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39ª Nacional Mangalarga elege os Grandes Campeões de 2017

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Disputas concorridas e alto nível da tropa marcaram o último dia da mais importante mostra do Cavalo de Sela Brasileiro

Após dez dias de concorridos julgamentos, a 39ª Exposição Nacional do Cavalo Mangalarga viveu seu principal momento na tarde de sábado, 23 de setembro, ocasião em que foram eleitos os Grandes Campeões Nacionais de 2017, que emocionaram o público presente ao Parque de Exposições José Ruy de Lima Azevedo, em São João da Boa Vista/SP. Em avaliação de toda a diretoria da Associação Brasileira de Criadores de Cavalos da Raça Mangalarga – ABCCRM, o evento comprovou o elevado nível alcançado pelo plantel da raça Mangalarga.

Com qualidade e nível técnico elevados, os jurados estavam satisfeitos com os trabalhos e por terem conseguido eleger como campeões exemplares que são o modelo ideal do cavalo de sela, em conformação e andamento. Segundo divulgação da Associação, 420 animais foram expostos por 120 conceituados criatórios dos mais diversos pontos do país.

Franco do Morro Agudo. Foto: Norberto Cândido

Foram dez dias de julgamentos na pista central do Parque. No Campeonato Geral, o título de Grande Campeão Cavalo, um dos mais cobiçados do evento, foi conquistado pelo alazão Franco do Morro Agudo, exposto por Luiz Aparecido de Andrade e proveniente da seleção da Fazenda Morro Agudo. Entre as fêmeas, a alazã Graziela do Corumbau, exposta por Almiro Esteves Junior e selecionada pela Corumbau Participações, foi o principal destaque, superando 118 concorrentes e sagrando-se a Grande Campeã Égua.

Em uma disputa marcada pela qualidade de andamento dos concorrentes e muito aplaudida pelo público após o seu encerramento, o alazão Balé ACF, exposto por Roberto Diniz Junqueira Filho e originário da criação de Antônio Carlos Ferreira, sagrou-se Grande Campeão Cavalo de Marcha. No julgamento de marcha envolvendo as fêmeas, Graziela do Corumbau deu mais uma mostra de sua qualidade, conseguindo uma rara façanha. Afinal, a alazã, que já havia conquistado o título de Grande Campeã Égua, também sagrou-se Grande Campeã Égua de Marcha da Nacional 2017.

Graziela do Corumbau. Foto: Norberto Cândido

O público que acompanhou a mais importante mostra mangalarguista pôde ainda conferir a qualidade da nova geração da raça, cujas apresentações na pista de julgamento trouxeram a certeza de um futuro promissor para o cavalo Mangalarga. A disputa consagrou os animais Barreto do Espinhaço (Grande Campeão Potro), exposto pela Corumbau Participações e proveniente da seleção de Emiliano Novais, Ipanema do Morro Agudo (Grande Campeã Potranca), exposta pelo Haras Precioso e originária da criação da Fazenda Morro Agudo.

Em parceria com a Sociedade Sanjoanense de Esportes Hípicos – SSEH, a ABCCRM preparou ainda uma agenda variada, da qual fizeram além dos julgamentos de marcha e morfologia, as provas funcionais, leilões e shows regionais. Outras informações e resultados completos: www.cavalomangalarga.com.br.

Fonte: Pedro Rebouças

Mangalarga

Live tira dúvidas para quem sonha em comprar um Mangalarga Pampa

Bate-papo será comandado pela criadora Marisa Iorio, titular do Haras Lagoinha, referência nacional na criação do Mangalarga Pampa e que irá apresentar os animais à venda para livre negociação

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Quem sonha em comprar um cavalo Mangalarga Pampa não pode perder essa oportunidade. Afinal, o Haras Lagoinha, de Jacareí/SP, referência nacional na criação da raça nesta pelagem, promove neste sábado (03), a partir das 15h, uma live especial.

Comandada pela titular do criatório, Marisa Iorio, a transmissão irá abordar o tema para quem sonha em ter um cavalo Mangalarga Pampa. Trata-se, afinal, de uma live de apresentação de animais à venda com livre negociação. Nas palavras da criadora, “é viver o sonho pampa do Haras Lagoinha”.

Dessa forma, será um papo descontraído, sobre a pelagem pampa, mostrando quais cavalos do criatório que estão à venda. Além disso, Marisa Iorio ainda irá responder as perguntas dos participantes sobre o cavalo pampa que é, de fato, diferenciado.

Para acompanhar a live, basta acessar o canal no Youtube do Haras Lagoinha neste sábado (03), a partir das 15h. “Realize o seu sonho do cavalo pampa apostando na genética do Haras Lagoinha. É a sua chance inédita de escolher e comprar diretamente, um PURO Mangalarga Pampa, com a qualidade da marca PEC”, finaliza Marisa Iorio.

