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Daniel Carvalho foi do laço no campo ao esporte com sucesso

Natural de Piracicaba/SP, laçador mantém o foco, entre outros, observando seus ídolos aqui no Brasil e nos Estados Unidos

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Daniel Moraes Corrêa Carvalho conta que sua trajetória no Laço Individual começou desde criança: “Sempre lacei no campo, no trabalho do dia-a-dia da fazenda”. Mais foi em 1995, com 16 anos, que ele conheceu o esporte mais a fundo. “Fiz um curso com o José Milton, que na época trabalhava para o Fernando Mazzi, o Nandão. Nesses dias de aprendizado, me apaixonei pela modalidade e nunca mais parei”.

Alguns anos depois, em 2000, com a finalidade de evoluir como atleta do Laço Individual, Daniel Caravalho foi para os Estados Unidos. Trabalhou e laçou ao lado de Brent Lewis. “Sempre tive espelhos no esporte, mais quem mais me ajudou tecnicamente na modalidade, desde o meu começo foi o Frederico Werneck, com dicas e tirando minhas dúvidas”, lembra ele.

A lista de ídolos não para por ai. Daniel Carvalho também admira o trabalho dos laçadores brasileiros Marcos Alan Costa, Fernando Mazzi, Flavio de Oliveira, assim como dos americanos Brent Lewis e Trevor Brazile.

Entre os principais títulos do laçador, etapas da Copa Vale e de campeonatos regionais, rodeios de Conchal e Birigui. Bem como foi vice-campeão no rodeio de Jaguariúna e do Campeonato Paulista, além de Top 5 de todos rodeios completos do Brasil. No Laço Individual Técnico, foi campeão Nacional pela ABQM em 2010 e ainda do I Potro do Futuro ANLI em 2006.

Em sua caminhada no Laço, Daniel Carvalho contou com a parceria de alguns animais: Xarope, Cego, Arlequim NB, Miss Okie Dee. “Cada um deles teve sua importância na sua época. Mais foi o Just Ken Pocodo, o Pocotó, o melhor cavalo ‘disparado’ que já tive. Com toda a certeza, o melhor conjunto que formei”.

Daniel Carvalho foi do laço no campo ao esporte com sucesso 02
Foto: Rodolfo Lesse

Momento que marcou e uma dica

Pocotó também está entre os momentos marcantes da carreira do laçador: “Me marcou muito quando o vendi para o campeão mundial Stran Smith. Saindo do Brasil um animal muito importante do cenário nacional para as mãos de um dos mais respeitados nomes mundiais do laço. Sem dúvida, um divisor de águas, não só para o mercado, mas também para a minha vida”.

Por fim, Daniel Carvalho deixa uma dica para quem está começando no Laço Individual: “Uma dica que posso dar é que se inicie com um profissional competente, com o intuito de que o caminho do aprendizado não seja tão difícil como era antigamente. E aprenda em um cavalo experiente. Laçador novo precisa de um cavalo velho!”

Colaboração: PRO Tie Down Roping
Crédito da foto de chamada: Divulgação/Miguel Oliveira

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Do Motocross ao Laço, Bruno Renna conta como tudo começou

Morador do Vale do Paraíba em São Paulo, o laçador começou na modalidade em um momento que ele considera mais tarde que o usual, mas isso não atrapalhou em nada sua dedicação e desempenho

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Bruno César Renna Quartucci, de Arujá/SP, é hoje um dos nomes do Laço Individual. Tem pela ABQM mais de 350 pontos e participação nas mais importantes provas da modalidade. “Comecei a laçar em 2004. Eu era piloto profissional de Motocross e resolvi largar tudo a fim de aventurar no meio do cavalo”, conta.

Na época, um dos locais que ele treinava Motocross era uma hípica. Inclusive, um rapaz chamado Danilo arrendava algumas baias e a pista de laço. “Acabei me interessando e liguei para o Danilo com o intuito de saber mais sobre o esporte. Em seguida, me convidaram para visitar o treinador Hamilton Bezerra”.

Bruno Renna conta que foi nesse dia que largou de vez o Motocross. “No mesmo dia comecei a me dedicar exclusivamente ao Laço. Mesmo com meus pais dizendo que não tinha mais idade para começar, que iria disputar com pessoas que já treinavam desde criança, mais eu não desisti”, relembra o laçador.

Não demorou muito, portanto, para que a família o apoiasse integralmente. “Alguns meses depois da minha decisão, o Hamilton nos aconselhou a procurar o Daniel Lopes, que seria mais perto da minha casa e eu conseguiria treinar com mais constância”.

Começou ai uma parceria de sucesso. De acordo com Bruno Renna, muitos dos seus títulos vieram nessa época em que Daniel treinava seus cavalos. Assim como o treinador mais experiente também conquistou vitórias. Os anos se passaram e com a ida de Daniel para fora do Brasil, Bruno buscou outro treinador para dar continuidade ao seu projeto.

Morador do Vale do Paraíba em São Paulo, Bruno Renna começou na modalidade em um momento que ele considera mais tarde que o usual

Evolução e recado

“O Paulinho Saraiva, que na minha opinião é um dos melhores treinadores de cavalo de Laço, veio morar no meu rancho e isso me ajudou muito. Logo após um ótimo período com ele, iniciou-se mais um importante momento na minha carreira, com vinda do meu grande amigo Marcos Vendrameto ‘Mezenga’”.

Segundo o laçador, cada treinador que passou pela sua vida tem sua característica e ele aprendeu muito com cada um.

Mais de 10 anos depois, ele coleciona não só momentos importantes, como também cavalos que marcaram. “Entre os cavalos mais marcantes que já montei, Rondos Ronald, que me trouxe a primeira vitória e me acompanhou durante toda minha base nas categorias Iniciante e Amador; e Miss Get ‘Sertaneja’, o melhor animal que já montei até hoje, atualmente é a égua mais pontuada no Laço Individual Cronômetro em atividade”.

Foram muitos títulos nas categorias Iniciante, Jovem e Amador desde que Bruno Renna começou no Laço, bem como algumas vitórias na Aberta. Mas sempre tem aquele que todo competidor lembra com mais carinho. E para ele foi o título do Rodeio de Divinópolis em 2012. “Eu era da categoria Amador e nunca tinha conseguido entrar para uma final de rodeio. Naquele ano acabei campeão”.

Ninguém duvida que, do alto de sua bagagem ao longo dos anos no Laço e a forma como começou, vale seguir essa super dica: “Uma dica para quem está no esporte, principalmente para quem quer começar, é para ir atrás do seu sonho, não importa o que falam para você. Se dedique o máximo e nunca ache que é de mais. Você sempre vai aprender um pouco com alguém.”

Colaboração: PRO Tie Down Roping
Crédito das fotos: Reprodução/Instagram

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Fábio Moraes Bueno conta sua trajetória no Laço Individual

Carioca, o treinador hoje se estabeleceu em Leme/SP, onde treina e dá cursos de Laço Individual e Breakaway Roping

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Fabio Moraes Bueno começou a laçar em 2001. Carioca, hoje tem seu centro de treinamento em Leme, interior de São Paulo. Além de treinador de cavalos de laço, ele ministra cursos e aulas de Laço Individual e de Breakaway Roping. Sua inspiração para começar foi o pai, que laçava aos finais de semana com os amigos. “Comecei a ajudá-los nos treinos e, aos poucos, meu pai meu deixou laçar”, conta.

Antes de mais nada, o pai é até hoje o seu maior incentivador. “Ele sempre incentivou muito a minha carreira. Me proporcionou tudo que eu precisava para poder começar e continuar nessa jornada como treinador”. Além do pai, Fabio Moraes Bueno tem alguns ídolos no Laço Individual. “Quando criança era muito fã e queria ser igual ao Flávio de Oliveira e ao Carlinhos Pereira”.

Decorridos alguns anos de muita dedicação, Bola, como é carinhosamente chamado, não só convive com seus ídolos como também se inspira em outros amigos e profissionais. “São pessoas que, sem dúvida, se tornaram inspiração para o meu trabalho, como Paulo Saraiva, Flávio Brandão, Fábio Pereira e Ademir Daniel de Oliveira”.

Carioca, o treinador hoje se estabeleceu em Leme/SP, onde treina cavalos de laço e dá cursos de Laço Individual e Breakaway Roping
Geléia

Momentos de destaque

No começo da sua vida no Laço Individual, Fabio Moraes Bueno foi campeão Nacional Jovem 2006, campeão Copa Vale 2010, bicampeão da Copa dos Campeões ABQM categoria Aberta (2015 e 2016). Ano passado, voltou para casa com o título do Derby ABQM Aberta no Laço Individual Técnico.

Um competidor sempre tem no coração cavalos que marcam a carreira. No caso de Bola, ele destaca dois animais que marcaram sua vida. Geléia, do Chiquinho Mesquita, segundo ele o melhor cavalo que montou, treinado por Flávio de Oliveira; e Bella Época, do Renato Antunes, a melhor égua que treinou.

Assim como coleciona momentos marcantes, como ele mesmo conta: “Um dos momentos mais marcantes da minha vida no esporte foi em 2014. Morava com o Fabinho Pereira e tive que operar o ombro, ficando dez meses parado. Tinha oito cavalos de clientes em treinamento que eram o meu sustento”, lembra.

Com a impossibilidade de montar a fim de se recuperar totalmente da lesão, o laçador contou com a ajuda do amigo treinador. “Fabinho não me deixou entregar nenhum cavalo de volta aos donos. Ele os treinou para mim sem custo nenhum, me ajudando a ter uma renda e superar esse momento tão difícil. Nunca vou me esquecer disso!”

Por fim, Fabio Moraes Bueno tem um recado para quem ama o Laço Individual e pensa em seguir a modalidade: “a maior dica que posso dar é que o iniciante estude, da maneira que puder. Faça cursos, assista vídeos, tire dúvidas com os profissionais. Acima de tudo, esteja sempre em busca de aprender mais. Nunca deixe ninguém falar que você não consegue, a dedicação sempre vai ganhar do talento.”

