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Rembrandt é um cavalo considerado ‘mito’ no Adestramento

Da raça alemã Westfalen, era um cavalo castanho escuro, que conquistou o mundo do Hipismo

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Montaria da amazona alemã Nicole Uphoff, Rembrandt era um cavalo castanho escuro, exemplar da raça Westfalen. Campeão Europeu Mundial e Olímpico de Adestramento em Seul e Barcelona. Antes de mais nada, sua importância não foi só a nível de resultado, mas também de carisma e importância para a história do esporte equestre. Morreu com 24 anos.

Juntos, Nicole Uphoff e Rembrandt ganharam quatro medalhas de ouro olímpicas, duas individuais e duas por equipe, em 1988 e 1992. Bem como três de ouro e uma de prata nos Jogos Equestres Mundiais de Adestramento.

Além do campeonato Europeu, têm títulos em diversas outras competições internacionais. Conhecido por seu talento e ainda por seu carisma, sensibilidade, elegância, a expressão de Rembrandt no ringue permitiu que ele se tornasse um dos melhores cavalos da modalidade.

Da raça alemã Westfalen, Rembrandt era um cavalo castanho escuro, que conquistou o mundo do Hipismo; considerado ‘mito’ no Adestramento

O criador de Rembrandt foi Herbert de Baey. Seu pai foi Romadour II, um famoso garanhão Westphalian da década de 1970, e sua mãe foi Adone, irmã de Ahlerich, um animal de Adestramento vencedor de múltiplas medalhas olímpicas. Devido à sua aparência de puro-sangue, as pessoas não deram muita bola para ele enquanto crescia.

Cavaleiros perderam, portanto, a chance de comprá-lo quando jovem. Em 1981, Jürgen Uphoff enxergou o que ninguém mais viu, comprou o castrado como uma montaria para sua filha de 14 anos, Nicole. Depois de uma carreira meteórica, se despediu das pistas em 1996, no Stuttgart Indoor Show.

Rembrandt passou o resto de sua vida na fazenda de Uphoff. Até que 30 de outubro de 2001 foi sacrificado depois que sua saúde se deteriorou rapidamente e ele não conseguiu se levantar. Contudo, seu legado está vivo até hoje na memória de todos que acompanharam seus feitos, e nos livros de história, é claro.

Fonte: Wikipedia, revistaaconteceu
Crédito das fotos: Divulgação/HorseMagazine

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Vetnil lança tutorial com instruções de acesso e uso do SIPEAGRO

Sistema do MAPA utilizado para notificações de aquisições e emissão de receitas de produtos veterinários controlados

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Vetnil lança tutorial com instruções de acesso e uso do SIPEAGRO

Em seu canal no YouTube, a Vetnil lançou um tutorial com instruções de acesso e uso do Sistema Integrado de Produtos e Estabelecimentos Agropecuários (SIPEAGRO), do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA). Acima de tudo, a ideia é ajudar e orientar os médicos veterinários no cadastro e emissão de receitas e aquisição de produtos controlados pelo sistema.

Antes de mais nada vale esclarecer que o SIPEAGRO é utilizado para emitir receitas veterinárias. Além disso, é usado para notificar a aquisição de produtos veterinários controlados, que necessitam de receita especial. Sobretudo, de acordo com a instrução normativa 35, do dia 11 de setembro de 2017.

Dessa forma, o vídeo traz um passo a passo para acessar o sistema SIPEAGRO. O mesmo é feito através do site do Ministério da Agricultura – www.agricultura.gov.br. Sendo assim, o vídeo da Vetnil ensina os seguintes pontos, como:

  • Realizar o cadastro de Médico Veterinário no sistema;
  • Prescrever e emitir receitas veterinárias;
  • Emitir uma notificação de aquisição de produto veterinário;

Seguindo as orientações, o médico veterinário estará de acordo com a legislação do MAPA. Para assistir ao tutorial, acompanhe o canal da Vetnil no YouTube: https://www.youtube.com/watch?v=lC_Pk4wOB08&t=55s.

Fonte: Vetnil
Crédito da foto: Divulgação

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Hutita da Arca pede ajuda: proprietária cria projeto para continuar mantendo-a

O projeto ‘Amigos da Hutita’ visa formar um grupo sólido de amigos que ajude nos custos de manutenção da égua

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Hutita da Arca, da raça Bretão, tem 23 anos. De propriedade de Susana Reinhardt, está alojada hoje no Centro Hípico Hipocampo, em Amparo/SP. Recentemente, a criadora e proprietária pediu ajuda dos amigos em seu perfil no Instagram. Com o aumento dos custos e a diminuição de alguns trabalhos, pensou em doar a égua, mas um amigo deu outra ideia.

