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Brasileiro Clemerson Barbalho vence no mundial da AQHA

Campeonato mundial AQHA da raça Quarto de Milha acontece em Oklahoma até o dia 20 de novembro

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O treinador brasileiro Clemerson Barbalho tornou-se campeão mundial AQHA em Rédeas Open Junior Nível 2 com Gotta Diamond Lady, de Mark Weissman, ao marcar 221 pontos. Assim como ficou em terceiro lugar Nível 2 e fez a final do Nível 3 com Spooks Gotta Outfire, nota 216,5 nas duas oportunidades.

Em setembro, Clemerson levou Gotta Diamond Lady ao APHA World Show, campeonato mundial do Paint Horse. Venceu a categoria Open Derby Challenge Nível 1 e ficou em segundo lugar no Nível 4 ao marcar 222 pontos. Por ser filha de Spooks Gotta Whiz (registrado na AQHA e na APHA), a égua também tem registro nas duas raças e por isso pode disputar provas nas duas associações.

Para competir pela AQHA esse ano, devido a pandemia, não foi necessário correr nenhum evento antes. Então, Clemerson conta que traçou uma estratégia para os dois animais: “O mundial é uma prova difícil, as passadas são muito próximas uma da outra. Por isso, optei por inscrever a Lady apenas no Nível 2, pois ela vinha de um ritmo mais forte de provas seguidas, e o Spook nos dois Níveis, 2 e 3”.

Brasileiro Clemerson Barbalho obtém vitória no mundial da AQHA Open Reining Junior Nivel 2 e ainda foi 3° lugar com outro animal também no N2
Spooks Gotta Outfire – Fotos: Shane Rux

Desafios para o AQHA World Show

Para efeito de resultados e classificação no AQHA World Show, todos os inscritos para a categoria correm a primeira passada. Tem-se o resultado do Nível 2 e os que estão habilitados e inscritos para o Nível 3 fazem a final em seguida. “Estou montando a Lady há cinco meses e fizemos duas boas provas, o NRBC e o mundial da Paint, antes de chegar ao mundial do Quarto de Milha. Sinto muito mais confiança em apresentá-la hoje”, reforça o brasileiro. Com a nota que a égua marcou, certamente também teria ido para a final do Nível 3 se tivesse inscrita.

Vale lembrar que Clemerson conhece a Gotta Diamond Lady desde 2018. Juntos, eles foram reservados campeões do Futurity Open Nível 1 em Tulsa. O tempo passou e ao ver a égua no NRHA Derby em junho desse ano, o treinador a indicou para seu cliente, que a comprou do criatório brasileiro Haras Virginia. O futuro se mostra promissor para essa dupla.

Mark Weissman, aliás, é sócio de Clemerson em Spooks Gotta Outfire Outfire (Spooks Gotta Whiz x Black Custom Chex). O cavalo estava nas mãos do treinador Andrea Fappani até três semanas antes do mundial AQHA. Em junho, Spooks Gotta Outfire e Fappani ficaram em terceiro lugar Nível 4 durante o NRHA Derby. Sem dúvida, 2020 está sendo um ano especial para o treinador brasileiro. Fonte: AQHA

Eduardo Menezes

Salto

Fechando a quinta semana do Vilamoura Campions Tour, em Portugal, o top brasileiro Eduardo Menezes, 40, faturou o GP3*, a 1.50m. Dos 60 conjuntos, seis habilitaram-se ao desempate e somente três voltaram a zerar. Eduardo e H5 Chagunus garantiram a vitória com percurso limpo, na ótima marca de 38s96.

“Foi um GP técnico, exigente e com percurso difícil de montar, mas ao mesmo tempo agradável para os cavalos. Claro que quando ganhamos sempre o GP é bom”, ponderou Eduardo. Ele foi integrante do Time Brasil medalha de ouro no Pan Lima 2019. Como resultado, a equipe de Salto do Brasil tem vaga para as próximas Olimpíadas.