Colaboração: PRO Tie Down Roping
Crédito das fotos: Reprodução/Instagram

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Quarto de Milha

Dalmyr Semeghini investe na criação de cavalos voltados ao Trabalho

A Fazenda Santa Maria, entre outros animais, é a casa dos garanhões Rey For Jackson e SM Shake Your Boon

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A história do Dr. Dalmyr Semeghini com os cavalos é antiga. Tudo começou em 1928 e já dura quatro gerações. Hoje, o foco do criatório é o Laço Individual, devido ao sucesso dos filhos de seus garanhões e matrizes terem destaque nessa modalidade. Bem como, foco na criação de cavalos voltados ao Trabalho de forma geral.

A Fazenda Santa Maria começou com o Sr. Theodósio Semeghini, há 93 anos. Em 1962 foi vendida por um dos herdeiros e readquirida em 1973, pelo então proprietário atual, o Dr. Dalmyr Semeghini.

De acordo com ele, originalmente era uma fazenda de criação de gado. A fim de fazer um manejo eficiente, utilizava cavalos de lida Mangalarga Paulista, liderados pelo garanhão Turbo MJ, filho do famoso Turbo Jo.

Então, a partir de 1993, iniciou-se a criação de cavalos Quarto de Milha. Foi Dalmyr Semeghini Jr, filho mais velho do criador, que deu o ‘ponta pé’ inicial nesse novo segmento. Dessa forma, a criação tem como foco as modalidades esportivas do Quarto de Milha, cuidando sempre do aprimoramento genético para provas de performance e gado.

A Fazenda Santa Maria, cria cavalos voltados ao Trabalho; e entre outros, é a casa dos garanhões Rey For Jackson e SM Shake Your Boon
SM Shake Your Boon – Foto: Fabio Cabrera

Animais em destaque

Em 28 anos desde que optaram pela criação de Quarto de Milha, Dr. Dalmyr conta que a experiência os carrega para excelência na raça. “Ótimas instalações, garanhões e matrizes importadas, que nos permitem colocar no mercado animais extremamente competitivos, com bela estrutura física, grande resistência e pelagem diferenciada”.

Localizada em Itápolis/SP, a Fazenda Santa Maria tem hoje um total de 85 animais. Entre eles dois garanhões principais, Rey For Jackson (Dual Rey x DA Royal Pepto) e SM Shake Your Boon (Fannig Sugar x OH Lady Boon). Ambos importados e produtores, assim como as principais matrizes do criatório, a maioria importada e produtoras de campeões.

Entre as reprodutoras, Crocheted. “Ela é importada dos Estados Unidos. Talvez, hoje no Brasil, a matriz viva que mais ganhou prova no Laço por lá, mais de US$ 200 mil”. Dr. Dalmyr ainda destaca Mandy Stylish SF, mãe do atual campeão Nacional de Laço Individual Cronômetro Aberta e Aberta Catrado, Boon Stylish Lena. O animal é cruzamento da égua com SM Shake Your Boon.

Entre outras, como Smooth Salley RE, My Kinda Party LN, Peptos Joy, Corona Dash Streak, Glory Designer, Mariah Red Feather.

A Fazenda Santa Maria, cria cavalos voltados ao Trabalho; e entre outros, é a casa dos garanhões Rey For Jackson e SM Shake Your Boon
Crocheted – Foto: Robson Tegani

Inventivo ao cavalo Quarto de Milha

Entusiasta de cavalos voltados ao Trabalho, o criador investe sempre. “A expectativa que eu tenho com o cavalo de Laço, se confunde com a expectativa que eu tenho com o cavalo de Trabalho. Na fazenda temos uma tropa bem específica de trabalho, importante e bem boa. E uma tropa de performance, voltada para os Três Tambores”.

Mas, ele faz questão de reafirmar não só o seu incentivo ao cavalo Quarto de Milha como um todo, como também ao cavalo de Trabalho “Tanto que tem um campeonato de Ranch Sorting que leva o nome do meu garanhão, Rey For Jackson. Eu dou toda a premiação e o fomento. Sou criador há muitos anos e tenho prazer em promover a raça Quarto de Milha, que eu adoro, amo e cuido”.

Por Equipe Cavalus
Na foto de chamada: Rey For Jackson / Crédito: Cedida

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Régis Alcântara é grato pelos cavalos e pessoas em sua trajetória

“Sem dúvida, um momento marcante foi vencer em um cavalo que treinei. Passa um filme na cabeça de todo o trabalho e dedicação. É muito gratificante.”

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Régis Alcântara, 34 anos, é natural de Mogi das Cruzes/SP, onde mora e tem seu CT. Começou nas modalidades equestres com o Team Roping, em 2002, laçando ao lado do irmão. “Treinava com meu irmão, mas quando percebi que ele já não tinha mais os mesmos sonhos que eu, fui em busca de realizá-los sozinho”, conta o laçador.

O start para migrar para o Laço Individual se deu quando o treinador assistiu a um vídeo. “O vídeo em questão é um curso de Laço Individual ministrado por Roy Cooper. Eu me apaixonei pela modalidade, então comecei a dedicar e treinar”. Na época, ele tinha um cavalo chamado Jambalaya do Brasil. De acordo com Régis Alcântara, era aquele tipo de cavalo antigo que fazia todas as modalidades.

“Em poucos meses de treino, meu e do meu cavalo, fui a uma prova no Rancho Bonanza, em Guararema/SP. Ganhamos a categoria Iniciante e acho que isso que passei lá no começo me alimenta até hoje. Estar no esporte, apesar de tantos imprevistos”.

Régis Alcântara diz: um momento marcante foi vencer em um cavalo que treinei. Passa um filme na cabeça de toda dedicação. É gratificante

Entre os ídolos do laçador, Cody Ohl. “Sem dúvida, ele é minha inspiração, assim como para qualquer laçador de bezerro. Aquele vídeo onde ele machuca o joelho e mesmo assim finaliza a laçada é o que mais me marcou”. Contudo, ele cita ainda Lindolfo Júnior, Fabinho Pereira, Daniel Lopes e Jair Cardoso.

Parceiro de pista, Pop Show Agae foi o cavalo que mais marcou o competidor. “Ele me ensinou muito e tem um coração gigante. Penso que a lealdade, às vezes, vale mais que a habilidade”. Sobre os destaques da carreira, ele comenta a primeira vez que venceu com um cavalo que ele mesmo treinou: “Foi gratificante!”.

Por Equipe Cavalus
Colaboração:
PRO Tie Down Roping
Crédito das fotos: Arquivo Pessoal

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Marcos Nicolielo está no Laço desde pequeno e coleciona vitórias

“Minha dica para quem está começando no Laço é: treine muito, seja humilde e nunca desista.”

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Marcos Mendonça Andrade Nicolielo começou no Laço em 2001, na cidade de Bauru/SP. “Eu comecei com o melhor canhoteiro que vi laçar no Brasil, Rogério Ferraz. Mais eu era muito pequeno, então me limitei a alguns fundamentos como breakway e amarrar os bezerros pequenos no chão”, conta.

 Com o propósito de sempre melhorar suas performances, sua maior inspiração são as dificuldades que enfrenta. De acordo com ele, “o fato de ser difícil é o que me inspira e motiva a treinar e tentar buscar e perfeição”. Acima de tudo, poucas pessoas tiveram privilégio de contar com seus ídolos trabalhando bem pertinho.

“Meu maior ídolo no Laço Individual sempre foi o Flávio de Oliveira. E tive o prazer de morar com ele em Pratânia/SP, na fazenda do Francisco Mesquita. Nesse meio tempo pude aprender muito com o Flávio”, reforça. Treino, persistência e dedicação são características que o levaram ao pódio diversas vezes, além do talento. O laçador tem títulos não apenas na categoria Amador, como também na Profissional.

“Foram vários títulos ao longo da minha carreira como amador. Tive uma base muito sólida e ganhei diversos campeonatos entre 2008 e 2009. Assim como na categoria Aberta, fui campeão do rodeio de Cláudio/MG, tri do rodeio de Paulo de Faria/SP, bicampeão do rodeio de Orindiúva/SP, Expo Jaú/SP, Expo Brotas/SP”.

Ganso, como é conhecido, ainda destaca vitórias em algumas etapas da ANLI e Copa Vale. Pela ABQM, ele conquistou ainda títulos na Aberta Light e Aberta no Congresso, Nacional e Copa dos Campeões.

Marcos Mendonça Andrade Nicolielo começou no Laço em 2001, na cidade de Bauru/SP. Com o passar dos anos, coleciona vitórias em prova e rodeio

Um cavalo que marcou no Laço

Ao lembrar-se de um animal marcante em sua vida, o laçador comenta que a história se mistura a um momento marcante de sua carreira. “Em 2010, meu grande amigo Mateus Bovo, me ligou dizendo que tinha um cavalo que me servia. Eu estava a procura de um animal e ele sabia dessa intenção”. Marcos tratou então de dar logo um jeito de ir ver esse cavalo.

“Estava a passeio e dei um pulo em seu rancho para ver o animal. Lacei alguns bezerros de breakway e confesso que não me interessei. Porém, teria uma prova no sábado em seguida, no rancho Canto Verde. Por insistência do Mateus acabei indo”. Inegavelmente, valeu a pena Ganso ter topado o convite do amigo.

“Lacei muito bem aquele dia. Fiz dois tempos de 8 segundos e dois tempos de 7 segundos e ganhei a prova. Desci do cavalo para comemorar e ali mesmo fechei a sua compra. Sem dúvida, o melhor cavalo que montei até hoje. Ele era o fenômeno: Tumata 335 HK”, finaliza. Marcos Nicolielo é casado com Amanda e tem duas filhas. Seu CT fica em Arealva/SP.

