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Hutita da Arca pede ajuda: proprietária cria projeto para continuar mantendo-a

O projeto ‘Amigos da Hutita’ visa formar um grupo sólido de amigos que ajude nos custos de manutenção da égua

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Hutita da Arca, da raça Bretão, tem 23 anos. De propriedade de Susana Reinhardt, está alojada hoje no Centro Hípico Hipocampo, em Amparo/SP. Recentemente, a criadora e proprietária pediu ajuda dos amigos em seu perfil no Instagram. Com o aumento dos custos e a diminuição de alguns trabalhos, pensou em doar a égua, mas um amigo deu outra ideia.

Susana atua hoje com Assessoria Equestre a entidades, criadores e eventos. Além disso, ela é Zootecnista, Superintendente da ABCCBretão, Técnica de registro e Juíza das raças Bretão e Percheron, bem como Cours Designer e juíza de provas de Atrelagem pela CBH. “Desde novembro/dezembro todos os custos aumentaram muito. Contudo, meus ganhos não aumentaram e alguns problemas também não se resolveram. Minhas reservas para mantê-la acabaram, então parei para pensar e resolvi que não dava mais para continuar”, conta Susana.

Antes de mais nada, uma decisão que ela em sua profissão ajuda outros criadores e proprietários a tomar. “Minha orientação como zootecnista nas assessorias aos criadores é de sabermos sempre o limite entre a razão e a paixão. Várias vezes tive que decidir isso, desde que comecei a criar em 1987. Sempre tive pelo menos um cavalo ao longo desses 34 anos e faço das tripas coração para mantê-los bem. Em outras palavras demorando sempre a admitir o momento de deixar a razão ganhar. Se não temos condições, temos que dispor do animal para alguém que tenha”.

Projeto ‘Amigos da Hutita’

Decisão tomada, a criadora e proprietária ia doá-la. Porém, em conversa com os amigos, todos a encorajaram que ficasse com Hutita da Arca. “Um dos meus amigos, Aluisio, que inclusive cuidou dela por cinco anos, deu a ideia de formarmos um grupo de colaboradores a fim de custearmos juntos sua manutenção”, explica Susana, lembrando que a égua é importante para a raça com histórico de reprodutora e campeã.

Portanto, o grupo se chama ‘Amigos da Hutita’ e a ideia é que os interessados façam contato com Susana. Ela criou um grupo de Whatsapp para deixar todos os que aderirem ao projeto informados de tudo.  De acordo com ela, a ajuda pode ser mensal ou única em dinheiro. Assim como também em insumos (vermífugo, suplementos, ração, feno, remédios, etc). Basicamente, qualquer pessoa ou empresa do ramo pode contribuir.

“Qualquer valor ajuda. Caso a pessoa queira ajuda de forma anônima, a conta para os depósitos é: Banco Itaú | Agência 0014 | Conta Poupança 44900-3/500 | Susana Reinhardt. Quando ela partir, o saldo que ficar na conta doarei para uma instituição de caridade aqui da cidade. Desde já agradeço muito! Não foi fácil tomar essa decisão e abrir o coração pedindo ajuda externa. Mas o momento exigiu que deixasse meu orgulho de lado. Só quero que ela fique bem!”

Durante a Nacional 2015 com todos criadores que ela passou

Hutita da Arca

Em sua trajetória nas pistas, Hutita da Arca foi campeã Nacional Potra, em seguida campeã Nacional Égua. E terminou sua participação nas exposições da raça Bretão aos 18 anos como campeã Nacional Égua Senior e Reservada Grande Campeã da Raça na Nacional em 2015. Na reprodução, teve nove filhos com pais diferentes, todos entraram em pista, a maioria ganhou os julgamentos.

Em 2016, nasceu a última potra de Hutita da Arca, campeã em 2017. Por conseqüência, ela também ganhou por vários anos o titulo de Progênie de Mãe. Logo depois de desmamar essa última potra nascida, o criador que estava com ela resolveu dispô-la. Susana conta que, então, fez uma parceria com um amigo com o intuito de seguir com ela na reprodução.

