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Dicas para cuidar do seu chapéu de cowboy e cowgirl

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Se for manuseado e armazenado, adequadamente, o seu chapéu pode, sem dúvida, durar anos

Quer você o esteja usando para a moda, competição ou um dia de trabalho duro na fazenda, é, sobretudo, importante saber como limpar um chapéu de cowboy ou cowgirl. Afinal, a ideia é que ele mantenha sempre uma boa aparência e, consequentemente, dure por muitos anos.

Contudo, a limpeza deve ser apenas metade de sua preocupação. Nesse sentido, saber como guardar um chapéu de cowboy adequadamente também determina quanto tempo seu chapéu favorito vai durar.

Embora existam muitos tipos de materiais para chapéus de cowboy e cowgirl, vamos nos concentrar nos dois mais comuns: feltro e palha. Antes de mais nada, a melhor coisa que você pode fazer antes de limpar o seu chapéu é procurar ler a etiqueta ou rótulo que lista informações sobre cuidados.

Cuidados com chapéus de palha

Outro ponto importante a ser observado é que nem todos os chapéus de cowboy de palha são feitos com o mesmo tipo de matéria prima. Então, alguns podem ser mais duráveis ​​e resistentes à água do que outros. A rigidez da trama também influencia o quanto seu chapéu de palha pode resistir à água.

Sendo assim, quando você estiver fazendo uma limpeza básica para evitar que poeira e sujeira se acumulem em seu chapéu, use uma escova própria para chapéu. Ou ainda uma pequena vassoura para varrer. As manchas fixas geralmente são limpas com uma pequena quantidade de água e sabão, solução para limpeza de chapéus ou mesmo limpador de vidros.

No entanto, se você estiver lidando com uma bagunça real, precisará de um processo de limpeza um pouco mais profundo. Antes de limpar o chapéu de palha, tire todos os apliques, fitas ou enfeites, se possível. Usando uma mistura de limpeza como as sugeridas acima, esfregue suavemente uma toalha branca limpa em movimentos circulares nas áreas sujas até que elas desapareçam.

Embora você precise enxaguar certas áreas do chapéu depois de esfregá-lo, tente não submergir o chapéu de palha na água, pois isso pode danificá-lo. Por fim, deixe seu chapéu de lado para secar ao ar em um cabideiro ou em uma caixa para chapéus aberta que o ajudará a manter sua forma.

Como limpar um chapéu de caubói de feltro

Assim como dito anteriormente, em primeiro lugar verifique se há alguma etiqueta no seu chapéu de feltro com especificações de cuidado. Depois, tenha uma coissa em mente: nunca mergulhe o seu chapéu feltro durante a limpeza. Isso pode danificar permanentemente o material ou a faixa de suor, o que pode encolher e fazer com que o chapéu não caiba mais.

Neste caso, siga estas etapas para limpar seu chapéu de cowboy de feltro: sempre limpe seu chapéu de cowboy de feltro enquanto estiver seco, NÃO molhado; usando uma escova de cerdas macias, comece na frente do chapéu e vá indo em direção à parte de trás no sentido anti-horário; se você estiver lidando com manchas mais difíceis, esponjas especiais e lixas podem ser usadas junto com limpadores de feltro para removê-los.

Armazenamento

Por fim, não importa o tipo de chapéu de cowboy que você possui, o armazenamento desempenha um papel fundamental na preservação de sua boa aparência. Dessa forma, o chapéu deve sempre ser guardado em local seco, que não fique muito quente ou muito frio. Isso porque a maioria dos chapéus tem uma faixa de couro de alta qualidade que encolherá se ficar muito quente ou ficar sob a luz solar direta por longos períodos de tempo.

Além disso, os porta-chapéus são uma opção popular para armazenar vários chapéus de cowboy de uma vez. No entanto, embora um porta-chapéus em um ambiente limpo e seco possa funcionar temporariamente, a melhor maneira de garantir uma qualidade duradoura é usar uma lata para chapéus.

Uma lata de chapéu é exatamente o que parece: um recipiente onde você guarda seu chapéu. Eles são projetados especificamente com o formato de um chapéu de cowboy e cowgirl em mente, com curvas para apoiar a aba em vez de uma parte inferior plana que pode fazer com que seu chapéu murche com o tempo.

Conheça os modelos da Cowboys!

Agora que você já sabe como cuidar do seu chapéu de cowboy e cowgirl e, ainda, a forma correta de armazená-lo, que tal conferir os modelos disponíveis no site da Loja Cowboys. É só acessar www.cowboys.com.br. Ahh… e não deixe de seguir a marca também nas mídias sociais, como no Instagram, Facebook e Pinterest.

Fonte: AV Comunicação Equestre e Assessoria de Imprensa
Crédito da foto: Divulgação/Cowboys

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Quando chega a hora de desacelerar e partir para novos projetos

A super campeã dos Três Tambores, Daiane Sudário, conta para o portal Cavalus como está sendo sua mudança de rotina

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Para um atleta de alto rendimento, a decisão de diminuir o ritmo da rotina a que está acostumado não deve ser fácil. Em outras palavras, é preciso ter coragem para encontrar o momento certo. Com toda certeza, ao longo dos anos, as prioridades mudam e essa hora chega para todo mundo. Mas quando é a hora certa de desacelerar e partir para novos projetos?

