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Amberley Snyder conta como está dez anos após o acidente

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Amberley Snyder conta como está dez anos após o acidente

Janeiro de 2020 marcou dez anos desde o acidente que deixou a competidora na cadeira de rodas

Amberley Snyder lembra da tarde fria de inverno nos arredores de Rawlins, Wyoming. Sua vida mudou em um instante. Por uma distração, de fato, sua caminhonete desapareceu da estrada. Quando tentou voltar, capotou violentamente.

Ela foi ejetada com tanta força que seu pequeno corpo estalou na cerca. Ainda, um corte sangrento em sua testa e várias escoriações. Mas ela estava viva. Contudo, quando o impacto do acidente começou se dissipar, percebeu que não conseguia sentir as pernas.

Talvez tenha sido o destino deixá-la viva. Amberley Snyder não estava com o cinto de segurança, de tal forma que isso pode tê-la salvado, considerando os danos extremos na cabine da caminhonete.

Ou tenha sido uma intervenção divina. Visto que após esses segundos a vida dessa amazona mudou por completo. Outro propósito para sempre. Amberley Snyder foi feita para fazer algo maior.

Dez anos

A recuperação de Amberley do acidente é notável. Em apenas alguns meses, ela estava de volta ao lombo do cavalo. Quase instantaneamente se tornou uma fonte de inspiração para quem conheceu sua história.

Janeiro de 2020 marcou o décimo aniversário de seu acidente. Assim como seu 29º aniversário. Nesse ínterim, o caminho para a recuperação de Amberley não só foi uma inspiração para muitos, mas também uma jornada para sua família e amigos.

Amberley é uma garota ocupada. Ministra palestras motivacionais. Além disso, viaja bastante e desenvolveu uma carreira que serve como uma maneira de ganhar a vida e também de retribuir.

No ano passado, um filme sobre sua vida estreou na Netflix – Walk. Ride. Rodeo.. Sua história inspiradora foi eternizada, mostrando sua personalidade forte e sua devoção a ajudar os outros.

Em sua casa, em Elkridge, Utah, lembra que logo no começo percebeu como sua jornada podia salvar outras vidas. Depois que voltou de uma palestra no FFA Convention recebeu uma mensagem de um garoto que viu que sua vida valia a pena após ouvi-la.

Nesses dez anos houve contratempos, sem dúvida. Entre os desafios diários, Amberley destaca a paciência. Com ela mesma, com outras pessoas, com cavalos, com o mundo. No processo de recuperação ela trabalhou duro para conquistar independência, por isso quando precisa de ajuda fica um pouco mais nervosa.

Sobretudo, Amberley aprendeu a viver uma vida normal, com obstáculos e muito amor. Estar em uma cadeira de rodas não é o que queria, mas entende que esse fato moldou quem ela é hoje. A amazona conseguiu transformar o que poderia ser um desastre em algo que a motivou e tem orgulho disso.

Amberley Snyder conta como está dez anos após o acidente

Próximos dez anos

De acordo com sua filosofia, não há problema em ter dias ruins, em ficar triste, bravo ou chateado. Todo mundo precisa passar por essas frustrações, sentir tudo. Dessa forma, poderá decidir o que fazer a seguir.

Os planos de Amberley para a próxima década é ter podido ir com sua palestra em todos os 50 estados dos Estados Unidos. Em termos de rodeio, quero estar em várias finais e voltar ao The American.

Antes de mais nada, sonha em encontrar seu companheiro e iniciar um trabalho de caridade. Também quer escrever mais livros. Sobretudo, pensa que estará de pé. Seja através dela mesmo ou com a ajuda da tecnologia.

Texto e Fotos: Ken Amorosano/Cowgirl Magazine
Tradução e adaptação: Luciana Omena

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Haras Passira: há 40 anos criando Quarto de Milha com qualidade genética

Conheça um pouco da história do criatório pernambucano, fundado no ano de 1980 pelo engenheiro químico Ismar Gomes de Amorim Filho, um verdadeiro apaixonado pela raça

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O Haras Passira, localizado no município de Gravatá/PE, é um bom exemplo de uma criação de sucesso de cavalos Quarto de Milha na Região Nordeste do Brasil. Antes de mais nada vale frisar que o criatório foi fundado pelo engenheiro químico Ismar Gomes de Amorim Filho, que sempre esteve envolvido com o mundo rural.

