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Gotta Gold Chain estará em exposição no Potro do Futuro e Campeonato Nacional ANCR

Os presentes poderão conferir de perto todos os atributos de Gotta Gold Chain de 26 a 28 de novembro, no Parque de Exposições Fernando Cruz, em Avaré/SP

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Força, beleza, pedigree, performance, estrutura e caráter. Tais características resumem perfeitamente o garanhão Gotta Gold Chain, que estará em exposição durante o Potro do Futuro e Campeonato Nacional ANCR.

Portanto, os presentes poderão conferir de perto todos esses atributos. Antes de mais nada vale frisar que o evento acontece de 26 a 28 de novembro, no Parque de Exposições Fernando Cruz Pimentel, em Avaré/SP.

De acordo com Anderson Bernal, um dos proprietários de Gotta Gold Chain, esta será a primeira vez que o garanhão participa de um evento da Associação Nacional do Cavalo de Rédeas (ANCR). “Contudo, essa é a terceira apresentação dele desde que chegou ao Brasil. Na ocasião, estaremos apresentando ele e o projeto de fomento que temos dele, que distribuirá R$2,5 milhões em prêmios para seus filhos. Sem dúvida, ele é um garanhão que encanta pela beleza, estrutura e toda sua genética campeã. Vocês ficaram surpresos”, expõe o proprietário.

Conheça mais o Gotta Gold Chain

O garanhão veio para revolucionar a genética nacional do cavalo Quarto de Milha, em especial de Rédeas. Afinal, em pista é ganhador de U$89.571,00. Seu pai, Jacs Electric Spark é produtor de mais de U$ 3,5milhões e ganhador de U$85.907,00 em Rédeas. Bem como o Melhor Reprodutor dentre os filhos do lendário Shining Spark, 12° Melhor Reprodutor de todos os tempos em Rédeas pela NRHA.

Já sua mãe é Snip O Chex, produtora de mais de U$ 320 mil, filha da lendária, Snip O Gun, Lider All Time Reining Producer que produziu mais de U$900 mil. Uma das melhores linhagens maternas de Rédeas. 

Gotta Gold Chain Foto: Divulgação/Gerson Veiga

Projeto Chain

Gotta Gold Chain é propriedade dos criadores Alessandro Almeida – Alpakatha Ranch, Anderson Bernal – EJB Ranch e Giovani Bernardo Soares – GBS Ranch. Como resultado, formam o condomínio Gotta Gold Chain, que tem projeto de distribuir uma bolsa de R$ 2.450.000,00 milhões em premiações extra para seus filhos, num período de cinco anos no Potro do Futuro da ABQM e ANCR.

O prêmio será distribuído entre a classe Aberta e Amador da seguinte maneira: campeão – R$ 20 mil, reservado campeão – R$10 mil e o 3º colocado R$5 mil, contemplando as modalidades de: Laço Cabeça, Laço Pé, Laço Individual Técnico, Laço Comprido, Vaquejada, Rédeas, Working Cow Horse, Team Penning e Ranch Sorting.

“Assim é uma forma de estimular ainda mais aos proprietários em ter filhos do Chain em seu plantel, pois além de adquirir qualidade genética comprovada, tem a chance de ter uma premiação extra na principal prova da vida do animal atleta”, finaliza Anderson Bernal.

Fonte: AV Comunicação Equestre e Assessoria de Imprensa
Crédito da foto: Divulgação/Gerson Veiga

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Nutrimax desenvolve nova embalagem para já consagrada linha Equestre

No mercado desde 2014, a Linha Equestre é ideal para os animais que estão fora da temporada de provas e, por isso, teve a sua fórmula de sucesso mantida, ganhando agora uma nova identificação visual

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A já consagrada Linha Equestre, da Nutrimax, está de cara nova. Afinal, os cinco produtos da linha – que são ideias para os animais que estão fora da temporada de provas – ganharam uma nova embalagem.

De acordo com a Nutrimax, o objetivo foi trazer mais modernidade na identidade visual da linha. Haja vista que os produtos da Equestre estão está no mercado desde 2014. Assim, agora a nova embalagem traz a mesma modernidade que as demais linhas para equinos da marca (Intense, Ômega, Nutrimarcha e Horse).

Antes de mais nada vale frisar que a fórmula dos produtos da Linha Equestre não sofreram alterações. Sendo assim, o seu uso permanece sendo ideal para a manutenção dos animais que estão fora do período de provas e demais competições equestres.