Conversamos com a super campeã dos Três Tambores, Daiane Sudário, sobre o assunto. Ela participa de provas e rodeios há 22 anos e nos últimos cinco algumas coisas a fizeram repensar na carreira. De acordo com ela, entre os pontos de reflexão, encontrou dificuldade de formar conjunto com alguns amimais que montou. A fim de se manter competitivo, esse é um dos pontos principais de quem pratica o esporte equestre.

Títulos de mais destaque: bicampeã Nacional pela ANTT, bicampeã do Rodeio Internacional de Barretos, bicampeã do Rodeio de Americana, bicampeã do Superhorse Três Tambores, Tetracampeã do Rodeio de Jaguariúna, campeã Top Team Crystal, campeã Nacional ANTT Silver Race, entre muitos outros prêmios.

Portanto, por cerca de 20 anos Daiane viajou para as competições praticamente todos os finais de semana. Adicione a isso a rotina de treinos e você tem uma equação, com toda certeza, puxada. Em busca dos sonhos como atleta, o competidor perde momentos em família, por exemplo, e acaba deixando de lado alguns projetos. Como foi essa transformação você confere na entrevista a seguir!

A super campeã dos Três Tambores, Daiane Sudário, conta para o portal Cavalus como está sendo sua mudança de rotina e os novos projetos
Daiane entrou de cabeça em novos projetos, como a faculdade de Fisioterapia e sua própria marca de roupas

Quando pensou em mudar essa rotina e por quê?

“Foi por acaso, pois eu estou firme nos treinamentos ainda. Mas sempre quis ter um outro trabalho que eu me identificasse. Como no nosso meio existem muitas marcas western, sempre recebia algumas roupas para fazer propaganda. Então, pensava: se a marca fosse minha, eu iria inovar, fazer roupas mais despojadas, tipo country urbano. Foi aí que o meu noivo [Luciano Pariz] me incentivou. Uma semana depois eu já tinha desenhado a coleção toda e lançamos a nossa marca, Bucci Barn – Country Style”.

Como foi esse processo?

“Foi tudo muito rápido, porém, difícil. Antes de tudo, não tínhamos uma confecção ainda para isso. Então, uma amiga de infância, que eu converso todos os dias, me indicou uma empresa conceituada em São Paulo, que faz roupas para grandes grifes. Tudo se encaixou e aconteceu. Mostrei meus desenhos e fizemos os pilotos”.

O planejamento é importante?

“Sim, com toda certeza. No meu caso, que escolhi como segunda atividade uma marca de roupas, planejo todas as datas de lançamento das coleções. Temos que seguir um calendário para lançar tudo na época certa. Mas, com a falta de matéria prima na pandemia, não conseguimos manter a organização como gostaríamos. Alguns tecidos chegaram em uma semana, outros duas, já outros em um mês e, por fim, outros demoraram mais de três meses do pedido. Colocamos no mercado mesmo assim e adicionamos as demais peças depois, mas tudo é aprendizado”.

Como é a sua rotina hoje?

“Hoje eu estou dedicando a faculdade, me formo esse ano em Fisioterapia. E estou me dedicando a loja também. Por isso, minha rotina com os cavalos mudou muito. Está bem mais devagar. De segunda a quarta dou aulas de Três Tambores para algumas alunas que tenho na minha cidade”.

A super campeã dos Três Tambores, Daiane Sudário, conta para o portal Cavalus como está sendo sua mudança de rotina e os novos projetos
O nome da marca foi inspirado em sua mãe, Rogéria Bucci

Quais são os projetos de agora em diante?

“Espero que em 2021 seja mais tranquilo, pois já vou estar formada e com a loja em andamento. Quero voltar a treinar e competir só por perto na minha região, levando minha marca para grandes provas também. Sobre as aulas e cursos, ainda estão nos meus planos, só vou parar quando engravidar. Que acho que final de 2021 acontecerá se Deus quiser”.

Fique ligado: @buccibarn.

Por Luciana Omena
Crédito das fotos: Divulgação/Lucas Campos e Soraia Sudário

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Alguns deveres dos proprietários de cavalos

O quanto você conhece seus cavalos e sabe o que se passa com eles no dia a dia do haras ou centro de treinamento?

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Nesse artigo, Aluisio Marins lista 9 deveres dos proprietários de cavalos. Sem dúvida, apenas alguns pontos a respeito de uma ‘função’ que exige amor e dedicação. Confira!

