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Estudo trata sobre a predisposição da raça Crioula ao ganho de peso

Pesquisa está buscando avaliar a predisposição à obesidade e a Síndrome Metabólica Equina em animais da raça Crioula

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Um estudo realizado está buscando avaliar a predisposição à obesidade e a Síndrome Metabólica Equina em animais da raça Crioula. Antes de mais nada vale frisar que o trabalho é desenvolvido pelo Laboratório de Pesquisa em Saúde Digestiva e Desempenho de Equinos (LabEqui), da Faculdade de Medicina Veterinária e Zootecnia (FMVZ-USP), de Pirassununga/SP.

Dessa forma, o projeto que está sob responsabilidade da mestranda em Nutrição e Produção Animal Raquel Pereira Buroxid. Contudo, sob orientação do Prof. Dr. Alexandre Augusto de Oliveira Gobesso A mestranda é formada em Zootecnia pela Universidade Federal de Pelotas (UFPEL) e parceira de longa data em pesquisas relacionadas a raça Crioula.

Sendo assim, os trabalhos estão sendo desenvolvidos em três etapas. A primeira consiste em um formulário de perguntas direcionado aos proprietários e criadores da raça. Os interessados em participar devem clicar aqui e, portanto, preencher o formulário.

Sobre o estudo

De acordo com Raquel, a pesquisa tem como finalidade comprovar a existência de um fator genético que interfere no desenvolvimento dos animais da raça. A principal explicação para a ocorrência seria o processo evolutivo do animal. Este que, juntamente a domesticação com dietas altamente energéticas, resultaram em uma maior predisposição ao sobrepeso.

Ainda conforme Raquel, há relatos tanto por parte de profissionais da área, quanto de estudos relacionados à Síndrome Metabólica Equina que comprovam esta predisposição ao ganho de peso em raças de mesma origem genética. “É possível notar que em alguns grupos de equinos submetidos as mesmas condições nutricionais, alguns se destacam em relação ao escore de condição corporal e peso” exemplifica a mestranda.

Portanto, a pesquisa também busca desenvolver, a partir da comprovação de seus estudos, um modelo alimentar ideal para a raça. De modo, aliás, a auxiliar proprietários e criadores com o manejo de seus animais. Bem como evitar que os exemplares venham a ter uma longevidade atlética curta.

“O sobrepeso, principalmente a obesidade, faz com que o equino deixe de expressar todo o seu potencial genético. Ao treinar um cavalo que está com sobrepeso ou obesidade, ele pode não expressar o seu melhor, além de poder gerar lesões por isso” afirma a mestranda que também ressalta que em caso de potros em desenvolvimento, tal fator pode ocasionar uma deficiência no crescimento, ou seja, o animal pode não atingir a altura mínima estimada pela raça.

Das etapas da pesquisa

Sendo a primeira etapa do estudo, o formulário auxiliará na pesquisa trazendo um panorama de como é feito, de modo geral, o manejo desses animais. “Através das respostas dos proprietários e criadores, saberemos qual é o biotipo corporal que o criador preconiza, quais alimentos e quantidades são ofertados”, explica Raquel.

E, por fim, complementa com os próximos passos da pesquisa:  “Depois desse formulário, queremos fazer um experimento para avaliar o microbioma desses animais, quais microrganismos específicos estão ligados a predisposição ao ganho de peso e na terceira etapa iremos avaliar se há marcadores moleculares para rastrear indicadores de Síndrome Metabólica Equina que mostrem que existe uma hereditariedade”, finaliza.

Fonte: ABCCC
Crédito das fotos:
 Divulgação/ABCCC

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Freio do Proprietário apresenta os campeões do ciclo de 2020

Modalidade da ABCCC teve 139 inscritos em cinco categorias em disputa no Parque Assis Brasil, em Esteio/RS

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O Freio do Proprietário apresentou os seus campeões do ciclo de 2020. Afinal, de 26 a 29 de novembro, o Parque de Exposições Assis Brasil, em Esteio/RS, serviu de base para a construção de novos legados na história da modalidade e da raça Crioula.

