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Expedição Velho Chico percorrerá 4 mil quilômetros a cavalo

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Cavalgada pretende ressaltar a importância do segmento equestre para o agronegócio e colocar em evidência as qualidades do cavalo Mangalarga

Foi dada à largada para a Expedição Velho Chico, no dia 04 de setembro, no Parque do Lago, em Dourado/SP. Sobretudo, a cavalgada irá percorrer toda a bacia do rio São Francisco. Sendo assim, perfazendo um trajeto de 4 mil quilômetros.

Ao todo, a Expedição Velho Chico passará por seis estados brasileiros, no decorrer de mais de cinco meses de viagem. Antes de mais nada vale destacar que a comitiva da expedição é composta por dois experientes cavaleiros.

São eles, Sebastião Malheiro Neto, de 59 anos, e Pedro Luiz Aguiar, o Pedroca. Este último que completará 88 anos no próximo dia 18 de fevereiro. Data prevista, aliás, para a conclusão da cavalgada, com a chegada da expedição à foz do rio São Francisco.

Início da expedição

Em sua primeira semana na estrada, Malheiro e Pedroca cruzaram a região norte do estado de São Paulo. Assim, passaram por municípios como Araraquara, Ribeirão Preto, Pontal, Brodowski e Batatais.

Depois, na última segunda-feira (14) ingressaram em território mineiro. Acima de tudo, com destino à Serra da Canastra, onde está localizada a nascente do rio São Francisco.

A partir deste ponto, a comitiva percorrerá a bacia do Velho Chico, como o rio é carinhosamente conhecido. Atravessando, portanto, os estados de Minas Gerais, Bahia e Pernambuco. Finalmente, com destino à sua foz, localizada na confluência com o oceano Atlântico, na divisa entre os estados de Alagoas e Sergipe.

Cavalos da raça Mangalarga

Os cavaleiros viajam com seis equinos da raça Mangalarga, cedidos por tradicionais criadores do estado de São Paulo. São eles: Olinda do Vassoural (Beatriz Biagi Becker); Jaguatirica da Bica (João Pacheco Galvão de França); Embalo Cava Colina (Francisco Diniz Junqueira Franco); Ifigênia RBV (Luis Augusto Opice); Bonita MAB (Sebastião Malheiro Neto) e Quimera de Dourado SM (Sebastião Malheiro Neto).

Dessa forma, cada cavaleiro se reveza entre dois animais ao longo do trajeto. Já os dois animais extras ficam à disposição dos amigos que queiram acompanhá-los por alguns trechos. A expedição conta com o apoio oficial da Associação Brasileira de Criadores de Cavalos da Raça Mangalarga (ABCCRM).

Importantes objetivos

Segundo Malheiro, além do prazer de cavalgar por uma das mais belas regiões do país, o projeto possui uma série de importantes objetivos. “A expedição pretende colocar as atividades hípicas em evidência para o público brasileiro. Mostrando, assim, a relevância do segmento equestre para o agronegócio nacional”.

E ainda acrescenta: “Afinal, esse é um setor que movimenta uma cifra anual superior a R$ 16 bilhões. Além disso, gera mais de 600 mil empregos diretos, segundo dados da Câmara Setorial da Equideocultura do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa).”

Malheiro ressalta também que o projeto pretende divulgar e popularizar as cavalgadas e raids equestres entre a população brasileira. Para tanto, irão mostrar como essas são atividades acessíveis a pessoas de diferentes faixas etárias e distintos graus de habilidade.

A iniciativa, além disso, tem a intenção de colocar em evidência as qualidades do cavalo Mangalarga, equino de origem brasileira que apresenta grande aptidão para as cavalgadas de longa duração, graças à sua rusticidade, resistência e, em especial, à sua marcha progressiva, cômoda e equilibrada.

Demais objetivos

Os objetivos do projeto, entretanto, não param por aí. Afinal, se estendendo também ao campo científico. Tanto que a expedição contará com o apoio e a participação de veterinários, zootecnistas e outros profissionais. Estes que serão responsáveis por coletar dados de pesquisa para análise e posterior publicação de trabalho científico. Sobretudo, abordando a fisiologia do exercício dos animais ao longo do evento.

Muita experiência

Por fim, vale destacar que esta não será a primeira aventura protagonizada por Malheiro e Pedroca. Inegavelmente, os dois cavaleiros estiveram envolvidos com outras duas cavalgadas que marcaram a equinocultura nacional.

Por exemplo, realizada entre 1991 e 1993, a Brasil 14 mil entrou para o Guinnes Book. Isso após alcançar a notável marca de 14 mil quilômetros percorridos em território brasileiro. Por sua vez, a Tropel Mangalarga 1400 ocorreu no ano de 2011, percorrendo a distância de 1,4 mil quilômetros que separa as cidades de São Paulo/SP e Brasília/D).