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Sobre o Haras Lagoinha

Na década de 90, quando a pelagem pampa estava praticamente à deriva dentro da raça Mangalarga, a criadora Marisa Iorio viu um nicho de mercado que precisava ser preenchido. Assim, resolveu iniciar um trabalho de resgate da pelagem pampa.

Na época, ela tinha apenas um exemplar pampa de tordilho em seu plantel, uma égua de 28 anos chamada de Lili JL. Dessa forma, Marisa resolveu arrendar Charles J.O. e, com um pensamento muito positivo, tirar desse cruzamento um garanhão de pelagem exótica.

Dessa forma, em 11 de janeiro de 1997 nasceu Monteblanco do PEC. “Com a linhagem de cavalo J.O., Monteblanco foi esse cavalo que nós chamamos de pilar da raça da pelagem pampa. Ele realmente mudou todo o caminhar da pelagem pampa”, frisa a criadora.

De lá pra cá, inúmeras foram as conquistas do criatório. A mais recente, por exemplo, foi o 18º título de Melhor Criador e Expositor Pelagem Pampa da Nacional do Cavalo Mangalarga. Resultado, sobretudo, de anos de trabalho e dedicação.

Por fim, para informações sobre o Haras Lagoinha entre em contato pelos telefones (12) 3956-1403 e (12) 3956-6934 ou pelo WhatsApp (12) 9.9721-0527, falar com a Marisa Iorio.

Sitewww.haraslagoinha.com.br | 

Por Equipe Cavalus
Crédito da foto: Divulgação/Haras Lagoinha

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Criatório de Mangalarga investe em análise genômica para aprimorar o plantel

Além de auxiliar na busca pela excelência genética da raça, a tecnologia proporciona mais segurança e capacidade de prever determinadas situações

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A fim de aprimorar o seu plantel de equinos da raça Mangalarga, o Haras Tarlim, localizado em Jaguariúna/SP, passou a investir em análise genômica. Trata-se de uma importante ferramenta para o criador, já que permite apresentar o índice de endogamia genômica de cada animal do plantel.

De acordo Fernando Garcia, doutor em reprodução animal e responsável pelo trabalho de análise realizado no Haras Tarlim, o conhecimento da endogamia dos indivíduos auxilia bastante no direcionamento dado à criação. “Quando você tem um animal muito bom, ele vai manifestar toda a sua prepotência quando você o usa mais vezes no pedigree. Então, o animal mais endogâmico é aquele que tem no seu pedigree quatro ou cinco gerações de um mesmo animal”.

Antes de surgir a tecnologia genômica, isso só era possível estimar de uma forma teórica. “Sabendo que a gente ganha um pouco da mãe, um pouco do pai, e se você for andando para trás no pedigree, vai reconstruir esse pedigree. Hoje, entretanto, existem técnicas que analisam até 40 mil pontos do DNA. Com esses pontos a gente faz uma análise muito fina de mapeamento e assim é possível ver quais as regiões que estão realmente endogâmicas”, esclarece Garcia.

Acasalamentos com a melhor endogamia

O médico veterinário explica ainda que endogamia é a existência de uma cópia idêntica em um pedacinho do cromossomo. Este que veio tanto do pai como da mãe. “Elas são idênticas justamente por que lá atrás elas tinham antecedentes com essa característica. O monitoramento preciso permite que seja feita uma seleção. Seguida por acasalamentos que visem ter o melhor da endogamia e evitem o pior da endogamia, que são os defeitos genéticos”.

Por fim, vale cita que o índice de endogamia genômica de cada indivíduo pode variar. Desde muito pouco, como 1%, até alta endogamia, de 20% ou mais. “Com essa informação, os criadores podem fazer melhores acasalamentos, esse é o nosso grande objetivo nesse trabalho”, finaliza o doutor em reprodução animal.

Pioneirismo

O Haras Tarlim sempre busca investir nos mais recentes avanços da biotecnologia e nas mais modernas técnicas de reprodução animal. Em 2018, por exemplo, o leilão anual promovido pelo haras fez história na equinocultura nacional ao ser o primeiro evento do gênero a realizar a comercialização de um clone equino.

Já em 2021, o criatório voltou a inovar, disponibilizando a análise genômica de seu plantel para os criadores que participaram do Tarlim Weekend. “Numa iniciativa inédita, os animais que participaram do leilão foram todos submetidos aos estudos genômicos. O objetivo era dar segurança ao investidor e, acima de tudo, proporcionar capacidade de predição, de se antecipar e identificar nos indivíduos as características que ele gostaria de fixar no plantel. Dessa maneira, os criadores tiveram à sua disposição as informações todas abertas, com amplo apoio da tecnologia e com muito respaldo da genômica, que, aliás, tem lastreado o nosso trabalho”, explica Fernando Tardioli, titular do Haras Tarlim.

