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Parque das Palmeiras é pela terceira vez a casa do Potro do Futuro de Vaquejada

São 17 anos de eventos oficiais de uma modalidade esportiva que faz parte da cultura do Nordeste brasileiro

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Localizado no povoado Brejo, na zona rural de Lagarto/SE, o Parque das Palmeiras estará mais uma vez recepcionando quartistas de todo o Brasil. Afinal, entre os dias 2 e 6 de dezembro, o local será pela terceira vez a casa do Potro do Futuro e Campeonato Nacional ABQM de Vaquejada.

Ao todo, são 17 anos de realização de ambos os eventos, que reforçam, assim, a grandeza desta centenária modalidade esportiva. Uma vez que a Vaquejada mantém suas raízes totalmente voltadas à cultura do povo nordestino.

Se olharmos para o passado, a primeira edição do Potro do Futuro e Campeonato Nacional ABQM de Vaquejada foi realizada em 2003, no Parque Rufina Borba, em Bezerros/PE. Mas, ao longo destes 17 anos, sete estados nordestinos receberam esses campeonatos.

Além de Pernambuco, nos anos de 2003, 2009, 2014, 2016 e 2019, ainda podemos citar os estados de: Alagoas (2004); Rio Grande do Norte (2005 e 2010); Paraíba (2006, 2011 e 2015); Bahia (2007 e 2012); Ceará (2008); e Sergipe em três oportunidades, sendo escolhida a cidade de Lagarto como sede. Um deles ocorreu em 2013 no Parque Zezé Rocha e, em 2017 e 2018, no Parque das Palmeiras.

Espaço FJ Ringo Multieventos: inaugurado durante o Potro do Futuro de 2017

“O bom filho a casa torna”

Relembrando um pouco sobre os dois anos dos eventos realizados no Parque das Palmeiras, o primeiro deles teve um aspecto familiar muito marcante para Geraldo Majella. “Durante o Potro do Futuro de 2017, o dia 24 de novembro ficará eternamente gravado em minha mente pela concretização de um dos mais importantes projetos que idealizei, com a inauguração do recinto FJ Ringo Multieventos em memória ao meu filho Fábio José, falecido em 2001”, destacou o criador.

Na oportunidade, bastante emocionado em seu discurso de abertura perante autoridades estaduais e municipais, diretoria da ABQM e inúmeros quartistas de vários estados, ele explicou o significado do nome.

“Além das iniciais FJ, o nome Ringo foi uma menção ao cavalo de montaria preferido de meu filho nas Vaquejadas. E, portanto, é um sonho que realizo neste momento. Pois inspirei-me na profunda identificação que o Fábio tinha, desde criança, com cavalos de raça e os esportes equestres. Sou hoje um aficionado pelo Quarto de Milha de Vaquejada e, antes de tudo, um apaixonado pela própria família”.

Como resultado, essa megaestrutura vem sendo elogiada por representantes de vários setores. Afinal, ocupa uma área de aproximadamente 1,1 mil hectares, reunindo o Haras Fábio José, o Parque das Palmeiras, o FJ Ringo Multieventos e o Parque de Exposições Gentil Barbosa.

“Além da infraestrutura que o parque já vinha oferecendo, nossa preocupação foi aprimorar o serviço de atendimento aos animais. Bem como promover o bem-estar a todos os participantes. Também ampliamos as arquibancadas, construímos um espaço VIP num ambiente bem decorado. Tudo para recepcionar convidados e autoridades, proporcionando mais conforto e uma visão privilegiada da pista de provas da Vaquejada. Que, aliás, demos início a sua cobertura”.

A arena proporcionará mais conforto aos conjuntos participantes e o público em geral

2020, um evento mais que especial

“É uma grande satisfação para mim e toda a equipe do Haras Fábio José e Parque das Palmeiras recebermos mais uma vez estes grandiosos eventos da ABQM”, disse o empresário Geraldo Majella. Ele ressalta que, as realizações desses eventos em sua propriedade se tornaram mais que especiais. Por isso, não mede esforços para cada vez mais proporcionar o melhor aos visitantes.

