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PBR World Finals: quatro brasileiros entre os melhores do mundo

A PBR encerrou a temporada 2020 com José Vitor Leme campeão mundial; quatro brasileiros entre os melhores do mundo; despedidas e muitas emoções

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Da incerteza por conta da pandemia às adequações para que acontecesse, mais uma PBR World Finals que ficará na memória. Antes de mais nada, o Brasil conquistou seu 11° título mundial com José Vitor Leme. Ao fim das montarias, quatro brasileiros encerraram temporada entre os dez melhores do mundo. E muitos outros fizeram bonito durante a etapa final e na briga pelo título de novato do ano.

A disputa da final mundial da PBR não só mudou de local como também teve um dia a menos. Aconteceu, portando, de 12 a 15 de novembro, no AT&T Stadium, em Arlington, Texas. Las Vegas não sediou o World Finals esse ano por conta das restrições a eventos pagos com público tendo em vista que a pandemia ainda vigora. Os títulos foram decididos, então, em cinco rodadas. O brasileiro José Vitor Leme conquistou sua fivela de ouro e o bônus de US$ 1 milhão antecipadamente no sábado (14).

Então, com o mundial ‘fora do jogo’, toda atenção no domingo (15) ficou para a decisão do campeão da etapa e dos títulos de Rookie of the Year e melhor touro do ano. Em resumo, o norte-americano Boudreaux Campbell sagrou-se campeão da etapa e novato do ano em sua primeira PBR World Finals. Com a premiação pelo título e mais o que ganhou nos rounds, volta para casa US$ 368.500,00 mais rico.

Sua performance, sobretudo, o colocou do 33° ao 3° lugar da classificação geral da PBR 2020. “Estou sem palavras. Trabalhei nisso o ano todo, principalmente ao considerar o ano que tivemos”, comenta o jovem, que também está classificado para disputa a National Finals Rodeo, a final mundial da PRCA.

A PBR encerrou a temporada 2020 com José Vitor Leme campeão mundial, quatro brasileiros entre os melhores do mundo e muitas emoções
Boudreaux Campbell

Brasileiros que foram destaque na PBR World Finals

A fivela estava garantida, mas José Vitor Leme ainda podia ganhar o título da etapa. “Ele teve duas montarias bem difíceis na última noite e acabou não vencendo seus touros. Mas nada que manchasse o que ele fez durante toda a temporada. Nada que apague o brilho de uma das temporadas mais brilhantes de um campeão mundial em todos os tempos”, analisa Abner Henrique, nosso colaborador e especialista em rodeio.

José Vitor Leme somou 1573 pontos e encerrou a temporada 2020 com US$ 1.601.931,57. Mesmo não montando por testar positivo para Covid-19 na semana da final, João Ricardo Vieira manteve o segundo lugar na classificação geral, 916,91 pontos. Marco Eguche fez mais uma World Finals impecável, saiu do 19° para encerrar a temporada em 4° lugar. O quarto brasileiro no Top 10 é Kaique Pacheco, sexto lugar com 685,50 pontos.

De acordo com Abner, Marco Eguchi não pode ser considerado uma surpresa. “Poucos apostavam nele e Eguche foi o melhor brasileiro da final. Montou muito bem durante todas as noites e esteve muito próximo de fazer história vencendo o evento pela segunda vez. O desempenho neste fim de semana garantiu a melhor colocação de sua carreira na PBR e, certamente, o coloca como um dos favoritos para o próximo ano”.

A análise de Abner aponta ainda a conclusão de Kaique Pacheco. “Acredito que teve como maior adversário o sorteio. Parou nos três primeiros touros, mas teve notas baixas e conquistou poucos bônus. Não que isso tenha feito diferença na briga pelo título mundial, mas acreditávamos que ele terminaria o ano em segundo lugar. Montou bem, teve um bom aproveitamento, mas acabou conquistando poucos pontos durante o fim de semana”.

Outras análises

Com toda a certeza, outros destaques do Brasil foram Eduardo Aparecido e Silvano Alves. Conforme Abner conta: “sempre constantes, fizeram uma boa final e são nomes experientes que devemos ficar de olho no próximo ano também”. Sem esquecer de Alex Cerqueira, terceiro colocado no Rookie of the Year. Aliás, dos 17 que contam como novatos, oito são brasileiros. Em resumo, tem muito mais gente para brilhar em 2021.

Aos 36 anos, João Ricardo Vieira é, com toda a certeza, um dos destaques da temporada. Mesmo sem participar, manteve a segunda posição no ranking. “Isso se deve a uma combinação de resultados, já que os que estavam mais próximos dele e que acreditávamos que poderiam ultrapassá-lo, não conquistaram pontos suficientes. Os principais bônus ficaram nas mãos de quem estava muito distante no ranking e isso foi o fator fundamental para o João Ricardo manter a vice-liderança. De fato, algo que eu acredito que foi muito justo pela excelente temporada que ele fez”, reforça Abner.