Colaboração: PRO Tie Down Roping
Crédito das fotos: ABQM e Miguel Oliveira

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Ralf Dun’ It detém uma das maiores notas do Laço Individual no Brasil

O cavalo é fruto de um cruzamento almejado e de muita expectativa para o Haras Estancia Mime

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Em 2019, Ralf Dun’ It (Country Dun It x Easter Sage MD, por Tinny Cutter BS), de criação e propriedade de Marcelo Fontes Metring, foi destaque do Campeonato Nacional da ABQM no Laço Individual. Uma vez que marcou 228, uma das maiores notas da modalidade, sob condução de Kenny Cunha, campeões da categoria Aberta Junior. Antes de mais nada, em toda a sua carreira de provas do Quarto de Milha, nunca ficou fora do Top 10.

Entre suas vitórias pela Associação, a saber, o Campeonato Nacional ABQM 2018 na Cavalo Iniciante, sua estreia nas pistas oficiais. Em seguida, dois meses depois da primeira vitória, o Potro do Futuro ABQM 2018 na Aberta. O Nacional 2019 citado acima e ainda a Copa dos Campeões ABQM na Aberta Junior.

Ralf Dun’It é fruto de um cruzamento almejado e de muita expectativa para o Haras Estancia Mime; marcou umas das maiores notas com Kennynho

Ano passado Ralf Dun’ It ainda levou o Derby ABQM na categoria Aberta, a Prova Técnica da ANLI na Aberta Junior. Hoje tem 51,5 pontos de Registro de Mérito no Quarto de Milha, tornando-o Registro de Mérito superior em Laço Individual Técnico pela ABQM.

Todo o seu treinamento tem a assinatura do CT Paulo Cunha, bem como a sua campanha, tendo sob sua sela os treinadores Jefferson e Kenny Cunha. De acordo com seu proprietário, as principais características de Ralf Dun’ It são: velocidade e muito cow sense, excelente trabalho de corda e muita expressão.

Ralf Dun’ It, um projeto esperado

Sua mãe Easter Sage MD é uma égua especial para o criatório do Haras Estância Mime. Conforme conta Marcelo Metring, “agregava muitas qualidades como morfologia, plástica nos movimentos, docilidade e família comprovada em pista”. Ganhadora em Laço Individual, em cruzamento com o super garanhão Country Dun It, produtor em diversas modalidades, campeão de Rédeas e um ícone. O casamento perfeito.

“Na época, havia apenas palhetas congeladas do garanhão. Portanto, tivemos que encaminhar a matriz até uma central de reprodução, a LUB Breeding. O tempo passou e logo veio a realização de um sonho tão aguardado por todos nós. O nascimento de Ralf Dun’ It. Aliás, o nome dele foi escolha da minha esposa e filho. E ele nasceu em 30/12/2014, uma verdadeira  festa de final de ano. Sem dúvida, nada melhor para finalizar o ano com chave de ouro”.

Ralf Dun’It é fruto de um cruzamento almejado e de muita expectativa para o Haras Estancia Mime; marcou umas das maiores notas com Kennynho
Ainda potrinho

Segundo Metring, Ralf Dun’ It apresentou carisma e beleza desde potro. “Assim, logo despertou interesse no mercado e resolvemos vendê-lo. Porém, não consegui tirá-lo da cabeça. Então, prometi para mim mesmo que se ele voltasse à Estância Mime o colocaria em um projeto de formação de campeão, como idealizamos em sua origem”. Oportunidade que surgiu em seguida, durante um leilão. O resto da história, contamos no começo desse texto.

“Tínhamos a intenção de continuar sua campanha até 2020, para então aposentá-lo das pistas e seguir seu legado como garanhão. A pandemia só adiantou esse processo. Vale ressaltar que Ralf Dun’ It foi o primeiro animal da marca Estância Mime nas pistas. Juntamente com a equipe do CT Paulo Cunha, ele veio para fazer história como atleta e, futuramente, como um garanhão”.

Por Luciana Omena
Crédito das fotos: Cedidas e Miguel Oliveira

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Nacional ANLI 2020 supera todas as expectativas

Apesar de um contratempo, evento foi um sucesso e, certamente, fortaleceu ainda mais os adeptos da modalidade de Laço Individual

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Certamente, o Nacional ANLI 2020 reuniu todos os ingredientes necessários ganhar o título do maior evento do Laço Individual no Brasil. Afinal, bateu recorde de inscrições (450), distribuiu mais de R$ 200 mil em prêmios e contou com uma das melhores estruturas de provas do país, o Haras NSG, em São Pedro/SP.

Se não bastasse tudo isso, ainda teve uma bezerrada de qualidade excepcional, um quadro de juízes experientes (entre eles um norte-americano) e, ainda, o preparo de pista foi igual o das provas oficias da ABQM. Ahhh… e para abrilhantar ainda mais a prova as disputas contaram com a locução memorável de Alessandro Mendes.

Como resultado, a família do Laço Individual pode fechar com o Nacional ANLI o ano de 2020 com chave de ouro. “A gente fez esse evento de uma maneira especial, o melhor da história da ANLI. A gente trouxe tudo de melhor, juiz americano e brasileiro, especialista em pista, gado de primeira qualidade, etc.”, enfatiza o presidente da ANLI Fábio Luis Parizi.

Fábio Luis Parizi, presidente da ANLI – Foto: Divulgação/Rodolfo Lesse

Contratempo

Contudo, apesar do brilhantismo do evento, um contratempo obrigou que o Nacional ANLI, que inicialmente seria realizada nos dias 27 e 28 de novembro, fosse esticada até domingo (29). Este contratempo, aliás, vale ser mencionado diante do tamanho transtorno e frustração que causou a todos o amantes do Laço Individual.

Um embargo jurídico em decorrência de uma denúncia de uma ONG de proteção animal que acabou interrompendo, temporariamente, as provas que aconteciam no Haras NSG. Para o competidor Mezenga, tal medida foi resultado da desinformação de muitas pessoas.

“As pessoas tem muita desinformação sobre a modalidade, acham que a gente está aqui para judiar do animal. O animal não é um adversário nosso, é um parceiro nosso. Se a gente judiar do animal, nos não vamos ter isso aqui para trabalhar. Infelizmente, a desinformação de muitas pessoas leigas está atrapalhando a gente, famílias que dependem disso”.

A competidora do Breakaway, Analia Cristina Fonseca Vinhas, ainda faz questão de reforçar: “A gente vem sendo massacrado, constantemente, sofrendo esses embargos. Mas  existe toda uma cadeia atrás da gente, de pessoas que dependem da prova, como ferradores, treinadores, veterinários. Enfim, diversas pessoas que trabalham nos bastidores, que vivem disso. E quando a gente é embargado, o efeito é dominó. Acaba atingindo todo mundo”.

Mesmo diante do contratempo, a família do Laço Individual conseguiu reverter a situação na Nacional ANLI e, conforme o próprio presidente disse após o término da prova, saiu muito mais fortalecida após o acontecimento. “Terminamos da melhor maneira possível e, sem dúvida, saímos desta prova muito mais fortalecidos”, cita Parizi.

Sem dúvida, evento ficou marcado na história da modalidade – Foto: Divulgação/Rodolfo Lesse

Campeões de cada categoria

Como dito anteriormente, o evento contou com 450 inscrições entre as provas do Potro do Futuro, Prova Técnica, Final Pro Tie Down, Prova de Cronômetro, além de Breakaway Feminino e Jovem. Resultando, assim, em 14 grandes campeões do evento.

Portanto, confira abaixo o nome de cada um deles:

Jovem Principiante
1º lugar: Gabriel da Silva Souza e Double Cat Sapucaia – 218,50

Amador Principiante
1º lugar: Thiago Marques Clausen e Best Boy Sapucaia – 217,50

Amador Master
1º lugar: Adriano Paulielio de Carmo e Little Hit Whiz – 216,50

Amador
1º lugar: Marcos Alexandre de Oliveira Peres e Sweet Green – 224,00

Aberta Sênior
1º lugar: Kenny Afonso da Cunha e Little Hit Whiz – 226,00

Aberta Júnior
1º lugar: Francisco Carlos Turra Junior e Tilly Glory MVO – 224,50

Potro do Futuro Amador
1º lugar: Francisco Feitosa de Albuquerque Lima Filho e Sparking Pop Dool – 220,00

Potro do Futuro Aberta
1º lugar: Jaquiel de Castro Batista Duraes e CD Spark Boon DPBF – 222,50

Categoria 1
1º lugar: Mario Aparecido Joaquim – 16,82

Categoria 2
1º lugar: Gabriel da Silva Souza – 12,27

Categoria 3
1º lugar: Diogo Geraldo Araújo – 11,32

Categoria 4
1º lugar: Marcos Gonçalves de Sousa Junior – 8,85

Breakaway Feminino
1º lugar: Analia Cristina Fonseca Vinhas – 4,34

Breakaway Mirim
1º lugar: Diogo Henrique Baldim – 3,51

Por Natália de Oliveira
Colaboração: Adriane Passos
Crédito das fotos: Divulgação/Rodolfo Lesse

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Nacional ANLI 2020 bate recorde de inscrições

Evento – que acontece nos dias 27 e 28 de novembro, no Haras NSG, em São Pedro/SP – registrou 450 inscritos, resultado de 245 cards

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O número de inscrições para o Nacional ANLI 2020 bateu todos os recordes. Ao todo, foram registrados 450 inscritos, entre as provas do Potro do Futuro, Prova Técnica, Final Pro Tie Down, Prova de Cronômetro, além de Breakaway Feminino e Jovem.

Antes de mais nada vale destacar que o evento acontece nos dias 27 e 28 de novembro, na arena do Haras NSG, em São Pedro/SP. Portanto, o local receberá os amantes do Laço Individual para a  disputa de uma premiação garantida que já ultrapassou os R$ 175 mil anunciado incialmente e está em R$ 200 mil. 

De acordo com o presidente da Associação Nacional do Laço Individual (ANLI), Fábio Luis Parizi, o recorde de inscrições é resultado de outra conquista da entidade. Afinal, o número de cards, ou seja, competidores associados pagantes atingiu a marca de 245. 