“Esse Potro do Futuro de 2020, tem alguns pontos que também temos que destacar. As provas serão disputadas de forma inédita numa arena totalmente coberta, oferecendo muito mais conforto. Tanto aos conjuntos que estarão em pista quanto para as pessoas que estarão vibrando a cada ‘valeu boi’ nas arquibancadas”, ressaltou Majella.

O empresário ainda conclui dizendo: “E para abrilhantar ainda mais esta 18ª versão, a premiação será histórica. Ou seja, passa dos R$ 400 mil, incluindo três carros 0km”.

Haras Fábio José referência em Vaquejada

Um visionário que em curtíssimo tempo tem seu nome em destaque

Por fim, é importante frisar o que representa este grande anfitrião da festa. Foi o empreendedorismo na construção do maior complexo esportivo e social da América Latina e a credibilidade adquirida no criatório Quarto de Milha em apenas sete anos de seleção, que levou Geraldo Majella a se tornar referência nacional no esporte Vaquejada.

Sem falar ainda na vitoriosa trajetória de seu plantel. Afinal, atualmente, ocupa a 5ª posição do ranking entre os proprietários de animais da modalidade, com 784 pontos. Como resultado, Geraldo Majella foi escolhido para ingressar no seleto grupo de personagens do Hall da Fama. Fato registrado em solenidade ocorrida no mês de fevereiro de 2020.

Ciente da responsabilidade pela idealização desse complexo, Majella ratifica o conceito que esta modalidade esportiva teve para sua concretização. “Além de milhares de empregos diretos e indiretos que a Vaquejada proporciona anualmente para o sustento de muitas famílias das regiões do Nordeste e Norte do país, ela possui em suas raízes uma enorme importância cultural que vêm passando de geração em geração”.

E finaliza dizendo: “É importante frisar que toda esta megaestrutura e o sucesso de minha criação só está sendo possível graças ao apoio de uma competente equipe. Esta que é comandada por meu sobrinho Thiago Lima”.

Fonte: Abdalla Jorge Abib – assessoria de imprensa No Galope
Crédito das fotos: Divulgação/
Cuca Comunicação

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Conheça simbologias e fatos interessantes sobre os cavalos na arte

A arte equina mostra o cavalo como o animal mais representado desde a Pré-história e uma das mais antigas matérias artísticas

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O cavalo faz parte da história de evolução do planeta. Em tempos muito remotos, eram usados como meio de transporte e imprescindíveis em batalhas. Retratar o que acontecia na sociedade sempre fez parte do cotidiano humano e por isso há, simbolicamente, tantos cavalos na arte ao longo do tempo.

Antes de mais nada, a arte equina mostra o cavalo como o animal mais representado desde a Pré-história e uma das mais antigas matérias artísticas. É tão antiga como a própria arte. Só pra exemplificar, existem representações de cavalos na arte rupestre paleolítica (Idade da Pedra Lascada) e na arte antiga de todas as civilizações.

O cavalo aparece, portanto, em todos os tipos de arte antiga:

  • Egípcia (do quarto ao primeiro milênio antes de Cristo)
  • Grega (aproximadamente de 900 até 146 a.C.)
  • Chinesa (história contínua de mais de 3 mil anos)
  • Greco-romana (antigas civilizações mediterrânicas)
  • Na Idade Média (entre os Séculos 5 e 15)
  • Na época do Renascentismo (entre meados do Século 14 e o fim do século 16)
  • Barroca (final do século 16 e meados do século 18)

No início, os cavalos na arte eram retratados por seu uso durante a vida cotidiana do homem, como apoio na agricultura, e também durante as batalhas.

Se retratar cavalos na arte antiga era comum, aparece com menos frequência na arte moderna. Talvez por não se encontrarem mais tão significativos como modo de transporte ou como um instrumento de guerra.

Cavalos na arte: a arte equina mostra o cavalo como o animal mais representado desde a Pré-história e uma das mais antigas matérias artísticas
Arte rupestre

Arte moderna

O Modernismo no Brasil foi um amplo movimento cultural que repercutiu fortemente sobre a cena artística e a sociedade brasileira na primeira metade do Século 20, sobretudo no campo da literatura e das artes plásticas.