Não dá para deixar de analisar a trajetória de Boudreaux Campbell. Não chega a ser uma ‘zebra’, pois é um jovem que já provou seu talento, mas não fazia parte da lista de favoritos a vencer a PBR Finals. “Contudo, mostrou que cresce muito em momentos decisivos. Fez excelentes montarias, aproveitou muito bem os bônus e o título da etapa ficou em boas mãos”.

Abner comenta também sobre Jess Lockwood, uma ‘incógnita’ devido a ainda se recuperar de lesões. “A impressão, entretanto, é que ele fisicamente estava bem. O que me faz acreditar que as quedas nas três primeiras noites foram provocadas pelo lado psicológico mesmo”. Em outras palavras, ele sentiu a pressão de ver que era quase impossível vencer o campeonato. “Sem dúvida, não foi o Lockwood que conhecemos, mas fez uma excelente montaria, justamente depois que o título já estava definido.”

A PBR encerrou a temporada 2020 com José Vitor Leme campeão mundial, quatro brasileiros entre os melhores do mundo e muitas emoções

Final mundial só para mulheres

Cinco mulheres se tornaram-se as primeiras na história a reivindicar o cobiçado título de Campeã Mundial de Rodeio Feminino. Como novidade em 2020, a PBR se uniu a WCRA e lançou o Women’s Rodeo World Champion. No total, US$ 750 mil em prêmios, com US$ 60 mil para cada campeã. As disputas foram nas modalidades Breakaway Roping, Team Roping (cabeça e pé), Três Tambores e All-Around.

As quatro melhores do ranking WCRA entraram direto na disputa principal, enquanto as demais participaram da fase de classificação. De 8 a 12 de novembro, cada modalidade realizou sua classificatória em Fort Worth, Texas, com as seis melhores juntando-se as quatro já classificadas para a decisão no AT&T Stadium, em Arlington. As melhores do mundo tiveram um espaço de honra no meio da programação da PBR World Finals.

Rylie Smith e Hope Thompson, com 13s66 (penalizadas) foram consagradas campeãs no Team Roping. Nos Três Tambores, Hallie Hanssen, com Tres Movidas (por Tres Seis), superou a líder e favorita ao título ao marcar 14s735 e ficar com o título. Madison Outhier, de 18 anos, foi a estrela do Breakaway Roping. Um dos nomes que despontam na modalidade marcou 2s08 na decisão. Por fim, o título mundial WCRA/PBR All-Around ficou para a lenda Jackie Crawford, a que mais pontuou em mais de uma modalidade.

Todas as informações, clique aqui.

Por Luciana Omena
Fonte: PBR
Crédito das fotos: BullStockMedia/PBR

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Boa atuação dos brasileiros no Mundial de Rodeio e Derby de Rédeas

Junior Nogueira, Laço Pé (Heeler), e Marcos Alan Costa, no Tie-Down Roping, pontuaram em mais uma rodada da PRCA; também nos Estados Unidos, treinadores brasileiros obtiveram boas colocações no NRHA Derby de Rédeas

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Rodeio e Rédeas boas atuações dos brasileiros 2

Junior Nogueira e Marcos Alan Costa seguem pontuando no Mundial da PRCA – Professional Rodeo Cowboys Association. O maior campeonato de rodeio completo do mundo constrói seu ranking mundial através do dinheiro ganho como premiação nos rodeios sancionados pela associação.

No Team Roping, Junior Nogueira continua líder do ranking mundial de Laço Pé (Heeler). O brasileiro, que é o atual campeão mundial da modalidade, ampliou um pouco mais seus ganhos ao participar do famoso Reno Rodeo, em Reno, Nevada.

Foram mais de US$ 6 mil pelo segundo lugar na primeira rodada, com uma laçada de 5s3, e o sétimo no average (media final), em que somou 22s4 em toda a competição. Agora, Juninho tem US$ 90.996,58 em ganhos e toma direção para fechar mais uma vez a temporada regular na liderança.

A final do Reno Rodeo foi dia 25 de junho, uma das arenas mais cobiçadas do circuito mundial de rodeio. Juninho e seu parceiro, o cabeceiro Kaleb Driggers, estavam embalados depois de laçar no Reno Open, uma prova aberta na mesma cidade, uma semana antes, em 18 de junho. Ao lado de duplas de renome, terminaram em quinto lugar, 46s86 em seis bois.

Marcos Alan Costa, que na rodada anterior já havia elevado seus ganhos, voltou de mais um rodeio com premiação e subiu uma posição no ranking mundial de Tie-Down Roping. Ele agora é o 18° colocado na lista dos melhores do mundo, com US$ 33.162,62.