  • É importante que o proprietário saiba tudo o que acontece com seus cavalos no local em que vive;
  • Precisa ainda conhecer o que eles comem. Por exemplo, quantidades, qualidades, tipos, horários. Enfim, tudo o que envolva a alimentação;
  • Saber sobre: odontologia, reprodução, aspectos clínicos. De tal forma que entenda o que está pagando, porque, como e tudo o que acontece com a saúde dos seus cavalos;
  • Conseguir montar seu cavalo e fazer absolutamente o que quiser com ele. Obviamente, que para este item exige-se um mínimo de técnica. Bem como a ciência de que um cavalo em treinamento para uma modalidade tem um plano de trabalho traçado pelo treinador. Por isso, montadas fora de hora podem atrapalhar;
O quanto você conhece seus cavalos e sabe o que se passa com eles no dia a dia do haras ou centro de treinamento? Deveres dos proprietários
  • Conhecer os aspectos de etologia, comportamento natural do seu cavalo;
  • Telefonar ou entrar em contato com qualquer um dos profissionais que estão em volta do seu animal sem constrangimentos;
  • Ter em mente que um cavalo leva tempo a ser treinado, domado, ‘feito’ para alguma modalidade. Neste caminho, muitas vezes se vai a uma prova já sabendo que as chances de vitória são remotas, mas que esta ida serve para dar experiência ao cavalo;
  • Oferecer a ele o melhor que suas condições financeiras possam dar;
  • Entender que um cavalo precisa de um dono. Uma pessoa que tenha preocupações diversas com ele. Acima de tudo, que faça com que ele se sinta cada vez melhor e mais atendido por todos.

Por Aluísio Marins
Diretor da UC, instruindo cavaleiros a mais de 20 anos
Crédito das fotos: Divulgação/Pexels

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Nacional ANLI 2020 bate recorde de inscrições

Evento – que acontece nos dias 27 e 28 de novembro, no Haras NSG, em São Pedro/SP – registrou 450 inscritos, resultado de 245 cards

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O número de inscrições para o Nacional ANLI 2020 bateu todos os recordes. Ao todo, foram registrados 450 inscritos, entre as provas do Potro do Futuro, Prova Técnica, Final Pro Tie Down, Prova de Cronômetro, além de Breakaway Feminino e Jovem.

Antes de mais nada vale destacar que o evento acontece nos dias 27 e 28 de novembro, na arena do Haras NSG, em São Pedro/SP. Portanto, o local receberá os amantes do Laço Individual para a  disputa de uma premiação garantida que já ultrapassou os R$ 175 mil anunciado incialmente e está em R$ 200 mil. 

De acordo com o presidente da Associação Nacional do Laço Individual (ANLI), Fábio Luis Parizi, o recorde de inscrições é resultado de outra conquista da entidade. Afinal, o número de cards, ou seja, competidores associados pagantes atingiu a marca de 245. 

“A associação todo ano faz um card, que o competidor paga como se fosse uma anuidade. Assim, ele ganha o direito de correr nas provas credenciadas da associação. Além das provas que a associação faz. Como o Potro do Futuro, Prova Técnica e a Final. Vale lembrar que esse ano não teve a Final por causa da pandemia. Então, quem adquiriu o card esse ano vai poder participar da Final no ano que vem. Então, esses 245 cards aí são 245 competidores. Que é um numero muito legal”, frisa o presidente.

Nacional e Potro do Futuro da ANLI 2019 – Foto: Divulgação/Rodolfo Lessa

Ano de ascensão do Laço Individual

Fábio ainda enfatiza que, apesar da pandemia do novo coronavírus, a modalidade de Laço Individual teve uma ascensão significativa em 2020. Sobretudo, até a mais do que a ANLI imaginava no início do ano.

“Começamos o ano com 35 provas agendadas, credenciadas na associação, para ir tirando os rankings. Com isso, a gente projetava 180 cards no ano. Mas veio a pandemia e teve poucas provas. Mesmo com todos esses acontecimentos, conseguimos agora chegar com essa prova fazendo 245 cards, é muito legal. Porque o dinheiro da anuidade do card é 100% revertido para premiação da Final, que ficou para o ano que vem agora”.

Expectativa para o Nacional ANLI 2020

Diante destes números, a expectativa para o Campeonato Nacional ANLI é a melhor possível, garante o presidente. “Nos vamos fazer as provas em uma das melhores estruturas do país. Eu acho que a associação nunca teve uma prova tão bem feita, num lugar tão legal, como vai ser esse evento do dia 27 e 28. Vai ter competidor do Paraná, Rio de Janeiro, Goiás, Brasília e São Paulo”.

Paralelo a isso, a ANLI também tem se preocupado com os demais itens determinantes para o sucesso do evento. “A gente está preparando tudo de melhor. Uma bezerrada de uma qualidade excelente, de cruzamento industrial, de nelore, sadia, tudo lote homogêneo. Além de tudo dividido por categoria. Quadro de juízes com americano muito experiente, um dos melhores que tem nos Estados Unidos para julgar junto dos brasileiros. Manejo e preparado de pista igual é nos eventos da ABQM. Locução do Alessandro Mendes. Então, tudo caminhando para ser a melhor prova que a ANLI já fez”.

Programação do evento

Por Natália de Oliveira
Crédito da foto em destaque: Divulgação/Haras NSG

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