Daqui a uma semana, mais ou menos, entre 16 e 19 de novembro, o CSIO3* de Vilamoura terá a Copa das Nações com uma grande atração. Estão convocados para defender as cores do Brasil Eduardo, Francisco Musa, Luis Felipe de Azevedo Filho, Felipe Amaral e Yuri Mansur. A escalação definitiva do Time Brasil liderado por Philippe Guerdat e o chefe de equipe Pedro Paulo Lacerda sai na semana da competição. Fonte: CBH com imagem e informações Facebook Vilamoura Equestrian Center

Brasileiro Clemerson Barbalho obtém vitória no mundial da AQHA Open Reining Junior Nivel 2 e ainda foi 3° lugar com outro animal também no N2
Trevor Brazile

PRCA

Trevor Brazile fez história mais uma vez. Não só ultrapassou a marca dos US$ 7 milhões em ganhos na carreira pela PRCA, como também conquistou seu oitavo título mundial de Steer Roping, seu 26° no total. A National Finals Steer Roping aconteceu na Kansas Star Arena dias 6 e 7 de novembro entre os 15 mais bem posicionados do ranking. Os finalistas tiveram dez rodadas para buscar o título do evento assim como o título mundial.

Antes de mais nada, Brazile precisava apenas marcar tempo na décima rodada para ficar com o título mundial e a melhor média da competição. Aliás, algo que ele fez tantas vezes antes em sua carreira lendária. O cowboy de Decatur, Texas, então, registrou 12s4 suficientes para que tudo se ajustasse. Ele encerrou a temporada de Steer Roping US$ 117.459,00 de premiação em 2020.

Desse valor, pouco mais de US$ 60 mil foi obtido durante a final mundial. E somou 124s5 em dez rodadas durante a competição decisiva, a menor soma entre os finalistas. “Quero que todos saibam que meus agradecimentos vão para o meu Senhor e Salvador Jesus Cristo. Ele me abençoou muito. Estou muito grato pela oportunidade e as bênçãos que surgiram em meu caminho. De tal forma que fomos capazes de realizar mais esse feito”.

As oito fivelas de campeão mundial em Steer Roping de Brazile (2006-07, 2011, 2013-15 e 2019-20) são a segunda melhor marca de todos os tempos na modalidade. Só Guy Allen tem mais, 18. O 26° título mundial também é um recorde. Brazile também tem títulos All-Around, em Tie-Down Roping e em Team Roping. Fonte: PRCA

Por Luciana Omena
Na foto de chamada: Gotta Diamond Lady ladeada por Clemerson, sua esposa e seus pais e ainda Niki e Gabriel Diano com os filhos. Niki é a veterinária da Therapy4Horses, que tratou a égua para que voltasse a competir

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Internacional

José Vitor Leme supera dor e vence mais uma etapa da PBR

No primeiro rodeio da PBR com 100% de capacidade da arquibancada nesse período de um ano de pandemia, brasileiros conquistam seis das dez primeiras posições

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Com 100% de aproveitamento, mesma porcentagem de fãs na arquibancada de uma arena coberta, José Vitor Leme (foto) venceu a 9ª etapa da PBR 2021, em Sioux Falls, South Dakota, de 9 a 11 de abril. Contudo, uma vitória de superação, já que logo no começo da terceira rodada torceu seu tornozelo no brete, o mesmo que havia lesionado no começo do ano.

Assim, montou em Lil 2 Train sentindo dores. Parou os 8 segundos e marcou 90,5 pontos. Classificado em primeiro lugar para a rodada decisiva, José Vitor Leme foi ‘para o sacrifício’ como dizemos aqui no Brasil. Selecionou Hundred Bad Days e valeu a pena. Recebeu dos juízes 92,25 pontos, sua sétima nota na casa dos 90 pontos, e carimbou o título da etapa.

