido são criadores de Mangalarga Marchador
Sophia Baptista de Oliveira e Carioca de Maripá

Apaixonou-se de cara?

“Temos um contato bem mais próximo agora com a Equitação de Trabalho. Para mim, como diz um amigo, virou realmente uma ‘cachaça’. É um ‘trem’ gostoso, melhora nossa interação com os cavalos. Aliás, a prática dessa modalidade melhora muito a qualidade dessas interações, faz muito bem a eles.

A Equitação de Trabalho fez bem também para o nível de capacitação do nosso pessoal na fazenda. A gente gosta muito de fomentar essa coisa do conhecimento, do aprendizado constante, que é um fato incontestável em tudo. Mas, principalmente, nesse meio do cavalo.

Então, esse esporte é uma forma também da gente poder proporcionar algum grau de evolução e de aprimoramento na profissão do pessoal aqui, nesse caminho que eles escolheram”.

Sophia Baptista de Oliveira e Farrapo de Maripá

Como foi a primeira prova e como se prepara?

“As primeiras competições foram através da ABET – Associação Brasileira de Equitação de Trabalho no final de 2018. Eu fiz a primeira prova e fui muito bem, meu cavalo nos surpreendeu bastante, Farrapo de Maripá.

Agora estou em pista com outros dois cavalos novos, que estão com 4 anos e estão começando. Aos poucos subi de nível nas provas em grau de dificuldade. Com alguns cavalos tenho mais dificuldades, enquanto com outros estou caminhando mais fácil.

Eu não me preparo tanto quanto eu gostaria, porque concilio várias frentes e a minha família com os treinos. Às vezes, para mim, fica difícil. Viajo e fico de uma semana a 10 dias fora. Mas quando eu posso, faço questão de montar todos os dias. Já entendi que preciso me ausentar e não tem jeito, em alguns momentos fico sem montar.

Inclusive, já aconteceu muitas vezes de eu chegar de viagem um dia antes de uma prova. Meus meninos aqui, junto com a assessoria do treinador Fabio Lombardo para a Equitação de Trabalho, que deixam os cavalos no ponto. Gosto muito também de treinar. Quando vejo que o cavalo entendeu e faz o que pedi com a qualidade que eu queria, está ótimo.

E agora, mais recentemente, eu comecei a me preocupar com a minha condição física também para montar”.

Sophia Baptista, nascida em meio aos cavalos, por conta da atividade rural da família, ela e o marido são criadores de Mangalarga Marchador
Sophia Baptista de Oliveira com Arun de Maripá

É bastante importante essa visão

“Sim. Hoje faço um treino feito para mim especificamente, voltado para cadeias musculares para cavaleiros. Assim como um pouco de exercício aeróbico, algumas corridas intercaladas umas três vezes por semana. Então, além de poder treinar os cavalos eu também me treino.

Penso que se o cavaleiro não está em boa forma física, não tem jeito. O cavalo pode ser o que for se não tiver cavaleiro apto não sai do lugar. Penso que quanto melhor o cavalo, melhor tem que ser o cavaleiro. Tratamos os cavalos como atletas, por isso temos que ser atletas a fim de tirar todo o desempenho que eles podem nos dar.

Por vezes vemos um cavalo muito bom, com uma capacidade enorme, e o cavaleiro desequilibrado, sem força. Perde, portanto, aquele jogo entre mobilidade e estabilidade e não aproveita todo o potencial do cavalo. Fico sem montar, mas do meu preparo físico eu não abro mão”.

Arun de Maripá

Para finalizar, conta o que você mais curte na Equitação de Trabalho?

“A Equitação de Trabalho tem aquela coisa da boa equitação, a base de tudo. É um incentivo para qualquer pessoa que vai montar a cavalo montar direito. Uma modalidade fundamentada na biomecânica, tem todo um conhecimento por trás. Não é uma prova que uma determinada raça ou associação inventou, é uma linguagem única, não existe outra. É uma língua que todos os cavalos se beneficiam  e eu acho que é um baita fomento da boa equitação.

Ao mesmo tempo, outra coisa que me atrai demais e que eu acho brilhante na Equitação de Trabalho é essa questão dela ser para todas as raças. Ela versa sobre a base da equitação de um cavalo de sela, serve como base para todas as raças. E isso é o que eu acho de mais legal, me deixa muito entusiasmada.

Acho muito bacana vários cavalos de raças diferentes treinados para fazer a mesma coisa. Cada um no seu estilo, com as suas características de raça. A espécie é a mesma, então a base é a mesma. Muito bacana isso! É, sem dúvida, o que eu mais admiro nessa modalidade, essa coisa de ‘abraçar’ todos os cavalos.”

Por Luciana Omena
Crédito das fotos: Arquivo Pessoal e Ney Messi
Na foto de chamada: Sophia Baptista de Oliveira e Arun de Maripá

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Rodeio

Jovens Touros evidencia a genética do touro de pulo

Campeonato entra em seu terceiro ano de realização e já conta com mais de 200 associados

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Quando Fabio Docusse e os irmãos, da Cia Rancho 3 Irmãos, criaram o Jovens Touros em 2019 não esperavam o sucesso em tão pouco tempo. Em 2021 entram em seu terceiro campeonato mantendo a meta inicial de valorizar o criador de touros de pulo de rodeio e fomentar a genética desses animais.

A experiência de 28 anos atuando no rodeio fez com que o Jovens Touros surgisse. “E a vontade sempre foi realizar algo para os outros que sempre quisemos para nós. Ou seja, receptividade e respeito. Quando a gente viajava o Brasil todo, muitas vezes fomos muito bem recebidos, mas em inúmeras outras não. Passamos maus bocados, como aconteceu com diversos outros amigos”, conta Fábio.

E o projeto surgiu, então, desse desejo. Não só manter animais com linhagem em evidência, como também fornecer o melhor tratamento aos criadores. Os irmãos montaram uma arena indoor no rancho, para o treinamento dos touros da companhia, até que tiveram a ideia de convidar alguns amigos donos de touros para uma competição informal.

“Todo mundo gostou muito e repetimos. Logo depois veio a ideia de transformamos o Jovens Touros em algo profissional. Nasceu o campeonato, em fevereiro de 2019. Nos inspiramos, sobretudo, no modelo da ABBI dos Estados Unidos”.

A saber, a American Bucking Bull, Inc. administra o maior registro de DNA de touros de rodeio do mundo. Então, a ideia é documentar linhagens de touros de pulo e promover um campeonato onde eles são as estrelas. Assim é também o Jovens Touros, pautado em uma visão de futuro, já que aqui no Brasil o assunto genética de rodeio é algo concreto, mas ainda em construção.

Jovens Touros: campeonato entra em seu terceiro ano de realização e já conta com mais de 200 associados; visa a melhoria genética dos touros
Categoria Futurity

Projeto Jovens Touros

De acordo com Fabio, um sonho que se tornou realidade. “Com a ajuda de todos os criadores conseguimos desenvolver. Sempre falo que o Jovens Touros não é um projeto do Fabinho, mas sim de todos os criadores de touros de pulo do Brasil.

Qualquer criador para participar das etapas do campeonato se associa, pagando uma anuidade de R$ 1000,00. A fim de fomentar a adesão da filiação, os associados conseguem de volta esse valor em forma de inscrições (não válidas para prêmios). E a cada etapa, cada touro para R$ 300,00 de inscrição. A organização reverte 70% do valor total para premiação e retém o restante para as despesas.

Antes de mais anda, há regras rígidas que regem o campeonato. “Ouvimos sempre a opinião de todos, mas a decisão final é sempre nossa, organizadores e idealizadores do Jovens Touros. Assim, lançamos as regras, que identificamos serem as mais justas, e seguimos elas à risca. Fica a cargo do criador avaliar se servem para eles ou não”, reforça Fabio.

E ele ressalta: “Queremos construir algo sólido. Por isso o objetivo do Jovens Touros é fazer com que os criadores de touros de pulo do Brasil valorizem seus animais, fomentem negócios através de contatos e do nosso leilão. E tem espaço para todos, do pequeno ao grande criador”.

Jovens Touros: campeonato entra em seu terceiro ano de realização e já conta com mais de 200 associados; visa a melhoria genética dos touros
Categoria Classic

Genética e banco de dados

Qualquer pessoa pode entrar no projeto desde que tenha um touro com performance, ou seja, comprovado que é pulador. Afinal, o que se busca nesse mercado é isso. O banco de dados do Jovens Touros consiste em touros puros com performance e seus descendentes até que chegue ao puro de origem.

“Vamos usar como exemplo o Bipolar. Ninguém sabe quem é seu pai e sua mãe, mas que é um touro pulador. Então, ele entra no banco de dados do campeonato como um touro puro que pula (PP). Cruzando ele com uma vaca, seus filhos entrarão com CG1, ou seja a primeira geração”.

Fabio explica que o sistema segue até o CG5, a quinta geração desse animal pulador. Isso de acordo com os sucessivos cruzamentos de cada geração dessa linhagem. E depois do CG5 vêm os puros de origem, que já são os resultados dos cruzamentos construídos dessa genética.

Podemos dizer que genética é o fator que mais determina a índole de um touro para fazer o que naturalmente é criado e ama, pular. Todo touro registrado no banco de dados do Jovens Touros entra para uma lista que armazena todas as informações sobre ele. E é o estudo do pedigree, que cruzamentos servem para o plantel de cada criador, o que dá certo ou não, que é a base da genética.

Estrutura Cia Rancho 3 Irmãos

Campeonato

A temporada do Jovens Touros conta com quatro etapas e uma final, dividindo os touros em duas categorias: Futurity, para animais de 1 a 3 anos; e o Classic, para animais de 3 a 5 anos. No Futurity, o touro pula sozinho com um robô em seu dorso, enquanto no Classic um peão o monta. Vale reforçar: a avaliação é para o touro.

Em 2020, mesmo com a pandemia da Covid-19, mais de mil animais passaram pelas provas do campeonato. Além da premiação por etapa há uma premiação na final, congregando ainda premiações especiais, como Touro do Ano. Com a maciça adesão dos criadores –  já são mais de 200 filiados -, e dos patrocinadores que acreditam no projeto, o valor promete ser bem atrativo aos campeões.