Susana atua hoje com Assessoria Equestre a entidades, criadores e eventos. Além disso, ela é Zootecnista, Superintendente da ABCCBretão, Técnica de registro e Juíza das raças Bretão e Percheron, bem como Cours Designer e juíza de provas de Atrelagem pela CBH. “Desde novembro/dezembro todos os custos aumentaram muito. Contudo, meus ganhos não aumentaram e alguns problemas também não se resolveram. Minhas reservas para mantê-la acabaram, então parei para pensar e resolvi que não dava mais para continuar”, conta Susana.

Antes de mais nada, uma decisão que ela em sua profissão ajuda outros criadores e proprietários a tomar. “Minha orientação como zootecnista nas assessorias aos criadores é de sabermos sempre o limite entre a razão e a paixão. Várias vezes tive que decidir isso, desde que comecei a criar em 1987. Sempre tive pelo menos um cavalo ao longo desses 34 anos e faço das tripas coração para mantê-los bem. Em outras palavras demorando sempre a admitir o momento de deixar a razão ganhar. Se não temos condições, temos que dispor do animal para alguém que tenha”.

Projeto ‘Amigos da Hutita’

Decisão tomada, a criadora e proprietária ia doá-la. Porém, em conversa com os amigos, todos a encorajaram que ficasse com Hutita da Arca. “Um dos meus amigos, Aluisio, que inclusive cuidou dela por cinco anos, deu a ideia de formarmos um grupo de colaboradores a fim de custearmos juntos sua manutenção”, explica Susana, lembrando que a égua é importante para a raça com histórico de reprodutora e campeã.

Portanto, o grupo se chama ‘Amigos da Hutita’ e a ideia é que os interessados façam contato com Susana. Ela criou um grupo de Whatsapp para deixar todos os que aderirem ao projeto informados de tudo.  De acordo com ela, a ajuda pode ser mensal ou única em dinheiro. Assim como também em insumos (vermífugo, suplementos, ração, feno, remédios, etc). Basicamente, qualquer pessoa ou empresa do ramo pode contribuir.

“Qualquer valor ajuda. Caso a pessoa queira ajuda de forma anônima, a conta para os depósitos é: Banco Itaú | Agência 0014 | Conta Poupança 44900-3/500 | Susana Reinhardt. Quando ela partir, o saldo que ficar na conta doarei para uma instituição de caridade aqui da cidade. Desde já agradeço muito! Não foi fácil tomar essa decisão e abrir o coração pedindo ajuda externa. Mas o momento exigiu que deixasse meu orgulho de lado. Só quero que ela fique bem!”

Durante a Nacional 2015 com todos criadores que ela passou

Hutita da Arca

Em sua trajetória nas pistas, Hutita da Arca foi campeã Nacional Potra, em seguida campeã Nacional Égua. E terminou sua participação nas exposições da raça Bretão aos 18 anos como campeã Nacional Égua Senior e Reservada Grande Campeã da Raça na Nacional em 2015. Na reprodução, teve nove filhos com pais diferentes, todos entraram em pista, a maioria ganhou os julgamentos.

Em 2016, nasceu a última potra de Hutita da Arca, campeã em 2017. Por conseqüência, ela também ganhou por vários anos o titulo de Progênie de Mãe. Logo depois de desmamar essa última potra nascida, o criador que estava com ela resolveu dispô-la. Susana conta que, então, fez uma parceria com um amigo com o intuito de seguir com ela na reprodução.

“Na época, eu estava com minha outra égua, a Baronne, mas resolvi arriscar. Nosso objetivo era tirarmos embrião ou emprenhá-las com sêmen congelado de garanhões importados. Só que essa parceria não deu certo e acabei ficando com as duas”. Logo depois, Susana tentou outra parceria, com um veterinário especialista em Transferência de Embrião, que deu certo por um tempo, mas depois também parou. Ela assumiu novamente as duas éguas, até que em 2018 a Baronne faleceu.