“A associação todo ano faz um card, que o competidor paga como se fosse uma anuidade. Assim, ele ganha o direito de correr nas provas credenciadas da associação. Além das provas que a associação faz. Como o Potro do Futuro, Prova Técnica e a Final. Vale lembrar que esse ano não teve a Final por causa da pandemia. Então, quem adquiriu o card esse ano vai poder participar da Final no ano que vem. Então, esses 245 cards aí são 245 competidores. Que é um numero muito legal”, frisa o presidente.

Nacional e Potro do Futuro da ANLI 2019 – Foto: Divulgação/Rodolfo Lessa

Ano de ascensão do Laço Individual

Fábio ainda enfatiza que, apesar da pandemia do novo coronavírus, a modalidade de Laço Individual teve uma ascensão significativa em 2020. Sobretudo, até a mais do que a ANLI imaginava no início do ano.

“Começamos o ano com 35 provas agendadas, credenciadas na associação, para ir tirando os rankings. Com isso, a gente projetava 180 cards no ano. Mas veio a pandemia e teve poucas provas. Mesmo com todos esses acontecimentos, conseguimos agora chegar com essa prova fazendo 245 cards, é muito legal. Porque o dinheiro da anuidade do card é 100% revertido para premiação da Final, que ficou para o ano que vem agora”.

Expectativa para o Nacional ANLI 2020

Diante destes números, a expectativa para o Campeonato Nacional ANLI é a melhor possível, garante o presidente. “Nos vamos fazer as provas em uma das melhores estruturas do país. Eu acho que a associação nunca teve uma prova tão bem feita, num lugar tão legal, como vai ser esse evento do dia 27 e 28. Vai ter competidor do Paraná, Rio de Janeiro, Goiás, Brasília e São Paulo”.

Paralelo a isso, a ANLI também tem se preocupado com os demais itens determinantes para o sucesso do evento. “A gente está preparando tudo de melhor. Uma bezerrada de uma qualidade excelente, de cruzamento industrial, de nelore, sadia, tudo lote homogêneo. Além de tudo dividido por categoria. Quadro de juízes com americano muito experiente, um dos melhores que tem nos Estados Unidos para julgar junto dos brasileiros. Manejo e preparado de pista igual é nos eventos da ABQM. Locução do Alessandro Mendes. Então, tudo caminhando para ser a melhor prova que a ANLI já fez”.

Programação do evento

Por Natália de Oliveira
Crédito da foto em destaque: Divulgação/Haras NSG

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Lucas Peres continua paixão da família pelo Laço Individual

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Os maiores incentivadores de Lucas na prática do Laço Individual são meu pai e os tios; família fomenta a modalidade na Fazenda Mandaguari

“Escolhi o Laço Individual porque sempre tive grande amor pelo laço. Sem dúvida, paixão que vem desde que nasci, vendo meus pais e meus tios laçarem”, afirma Lucas Bueno Peres. O jovem, habilidoso nas pistas, começou a laçar aos sete anos de idade. Antes de mais nada, somente três anos antes ele montou em um cavalo pela primeira vez.

Como competidor, ele se dedica a rotina de treinos com afinco. Sobretudo, desafio a ser perseguido todos os dias. Ele sabe que para ser campeão não basta somente ter a habilidade de um bom laçador. Precisa buscar sincronia, precisão, rapidez e sinergia entre cavalo e cavaleiro.

Entre seus títulos no Laço Individual, os títulos mais importantes foram o 2º Mega Calf Roping e a vitória no Campeonato da ANLB, em 2011. Também destaca como importante às participações em algumas etapas da ANLB, como a final de 2013. Assim como as vitórias pela ABQM: Congresso 2016 Jovem Laço Técnico; Nacional 2016 Jovem Laço Técnico e Cronometro; Copa dos Campeões 2016 Jovem Laço Técnico e Cronometro.

Ainda na Jovem, Lucas venceu o Congresso 2017 Laço Técnico e Cronometro; Nacional 2017 Laço Técnico e Cronometro; Copa dos Campeões 2017 Laço Técnico. Em seguida, Lucas foi campeão Congresso 2018 Laço Técnico e Cronometro; Copa dos Campeões 2018 Jovem Laço Técnico e Cronometro. Além disso, foi campeão do 1°Summer Trailers Calf Roping no Amador Técnico em 2018. Enquanto no Derby da ABQM Laço Individual Técnico ganhou na Aberta Castrado.

Diversos títulos conquistados na sela de Hancoock Dun’it, filho de Pilgreen Dun’it.

Os maiores incentivadores de Lucas na prática do Laço Individual são meu pai e os tios; família fomenta a modalidade na Fazenda Mandaguari
Foto: Reprodução Instagram/Rodolfo Lesse

Laços inseparáveis com a família

 A família, sobretudo, tem uma participação especial na vida do atleta. Algo que ele coloca como prioridade na rotina de treinos e provas. “Meus maiores incentivadores são meu pai Alexandre, meus tios Eduardo, Márcio e Junior. E ainda meus avós. Eles estão sempre na pista comigo me dando conselhos e me ajudando nos treinos e nas provas”, reforça Lucas.

De um lado, a paixão pelo esporte que escolheu e a dedicada rotina de treinos acompanhada de perto pela família. Por outro lado, sonhos e os desafios de um dia ser atleta de Laço Individual campeão nos Estados Unidos. Com efeito, vontade movida pela inspiração vitoriosa espelhada em cada um de seus ídolos: Cody Ohl, Roy Cooper, Tyson Durfey e Joe Beaver.

Colaboração: Mônica Gropelo/Editora Passos
Crédito da foto: Divulgação/Miguel Oliveira

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Tie-down Roping

Laço Individual: das tarefas do dia a dia dos ranchos ao rodeio

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Tie-Down Roping, ou Laço Individual, mostra a habilidade do competidor com a corda e o bezerro; o Brasil tem um campeão mundial da modalidade

A maioria dos esportes equestres que vemos hoje tem raízes nas tarefas da pecuária nos primeiros dias do Velho Oeste. Portanto, a origem do Tie-Down Roping, ou Laço Individual, é americana. Trabalhar com gado, pastorear bois e laçar bezerros são tarefas do dia a dia dos ranchos. Com toda a certeza, uma das ações mais antigas da atividade é o laço.

Naquela época, por volta do Século 18, os fazendeiros não tinham as comodidades de cercas elétricas. Nem da medicina moderna para lidar com o que tinham pela frente. Sobretudo, era um tempo em que o Oeste dos Estados Unidos estava subdesenvolvido. Embora o tempo e a tecnologia tenham mudado a paisagem por lá, tudo que é ligado ao rodeio parece inalterado.

Sem dúvida, uma das funções que continua até hoje em fazendas de todo o mundo. O Laço Individual, portanto, testa a habilidade do cavalo em seguir o bezerro em velocidade. Dessa forma, fornece ao cavaleiro a melhor oportunidade de laçá-lo. Anteriormente, a modalidade era chamada de Laço de Bezerro ou Calf Roping.

Assim como no Laço em Dupla, o Laço Individual nasceu dos deveres de vaqueiros. No dia a dia de seu trabalho, precisam pegar e conter bezerros para marcar ou tratar. Os fazendeiros se orgulhavam da velocidade com que podiam laçar os bezerros, o que logo transformou o trabalho em competições informais.

O esporte começou então com a Professional Rodeo Cowboys Association nos Estados Unidos. E chegou ao Brasil através da Associação Brasileira do Quarto de Milha.

Tie-Down Roping, ou Laço Individual, mostra a habilidade do competidor com a corda e o bezerro; o Brasil tem um campeão mundial da modalidade

Origem

Colocar a ‘mão na massa’ era tarefa dos fazendeiros de outrora. Precisavam, principalmente, confiar em seus instintos. Acima de tudo, ter a parceria dos seus cavalos e, eventualmente, de alguns bons amigos. Era necessário ‘sujar’ as mãos para fazer o trabalho de manejo que qualquer propriedade rural necessitava.

Uma das maiores, e provavelmente mais importantes, tarefas é garantir que seu rebanho seja saudável. Assim como que seu gado não se perca no pasto de seus vizinhos. Para evitar que essas coisas acontecessem, o pessoal daquela época aprendeu rapidamente como laçar seus bois. A contenção também ajuda na avaliação de algum machucado ou na marcação do gado.

Seja como for, uma coisa levou a outra e foi criada uma modalidade de laço nos rodeios. Ao contrário dos campos gramados dos tempos antigos, o Laço Individual moderno geralmente ocorre na terra. É mais seguro para o bezerro, para o competidor e seu cavalo. Para se ter um parâmetro, os bezerros devem pesar entre 90 a 127 kg.

Nas provas de Laço Individual a inspeção nos animais é rígida. Juízes registrados em Associações e com experiência atestam a sanidade física e mental do gado. Mas também dos cavalos. Entre as principais regras, a presença de um médico veterinário. E ainda clausulas específicas de bem-estar animal.

Tie-Down Roping, ou Laço Individual, mostra a habilidade do competidor com a corda e o bezerro; o Brasil tem um campeão mundial da modalidade

Regras

Depois de liberados na inspeção, os bezerros entram no brete. Quando chega a sua vez, recebem uma corda leve ao redor do pescoço, que desata quando a porta abre. Em frente ao brete do competidor também é armada uma barreira. Artifício usado para garantir que o bezerro tenha uma vantagem inicial.

Então, o laçador dá o sinal ‘verde’ e pede a liberação do bezerro. A porta o brete é aberta e eles correm em direção à pista. Os bezerros são sorteados para cada laçador. O competidor não pode ultrapassar sua barreira antes que o bezerro atravesse a dele. Caso ocorra, há uma penalidade de dez segundos ao seu tempo final.