Afinal, aos quatro anos de idade, ganhou o seu primeiro animal. Foi um presente dado por seu pai, um tordilho da raça Crioulo Nordestino. Depois, já na fase adulta, entre os anos de 1964 e 1972, Ismar começou a correr Vaquejada.

O amor que sempre teve pelos esportes equestres e pelos atributos do cavalo Quarto de Milha – como docilidade, velocidade, inteligência e habilidade -, foram decisivos na escolha de Ismar Amorim por essa raça. Esta que hoje é responsável pela grandeza da Vaquejada nas regiões Norte e Nordeste e que se espalha por todo País cada dia mais.

Ismar na época em que apresentava cavalos de Conformação – Foto: Arquivo Pessoal
Rodrigo montando nos primeiros animais adquiridos da raça Quarto de Milha – Foto: Arquivo Pessoal

Início da criação Haras Passira

Contudo, foi no de 1980 que Ismar iniciou a sua criação no município de Passira/PE (vindo daí o nome do Haras “Passira”). Após 10 anos, mudou-se para Gravatá/PE. “Neste meio tempo descobrimos que o nome Passira, em tupi guarani, significa “lugar encantado”. Sendo assim, o nome vai continuar se perpetuando como Haras Passira”, afirma Ismar.

De acordo com o criador, o local conta com uma área total de 240 hectares, sendo 210 de pastagens divididas em 32 piquetes e oito maternidades. Além disso, sua estrutura física é composta de 56 baias, centro de manejo, dois redondéis para treinamento e uma pista de vaquejada.

Ismar, Alessandra e Eduarda na construção do haras já em Gravatá – Foto: Arquivo Pessoal
Equipe Haras Passira – Foto: Arquivo Pessoal

Com relação a equipe de campo, uma cartela variada de profissionais qualificados. Entre eles: gerente, tratadores, domador, casqueador, tratorista e vigilância, além de dois veterinários terceirizados com suas respectivas equipes, todos em perfeita sintonia com os projetos de melhoramento genético do Haras.

Ademais, a paixão por cavalos também foi transferida para a esposa Christina e os três filhos do casal: Alessandra, Rodrigo e Eduarda, que abraçaram a criação de Quarto de Milha. Estando, assim, todos presentes no dia-a-dia do Haras Passira.

Ismar com os filhos Alessandra, Eduarda e Rodrigo – Foto: Arquivo Pessoal

Perfil do criatório

Ainda conforme Ismar, o perfil do criatório do Haras Passira prioriza a Vaquejada, como também as modalidades de trabalho, Corrida, Tambor e Baliza, Laço em Dupla e Laço ao Pé. “Em minha opinião, as modalidades de Tambor e Baliza são importantes para a iniciação das crianças no mundo equestre. Meu filho Rodrigo começou a correr nestas provas, o que me deu a certeza absoluta que este é o melhor caminho para a juventude na construção da amizade e da boa convivência esportiva”.

Sem dúvida, El Two Eyed faz parte da base genética do Haras Passira – Foto: Arquivo Pessoal

Assim, o criatório já possuía matrizes de linhagens consagradas como: Eternaly Fred, Shady Apolo Bars, Mr Par Three, Dan’s Boy Skippy. Mesmo assim, com o objetivo de melhorar, ainda mais, a qualidade genética do seu plantel, Ismar importou dos Estados Unidos 25 éguas e seis garanhões filhos de Campeões Mundiais. Na época, exigência do Regulamento para Importação da ABQM.

Com isso, a base genética do Haras Passira é composta de três linhagens que fazem parte do seleto grupo do Hall Of Fame e Foundation da AQHA. São eles: Mean and Lean, El Two Eyed e Badgers Nurse.

