Cultura & Estilo

GA Western Store lança podcast sobre o mercado de equinos com olhar feminino

Produzido pela Pod360, “GA Cast” estreia dia 7 de abril em todas as plataformas de streaming de áudio

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Ga Western Store lança podcast sobre o mercado de equinos com olhar feminino

A GA Western Store, uma das mais importantes marcas de vestimentas country e selaria do país, anuncia o lançamento do GA Cast. Um podcast que traz histórias que emocionam e influenciam a vida dos brasileiros, em especial de quem tem raízes ligadas ao campo e ao agronegócio, principalmente ligados ao meio equestre. O programa é produzido em parceria com a Pod360.

Apresentado por Heloísa Arruda, sócia e diretora de criação da marca, o GA Cast recebe convidados renomados em suas áreas de atuação para uma conversa instruída sobre o mercado de equinos e a cultura rural brasileira. Sempre com muito humor e conteúdos que agregam valor ao ouvinte. As conversas transitam entre tópicos como entretenimento, liderança, gestão e técnicas, sempre com o olhar experiente que quem vive o meio rural no dia a dia.  

Na primeira temporada, que estreia dia 7 de abril, o podcast recebe Graziella Agnes, vice presidente da ANTT e Juíza ABQM; Henrique Ribeiro, treinador titular do haras R3 e Tricampeão do Potro do Futuro de Working Cow Horse; Gustavo Trape, atleta de Team Roping e Sócio da Criar Leilões; Adriane Passos, proprietária da editora Passos e do Portal Cavalus; Veridiana Real, a primeira competidora Paratleta da ABQM; Luli Kratschmer, veterinária e quiroprata; e Márcia Arioli Arruda, mãe da Heloisa e da Sílvia e uma das fundadoras da GA.

Ga Western Store lança podcast sobre o mercado de equinos com olhar feminino
Veri Real e Heloisa Arruda

GA Western Store feliz com seu pioneirismo

“Este é um projeto que me orgulha muito, jamais imaginei em meus maiores sonhos que estaríamos na vanguarda como a “primeira loja do segmento western” a lançar um podcast, e sobretudo, a trazer informação ao nosso público”, conta Heloisa Arruda, dizendo que fica muito feliz de estar a frente desta ideia.

“Sei que é um novo marco para nosso mercado como um todo, e não poderia ser diferente, a GA Western Store neste ano comemorando seu 33º aniversário, lançando algo tão especial. Tenho certeza que meu pai, aonde estiver, está muito feliz com o que estamos construindo aqui, mantendo seu legado vivo e fortalecendo o nosso, é uma honra estar a frente da GA e deste grande projeto em parceria com a Pod360. Ainda tem muito por vir e o GACast é só um pedaço da trilha a percorrer.” 

Por: Assessoria GA Western Store

Foto: Divulgação

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Moda

Carolina Herrera lança bolsa com inspiração no Hipismo

Maison buscou nos acessórios do Hipismo detalhes que transcreveu para a coleção

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O Hipismo mais uma vez, marcando presença no mundo fashion. Essa semana, a grife Carolina Herrera anunciou uma nova coleção, a Fusta Bag, uma homenagem ao Hipismo.

O chicote de montaria ou fusta é o maior destaque da coleção. Para a estilista, ele simboliza uma ligação entre o cavaleiro e o cavalo, e é um instrumento indispensável, pois através dele, animal e homem se comunicam.

O artesanato que envolve os acessórios da selaria é inspiração da coleção. A bolsa tem inspiração nessa arte secular da selaria, tendo o chicote como ponto focal em torno do qual essa bolsa foi criada.

Quem vive o ambiente do hipismo vai encontrar a estética do esporte em cada detalhe da bolsa: a costura de quatro milímetros e a escolha do couro Sequoia dupla face, que se destaca pela beleza e flexibilidade.

O nome do couro escolhido pela Maison é uma homenagem a própria árvore, em uma alegoria das características e propriedades de sua casca, que o protegem e o tornam único.

A utilização do chicote é o elemento diferenciador que se integra em cada uma das suas versões: shopping, hobo ou crossbody. As alças tornaram-se um diferencial fundamental da modelagem para os artesãos do Atelier de Couro da marca, na Espanha. Eles dedicaram muitas horas de pesquisa para alcançar um resultado impecável, mantendo a estética original da colheita e o aspecto prático necessário para seu uso.

A bolsa Fusta combina tradição com um design contemporâneo inspirado em uma das disciplinas mais bonitas do mundo.

Outras coleções envolvendo o mundo equestre

Essa não é o primeiro acessório que a marca produziu com inspiração nos cavalos. Para os cavaleiros mais descolados, a marca possui uma sela, com as letras da marca CH cravadas em relevo sobre o couro. Confeccionada em couro bovino, a sela pode ser encontrada na cor caramelo.