A engenharia genética permitiu, por exemplo, trazer ao Leilão de Embriões ventres acasalados a partir do algoritmo que simula a endogamia genômica de cada um dos produtos que vai nascer, ao mesmo tempo em que apontou essa característica em todos os indivíduos que foram comercializados no 6º Leilão Tarlim.

Já para o Leilão de Potros, uma geração inteira foi submetida à análise genômica, somada a uma criteriosa avaliação intra rebanho, o que possibilitou a comparação precisa de todos os indivíduos e garantiu ao investidor a possibilidade de visualizar características de destaque de cada potro, podendo assim identificar aquelas que deseja somar e fixar em sua tropa.

Por Equipe Cavalus
Fonte: Pedro C. Rebouças/PR Assessoria de Comunicação 
Crédito da foto: Divulgação/Beto Falcão

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Mangalarga

1ª edição do Tarlim Weekend movimenta mais de R$ 8 milhões

Programação do evento contou com cinco leilões com foco na excelência genética do cavalo Mangalarga e do gado Nelore

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Um fim de semana de bons negócios. Assim foi a 1ª edição do Tarlim Weekend, realizado do dia 26 a 28 de fevereiro, promovido pelo Haras Tarlim. Com foco na excelência genética do cavalo Mangalarga e do gado Nelore, o evento deu uma clara demonstração do vigor da pecuária seletiva brasileira, mesmo em um ano repleto de desafios.

Afinal, os cinco leilões que integraram a agenda da 1ª edição do Tarlim Weekend apresentaram um elevado índice de liquidez e expressiva valorização. Movimentando, portanto, uma receita total de R$ 8.260.840,00.

Sem dúvidas, o ponto alto da programação foi o 6º Leilão Tarlim Mangalarga, que mostrou, mais uma vez, porque é considerado um dos grandes eventos da pecuária seletiva nacional. Haja vista que colocou em evidência o alto investimento realizado pelo Haras Tarlim nas mais modernas técnicas de reprodução animal. Bem como em biotecnologia e genômica.

Dessa forma, o remate – que aconteceu na noite do sábado (27) – alcançou uma valorização média de R$ 207.155,94 e faturamento de R$ 3.646.440,00.

Outros leilões da 1ª edição do Tarlim Weekend

A raça Mangalarga esteve em destaque ainda em outros dois remates ao longo do fim de semana. Em primeiro lugar, o Leilão Embriões Tarlim abriu com grande êxito a programação na noite da sexta-feira (26), alcançando uma cotação média de R$ 82.188,89 por embrião e gerando uma receita de R$ 1.479.400,00.

Já o Leilão de Potros Tarlim, que teve um direcionamento comercial, aconteceu no início da tarde do domingo (28), registrando uma média de R$ 20.480,00 e movimentando um montante de R$ 266.240,00.

Para Fernando Tardioli, titular do Haras Tarlim, o sucesso desses três remates foi uma demonstração de força da raça Mangalarga. “Nós mostramos uma vez mais do que somos capazes de construir quando estamos juntos. Afinal, a cada ano a gente tem o privilégio de contar com uma maior participação dos apaixonados pela raça, que acompanham, que vibram, que acreditam na raça e no potencial de retorno que o cavalo proporciona para as nossas atividades. Eu, aliás, não tenho a menor dúvida de que hoje o Mangalarga é a moeda forte da pecuária seletiva nacional”.

Bovinos Tarlim

Responsáveis por um faturamento de R$ 2.868.760,00, os bovinos estiveram em destaque em dois momentos, ambos no domingo (28). Na parte da manhã, aconteceu o Leilão Nelore P.O. Tarlim, no qual foram ofertados bezerros, bezerras, matrizes, doadoras, embriões e prenhezes.

Sobretudo, lotes provenientes do audacioso projeto de melhoramento genético da raça Nelore desenvolvido pela Fazenda Tarlim, em Campo Grande/MS. E, no fim da tarde, foi a vez do Leilão Produção Tarlim, que encerrou a programação do fim de semana com a oferta de lotes para cria, recria e engorda.

“O sentimento é de missão cumprida. A gente só pode agradecer depois dessa exitosa maratona de cinco leilões em 36 horas. Isso tudo deixa a gente muito satisfeito, pois é gratificante conseguir compartilhar essa genética e, acima de tudo, democratizar o acesso a essa seleção”, avalia o criador Fernando Tardioli, já deixando o convite para a segunda edição do Tarlim Weekend, marcada para acontecer de 11 a 13 de março de 2022.

Por Equipe Cavalus
Fonte: Pedro Rebouças
Legenda da foto: 6º Leilão Tarlim ofertou o direito reprodutivo de matrizes do Haras Tarlim
Crédito da foto: Divulgação/João Gabriel

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