Mean and Lean – Foto: Arquivo Pessoal

Em busca do aperfeiçoamento das qualidades da raça

Inegavelmente, a busca do criatório do Haras Passira tem sido para aperfeiçoar as qualidades da raça Quarto de Milha. “A minha rotina como criador é procurar sempre fazer cruzamentos que possam aumentar a heterozigoze dos animais. Favorecendo, portanto, a sua estrutura óssea, reduzindo o estresse, aprimorando o “balance”, mas sem perder o “cow-sense”, obviamente. Pois considero esse como a maior virtude do cavalo Quarto de Milha”, diz Ismar.

Em 2006, começou a utilizar para reprodução o jovem garanhão El Patron HAP “Lourinho” (filho de El Two Eyed em mãe Mean and Lean), que precocemente se destacou nas provas de Vaquejada e, atualmente, é produtor de grandes campeões. Do mesmo modo, em meados de 2011, adquiriu o garanhão Beaver Freckles (pontuado em Apartação), como também, no ano de 2019, o garanhão Hot Blood Doc (Registro de Mérito e Superior em Vaquejada).

Hot Blood Doc – Foto: Arquivo Pessoal
Por fim, Eduarda, Alessandra e Rodrigo durante a premiação do 8ª Hall da Fama ABQM – Foto: Arquivo Pessoal

Resultados expressivos

Consequentemente, o Haras Passira tem sido recompensado com resultados acima da média. Tanto em leilões quanto nas competições. Bons exemplos são as vitórias conquistadas em mais de seis campeonatos nos Estados Unidos.

Já no Brasil, o criatório pernambucano produziu campeões em várias modalidades: Vaquejada; Tambor; Baliza; Apartação; Laço em Cabeça; Laço de Pé; e Working Cow Horse. Com vários produtos, aliás, Superiores e Registros de Mérito.

Por fim, para coroar todo o trabalho desenvolvido nestes 40 anos, Ismar Amorim foi um dos homenageados do 8° Hall Da Fama ABQM. “Os meus animais já me deram tantas alegrias que o mínimo que posso fazer é tratá-los com amor e muita responsabilidade”, finaliza Ismar.

Instagram: @haraspassira

Por Natália de Oliveira
Crédito das fotos: Arquivo Pessoal/Haras Passira

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Especialistas discutem problemas de laboratórios veterinários

Reunião técnica, promovida pelo IBEqui, buscou identificar as dificuldades e apontar soluções para os exames no Brasil

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O Instituto Brasileiro de Equideocultura promoveu uma reunião técnica virtual. Especialistas e membros das entidades associadas ao IBEqui trataram, portanto, de questões relacionadas aos exames e laboratórios veterinários de todo o país.

De acordo com nota enviada pelo Instituto são entraves a qualidade, regularidade, pontualidade e os preços dos exames. “Por isso, a importância dessa nossa primeira reunião. A ideia é aprofundarmos a agenda de debates, com o intuito de propor soluções comuns”, frisa Manuel Rossitto, presidente da Junta Administrativa do IBEqui.

Entre outros assuntos citados, as divergências nas análises entre laboratórios veterinários nacionais e internacionais. Do mesmo modo que os problemas de logística e técnicas de colheita. E ainda formas de armazenamento e a de falta de padronização.

Reunião técnica, promovida pelo IBEqui, buscou identificar as dificuldades e apontar soluções para os exames em laboratórios veterinários

Problemas comuns aos laboratórios veterinários

Luciano Beretta, médico-veterinário com mais de 25 anos de experiência no Quarto de Milha, apontou que a reclamação mais comum entre os criadores da raça é a demora para o retorno dos laboratórios. Segundo ele, é um fato que deixa os criadores com várias dificuldades.

Além disso, de acordo com Beretta, os laboratórios estão com dificuldade para garantir o prazo de entrega. Contudo, ele alerta: “quando pagamos uma taxa extra, com valor dobrado, eles te entregam o resultado em 24 horas. Mais de 50% dos criadores, hoje, no Quarto de Milha, pagam essa taxa extra”, acrescenta.