O cronometro é acionado quando o laçador sente que está pronto. Em seguida, cavaleiro, cavaleiro e bezerro estão em velocidade na pista. Com o intuito de finalizar a corrida, o laçador joga a corda ao redor do pescoço do bezerro. Nesse momento, o cavalo faz uma parada, o cavaleiro desmonta e segue em direção ao bezerro a pé.

O laçador deve suspendê-lo, levantar as patas do chão para ‘peiar’ três delas. Feito isso, levanta a mão, o cronômetro para. Ele faz o caminho de volta ao seu cavalo. Enquanto isso, o juiz espera seis segundos para garantir que as pernas do bezerro permaneçam amarradas. Nesse meio tempo, se ele se soltar invalida a laçada.

Tie-Down Roping

O recorde mundial da modalidade é 6s3, de Rick Canton em 2005. A PRCA também marca 6s5 de Cody Oh na National Finals Rodeo de 2003. Mesmo tempo marcado por Clint Robinson em 2004 e Ryan Jarret em 2014. Mas é na casa dos 7 segundos que a maioria dos laçadores fica. Aliás, um tempo considerado perfeito aqui no Brasil também.

Além do laço cronometrado, por aqui uma modalidade que ganha cada vez mais espaço é o Laço Individual Técnico. Desse modo, o conjunto é avaliado de acordo com as manobras que executa e não através do tempo marcado. O laçador mais pontuado pela ABQM é o veterano Nolberto Bobeda. Enquanto no Técnico, Marcos Peres lidera como mais pontuado.

Além da ABQM, diversas associações realizam campeonatos. A entidade mais representativa hoje é a Associação Nacional de Laço Individual – ANLI. Do mesmo modo que a PRO Tie-Down Roping, recém-criada para fomentar a categoria profissional. Do Mirim ao Master, todos podem laçar.

Tie-Down Roping, ou Laço Individual, mostra a habilidade do competidor com a corda e o bezerro; o Brasil tem um campeão mundial da modalidade

Brasileiro campeão mundial de Laço Individual

Em 2017, o mundo parou para ver Marcos Alan Costa ser campeão mundial PRCA de Tie-Down Roping. Como se diz hoje em dia, ele ‘zerou a vida’ ao conquistar o título mais sonhado de dez entre dez laçadores. O brasileiro terminou a temporada 2017 com US$ 317.421,33. Foi uma vitória conquistada round a round. Natural do Paraná, o laçador hoje mora em Childress, Texas, com sua esposa, a amazona Keyla Polizello.

Com a mentoria de Stran Smith, ele foi para os Estados Unidos. Desde 2014 atua profissionalmente pela PRCA. Ao todo, são mais de US$ 830 mil em ganhos e três finais mundiais. Marquinhos estava liderando o ranking 2018 quando machucou o joelho. Precisou abrir mão da temporada para fazer cirurgia e se recuperar. Desde então, luta bravamente com os melhores do mundo para retornar ao topo da tabela. Em 2019 foi 19° colocado e na atual classificação é o 29°.

Entre seus feitos ainda na ‘terra do Tio Sam’, foi segundo lugar no ranking de Novato do Ano em 2014. Nos anos seguintes, ganhou diversas etapas do campeonato mundial. Entre elas o importante rodeio de Denver em 2017 e foi campeão do circuito do Texas em 2018. Marquinhos também foi bicampeão mundial AQHA 2017-18. Assim como ganhou o The Patriot esse ano.

Fonte: Silver Spurs Rodeo, Wikipedia, ProRodeo
Crédito das fotos: PRCA, East Oregonian, Spicer Gripp

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Tie-down Roping

Conheça Marco Aurélio Pereira Filho, destaque do Laço Individual

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Lelo, como é conhecido no cavalo e do Laço Individual, tem contato com o meio desde que nasceu

Marco Aurélio Pereira Filho, 31, é natural de São João da Boa Vista/SP. Região bastante forte no cavalo, assim como no Laço Individual. Mas Lelo, como é conhecido no meio, mora há 20 anos em Jaguariúna/SP. Entre suas lembranças de família, sua mãe conta que seu primeiro presente quando bebê foi uma sela para cavalo em vez de um berço.

Com toda a certeza, um empurrãozinho do destino para que ele se tornasse o profissional que é hoje no Laço Individual. A saber, entre seus principais títulos, Lelo é campeão Nacional ABQM Jovem, Amador e Aberta. Assim como foi campeão da segunda etapa da PRO Tie Down Roping  e campeão CRLI.

O laçador e treinador é formado em medicina veterinária pela Uni FAJ. Pensando no fomento do esporte e dos profissionais, é ainda um dos idealizadores da PRO Tie Down Roping. Conversamos com ele, confira!

Lelo, como é conhecido no cavalo e do Laço Individual, tem contato com o meio desde que nasceu. Ama sua profissão e se vê realizado!

Como tudo começou

“Era um bebê, literalmente, quando tive meu primeiro contato com cavalos. Meu pai, apesar de não ter praticado nenhuma modalidade, sempre foi um grande incentivador do Laço Individual e em Dupla. E, na época, minha mãe diz que meu primeiro presente de nascido foi uma sela e não um berço.

Assim sendo, comecei a montar na chácara do meu pai, em Vargem Grande do Sul/SP. Aos 5 anos já participava de alguma provinhas de Tambor e Baliza. Estar no meio com meu cavalo aconteceu de forma bastante natural. Então, percebi que eu sempre queria fazer aquilo [estar nas provas].”

Laço Individual

“Minha paixão sempre foi o Laço. Contudo, no começo, por não ter tamanho, não ter a destreza de dominar a corda e o cavalo, fiz um pouco de Tambor e Baliza. Mais sempre treinando para ser laçador.

Sem dúvida, o laço me conquistou desde o primeiro dia que conheci. Na verdade sempre fui um laçador, vivia com a corda na mão. Laçava tudo e todos (risos), inclusive levava a corda para a escola como meu brinquedo favorito.

Não me recordo bem da primeira prova. Mas lembro bastante dessa época. Meus pais organizavam e fomentavam o esporte na região de São João. Então, eu e meu irmão vivemos naquele meio desde sempre. Crescemos assim por toda nossa infância, e se pudesse repetiria tudo de novo.

O esporte equestre é tão presente, que além do meu dia a dia com o Laço Individual, também pratico Laço em Dupla nas horas vagas”.

Profissão

“Sempre soube que queria laçar profissionalmente. Mesmo tendo feito faculdade e outras coisas, o foco sempre foi fazer algo para agregar na profissão como treinador de Laço Individual.

Assim, treinar cavalos veio como consequência de tentar ter bons cavalos para laçar. Nunca tivemos dinheiro para comprar o melhor cavalo. Então, além de laçar começamos a treinar para ter bons cavalos e competir.

Portanto, a decisão de seguir essa profissão acredito que está comigo desde sempre. Nunca foi um sonho, mais sim um objetivo de vida. Em resumo, para mim não existia outra alternativa a não ser levar essa vida.

Lelo, como é conhecido no cavalo e do Laço Individual, tem contato com o meio desde que nasceu. Ama sua profissão e se vê realizado!

Meu maior desafio, com toda a certeza, é manter o foco. Apesar de ser eu ter o maior prazer na profissão, tive que privar de muitas coisas durante a vida. Tudo isso como resultado de dedicação e aperfeiçoamento diários.

Uma das coisas que me faz perder o sono são os erros. Por mais que sejam inevitáveis, saber que você está para ganhar uma prova e cometer um erro bagunça a cabeça. Manter a cabeça no lugar sempre é um grande desafio.

Inegavelmente, sou realizado em poder fazer o que eu quis quando criança. Amo laçar, amo competir e isso que me faz acordar, fazer exercícios, comer certo, preservar o corpo para poder competir e prolongar minha carreira.”

Foto: Rodolfo Lesse

Competidor

“Hoje monto bons cavalos. A Sweet Lassie chegou e muitos duvidavam. Com ela fui campeão Nacional ABQM Aberta com 19 anos. Com o Doctor Roosters, trabalhei junto com meu irmão e o tornamos um dos melhores do país. Também monto VPF Pop Fever, campeã Potro do Futuro ANLI. E ainda Tuffy, Chiplena, Miss, entre outros, cada um importante em um determinado período.

Um dos momentos que mais me marcou até hoje foi no rodeio de Jaguariuna em 2004. Estava  classificado para semifinal do Laço Individual e na época tinha 15 anos. Quem conhece sabe que é um rodeio extremamente apertado. Me vi, sobretudo, no meio de todas as ‘feras’ do esporte.

Lelo, como é conhecido no cavalo e do Laço Individual, tem contato com o meio desde que nasceu. Ama sua profissão e se vê realizado!
Foto: Miguel Oliveira

Quando entrei na arena, o locutor Rafael Vilela me exaltou. Disse que eu era de Jaguariúna, representava a cidade, senti o grito da arquibancada, uma saudação inexplicável. Na época o sentido de rodeio era mais tradicional, o público era outro, a essência da festa de peão era outra. A torcida era para mim aquele dia, inexplicável.”

PRO Tie Down Roping

“A PRO Tie Down Roping surgiu com o intuito de valorização. Valorizar a imagem dos profissionais, as premiações, os animais. E para isso acontecer precisávamos de exposição e financeiro. Então, buscamos profissionalizar mais a coisa toda.

Criamos uma página no Instagram, que conta a história, mostra os resultados e expõe a imagem dos atletas e animais. Desse modo, o objetivo é mostrá-los para todos, o que fazem e quem são de verdade os profissionais, não apenas conhecer por nome.

Lelo, como é conhecido no cavalo e do Laço Individual, tem contato com o meio desde que nasceu. Ama sua profissão e se vê realizado!
Foto: Miguel Oliveira

Hoje estamos com uma parceria com a Loja Western Jaguariúna. O Saulinho está fabricando e vendendo os produtos da linha PRO. Temos bonés, peias, camisetas, camisas. Assim como muitas novidades de vestuário e traias estão chegando. O dinheiro das vendas são revertidos para a premiação das provas PRO.