Desde 2018, portanto, que Hutita da Arca está sob os cuidados de Susana, alojada na Hípica Hipocampo. Nesses anos que se seguiram, até o ano passado, a criadora tentou diversas vezes emprenhá-la novamente. Sem sucesso. Hoje a criadora também é proprietária de uma potra, filha de dois reprodutores de destaque da raça e importantes na carreira dela.

O projeto ‘Amigos da Hutita’ visa formar um grupo sólido de amigos que ajude nos custos de manutenção da égua Bretã Hutita da Arca
Susana e as éguas

Toda ajuda é bem-vinda

Por fim, Susana ainda lembra que Hutita da Arca é Bretã pura, cria do Sr. Anis Razuk, um dos maiores criadores da raça até 2017, quando faleceu aos 95 anos. “Até por isso também tenho o orgulho de estar com ela. Ele foi um grande amigo, ajudei-o a importar muitos cavalos e éguas da França, era como um segundo pai”.

A média de vida é de um cavalo Bretão é de 22 a 23 anos, mas Susana lembra que têm casos em que os cavalos chegam a 25 ou 26, anos. “São raros, mas existem. Principalmente fêmeas. Hutita está chegando perto dessa média e meu desejo é dar o melhor para ela, cuidar até o fim.”

Os custos atuais básicos totais chegam, em média, a R$ 900,00 por mês. Por outro lado, há os custos extras, com suplementos e remédios para a artrite e artrose, que deve fechar uma conta mensal em R$ 1000,00. Se você leu essa história e se interessou em ajudar, faça contato com a Susana através do (19) 99715-4545.

Por Luciana Omena
Crédito das fotos: Arquivo Pessoal

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Quinta dos Mendes envolve tradição familiar e amor aos cavalos

De 2007, quando foi criada para abrigar os animais da família nas férias, a área hípica da Quinta dos Mendes conta hoje com estabulagem de cavalos, uma escola de equitação e o mais novo projeto ‘Rider Biomechanics’

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A Quinta dos Mendes era uma antiga propriedade familiar, em Itatiba/SP, do Sr. Geraldo Roberto Mendes, sogro e avô das atuais proprietárias, Aline Mietto Mendes e suas filhas Maria Gabriela e Marianna. Da fazenda que cultivava milho, a criação de gado leiteiro, o local hoje é uma bem-sucedida escola de equitação cheia de novos projetos.

O Sr. Geraldo desenvolvia a cultura de milho. Posteriormente, em 1994, seu filho Antônio Carlos Marques Mendes iniciou a criação de bovinos leiteiros da raça Jersey, voltados a exposição e comercialização do leite. Assim, em 2005 surgiu o projeto do laticínio artesanal e, logo depois, em 2007, a construção da área hípica.

Aline, Antonio, Marianna e Gabriela

Inicialmente, essa área tinha o objetivo de ser um ambiente para os cavalos de Hipismo da família descansarem no período de férias das provas. Conversamos com Marianna Mietto Mendes para conhecer mais sobre essa história, recheada de tradição e amor ao esporte equestre e aos cavalos. Confira!

Quem gerencia a Quinta dos Mendes hoje?

“Atualmente a propriedade se encontra em nome de Quinta dos Mendes Agropastotil Ltda, fundada em 2009. Eu, Marianna, sou sócia da minha mãe, Aline, e da minha irmã, Maria Gabriela. Eu e minha irmã praticamos Salto. A partir de 1998, deixamos nossos cavalos estabulados na Sociedade Hípica Paulista, em São Paulo.

Durante as férias das competições, buscávamos um local para os animais descansavam, passar um tempo em outros ambientes a fim de sair da rotina da hípica. Dessa forma, decidimos iniciar a construção de uma área própria na propriedade da família com esse intuito.

Entre as primeiras ações, a criação de bovinos leiteiros da raça Jersey, voltados a exposição e comercialização do leite. Posteriormente, surgiu o projeto do laticínio artesanal

Assim, construímos alguns piquetes, oito baias e duas pistas. No primeiro momento, a intenção era que os animais descansassem e, ao mesmo tempo, não perdessem a forma. Com o passar dos meses, cavaleiros e amazonas da região se interessaram por estabular seus animais na propriedade. Então, desenvolvemos comercialmente a área hípica da Quinta dos Mendes”.

E quando surgiu a Quinta dos Mendes Equitação?