Por: Camila Pedroso

Fonte: @canaldohipismo

Fotos: Billionaire Business

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Cavalgadas Brasil

Fell:uma raça rara desenvolvida na Grã-Bretanha

Você conhece o cavalo da raça Fell? Nessa semana, na coluna Cavalgadas Brasil, Paulo Junqueira conta como conheceu essa raça durante uma viagem para a Inglaterra

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Cavalgada Brasil Fell

Durante minha recente viagem a Inglaterra, tive oportunidade de conhecer a raça Fell, que é rara. “Fell” é um termo para as colinas de Cumbria, onde a raça começou há centenas de anos.

Naquela época, eram usados para transportar carga em carroças e arado. Os serviços realizados pelos Fells foram fundamentais para comunidades remotas de Lakeland até o século XVIII.

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Eles têm crina e cauda grossas e uma plumagem nas pernas. Embora possam ter algumas outras cores, na sua grande maioria são pretos.

Existem cerca de 250 deles semi-selvagens, divididos em 12 rebanhos vivendo livres nos campos e montanhas em Cumbria, Inglaterra. A história é um testemunho da resistência desta raça nativa que sobrevive nessa região desde os tempos romanos.

A raça desenvolveu-se na fronteira entre a Inglaterra e a Escócia, com a introdução de cavalos fresianos pelos romanos.

Há também evidências deles sendo usados na Idade Média para impedir que lobos atacassem rebanhos de ovelhas.

A rainha Elizabeth tem seu Fell favorito, chamado Carltonlima Emma.

Por: Paulo Junqueira Arantes
Cavaleiro profissional e Diretor da agência Cavalgadas Brasil

Foto: Divulgação

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Cavalgadas Brasil

Appleby Horse Fair

Nessa semana, Paulo Junqueira conta como foi sua visita a Appleby Horse Fair

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Hoje escrevo sobre visita que fiz essa semana a Appleby Horse Fair, evento histórico que acontece na Inglaterra desde 1685.

Milhares de ciganos e turistas viajaram essa semana para Appleby-in-Westmorland para a histórica feira Appleby Horse Fair.

O evento é o maior encontro tradicional da comunidade cigana na Europa e acontece todos os anos desde 1685. Ele atrai cerca de 10.000 membros da comunidade e um total de 30.000 pessoas para a pacata e histórica cidade. Eles chegam trazendo cavalos, pôneis e carroças decoradas. Uma das principais atrações é ver membros da comunidade com seus cavalos nas águas do rio Éden.

A Appleby Horse Fair começou para comercialização de ovelhas, gado e cavalos. Por volta de 1900, evoluiu para um grande evento cigano que trouxe famílias da comunidade de todo o Reino Unido e da Europa.

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O National Equine Welfare Council e algumas outras entidades realizam no evento um trabalho de conscientização do bem-estar. Porém, eu vi que o resultado não é satisfatório, presenciei muitos cavalos sendo forçados a trabalhar além de seus limites. Seja pelo excesso de bebida, seja pelo exibicionismo de seus donos, esses cavalos sofrem, algo que infelizmente também vemos em vários eventos no Brasil.


Gypsy Horse – O Cavalo Cigano foi originalmente criado por viajantes irlandeses e ciganos da Grã-Bretanha para puxar as carroças em que viviam e viajavam em meados século 18 e foram mais amplamente utilizados do final dos anos 1800 até a década de 1920.

Durante este tempo, os ciganos britânicos adquiriram os cavalos que o resto da sociedade não gostava, muitos dos quais eram coloridos. Entre os ciganos, no entanto, esses cavalos grandes, fortes e coloridos tornaram-se altamente valorizados. Cruzando com seus melhores Clydesdales, Welsh Cobs, Fell Ponies e Dales Ponies, os ciganos produziram um cavalo de carroça de ossos grandes, profusamente emplumado, colorido e bem-humorado.


Até após a Segunda Guerra Mundial, o Cavalo Cigano não era uma raça como tal, mas simplesmente um tipo comum com linhagens que variavam de uma família para outra. Como o povo cigano responsável por essa criação seletiva transmitiu os pedigrees e as características desejadas de seus cavalos oralmente, não foi possível identificar com certeza como foi a origem dos Gypsy Horses.

Eles permaneceram desconhecidos até a década de 1990, quando foram “descobertos” por dois americanos que viajavam pela Grã-Bretanha. Encantados com os cavalos que viram e surpresos com a falta de reconhecimento oficial da raça, eles procuraram conhecer tudo o que podiam sobre a raça e em 1996 criaram a Associação Gypsy Vanner.

A partir de então, várias outras associações e sociedades se seguiram à medida que a raça agora oficial rapidamente ganhou popularidade.

O Cavalo Cigano – Gypsy Horse tornou-se uma raça refinada e com padrões exigentes mantidos em todo o mundo. Eles são famosos por sua natureza leal e disposta. São inteligentes e sensíveis, além de serem extremamente resistentes e econômicos, exigindo surpreendentemente pouca ração em relação ao seu tamanho.