Participando do Strawberry Days Rodeo, de 15 a 18 de junho, em Pleasant Grove, Utah, Marquinhos foi premiado com US$ 2.492,00 ao terminar esse rodeio em 4° lugar, por uma laçada de 8s1. Na semana seguinte, de 22 a 25 de junho, no West Of The Pecos Rodeo, em Pecos, Texas, o laçador brasileiro foi quinto colocado no average (média final), ao somar 20s5 em dois rounds, levando mais US$ 2.092,00 ao ranking mundial.

Rodeio e Rédeas boas atuações dos brasileiros
Daniel Martins Cruz e Gunners Deja Girl – Foto: Cortesia NRHA/Divulgação

Do rodeio da PRCA para a Rédeas

Muda a modalidade, mas os brasileiros continuam firmes em grandes eventos em todo o território americano. O National Reining Horse Association Derby é uma prova de Rédeas para cavalos de quatro anos de idade ou mais. Promovida pela NRHA, aconteceu de 15 a 26 de junho, em Oklahoma City, Oklahoma.

Sem dúvida, um dos eventos que os competidores gostam de ir e bons resultados dão visibilidade. Temos diversos brasileiros morando e trabalhando nos Estados Unidos, disputando em alto nível todos as grandes provas de Rédeas por lá. E nesse NRHA Derby não foi diferente.

É regra nas provas dessa modalidade a divisão dos conjuntos por nível de competição, que segue uma soma de ganhos nos anos hípicos anteriores. Assim sendo, o melhor resultado da categoria Open Nível 4 foi de Franco Bertolani e Blueyedgirl, 11ª colocação. O conjunto marcou 218,5, empatando com mais dois cavalos. Franco também levou Shiny Silver Chex à final.

Pela Open Derby Nível 3, dois brasileiros no top 5. Fernando Salgado foi terceiro colocado com Electric Enterprize, nota 220. Enquanto Leonardo Kellermann e Blazed By Magnum foram quinto, com 218,5 pontos. Fernando também apresentou Bob Reiner e Pale Dun Star nas finais dos Níveis 3 e 4.

Daniel Martins Cruz foi o destaque do Brasil na Open Nível 1. Com Gunners Deja Girl marcou 214,5 pontos na final e empatou em primeiro lugar com Jack Daniels e She Whiz Shiney. Lorinaldo Gomes e Wimpys Little Rubix, Guilherme Ludwig e Shadows Wish N Tag, e o próprio Daniel com Babys Night Light também fizeram a final do Nível 1.

“Este foi a minha segunda prova com ela. Gunners Deja Girl é incrível e, para mim, um super cavalo. Toda vez que entramos em pista, ela está pronta, e tem um coração muito grande”, conta Daniel à reportagem da NRHA. O brasileiro, com 22 anos de experiência na Rédeas, está há 3 anos nos Estados Unidos e hoje trabalha com Fernando Salgado.

O primeiro NRHA Derby aconteceu em 1980, destinado a cavalos de quatro, cinco e seis anos hípicos. Desde então, todos os anos os competidores buscam o prestigiado título nas categorias Open (profissionais) e Non Pro (não profissionais).

Realizado sempre no final da primavera/início do verão de cada ano em Oklahoma City, Estados Unidos, faz parte de tríplice coroa da NRHA e é uma das provas que mais pagam em premiação da temporada.

Resultados completos, clique aqui.

Por Luciana Omena
Nas fotos de chamada: Junior Nogueira (preto), Marcos Alan (azul) e Daniel Cruz (a cavalo)
Crédito das fotos de chamada: Arquivo Pessoal e Cortesia NRHA/Divulgação

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Cavaleiro das Américas desfila a cavalo pelas ruas de Los Angeles

Filipe Masetti Leite iniciou divulgação do seu documentário ‘The Long Rider’ com chegada triunfal ao TCL Chinese Theatres, que fica na famosa Hollywood Blvd

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Cavaleiro das Américas desfila a cavalo pelas ruas de Los Angeles

Desde que surgiu para o mundo com um dos maiores feitos do homem a cavalo, Filipe Masetti Leite não para de surpreender. O Cavaleiro das Américas, como ficou conhecido após cruzar as Américas a cavalo, está em fase de lançamento do seu documentário, The Long Rider, que conta toda essa história agora em filme.

“Iniciamos o lançamento do The Long Rider aqui no Canadá. O filme vai entrar nos cinemas do país inteiro, de costa a costa. Dia 24 de junho estreamos em Toronto, depois vamos paro o Calgary Stampede, dia 1° de julho, e aí rodaremos todas as cidades, 7 dias em cada cidade, por todo país”, conta o Cavaleiro das Américas.