Sem dúvida, foi uma grande festa proporcionada pela modalidade que completa uma década na Associação Brasileira de Criadores de Cavalos Crioulos (ABCCC). Antes de mais nada vale frisar que o Freio do Proprietário é a porteira que se abre para que os criadores saiam das arquibancadas e conquistem a pista. 

“A gente está fazendo um esforço gigantesco com a Associação e estamos aqui numa final comemorativa. Foi uma final histórica com 163 inscritos, um número recorde de participantes, graças a esse esforço mútuo. Eu tenho certeza que daqui vai sair um legado pra comunidade”, celebrou o coordenador da Subcomissão do Freio do Proprietário, Fernando Gonzales.

Ao todo, foram apresentados 139 conjuntos em pista. Enquanto os competidores das categorias “B” foram premiados no sábado (28), o domingo (29) foi dedicado aos proprietários das categorias Amador A (julgada por André Luiz Narciso Rosa, Diogo Pinto Ferreira e Ivens Ortigari Júnior) e Master A (Daniel Rossato Costa, Mário Moglia Suñe e Pedro Boemo Ferreira).

Amador e Master A

Depois de ter ficado em terceiro lugar na Força A da Paleteada 2020 (montando Pluma da Guajuvira, ao lado de Pedro Martins da Silva Móglia com Percanta de Santa Thereza), Ramiro de Moura voltou a vencer a categoria Amador A do Freio do Proprietário. Sobretudo, o resultado foi conquistado com Uno Solo do Kavaju Porã, cuja média final foi de 12,298.

O título do Freio do Proprietário repetiu, surpreendentemente, o conquistado em 2019, na mesma categoria, com Estribero do Encantto. Aliás, foi justamente com esse gatedo que Ramiro ocupou também o segundo lugar no pódio, agora em 2020, com 12,209 de média. “Inegavelmente, senti uma evolução, mas eu tenho principalmente que agradecer meus dois cavalos e ao meu pai e ao Fernando Gonzales”, afirmou com gratidão.

Depois foi a ver do coordenador da Subcomissão do Freio do Proprietário, Fernando Gonzales, mais uma vez subir no pódio. Na verdade foi a sétima vez que o ginete garantiu o título, desta vez com Cadejo da Pavei, com 11,552 de média final na Master A. Anteriormente, em 2019, Gonzales havia conquistado o hexa com Data Venia Folclore.

Em segundo lugar, ficou o ex-presidente da ABCCC (gestão 2018-2020), Francisco Kessler Fleck, com Huaso Gravatá. O conjunto atingiu 11,290 de média final. “Certamente, o grande campeão é o cavalo, os grandes campeões são as pessoas. A competição é uma maneira de testar a seriedade das pessoas. As que têm boa índole, que têm bom caráter, sempre aproveitam a competição. Enfim, nosso objetivo aqui é, decerto, confraternizar”, afirmou Fernando Gonzales.

Ramiro de Moura montando Uno Solo do Kavaju Porã – Foto: Divulgação/Felipe Ulbrich

Amador B

Na sequência, foram premiados os vencedores da categoria Amador B. Sendo assim, o pódio foi formado com Caio Canez Schmitt, montando Piraí 1650 do Candidato e seus 11.856 pontos de média final. Afinal, o ginete foi unânime: iniciou no topo do ranking e se manteve até a hora de segurar a mais alta premiação de sua categoria.

“Faz seis anos que eu corro e tinha conseguido ser Freio de Prata com esse cavalo em 2018. E agora estou conseguindo ser Freio de Ouro, graças a Deus. Foi questão de ver as provas, aprender com os erros e melhorar a cada prova”, comemorou o ginete.

Master B

Já na categoria Master B uma curiosidade: o primeiro e o segundo colocados na edição do Freio do Proprietário 2019 se repetem, mas de forma invertida. No ciclo passado, o ginete Leandro de Castro ocupou o segundo lugar e levou para casa a Prata.

