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Artista de peças em madeira tem o cavalo em seu DNA

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O convívio de Ricardo com os cavalos desde sempre fez com que ele transformasse essa inspiração em arte

Ricardo Luiz Ribeiro, 61 anos, é natural de Ribeirão Preto, e hoje mora em Santo Antônio de Posse, no Rancho Arati, ambas cidades paulistas. Sua família por parte de pai é da região de Paulo de Faria, ligados à área rural como pecuaristas. Então o campo foi seu habitat natural desde pequeno e os cavalos seus companheiros. Aposentado, ele dedica boa parte do seu tempo hoje a confeccionar peças no estilo country em madeira e metal.

Formado em Engenheiro Agrônomo pela Faculdade De Agronomia e Zootecnia Manoel Carlos Gonçalves de Pinhal, ele trabalhou por muitos anos, até se aposentar, no Ministério da Agricultura do Estado de São Paulo. Mas arte e sua profissão por muitos anos sempre estiveram ligadas. Quando jovem, na escola onde estudava em Rio Claro, no colégio Koeeler, Ricardo teve bons professores de artes e o gosto por trabalhos manuais é algo que o acompanha desde essa época.

“Com minha aposentadoria, achei que teria muito tempo livre, e daí comecei a brincar com umas ferraduras e madeiras aqui em casa. Comprei algumas máquinas e comecei a manusear esse material, que encontro geralmente jogado pelos cantos. Adoro encontrar um pedaço de madeira e transformar em uma peça decorativa. Quando vejo um pedaço de madeira, consigo ver a peça já finalizada. Gosto muito do que faço e acabando que nem vejo o tempo passar”, conta Ricardo, com a certeza que esse dom está sem seu DNA.

Engenheiro Agrônomo, família ligada à pecuária, mas será que foram essas suas inspirações “Quando meu filho – o treinador Henrique Ribeiro – era bem pequeno, mostrou interesse por cavalos. Com isso colocamos nossos dois filhos na escolinha de equitação e assim tudo começou na carreira do Henrique. Primeiro no Hipismo, depois passou pelo Tambor e Baliza e Team Penning, mas o gosto dele era por Rédeas, e como sempre gostou de cavalo no boi, encaminhou para o Working Cow Horse. Então minha inspiração vem desse convívio e também da minha infância, tenho o cavalo no meu DNA, pois meu pai gostava muito de cavalos também. Acho que foi assim que me inspirei, por ter à minha disposição muita matéria-prima aqui no rancho”, complementa o artista, que já participou com seus filhos de provas da categoria Família do Campeonato de Team Penning da ANTEP.

Ricardo produz tábuas de carne com pranchas, bandejas, abajur, quadros, lustres, cabideiros, porta-chapéus, entre outras peças. A forma de divulgação é através das redes sociais – @aratiarts e facebook.com/ricardoluiz.ribeiro.1 – e grupos e Whatsapp. Seus produtos também podem ser encontramos na Selaria GA, em Jaguariúna/SP.

Por Luciana Omena
Fotos: arquivo pessoal

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As dificuldades nos Três Tambores que levam à desistência

Claudia Ono, em sua coluna da semana, conta que sim, existe solução para todos os problemas nos Três Tambores

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Quando amadores se sentem perdidos e acreditam que só eles têm problemas nos Três Tambores. Porque olhando as passadas alheias fica a impressão de que com os outros tudo é fácil.

Todo início de Mentoria vem com relatos que só falam de problemas. Mas esse foi demais, muito longo e detalhado. Já era mais de onze da noite quando o pai da Lana contratou a Mentoria para ela. 

Ela queria desistir de correr e ele não queria que ela desistisse. Então, lá estava eu no meio disso. 

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Desistir dos Três Tambores?

Na manhã seguinte a Lana me passou um relatório gigante com mil motivos para desistir dos Três Tambores.