O documentário já participou de vários festivais internacionais de cinema. “Estou super feliz, ganhamos 4 prêmios de melhor documentário, melhor filme e melhor filme escolhido pela plateia. Além disso, o documentário já passou em Mumbai (Índia), nos Estados Unidos, no Canadá, vai para a Finlândia e para a Itália. Então está sendo um super sucesso”.

Em junho, ao lado dos produtores do filme e sua noiva Clara, Filipe participou do West Coast Premiere, em Los Angeles, Califórnia. Chegou a cavalo para o festival Dances With Films, que aconteceu no TCL Chinese Theatres, localizado na Hollywood Blvd. Um desfile de cowboys por uma das avenidas mais famosas e chiques do mundo.

“Cheguei a cavalo em Hollywood, foi muito top. O Chinese Theatres é o maior cinema do mundo, e que recebe a estreia de todos os filmes grandes, então foi um momento inesquecível. A cavalo, então, muito emocionante. E ao meu lado os Compton Cowboys, um grupo de caubóis negros que usa o cavalo para tirar a molecada das ruas, das drogas, das gangues”, alegra-se o Cavaleiro das Américas.

Cavaleiro das Américas desfila a cavalo pelas ruas de Los Angeles
Filipe ao lado dos Compton Cowboys na Hollywood Blvd

E essa entrada triunfal ao maior cinema do mundo para lançar The Long Rider não era nada menos que o esperado diante de tudo que ele tem feito desde 2012, quando decidiu se lançar na maior jornada da sua vida. Ao todo, Filipe percorreu mais de 25 mil quilômetros por 12 nações em oito anos.

“Tudo está sendo muito especial, como poder chegar a cavalo na Hollywood Blvd com os Compton Cowboys. Um dos temas do meu documentário é que o cavalo é um idioma universal, que rompe fronteiras, que traz o bem. Então, achei muito importante tê-los ao meu lado, para mostrar isso na vida real. Eles têm um rancho na cidade de Compton, Los Angeles, e esse grupo junto comigo foi muito top”.

Cavaleiro das Américas trará The Long Rider ao Brasil

E claro, que The Long Rider não podia ficar fora das telonas brasileiras. O documentário vai chegar ao Brasil, sim. Primeiro, em Espírito Santo do Pinhal, interior de São Paulo, a cidade natal do Cavaleiro das Américas, em agosto. Depois segue para Barretos (SP), onde vai rolar uma ‘première’ muito legal no shopping, com convidados.

“Barretos faz parte de toda essa jornada, então chegaremos com o filme lá no dia 19 de agosto, e vamos ficar em cartaz durante os dez dias da Festa do Peão de Barretos. Na sequência, em setembro, atingiremos algumas cidades do Brasil. Para quem não tiver a chance de ver no cinema, vamos vender os direitos globais para que chegue aos streamings do Brasil. Mas isso mais perto do Natal, e ainda não sabemos se será Amazon Prime, Netflix ou HBO Max.”

Cavaleiro das Américas desfila a cavalo pelas ruas de Los Angeles
O Cavaleiro das Américas em Los Angeles

The Long Rider

O documentário The Long Rider conta a história da pessoa mais jovem do mundo – e o primeiro brasileiro – a cruzar as Américas a cavalo. Produzido pela Mythic Productions, dirigido pelo premiado cineasta Sean Cisterna, foi escrito por ele, Felipe Masetti Leite.

Selecionado a partir de mais de 500 horas de filmagens nunca antes vistas, The Long Rider trata da questão da solidão crônica e da natureza insensível e restritiva das fronteiras internacionais, mas é acima de tudo uma história inspiradora e emocional das proporções mais ousadas e épicas.

Assista ao trailler:


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Filipe Leite, o Cavaleiro das Américas: “um sonho realizado”!

Por Luciana Omena
Crédito das fotos: Arquivo Pessoal/Divulgação


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Brasileiro Marlon Zanotelli fatura 9ª Etapa do Longines Global Champions Tour 2022

Atual nº 7 do ranking mundial, montando Like a Diamond van het Schaek, Zanotelli venceu o GP 5*, a 1.60m. Foi a primeira vez que ele vence a Longines Global Champions Tour na carreira

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Deu Brasil no GP 5*, a 1.60m, na 9ª Etapa do Longines Global Champions Tour 2022. Nesse sábado (25), o campeão pan-americano Marlon Zanotelli, atual nº 7 do ranking mundial, montando Like a Diamond van het Schaek, garantiu o primeiro lugar, a primeira conquista nesta prova, na carreira.

A 9ª Etapa do Longines Global Champions Tour 2022 distribuiu 300 mil euros em prêmios.

O público que esteve presente aos pés da Torrel Eifel, em Paris, foi à loucura com a apresentação. Dos 35 conjuntos, sete protagonizaram o desempate com 300 mil em jogo.