Para acompanhar o dia a dia da Expedição Velho Chico, basta seguir as páginas oficiais da ABCCRM no Facebook e no Instagram. Já para saber mais detalhes sobre a raça Mangalarga, visite o portal www.cavalomangalarga.com.br.

Fonte: ABCCRM
Legenda da foto: Sebastião Malheiro e Pedroca Aguiar estão à frente da expedição.
Crédito da foto: Gironda Promoções

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42ª Exposição Nacional do Cavalo Mangalarga começa nesta quinta-feira

Família Mangalarga estará reunida de 19 a 28 de novembro, no Centro Hípico de Tatuí/SP, para o maior evento da raça

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As amantes do cavalo Mangalarga estarão reunidos a partir desta quinta-feira (19) para a realização do maior evento da raça. Trata-se, sobretudo, da 42ª Exposição Nacional do Cavalo Mangarlaga, que acontece no Centro Hípico de Tatuí/SP. 

Em decorrência da pandemia do novo coronavírus, o evento não será aberto ao público. Sendo assim, apenas expositores e apresentações terão acesso permitido ao local. Contudo, as disputas da raça poderão ser acompanhadas, ao vivo, através do portal Cavalus em parceria com a ZRTV.

Para acompanhar, basta acessar o site a partir das 9h desta quinta-feira, que, logo na página inicial, você será direcionado à transmissão ao vivo do evento. Antes de mais nada vale frisar ainda que as disputas do Mangalarga seguirão em Tatuí até sábado (28).

Sucesso absoluto

De acordo com a Associação Brasileira de Criadores de Cavalos da Raça Mangalarga (ABCCRM), apesar da pandemia, o evento já é um sucesso. Afinal, a 42ª Exposição Nacional Mangalarga contará com mais de 400 animais inscritos.

Exemplares estes, aliás, que irão participar de uma programação variada e recheada do maior evento da raça. Como, por exemplo, provas de marcha, Etapa Final da Prova Cobasi de Função de Maneabilidade e o Circuito Mangalargada.

Além disso, serão realizados dois leilões especiais, que irão ofertar o que há de melhor do cavalo Mangalarga. Por fim, para mais informações, basta acessar www.cavalomangalarga.com.br

Mais de 400 animais estão inscritos para a edição 2020 da Exposição Nacional do Cavalo Mangalarga – Foto: Divulgação/Márcio Mitsuishi

Confira abaixo a programação:

Quinta-feira, dia 19/11
– 09h00: Início dos julgamentos dos animais das progênies
– 14h00: Julgamento de animais ao cabresto (potrancas)

Sexta-feira, dia 20/11
– 09h00: Continuação dos julgamentos dos animais ao cabresto
– 20h00: Leilão Supreme Nacional

Sábado, dia 21/11
– 08h45: Briefing Circuito Mangalargada, com largada prevista para às 9h30
– 09h00: Início dos julgamentos dos animais montados
– 11h00: Abertura oficial da 42ª Exposição Nacional do Cavalo Mangalarga com desfile das bandeiras
– 12h00: Almoço no restaurante do Centro Hípico onde serão entregues as premiações e será feita a homenagem ao ex-presidente Carlos Abranches Brotero
-14h00: Continuação dos julgamentos, animais montados

Domingo, dia 22/11
– 09h00: Etapa Final da Prova Cobasi de Função de Maneabilidade
– 14h00: Continuação dos julgamentos, animais montados

Segunda-feira, dia 23/11
– 09h00: Continuação dos julgamentos

Terça-feira, dia 24/11
– 09h00: Continuação dos julgamentos

Quarta-feira, dia 25/11
– 09h00: Continuação dos julgamentos

Quinta-feira, dia 26/11
– 09h00: Continuação dos julgamentos
– 18h00: Campeonato de animais ao cabresto
– 20h00: Leilão Gran Reserva Especial Nacional

Sexta-feira, dia 27/11
– 09h00: Continuação dos julgamentos campeonatos animais montados
– 14h00: Progênies animais montados e Conjunto da Raça
– 18h00: Início dos Grandes Campeonatos de Marcha animais cabresto (potrancas e potros)

Sábado, dia 28/11
– 09h00: Grandes Campeonatos animais ao cabresto (potrancas e potros), seguido de homenagem ao criador e associado Rubens Junqueira Filho, da Fazenda Favacho. Depois, acontecem os Grandes Campeonatos de Marcha de Éguas e Cavalos, e Grandes Campeonatos Éguas e Cavalos, bem como o encerramento do evento.