Contou que já havia feito seis cursos presenciais com vários treinadores e nem assim deu certo. Tipo ‘Ok, Claudia, não deu certo com eles do meu lado e vai dar certo com você a 700 km de distância?’.

Lana, eu preciso te contar uma coisa: através de vídeos eu vejo muito mais do que qualquer um pode ver pessoalmente.

Em primeiro lugar, porque o vídeo me dá a chance de rever a cena. E, em segundo, porque sou capaz de entender cada reação do seu cavalo e o motivo delas. E tem mais: presencialmente seriam três dias e online serão 30.

Ela mandou um emoji sem graça e começamos. Estou treinando a Lana há 22 dias. 

Para alguém que há mais de ano não conseguia virar o primeiro tambor sem abrir e o segundo sem estufar, imaginem o que está sendo dar passadas justas e rápidas.

Mas, enquanto não saiu para uma prova ela ainda tinha uma ponta de dúvida: ‘Será que vai dar certo?’.

Sábado passado esse tormento chegou ao fim.

A Lana correu seu primeiro 17 e saiu da pista dando risada e repetindo ‘Nunca mais’! O pai dela filmou e mandou pelo Whatsapp. Simplesmente, animal!!!

Por que estou contando o caso da Lana? Porque ela não foi nem será a primeira a acreditar que pessoalmente os resultados são melhores. 

Essa é uma crença que atrasou a evolução dela e de muitas outras alunas que tive. Porque demoraram para aceitar a solução online com a crença de que não seria eficiente.

Claudia Ono, em sua coluna da semana, conta que sim, existe solução para todos os problemas nos Três Tambores; por isso: não desista!!!

Afinal, como treinar um competidor de longe?

Método minha gente, método.

Lana, Cris, Ana, Flávia, Pedro, Dani, Sil, Re, Rachel, Fabiana, anônimos e toda a galera que um dia teve essa crença, mas venceu o medo do novo: vocês estão colhendo o que plantaram!

Beijo para vocês!

P.S. Não bloqueie a sua evolução, porque existe solução para todos os problemas nos Três Tambores.

Por Claudia Ono
Três Giros
Crédito das fotos: Reprodução/Facebook

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Connemara Pony é uma raça de pôneis originária da Irlanda

São atraentes, encantadores e amigáveis ​​quanto a própria Ilha Esmeralda na Irlanda onde surgiram

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A região de Connemara, no condado de Galway, oeste da Irlanda, é o local de procedência da raça. Daí levar seu nome. Sua paisagem agreste deu origem a pôneis individualmente fortes e resistentes. É uma terra de lagos azuis brilhantes, praias remotas, montanhas áridas e escarpadas. Bem como de paisagens pontilhadas, pântanos isolados e, muitas vezes, traiçoeiros.

Alguns sugerem que o Pônei Connemara descendeu de cavalos andaluzes que nadaram em terra e se reproduziram com pôneis de montanha selvagens depois que os galeões da Armada Espanhola afundaram na costa rochosa de Connemara em 1588. Por outro lado, muitos acreditam que os ancestrais dos cavalos modernos viveram na Irlanda por milhares de anos, na época dos celtas.

De tal forma que desenvolveram-se a partir de pôneis escandinavos levado à Irlanda pelos vikings. Ademais, as tribos do oeste da Irlanda são conhecidas por serem excelentes cavaleiros. Enquanto isso, tem uma corrente que afirma ser o Irish Hobby, uma raça estabelecida antes do século 13, mas agora extinta, responsável para a linhagem Connemara.

Sabe-se ainda que há sangue árabe à linhagem no Século 18 com a finalidade de aumentar resistência e força do Pônei Connemara. E, nesse meio tempo, os pôneis foram cruzados com Hackney e Puro Sangue (Thoroughbreds).