A estrutura da Cia Rancho 3 Irmãos, além da arena coberta, conta com espaço para 250 mesas, que recebem os criadores e suas famílias, uma querência com 37 baias, e um espaço climatizado no fundo para os animais. Fabio conta que os planos são o de fechar toda a arena e climatizar para promover ainda mais conforto a todos.

“Não esperávamos, em 2 anos, chegar onde chegamos. Em principio, era um projeto para 5 anos em que pensávamos filiar 80 criadores, e hoje já somos 200. Essa proporção toda nos deixa felizes, mas também alertas em sempre manter o padrão de organização que temos hoje e o nosso objetivo inicial”.

Se invertessem os papeis e eu tivesse entrando no projeto, penso em como gostaria de ser tratado e quais benefícios aos meus animais. Então trabalhamos em busca de ofertar isso. Tratar todos da melhor forma e com o devido respeito”, finaliza.

Para conhecer mais acesse: www.jovenstouros.com.br | @jovenstouros.

Por Luciana Omena
Colaboração: Eugênio José

Crédito das fotos:
 Divulgação

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Três Tambores & Seis Balizas

3ª etapa da Copa Wrangler Haras NSG de Três Tambores é concluída com sucesso

Organizadores agradecem a todos que participaram e contribuíram para o êxito de mais uma etapa

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Organizadores agradecem a todos que participaram e contribuíram para o êxito de mais uma etapa

Realizada entre os dias 29 de abril e 1º de maio, a 3ª etapa da Copa Wrangler Haras NSG de Três Tambores mostrou que mesmo em tempos difíceis é possível fazer uma prova equestre de alto nível. Seguindo todos os protocolos de segurança e sem a presença do público, a etapa que havia sido remarcada, agitou o Haras NSG, em São Pedro (SP).

Como resultado deste sucesso, a terceira etapa teve 1.773 inscrições e 533 animais no evento, com uma premiação de R$ 94.365,00.

“Em meio a momentos difíceis tivemos a coragem de realizar uma prova equestre de alto nível com a responsabilidade de manter o distanciamento social e a segurança de todos os competidores presentes, cumprindo à risca o protocolo de segurança COVID 19”, destaca o proprietário do Haras NSG, Alexandre Monteiro.

Inovação

Com o intuito de todos prestigiarem a competição, mesmo sem permissão para a entrada do público, a 3ª etapa da Copa Wrangler Haras NSG de Três Tambores contou um uma inovação: transmissão ao vivo pela Rodeio Play.

De acordo com Peterson Cássio, gerente de marketing e eventos do Haras NSG, foram mais de 50 mil visualizações, com uma locução empolgante, comentários técnicos, entrevistas e abertura das finais emocionante que são alguns dos diferenciais da Copa Wrangler Haras NSG.

 

Organizadores agradecem a todos que participaram e contribuíram para o êxito da 3ª etapa da Copa Wrangler Haras NSG, com 1.773 inscritos.
Alexandre Monteiro, proprietário do Haras NSG, fazendo a entrega da moto

Destaques

Antes de mais nada, vale destacar que a etapa contou com 21 tempos na casa dos 16 segundos e mais 19 tempos na casa dos 17,0 segundos, isso apenas na terceira etapa, dados que reafirmam que o Haras NSG possui uma pista rápida e em constante evolução e melhoramento.

O destaque ficou com Caroline Rugolo campeã na categoria Amador na sela de God Given Fame HR com o tempo de 16s696 ficando a dois milésimos de bater o atual recorde da pista que é de 16s694 (Patrick de Castro).

Pela Final Feminina, Barbara Velozo Morais, fez o tempo de 16s337 acompanhada de Fost 36 HRZ, conquistando assim o primeiro lugar da categoria na pista reduzida.

Em primeiro lugar, pela Aberta Masculina, Anderson da Silva Bezerra, na sela de Alestte Zorrero, teve o cronômetro marcando 16s992.

A saber, uma das categorias que vem conquistando os competidores, a Amador Masculino, teve em seu primeiro lugar Thomaz Menendez Martin Calvino, que acompanhado de Paris Fly LW, alcançou o tempo de 17s478.

O conjunto Julia Simões e Playboy High, conquistaram o primeiro lugar na Final Mirim, concluindo o percurso com 17s473. André Guilherme Marcon Morganti com Dakar Red MBFN foi o destaque na Final Jovem, com 17s199.

Organizadores agradecem a todos que participaram e contribuíram para o êxito da 3ª etapa da Copa Wrangler Haras NSG, com 1.773 inscritos.
3ª Etapa contou com uma premiação de R$ 94.365,00, organizadores aguardam a próxima etapa, que sem dúvidas nenhuma, será mais um sucesso – Foto: Dani Venturini

Agradecimentos

O Haras NSG agradece a participação de todos e aos patrocinadores Wrangler, Botupharma, Equitech, Vale Rações, Stecar America, RAM, Rastelo DellaRosa, Rodeio Play e Nutrivet que acreditaram no projeto.

E a próxima etapa já tem data marcada: de 10 a 12 de junho o Haras NSG vai ser palco de uma rodada da copa que já é sucesso entre os competidores.

Por Heloísa Alves
Crédito das fotos: Divulgação/Haras NSG/Daniela Venturini/ Rene Paciullo

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Rodeio

Competidor do Acre busca no rodeio realizar sonho que o pai não conseguiu

Alisson Aguiar definiu um planejamento em quatro passos e está na reta final desse processo

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Hoje, Alisson Aguiar trabalha em uma grande companhia de rodeio. De modo que aguarda o fim da pandemia para buscar seu último passo no rumo da carreira profissional. Antes de mais nada, o competidor do Acre tem como objetivo realizar sonho que o pai não conseguiu.

O sonho de ser um competidor, às vezes é interrompido por diversos motivos: falta de talento, falta de sorte, falta de recursos, distância. E, muitas vezes, falta de apoio da família. Só que, mesmo interrompido, esse sonho pode se manter vivo através dos filhos. Aquela frase tradicional: ‘de geração para geração’.

Com toda a certeza, no caso do competidor do Acre, da cidade de Rio Branco, o apoio dos pais para que seguisse no rodeio veio da extensão do sonho não realizado pelo pai dele. Alisson Aguiar, portanto, não é o único tentando seguir longe na carreira na montaria em touros.

Família

Filhos de competidor, Alex, Alisson e o Anderson Aguiar tiveram o apoio do pai, Valdecir Lima Aguiar. E Rio Branco, Acre, geograficamente é uma região muito distante do centro do rodeio no Brasil.

O Sr. Valdecir, pais dos garotos, sempre os incentivou a competir. Desde pequenos, colocando um ou outro em cima de um bezerro. No tempo que ainda percorria os eventos de montaria no Acre e em Rondônia.

“A gente não levava muito a sério, porém, um dia, meu pai teve que parar de montar. Ele precisava sustentar a família. Nesse momento soubemos que o sonho pessoal dele estava interrompido”, lembra Alisson, o filho do meio.

Mas, para o Sr. Valdeci, seu sonho não tinha acabado de fato. Continuava com a vontade de que um de seus filhos seguissem como atleta de montaria. “Desde então passamos a nos dedicar mais, a ter interesse. E eu segui meu plano, meu sonho, que tem quatro passos”.

Competidor do Acre, Alisson Aguiar definiu um planejamento em quatro passos e está na reta final desse processo; segue em ascensão
Alisson (no meio) ao lado dos irmãos

Os quatro passos do competidor do Acre

De acordo com Alisson, sua caminhada começou com a vontade de ser conhecido no Acre; em seguida, no estado de Rondônia; depois tentar montar nos rodeios de São Paulo; por fim, quem sabe, um dia ir para os Estados Unidos.

O competidor do Acre, então, deu o primeiro passo na batalha em busca de um sonho. Os resultados vieram em seu Estado natal: campeão em Sena Madureira, onde conquistou uma moto. Também ganhou em Tarauacá, entre outros resultados.

Pronto para o segundo passo, Alisson chegou a Rondônia, onde os rodeios são maiores e a vitrine para o cenário nacional é melhor. De cara, Ariquemes, porta de entrada oficial de muitos. A primeira semana tem o evento regional e na segunda semana rodeio com competidores convidados nacional.

Alisson não decepcionou. Garantiu pódio na primeira semana e a vaga para o rodeio principal em 2018. Aí sim, oportunidade de brilhar e tentar um lugar ao sol. Praticamente, completou o segundo ciclo: ter seu nome conhecido em Rondônia. Preparou-se, então, para dar o terceiro passo, maior e mais desafiador.

Ariquemes

Reta final do planejamento de carreira

“A Cia de Rodeio Califórnia comprou alguns touros no Expoari, de Ariquemes/RO, em 2019. Um amigo ia levar os animais até São Paulo e eu vi ali uma oportunidade. Pensei que seria a chance de montar em alguns rodeios e dar o terceiro passo do planejamento”, conta Alisson.

Com apoio dos pais, embora a mãe ficasse receosa, ele agarrou a oportunidade. “Não podia peder essa chance. Meu pai ficou feliz, mesmo sabendo das dificuldades. Era um sonho dele, que ele interrompeu para nos sustentar. Então não faço sempre as coisas por mim, mas faço pensando neles. Embarquei para São Paulo e comecei a trabalhar na Cia Califórnia.

Em primeiro lugar, Alisson foi morar e trabalhar em uma das maiores companhias de rodeio no Brasil, a Cia de Rodeio Califórnia. Acompanhavam assim, a boiada principal nos maiores rodeios do Brasil. Colorado, Rio Verde, Barretos, entre tantos outros, que faziam parte do seu sonho pessoal.

“Quando cheguei aqui, as coisas foram mais difíceis. No Acre eu entrava em quase todas as finais, aqui a dificuldade é maior. Touros mais difíceis, não entrava nas finais e muitos me disseram para eu voltar. Mas eu não desisti”.

“Eu via os touros saindo para os grandes rodeios e sonhava estar lá. Porém, tinha que continuar meu processo. Subir os degraus, fazer meu nome em cada passo que planejei. Aos poucos cheguei na ACR – Associação dos Campeões de Rodeio”.

Em outras palavras, o competidor do Acre começou montar em alguns eventos e entrando nas finais. “O Chiquinho, dono da Cia, sempre me ajudou, indicando para montar nos rodeios melhores. Em resumo, não desisti! Se eu estivesse voltado para o Acre não teria tido o reconhecimento que tive aqui. As dificuldades são grandes, sempre serão, mas não podemos desistir”.