“Na época, eu estava com minha outra égua, a Baronne, mas resolvi arriscar. Nosso objetivo era tirarmos embrião ou emprenhá-las com sêmen congelado de garanhões importados. Só que essa parceria não deu certo e acabei ficando com as duas”. Logo depois, Susana tentou outra parceria, com um veterinário especialista em Transferência de Embrião, que deu certo por um tempo, mas depois também parou. Ela assumiu novamente as duas éguas, até que em 2018 a Baronne faleceu.

Desde 2018, portanto, que Hutita da Arca está sob os cuidados de Susana, alojada na Hípica Hipocampo. Nesses anos que se seguiram, até o ano passado, a criadora tentou diversas vezes emprenhá-la novamente. Sem sucesso. Hoje a criadora também é proprietária de uma potra, filha de dois reprodutores de destaque da raça e importantes na carreira dela.

O projeto ‘Amigos da Hutita’ visa formar um grupo sólido de amigos que ajude nos custos de manutenção da égua Bretã Hutita da Arca
Susana e as éguas

Toda ajuda é bem-vinda

Por fim, Susana ainda lembra que Hutita da Arca é Bretã pura, cria do Sr. Anis Razuk, um dos maiores criadores da raça até 2017, quando faleceu aos 95 anos. “Até por isso também tenho o orgulho de estar com ela. Ele foi um grande amigo, ajudei-o a importar muitos cavalos e éguas da França, era como um segundo pai”.

A média de vida é de um cavalo Bretão é de 22 a 23 anos, mas Susana lembra que têm casos em que os cavalos chegam a 25 ou 26, anos. “São raros, mas existem. Principalmente fêmeas. Hutita está chegando perto dessa média e meu desejo é dar o melhor para ela, cuidar até o fim.”

Os custos atuais básicos totais chegam, em média, a R$ 900,00 por mês. Por outro lado, há os custos extras, com suplementos e remédios para a artrite e artrose, que deve fechar uma conta mensal em R$ 1000,00. Se você leu essa história e se interessou em ajudar, faça contato com a Susana através do (19) 99715-4545.

Por Luciana Omena
Crédito das fotos: Arquivo Pessoal

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Cirurgias veterinárias podem ser suspensas por causa da pandemia

De acordo com a Agência Brasil, a ação irá ajudar a diminuir o uso de medicamentos e oxigênio durante o enfrentamento da pandemia no novo coronavírus

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As cirurgias veterinárias podem ser suspensas por causa da pandemia do novo coronavírus (Covid-19). De acordo com a Agência Brasil, a ação deve ocorrer devido as altas taxas de ocupação de unidades de terapia intensiva (UTIs) em todo o país. O objetivo, acima de tudo, é reduzir o uso de insumos, como medicamentos e oxigênio.

Vale lembrar que os médicos veterinários têm contribuído voluntariamente com os órgãos de saúde desde o início da pandemia. A principio, para o empréstimo de equipamentos veterinários compatíveis com o uso humano (como ventiladores mecânicos, monitores multiparâmetros e concentradores de oxigênio).

Além disso, veterinários estão contribuindo para a cessão de anestésicos de clínicas veterinárias voltados ao atendimento de pacientes com Covid-19. E até mesmo integrando equipes multidisciplinares na linha de frente ao combate da pandemia.

Como profissionais de saúde, os médicos veterinários foram autorizados pelos governos federal e estaduais a manterem o atendimento em clínicas e hospitais veterinários. Desde que sempre respeitando as determinações das autoridades locais a fim de diminuir o risco de exposição ao vírus.

Cirurgias eletivas devem ser reprogramadas

Ainda de acordo com o CFMV recomendou, os serviços que não forem de urgência e emergência devem ser reprogramados. Afastando, assim, a exposição desnecessária em momentos críticos de propagação do novo coronavírus. Orientando, inclusive, que os tutores evitassem visitar os animais internados.

“Como princípio fundamental, todos os médicos veterinários devem ficar atentos para que, diante de suas realidades locais, identifiquem e tomem medidas visando contribuir para melhorar as condições de bem-estar, saúde animal, humana e ambiental em equilíbrio com os padrões dos seus serviços”, finalizou a nota do CFMV.

Vale o bom senso

Para o Conselho Conselho Regional de Medicina Veterinária do Estado de São Paulo, os estabelecimentos usem o bom senso. Desde que não prejudiquem a saúde animal. O movimento de interromper as cirurgias eletivas pode ser um bom caminho para ajudar a [controlar] a pandemia.