Neste ano, montando Guia da Sorte D Los Brittes, o proprietário e ginete retornou à disputa para buscar a primeira colocação. Iniciando as provas na segunda posição, Leandro assumiu a liderança na etapa de Mangueira II e permaneceu na mesma colocação até o final, atingindo assim seu objetivo e ainda levando mais um troféu alpaca.

Feminino

Por fim, na categoria Feminina a emoção tomou conta até o último minuto. Alternando posições até a etapa de Bayard-Sarmento, consagrou-se com o bi-campeonato a proprietária Fernanda Maggi, montando PO Dama Negra.

Antes de tudo, o conjunto iniciou a disputa na quarta colocação e foi galgando posições até alcançar 11,301 pontos de média, garantindo à ginete o primeiro lugar no ranking em dois anos consecutivos, que somaram aos seus cinco Freios em toda a carreira. “É uma questão de superação. Missão cumprida e bem cumprida”, brincou a psicóloga.

Confira o resultado

AMADOR A

1º lugar: Ramiro de Moura montando Uno Solo do Kavaju Porã –  12,298
2º lugar: Ramiro de Moura montando Estribero do Encantto –  12,209
3º lugar: André Favero montando Data Venia Faceira –  11,361
4º lugar: Guilherme de Araújo montando Harmonia Xerife – 11,343

MASTER A

1º lugar: Fernando Gonzales montando Cadejo da Pavei – 11,552
2º lugar: Francisco Fleck montando Huaso Gravatá –  11,290
3º lugar: Marçal D. Velho montando Nuvem do Tamboré – 10,562 
4º lugar: Hendrik Platte montando Vendaval da Lua Branca – 10,520

AMADOR B

1º lugar: Caio Canez Schmitt montando Piraí 1650 do Candidato – 11,856
2º lugar: Flavio Bento Jr. montando Ilhapa do Ouro Branco – 11,590
3º lugar: Rivaldo Machado montando Doutrina 787 Maufer – 11,103
4º lugar: Osmar Neto montando RE Idalgo -10,249

MASTER B

1º lugar: Leandro de Castro montando Guia da Sorte D Los Brittes – 10,638
2º lugar: Sandro Facco montando Nippon do Pontal – 9,589
3º lugar: José Carvalho montando Dom Alberto Kadet – 9,025
4º lugar: Leandro Castro montando El Niño da Cola Crioula – 8,486

FEMININO

1º lugar: Fernanda Maggi montando PO Dama Negra – 11,301
2º lugar:Allana Bento montando Meia Volta Fogo de Chão – 11,200
3º lugar: Luiza Elias montando Noche Oscura da Bela Aliança – 8,800
4º lugar: Julia de Oliveira montando Bastardo Cala Bassa – 7,844

Fonte: ABCCC
Legenda da foto em destaque: Fernando Gonzalez
Crédito das fotos:
Divulgação/ABCCC/Fagner Almeida

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Superação marca final do Inclusão de Ouro

Nove competidores entraram em pista no sábado para a decisão da modalidade para pessoas com necessidades especiais

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Sem dúvida, não há barreiras que não possam ser rompidas se houver cavalo Crioulo. Afinal, ano a ano, essa afirmação ganha ainda mais envergadura diante das dificuldades. Como é o caso, por exemplo, da atual pandemia. Do mesmo modo, na modalidade Inclusão de Ouro não é diferente.

Na verdade, aliás, o espírito de luta é uma tônica. Sobretudo, essa coragem mais uma vez entrou na pista dos campeões de Esteio/RS, na noite de sábado (28), com a presença de nove conjuntos habilitados à segunda final oficial do Inclusão de Ouro da Associação Brasileira de Criadores de Cavalos Crioulos (ABCCC).

Antes de mais nada vale lembrar que o ciclo foi capaz de promover classificatórias nas cidades de Arroio Grande/RS, Esteio e Rio de Janeiro/RJ, das quais saíram os conjuntos que disputaram a final. Além disso, a dupla de jurados foi formada por José Francisco de Moura e Mário Moglia Suñe.