Competidor do Acre, Alisson Aguiar definiu um planejamento em quatro passos e está na reta final desse processo; segue em ascensão
Barretos

Passo 3 em busca de realizar sonho que o pai não conseguiu

Na luta por conquistar seu lugar no sudeste brasileiro, Alisson logo venceu Ilicínea, Minas Gerais, evento da ACF do Brasil e etapa da Liga Nacional de Rodeio. De cara, ganhou uma vaga para a maior festa do peão do Brasil, Barretos.

Em seguida, foi campeão em Garça/SP. E ainda conquistou bons resultados em eventos como Juína/MT, Sertãozinho/SP. Até que em dezembro de 2020, venceu a a disputada Live do Bem (foto de chamada), em Taquarituba/SP. De fato, um rodeio com a presença dos melhores competidores do Brasil, até os que competem no campeonato mundial.

“Hoje olho para trás e vejo o longo caminho percorrido. Ganhei três motos, dezenas de títulos, sou reconhecido no meu estado, em Rondônia. Venho ganhando respeito no sudeste, em especial no Estado de São Paulo”, reforça Alisson.

“Olho para frente e vejo que o caminho a percorrer é ainda maior, visto que são muitos os rodeios que ainda posso conquistar. Além disso, fora das fronteiras com o Brasil, há um quarto passo. Um passo que uma hora vou ter que dar, que é ir aos Estados Unidos”.

Segundo o competidor do Acre, é lá onde as coisas de fato acontecem na vida de um atleta de rodeio. “É último degrau do sonho de cada um e um dia eu pretendo chegar. Sempre vou me lembrar que meu pai largou de ser peão para nos sustentar e não há incentivo maior que esse para eu poder chegar onde eu tiver que chegar.”

Por Eugênio José
Crédito das fotos: Arquivo Pessoal, Divulgação, Jack Rodrigues

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Vaquejada

Entidades se unem a favor da Vaquejada Legal

Ministério Público da Paraíba celebrou termo de cooperação para fiscalizar e adequar vaquejadas no Estado; atividades estão sujeitas à legislação e às restrições impostas pela pandemia

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Mesmo assegurada por lei – 13.873/19 – a Vaquejada Legal segue na luta para manter-se em atividade seguindo todos os protocolos de bem-estar animal. Dessa forma, no final de abril, ABVAQ, SEDAP, CRMV-PB e Ministério Público da Paraíba firmam termo de cooperação. Acordo visa compromisso em fiscalizar e coibir realizações de vaquejadas no Estado que não cumpram a legalidade.

Participaram ainda da sessão o segundo subprocurador-geral de Justiça, José Roseno Neto (presidente), assim como os procuradores Álvaro Gadelha Campos (corregedor-geral) e Francisco Sagres Macedo Vieira (que atua na área criminal); o promotor de Justiça Raniere da Silva Dantas (coordenador do Centro de Apoio Operacional às Promotorias da Saúde, Meio Ambiente e Consumidor).

Termo assinado, portanto, pela ABVAQ, SEDAP e CRMV-PB na sede do Ministério Público da Paraíba. As entidades se comprometem: adequar a realização de provas obedecendo a legislação vigente, reforçar a fiscalização destes eventos e fortalecer o bem-estar animal. Na ocasião, o diretor de Chancelas da ABVAQ, Valter Papel, representou a instituição e apresentou todas as ações realizadas pela associação.

Contudo, o Ministério Público da Paraíba ressaltou que a assinatura do termo não significa a anuência dos membros à prática, dada a autonomia funcional de cada promotor de Justiça na área de sua atuação. Segundo texto oficial, busca-se que, nos locais em que se entenda que não há impedimento à sua realização, sejam obedecidas as normas que resguardam os animais. Em especial ao que está previsto na Lei Federal 13.873/19 e na Lei Estadual 11.140/2018.

De acordo com o CRMV-PB, o Estado registra cerca de 100 eventos por ano com o envolvimento de 50 parques de Vaquejada. Vale ressaltar ainda que durante a pandemia só podem acontecer eventos em consonância com os decretos das autoridades sanitárias do Estado e dos municípios.

Como será a cooperação 

A cooperação técnica consiste, portanto, em obrigações por parte de cada instituição representada na reunião. Ao MPPB, por meio do CAO do Meio Ambiente, caberá o desenvolvimento de ações de articulação junto aos promotores de Justiça que atuam nas áreas onde há vaquejadas.

Trabalho feito com o intuito de atuar com vistas à proteção e defesa animal. À SEDAP e ao CRMV-PB caberá a realização de fiscalizações nas vaquejadas, informando acerca das que autorizarem à ABVAQ. 

Durante a reunião, a ABVAQ reforçou o comprometimento em documentar e divulgar em seu site e redes sociais a relação atualizada das vaquejadas chanceladas pela associação. Inclusive com as numerações referentes às autorizações e os locais de suas realizações.

A instituição também desenvolverá ações permanentes de orientação junto aos parques. Assim, aproximará mais os organizadores do regulamento. E caso ocorra descumprimento das normas, ABVAQ deverá reportar ao representante local do Ministério Público.

Por Equipe Cavalus
Fonte: MPPB e ABVAQ
Crédito da foto: Divulgação


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Hipismo

Haras Endurance realiza sua tradicional prova de 120 km

A prova mais tradicional de Enduro Equestre das Américas aconteceu no dia 1° de maio no Haras Endurance, em Bragança Paulista/SP

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De acordo com informações da organização, o dia começou frio e muito cedo com as equipes e cavalos se preparando para a largada dos 120 quilômetros. Trata-se da prova mais tradicional de Enduro Equestre das Américas, que aconteceu dia 1° de maio, no Haras Endurance, em Bragança Paulista/SP. Acima de tudo, disputas valendo pela I Etapa do Paulistão 2021.

Pontualmente às 6h largaram os adultos e os Young riders a fim de cumprir a jornada dos 120 quilômetros de percurso da categoria principal do evento por trilhas e em velocidade. Em seguida, largaram as demais categorias: 100 km, 80 km, 60 km, todas de velocidade livre; assim como as categorias de regularidade, 40 km e 20 km.

Antes de mais nada, segundo a organização, o espírito familiar esteve presente assim como em todos os eventos de Enduro Equestre. A começar com todos os conjuntos cavalgando felizes por trilhas e belas paisagens. Um sempre apoiando o outro, mesmo que momentaneamente adversários.

A prova mais tradicional de Enduro Equestre das Américas aconteceu no dia 1° de maio no Haras Endurance, em Bragança Paulista/SP
Haras Endurance, em Bragança Paulista/SP, premiou campeões da I Etapa do Paulistão 2021 de Enduro Equestre

Como se viu quando uma das youngs caiu com o cavalo, que ficou preso em uma cerca. Enquanto uns ficaram com a amazona, outros buscaram ajuda e tudo se resolveu. Cavalo e amazona passam bem.

Enduro Equestre é uma prova de resistência, com hora para começar, contudo sem hora para acabar. O tempo é longo em cima do cavalo, diversos quilômetros e muitas possibilidades. 

Vale ressaltar que nas provas de velocidade, ganha quem chegar primeiro e passar em todos os vet-checks; assim como nas categorias de regularidade, o melhor é aquele que faz a prova dentro do tempo e apresenta o cavalo com o batimento cardíaco mais baixo.

Resultados completos, clique aqui.

Crédito das fotos: Divulgação

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Rédeas

ANCR altera sistema de Níveis para o próximo ano hípico

Nova data do Derby: como todas as entidades de raças e modalidades, a Associação Nacional do Cavalo de Rédeas tem buscado da melhor forma se adequar às restrições impostas pela pandemia

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A fim de aumentar a competitividade em suas provas, a ANCR – Associação Nacional do Cavalo de Rédeas ampliará o nível de competição seguindo o que já pratica a NRHA – National Reining Horse Association. Desse modo, a partir do próximo ano hípico, as categorias Aberta e Amador serão disputadas nos Níveis 1, 2, 3 e 4, de acordo com os ganhos dos competidores nos anos anos hípicos anteriores.

As novas regras passam a valer logo após o Potro do Futuro de 2021. Ou seja, a partir de setembro. Atualmente, as categorias oficiais Aberta e Amador contam apenas com os Níveis 2, 3 e 4. A ANCR considera Nível 1 hoje uma categoria de entrada para novos competidores, com definição e condições diferentes das categorias oficiais.

Com a mudança, a categoria Principiante, que é a de entrada para novos competidores, permanece, contudo sem a denominação Nível 1. Ainda de acordo com a direção, a ANCR realizará atualização do ranking anualmente.

Como será a nova divisão

Na categoria Aberta, no Nível 4 correrão os dez cavaleiros com a maior somatória de ganhos nos dois últimos anos hípicos. Em seguida, no Nível 3, todos os cavaleiros com somatória de ganhos abaixo dos dez do N4 e com ganhos superiores a R$ 10.000,00 no ranking acumulado geral.

Já a composição do Nível 2 contará com todos os cavaleiros que tenham ganhos inferiores a R$ 10.000,00 no ranking acumulado geral. Enquanto o Nível 1 abrigará todos os cavaleiros que tenham ganhos inferiores a R$ 5.000,00 no ranking acumulado geral.

O processo na Amador é o mesmo, diferindo apenas nos valores. Disputarão títulos no Nível 4 os oito cavaleiros com a maior somatória de ganhos nos dois últimos anos hípicos. Pelo Nível 3, cavaleiros com somatória de ganhos abaixo dos oito do N4, e que tenham ganhos superiores a R$ 5.000,00 no ranking acumulado geral.

Para disputar pelo Nível 2, cavaleiros que tenham ganhos inferiores a R$ 5.000,00 no ranking acumulado geral. E por fim, Nível 1 da Amador, todos os cavaleiros que tenham ganhos inferiores a R$ 2.500,00 no ranking acumulado geral.

Como todas as entidades de raças e modalidades, a ANCR tem buscado da melhor forma se adequar às restrições impostas pela pandemia

Nova data Derby 2021

Com tudo pronto para realizar duas provas em sequência no mês de março, a ANCR cancelou o Super Stakes 2020 e adiou o Derby 2021 com a entrada do Estado de São Paulo em uma fase mais severa de quarentena. Por conta de todas as restrições impostas aos eventos pela pandemia de Covid-19, a entidade busca a melhor forma de se adequar sem prejudicar os associados.