Marlon e Like a Diamond van het Schaek, sela belga de 11 anos, venceram com mais um percurso limpo, na excelente marca 36s07, superando em nada menos que 1s48 a segunda colocada. Com três vice-campeonatos anteriores, essa foi a primeira vitória de Marlon, 34, em um GP do Global Champions Tour, mais prestigiado e bem premiado circuito hípico do hipismo mundial, levando a fatia de 100 mil euros.

A britânica Lily Attwood, de apenas 20 anos vencedora do GP Global Champions Tour em Londres em agosto, dessa vez foi vice com sua nova Cor-Len VD Vlierbeek Z, percurso limpo, em 37s55. O terceiro posto ficou com a amazona norte-americana Lillie Keenan apresentando Queensland E, percurso limpo, 39s13.

“Foi um dia fantástico. A Diamond esteve perfeita. Semana passada fizemos uma falta no GP Global Champions Tour em Estocolmo na Suécia e eu sabia que cedo ou mais tarde chegaria a vitória”, destacou Marlon que a pedidos resumiu a significado da vitória.

“O proprietário da égua está aqui, a minha família, muitos amigos brasileiros e Paris é uma cidade tão especial e ser capaz de vencer aqui é muita emocionante não só para mim como também familiares, meu treinador pessoal e toda equipe. Demorou um pouco para acontecer mas chegou a hora. Quando estou em um desempate com a Diamond sei que tenho uma boa chance de vencer”, finalizou o campeão, em entrevista ao canal do Global Champions Tour.

Marlon vem com tudo para integrar o Time Brasil no Mundial 2022, na Dinamarca, entre 10 e 14 de agosto. Semana que vem, Marlon, ao lado de Pedro Veniss, Yuri Mansur, Rodrigo Pessoa e Francisco Musa larga no CHIO Aachen, meca do hipismo mundial na Alemanha.

Por: Assessoria de Imprensa CBH

Fotos: Longines Global Champios Tour

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Daiane Sudário fala da realização de mais um sonho

A multicampeã dos Três Tambores viajou aos Estados Unidos com o marido, o laçador Luciano Pariz, e voltou com a mala cheia de histórias para contar

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Daiane Sudário fala da realização de mais um sonho

Daiane Sudário participa de provas e rodeios há quase 25 anos. Entre os títulos nos Três Tambores, ela é bicampeã Nacional pela ANTT, bicampeã do Rodeio Internacional de Barretos, bicampeã do Rodeio de Americana, bicampeã do Superhorse Três Tambores, tetracampeã do Rodeio de Jaguariúna, campeã Top Team Crystal, campeã Nacional ANTT Silver Race.

Lendo essa lista você pode pensar: ‘ah, ela já viveu e conquistou tudo que queria’. Mas o que resta de nós sem nossos sonhos? E a atleta e empresária correu atrás de mais três no último mês. Ao lado do marido, o laçador de Team Roping Luciano Pariz, viajou aos Estados Unidos para conhecer a Disney, montar e correr uma prova em solo americano e ver de perto a final mundial da PBR – Professional Bull Riders.

Ficamos curiosos para saber mais detalhes dessa viagem incrível (quem a acompanha pelo Instagram @daianesudariopariz deve ter visto um pouco) e conversamos com ela para contar tudo aqui e inspirar suas próximas férias.

Daiane Sudário fala da realização de mais um sonho
Daiane Sudário e Luciano Pariz em Orlando

Daiane Sudário, essa foi sua primeira viagem aos Estados Unidos?

“Não. Eu tinha fui em 2011 e 2012. E nas duas vezes fui apenas para o Texas. O Luciano não conhecia e estava nos nossos planos fazer essa viagem. Entrou a pandemia e adiamos um pouco. Em seguida, pensamos em ir de lua de mel, mas o País ainda estava com as fronteiras fechadas e com muitas restrições devido a Covid-19.

Então, em 2022, as coisas praticamente normalizaram e vimos que daria certo. Corremos atrás de organizar tudo em tempo recorde para ir na mesma época da final da PBR. Isso nos animou ainda mais”.

E como conseguiu organizar tudo?

“Na verdade, quem montou tudo foi o Luciano, ele é muito bom nisso (risos!). E eu tinha um sonho de conhecer a Disney. Assim, ele organizou para irmos aos parques antes de seguir ao Texas. Depois, quem acabou de fechar os hotéis e passagens foi a Mônica Viagens”.

Daiane Sudário fala da realização de mais um sonho
Ao lado do marido realizando um grande sonho

Primeiro a Disney, conhecer o Mikey (risos!) e depois o Texas, o que fez primeiro quando chegou?