Por: Paulo Junqueira Arantes
Cavaleiro profissional e Diretor da agência Cavalgadas Brasil

Foto: Matthew Lodge

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Cinema

Que tal um cinema em casa neste Dia dos Namorados?

Separamos uma lista com dicas incríveis de sucessos do cinema para os casais que gostam de cavalos e da adrenalina das corridas

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Dia dos namorados chegou e você ainda não programou nada para fazer com seu amor, calma que separamos uma dica incrível para vocês com clássicos do cinema!

Os casais que são apaixonados por cavalos e que gostam da adrenalina das corridas não podem perder essa lista de filmes de Turfe que preparamos para vocês aproveitarem este restinho de domingo frio e chuvoso e ainda comemorar em grande estilo o Dia dos Namorados!

Bora fazer um cinema em casa?! Prepara a coberta, pipoca e aquele vinho gostoso e confira a lista!

Secretariat – uma história impossível (EUA, 2010)

Baseado em fatos reais, Secretariat conta a história de Penny Chenery (Diane Lane), uma dona de casa e mãe que não entendia nada de corrida de cavalos, em uma área dominada até então por homens.

Mas ela assumiu o controle do estábulo de seu pai doente e com a ajuda de um treinador veterano (John Malkovich), acabou fazendo o primeiro vencedor da Trípice Coroa em 25 anos de história do esporte, em 1973. O animal se tornou o maior vencedor das corridas americanas na década de 1970.

Seabiscuit – alma de herói (EUA, 2003)

Charles Howard (Jeff Bridges) é um milionário que ganhou um cavalo de pequeno indisciplinado, chamado Seabiscuit, que nunca teve grande destaque nas corridas.

Howard decide treiná-lo para o deixar competitivo, contratando o jóquei Red Pollard (Tobey Maguire) e o treinador Tom Smith (Chris Cooper), conhecido no meio por sua capacidade de se comunicar com cavalos.

Juntos eles conseguem transformar Seabiscuit no cavalo do ano em 1938, chamando a atenção da população americana para sua história de sucesso.

O filme foi indicado a sete estatuetas do Oscar, e é dirigido por Gary Ross e roteiro de Laura Hillenbrand e Gary Ross.

Mar de Fogo (EUA, 2004)

Para que, gosta de pegar um cinema para ver filmes com muita comédia, não pode deixar de assistir Mar de Fogo. Frank Hopkins (Viggo Mortensen) é um conhecido campeão de corridas a cavalo que é convidado pelo sheiq Riyash (Omar Sharif) a participar de uma competição contra os melhores cavalos árabes. Frank e seu cavalo, Hidalgo, precisam enfrentar os perigos do chamado “mar de fogo”, como é conhecido o deserto árabe.

Ruffian (EUA, 2007)

Mais um filme baseado em fatos reais, Ruffian conta a história de Ruffian, potranca que foi uma grande vencedora de corridas de cavalos nos anos 70.

Em uma época que já não atraia mais o público às arenas, o treinador Frank Whiteley (Sam Shepard) recebe a potranca Ruffian em seu haras e percebe o quanto ela é especial. Nas competições, Ruffian bate todos os recordes, se tornando uma ídola, que passa a encher novamente as arenas em que acontecem as corridas.

Superando limites (EUA, 2011)

Nascido em uma família de corredores, Damien Oliver e seu irmão Jason seguem os mesmos passos da pai para participarem da famosa corridas de cavalos, em Melbourne. Mas quando seu irmão morre, Damien luta para superar a perda e focar no campeonato.

Gostou das dicas? E sabe o que é melhor?! Todos os filmes estão disponíveis no Netflix ou nos canais de TV por assinatura.

Conta pra gentes depois nas redes sociais qual destes clássicos do cinema você gostou mais!

Por: Camila Pedroso

Fonte: Adoro Cinema/Lance.com

Fotos: Divulgação

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Cinema

Longa Rodeio Rock traz para as telonas o universo do sertanejo

Carla Dias e Lucas Lucco darão vida aos protagonistas do filme Rodeio Rock e iniciaram os preparativos com aulas de equitação

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Para dar vida aos personagens Lulli, Hero e Sandro, protagonistas do filme Rodeio Rock, a atriz Carla Dias e o cantor Lucas Lucco iniciaram aulas de equitação essa semana.

As aulas fazem parte dos preparativos para o longa-metragem que será uma comédia romântica, dirigida por Marcelo Antunez, diretor de “Até que a Sorte dos Separe 3 e Polícia Federal: A lei é pra todos”.