Por Natália de Oliveira
Colaboração: Pedro Rebouças, assessoria de imprensa ABCCRM
Crédito da foto: Divulgação/Márcio Mitsuishi

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Mangalarga

Expo Nacional Mangalarga: ABCCRM se prepara para a edição de 2020

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Fique por dentro da expectativa para o maior evento da raça, bem como o balanço geral do Mangalarga

Vem aí o maior evento da raça Mangalarga! Trata-se da 42ª Expo Nacional Mangarlaga, que acontece de 20 a 28 de novembro, no Centro Hípico de Tatuí/SP.

De acordo com a Associação Brasileira de Criadores de Cavalos da Raça Mangalarga (ABCCRM), apesar da pandemia, as inscrições já chegaram a 400 animais.

Mostrando, portanto, que os criadores estão bastante animados apesar das dificuldades decorrentes da pandemia. Para se ter uma ideia, no ano de 2019, os julgamentos da Nacional contaram com cerca de 500 animais. 

Por fim, vale frisar que o evento deste ano não será aberto ao público por causa da pandemia. Sendo assim, apenas expositores e apresentações terão acesso ao Centro Hípico de Tatuí.

Contudo, a 42ª Expo Nacional Mangalarga servirá como uma grande preparação para a edição de 2021. Quando, aliás, a ABCCRM se compromete a preparar uma Nacional espetacular para todos os mangalargistas. 

Mais informações podem ser obtidas através do site www.cavalomangalarga.com.br.

Julgamento dos equinos de marcha Foto: Divulgação/Márcio Mitsuishi

Balanço da raça

Atualmente, a ABCCRM possui mais de 2 mil associados ativos. Estes espalhados por todo o território brasileiro. Já o Stud Book da raça tem registrado, aproximadamente, 220.000 animais.

Ao todo, a entidade conta com 20 representações regionais de criadores. Sem falar ainda das criadoras da raça, que se concentram, por sua vez, no Núcleo Feminino.

Sobretudo, o estado de São Paulo – principal centro de seleção da raça – possui alguns dos núcleos mais ativos da raça. Sediadas, estas, nas seguintes cidades e regiões: Vale do Paraíba; Amparo; Oeste Paulista; Grande São Paulo; Alta Mogiana; Jundiaí; São José do Rio Preto; Jaú; Serra da Mantiqueira; e Piracicaba.

Do mesmo modo, a raça possui também núcleos bastante ativos nos estados de Minas Gerais, Bahia, Goiás, Pará, Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul, além do Distrito Federal. 

De 2019 para 2020

Em 2019, a raça contou com cerca de 18 leilões que movimentaram uma receita aproximada de R$ 16 milhões. Ademais, ao decorrer do ano ocorrerams 30 exposições, tendo como ponto alto a Exposição Nacional.

Além disso, foram realizadas 10 copas de marcha, quatro Mangalargadas (enduro de regularidade da raça) e quatro provas funcionais, além de dezenas de cavalgadas país afora.

Já em 2020, por conta da crise do novo coronavírus, o calendário contou com um número menor de eventos. Uma vez que muitos deles precisaram ser cancelados.

Sendo assim, a partir da retomada – que começou em meados de agosto – a raça realizou cinco exposições regionais. Bem como quatro copas de marcha e quatro competições funcionais. Anteriormente a quarentena, já haviam ocorrido duas Mangalargadas.

E, nesse último bimestre do ano, ainda estão previstos os seguintes eventos: 42ª Expo Nacional; Etapa Final da Copa Cobasi de Marcha; Etapa Final da Copa Cobasi de Função; e Etapa Final da Mangalargada.

Por Natália de Oliveira
Colaboração: Pedro Rebouças, assessoria de imprensa ABCCRM
Crédito da foto: Divulgação/Márcio Mitsuishi

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Mangalarga

Dalva Marques conta como os cavalos são motivo de alegria e gratidão

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Dalva Marques conta que os cavalos são motivo de muita alegria e gratidão Cristã, criadora, treinadora e apresentadora do CT Rancho Bigorna, jurada de equinos e muares de Marcha

Cristã, criadora, treinadora e apresentadora do CT Rancho Bigorna, ela também é jurada de equinos e muares de Marcha

Dalva Marques, 46, é natural de São João da Boa Vista/SP, e hoje reside em São Sebastião da Grama/SP. Em suas palavras, ela é “herdeira de uma paixão”, já que seu pai foi um grande peão.

Atualmente, Dalva atua como treinadora e apresentadora de cavalos no CT Rancho Bigorna, de sua propriedade junto com o marido, Silvio Parizi. Também ministra aulas particulares e workshops em sua área e presta consultoria em fazendas a fim de auxiliar iniciantes no seguimento. Mantém ainda uma pequena criação de cavalos Mangalarga e de muares.

Dalva Marques.cristã, criadora, treinadora e apresentadora do CT Rancho Bigorna, jurada de equinos e muares de Marcha, conta sua trajetória

No local, eles disponibilizam estrutura com pavilhão de baias para hospedagem, doma, preparação para exposições, copas de Marcha ou até mesmo para lazer. Ademais, ainda conta com redondel, pista para treinamento e competições de Marcha.