Campeões da final do Inclusão de Ouro

Na Força A, Ítano Kelvin Pereira Figueiredo com El Barquero 33 Chubut foi bicampeão do Inclusão de Ouro com 44,300. Após a premiação, o campeão disse acreditar que a modalidade nunca parará de crescer.

“Pra nós é uma alegria muito grande a proporção que está tomando. Mesmo com toda essa pandemia este ano, a gente conseguir fazer a nossa final e ter nove participantes. Já é um grande prêmio pra nós”, destacou.

Na Força B, o primeiro lugar ficou novamente com a coordenadora da Subcomissão do Inclusão de Ouro e agora bicampeã, Josilene da Silva Martins, montando Caduco Cala Bassa. “Estar no palco maior da raça, poder terminar o ciclo e saber que a nossa modalidade tem aceitação, tem essa vibração do público e essa torcida, é o que vale a pena. É o que faz a gente trabalhar pra estar aqui e evoluir a cada ano”, avaliou.

Vale frisar que a primeira fase da Força A é composta por uma etapa de andadura e, na segunda fase, por uma de escaramuça livre de 40 segundos. Já a terceira fase é uma figura. Em relação aos competidores da Força B, estão isentos de penalizações e realizam uma andadura e uma escaramuça livre.

Dentro da pista é permitida a presença de treinadores ou guias, além de ser obrigatória a presença de quatro pessoas montadas nas extremidades demarcatórias da pista e quatro a pé, intercaladas, para que ajam se houver alguma emergência.

Hugo Pereira Antonino

Confira todo os resultados

FORÇA A

1º lugar: Ítano Kelvin Pereira Figueiredo montando El Barquero 33 Chubut – 44,300
2º lugar: Fábio Santos dos Santos montando Huarê do Parque – 36,400
3º lugar: Gabriel Paiva dos Santos Alfaro montando Petala do Liscano – 33,600
4º lugar: Dionatan Braz Martins montando Palermo da São Clemente – 31,700

FORÇA B

1º lugar: Josilene da Silva Martins montando Caduco Cala Bassa – 23,000
2º lugar: Hugo Pereira Antonino montando Conquista do Camboatá – 21,850
3º lugar: Luciano Silva Freitas montando El Gladiador 43 do Cerro Velho – 21,800
4º lugar: Marcio de Azevedo Velho montando Atlas do Pampa Livre – 20,200

Menção Honrosa
José Henrique Machado de Lima montando Capão Extremidade – 20,175

Fonte: ABCCC
Legenda da foto em destaque: Ítano Figueiredo
Crédito das fotos:
Divulgação/ABCCC/Fagner Almeida

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Futuro da raça: Freio Jovem apresenta seus campeões de 2020

Modalidade da ABCCC definiu os vencedores em oito categorias no palco do Freio de Ouro

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Ao todo, 83 conjuntos participaram da final do Freio Jovem e, assim, mostraram em pista o futuro da raça Crioula. O evento – organizado pela Associação Brasileira de Criadores de Cavalos Crioulos (ABCCC) – aconteceu nos dias 24 e 25 de novembro, em Esteio/RS.

Como resultado, subiram ao pódio os pequenos ginetes, com idades entre 6 e 7 anos, que não venceram sozinhos. Afinal, todos saíram campeões. Sobretudo porque o futuro da raça Crioula nasce a cada montaria, ainda mais no Parque de Exposições Assis Brasil, palco do Freio de Ouro.

Sendo assim, histórias não faltaram. Uma delas é que o Freio Jovem foi porta de entrada para que pequenos ginetes pudessem retornar às pistas. Como é caso, por exemplo, da história do Freio de Alpaca na categoria Infantil A, Giovane Pauletto da Silveira.

Além disso, a edição 2020 da final também reuniu pequenas cavaleiras que almejam o Freio de Ouro. Como a Freio de Ouro na categoria Infantil A, Maria Antonia Rocha. “Eu quero continuar montando para provas de marcha, enduro e freio, e eu quero ser veterinária”, almejou.