Começamos em 2019 e foi um grande passo, distribuímos mais de R$ 70.000,00 em prêmios, atingindo o objetivo inicial. 2020 estava inclinado para ser um ano excelente. O Laço Individual em forte crescente pelas mãos da ANLI. Enquanto a PRO pretendia lançar grandes projetos.

Com a pandemia, atrasou tudo. Estamos ainda em uma fase de incerteza das provas e para realizar eventos. Nesse meio tempo, fortalecemos a marca e nosso caixa, para que quando voltar tenhamos uma temporada sensacional.”

Por Luciana Omena
Crédito das fotos: Arquivo Pessoal

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Tie-down Roping

Pilgreen Dun It é destaque das pistas de Laço e produtor de campeões

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Pela ABQM, Pilgreen Dun It tem mais de 170 pontos de Registro de Mérito. Assim como filhos pontuados em oito modalidades

O reprodutor chefe da Fazenda Alegria tem uma trajetória vitoriosa nas pistas. Adquirido em 2003, ainda potro, Pilgreen Dun It (Country Dun It x Ambar Par Lena) começou a mostrar atitudes diferenciadas quando iniciado na doma. Dessa forma, Eduardo Peres, de Mandaguari/PR, conta que decidiu testá-lo como garanhão quando se mostrou campeão nas pistas. Deu certo! Hoje seus produtos mostram-se iguais a ele na conquista de prêmios.

“Compramos o Pilgreen Dun It com um ano e meio, em um leilão na cidade de Londrina em abril de 2003. Quando comecei a domá-lo, suas atitudes eram diferentes de qualquer outro cavalo que já trabalhei. Por isso decidimos testá-lo na reprodução”, conta Peres.

Antes de mais nada, não só Pilgreen Dun It é um dos maiores cavalos de Laço Individual do Brasil, como também a família Peres é uma das mais que mais investe na modalidade. De fato, em sua trajetória campeã, o cavalo foi campeão Nacional ABQM (2006, 2012, 2014-15). Assim como venceu o Congresso Brasileiro ABQM 2007, foi campeão da Prova Técnica da ANLB (2006-07 e 2012). Aliás, também foi campeão da Copa dos Campeões ABQM 2008 e soma 170 pontos de Registro de Mérito na associação quartista.

Pela ABQM, Pilgreen Dun It tem mais de 170 pontos de Registro de Mérito. Assim como filhos pontuados em oito modalidades do Quarto de Milha
Sweet Green MDP ao centro com Marcos Peres

Reprodução

Paralelo às competições, a partir de 2006, seus proprietários iniciaram sua campanha reprodutiva. Quase 15 anos depois, seus filhos são pontuados em oito modalidades: Laço Individual Cronometro e Técnico, Três Tambores, Laço Pé, Cabeça e Laço em Dupla, Seis Balizas e Maneabilidade e Velocidade. Conforme o sistema da ABQM são 280 produtos registrados que somam 681 pontos.

Destaque para Doc Green Gamay MDP, campeão pela ABQM do Potro do Futuro 2014, Nacional e do Congresso 2015 e Nacional e Copa dos Campeões 2017. Como também foi campeão pela ANLI (nova ANLB) da Prova Técnica em 2018 e 2019. Todos sob a sela de Marcos Peres e somo 151 pontos.

Em seguida se destacam: Sweet Green MDP, campeão Potro do Futuro ANLB 2014, assim como campeã Nacional ABQM 2019, Congresso 2018, Nacional e Copa dos Campeões 2017, entre outros; Quincy Gamay MDP, Stacy Baker MDP, Hancock Dun It.

De acordo com Peres, seus filhos sempre estão entre os três primeiros colocados nas competições. As principais características que transmite a sua prole são habilidade, beleza e inteligência. “O Pilgreen é tudo em nosso criatório. Sem ele nós não teríamos dado início à nossa criação. Posso afirmar que ele já conseguiu realizar meus sonhos, pois ganhou e seus filhos vêm ganhando!”, finaliza.

Por Equipe Cavalus/Editora Passos
Crédito das fotos: Divulgação/ Miguel Oliveira

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Nilton Braga vem despertando sorrisos com seus posts

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Nilton Braga vem despertando sorrisos com seus posts Admirado por todos o experiente laçador é exemplo, dentro e fora da pista

Admirado por todos o experiente laçador é exemplo, dentro e fora da pista

As formas de comunicação do Século 21 atingiram também o laçador Nilton Braga, 51, natural de São Paulo. Ter presença nas redes sociais nos dias de hoje não é algo supérfluo. Pelo contrário, é uma boa estratégia de marketing ou simplesmente uma forma de manter contato com os amigos, familiares e parceiros de trabalho.

Situado em Brotas/SP, Nilton Braga comenta: “Comecei a usar as redes sociais apenas por diversão. E, sem querer, virou instrumento de trabalho. Pessoas me encontram online e esse acesso se tornou natural e fácil. Mas também parece que gostaram das músicas”. O experiente treinador tem mostrado seu talento também para divertir seus seguidores.

Nilton Braga vem despertando sorrisos com seus posts Admirado por todos o experiente laçador é exemplo, dentro e fora da pista

Em seu perfil no Instagram – @niltonbraga – você pode acompanhar ainda uma retrospectiva da sua carreira, alguns ‘causos’ e a menção a amigos também do meio do cavalo, que ele faz questão de destacar. 

Nilton Albuquerque de Barros Braga, é detentor de 26 campeonatos pela ABQM (7 potros do futuro, 12 congressos, 1 copa dos campeões e 6 nacionais). Também ganhou pela FNRC – Federação Nacional do Rodeio Completo três vezes, Barretos cinco vezes, Jaguariúna quatro vezes, Americana três vezes, entre outros.

Nilton Braga vem despertando sorrisos com seus posts Admirado por todos o experiente laçador é exemplo, dentro e fora da pista

Todos no Laço Individual.  Embora tenha sido a primeira modalidade que ele conheceu dentro do meio equestre e que seja a que seguiu como profissão, Niltinho competiu pela primeira vez em Três Tambores e Seis Balizas.

Carreira

“Não me lembro quando foi a primeira vez que tive contato com cavalo, acho que desde do meu nascimento”, recorda o treinador. Nos dias de hoje, ele raramente sai de casa para competir, mas ainda laça todos os dias, ministra aulas e treina cavalos somente de sua propriedade. “Atualmente estou com três cavalos”. E por falar nos companheiros de pista, ele destaca dois como os mais importantes para sua trajetória: Scoth NB (de 1988 a 2008) e o Django (atualmente).

Sua primeira prova no Laço Individual foi em 1983, em Rio Claro/SP. Niltinho terminou em terceiro lugar com uma égua que se chamava Carinhosa NB. Logo depois, em 1988, passou a treinar cavalos. “A decisão de treinar cavalos foi apenas para juntar o útil ao agradável. Contudo, sempre dei prioridade a competição. É, de fato,  o que mais amo no esporte. O desafio, entretanto, aos 51 anos, é segurar em alto nível”.

O aperfeiçoamento buscou no exterior. “A primeira vez que fui para morar no Estados Unidos foi em 1990, fiquei um ano com Roby Shorouders. Em seguida, fui novamente em 1995, mais um ano, com Jim Fuller. Por fim, voltei em 2005, período em que fiquei três anos com Roy Cooper. Todas elas foram de extrema importância”. Nilton Braga não aproveitou apenas para aperfeiçoar o laço nessas oportunidades, também viajou muito. “Todas as vezes me baseei no Texas, mas conheço os 26 estados de fora a fora.”

Por Luciana Omena
Crédito das fotos: Arquivo Pessoal

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Ademir Daniel de Oliveira tem ‘estrada’ no Laço Individual

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Ademir Daniel de Oliveira tem ‘estrada’ no Laço Individual “Poder treinar cavalos até o fim da vida” Ademir Daniel de Oliveira, 46 anos, iniciou no meio equestre por um acaso do destino. “

“Poder treinar cavalos até o fim da vida”

Ademir Daniel de Oliveira, 46 anos, iniciou no meio equestre por um acaso do destino. “Foi através de um curso do mestre Sinval de Oliveira, ministrado na propriedade onde meu pai trabalhava. Então ele me convidou para ir trabalhar com ele na cidade de Birigui/SP. Dessa forma, foi ai que tudo começou”, conta.

Natural de Nova Castilho/SP, hoje morador de Silva Jardim/ RJ, Ademir atualmente monta Joy Sand. Acima de tudo, entre seus principais títulos: Campeão do Potro do Futuro, Campeão Paulista, Campeão Goiano, Campeão Carioca, Vice-Campeão da ANLB, Vice-Campeão do último rodeio de Barretos, finalista da ANLB 2014. Além disso, acumula um carro ‘zero’ km e oito motos ‘zero’ de premiação ao longo dos anos como laçador.

O atleta tem um sonho bem simples como competidor: poder treinar cavalos até o fim da vida! Acima de tudo, Ademir faz um resumo do laço nos dias atuais. “O laço está crescendo muito, hoje tem competidores jovens e muito capacitados, mais gente envolvida para melhorar e crescer”.

Para o competidor a melhor prova até hoje foi o Campeonato Nacional 2019. “Tive o prazer de participar do melhor evento da ABQM para mim até hoje, em julho, na cidade de Araçatuba/SP”.

No quesito técnico seus ídolos são Sinval de Oliveira e Fábio Côrrea Furquim. E seu ídolo da vida é seu pai, Haroldo Neirem. Ademir finaliza a entrevista agradecendo. “Agradeço a Deus por eu ter vivido a maior parte da minha vida no meio do cavalo,a minha família meu bem maior,e ao Silas Herdy, que acredita no meu trabalho, somos uma equipe a mais de 12 anos”.