“Desde que fechamos a viagem, eu comecei a mandar mensagem para várias pessoas conhecidas que moram lá. Queria arrendar um cavalo. Mesmo que fosse uma prova pequena ou eu nem conhecesse o cavalo, queria sentir esse gostinho de competir lá. Sempre foi um grande sonho mesmo!

O João Leão, que mora nos Estados Unidos há 4 anos, e eu já o conhecia aqui no Brasil, me ligou no mesmo minuto, me convidando para ir à casa dele. Nós fomos e foi tudo maravilhoso. Conheci o rancho, fui muito bem recebida pela família dele e ainda montei os melhores animais que ele treina. Isso vai ficar guardado no meu coração, toda essa recepção e carinho com a gente”.

Daiane Sudário fala da realização de mais um sonho
Depois de ganhar o cheque de premiação no jackpot que o NRS Event Center faz toda quarta-feira em Decatur, Texas

Vi que ganhou um cheque de premiação.

“Isso. Após montar um pouco com o João, embarcamos os cavalos e fomos a uma prova que tem toda quarta-feira pertinho da casa dele. Eu classifiquei no 3D, entrando na zona de premiação.

Saí do Brasil com o pensamento de que, mesmo que não ganhasse nada eu já estaria realizando um sonho. Mas, quando classifiquei e ganhei um cheque americano com meu nome, hahahaha, foi demais!

O melhor de tudo, uma das coisas que mais eu gostei, foi que vivi cada momento. Estava entusiasmada e calma ao mesmo tempo, sem pressão e sem ansiedade, que de vez em quando atrapalha a gente, né”.

Daiane Sudário fala da realização de mais um sonho
Daiane Sudário pronta para competir no Stockyards Coliseum, em Fort Worth, Texas

E o rodeio em Fort Worth, como surgiu a oportunidade?

“Não bastando todas as emoções de ganhar premiação em solo americano, quando fui visitar o Fabiano Vieira (competidor de Montaria em Touros recém-aposentado), de quem sempre fui fã, ele selou um cavalo e falou: ‘vai treinar, vamos trocar umas ideias’. Ele é muito bom no Tambor e não sabe viu, esconde o leite (risos)!

E o rancho ele é muito bacana, tem animais para arrendar, além de um alojamento maravilhoso. Passei alguns dias lá e, antes de ir embora, fomos a um rodeio no centrinho de Fort Worth, no famoso Stockyards Coliseum.

Ahhh, foi outro sonho realizado. Eu já tinha assistido rodeio lá, mas nunca imaginei que fosse entrar naquela arena para competir. Para quem tem vontade de ir para o Texas e correr algum rodeio, prova, eu indico o rancho do Fabiano Vieira. Ele faz todo esse trabalho junto com a sua família, que eu também amei conhecer!”

Daiane Sudário fala da realização de mais um sonho
Luciano Pariz, Fabiano e Jilian Vieira, Daiane Sudário

Dica especial da Daiane Sudário para quem quer ir ao Texas.

“Acho que o que as pessoas que curtem rodeio e cavalos e farão uma viagem para o Texas devem conhecer é o Fort Worth Stockyards. É o centro da cidade de Fort Worth, Texas, onde tudo gira em torno do mundo western. Tem rodeio toda sexta e sábado o ano todo. Tem os tradicionais desfiles com a presença do famoso gado Longhorn.

E a gente sente a paixão dos moradores e também dos turistas pelo estilo de vida western. Lota toda semana, não tem show musical de banda famosa. É só o rodeio, as competições, o desfile do gado, as lojinhas e bares temáticos. É muito bonito de ver. E fiquei muito feliz de ter estado lá”.

Daiane Sudário fala da realização de mais um sonho
8h30 da noite na pista do Vieira Ranch

Você passaria uma temporada nos Estados Unidos?

“Ah, passaria sim. Acho que seis meses é pouco. Se eu fosse, teria que ser pelo menos um ano. Talvez correndo o circuito da PRCA mesmo, morando no trailer, como todo competidor. Gostaria de viver essa experiência, tenho muita vontade. Mas, não é algo que está nos planos imediatos. Mas tudo nos planos de Deus, quem sabe?”

Valeu a pena?

“Sim. Era um grande sonho. Desde que comecei a competir, em 1998, 1999, eu assistia pela TV a final da PRCA. Passava na ESPN e minha mãe gravava para eu ficar assistindo depois diversas vezes. Eu era alucinada, vidrada, era tudo muito diferente, incomum para a nossa realidade.

Estar lá depois de tanto tempo, montando e competindo de forma tranquila, foi muito especial. Não só competir, mas curtir cada momento, isso foi importante. Desde de selar e preparar o cavalo, aquecer, prestar atenção nas outras competidoras, como elas fazem a preparação delas.