A raça Mangalarga aponta que encontra o mesmo problema. O relato é de Henrique Fonseca Moraes Júnior, superintendente do Serviço de Registro Genealógico da Associação Brasileira de Criadores de Cavalos da Raça Mangalarga. “Quase todos os laboratórios veterinários têm essa fila. Saíram poucos exames de DNA esse ano com a frequência que a gente precisa”, frisa.

Outro aspecto mencionado por Henrique é a dificuldade para trocar de laboratório. “A gente, às vezes, até gostaria de passar os potros para outro laboratório, mas não temos acesso ao banco de dados com as informações das éguas e dos garanhões.”

Outros entraves

Henrique Machado, superintendente do Serviço de Registro Genealógico da Associação Brasileira dos Criadores do Cavalo Mangalarga Marchador, afirmou que o maior ponto de estrangulamento da raça é o exame de DNA. “Nós só emitimos o registro provisório com a identificação completa. Então, ficamos de mãos atadas. Sem contar que prejudica a entrada de renda para a associação.”

Os laudos errados também são frequentes, de acordo com ele. “Eu tive, recentemente, animais com pais de pelagem sólida e o laboratório qualificou como tordilho. Temos também sumiço de material. É, realmente, um ponto complicado para o Mangalarga Marchador.”

Emílio Fanton, da Associação Brasileira de Criadores de Cavalo Paint, também apontou a demora nos resultados e a incerteza dos exames após a divulgação como problemas. Segundo ele, é preciso união entre as associações para resolver. “Eu creio que o problema é igual para todos. É importante termos iniciativas como a do IBEqui para resolvermos”, conclui.

Reunião técnica, promovida pelo IBEqui, buscou identificar as dificuldades e apontar soluções para os exames em laboratórios veterinários
Foto: Gribbles Veterinary

Logística dos laboratórios veterinários

Frederico Araújo, superintendente do Serviço de Registro Genealógico da Associação Brasileira do Cavalo Crioulo, afirmou que a logística e a rotina de exames na raça é diferente na questão dos exames de DNA. Conforme conta, 95% dos materiais seguem a um mesmo laboratório.

“Esse material não é de escolha do criador e todas as amostras passam pela associação. Nossos técnicos coletam o material. A associação faz a cobrança junto ao criador e, só então, envia ao laboratório para análise. Com isso, garantimos o recebimento e o envio sabendo que não haverá problemas financeiros”, explica.

Assim, o registro não é relacionado ao vínculo paterno e materno em todos os produtos, de acordo com Araújo: “O nosso maior volume inscrito é fazendo fenotipagem. Mas, mesmo com tudo isso, neste ano, tivemos uma série de dificuldades também com laboratórios, principalmente em relação aos prazos e ao retorno de resultados dos comparativos necessários.”

Ele afirma que já possuem quase 90% dos resultados. Mas, quando o assunto é genotipagem, a coisa muda de figura. “Em relação à genotipagem, entretanto, temos ainda 90% dos nossos pedidos em andamento. Esse é um problema que precisamos enfrentar. A questão do banco de dados estar alocado em um único laboratório também preocupa”, reforça.

 Possíveis caminhos e soluções

Francisco Carrasco, vice-presidente de exposições Associação Brasileira dos Criadores do Cavalo Árabe, lembrou que a entidade teve problema com diversos laboratórios por muitos anos. Mas, após migrarem as análises para a Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), os problemas cessaram. “Nós já estamos há um tempo lá com eles e não tem havido problema. As amostras são enviadas para a associação e nós nos responsabilizamos pelo pagamento”, afirma.

Da mesma forma, Ismael Gonçalves da Silva, presidente da Associação Brasileira do Puro Sangue Lusitano, conta que usa as análises do referido laboratório da universidade mineira de forma satisfatória. “Nós tivemos muitos problemas com os laboratórios para exame de DNA, por muitos anos, quando precisávamos enviar as amostras para Portugal. Agora, estamos no mesmo caminho do cavalo Árabe, junto à UFMG. É um laboratório bastante respeitado. Temos resultados em até doze horas com eles. É uma solução para os colegas de outras raças.”