O Super Stakes, adiado desde novembro do ano passado, foi agora cancelado. Enquanto o Derby remarcado para data anunciada há poucos dias pela ANCR. De 15 a 19 de junho, encontro marcado para os ‘redieiros’ no Parque Dr. Fernando Cruz Pimentel, em Avaré/SP.

Não haverá a participação do público e por isso a transmissão on-line de todas as provas pela Ride2Play e pelo site da ANCR. Todas as medidas de todo o protocolo completo seguido pela ANCR visam a contenção de propagação do novo coronavírus (Covid-19).

Entre as novidades para os cavaleiros nesse evento a ampliação na idade hípica dos cavalos participantes. O Derby é uma prova para cavalos mais velhos e nessa edição estão habilitados animais de 4, 5, 6 e 7 anos hípicos. Além disso, na programação, Copa Cardinal Ranch, Pré-Futurity Tripol Ranch e ainda a entrega das homenagens aos Melhores do Ano e Hall da Fama ANCR.

Mais informações, clique aqui.

Por Luciana Omena
Colaboração: Assessoria de Imprensa
Crédito das fotos: Divulgação ANCR/Adilson Silva

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Esportes

Disputas acirradas marcam 2ª etapa do campeonato de Equitação de Trabalho

Ranking Brasil Virtual Maripá de Equitação de Trabalho será realizado em três etapas com participação de conjuntos de todo o País

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A segunda etapa da temporada 2021 da ABET – Associação Brasileira da Equitação de Trabalho aconteceu de 28 de abril a 2 de maio. Trata-se do Ranking Brasil Virtual Maripá de Equitação de Trabalho, que conta com a participação de conjuntos de todo o País.

O grande destaque dessa segunda prova virtual da temporada, de acordo com o presidente da ABET Ney Messi, foi a regularidade entre os conjuntos. “Com toda a certeza, o destaque dessa prova foi a igualdade nos resultados. Principalmente na Aberta Amadores, em que três conjuntos empataram em porcentagem na primeira colocação”.

Dessa forma, decidiu-se a classificação da categoria pela performance no obstáculo desempate. “Foi a primeira vez que isso aconteceu e mostra o afinco com que todos estão tratando o campeonato. Treinando e apresentando seus vídeos seguindo todas as regras”, reforça Messi.

Ranking Brasil Virtual Maripá de Equitação de Trabalho será realizado em três etapas com participação de conjuntos de todo o País
Benedito Torres Macedo e Artemis da SASA JE

E essa disputa acirrada, segundo ele, aconteceu em mais de uma categoria. “De modo que a grande maioria das categorias tem seu resultado de ranking indefinido. Para a terceira etapa tudo pode acontecer, pois o campeonato está totalmente aberto. E isso é bem legal para a disputa”.

Regularidade nas apresentações

Por exemplo, na categoria Aberta Amadores, citada pelo presidente, Raquel e D’artagnan V8, Marcos e Abaré do Sertanejo, Flavia e Maya marcaram 81,39% empatando. Nessa ordem citada, o resultado final foi decidido pelo obstáculo desempate.

Nas demais categorias, sem desempate, mas todos com uma porcentagem muito próxima um dos outros. Como a Aberta Jovens Cavaleiros: Giovanna Romano, com Flash V8, conquistou 80,56%, enquanto Gabriela Castanho, com Justdah da Marcha, recebeu dos juízes 80,28%.

E o mesmo aconteceu na Cavalos Novos A, Cavalos Novos B, Aspirantes, Preliminar e Intermediária. Notas bem próximas uma das outras. Pessoal está atento e se esforçando bastante em busca dos títulos.

Ranking Brasil Virtual Maripá de Equitação de Trabalho será realizado em três etapas com participação de conjuntos de todo o País
Roberto Rahu e Artemis da SASA JE

Ana Vitoria Vilela e Keys Bluesmal (foto de chamada) ganharam a Cavalos Novos B com 84,17%. Benedito Torres Macedo e Artemis da SASA JE venceram a categoria Principal, 87,27%. Já Roberto Rahu e Artemis da SASA JE foram campeões da Intermediária, 88,64%. Entre os campeões também Sophia Baptista Oliveira e Arun de Maripá, pela Preliminar, 79,75%.

Na Aspirantes, vitória para Paulo Roberto e Duque de Maripá, 84,17%. Gabriela Castanho ganhou a Mirim, UDC Dominador do Retiro, 73,06%. Com Único HS, Karla Junqueira foi campeã da Amador, 88,22%. Por fim, Sergio Faria levou a Cavalos Novos A, com Zenato de Maripá, 88,33%.

Virtual de Equitação de Trabalho e regionais

No modelo atual das provas de Equitação de Trabalho, os inscritos se baseiam nos croquis divulgados para a sua categoria e montam a pista em casa. Dessa forma, seguindo orientações do regulamento, gravam sua apresentação e enviam para a Associação. Dois juízes por dia julgam as provas de acordo com uma programação previamente divulgada.

Ranking Brasil Virtual Maripá de Equitação de Trabalho será realizado em três etapas com participação de conjuntos de todo o País
Sophia Baptista Oliveira e Arun de Maripá

Assim, pontuam para o Ranking Brasil Virtual Maripá de Equitação de Trabalho geral e ainda para seus núcleos. A modalidade realiza campeonatos estaduais em São Paulo, Minas Gerais, Goiás, Brasília e agora em Santa Catarina. Serão três etapas virtuais ao todo.

“Na primeira etapa as condições climáticas atrapalharam os catarinenses de enviar seus vídeos, mas nessa segunda etapa tivemos quatro conjuntos representando o Estado. Uma alegria para nós, já que essa é a primeira vez  que estão junto com a ABET. E esperamos um número maior ainda para a próxima prova”, reitera Messi.

A diretoria fará uma reunião na segunda quinzena de maio a fim de definir sobre o Campeonato Brasileiro. Prova marcada para logo após a conclusão do Ranking Virtual.

Julgaram essa etapa Elsom Sabadini e Rodrigo Azeredo (1º, 3º e 5º dias); Claudia Leschonski e Thamara Honorio Messi (2º e 5º dias). Resultados completos e demais informações: abetequitacaodetrabalho.wordpress.com | @abet_brasil_et_oficial.

Por Luciana Omena
Foto: Divulgação/Ney Messi

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Working Cow Horse

ANCH realiza prova remanescente de 2020 com recorde de inscrições

A última prova da associação havia sido em dezembro de 2019; ANCH segue em busca de manter o Working Cow Horse ativo

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O evento anterior da ANCH – Associação Nacional do Working Cow Horse tinha acontecido em dezembro de 2019, o encerramento da temporada. Dessa forma, mais de um ano sem que os competidores pudessem se encontrar e colocar seus cavalos na pista.

Ainda valendo para o ano de 2020 – eventos paralisados por conta da pandemia -, a ANCH realizou no último sábado (1°) o Potro do Futuro e Cow Horse Show em diversas categorias.

Antes de mais nada, recorde de inscrições. “Tivemos 67 passadas e 20 competidores diferentes. Em alguns anos, não temos mais de dez concorrentes no Potro do Futuro e nessa prova foram 15 conjuntos. Além disso, 18 na Aberta Junior”, conta Karoline Rodrigues, presidente da Associação.

As provas aconteceram no Rancho Karoline, em Avaré/SP, registrando ainda a participação de animais Quarto de Milha, Crioulo e Paint Horse. Todos os resultados contaram para registro de mérito nas respectivas associações das raças QM e PH.

A presidente da ANCH aproveitou a presença de todos a fim de discutir os rumos da associação, como a nova diretoria, já que o biênio da atual gestão se encerra em julho desse ano. E marcar a próxima prova também.

“Agendamos a nossa próxima prova para setembro, Potro do Futuro e Cow Horse Show 2021. Devido a pandemia, o calendário segue apertado, sobretudo com o Congresso da ABQM em junho e o Nacional da ABQM em julho. Então, provavelmente, não realizaremos outra prova ainda no primeiro semestre”, destaca Karoline.

Houve uma explanação aos associados a cerca da premiação. “Não definimos ainda, porém a ANCH tem reservas do apoio financeiro da ABQM de 2019. Bem como caixa formado com o leilão de coberturas doadas pelos parceiros da modalidade e um potro doado pelo Haras R3, todos leiloados em junho do ano passado”.

Resultados

Com julgamento de Fernando César Oliveira, os conjuntos deram tudo de si para conquistar títulos importantes dentro do Working Cow Horse. As provas da ANCH são de extrema relevância para manter a modalidade ativa fora do âmbito de provas oficiais das raças.

O conjunto My Love Jule e André Sampaio marcou a maior nota do dia, 146 pontos, campeões da Aberta Senior no Cow Horse Show (foto premiação). Entre os cavalos, Big Show Del Rancho foi destaque ao vencer três categorias. Ganhou o Potro do Futuro Aberta com Nelson Rodrigues e ainda o Potro do Futuro Amador e a Amador Junior com Djalma Bezerra Neto (foto de chamada). Confira resultados completos: 

Por Luciana Omena
Crédito das fotos: Divulgação/ANCH

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Hipismo

Carlos Parro e Goliath classificados para as Olimpíadas de Tóquio

Conjunto garantiu o segundo índice e a qualificação olímpica no Concurso Completo de Equitação em prova na Polônia; veja também sobre o Mundial de Enduro Equestre 2021

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Em mais um bom final de semana para o Hipismo brasileiro, Carlos Parro, montando Goliath, garantiu vaga na modalidade Concurso Completo de Equitação para as Olimpíadas de Tóquio 2021. O conjunto participou, de 30 de abril a 2 de maio, do CCI4*-L Stregom na Polônia.

Ao lado do sela holandês de apenas 10 anos, Carlos Parro garantiu o segundo índice olímpico exigido para a qualificação. Portanto, agora está tecnicamente habilitado para Jogos Olímpicos marcados para julho no Japão.

Na oportunidade, Carlos Parro e Goliath (foto de chamada) fecharam o Adestramento com -34,6 pontos perdidos (pp). Em seguida, fizeram um percurso seguro e sem faltas no Cross, com 26 pp por estourar o tempo. Por fim, no Salto cometeram duas faltas, 8 pp. Ao todo, fecharam com 70,5 pp na 14ª colocação.