Passear é muito gostoso, mas fazer algo que a gente ama, é diferente. Ter essa oportunidade em outro País foi muito especial. E mesmo com esse tempo de carreira que tenho, acho que o sonho nunca acaba.”

Por Luciana Omena
Crédito das fotos: Arquivo Pessoal

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Ednéio Almeida ganha seu primeiro título da PBR

Brasileiro faturou a Challenger Series, no Cowtown Coliseum, no Texas. Rodada da PBR continua neste domingo (19)

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Ednéio Almeida ganha seu primeiro título da PBR

Deu Brasil neste final de semana na rodada da PBR (Professional Bull Riders)! Ednéio Almeida, cowboy do Ariat Texas Rattlers, venceu sua primeira prova da liga, o título da Challenger Series, no Cowtown Coliseum, no Texas, neste domingo.

O brasileiro começou bem a rodada, marcando logo 88 pontos, mas na rodada do campeonato foi derrubado por Ain’t Foolin em 3s13. Apesar do resultado negativo, a pontuação garantida no primeiro round foi suficiente para lhe dar a vitória.

Almeida ainda deixou o icônico Cowtown Coliseum com 37 pontos na Challenger Series.

Apesar de ser derrotado no primeiro round por Diablo, Jesse Petri, foi um dos seis pilotos a avançar para a rodada final. Apesar de ser derrotado no primeiro round por Diablo, Petri aproveitou sua segunda chance, vencendo White Face. O resultado lhe rendeu 87 pontos e o vice-campeonato.

A exibição de prata de Petri lhe rendeu 27 pontos na Challenger Series.

Outro brasileiro que se destacou foi Leandro Machado, que terminou a rodada em terceiro lugar, com muitos elogios pela sua performance na primeira rodada, quando venceu Modified, faturando 82 pontos.

Bovinos campeões da rodada da PBR

O gado foi uma atração à parte nessa rodada da PBR. Coroado como o Touro do Evento, Soul Train (5S Ranch), alcançou a pontuação máxima entre todos os animais competidores na primeira rodada, quando marcou 44,5 pontos por seus 3,96 segundos de trabalho contra o brasileiro Carlos Gomes Junior.

O PBR Challenger Series no Cowtown Coliseum continua no domingo (19) a partir das às 14h CT.

Classificação final da rodada da PBR no Cowtown

Top 5

1. Ednélio Almeida
2. Jesse Petri
3. Leandro Machado
Rafael José de Brito
Leonardo Lima

Por: Camila Pedroso

Fonte: PBR

Foto: PBR

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Marcos Alan Costa vence dois rodeios e sobe no ranking da PRCA

Laçador brasileiro, campeão mundial de Tie-Down Roping 2017, persegue mais uma classificação para a NFR; Junior Nogueira também pontuou

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Marcos Alan Costa vence dois rodeios e sobe no ranking da PRCA

Uma boa semana para Marcos Alan Costa na PRCA – Professional Cowboys Rodeo Association. O laçador brasileiro, que segue a intensa maratona dos rodeios de verão nos Estados Unidos, venceu duas etapas e melhorou sua posição no ranking mundial de Tie-Down Roping.

Primeiro foi o Johnson County Sheriff’s Posse Rodeo, que aconteceu em Cleburne, Texas, de 8 a 11 de junho. Marcos Alan Costa, que tem o título de campeão mundial de Tie-Down Roping pela PRCA em 2017, marcou 8s4, o melhor tempo da competição. O primeiro lugar lhe rendeu US$ 1.730,00.

No mesmo período, de 9 a 11 de junho, Marcos Alan Costa foi ao Coleman PRCA Rodeo, em Coleman, Texas. Nesse rodeio a premiação era melhor e a vitória rendeu ao laçador brasileiro um pouco mais de prêmio. Seu tempo foi 8s6 e a premiação US$ 2.938,00.

Marquinhos também foi sétimo colocado no Gladewater Round-Up Rodeo, em Gladewater, Texas, realizado no mesmo final de semana. Somou US$ 568,00 por uma laçada de 10s5. Todas essas classificações contaram para o ranking.

O brasileiro persegue uma vaga entre os 15 melhores da modalidade. O objetivo é a classificação para a National Finals Rodeo 2022. Depois dos resultados dessa rodada, ele agora é o 19° colocado na soma geral, com US$ 26.804,00.

Marcos Alan Costa vence dois rodeios e sobe no ranking da PRCA
Marcos Alan Costa e a esposa Keyla Polizello Costa, que disputa nos Três Tambores, seguem juntos o campeonato mundial da PRCA

Marcos Alan Costa segue de acordo com as regras da PRCA

O sistema de competição dos rodeios sancionados pela PRCA permite que os atletas façam uma programação de viagem com o objetivo de participar do maior número de etapas que puder. Contudo, nem todas as classificações contam para o ranking mundial. E é o competidor que define, previamente, quais rodeios entram para essa lista.