“Então, a posição oficial do Conselho é o uso do bom senso para não comprometer a saúde animal”, finaliza o médico veterinário Marcio Thomazo Mota, presidente da Comissão de Clínicos de Pequenos Animais do Conselho Regional de Medicina Veterinária do Estado de São Paulo.

Fonte: Agência Brasil
Crédito das fotos: 

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Cavalos e cabras são grandes amigos: você sabe o motivo?

Como ambos são animais de rebanho, normalmente se conectam rapidamente

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Sim, cavalos e cabras são grandes amigos! Como animais de rebanho, ficam juntos no mesmo piquete tranquilamente e tornam-se inseparáveis rapidamente. Um faz companhia para o outro e gostam de estar juntos. Quer seja no campo, quer seja nas baias. Caso tenha as duas espécies por perto poderá vê-los comendo, dormindo e brincando juntos.

Antes de mais nada, preste atenção em um ponto importante. Essa simbiose funciona entre as fêmeas e os cavalos, mas não com os machos. Bodes costumam ser mais agressivos com humanos e outros animais. Portando, cavalos são grandes amigos das cabras e só delas. Interessou-se em investir nessa amizade? Então aqui vão alguns alertas para que tudo corra bem:

Cavalos e cabras são animais de rebanho e normalmente se conectam rapidamente: ficam juntos no mesmo piquete e tornam-se inseparáveis
  • Cabras são menores que os cavalos, por isso certifique-se de que as cercas dos piquetes que eles ficarão são seguras e fazem a contenção dos dois do mesmo modo;
  • Escolha cabras sem chifre a fim de evitar acidentes nos cavalos quando eles se enroscarem na convivência do dia-a-dia;
  • Mantenha-os, antes de tudo, confortáveis com a presença um do outro ao colocá-los juntos por longos períodos de tempo. Lentamente, tenha certeza de que eles se deram bem;
  • Cabras são conhecidas por ‘comer até a morte’. Então, se você vai introduzi-las em seu rebanho, confira se todos os tipos de árvores e plantas da região não são prejudiciais, bem como cuide do local onde armazena a comida delas.
  • Por outro lado, a ração do cavalo é prejudicial às cabras. Elas são espertas , então ajuste seu plano de armazenamento;
  • Uma das grandes vantagens de manter cavalos e cabras juntos é que não existem parasitas ou doenças transmissíveis entre eles. No entanto, ambas as espécies ainda requerem vacinas de rotina para mantê-las em condições saudáveis.

Por Equipe Cavalus
Fonte: Equine Helper
Crédito das fotos: Divulfgação/lindensfarm

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Jornalista, poeta e leiloeiro rural, Marcelo Pardini é o novo colunista do portal Cavalus

“Fazendo algo a mais, mostrando-se diferente (fora da curva), certamente 2021 será repleto de bênçãos e realizações para você”, garante Pardini em seu primeiro artigo assinado para o site

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Começo a primeira coluna no Portal Cavalus agradecendo o convite vindo da empresária Adriane Passos. Eu a conheço de longa data, inclusive, trabalhamos juntos nas revistas Tambor & Baliza, Horse’s Life e no anuário Garanhões & Matrizes, títulos à época da Editora HS. Sei da sua luta e do seu amor para com a comunicação no mercado equestre. Estendo o entusiasmo das boas novas à sua competente equipe de trabalho.

Na atual conjuntura é praticamente impossível escrever algo sem tocar no tema ‘pandemia’. Pois bem… A ideia é trazer uma visão otimista, mesmo diante de tantas dores e perdas. Como pano de fundo, trago um treinamento on-line de mais de 10 horas, do qual participei, promovido por Paulo Vieira, o criador do método CIS – Coaching Integral Sistêmico – e o escritor de maior vendagem na atualidade no Brasil. Boa leitura!

“Você é o único responsável pela vida que tem levado, portanto, somente você pode mudar as circunstâncias”, frisou diversas vezes o palestrante, conhecido por tornar famoso o termo ‘autorresponsabilidade’.