De acordo com os estudos da pintora Thelma Ferraz, na arte do Modernismo até os dias de hoje, com o advento da fotografia, qualquer representação muito acadêmica começou a perder o interesse. “A figura do cavalo é poética e romântica. Os cavalos na arte representam imponência e são fortes simbolicamente. Assim, a arte contemporânea está ligada a algo mais conceitual”.

O que se busca hoje, portanto, é o conceito de uma determinada obra, qual a finalidade do trabalho, o que ele quer dizer, qual sua função. “Nos dias de hoje, a arte é bastante usada para discutir os problemas da sociedade e da humanidade, retratar questões políticas e sociais. Por isso as representações de figuras, não só do cavalo, mas também de outros elementos, que são pelo belo, apenas por ser decorativo e bonito, esteticamente útil, não chama tanto interesse”, complementa Thelma.

Por sua experiência como uma artista que trabalha a representação acadêmica do cavalo, ela conta que um artista que queira, então, trabalhar hoje com a figura do cavalo terá que ‘linkar’ sua obra a alguma coisa pertinente a arte contemporânea, funcional. “Qual serviço que aquele obra prestará para o momento.”

Bucephalus, ‘O Brado do Ipiranga’, ‘A Proclamação da República’

Cavalos na arte: três obras que merecem destaque

Dentre tantas obras em todos os períodos citados acima, com a ajuda de Thelma, separamos três de destaque com histórias marcantes.

Bucephalus, um dos mais famosos cavalos da antiguidade. Talvez seja o cavalo mais famoso também da arte equina. Era o companheiro de batalhas de Alexandre, o Grande, rei da Macedônia. Em homenagem a ele, a história diz que Alexandre fundou uma cidade, Bucephala (atual Jhelum, no Paquistão). Do mesmo modo que Bucephalus é referenciado em arte e literatura. Algumas obras famosas do cavalo sobrevivem hoje no museu do Louvre em Paris.

O quadro do ‘O Brado do Ipiranga’, de Pedro Américo, é outra obra equestre emblemática. A pintura retrata D. Pedro I no alto de uma colina, de espada em punho e montado em um cavalo alazão. Foi o momento em que o então príncipe regente proclamou a Independência do Brasil. Aliás, muitos atestam que o cavalo era alazão, enquanto outros têm certeza de que era uma ‘bela besta baia’, ou seja, uma égua ou mula de carga sem nenhum charme.

O Marechal Deodoro da Fonseca proclamou a República e esse momento tornou-se uma das obras mais conhecidas e que, frequentemente, ilustra a história do Brasil. O quadro ‘A Proclamação da República’ é obra do artista Henrique Bernardelli. Há uma história que conta que o Marechal estaria muito doente e pediu para montar um cavalo mais manso e por caso o mais feio do batalhão na hora em que se daria a Proclamação da República. Mas o artista foi generoso e deu imponência ao momento.

Por Luciana Omena
Fonte: Wikipedia, Hisour.com
Crédito das fotos: Cedidas
Na foto de chamada: Leonardo Da Vinci – estudo de cavalos

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Casos de mormo em equinos são registrados em Santa Catarina

CIDASC informou que nove cavalos de propriedades localizadas no Oeste do estado foram acometidos pela doença

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De janeiro a março de 2021, foram registrados nove casos de mormo em equinos de propriedades localizadas no Oeste Catarinense. Isso de acordo com informações da Companhia Integrada de Desenvolvimento Agrícola de Santa Catarina (CIDASC).

Como resultado, os casos de mormo em equinos no estado pegou de surpresa autoridades sanitárias. Afinal, Santa Catarina estava prestes a conquistar o reconhecimento nacional como área livre da bactéria.

Dos nove casos registrados no estado, três foram identificados na região de Chapecó. Outros em São Carlos, São Miguel do Oeste, Tijuca, São José, Canelinhas e Rio do Cedro. A fim de evitar uma maior proliferação da doença, as cidades estão fazendo ações integradas nas entradas e saídas do estado.