“Eu só me concentrei nos meus touros a fim de tentar fazer o meu melhor. Senti um pouco de dor, mas sei que preciso ser um cowboy e montar meus touros. Foi para isso que vim. Tento me concentrar nos meus touros e fazer meu trabalho”, comenta o brasileiro à reportagem da PBR. Por seus esforços, ele ganhou um cheque de US$ 37.414,41 e 178,5 pontos pra o ranking mundial. 

Dessa forma, manteve a terceira posição na classificação geral, mas encurtou a distância para o líder. José Vitor Leme tem agora 95,50 pontos a menos que o brasileiro Kaique Pacheco, primeiro colocado do mundial de Montaria em Touros da PBR. Além disso, Leme somou sua 15ª vitória em eventos da elite da PBR nos Estados Unidos na tarde deste domingo.

De acordo com o Rodeio S.A., com mais esta vitória – a segunda na atual temporada – o brasileiro entra para o seleto clube de competidores que atingiram a marca de 15 títulos na principal divisão da PBR, feito alcançando somente por outros oito atletas até então.

No primeiro rodeio com 100% da capacidade da arquibancada, brasileiros conquistam seis das dez primeiras posições; José Vitor Leme vence
Paulo Lima – Foto: André Silva

Outros resultados

Nessa etapa Kaique Pacheco não foi bem, uma parada apenas, 86 pontos em Rising Sun. Cooper Davis é o segundo colocado do ranking geral, 69 pontos atrás do brasileiro. O norte-americano também fez uma etapa menos expressiva, contando ainda que não montou nas rodadas finais por conta de uma concussão.

João Ricardo Vieira foi o outro único competidor com 100% de aproveitamento em seus touros nessa etapa. Chegou bem perto de vencer a etapa. Para a decisão, o brasileiro selecionou um bom touro, I’m Legit Too. Em busca do seu primeiro título mundial na modalidade, parou e ‘fez bonito’: 93 pontos, a maior nota da etapa e da rodada. 

Ele deixou Dakota do Sul com 134 pontos adicionados ao ranking e US$ 26.028,92 pelo vice. É o quarto na tabela geral de classificação, 183 pontos atrás do líder. O terceiro colocado foi Dener Barbosa, caiu apenas no round final. Boogie Bomb o derrotou em 4s96. Mas o final de semana lhe rendeu pontos importantes, pois subiu de 12° para quinto no ranking mundial.

Pontuaram ainda Marco Eguchi (5°), Eduardo Aparecido e Marcelo Procopio Pereira (7°), Ramon de Lima (11°), Silvano Alves (13°), Kaique (14°), Rafael Henrique dos Santos (17°), Alex Cerqueira (18°), Junior Patrik Souza (19°).

No mesmo final de semana, pela segunda divisão – Velocity Tour – o brasileiro Paulo Ferreira Lima venceu a etapa de College Station, Texas. Parou nos três touros que montou e com o resultado subiu para a importante 37ª posição na classificação geral do campeonato.

A próxima etapa da Unleash the Beast acontece dias 17 e 18 de abril, em Oklahoma City. Pela Velocity, etapa em Grand Forks, North Dakota, dias 16 e 17.

Fonte: PBR
Tradução e adaptação: Luciana Omena
Crédito das fotos: BullStockMedia/PBR

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Internacional

Norman Curry foi o segundo a vencer os 10 touros da NFR

Na história do rodeio mundial, somente três competidores pararam nos dez touros das dez rodadas da National Finals Rodeo

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A história do bullrider Norman Curry, de DeBerry, Texas, tem o forte apelo por ele, até hoje, estar em uma seleta lista de recordistas. Talvez uma das coisas mais difíceis de conseguir no rodeio é não cair de um touro dez dias seguidos e no mesmo evento.

Mas Norman Curry conseguiu. E além dele, outros dois competidores. Primeiro foi Jim Sharp, em 1988. Em seguida, Curry em 1990. Por fim, o brasileiro Adriano Moraes em 1994. Depois deles, ninguém.