“Em 2012, eu estava em meu último ano na faculdade de Zootecnia. Por intermédio do meu orientador, o Prof. Nicolau Puoli Filho, realizei um estágio em um centro hípico de Adestramento na Inglaterra. E lá aprendi muitas coisas sobre o manejo dos cavalos de esporte. Ao finalizar a faculdade, portanto, comecei a administrar a parte hípica da Quinta dos Mendes. E, através de algumas parcerias com outras escolas, comecei a dar aulas de equitação para iniciantes.

Só em 2014 que começamos, de fato, o projeto ‘Quinta dos Mendes Equitação’. Eu e o Paulo, nosso instrutor, temos o curso de instrutor da FEI nível 1, que chama: Course For National Coaches – Level 1, de acordo com o Programa de Educação FEI Coach.

Trata-se de uma escola que tem como objetivo, além da prática do esporte, a interação do aluno com o cavalo. Por isso, implementamos diversos programas como equitação lúdica, clube do horsinho, equitando, equitação básica e salto. Para atender crianças a partir dos 2 anos à adultos.

Os alunos da hípica treinam e participam de campeonatos

Ou seja, do primeiro contato com o cavalo até quem já possui experiência. A Escola abriga aqueles que querem aprender a montar para realizar um passeio ou seguir para a modalidade Salto. E, durante as aulas, os instrutores ensinam a limpar e selar os cavalos, pois acreditam que é muito importante, desde o início, esse aprendizado”.

Qual a estrutura da área hípica hoje?

“Além da escola de quitação, a hípica também oferece hospedagem para cavalos próprios, sejam para o esporte, aposentadoria ou férias. Atualmente, temos um total de 18 animais, 13 baias; uma pista com 60m X 60m, com iluminação e irrigação, e outra pista de 20m X40cm; redondel, quartos de selas e piquetes com ‘lanchonetes’ para os cavalos.

Pensando nos clientes, existe ainda uma casa na área hípica, oferecida para aqueles que querem passar o final de semana. Também temos uma lanchonete, em servimos diversos tipos de queijos produzidos pelo laticínio artesanal da propriedade.

Hoje são 13 baias, duas pistas e uma estrutura completa para a prática da equitação

Atualmente, eu e minha Irma Gabriela, que é médica veterinária, nos dedicamos 100% à Quinta dos Mendes Agropastoril Ltda. A Gabriela é responsável pelo laticínio e bovinos, enquanto eu cuido da hípica. Desde pequenos convivemos com os animais, por acompanharmos nosso pai e vermos o amor que ele sempre teve por essas áreas. Então, permanecemos empenhadas em fazer com que a propriedade cresça e projetos promissores aconteçam!”

Para finalizar, conte um pouco sobre o novo projeto ‘Rider Biomechanics’.

“A Quinta dos Mendes Equitação busca formar cavaleiros e amazonas que compreendam a influência que uma boa postura possui para que o cavalo responda corretamente e rapidamente aos comandos solicitados. Então, com o intuito de agregar nessa formação, realizamos uma parceria com nossa cliente Raquel Bártholo, que apresentou o projeto ‘Rider Biomechanics’.

Raquel é professora de Educação Física, formada há 25 anos pela UNICAMP, fisiologista do esporte, especialista em ciências da reabilitação física e amazona de Adestramento. A ideia do ‘Rider Biomechanics’ é, primeiramente, realizar exercícios fora do cavalo que façam os alunos ativarem músculos e realizarem movimentos corporais específicos que são fundamentais para uma comunicação eficiente com o cavalo.

Primeiro Curso ‘Rider Biomechanics’ com os alunos da Quinta
Projeto agrega na equitação dos cavaleiros e amazonas de todas as modalidades

A partir do momento que fica claro para o cavaleiro essa consciência corporal, a relação com o seu cavalo se torna mais clara e harmoniosa. Além disso, a comunicação do instrutor com o aluno também fica mais efetiva e, naturalmente, com a junção de todos esses elementos, ocorre uma melhora da performance.

Assim, na Quinta dos Mendes acontecem os cursos e aulas da ‘Rider Biomechanics’, em que realizamos ambas as partes, no solo e montado (fornecemos os cavalos). Porém a equipe pode se deslocar e realizar as aulas em outros locais. É um projeto que teve início este ano e está aberto para todas as categorias e modalidades.”

Fique por dentro: @quintadosmendes.

Por Equipe Cavalus
Crédito das fotos: Arquivo Pessoal

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