Por: Verônica Formigoni
Credito da foto: Divulgação /Miguel Oliveira

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Skipper Double tem linhagem nobre

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Skipper Double tem linhagem nobre Campeão nas pistas e na reprodução, com filhos de destaque no Laço Individual, Laço Pé e Cabeça

Campeão nas pistas e na reprodução, com filhos de destaque no Laço Individual, Laço Pé e Cabeça

Skipper Double vem de uma linhagem nobre de Trabalho. Filho de No Question e Skipper Questiolena, inegavelmente é o garanhão chefe do MBJ Ranch, de propriedade de Mauro Castro Banho Junior.

“Adquiri o Skipper Double em 2008 e no ano seguinte iniciamos o projeto do MBJ Ranch. Assim sendo, usei-o nas minhas primeiras matrizes, que eram: duas puras, duas mestiças e duas sem registro. Em síntese, mesmo sendo de uma linhagem voltada para Rédeas, ele é muito veloz e se mostrou um grande atleta nas pistas. Eu que o treinei”, declara Mauro Junior.

Antes de mais nada, entre os títulos conquistados por Skipper Double, destaque para o terceiro lugar na Copa dos Campeões 2013 Laço Individual Cronometro Amador Principiante. Além disso, alguns títulos e fivelas de campeão do Campeonato Estadual da RJQM de Laço Individual.

“Ele é um indivíduo especial, de uma beleza incrível e sua índole é rara. De tal forma que parece me entender só no olhar. Digo sempre brincando que aqui todos tem um preço, menos o Skipper Double, esse é da família”.

Reprodução

Na reprodução, seus filhos somam mais de 55 pontos de Registro de Mérito na ABQM e todos impressionam pela força física e beleza. “Sem dúvida, posso dizer que seus filhos reúnem todas as características desejadas na raça: beleza, força, velocidade, docilidade e inteligência”.

Além disso, Mauro lembra que em 2018 foi ‘abençoado’ com a conquista do título Nacional. “Foi uma vitória com gosto especial, por ter sido em um animal criado por mim, fruto da primeira geração do Skipper. Uma sensação que não consigo descrever”, ressalta o proprietário.

Skipper Double tem linhagem nobre Campeão nas pistas e na reprodução, com filhos de destaque no Laço Individual, Laço Pé e Cabeça

Filhos em destaque:

– Garoto Question MBJ: ganhador de mais de R$ 35 mil. Campeão Nacional 2018 – Laço Individual Cronômetro Amador e Amador Castrado; bicampeão RJQM – Laço Individual Cronômetro e Laço Individual Técnico; campeão Copa Costa do Sol, etapa Campeonato Zona da Mata, CCLI e finalista ANLI 2018.

– Dourada Double: campeã RJQM 2018/2019 – Laço Individual Técnico Amador, Amador light, Aberta Junior e Profissional Light; 9°lugar Campeonato Nacional 2018 – Laço Individual cronômetro Amador Light; 5º lugar Campeonato Nacional 2019 – Laço Individual Cronômetro Amador, 3º lugar II Prova Regen Roping Categoria .

– Sniper Double: RJQM 2016/2017- Laço Pé Aberta Junior, RJQM 2017/2018 – Laço Cabeça Amador light, Laço Individual Exposição de Campos Goytacazes (levando uma moto de premiação) – campeão; 5º lugar Potro do Futuro ABQM – Laço Pé Amador.

 Os projetos para Skipper Double são de continuar uma reprodução de sucesso com cruzamentos em grandes matrizes, produzindo campeões. “O diferencial que ressalto aqui é que ele é veloz, podendo ser utilizado para qualquer modalidade”, finaliza Mauro Castro Banho Jr.

Por Verônica Formigoni
Fonte: Editora Passos
Credito das fotos: Divulgação /Miguel Oliveira

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Tie-down Roping

Temporada 2020 da Pro Tie-Down Roping tem novidades

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Temporada 2020 da Pro Tie-Down Roping tem novidades

A ideia é a valorização de forma abrangente, não só financeira, do profissional do Laço Individual

Surgiu em 2019, a Pro-Tie Down Roping, com o objetivo de valorizar os profissionais do Laço Individual, não só financeiramente, mas também em outros âmbitos. A ideia foi de Marco Aurélio Pereira Filho, Tiago Sanfelice, Fábio Pereira e João Otávio Pereira, jovens profissionais do Laço Individual, que estão presente em provas no Brasil todo.

Dessa forma, a missão da Pro Tie-Down Roping é estar nas provas do Brasil de Laço Individual, tendo interação com todas as associações da modalidade. “Queremos despertar o desejo de outros laçadores em estarem nessa elite”, contam os organizadores.

E a primeira temporada encerrou, portanto, com seis etapas realizadas. Foram contabilizadas 184 inscrições e R$ 70 mil em prêmios. Conforme informações, a Pro Tie-Down Roping passou pela Prova Fazenda Primavera, por etapas do Campeonato ARLI, e a Expo Prudente.

Houve 100% de aceitação dos bezerreiros, o que promoveu um ‘plus’ para a temporada 2020. Estão programadas, até o momento, sete etapas esse ano, classificatórias para a grande final. Para que fique claro, não existe uma prova organizada pela Pro-Tie Down Roping. “Usamos os resultados das provas parceiras para formar o nosso ranking”.

Regulamento

A premiação da final foi fixada em R$ 25 mil para a Final Ouro; R$ 6 mil para a Final Prata; R$ 2 mil a R$ 5 mil para o Last Chance (repescagem); brindes; fivelas. A final será realizada em dois dias. Todos os classificados competem a primeira parte da prova. Os seis melhores por categoria avançam para a Final Ouro. Em seguida, o restante disputa a Final Prata.

O ranking é zerado, valendo para efeito de decisão de cada categoria a performance da etapa final. “Assim sendo, igualamos as chances de todos ficarem com o título”. O campeão máximo da temporada será o competidor que somar mais ganhos ao longo do ano. Para contar pontos para o ranking o laçador deve ser filiado à PRO, com uma anuidade de R$ 350,00.

A primeira etapa do ano se deu durante o Campeonato Paulista, organizado por Fábio Pereira e Flavio Brandão. Foram campeões: categoria 4 – Daniel Lopes (foto); categoria 3 – Carlos Eduardo Almeida. Laçadores da 3 podem correr na 4 a fim de somar mais ganhos. A próxima etapa aconteceria durante o Tie Down Super Stars, dia 21 de março, contudo foi cancelada devido à pandemia do novo coronavírus.

Fique por dentro: @pro_tiedownroping.br.

Por Equipe Cavalus
Crédito da foto: Divulgação/PRO/Western Sports

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Tie-down Roping

André Taneguchi conheceu o laço e se encantou de cara

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André Taneguchi conheceu o laço e se encantou de cara

“Sonho como competidor é que o laço continue se fortalecendo cada vez mais e nunca acabe”

Natural de São Bernardo do Campo/SP, André Taneguchi começou desde sua infância a trajetória junto aos cavalos. “Quando criança ia muito com meu pai para o Mato Grosso pescar”.

Dessa forma, ele convivia muito com peões de fazenda. “Ficava encantado com os cavalos, as tralhas e as modas de viola”.

Até que em 1995, André comprou uma égua comum. “O ‘vírus’ equestre me contaminou”. Aos 38 anos, residindo em Pirassununga/SP, o laçador lembra que sua escolha pelo Laço de Bezerro foi logo em seguida.

Em 1996 André Taneguchi assistiu uma prova no Rodeio de Piracicaba. De tal sorte que se encantou com o laço e não parou mais de laçar.

Atualmente suas parceiras de sela são Festa Ray Jassy e Sonhadora Bee Dee. Dessa maneira, André Taneguchi tem entre os títulos: reservado campeão Campeonato da CRLB 2004, finalista Rodeio de Piracicaba 2004.

E ainda: quinto lugar Amador 2004 Rancho Ryallis (Prova do Fezinha), quinto lugar 2005 CRLB, campeão da Feife 2007, terceiro lugar Exposhow 2007, terceiro lugar  Copa dos Campeões ABQM – Principiante, quarto lugar ARLI 2018. Entre outros.

Para o laçador não existe uma prova melhor que a outra, pois hoje no Brasil tem muita prova boa.

Futuro

O seu sonho é bem simples: “Como competidor é que o laço continue se fortalecendo cada vez mais e nunca acabe”, expõe.

André agradece sua família e os que o apóiam nessa jornada. Não só a esposa Fernanda, como também José Milton, Branco Billy (Rancho Nativa) e seu cavalo Poco Brown RD, o começo de tudo.

Por fim, o laçador finaliza fazendo um resumo do laço, sob seu ponto de vista. “O Laço de Bezerro hoje mudou muito da época que comecei. Já que naquela época tinha muitas provas em rancho, mas não tinha categoria, premiação era baixa, pois era rateio das inscrições. Atualmente é dividida em categoria,a premiação melhorou em dinheiro, fivela para o primeiro lugar e a tropa aprimorou também geneticamente, enfim houve uma evolução visível.”

Por Verônica Formigoni
Foto: Rodolfo Lesse

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Tie-down Roping

Pro Tie Down Roping tem 100% de aceitação entre os bezerreiros

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Pro Tie Down Roping tem 100% de aceitação entre os bezerreiros

A primeira temporada foi um sucesso!

A Pro Tie Down Roping foi criada para valorizar o profissional de Laço Individual. Com a finalidade de realizar algo parecido com o que a Elite Team Roping – ETR faz. Sobretudo, com alguns ajustes de acordo a modalidade. E deu certo!

A quarta e quinta etapas foram realizadas em Leme/SP, junto a etapa da ARLI, no final do ano passado. Contaram, respectivamente com 34 e 37 inscritos, e R$ 13.200 e R$ 12 mil de premiação. Enquanto a sexta e última foi realizada durante a Expo Prudente, com a participação de 40 laçadores.

Balanço da temporada

A primeira temporada encerrou, portanto, com essas seis etapas realizadas. Dessa forma, contabilizando 184 inscrições e R$ 70 mil em prêmios. Conforme informações passou pela Prova Fazenda Primavera, por etapas do Campeonato ARLI, e a Expo Prudente.