Carla dará vida a Lulli, uma apaixonada por cavalos. Em suas redes sociais, a atriz comentou sobre as aulas:

“Hoje começamos a preparação para o filme ‘Rodeio Rock’. Apresento a vocês minha nova personagem, Lulli, apaixonada por cavalos. Inclusive, iniciamos a preparação com uma boa antecedência, exatamente pelo nível de intensidade e performances nas cenas que Lulli anda a cavalo. Estou animadíssima, aulas agendadas, preparação a todo vapor e ansiedade nível mil”.

Já Lucas Lucco, que dará vida a dois personagens Hero e Sandro também iniciou as aulas, afinal, seu personagem terá que acompanhar Lulli com os cavalos.

Este será o primeiro trabalho completo de Lucco como ator no cinema. Sua estreia como ator foi em ‘Malhação”, em 2015 e em Sol Nascente, em 2017.

Nas redes sociais, o cantor e ator também comentou a experiência com os cavalos. “Hoje começaram as preparações pro meu primeiro filme. O “RODEIOROCK”! Trabalhar ao lado da Carla Diaz é uma grande honra. Vocês estão cada vez mais perto de conhecer o “Hero” e o “Sandro”. Vou dar vida a esses dois personagens que são muitíssimo diferentes e ao mesmo tempo idênticos (risos)”.

Sinopse de Rodeio Rock

Hero é um cantor falido de rock que tem aversão a tudo que considera “comercial”. Sua maior bronca se ser extremamente parecido com o maior cantor sertanejo do Brasil, Sandro Sanderlei.

Desempregado e cheio de dívidas, as coisas começam a mudar para Hero quando Sandro faz uma lipoaspiração e acaba ficando em coma. Ele acaba convencido por um amigo a assumir o lugar do sertanejo em uma turnê, se passando por ele.

Durante a turnê, acaba conhecendo a ex do cantor famoso, Lulli, se apaixonando por ela.

Ela por sua vez, o trata mal, pois acredita que Hero é Sandro, seu ex que a fez sofrer com suas cafajestices.

Hero, impedido de revelar sua verdadeira identidade, acaba descobrindo durante a turnê que equilibrar sucesso, fama e suas cobranças com integridade artística e vida pessoal é mais complicado do que ele imaginava.

A turnê pelo país o faz conhecer um outro universo, com as pessoas por trás, diferente do estereótipo que ele tinha sobre o sertanejo.

Agora Hero tem que fazer a decisão mais difícil da sua vida, contar a verdade e ter uma chance de conquistar a mulher que ama, ou aproveitar essa oportunidade única e experimentar a fama e o sucesso que sempre buscou.

O longa Rodeio Rock terá ainda participações especiais de grandes nomes da música sertaneja como Chitãozinho e Xororó, Michel Teló, Paula Fernandes e Edson & Hudson.

O filme ainda não tem data para iniciar as gravações tão pouco para o lançamento, mas já deixou o público curioso. Vamos aguardar as novidades!

Por: Camila Pedroso

Fonte: Light House / Portal Pop Line

Fotos: Portal Pop Line

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Cavalgadas Brasil

Bisão Round Up anual

Nessa semana, Paulo Junqueira conta a história do Bisão Round Up e sua importância para a Ilha Antelope

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bisão

Muitos acreditam que o único lugar para ver bisão selvagem é no Parque Nacional Yellowstone. Mas próximo a Salt Lake City, nos 28.000 acres da Ilha Antelope, vivem mais de 600 bisões desde 1890.

Todos os anos, no outono eles são levados para o curral, para que sejam separados aqueles que vão para o leilão. São abertas inscrições para quem quer ajudar os funcionários do Utah State Parks nesse trabalho.

Normalmente, há entre 700 e 750 bisões na ilha antes do Round Up, e a meta anual de população é de cerca de 500. O biólogo da vida selvagem do Utah State Parks responsável pelo bisão, determina qual deve ser a população da ilha a cada ano.

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“Temos que reduzir os números ao que a ilha pode suportar. O Round Up nos permite inocular os animais que vamos manter e reunir os que vão para o leilão.”

Leilão de bisão 

As pessoas compram o bisão no leilão por várias razões. Alguns estão começando seu próprio rebanho. Alguns são comprados para ajudar a treinar cavalos, porque os bisões são mais fortes, mais rápidos e mais ágeis que o gado.

Helicópteros e veículos com tração  foram usados no Round Up por muitos anos, mas os funcionários do Parque acabaram decidindo deixar apenas cavalos e cavaleiros fazerem isso.

Há muitas histórias de bisões e cavalos impacientes enquanto o rebanho está sendo levado para os currais. Antes de iniciar os trabalhos todos recebem instruções rigorosas para nunca chegar a menos de 100 metros dos bisões, pois são selvagens e podem ser perigosos.

Por: Paulo Junqueira Arantes
Cavaleiro profissional e Diretor da agência Cavalgadas Brasil
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Cavalgadas Brasil

Qual o animal mais perigoso da África?