O primeiro índice da dupla foi no CCI4*S em Barroca de Alva, em Portugal, em novembro de 2020. Radicado na Inglaterra há 20 anos, Cacá, 41 anos, integrou o Time medalha de prata e foi bronze individual no Pan Lima 2019.

Com vasta experiência em provas desse nível, também foi bronze por equipe no Pan Rio 2007, prata por equipe no Pan Toronto 2015. E ainda integrou o Time Brasil na Rio 2016 e defendeu o Brasil no individual em Sydney 2000.

Vagas no CCE

Candidatos a uma vaga no Time Brasil de Concurso Completo de Equitação nos Jogos Olímpicos de Tóquio precisam garantir índices técnicos entre 1° de janeiro de 2019 e 21 junho de 2021. Um em CCI5*-Longo; ou um índice técnico em CCI4*-Longo e em um CCI4* – Curto.

A fim de obter esse índice técnico, o conjunto tem que registrar o mínimo de 55% no Adestramento; zerar ou 11 pontos perdidos nos obstáculos no Cross, e não mais que 75 segundos de excesso tempo (100 segundos em CCI5*L); e no Salto não mais que 16 pontos perdidos.

Com o segundo índice de Carlos Parro, ele se junta a Rafael Losano, também em atividade na Inglaterra, Nilson Moreira Leite, radicado nos Estados Unidos, e a Marcio Appel, em atividade no Brasil e Europa. Todos estão tecnicamente qualificados para os Jogos.

Marcelo Tosi, com Genfly, Marcio Carvalho Jorge, com Joly Jumper, Ruy Fonseca Filho, com Ballypatrick SRS têm um índice cada. Marcio e Ruy residem na Inglaterra e também estiveram a postos no CCI4*-L Stregom. 

Ruy e Ballypatrick SRS não foram para o Cross. Marcio, com Joly Jumper, que fez o primeiro índice em 18 de abril na Inglaterra, não concluiu o Cross. Marcelo, em atividade no Brasil, busca seu retorno para a Inglaterra. É lá que está seu cavalo Genfly.

Mas, o competidor enfrenta dificuldades devido às restrições de viagem em função da pandemia da Covid-19. Iberon JMen, montaria de Marcio Appel, também está na Inglaterra. Dessa forma, o cavaleiro estudao a melhor logística para entrar no país nessa reta final de preparação para os Jogos Olímpicos.

Carlos Parro e Goliath garantiram o segundo índice e a qualificação olímpica no Concurso Completo de Equitação em prova na Polônia
Felipe Morgulis e Saiph SBV

Mundial de Enduro Equestre 2021

O Mundial de Enduro Equestre 2021 acontece dias 21 e 22 de maio, no parque de San Rossore. Na programação, dia 21 acontece a primeira inspeção veterinária e em 22 começa a disputa de 160 km. A saber, percorrida pelo mesmo cavalo e cavaleiro em um único dia.

O evento por si só sofreu incertezas sobre sua realização. Contudo, a Federação Equestre Internacional abriu as inscrições e o Brasil é uma das 24 nações participantes. Time formado por Felipe Morgulis (com Saiph SBV), André Vidiz (com Chambord Endurance), Renato Salvador (com Uzes Trio), e Rodrigo Barreto (com Koheilan Elvira P).

Apesar das dificuldades, Morgulis já se encontra na Itália e está animado para a disputa. Antes de mais nada, a Comissão de Enduro da CBH está ciente de que será um Mundial diferente de outros anos por conta de todos os novos protocolos impostos pela pandemia.

Fonte: Assessoria de Imprensa CBH e  Isabella Campedelli
Crédito da foto de chamada: Reprodução/Instagram

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Team Roping

Team Roping da Depressão: o sucesso das “Laçadas Perfeitamente Perfeitas”

Página que tem mais de 80 mil seguidores mostra o engajamento em cima do humor no meio equestre

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Com quase dez anos de criação no Facebook, a página Team Roping da Depressão é um sucesso absoluto entre os laçadores. Apesar de sua criação em 2012, somente três anos depois foi que a página contou com uma movimentação maior, quando Fabio Penedo se juntou ao seu amigo e proprietário da conta, Rafael Biasin, e decidiu criar uma conta no Instagram também.

Fabinho, que agora é o responsável pelas publicações em ambas redes sociais, comenta que no início um dos seus receios era se apresentar como dono da página. “Já tive medo de ir em provas, tive ameaças de processos. O começo foi complicado, fiquei recuado, tenso, fazia as publicações, mas procurava ficar quieto, na minha”, relata.

Apesar desse medo, com o decorrer do tempo, Fabinho que já era conhecido no meio do Laço, começou a ser “descoberto” pelos seus seguidores. Foi então que o criador de conteúdos resolveu se revelar: em 2018 deu uma entrevista para a Roper’s Sports.

80 mil seguidores

Atualmente, a conta no Instagram ultrapassa os 80 mil seguidores, enquanto no Facebook são mais de 19 mil. “Quando chegava nos lugares as pessoas comentavam sobre o sucesso que eu tinha em minhas mãos. Fui ter uma noção desse sucesso quando vi grandes competidores dos Estados Unidos me enviando vídeos, da Austrália, Colômbia, foi quando falei: olha a proporção de onde isso chegou”, lembra.

Fabinho destaca que o mais importante para ele é a qualidade de seus seguidores. “Não são só as pessoas do meio do Laço que seguem a conta, tenho seguidores de outros esportes, cantores, além de competidores de alto nível, tanto do Brasil, quanto dos Estados Unidos, o que é muito gratificante para mim”.

Para Fabio, o humor é um do responsáveis pelo sucesso da página. Sem dúvida, de acordo com ele, algo que faltava no meio do Laço. “Sou de uma época em que o Laço era mais sertanejo, hoje é mais competição, alguns não aceitam errar e o Team Roping da Depressão veio para isso, para mostrar que todos erram”, destaca sobre o intuito da página.

Outro índice de sucesso da página foram as parcerias com grandes empresas, que decidiram investir no Team Roping da Depressão, além das divulgações de leilões. Foi quando Fabinho teve a noção da importância da página no meio do cavalo.

Página Team Roping da Depressão, que tem mais de 80 mil seguidores, mostra o engajamento em cima do humor no meio equestre

Seleção de Conteúdo

Em nosso bate-papo, Fabinho deixa claro que não tem o intuito de ofender ou prejudicar alguém. Outro ponto que o administrador deixa claro é a saúde animal. “Prezo muito a questão de animais, não faço publicação de acidentes. Outro tipo de conteúdo que evito são de provas oficiais da ABQM, são animais com altos investimentos. Não quero prejudicar treinadores por um momento ruim”, explica.

Para os interessados em enviar sugestão de conteúdos, é só mandar uma mensagem no direct no Instagram @teamropingdadepressão. Para aqueles, que tiverem conteúdo publicado e não gostar, também podem procurar o Fabinho e conversar sobre a retirada do post.

Por fim, Fabio agradece a todos que contribuíram e continuam a contribuir para o sucesso da página. “Sou grato a todos que seguem a página, que colaboram enviando conteúdos, à Revista Roper’s Sports e a todos que acreditam no Team Roping da Depressão e em mim”.

Por Heloisa Alves
Crédito das fotos: Divulgação/Arquivo Pessoal

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Tie-down Roping

Daniel Carvalho foi do laço no campo ao esporte com sucesso

Natural de Piracicaba/SP, laçador mantém o foco, entre outros, observando seus ídolos aqui no Brasil e nos Estados Unidos

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Daniel Moraes Corrêa Carvalho conta que sua trajetória no Laço Individual começou desde criança: “Sempre lacei no campo, no trabalho do dia-a-dia da fazenda”. Mais foi em 1995, com 16 anos, que ele conheceu o esporte mais a fundo. “Fiz um curso com o José Milton, que na época trabalhava para o Fernando Mazzi, o Nandão. Nesses dias de aprendizado, me apaixonei pela modalidade e nunca mais parei”.

Alguns anos depois, em 2000, com a finalidade de evoluir como atleta do Laço Individual, Daniel Caravalho foi para os Estados Unidos. Trabalhou e laçou ao lado de Brent Lewis. “Sempre tive espelhos no esporte, mais quem mais me ajudou tecnicamente na modalidade, desde o meu começo foi o Frederico Werneck, com dicas e tirando minhas dúvidas”, lembra ele.

A lista de ídolos não para por ai. Daniel Carvalho também admira o trabalho dos laçadores brasileiros Marcos Alan Costa, Fernando Mazzi, Flavio de Oliveira, assim como dos americanos Brent Lewis e Trevor Brazile.

Entre os principais títulos do laçador, etapas da Copa Vale e de campeonatos regionais, rodeios de Conchal e Birigui. Bem como foi vice-campeão no rodeio de Jaguariúna e do Campeonato Paulista, além de Top 5 de todos rodeios completos do Brasil. No Laço Individual Técnico, foi campeão Nacional pela ABQM em 2010 e ainda do I Potro do Futuro ANLI em 2006.

Em sua caminhada no Laço, Daniel Carvalho contou com a parceria de alguns animais: Xarope, Cego, Arlequim NB, Miss Okie Dee. “Cada um deles teve sua importância na sua época. Mais foi o Just Ken Pocodo, o Pocotó, o melhor cavalo ‘disparado’ que já tive. Com toda a certeza, o melhor conjunto que formei”.

Daniel Carvalho foi do laço no campo ao esporte com sucesso 02
Foto: Rodolfo Lesse

Momento que marcou e uma dica

Pocotó também está entre os momentos marcantes da carreira do laçador: “Me marcou muito quando o vendi para o campeão mundial Stran Smith. Saindo do Brasil um animal muito importante do cenário nacional para as mãos de um dos mais respeitados nomes mundiais do laço. Sem dúvida, um divisor de águas, não só para o mercado, mas também para a minha vida”.

Por fim, Daniel Carvalho deixa uma dica para quem está começando no Laço Individual: “Uma dica que posso dar é que se inicie com um profissional competente, com o intuito de que o caminho do aprendizado não seja tão difícil como era antigamente. E aprenda em um cavalo experiente. Laçador novo precisa de um cavalo velho!”