Além disso, as autoridades catarinenses orientam que os criadores locais estabeleçam métodos de controle na propriedade. Como, por exemplo, o cadastro da propriedade em dia, com os nascimentos e compras, com as devidas guias de trânsito e exames necessários.

Sobre o mormo

Quando diagnosticado pelos meios reconhecidos internacionalmente, mesmo que não apresentando sintomas, o caso deverá ser obrigatoriamente notificado ao órgão responsável do estado. Na sequência, o animal deverá ser submetido a eutanásia.

Conforme especialista, pensar que o animal está curado do mormo é um grande risco para a sanidade animal e, inclusive, humana. Já que no homem a doença pode se manifestar de forma aguda, com febre, formação de nódulos com laringite e infecções nos vasos linfáticos. Podendo, portanto, evoluir para a morte do paciente.

Antes de mais nada vale frisar que o mormo é uma zoonose gravíssima e de grande importância socioeconômica, bem como sanitária. Sendo assim, os principais sintomas são:

  • Febre; temperatura elevada
  • Tremores;
  • Suor excessivo;
  • Sensibilidade a luz;
  • Rigidez muscular;
  • Catarro e sangramento nasal;
  • Perda de peso progressiva;

Como solicitar exame de mormo

O mormo acomete cavalos, asininos e muares. Ela faz parte do Programa Nacional de Sanidade dos Eqüídeos (PNSE), estabelecido pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA). Sendo assim, a solicitação e a realização de exames para diagnóstico da doença é procedimento que só pode ser desenvolvido em conformidade com a legislação.

Por fim, o diagnóstico do mormo é regulamentado pela IN 24 de abril de 2004. As amostras para a realização do exame de AIE devem ser colhidas somente por médicos veterinários devidamente reconhecidos pela Secretaria de Agricultura do estado. Bem como o nome constar na lista oficial do MAPA.

Por Equipe Cavalus
Crédito da foto: Divulgação

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Missouri Fox Trotter tem origem nas montanhas Ozark

Uma raça de cavalos que se originou no estado de Missouri, nos Estados Unidos

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O Missouri Fox Trotter tem sua origem no Missouri, nos Estados Unidos, daí seu nome. Desenvolveu-se, antes de mais nada, nas montanhas Ozark por colonos no início do Século 19. A saber, os Ozarks cobrem uma porção significativa do norte do Arkansas e a maior parte da metade sul do Missouri.

Assim, o Missouri Fox Trotter rapidamente se tornou uma raça de marcha apreciada por suas habilidades de cavalo de carga, resistência e movimentos suaves. Em outras palavras, executa uma caminhada de marcha conhecida como ‘fox trot’. Trata-se de uma marcha diagonal quebrada de quatro tempos, em que o pé anterior do par diagonal pousa antes do traseiro, eliminando o momento de suspensão e aumentando a suavidade.

Os cruzamentos para a formação dessa nova raça começaram com os cavalos levados ao Missouri por colonos dos estados do Tennessee, Kentucky e Virgínia. Desse modo, contribuíram para a formação do Missouri Fox Trotter as raças Arabian, Morgan, American Saddlebred, Tennessee Walking Horse e Standardbred .

Missouri Fox Trotter, uma raça de cavalos que se originou no estado de Missouri, nos Estados Unidos, na região das montanhas ozark

Na época, 1821, se destacou o andar característico para ganhar terreno nas montanhas. Um andar único, útil no terreno rochoso das montanhas Ozark. A raça tornou-se popular entre os criadores de gado também por sua capacidade de trabalhar no rebanho.

Outros dois usos: cavaleiros em trilhas, que apreciam seus passos, resistência e capacidade de carregar peso; e em programas de equitação para deficientes físicos, por conta do seu andar suave e cadenciado. Desse modo, velocidade, resistência e marcha são características apreciadas também pelo serviço florestal dos Estados Unidos na escolha da raça para o trabalho de patrulhamento.

O Missouri Fox Trotter ultrapassou as fronteiras americanas quando a exportação para a Europa começou na década de 1950.

Fonte: Wikipedia
Crédito das fotos: Divulgação/Horsebreedpictures

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