“A primeira temporada se encerra com muito aprendizado. Assim sendo, já começamos a pensar na próxima, com mais melhorias e ajustes em prol ao esporte. Agradecemos a todos que abriram as portas de suas provas para o nascimento da PRO”, expõe Lelo.

Um dos um dos idealizadores da Pro Tie Down Roping, ele também faz questão de agradecer a todos os profissionais envolvidos, patrocinadores, colaboradores e fãs do Laço individual.

Campeões

 O campeão da temporada foi Kenny Afonso da Cunha, de Itaberá/SP, com total de R$ 7 mil em ganhos. O segundo lugar ficou com Daniel Lopes, R$ 5 mil; em terceiro do ranking geral ficou com Marcos Eduardo de Oliveira Peres, R$ 4.300,00.

O título de Rookie Pro Tie Down Roping foi para Danilo Marrafon, de Anhumas/SP. A entrega da premiação aconteceu em grande estilo durante a final do Campeonato Nacional e Potro do Futuro ANLI.

Pro Tie Down Roping tem 100% de aceitação entre os bezerreiros

Por Verônica Formigoni
Foto: Rodolfo Schieri Lesse

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Tie-down Roping

Thiago Mazali entrou de cabeça no Laço Individual

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Thiago Mazali entrou de cabeça no Laço Individual

“Meu maior sonho é nunca parar de laçar, mesmo com todas as dificuldades que muitas vezes enfrentamos no meio, e na vida!”

O laçador Thiago Mazali é envolvido no meio equestre desde sua adolescência. Nascido Thiago Augusto Rosada Mazali, 38 anos, é natural de São Paulo/SP, entretanto mora em Pirassununga/SP.

“Comecei no meio equestre por volta dos 15 anos, com cavalos de passeio comuns. Gostava, sobretudo, de estar no meio e cuidar dos animais. Uma vez vi algumas pessoas treinando laço de bezerro e gostei muito daquela modalidade”.

Apesar de ser uma modalidade desconhecida para ele, o interesse foi imediato. “Procurei me informar mais sobre o laço e cada vez ficava mais interessado em aprender”. Dessa forma, através do amigo Jair Fonrozo, seu primeiro incentivador e ‘professor’, começou.

Ante de mais nada, Jair passou a ensiná-lo laçar cavalete. Foi quando comprou seu primeiro cavalo. “Quando estava aprendendo, comprei meu primeiro cavalo Quarto de Milha. Aos 20 anos começava a laçar aquela modalidade pela qual tanto me encantei anos antes”.

Nunca mais parou. Mesmo com uma hérnia de disco e outras dores no corpo, Thiago Mazali se manteve forte. “Nunca fiz curso, sempre treinei com profissionais renomados no laço. Por exemplo, Paulo Saraiva, Marcelo Ferreira, Vivaldo de Brito. Sobretudo, mas recentemente tenho a oportunidade de treinar com Flavio de Oliveira e Hendel de Almeida”.

Desenrolar da história

Estando nesse meio há mais de 18 anos, convivendo com pessoas que gostam não somente do laço de bezerro, mas de modalidades equestres em geral, no ano de 2011 o laçador montou uma loja country.

Dessa forma, além de participar das provas de laço como competidor, sempre monta estande da M e M Moda Country nos eventos.

Nas provas, monta em três cavalos, Farelo, Bioquim Sands e Melodys Woods. Thiago Mazali fala um pouco sobre seus principais títulos. “Minhas principais conquistas no laço de bezerro são: campeão da ARLI (Pirassununga/SP) 2016, campeão do Campeonato Mineiro (CMLB – MG) 2017 e finalista da DivinaExpo (Divinópolis/MG) 2019”.

De acordo com ele, a melhor prova de laço é a Prorelax Calf Roping, no Paraná. Mesmo nunca tendo participado como competidor. “Acho uma competição muito bem organizada, com excelentes oportunidades para os competidores”.

Seu maior sonho é nunca parar de laçar. “Mesmo com todas as dificuldades que muitas vezes enfrentamos no meio, e na vida, quero continuar”!

Em todo esse tempo como laçador, atualmente o competidor vê um grande avanço na quantidade de provas e rodeios da modalidade. Assim como uma atenção maior à organização da forma com acontecem as provas.

Por fim, faz seus agradecimentos. “Agradeço a Deus e a todos aqueles que me apoiam na modalidade, e à M e M Moda Country, que me patrocina nas competições.”

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Por Verônica Formigoni
Foto: Arquivo Pessoal

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Tie-down Roping

Nacional e Potro do Futuro encerram temporada de sucesso da ANLI

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Eventos contabilizaram juntos mais de 250 inscrições e ainda contaram com a participação de 72 finalistas

A Associação Nacional de Laço Individual (ANLI) encerrou a temporada 2019 com o pé direito. Inegavelmente, prova disso foi o sucesso da realização do Campeonato Nacional, Potro do Futuro, Prova Técnica e Cronometrada.

Neste ano, o evento foi realizado de quinta-feira (28) a sábado (30), na pista coberta do Rancho Quarto de Milha, situado na cidade de Presidente Prudente/SP.

De acordo com o o presidente da ANLI, Fábio Parizi, os eventos superaram todas as expectativas. Afinal, contabilizaram, juntos, 256 inscrições, além de contaram com a participação dos 72 finalistas. 

Diretoria da ANLI comemora os bons resultados dos eventos

“Começamos com o Potro do Futuro e a Prova Técnica, tudo dentro da expectativa, com altas altíssimas e uma disputa acirrada. Juiz da ABQM julgando. Tivemos animal tendo nota alta de 228,5, uma coisa muito legal”. 

No quesito premiação, Parizi frisa que os laçadores puderam contar com mais de R$ 220 mil distribuídos entre os eventos. “Por certo, esse ano tivemos mais adesão dos laçadores, foi um ano positivo pela regulamentação de leis. Daí o pessoal acreditou mais no nosso campeonato”.

Novo modelo de disputa

Do mesmo modo que vem ocorrendo já a dois anos, o Parizi explica que a Grande Final do Campeonato Nacional foi novamente realizada no novo modelo, que é parecido com as provas promovidas nos Estados Unidos.

“A principio, iniciamos a dois anos esse modelo de final, com os 15 melhores de cada categoria, são quatro categorias no total com os 15 laçadores que mais ganharam dinheiro nas provas credenciadas”.

Eventos registraram mais de 250 inscrições, segundo Parizi

Ainda de acordo com o presidente, a prova foi muito linda e disputada. “Foram 72 finalistas, disputando R$ 130 mil. Então, uma bezerrada de primeiro, de cruzamento industrial, muito bem domado, não teve nenhum bezerro machucado. Foi um sucesso!”, garante.

Novidade na edição deste ano

Contudo, entre as novidades do evento, o presidente da ANLI menciona a prova aberta para todos os laçadores que foi realizada no último dia dos eventos, no sábado. Além disso, as disputas valeram para o ranking 2020.

“Então, encerramos no sábado, com muito sucesso, sem bezerro machucado, sem acidentes, evoluímos bastante com relação ao ano passado. Tenho certeza que o ano que vem vamos evoluir mais”.

Disputas tiveram um alto nível técnico

Nesse sentido, Parizi adiante que para o ano de 2020 mais de 20 provas já estão agendadas, sendo que algumas delas com premiações altas. “Então, o Laço Individual encerrou o ano de uma forma muito positiva e acima das expectativas”, frisa.

Da mesma forma, outro ponto alto do evento foi a doação realizada para Hospital do Câncer de Presidente Prudente. Fábio explica que, inicialmente, eles doaram o valor de uma cobertura de um garanhão recém chegado dos Estados Unidos.

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Entretanto, para a surpresa de todos, outros laçadores se comoveram com a iniciativa e se juntaram para ajudar ainda mais o hospital. “Certamente, foi uma surpresa para nós as pessoas começarem a doar. Assim, arrecademos mais de R$ 12 mil ao hospital do câncer. Foi uma iniciativa muito bonita por parte dos competidores”, finaliza.

Campeões Nacionais

Em conclusão, na primeira categoria da Grande Final do Campeonato Nacional da ANLI, Rafael Fernandes Veiga se sagrou campeão. Em seguida, na categoria #2 o primeiro lugar ficou com Francisco Feitosa. 

Rafael Fernandes Veiga foi campeão da Categoria #1

Na sequência, na categoria #3 o grande campeão nacional foi Yuri Baldim. Por fim, na categoria #4, Kenny Afonso da Cunha foi o grande campeão nacional.

Confira os demais campeões do evento:

LAÇO TÉCNICO

Potro Aberta Livre
1º Francisco Carlos Turra Junior e Tilly Glory MVO – 443.500

Potro Aberta Livre Castrado
1º Francisco Carlos Turra Junior e Tilly Glory MVO – 443.500

Potro Amador
1º Gustavo Silva Alvarenga e Kdabra Truluck GSA – 217.000

Potro Amador Castrado
1º Gustavo Silva Alvarenga e Kdabra Truluck GSA – 217.000

Aberta Júnior
1º Kenny Afonso da Cunha e Ralf Dun It – 225. 500

Aberta Júnior Castrado
1º Kenny Afonso da Cunha e Ralf Dun It – 225. 500

Aberta Sênior
1º Kenny Afonso da Cunha e Kokinho Whiz HTT – 228.500

Aberta Sênior Castrado
1º Kenny Afonso da Cunha e Kokinho Whiz HTT – 228.500

Amador
1º Marcos Alexandre de Oliveira Peres e Doc Green Gamay MDP – 222.000

Amador Castrado
1º Marcos Alexandre de Oliveira Peres e Doc Green Gamay MDP – 222.000

Amador Principiante
1º Marcello Costa de Paula Matheus e Spooky Play Cat DPBF – 217.000

Por Natália de Oliveira
Fonte: SGP Sistema
Crédito das fotos: Rodolfo Lessa

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