“Os produtos da Linha Equestre são alimentos balanceados, com níveis de energia equilibrados e enriquecidos com vitaminas e minerais. Dessa forma, em suas composições há somente ingredientes nobres, com baixo teor de amido, fórmula fixa e alta palatabilidade”, frisa a analista do setor de Qualidade da Nutrimax, Verônica Melo.

O atleta e sócio da equipe Hípica Polo, Gustavo Garcia, garante que não fica sem os produtos da Linha Equestre. “Sempre contamos com os produtos de qualidade da Nutrimax para os nossos animais, como é o caso da Linha Equestre. Trata-se de uma ração específica para o período fora da temporada de jogos, com o objetivo de manter a saúde da tropa em épocas de atividades reduzidas”, finaliza.

Unidade da Nutrimax em Salto de Pirapora/SP – Foto: Divulgação/Nutrimax

Sobre a Nutrimax

Desde 2004, a Nutrimax – marca 100% nacional – é referência em nutrição animal. Afinal, alia tecnologia, rigoroso controle de qualidade e, ainda, diferenciais aos seus serviços. Tanto para criadores quanto para lojistas e produtores. Além de sua sede e mais uma unidade instalada em Minas Gerais, a empresa também está presente no Estado de São Paulo, mais precisamente em Salto de Pirapora.

Entre os diferenciais da empresa, está o compromisso com o resultado e a ampla linha de produtos adaptados aos diferentes sistemas de produção e comercialização. Outro ponto que merece destaque é que os produtos são aprovados e fiscalizados pelo Ministério da Agricultura Pecuária e Abastecimento (MAPA).

Por fim, vale mencionar que a Nutrimax atua em toda a região sudeste através de distribuidores e representantes comerciais. Sem falar ainda no suporte de técnicos e médicos veterinários especializados – que fazem atendimento no campo – bem como as equipes de controle de qualidade, pesquisa e desenvolvimento, que são diretamente responsáveis pelos resultados dos produtos.

Instagram: @nutrimaxnutricaoanimal | Facebook: Nutrimax | Site: nutrimax.ind.br

INFORME PUBLICITÁRIO

Por Equipe Cavalus
Crédito das fotos: Divulgação/Nutrimax

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As maiores dificuldades nos Três Tambores atingem a maior parte dos competidores

Claudia Ono comenta que a grande maioria dos problemas no percurso derivam da falta de: equitação de qualidade, conhecimento, tirar sempre o melhor do seu cavalo

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O assunto de hoje é dificuldades nos Três Tambores e como a maioria dos problemas atinge a maior parte dos competidores. Começo aqui com a Lisa Lockhart, que considero uma das maiores do mundo. Ela diz:

“A posição correta para correr Três Tambores é com o seu corpo reto na sela e seus pés na direção do seu assento. Fique parada, centrada em seu cavalo, sem se inclinar para um lado ou outro. Procure não ficar se movendo. Aprenda a conhecer seu cavalo realmente e tenha uma equitação de qualidade.”

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Em 2016, quando comecei o Três Giros e minhas primeiras Mentorias, competidoras como Lisa, Michelle Mcleod, Ashley Schaffer, Amberleigh Moore e outras já faziam parte dos meus posts e do meu Tambor. Com toda a certeza, foi com seus materiais que descobri como acertar a minha equitação para os Três Tambores.

1. Equitação de qualidade é a única forma de ajudar um cavalo ao invés de atrapalhar.

Ficar centrada na sela, portanto, é bem mais importante do que muitos imaginam. Se o seu centro de gravidade não estiver no ponto certo, você não ficará equilibrada e firme. Então, isso refletirá na sua passada.

2. Conhecer seu cavalo vai além de saber suas manias, gostos por petiscos, humor e brincadeiras preferidas.

Acima de tudo, tem a ver com saber o que se passa quando ele arregala os olhos e abre a boca. Creia, não é legal o que ele sente nesse momento. 

3. Saiba como ter o melhor dele e você terá só o melhor.

Claudia Ono comenta que a grande as maioria das dificuldades nos Três Tambores derivam da falta de três pontos básicos  que são importantes

As maiores dificuldades nos Três Tambores atingem a maior parte dos competidores

Não me lembro de uma Mentoria sequer onde eu não tenha batido fortemente nesses três pontos acima.

A grande maioria dos problemas no percurso derivam da falta dessas três peças no jogo.

Então, o jogo fica incompleto. Não tem como ganhar.

Coloque essas peças alinhadas e seu conjunto dará um salto na evolução.