Conversamos com ela, confira!

Como tudo começou

“Meu contato com cavalos e muares vem desde a infância. Ainda de colo, meu pai imprimiu em mim todo esse amor. Em outras palavras, ele foi o grande responsável por essa paixão indomável. Sempre com ele nas mais variadas atividades com cavalos, seja doma, ferrageamento, treinamento, enfim, tudo!

Pedro (pai) e Dalva Marques

Ser jurada de copas de Marcha sempre foi meu sonho. Que se tornou realidade após me casar com Silvio Parizi, também apaixonado por animais. Tornei-me jurada da raça Mangalarga, assim como criadora. Em seguida fui convidada para julgar muares, o que não pensei duas vezes. Acabei me tornando a primeira e única mulher a julgar muares no Brasil. Um grande desafio, pois é um trabalho desenvolvido por homens.

Mesmo assim fui convidada para julgar os maiores e mais importantes concursos de Marcha de Muares do Brasil. Entre eles: Taquaraçu de Minas e Patos de Minas (MG), Barretos (SP), Londrina (PR), Redenção, Rio Maria e Xinguara (PA), Araguaína (TO). E muitos outros, motivo de muito orgulho e gratidão a Deus”.

Dalva Marques.cristã, criadora, treinadora e apresentadora do CT Rancho Bigorna, jurada de equinos e muares de Marcha, conta sua trajetória
Carpe Dean do Infinito

Animais

“Com a Graça de Deus, que é tudo em minha vida, tive a oportunidade de treinar animais de importantes criadores da raça Mangalarga, conquistando classificações que marcaram minha carreira. Todas as apresentações foram marcantes e importantes, independente de ganhar ou não.

Afinal, aprendo muito em cada competição, observando as falhas. Cada detalhe é fundamental e me faz voltar para casa com muita vontade de aprender mais, praticar e buscar a perfeição. Portanto, entre classificações marcantes, muitos animais deixaram registrados em minha mente momentos que jamais esquecerei.

Dalva Marques na Nacional do Grande Campeonato

Entre eles Real J Vila Helena, que abriu as portas para minha vida nas pistas. Sem dúvida, foi através dele que dei continuidade para treinar e apresentar tantos outros. Cigana HPDO, da família Dadazio, égua excepcional que me deu muita alegria em montá-la por ser a primeira égua que apresentei oficialmente.

Do mesmo modo, Falcão do Dado, que iniciou comigo e ficou pouco tempo. Foi embora, voltando depois de muito tempo. Competi algumas vezes com ele e por fim o ganhei de presente. Sem palavras para expressar a gratidão. Posso citar ainda o Carpe Dean do Infinito, que me deu a grande felicidade ao conquistar o título de Grande Campeão Nacional de Pelagem, título importante e muito desejado. Antes de mais nada, foi a primeira vez que esse título foi conquistado por uma mulher.

Dalva Marques.cristã, criadora, treinadora e apresentadora do CT Rancho Bigorna, jurada de equinos e muares de Marcha, conta sua trajetória
Cigana HPDO

Importante matriz da Fazenda Vassoural, Madona do Vassoural também tive o prazer de treinar, fizemos apresentações brilhantes. De tal forma que ela foi campeã da final da Copa no Parque da Água Branca e reservada Grande Campeã de Marcha. Além disso, entre outras conquistas, ela eternizou em minha vida com a foto representando a Exposição Nacional da Raça Mangalarga”.

Mangalarga

“Minha trajetória no Mangalarga realmente marcou. Surgiram algumas mulheres nas provas sociais e também nas apresentações. Mais fui a primeira a apresentar nas categorias oficiais, competindo igualmente com apresentadores importantes, de alto nível. Sendo a única à frente de um centro de treinamento na raça.

Madona do Vassoural

Considero marcantes  todos os momentos vividos, dentro e fora das pistas. Difícil escolher, afinal aprendi e continuo aprendendo todos os dias. Esses animais me fazem ter a certeza de que é impossível viver sem eles. Os cavalos, para mim, são a minha vida. Me fazem acreditar sempre que valeu a pena e que somos capazes de realizar muito, junto deles.

Principalmente, se a relação for saudável, construída com AMOR e RESPEITO. Isso é o fundamental. ‘A arte de fazer um cavalo consiste em ser um artista da própria natureza’. Essa convivência, cumplicidade faz a minha relação com cavalos um verdadeiro espetáculo. Sou extremamente grata por tudo que Deus me deu.”

Dalva Marques.cristã, criadora, treinadora e apresentadora do CT Rancho Bigorna, jurada de equinos e muares de Marcha, conta sua trajetória
Falcão do Dado

Por Luciana Omena
Crédito das fotos: Arquivo Pessoal

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