Colaboração: PRO Tie Down Roping
Crédito da foto de chamada: Divulgação/Miguel Oliveira

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Rédeas

5 dicas do que observar ao correr uma prova de Rédeas

Esporte equestre mundialmente famoso, a Rédeas é uma modalidade técnica e a base para o cavalo; tem movimentos precisos e os competidores são julgados por juízes com base em suas apresentações

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Em uma prova de Rédeas, ou de qualquer esporte equestre, o competidor se prepara dias, semanas e meses para a ‘hora H’. Um treinamento não apenas físico, dele e do cavalo, como também mental. E na Rédeas, modalidade extremamente técnica, esse preparo é ainda mais especial.

Além de se preocupar com sua própria performance e a do cavalo, precisa atentar ao tipo de percurso para a sua categoria, por exemplo. Você conhece de cor, ou pelo menos os pontos mais importantes, do regulamento da modalidade?

Só para exemplificar, falamos com a competidora Joana Azevedo que nos deu cinco dicas do que observar ao correr uma prova de Rédeas. Afinal, todos que entram em pista querem tirar o rendimento máximo da sua apresentação, não é mesmo?

Dicas

1 – Reflita detalhadamente sobre o percurso e confirme você mesmo o número na circular da prova. Desse modo, você controla a ansiedade e nervosismo antes de entrar em pista;

2 – Olhe pra frente, SEMPRE. Ajuda a manter a concentração, a impulsionar o movimento do cavalo e a guiá-lo se algum percalço acontecer no percurso. Principalmente na troca de mão, olhar para onde está indo é fundamental;

prova de Rédeas: esporte equestre mundialmente famoso, a Rédeas é uma modalidade técnica e a base para o cavalo; tem movimentos precisos
Joana e Real Starlight Gun são campeões Potro do Futuro e Nacional ANCR Amador – Crédito da foto: Antônio Junqueira

3 – Aprenda a contar os seus próprios spins. Não dependa de terceiros para fazer uma prova;

4 – Cuide os cones para não queimar a marca. Eles serão sempre os guias na prova de Rédeas. Esteja em um quarto de pista, sempre olhando para o outro;

5 – Sempre que possível, respire e pense na próxima manobra. Tentar relaxar durante a prova vai garantir que execute o que foi planejado, assim como vai manter o cavalo concentrado.

Por fim, treine estas dicas em casa! Treinar o fundamento, não necessariamente o percurso. Repita o processo até que fique automático.

Por Equipe Cavalus
Crédito da foto de chamada: Divulgação/ANCR/Adilson Silva

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Hipismo

Nelson Pessoa é um dos maiores cavaleiros do Brasil

Conhecido como Neco Pessoa, também já foi e técnico da equipe de Hipismo em duas medalhas olímpicas e hoje se dedica na formação de novos cavaleiros

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Nelson Pessoa, também já foi e técnico da equipe de Hipismo em duas medalhas olímpicas e hoje se dedica na formação de novos cavaleiros

Em ano Olímpico nada melhor do que conhecer um pouco a respeito de uma das lendas do Hipismo. Nelson Pessoa Filho, de 85 anos, é, sem dúvida, um dos maiores cavaleiros do Brasil.

Desde muito cedo começou a montar e a se destacar nos torneios de que participou. Logo alçou voos mais altos, como, por exemplo, a participação nos Jogos Olímpicos de Estocolmo em 1956 quando tinha 21 anos.

O carioca Nelson Pessoa, natural da capital Rio de Janeiro, foi atleta do Clube de Regatas do Flamengo. Em 1961 mudou-se para a Europa a fim de se aperfeiçoar na modalidade hípica que abraçou, o Salto.

Antes de mais nada, o apelidaram de ‘Feiticeiro’ devido ao estilo que usava para conduzir os animais que montava. Diziam na época que parecia ser uma obra de encantamento.

No Salto, então, conquistou pela primeira vez a medalhas de ouro por equipe e de prata no individual nos Jogos Pan-Americanos de 1967, em Winnipeg, Canadá. Ainda como atleta, participou dos Jogos Olímpicos de Tóquio, em 1964. Nessa oportunidade, aliás, foi o único representante do Brasil encerrando sua participação com o quinto lugar.

Ao todo ele disputou cinco Olimpíadas: Estocolmo, Tóquio, Cidade do México (1968), Munique (1972) e Barcelona (1992 – essa, a sua última como atleta). Além disso, em Barcelona momento histórico para o Hipismo brasileiro e para sua carreira, já que estava ao lado do filho Rodrigo Pessoa.

Nelson Pessoa, também já foi e técnico da equipe de Hipismo em duas medalhas olímpicas e hoje se dedica na formação de novos cavaleiros
Em 1968 – Foto: Ron Kroon

Formador de campeões

Entre outros títulos, Nelson Pessoa foi ainda campeão europeu, quatro vezes campeão brasileiro, sete vezes campeão (recorde de vitórias) do Derby de Hamburgo, tricampeão do Derby de Hickstead e vencedor de aproximadamente 150 GPs na Europa.

Juntamente com as experiências em Olimpíadas, bagagem de sobra para continuar a carreira como mestre de novos campeões. Dessa forma, nas edições seguintes à sua despedida como atleta, em Atlanta (1996) e Sydney (2000), Nelson Pessoa foi o treinador da equipe brasileira que conquistou as medalhas de bronze por equipe no Salto.

Atlanta, aliás, foi a primeira medalha olímpica do esporte equestre brasileiro. Ano em que foi técnico do seu filho na conquista dele do título de campeão do mundo em 1998 e da medalha de ouro nos Jogos de Atenas 2004.

Nessa altura da carreira, já tinha experiência como técnico de várias equipes na Europa, no Oriente Médio e no Brasil. Atualmente, Neco segue trabalhando como treinador e preparador de equipes de alto nível.

Fonte: Comissão de Atletas, CBH, Wikepedia
Na foto de chamada: Nelson Pessoa em 1974 | Crédito: Show Jumping Nostalgia

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Rodeio

PBR chega à televisão brasileira em canal por assinatura

Estreia do programa no SporTV3 foi na última terça-feira (27); o tricampeão mundial Adriano Moraes é o comentarista

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Os apaixonados por montaria em touros que sempre pediram para ver rodeio na tevê, agora vão acompanhar a categoria principal da PBR através do canal por assinatura SporTV3. Isso porque a Professional Bull Riders e a Globo firmaram parceria para a transmissão dos campeonatos realizados no Brasil e nos Estados Unidos ao longo de 2021.

Portanto, toda terça-feira, às 23h (horário de Brasília), a apresentação será do locutor esportivo Luiz Felipe Prota, com comentários do tricampeão mundial Adriano Moraes. A princípio, a cada semana os fãs verão os melhores momentos de 15 etapas da Unleash The Beast, a primeira divisão da PBR nos Estados Unidos, até que os rodeios da PBR Brazil voltem.

“A cada ano temos mais e mais esportistas surgindo. Não estamos falando de rodeios ou festas do peão. Focamos na montaria em touros como uma modalidade esportiva. A missão da PBR é profissionalizar e perpetuar o esporte”, explica Adriano Moraes, que também é diretor da PBR no Brasil.

De acordo com o Rodeio S.A., já se comentava o assunto nos bastidores extraoficialmente há algumas semanas. Mas esse ‘burburinho’ não é recente. O próprio Rodeio S.A., em suas redes sociais em setembro do ano passado, falou do assunto. Embora sem citar diretamente a PBR e o SporTV na ocasião.

Estreia do programa da PBR no SporTV3 foi na última terça-feira (27); o tricampeão mundial Adriano Moraes é comentarista do melhor do rodeio
Kaique Pacheco, José Vitor Leme e Silvano Alves

Domínio brasileiro na PBR

Com o domínio brasileiro no circuito mundial da PBR atualmente, o projeto vem em boa hora. E ajudará, sem dúvida, a fortalecer e popularizar ainda mais a montaria em touros no Brasil. Quem acompanha as notícias semanais no portal Cavalus sabe que os brasileiros ocupam quatro das cinco primeiras posições do ranking mundial, por exemplo.

“Desde o primeiro campeonato de Adriano Moraes, inaugurando uma nova liga de montaria em touros, até a conquista da fivela de ouro de José Vitor Leme, os competidores brasileiros estão na vanguarda do nosso esporte”, atesta o comissário da PBR nos Estados Unidos, Sean Gleason. 

Conforme Gleason, todos os brasileiros devem se orgulhar das grandes conquistas dos seus conterrâneos. “Ainda mais importante que vencer eventos e campeonatos, a marca desses atletas é a forma diferenciada que representam sua cultura e pátria. Estamos entusiasmados por termos agora a oportunidade de levar essas apresentações para ainda mais brasileiros”.

Só para exemplificar, são 11 títulos mundiais para o Brasil: Adriano Moraes (1994, 2001, 2006); Silvano Alves (2011, 2012, 2014); Ednei Caminhas (2002); Guilherme Marchi (2008); Renato Nunes (2010); Kaique Pacheco (2018); José Vitor Leme (2020).

Estreia do programa da PBR no SporTV3 foi na última terça-feira (27); o tricampeão mundial Adriano Moraes é comentarista do melhor do rodeio

Atraindo novos fãs para o esporte equestre

Vale ressaltar ainda que público que já é fã acompanha as etapas através do RidePass, canal on-line próprio da PBR. Então, a presença na maior rede de canais esportivos do Brasil tem como principal objetivo apresentar o esporte a uma nova parcela da população.

E nada melhor que aproveitar o momento atual e a excelente fase dos nossos competidores, trazendo mais visibilidade para o esporte.

A PBR passa por um processo de reestruturação no Brasil desde 2019, quando começaria a implementar um novo modelo de evento, voltado ao esporte como entretenimento. Veio a pandemia e tudo ficou suspenso. Mas é o objetivo da entidade voltar com força total assim que liberarem os grandes eventos por aqui.

Indiretamente este projeto do programa semanal no SporTV também fortalece o mercado do rodeio e da montaria em touros como um todo.

Colaboração: Abner Henrique
Fonte: Assessoria de Imprensa da PBR Brazil
Crédito das fotos: BullStockMedia/PBR

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Três Tambores & Seis Balizas

ANTT confirma Barrel Show para o começo de maio

Prova seguirá todos os protocolos e o público assistirá tudo através de plataformas on-line

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A ANTT – Associação Nacional dos Três Tambores confirmou a realização do ANTT Barrel Show 2021 entre os dias 5 e 8 de maio. O evento, originalmente agendado para janeiro,  teve de ser adiado devido às restrições impostas pelo decreto estadual de combate ao coronavírus. Dessa forma, acontece no Haras Raphaela, em Tietê/SP.