Nessa semana, Paulo Junqueira conta quais são os animais mais perigosos de serem encontrados durante um safari na Africa

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Essa é uma pergunta muito comum e nas respostas estão estatísticas e lendas. Mais de 30 milhões de turistas visitam a África todos os anos. Um safári está na lista de desejos de muitas pessoas.

Existem várias opções de safáris de vários tipos e para vários perfis, sendo os safáris a cavalo um deles. Você pode estar se perguntando como os cavaleiros podem chegar tão perto de animais selvagens em um safári a cavalo e ainda permanecerem seguros. Eu já escrevi sobre isso aqui nas semanas anteriores e destaco aqui duas regras que você deve seguir para garantir sua segurança.

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Ouça o seu guia – os guias são muito bem treinados e especialistas em comportamento animal. É muito importante obedecer aos comandos dele. Ele pode pedir para você ficar quieto ou parar de se mexer. Essas instruções podem ser dadas para impedir que um animal ataque, para evitar que suas ações irritem um animal ou para impedir que você interrompa o comportamento normal dele.

Não perturbe a vida selvagem – devemos nos manter apenas como observadores. Evite fazer sons altos, ou movimentos que chamem atenção do animal. A seguir apresento os principais animais considerados perigosos (sem incluir as serpentes). Observe que no texto fica demonstrado que os números de ataques apresentado nas estatísticas se refere principalmente aos moradores locais.

Com esse texto encerro a série “Safári a cavalo é seguro?”

Hipopótamo

A palavra hipopótamo tem origem grega e significa “cavalo do rio”. Eles pesam até 1.500 kg e podem correr em terra a velocidades de até 30 km por hora. Estão nas estatísticas como os que mais matam por ano, porém a maioria dos ataques ocorre ao longo dos rios, com moradores locais, muitas vezes a noite. Embora sejam herbívoros e podem parecer desajeitados, os hipopótamos machos defendem ferozmente seus territórios, que incluem as margens de rios e lagos, enquanto os hipopótamos fêmeas podem ficar extremamente agressivos se perceberam algo entre eles e seus filhotes, que ficam na água enquanto elas se alimentam em terra.

Elefante Africano

Chegando pesar até 7.000 kg, são os maiores animais terrestres. O encontro com eles pode ser imprevisível, elefantes machos mais velhos, machos jovens e elefantes com bebês podem ser perigosos para qualquer um que esteja em seu caminho. Em áreas onde ocorre caça, eles tendem ser mais agressivos. Os elefantes estão constantemente em movimento em busca de comida, como herbívoros, passam de 12 a 18 horas por dia comendo, a maior parte de sua dieta consiste em grama, folhas, cascas e frutas. A tromba é uma das características mais marcantes dos elefantes, são usadas para sugar água, pegar objetos e para se comunicar. As presas de elefante são na verdade dentes que são usados para cavar buracos, tirar a casca das árvores e para lutar. Os ataques de elefantes ocorrem geralmente quando entram em conflito com os agricultores locais. Devido à destruição de seu habitat, os elefantes estão sendo empurrados para áreas menores e frequentemente atacam e destroem as plantações dos agricultores.

Crocodilo

A palavra crocodilo é derivada da palavra grega krokodeilos, que significa literalmente “verme de seixo”. Kroko é grego para seixo enquanto deilos significa verme ou homem. O nome é uma referência à pele áspera dos crocodilos. Os crocodilos são predadores de emboscada, que esperam que a presa chegue ao seu alcance. Quando presas desavisadas chegam muito perto, elas saltam para frente usando seus dentes e uma tremenda força de mordida para agarrar suas vítimas. Sua dieta, no entanto, consiste principalmente de peixes. Ataques a humanos ocorrem em lugares onde as pessoas dependem das vias navegáveis para seu dia a dia, quando estão lavando roupa perto das margens dos rios e lagos e quando estão entrando e saindo de seus barcos. Num safári, você pode ver crocodilos se aquecendo ao sol com a boca aberta. Esse comportamento é uma maneira dele liberar o calor do corpo.

Leão

Principal predador da selva africana, e um dos principais predadores do mundo, os leões não veem os humanos como alimento, mas sim como uma ameaça. A grande maioria dos ataques a humanos são de leões velhos que atacam moradores locais em áreas onde não existem mais suas presas naturais. Os leões vivem em grupos e quando caçam, o fazem cooperativamente, com as fêmeas fazendo a maior parte do trabalho.

Búfalo

O búfalo é um dos animais mais perigosos da África. São agressivos e imprevisíveis, podendo pesar até 1.000 kg. São relativamente mansos quando deixados tranquilos, pastando no início da manhã e no final da tarde. São destemidos e atacam qualquer predador que se atreva a ameaçar seus filhotes. Supostamente responsáveis por matar mais caçadores no continente africano do que qualquer outra criatura. Os búfalos são gregários e vivem em rebanhos mistos, muitas vezes com centenas de indivíduos.