Alguns atletas têm feitos incríveis ao longo da história da Professional Rodeo Cowboys Association, mas só eles têm no currículo 100% de aproveitamento durante a NFR. Sim, a final mundial do rodeio completo da PRCA, a National Finals Rodeo. O momento máximo do campeonato mundial. Por esse motivo há pressão da busca pelo título mundial no momento e no evento mais importante da temporada.

Norman Curry: na história do rodeio mundial, somente três competidores pararam nos dez touros das dez rodadas da National Finals Rodeo

Enfim, preocupado em vencer seus touros, Norman Curry foi o segundo atleta a parar nos dez touros em 1990. Por conseqüência, venceu a etapa com a maior soma de notas. Aliás, a maior soma recorde de todos os tempos, 800 pontos em dez rodadas.

Voltou para casa ainda com o título de reservado campeão mundial de Montaria em Touros daquele ano ao somar somente na NFR US$ 63.109,00. Ele se qualificou novamente para a NFR em 1991, contudo um acidente na arena no sétimo round o tirou da disputa.

Norman Curry também integrou o time da Professional Bull Riders. Seus resultados na PBR aprecem de 1998 a 2002. Vale lembrar que ele atuava em uma época que tinha como adversários o próprio Jim Sharp, e ainda Tuff Hedeman, Clint Branger, Cody Snyder, Ty Murray, Cody Lambert, Michael Gaffney, Ervin Williams, Cody Custer.

Fonte: Oklahoman
Crédito das fotos: Divulgação/ProRodeo

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Internacional

André Coelho é terceiro no Sand Cup Futurity

Treinador brasileiro segue circuito norte-americano de potros do futuro

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Brasileiro André Coelho garante presença na prova que pagará US$ 1milhão em prêmios, programada para 13 a 19 de setembro no Texas

Foi uma experiência nova para o treinador André Coelho. Morando nos Estados Unidos ininterruptamente desde de dezembro 2018, no último final de semana ele viajou dois dias até Walla Walla, Washington a fim de participar do 15th Annual Sand Cup. “Eu adoro viajar para o norte dos Estados Unidos, as estradas e as cidades são lindas”, afirma ele.

Montando Slym Shady (Frenchmans Fabulous x SF Tiny Bit Of Fame), André Coelho encerrou a categoria Futurity com 30s994, em terceiro lugar na média do 1D. Marcou 15s489 na primeira passada, quarto melhor tempo. E 15s505 no segundo go, novamente o quarto melhor tempo.

 “Estou muito satisfeito com o andamento dos meus potros. Sei que eles têm algumas limitações, mas procuro tirar o máximo de desempenho que deles, especialmente em pistas menores”. Seu  foco é o treinamento de potros e no momento ele tem quatro em atuação. Os dois de mais destaque são Slym Shady (foto) e uma filha o A Streak Of Flying.

Treinador brasileiro André Coelho segue circuito norte-americano de potros do futuro. Ganhou o CSR Sale Incentive e agora 3° lugar no Sand Cup

De acordo com as estatísticas americanas, o brasileiro é no momento o competidor da América do Sul com maior ganho no circuito. Soma mais de US$ 223.800,000. Ano passado, André Coelho apostou em Famous Zorrero, filho do garanhão brasileiro ‘desaparecido’ recentemente, El Shady Zorrero. O potro ganhou US$ 7 mil no Slot da BFA, a prova mais aguardada do ano.

Há quase um mês o André Coelho brasileiro saiu de Bennett, Colorado, onde mora no Smoke Creek Farm, e passou 15 dias no Texas. Ganhou o CSR Sale Incentive, com o Slym Shady. Agora está em Washington, onde permanece para mais um evento esse final de semana. “Volto para casa e logo depois sigo para Oklahoma, para o Ruby Buckle Futurity”.

Por Luciana Omena
Crédito das fotos: Arquivo Pessoal

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