Desde o adiamento, então, foram três meses de muita expectativa. Antes de mais nada, a ANTT não mediu esforços para viabilizar a realização do evento. “Acompanhamos semanalmente as ações do governo e estamos felizes por poder anunciar esta data. Trabalhamos para realizar essa prova da forma mais segura possível, seguindo os protocolos que desenvolvemos. Contando, sobretudo, com a colaboração de todos”, declara Flávia Cajé, presidente da ANTT.

Para o público assistir de casa, o ANTT Barrel Show terá cobertura em tempo integral de todas as categorias nas plataformas do Brasil Rural TV. Assim como pelo canal oficial da ANTT no YouTube, o ‘Estrelas da ANTT’. Assim como já se tornou padrão nas transmissões da ANTT, a cobertura será feita com muita informação e sem deixar de lado nenhum detalhe das competições, levando ao público de casa uma experiência única.

Destaques do 2° ANTT Barrel Show

Em sua segunda edição, o ANTT Barrel Show é uma prova com organização própria da entidade e será válido como a 5ª etapa da temporada 2020/2021 do Circuito RAM Rodeo ANTT. Lançado pela ANTT no ano passado, o evento apresentou um novo conceito em competições levando para uma pista oficial toda a emoção das provas realizadas em arenas de rodeio.

“Este é um projeto que desenvolvemos durante anos e colocamos em prática com grande sucesso no ano passado. Para 2021, com a nova realidade que vivemos devido a pandemia, tivemos que readequá-lo. Mas também nos empenhamos em realizar melhorias em diversos aspectos. Queremos fazer esta edição ainda mais especial que a primeira”, completa Flávia Cajé.

Da mesma forma que as demais etapas realizadas pela ANTT em 2020, quando foi pioneira em realizar provas durante a pandemia, o ANTT Barrel Show seguirá diversos protocolos de saúde para evitar a propagação e o contágio do vírus.

Entre os protocolos estão a aferição da temperatura na entrada do recinto. E ainda distanciamento, higienização de locais comuns, uso de equipamentos de proteção pessoal. Os competidores também agendarão as passadas para evitar aglomerações em volta da arena, entre outras.

ANTT Barrel Show  seguirá todos os protocolos e o público assistirá tudo através de plataformas on-line do Brasil Rural TV e da associação
ANTT para todas as idades

Novidades

Entre as principais novidades da edição deste ano está a premiação. Terá um aumento significativo em relação ao ano anterior. O total para todas as categorias já está garantido em mais de  R$ 150 mil. Somente na categoria Feminino, serão distribuídos mais de R$ 35 mil em prêmios. Com toda a certeza, outra marca importante para a modalidade, que deve consolidar ainda mais a principal categoria da ANTT.

Outra novidade será a inclusão da categoria Amador Masculino. Lançada recentemente, tem como objetivo incentivar e fomentar ainda mais a modalidade entre os homens. Ao todo, portanto, serão pelo menos 21 categorias. E elas contarão com competidores e competidoras de todas as idades, desde crianças e principiantes, até as principais estrelas do Três Tambores no Brasil.

Além das categorias Feminino e Mirim, que serão válidas como ‘Etapa Cheia’ para o ranking do Circuito RAM Rodeo ANTT, também serão realizadas as categorias GP ABQM, Aberta Senior, Aberta Junior, Jovem A, B e C, Amador, Amador Master, Amador Light, Amador Principiante, Cavalo Iniciante, Potro do Futuro, Profissional Light, Kids, Jovem Principiante, Junior Principiante, Amador Masculino, Tira-teima e Paratleta.

As inscrições para todas as categorias, bem como as reservas de baias, já estão abertas e podem ser feitas através do www.sgpsistema.com. Todas a informações: www.antt.org.br. Fique por dentro: https://www.instagram.com/estrelasdaantt/.

Colaboração: Agência PrimeComm
Crédito das fotos: Divulgação/Lucas Campos

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Hipismo

João Victor Oliva e Escorial garantem qualificação técnica no Adestramento

Cavaleiro brasileiro tem dois índices com sua nova montaria, um passo importante na busca pela vaga no Time Brasil que vai a Tóquio; CBH tem nova diretora da modalidade

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Com dois índices técnicos com sua nova montaria Escorial Horsecampline, o cavaleiro olímpico João Victor Oliva, 25, deu um importante passo em busca da vaga do Brasil paras as Olimpíadas de Tóquio. Isso porque no sábado (24) ele garantiu o segundo e definitivo índice olímpico no Internacional de Adestramento CDI3* de Abrantes, em Portugal.

Antes de mais nada, foi apenas a segunda competição com sua nova montaria Escorial Horsecampline (foto de destaque), um lusitano de 12 anos. Dessa forma, o conjunto fechou com a média de 69,130% e registrou índice olímpico já que o mínimo é de 66% de aproveitamento no Adestramento.

Julgaram a prova três juízes 5*: a britânica Isobel Wessels, o holandês Francis Verbeek van Rooy e a russa Irina Maknami.

Com esse aproveitamento, João Victor Oliva e Escorial finalizaram na quinta colocação. “Essa foi só a segunda prova internacional com meu cavalo. Acho que a gente tem muito a melhorar”, comenta o brasileiro. Ele começou a montar Escorial em setembro de 2020 e fez primeiro índice olímpico no GP de Alter do Chão em 17 de novembro.

Pedro Almeida com Xaparro do Vouga também estão tecnicamente qualificados para os Jogos Olímpicos no Adestramento. Contudo, o Brasil tem apenas uma vaga, ou seja, só um deles irá à competição.

Os dois ainda podem garantir novos índices até 21 de junho, prazo limite estabelecido pela Federação Equestre Internacional. A saber, as provas de Adestramento em Tóquio acontecem entre 24 e 28 de julho, no Equestrian Park.

João Victor Oliva tem dois índices com sua nova montaria, um passo importante para Tóquio; CBH tem nova diretora da modalidade
Eliana Azar

Nova diretora de Adestramento da CBH

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Corrida

Party Hard vence GP Brazilian Futurity 2021

Ao todo com oito páreos, reunião no Jockey Club de Sorocaba contou ainda com páreos especiais e as classificatórias do GP América Futurity

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Se você é um apaixonado pelo Quarto de Milha de Corrida acompanhe essa matéria. Party Hard (Granite Lake x Bonos Party) largou bem pela baliza 3 e disputou metro a metro com os demais adversários em busca do título do GP Brazilian Futurity 2021.

Dessa forma, Party Hard cruzou o disco final em primeiro lugar e incluiu essa vitória histórica para seu criador Erico Braga. Bem como para seu proprietário, a Fazenda JC Theobaldo, que iniciou este ano nas corridas em Sorocaba e se mantém invicto.

O macho zaino guiado por D Conceição e treinado por R Rosa venceu os 320 metros com a marca de 17s437. A diferença dele para Milao For Me MRL, o mais rápido das classificatórias, foi de uma cabeça. O segundo colocado marcou, portanto, 17s453.

Em seguida cruzaram Justify For Me AD (17s477) em terceiro lugar e Splendido (17s497) em quarto. Que chegada, hein! Repare que todos os cavalos marcaram tempo na casa dos 17s4, chegando praticamente juntos.

Party Hard levou para casa os R$ 406 mil da bolsa destinados ao campeão. Com a vitória, treinador e jóquei também ganharam: um carro ‘zero’ km e uma moto ‘zero’ Km, respectivamente. Ao todo, o maior futurity da América Latina pagou R$ 800.000,00 em prêmios.

As classificatórias do GP América Futurity abriram a programação do sábado, 24 de abril, no Jockey Club de Sorocaba. Desse modo, os quatro vencedores estão habilitados para disputar a final, marcada para o dia 8 de maio, nos 365 metros com bolsa de R$ 300 mil.

Do melhor para o menor tempo, Coronna Girl PK (19s645); My Jess For Me (19s672); Fantastic Dinastia (19s730); e Mr Black Jess (19s868) seguem para a decisão.

Fonte: Jockey Club de Sorocaba
Crédito das fotos: Divulgação/JCS

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Hipismo

Marlon Zanotelli obtém êxito em competição internacional

Modalidade Salto esteve aquecida na última rodada tanto fora como dentro do Brasil; confira os principais resultados

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Com força total, o top brasileiro Marlon Zanotelli largou com vitória no Internacional 5* Indoor Brabant Horse Show, na Holanda. Único representante brasileiro na categoria 1,45m do Concurso de Salto Internacional em s´Hertogenbosh, o campeão pan-americano individual e por equipe em Lima 2019 garantiu vitória.

Dentre os 39 conjuntos, portanto, 19 zeraram o percurso disputado direto ao cronômetro. Marlon Zanotelli e Golia, um sela holandês de 10 anos, levaram a melhor cruzando a linha de chegada em 54s42.

Logo depois, no encerramento do evento, Marlon Zanotelli (foto de chamada) voltou à pista a fim de garantir mais uma boa colocação, a mais importante da semana para ele. Foi vice no GP5* Rolex disputado entre 42 conjuntos. Dessa forma, oito foram ao desempate, e entre eles o brasileiro.

Montando VDL Edgar, um sela holandês de 12 anos, foi o último conjunto em pista. E fechou a prova com mais um percurso limpo em 32s69, apenas 17 centésimos abaixo do tempo do vencedor. A saber, a disputa válida pelo Rolex Grand Slam distribuiu quase 700 mil euros. Pelo vice-campeonato, Marlon garantiu a fatia de 140 mil euros.

Ainda no Indoor Brabant Horse Show, o brasileiro foi quarto lugar no Prêmio Audi, a 1.55m, montando Grand Slam VDL, sem faltas no desempate, em 37s37.

Aos 32 anos, maranhense radicado na Europa há 16 anos, ele é o atual melhor brasileiro no ranking mundial, 15ª colocação. O cavaleiro está entre os favoritos a integrar o Time Brasil nos Jogos Olímpicos e VDL Edgar é sua principal opção.