Rinoceronte

A palavra rinoceronte é grega para “chifre do nariz”. Os rinocerontes pesam até 2.800 kg. Embora tenham pouca visão, seu olfato e audição são excelentes. São herbívoros, comem grama, folhas e frutas e podem chegar a velocidades de até 64 km por hora. Ataques de rinocerontes são raros, mas ocorrem, quando se sentem desafiados ou ameaçados. Todas as espécies de rinocerontes estão listadas como ameaçadas ou vulneráveis.

Por: Paulo Junqueira Arantes
Cavaleiro profissional e Diretor da agência Cavalgadas Brasil
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Cavalgadas Brasil

Treinamento de cavalos para safáris na África

Nessa semana, Paulo Junqueira conta como são os treinamentos de Steven Rufus, guia de safari muito conhecido na África

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safari

Steven Rufus é um guia de safári muito conhecido na África. Ele é um cavaleiro versátil e ousado, lecionou em estudos de equinos e competiu em eventos de alto nível na África do Sul.

No início dos anos 2000, ele estabeleceu sua empresa de safáris a cavalo no Vale Limpopo em Botsuana. Em 2013 guiou alguns safáris memoráveis no Delta do Okavango e Songimvelo Game Reserve na África do Sul, depois montou uma empresa de safaris em Zâmbia. O Steven sempre foi reconhecido por seu rigoroso treinamento.

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Limpobo

Em 2008 eu estive no Limpobo e tive oportunidade de conhecer um pouco de seu trabalho com treinamento de cavalos para safaris. Eles tem que lidar com várias situações incomuns para outras atividades equestres como, ter contato próximo com animais predadores, passar a noite em lugares remotos ouvindo os sons desses animais ao redor.

Steven contou que aprendeu com seu pai e seu avô a observar o comportamento dos cavalos e treina-los para safari usando seu corpo, conhecimento e voz. Ao observar o comportamento de cavalos e de zebras ele encontrou muitas semelhanças que utilizou em seus treinamentos.

Ele diz que para ter um ótimo cavalo de safari temos que aproveitar seus instintos para identificar predadores e também saber usar seus atributos físicos, como as orelhas em forma de cone, a boa e grande visão e as narinas sensíveis. Os cavalos vão nos alertar de qualquer sinal de animal muito antes que possamos perceber que ele está por perto. Saber usar esses sinais de alerta são muito uteis num safari.

O cavalo ideal para safari

Com excelente temperamento e resistência, a raça SA Boerperd da África do Sul, é muito usada nos safáris. Muitos foram cruzados com linhagens sangue quente europeus e árabes.                                

Segundo Rufus, o cavalo ideal para safari é um meio sangue AS Boerperd que já tenha realizado pelo menos uma temporada de trabalho na lida com gado. Tendo realizado esse trabalho ele já está acostumado ao som de estampido provocado pelo chicote, o que é muito importante, pois esse som é usado tanto por chicote usados por muitos guias, como por armas usadas para controlar animais perigosos em situação de risco.          

Na lida com gado esse cavalo trabalhou em diversos tipos de terreno, está mais “centrado” e se acostumou ser guiado com a rédea no pescoço, no estilo “neck reining”.

Programa de treinamento de cavalos para safári de Steven Rufus:

  • Disciplina de manada

Quando em treinamento eu gosto que meus cavalos vivam e trabalhem em grupo, permitindo que os mais velhos ensinem os mais novos. O cavalo mais velho não vai ver uma manada de zebras, girafas ou antílopes como ameaça e isso é fundamental para que os cavalos aprendam que podem conviver no mesmo “espaço” sem receio. Isso é uma parte muito importante do treinamento e dá muita confiança para a próxima etapa.

  • Join up

A primeira etapa é me posicionar como um garanhão dominante ou uma fêmea madrinha fazem na natureza. O cavalo precisa me ouvir e obedecer como faria com outro cavalo indicando para ele cruzar um rio ou entrar num mato, e isso é feito da mesma maneira que um cavalo ou égua dominante. Os cavalos novos devem aprender a me respeitar e me ouvir.                                                   

Num redondel eles são ensinados a juntar-se a mim/“join up”. Usando meu corpo, ensino eles a se aproximarem e se afastarem, a se moverem em diferentes sentidos e velocidades. Tudo por sinais e comandos de voz. Durante esse trabalho a confiança é adquirida uma vez que eles entendem que você está lá para ensinar. Regras e limites são importantes, tanto quanto paciência e entendimento. Eles precisam confiar que é seguro estar comigo e me seguir. Em situações de stress, com animais perigosos, eles não estarão 100% confiáveis se estiverem agindo numa base de medo, o que por sua vez pode ter resultados imprevisíveis.                                                    

Os cavalos que eu treino voltam ao guia quando chamados, eles reconhecem meu assobio, podem ser até atrevidos as vezes, mas importante é que eles sabem a hora de trabalhar e vão reagir de acordo.