Por Claudia Ono
Três Giros
Crédito das fotos: Reprodução/Facebook

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Chip em éguas melhora qualidade do atendimento durante partos

O Haras Rosa Mystica, localizado em Sorocaba/SP, implementou essa tecnologia buscando algo que ainda não existe no Brasil

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A criação de cavalos, a cada ano que passa, aumenta de valor devido ao nível de investimento dos criadores. Com o intuito de cuidar ainda mais dos potros e da saúde de todo o plantel, um haras no interior de São Paulo investiu em uma tecnologia inédita. A implantação de um chip em éguas que emite um alerta quando o parto está prestes a ocorrer.

Antes de mais nada, sabe-se que potros recém-nascidos são frágeis e susceptíveis à doenças. Ao manter uma criação de cavalos, o criador pensa em como otimizar cada um dos processos. Entre eles, salvar a vida de um potro. Algo que, na maioria das vezes, requer uma ação imediata em questão de horas. Ou seja, a interferência rápida mitiga e até evita o risco de morte dos neonatos.

O método, até então inédito no Brasil, consiste em inserir um chip em éguas prenhes no último mês de gestação. O objetivo dessa tecnologia importada é garantir que o nascimento do potro aconteça sem nenhuma ou quase nenhuma intercorrência. Por exemplo, quando os primeiros sinais do parto se dão de madrugada, um sinal de alerta chega imediatamente aos responsáveis.

O Haras Rosa Mystica, localizado em Sorocaba/SP, implementou a tecnologia do chip em éguas buscando algo que ainda não existe no Brasil
Receptor

Implantação do chip em éguas

De acordo com o proprietário do haras que importou a tecnologia, o processo de implantação é simples e indolor. Próximo ao período do nascimento, o médico veterinário faz a instalação do sensor na vagina da égua. O procedimento tem anestesia local e ponto cirúrgico. A égua não percebe o chip implantado, já que o pequeno objeto não causa nenhum tipo de alergia.

“O produto é encapsulado por um material plástico resistente à chuva e sujeira. É um sensor eletrônico, ativado magneticamente. Quando desconectado, uma antena que liga a uma central captura o sinal. Em seguida, emite um sinal sonoro de alerta para tratadores e veterinários”, explica Nilson Leite, sócio proprietário do Haras Rosa Mystica.

A data do parto nunca é certa, podendo ser antecipada ou atrasada. Por isso a importância do chip que emite um alarme no primeiro sinal de que o potro está nascendo. Os primeiros procedimentos ao neonato em tempo hábil garantem que égua e filhote estejam em condições ideais para o nascimento.

O Haras Rosa Mystica, localizado em Sorocaba/SP, implementou a tecnologia do chip em éguas buscando algo que ainda não existe no Brasil
Transmissor

Procedimento

Assim que se inicia o trabalho de parto da égua, o potro força a vagina. Dessa forma, afasta o sensor magnético que emite o aviso e o alarme chega à casa do tratador. Este é encarregado de avisar o médico veterinário e providenciar os materiais de cuidados ao neonato.

Por meio dessa tecnologia observa-se o quanto antes problemas como consistência das fezes, grau de hidratação, nistagmo (doenças nos olhos do animal). E ainda se o potro deglute o leite, se há refluxo, se urina normalmente, se os cascos estão bem formados.

Por outro lado, o método também cuida da égua. Avalia e identifica se houve sinais de traumatismo na vagina, se ela emite algum sinal de dor ou sofreu algum machucado interno. Cuidados após o nascimento são importantes. Os recém-nascidos continuam sob observação por sete dias.

Se houver qualquer mudança de comportamento, isso pode significar algum problema, como diarreias e cólicas. “Quanto mais cedo o diagnóstico, maiores as chances de cura”, finaliza Nilson Leite, que ao lado dos irmãos investe na criação de cavalos de alta performance para o Hipismo.

O site do desenvolvedor dessa tecnologia aponta que o dispositivo Foalert transmitter surgiu para atender os equinos. Contudo, aplica-se em uma ampla variedade de raças e espécies. Éguas, vacas, ovelhas ou lhamas, por exemplo. É possível instá-lo em diversas éguas ao mesmo tempo, um transmissor para cada animal, mas apenas um receptor de sinal dá conta do monitoramento. 

Por Equipe Cavalus
Colaboração: Assessoria de Imprensa/Stephanie Romero

Crédito das fotos: Divulgação/Arquivo Pessoal

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