Modalidade esteve aquecida na última rodada tanto fora como dentro do Brasil; confira os principais resultados como os de Marlon Zanotelli
Rodrigo Lambre ao lado do pai – Foto: Reprodução/Instagram

México

O top brasileiro Rodrigo Lambre, ouro por equipe no Pan Lima 2019, segue com excelentes resultados no México. Montando J´Adore van het Klinkhof ele venceu o GP3*, a 1.50m, no Internacional de Silla, nesse domingo (25). Há uma semana, Rodrigo já havia sido vice-campeão no GP4* em La Silla no México montando Chacciama.

Dos 25 conjuntos, três foram ao desempate. Rodrigo e J´Adore van het Klinkhof garantiram o topo do pódio com mais percurso limpo em 40s70. Aos 43 anos, radicado no México, o atleta deve se juntar, então, ao grupo em atividade na Europa a partir de maio.

A partir de agora, começa a fase final de seletivas e observação para formação do Time Brasil de Salto para os Jogos Olímpicos de Tóquio. Os candidatos a vaga têm até 21 de junho para garantir índices técnicos.

Em seguida, a definição das equipe até 5 de julho. No Salto, o técnico suíço Philippe Guerdat e Pedro Paulo Lacerda, diretor da modalidade na CBH, acompanham o desempenho dos conjuntos na Europa. Junto deles o novo diretor técnico Rodrigo Sarmento.

Vale lembrar que as Olimpíadas estão confirmadas até então e as provas de Salto acontecem entre 3 e 8 de agosto, no Equestrian Park.

Modalidade esteve aquecida na última rodada tanto fora como dentro do Brasil; confira os principais resultados como os de Marlon Zanotelli
Zé Roberto e Cornet D´Or Jmen – Foto: Emerson Emerim

Curitiba

No início da noite de sábado (24) o Clássico, 1.45m, encerrou o Concurso de Salto Nacional e Internacional na Sociedade Hípica Paranaense, em Curitiba. Desse modo, dos 39 conjuntos, quatro foram ao desempate e somente dois voltaram a zerar.

Mais uma vez José Roberto Reynoso Fernandez Filho, que também venceu GP Internacional na sexta (23) e a qualificativa na quarta (21) levou a melhor. Montando Cornet D´ Or JMen, de apenas 9 anos recém completos, Zé Roberto, pentacampeão brasileiro senior top, garantiu o topo do pódio, pista limpa, 50s42.

Fonte: Assessoria de Imprensa CBH
Crédito da foto de chamada: Divulgação/@Rolex-Peggy Schroeder

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Três Tambores & Seis Balizas

Vem aí a 3ª etapa da Copa Wrangler Haras NSG de Três Tambores

Anteriormente, a prova precisou ser adiada por causa da pandemia e agora remarcada para acontecer de 29 de abril a 1º de maio, em São Pedro/SP

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Preparem as máquinas! Afinal, vem aí a 3ª etapa da Copa Wrangler Haras NSG de Três Tambores. Inicialmente, as disputas estavam marcadas para acontecerem no início de abril. Contudo, por causa do agravamento da pandemia da Covid-19 no Estado de São Paulo, o evento foi adiado visando a segurança de todos.

Agora, seguindo todos os protocolos de segurança e sem a presença do público, a etapa foi remarcada. Sendo assim, as disputas – oficializadas pela Associação Brasileira de Criadores de Cavalo Quarto de Milha (ABQM) – acontecem de 29 de abril a 1º de maio, no Haras NSG, em São Pedro/SP.

“Temos um reencontro marcado seguindo todos os protocolos de segurança. Tudo para gerar maior segurança para os competidores, com distanciamento social, uso de máscara facial e distribuição de álcool em gel pelo recinto”, frisa o gerente de marketing e eventos do Haras NSG, Peterson da Silva.

Como não será permitida a entrada do público, Peterson frisa que o evento contará com transmissão ao vivo pela Rodeio Play.

2ª etapa da Copa Wrangler Haras NSG registrou 1.178 inscrições – Foto: Divulgação

Premiação da 3ª etapa da Copa Wrangler Haras NSG

Ao todo, a 3ª etapa da Copa Wrangler Haras NSG distribuirá mais de R$ 100 mil em prêmios, incluindo duas motos 0 km. Sendo, portanto, uma para a campeã do Feminino e outra para o campeão da categoria Tira Teima, que ainda terá premiação em dinheiro até o 5D.

Além disso, a prova terá novamente duas premiações especiais. A primeira delas é para o conjunto que bater o recorde da pista do Haras NSG, que é de 16s694 (Patrick de Castro na sela de A French Lady), e, assim, ganhará um vale compras de R$ 2 mil da Wrangler.

Depois, a segunda premiação especial será para o conjunto que conseguir bater o recorde mundial de Três Tambores, que é de 16s374 (de Sidnei Júnior na sela de Game Boy EK). Quem conquistar esse feito leva para casa uma premiação extra de R$ 30 mil do Haras NSG. Ademais, a Wrangler irá coroar essa premiação com um ano de patrocínio da marca para o novo recordista mundial.

O Haras NSG agradece e ressalta a importância de seus patrocinadores: Wrangler, Botupharma, Stecar América RAM, Classic Equitech, Vale Rações, Nutrivet, Rodeio Play, Loja Western, Fazenda São José, Heliovet

Por fim, outras informações sobre a Copa Wrangler podem ser obtidas com a Flávia Cajé, presidente da ANTT e organizadora da prova, pelo telefone (17) 98112-7669.

 Haras NSG possui uma infraestrutura jamais vista antes no país, com a finalidade de proporcionar uma experiência única durante os eventos no complexo – Foto: Divulgação

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Faça a sua prova no Haras NSG!

O Haras NSG tem a pista revelação de 2020, sendo considerada uma das melhores estruturas do país para abrigar provas e eventos. Quer fazer a sua prova no Haras NSG? Então, entre em contato e faça sua cotação 

Instagram: @harasnsg | WhatsApp: (19) 99966-8398  | Site: https://nsg.kidigital.com.br/

Por Natália de Oliveira
Crédito das fotos: Divulgação/Haras NSG/Daniela Venturini

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Esportes

Você conhece o Pentatlo Moderno?

Junto com o Hipismo, é um dos únicos esportes olímpicos envolvendo animais

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A criação do Pentatlo Moderno tem o Barão Pierre de Coubertin, fundador dos Jogos Olímpicos da Era Moderna, como responsável. Assim, a ideia dele se baseou no pentatlo disputado nos Jogos Olímpicos antigos, criado por volta de 708 a.C… Ou seja, na Grécia Antiga, o evento reunia provas que demonstram todas as aptidões físicas do competidor.

Naquela época, as provas iniciais eram corrida, salto em distância, arremesso de disco e salto em altura. Então, o vencedor ganhava não apenas o título, mas também prestígio na sociedade. Era aclamado quase como um semideus.

Por isso, em sua invenção da versão moderna, Coubertin inspirou-se nos soldados da cavalaria do Século 19. Eles tinham que montar um cavalo desconhecido, atirar, esgrimar, correr e nadar. Dessa forma, o Pentatlo Moderno estreou nos Jogos de 1912 em Estocolmo. Três suecos ficaram com o pódio. Em contrapartida, as mulheres só entraram na competição a partir dos Jogos de Sydney 2000.

Junto com o Hipismo, o Pentatlo Moderno é um dos únicos esportes olímpicos envolvendo animais; o Brasil tem medalha de bronze/Londres 2012
Imagem ilustrativa – arena de Pentatlo Moderno – Crédito: Esporte Interativo

Novo formato a partir de 2024

Apesar da longa tradição em Olimpíadas, o estatuto olímpico do Pentatlo Moderno está ’em check’ nos últimos anos. Principalmente devido à fraca popularidade do desporto fora da Europa. No entanto, o Comitê Olímpico Internacional decidiu que esse esporte permanecerá no programa olímpico pelo menos até 2021.

Entretanto, há notícias de que a União Internacional de Pentatlo Moderno (UIPM) sugeriu ao Comitê Olímpico Internacional (COI) uma proposta para um novo formato da disputa da modalidade para os Jogos Olímpicos.

A ideia é reduzir drasticamente o tempo das provas, indo das atuais mais cinco horas para 1h30, no máximo. A sugestão é de implementar o novo modelo a partir de Paris 2024. Hoje, são três dias destinados ao Pentatlo Moderno na grade dos Jogos Olímpicos, com 36 pentatletas. Na mudança, então, só 12 concorrentes fazem a final, com tempo reduzido nas apresentações.

Além disso, a UIPM pediu a inclusão de mais um evento do Pentatlo Moderno em Olimpíadas, o revezamento misto. Atualmente, o esporte só conta com as disputas individuais masculina e feminina nos Jogos, ao passo que esse evento já é tradicional nos principais torneios da modalidade. 

Junto com o Hipismo, o Pentatlo Moderno é um dos únicos esportes olímpicos envolvendo animais; o Brasil tem medalha de bronze/Londres 2012
Yane Marques – Crédito da foto: Divulgação/Megatimes

Destaques

A Hungria, a Suécia e a Rússia são as nações mais vitoriosas dessa modalidade em Jogos Olímpicos. Até o momento, Brasil e Austrália são as duas únicas nações do Hemisfério Sul a ter uma medalha olímpica no Pentatlo Moderno. A brasileira Yane Marques conquistou a medalha de bronze em Londres 2012.

Compõe-se de cinco modalidades diferentes: hipismo, esgrima, natação, tiro esportivo e corrida. Ganha quem obtiver o melhor desempenho geral ao somar mais pontos. Por essa variedade de esportes, considera-se o vencedor do pentatlo o atleta mais completo. Na fase do Salto, o percurso tem de 350 a 450 metros, com 12 a 15 obstáculos. A organização da prova fornece os cavalos. Atribuídos por sorteio a cada atleta 20 minutos antes da competição.

Hoje, no primeiro dia acontece a esgrima tradicional, com todos os 36 pentatletas se enfrentando entre si. No segundo e terceiro dias, acontecem as provas finais, com a distribuição de medalhas. O dia decisivo começa pela natação (200 metros estilo livre), seguido da esgrima bônus. Em seguida vem o Hipismo e o laser-run (quatro séries de cinco acertos de tiro a laser, intercaladas com 800 metros de corrida).

Fonte: Wikipedia e Surto Olímpico
Crédito da foto de chamada: Divulgação/Surto Olímpico

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