Connemara Pony é uma raça de cavalos atraentes, encantadores e amigáveis quanto a própria Ilha Esmeralda na Irlanda onde surgiram

Características do Connemara

Com tanta raça no ‘jogo’, entrou em cena a Connemara Pony Breeder’s Society. A entidade trabalha a fim de preservar o padrão racial. Um livro genealógico foi estabelecido em 1926 e os Connemaras são criados em todo o mundo. Na Irlanda e na Grã -Bretanha, bem como no continente europeu, América do Norte, Austrália, Ásia e África do Sul.

Os cuidados com a seleção formaram uma tropa inteligente, ágil, resistente, de bom temperamento, doce e amados por adultos e crianças. Você encontra o Connemara nas pelagens tordilho, preto, baio com variáveis roan e alazão), castanho, palomino e dark-eyed cream. Medem de 1,24m a 1,45m e possuem possuir orelhas pequenas, cabeça de pônei com boa largura entre olhos grandes e gentis. Indicado para Salto, Adestramento, Atrelagem, Enduro e Trail Riding.

Fonte: Wikipedia, Cowgirl Magazine
Crédito das fotos: Horse&Hound

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Benefícios da hidroterapia em cavalos

A natação para cavalos vem se apresentando como uma prática cada vez mais comum, no intuito de aumentar a longevidade de suas carreiras nas pistas

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Coisas acontecem. A vida fica ocupada. Ocorrem lesões. Antes de mais nada, há sempre uma competição agendada. Por isso, a questão é: como encontrar recursos além dos convencionais? E aí que entra a hidroterapia em cavalos e seus benefícios.

Não somente para animais em tratamento, mas também como uma ferramenta complementar de trabalho e condicionamento do equino atleta. Entre as vantagens desta terapia estão os benefícios psicológicos. Especialmente quando levamos em conta que os animais passam o dia em confinados em baias.

Portanto, toda a energia reprimida pode ser extravasada em uma atividade de baixo impacto em um ambiente seguro e controlado. Há, de fato, uma estimulação mental. Além disso, há o auxílio na reabilitação após uma lesão. Reduz ainda dor, inflamação e dependência de medicamentos para dor.

É, sobretudo, uma terapia indicada para cavalos com artrite, laminite aguda ou crônica e contusões. A hidropterapia melhora também a força e a resistência cardiovascular e respiratória. Bem como reduz a chance de lesões musculoesqueléticas.

Também se mostra eficaz na reabilitação pós-operatória, visto que, com dias de imobilização pós-cirurgica os músculos dos cavalos podem sofrer graves lesões ou até mesmo atrofiar.

A natação para cavalos vem se apresentando como uma prática cada vez mais comum, no intuito de aumentar a longevidade da carreira dos cavalos

Dicas sobre hidroterapia em cavalos e seus benefícios

De acordo com a Cowgirl Magazine, se você nadar um cavalo por sete dias é o equivalente a 14 dias de cavalgada tradicional. Então, é uma terapia que reduz pela metade o tempo de recuperação e retorno dos animais à competição.

A piscina pode variar conforme as necessidades de cada local. No entanto, segundo o blog Arquitetura Equestre, recomenda-se que tenha uma rampa de acesso para uma descida gradual. E ainda piso anti-derrapante para maior segurança.

Algumas instalações utilizam uma profundidade de 3 a  4,50m. A temperatura da água deve girar em torno de 19°C. Em outras palavras, essa temperatura permite que os músculos do cavalo permaneçam relaxados. Filtre a água da piscina completamente de três a seis vezes por dia. E é recomendável que o animal seja lavado antes de depois da natação a fim de eliminar sujeiras e produtos químicos.

Como todo exercício, realize-o com moderação, pois o excesso pode prejudicar o animal devido a sua postura (pescoço alto). Uma vez que quando o cavalo está exausto de nadar posiciona-se assimetricamente o que resulta em uma tonificação desigual dos músculos envolvidos no movimento.

Por fim, lembrem-se de que todo tratamento deve ser feito em conjunto com um profissional veterinário especializado na área.

Por Equipe Cavalus
Crédito das fotos: Divulgação/Byler Performance Horses

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