  • Cavalo Guia

Como estabelecido, nossos cavalos devem trabalhar como um time. O cavalo líder é o componente mais importante desse time, já que os demais vão segui-lo.

  • Estabelecendo contato com predadores

Eu promovo encontros (próximos) dos cavalos com elefantes, rinocerontes e búfalos (observe que não inclui leopardo e leão – nenhum guia de safári a cavalo que se preze o levaria conscientemente para perto de um leão a cavalo – em termos de comportamento, o leão deve aprender a reconhecê-lo como a ameaça e sair de perto).                                               

Cavalos mostram sinais bem particulares quando se aproximam de um elefante pela primeira vez – cabeça mais elevada, narinas dilatadas, boca contraída, coração batendo e deslocamento do corpo para preparar uma rota de fuga.                          

Todos os cavalos nesse primeiro encontro são conduzidos por mim e eles aprendem a me aceitar como uma figura confiável e segura. Quando eu digo para eles ficarem parados e aceitarem o avistamento, eles são capazes de refrear seu instinto natural e ouvir seu cavaleiro que está dizendo para eles ficarem parados. Tem mais algumas coisas que também são essenciais para esse resultado: tenha certeza que seu arreamento esteja em boas condições. Se você devido a situação está colocando mais pressão no estribo e ele arrebenta, isso causara uma grande alteração na distribuição de seu peso no cavalo e consequentemente vai tirar a “concentração” dele em seus comandos e tudo isso pode resultar num grande problema.        

O tipo de embocadura também é importante, deixe o bridão de treinamento e use algo adequado para uma possível situação em que tenha que ter seu cavalo totalmente em suas mãos.                                

Muito importante também é seguir aquele instinto de manada e sempre levar um cavalo novo, em treinamento, junto com cavalos experientes. Uma vez que os cavalos experientes vão estar relaxados na frente de um elefante e não vão mostrar sinais de medo, o cavalo novo, ainda vai sentir medo porem seu instinto de fugir será subjugado, uma vez que os demais a seu redor estarão parados.                                                 

Devemos sempre assegurar que o primeiro encontro com um elefante seja positivo, que todos estejam relaxados e que não ocorram ameaças. Para isso devemos encorajar nosso cavalo a pastar nesse momento para ficar mais relaxado. Observar uma distância de 50 metros para que o elefante não se sinta ameaçado. Como todo treinamento, a repetição é a chave, conforme o cavalo novo ficar mais relaxado, a distância deve ser diminuída gradualmente até que eles sintam que essa “convivência” pode ser normal. Com mais tempo e treino, pode-se chegar a uma distância de 10 metros de elefantes, rinocerontes, búfalos.                 

Nesses encontros, sempre posicionar o cavalo novo numa posição um pouco atrás do cavalo mais experiente, mas observar para que ele esteja vendo o elefante.                                                             

  • Conclusão

O cavalo de safari deve ser bem equilibrado, com grande personalidade, que idealmente deve combinar com a personalidade do cavaleiro.

Eu procuro produzir a companhia ideal para um safari e o melhor meio de transporte na natureza africana (to the bush). 

Por: Paulo Junqueira Arantes
Cavaleiro profissional e Diretor da agência Cavalgadas Brasil
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Cavalgadas Brasil

Safári a cavalo é seguro?

Nessa semana, Paulo Junqueira conta como são realizados os cursos de guias de safaris.

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Dando continuidade ao tema safári a cavalo, hoje escrevo sobre o treinamento dos Guia de Safári. A experiência e proficiência dos guias é fundamental para o bom resultado de um safari.

Eu já participei de 16 diferentes safaris a cavalo em 6 países no continente africano. Vários deles em áreas aonde circulam os Big 5 e sou testemunha disso.

No Zimbabue aonde participei de 2 safáris, o guia foi o James Varden dono da empresa de safaris que tem 30 anos como guia profissional e é um dos examinadores dos rigorosos testes da ZPGA -Zimbabwe Professional Guides Association. É um dos países que tem um dos mais rigorosos programas de treinamento para guias na África. Para se tornar um guia profissional totalmente licenciado como James, leva de 3 a 4 anos.

Outros países do continente africano têm seus próprios programas de treinamento e avaliação, tenho alguns arquivos que posso enviar a quem se interessar por mais detalhes.

Treinamento para Guia de Safári a cavalo no Zimbabue:

Primeiro o candidato deve fazer um exame escrito para obter a licença de aluno. Isso abrange comportamentos animais básicos, identificação de espécies animais e conhecimento geral do país.

Uma vez que tenha a licença de aluno, ele passa acompanhar um guia profissional e pode começar a participar de safáris.

Acompanhando o guia profissional por 3 anos, o aluno vai estudar e conhecer em profundidade: botânica, comportamento animal, estrelas, armamento, caça perigosa, insetos, observação de pássaros, mecânica, primeiros socorros, para citar alguns temas.