Futuro da raça

Contudo, a maior lição do Freio Jovem está traduzida na pista de prova: o futuro da raça nasce no presente. Nesse sentido, o treinador Heber Vega Pereira de Ávila, que levou 13 conjuntos à final, relatou o dia a dia com os pequenos ginetes que crescem a cada dia.

“Quando eles gostam e têm jeito pra coisa, em pouquinhos dias a gente já vê evolução. De semana a semana, daqui a pouco estão treinando igual a gente. Levamos pra pista e eles vão pegando detalhes mínimos e vão se aperfeiçoando. Esses são os futuros ginetes. E na pista aqui também: a gente vê a diferença de quem vai andar, pela tranquilidade, se é sereno, concentrado, e o tocador, que entra na pista e muda”, destacou.

Por fim, confira abaixo o resultado das oito categorias disputas no Freio Jovem 2020.

Infantil A Feminino

1º lugar: Maria Antonia Rocha montando SJ Arrinconada. Média final: 9,754
2º lugar: Catiele Botelho montando Escapada de Santa Angélica. Média final: 8,741
3º lugar: Victoria Rissi montando Huracán da Josefina. Média final: 7,991
4º lugar: Catiele Botelho montando Ouro Preto del Pardillo. Média final: 7,636

Infantil A Masculino

1º lugar: João Pedro Santos montando Cabanha Canaã. Média final: 10,954
2º lugar: Raí Ruiz Pigrucci montando Intendente da Reservada. Média final: 8,954
3º lugar: João Vithor Passos montando CP Novicia. Média final: 7,486
4º lugar: Giovane Silveira montando Macanudo da Terra Costa. Média final: 5,558

Infantil B Feminino

1º lugar: Racheli da Silva montando Herança do Caapi. Média final: 9,759
2º lugar: Ana Betina Annas montando JRV Maneia de Trava. Média final: 8,686
3º lugar: Racheli da Silva montando Faceira da Cola Crioula. Média final: 8,683
4º lugar: Marcelly da Cunha montando Quinchador da Badana. Média final: 8,078

Infantil B Masculino

1º lugar: Francisco Moglia montando Capanegra Ventho. Média final: 12,681
2º lugar: Gabriel Macedo montando Improviso II da Tradição. Média final: 11,965
3º lugar: Caetano Gonçalves montando LJG Alquimista. Média final: 11,306
4º lugar: Venancio Costa montando Abaeté do Monbáy-Porã. Média final: 10,529

Juvenil Feminino

1º lugar: Sinthia Schuster montando Capanegra Questionado. Média final: 12,481
2º lugar: Laura Vencato montando Las Callanas Morita-TE. Média final: 11,022
3º lugar: Valeria Teixeira montando Bem Criada das Três Argolas. Média final: 10,710
4º lugar: Julia Avila montando Armada do Areal. Média final: 10,418

Juvenil Masculino

1º lugar: João Victor Casagrande montando Odilo Namorada. Média final: 10,661
2º lugar: João Manoel Beckel montando Embiara do Purunã. Média final: 10,595
3º lugar: Iago Costa montando Data Venia Carpeta. Média final: 10,501
4º lugar: João Victor Casagrande montando JRV Inédita da Alvorada. Média final: 10,472

Júnior Feminino

1º lugar: Luiza Lopes montando El Condor Pataquera. Média final: 9,799
2º lugar: Valentina Jardim montando Katanca do Mano a Mano. Média final: 9,022
3º lugar: Julia de Oliveira montando Un Regalo do Infinito. Média final: 8,822
4º lugar: Tysuy Mendes montando RE Guzman. Média final: 6,929

Júnior Masculino

1º lugar: Artur Capeletti montando SJ a la Gandaia. Média final: 9,516
2º lugar: Felipe Tomiozzo montando Ufano do Infinito. Média final: 9,261
3º lugar: Felipe Tomiozzo montando Zaragoza do Infinito. Média final: 9,175
4º lugar: Artur Capeletti montando PM Barulho do Campo. Média final: 8,840

Fonte: ABCCC
Legenda da foto em destaque: Infantil Feminino A
Crédito das fotos:
 Divulgação/ABCCC/Felipe Ulbrich

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