Através de diversas ferramentas desenvolvidas por ele e sua equipe – hoje composta por mais de 1300 colaboradores – o coach abordou o passo a passo para quebrar bloqueios internos; apontou formas de fazer, ter e multiplicar riquezas; definiu as chaves para que 2021 seja ‘o ano prometido’, sempre tendo como sustentação a Inteligência Emocional. Como esse tipo de abordagem faz muito sentido para mim, faço questão de dividir alguns insights:

“O que eu não tenho é pelo que eu ainda não sei, porque, se eu soubesse, eu já teria”. Assim Paulo Vieira reforçou a importância de sermos os comandantes da nossa própria vida. Haja vista que dentre as benesses de traçarmos metas claras e visualizarmos o que almejamos estão diversos processos bioquímicos que são desencadeados em nosso corpo, capazes, inclusive, de promoverem o rejuvenescimento celular. Daí a importância de nos conhecermos a fundo, sabermos das nossas crenças de identidade (ser), capacidade (fazer) e merecimento (ter).

Através da visão positiva de futuro (clareza), mantemos acesa a chama que nos move via conexões poderosas, neurologicamente exequíveis. “Se alguém pôde, você também pode”! Então, paremos de nos boicotar. Saiamos da zona de conforto. Aumentemos a nossa eficiência, tendo maior produtividade. Trilhemos o nosso próprio caminho, pagando o preço das nossas escolhas. Integridade, ambição e persistência formam a tríade que nos mostra que “sucesso é tirar o meu melhor em qualquer circunstância”.

O êxito do passado não garante o bom desempenho no futuro. Achar que está pronto para atravessar diferentes labirintos sem novos saberes é cair nos maiores motivos de desgraça: a arrogância e a autossuficiência. “Acredite: se você busca vencer na vida, precisa se tornar um perito em distinguir atalhos de caminhos. As pessoas de sucesso trilham o melhor caminho, não o que chega mais rápido, mas o mais seguro, verdadeiro e justo”. Por isso, façamos as escolhas certas, prestigiemos princípios e valores, tenhamos credibilidade, sejamos reconhecidos por nosso caráter.

“O tempo é o ativo mais democrático que existe. Todos nós temos 24 horas em um dia, sete dias em uma semana, e 52 semanas em um ano. O que diferencia uma pessoa de sucesso de uma fracassada é como cada uma usa isso”. Nada garante mais autoconfiança do que realizar. É importante entender que a capacidade de realização se constrói passo a passo.

“Quem cria a realidade é quem a observa, ou seja, a forma como as pessoas enxergam o mundo ao seu redor determina os acontecimentos que viverão. É por meio dos modelos mentais elaborados ao longo de nossa vida que construímos o nosso mundo de possibilidades. Então, se você quer mudar a sua sorte, mude as suas crenças. E, dessa maneira, você não apenas verá um mundo diferente, mas também criará uma nova forma de viver”.

A realização pode ser definida como a somatória de sonho, visão, objetivo e ação. “Surpreenda, vá além, dê aos outros o que eles não esperam, criando assim memórias positivas que se tornarão sentimentos de gratidão. Toda pessoa grata fará de tudo para retribuir. Isso se chama reciprocidade, um pressuposto de todos os humanos normais”, falou Paulo Vieira.

Você precisa aprender com os seus erros, pois é você quem constrói a sua sorte e o único responsável pela sua felicidade. Traga a autorresponsabilidade como uma crença arraigada em sua mente, suas palavras e atitudes.

“Jesus Cristo é a minha grande inspiração. Ele não criticava, não reclamava, não buscava culpados, não se fazia de vítima. De modo algum Ele julgava, entretanto, confrontava as pessoas e as situações com a verdade”. A abordagem é muito simples: cada um tem a vida que merece. Mude a sua atitude e você mudará a sua vida e os seus resultados.

“Existe um vencedor em você. Você foi concebido para a vitória e criado para o sucesso. Acredite, você tem capacidade para fazer um mundo melhor e deixar marcas positivas para as gerações futuras. Lembre-se de que o livre-arbítrio é a maior e a mais poderosa ferramenta que o ser humano tem, a decisão agora – no presente – de fazer a diferença. Assim sendo, faça diferente, mude a sua vida enquanto há tempo”!

Por Marcelo Pardini – narrador, poeta, jornalista, pós-graduado em Marketing e leiloeiro rural; titular da marca Agro MP – A voz do Agronegócio.
E-mail: contato@agromp.com.br | Instagram: agromp.marcelopardini
Crédito da foto: Arquivo Pessoal

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