Vai aprender abordar animais potencialmente perigosos usando o vento e a cobertura para disfarçar sua presença. Cada nuance de comportamento se torna importante e ele deve aprender a ler a vida selvagem, os sinais de alerta de tensão ou agressão elevada.

O treinamento para se tornar um Guia de Safári a cavalo é mais exigente fisicamente do que os cursos típicos de guia de natureza. Todos os dias são realizados exercícios para aprender e aperfeiçoar a coordenação de tiro, caminhar boas distâncias pelo mato dentre outras atividades. A fadiga muscular faz parte da experiência.

Durante o curso do aprendizado, um requisito óbvio é que o aluno possa obter e se tornar proficiente com um rifle. Dentre outras coisas vai mostrar que pode manusear sua arma sem olhar para ela, mantendo seu foco no animal. Velocidades de carregamento, posicionamentos de tiro, também são avaliadas. Uma tarefa cara e difícil, no entanto, de importância extrema. Para realizar a proficiência de tiro, todos são testados em diferentes disciplinas projetadas para verificar velocidade, precisão e competência.

Exame de Avaliação

No final do período de aprendizado, os alunos fazem o exame de proficiência – este é o teste final para ver se ele está apto para se tornar um Guia Profissional do Zimbábue.

No final de cada ano, todos os candidatos se reúnem “em campo” por uma semana com os examinadores profissionais de Parques Nacionais e da Associação de Guias -Z.P.G.A.

Os examinadores tornam-se então os “clientes”. Os alunos devem montar um acampamento de safári a cavalo completo levando em consideração alimentos bebidas, posição do acampamento, equipe do acampamento, veículo, tudo deve estar pronto para os “clientes”.

Durante uma semana, os guias em perspectiva são interrogados e testados em seus conhecimentos sobre a savana, praticar as antigas habilidades de rastreamento, fazem abordagens para animais perigosos, muitas madrugadas e noites são testadas em pássaros, árvores, estrelas, gramíneas, insetos, reprodução comportamentos de muitas espécies, etc.

Somente um guia profissional totalmente licenciado pode guiar em áreas aonde tem animais do grupo chamado Big 5 (leão, elefante, leopardo, búfalo e rinoceronte).

Manter clientes e funcionários seguros, é a parte mais importante de todo o regime de treinamento.

Os padrões são altos e as taxas de aprovação são baixas.
*na próxima semana vamos falar do treinamento dos cavalos para safari

Por: Paulo Junqueira Arantes
Cavaleiro profissional e Diretor da agência Cavalgadas Brasil
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Cavalgadas Brasil

Cavaleiro das Américas Filipe Masetti Leite faz algumas revelações no Podcast Cavalgadas com Paulo Junqueira

Nessa semana, Paulo Junqueira comenta sobre o bate-papo com o Cavaleiro das Américas Filipe Masetti Leite em seu podcast

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Cavaleiro das Américas Filipe Masetti Leite faz algumas revelacoes no Podcast Cavalhadas com Paulo Junqueira

Meu convidado especial do podcast 𝐂𝐀𝐕𝐀𝐋𝐆𝐀𝐃𝐀𝐒 dessa semana foi o 𝐅𝐢𝐥𝐢𝐩𝐞 𝐌𝐚𝐬𝐞𝐭𝐭𝐢 𝐋𝐞𝐢𝐭𝐞, mais conhecido como o 𝐂𝐚𝐯𝐚𝐥𝐞𝐢𝐫𝐨 𝐝𝐚𝐬 𝐀𝐦𝐞́𝐫𝐢𝐜𝐚𝐬, o único brasileiro a cruzar as Américas a cavalo!

Foram mais de 25.000 km atravessando 12 países, do Alaska a Ushuaia na Argentina, em três diferentes jornadas. Autor de 2 livros best-sellers, em agosto o Cavaleiro das Américas lançará no Brasil um documentário de longa-metragem sobre sua aventura de 8 anos pelas Américas (um dos assuntos do Podcast).

Assista ou ouça esse bate-papo com o Cavaleiro das Américas contando histórias incríveis, já disponível no Youtube, Spotify e outras plataformas de podcast.

Temas abordados no bate-papo com o Cavaleiro das Américas

Dentre outros temas, no bate-papo Paulo e o Cavaleiro das Américas conversaram sobre a importância de se acostumar montar dos dois lados numa viagem a cavalo. Você sabe porque as pessoas costumam montar do lado esquerdo?

Felipe falou que a região de El Bolson perto de Bariloche como um dos destaques de sua longa jornada na Patagonia Argentina e conversou sobre seus planos para próximas viagens.

Por: Paulo Junqueira Arantes
Cavaleiro profissional e Diretor da agência Cavalgadas Brasil
www.cavalgadasbrasil.com.br

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