Por outro lado, o presidente do Sindicato Nacional dos Leiloeiros Rurais, Nilson Genovesi, destacou que a entidade orienta às leiloeiras a solicitar ao vendedor que se comprometa com a regularização do registro. “Disciplinar a relação das entidades com os laboratórios veterinários é fundamental, pois o exame de antidoping está ligado diretamente ao Bem-Estar Animal”, afirma.

Dessa forma, para um melhor entendimento da situação e na busca por soluções, um novo encontro será agendado. O IBEqui aguarda a presença para essa nova reunião virtual dos responsáveis técnicos dos laboratórios e entidades representativas desse segmento. “Precisamos ouvir ambos os lados para que possamos tomar ações adequadas e que contribuir para o setor”, finaliza Rossitto.

Fonte: ABQM
Crédito da foto: Divulgação/Bioguard

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As dificuldades nos Três Tambores que levam à desistência

Claudia Ono, em sua coluna da semana, conta que sim, existe solução para todos os problemas nos Três Tambores

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Quando amadores se sentem perdidos e acreditam que só eles têm problemas nos Três Tambores. Porque olhando as passadas alheias fica a impressão de que com os outros tudo é fácil.

Todo início de Mentoria vem com relatos que só falam de problemas. Mas esse foi demais, muito longo e detalhado. Já era mais de onze da noite quando o pai da Lana contratou a Mentoria para ela. 

Ela queria desistir de correr e ele não queria que ela desistisse. Então, lá estava eu no meio disso. 

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Desistir dos Três Tambores?

Na manhã seguinte a Lana me passou um relatório gigante com mil motivos para desistir dos Três Tambores.

Contou que já havia feito seis cursos presenciais com vários treinadores e nem assim deu certo. Tipo ‘Ok, Claudia, não deu certo com eles do meu lado e vai dar certo com você a 700 km de distância?’.

Lana, eu preciso te contar uma coisa: através de vídeos eu vejo muito mais do que qualquer um pode ver pessoalmente.

Em primeiro lugar, porque o vídeo me dá a chance de rever a cena. E, em segundo, porque sou capaz de entender cada reação do seu cavalo e o motivo delas. E tem mais: presencialmente seriam três dias e online serão 30.

Ela mandou um emoji sem graça e começamos. Estou treinando a Lana há 22 dias. 

Para alguém que há mais de ano não conseguia virar o primeiro tambor sem abrir e o segundo sem estufar, imaginem o que está sendo dar passadas justas e rápidas.

Mas, enquanto não saiu para uma prova ela ainda tinha uma ponta de dúvida: ‘Será que vai dar certo?’.

Sábado passado esse tormento chegou ao fim.

A Lana correu seu primeiro 17 e saiu da pista dando risada e repetindo ‘Nunca mais’! O pai dela filmou e mandou pelo Whatsapp. Simplesmente, animal!!!

Por que estou contando o caso da Lana? Porque ela não foi nem será a primeira a acreditar que pessoalmente os resultados são melhores. 

Essa é uma crença que atrasou a evolução dela e de muitas outras alunas que tive. Porque demoraram para aceitar a solução online com a crença de que não seria eficiente.

Claudia Ono, em sua coluna da semana, conta que sim, existe solução para todos os problemas nos Três Tambores; por isso: não desista!!!

Afinal, como treinar um competidor de longe?

Método minha gente, método.

Lana, Cris, Ana, Flávia, Pedro, Dani, Sil, Re, Rachel, Fabiana, anônimos e toda a galera que um dia teve essa crença, mas venceu o medo do novo: vocês estão colhendo o que plantaram!

Beijo para vocês!

P.S. Não bloqueie a sua evolução, porque existe solução para todos os problemas nos Três Tambores.

Por Claudia Ono
Três Giros
Crédito das fotos: Reprodução/Facebook

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