Nas semanas anteriores, por exemplo, Marquinhos somou alguns dólares em Bandera e Mount Pleasant, no Texas, e em Durant, Oklahoma. Mas ele não havia assinalado essas etapas, permanecendo com a mesma soma geral no ranking.

Os atletas que concorrem ao difícil circuito mundial da PRCA se preparam para mais semanas intensas. Será o auge dos rodeios de verão. Etapas importantes e cruciais, como a de Reno ainda em junho, para que cada um entre na reta final do campeonato com chances de estar na final mundial.

Marcos Alan Costa vence dois rodeios e sobe no ranking da PRCA
Junior Nogueira – Foto Arquivo/Divulgação

Junior Nogueira continua líder

O atual campeão mundial de Team Roping (Laço Pé), o brasileiro Junior Nogueira, segue liderando o ranking na sua modalidade. Subiu, assim como seu amigo e compatriota Marcos Alan Costa, alguns dólares na última rodada.

Juninho foi terceiro lugar em Weatherford, Texas, um boi de 4s5 e premiação de US$ 2.346,00. E em Ponca City, Oklahoma, foi quarto lugar, com uma laçada de 4s9, levando US$ 1.711,00. O total dele na classificação geral do Laço Pé agora é de US$ 84.049,98.

Em tempo, bons ventos sopraram para o lado verde e amarelo nessa rodada também nos Três Tambores. Keyla Polizello Costa entrou na zona de premiação de duas etapas. Em Coleman, Texas, a amazona encerrou o rodeio no top10, com 17s02. E em Weatherford, Texas, foi sétimo lugar, 17s68. Ao todo, somou pouco mais de mil dólares.

Por Luciana Omena
Fonte: PRCA
Crédito da foto de chamada: PRCA Divulgação/San Sin

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Internacional

Kevin Costner será o marechal do Calgary Stampede Parade 2022

O cargo de marechal da Calgary Stampede Parade já foi ocupado por nomes consagrados como Walt Disney, Chris Hadfield, Pierre Trudeau, William Shatner e Filipe Leite

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Kevin Costner será o marechal do Calgary Stampede Parade

O tradicional Calgary Stampede Parade, que dá início ao The Greatest Outdoor Show on Earth, este ano será liderado pelo lendário ator Kevin Costner. O evento será realizado no dia 8 de julho e terá Costner como marechal do desfile.

Para se ter uma ideia da honraria, nomes como Walt Disney, Chris Hadfield, Pierre Trudeau e William Shatner já ocuparam o cargo de marechal da Calgary Stampede Parade.

O Parede Marshal ou marechal do Calgary Stampede Parade, é a pessoa que lidera o evento, abrindo as festividades do Rodeio, um dos maiores e mais famosos do mundo.

Ator, produtor, diretor e músico, Kevin Costner há mais de 35 anos tem entretido o mundo com seus filmes e programas de televisão. Desde 2018, o ator interpreta John Dutton, protagonista da série “Yellowstone”, da Paramont Network, que atualmente está em sua quinta temporada.

Yellowstone é um faroeste moderno filmado nas colinas e nas Montanhas Rochosas de Darby, Montana.

Kevin Costiner já participou do The Greatest Outdoor Show on Earth e filmou o filme Open Range e Let Him Go na cidade de Calgary.

O ator ainda é fã de longa data das paisagens do sul de Alberta e defensor assíduo do Calgary Stampede.

“Eu só queria dizer como foi bom ser selecionado como Parade Marshal”, disse Costner em um comunicado divulgado pelo Stampede. “Você não vê esse tipo de coisa chegando. Tenho muitas boas lembranças de estar em Calgary. Fez uma grande diferença para mim na minha vida fazer Open Range e Let Him Go lá. É um dos lugares mais bonitos e o mundo se concentra em Calgary e no Desfile, que começou há muito tempo em comemoração à herança ocidental. No dia 8 de julho estarei lá e me sinto muito honrado por fazer parte do que vocês fizeram por tanto tempo e continuar uma tradição. Vejo você no desfile!”, afirmou o ator.

John Scott no Calgary Stampede Parade

John Scott também participará do Stampede Parade 2022 como honorário Parade Marshal.

Terceira geração de fazendeiros, membro da comunidade e destaque na indústria cinematográfica há mais de 50 anos, Scott é um membro da comunidade e está no centro da indústria cinematográfica local há mais de 50 anos. Sua empresa, a John Scott Productions, fez parte de sete filmes vencedoras do Oscar.

Além do destaque na indústria cinematográfica, Scott é criador de cavalos e gado, tendo seu trabalho reconhecido pelo National Cowboy & Western Heritage Museum com o lendário Chester A. Reynolds Memorial Award durante a 60ª edição do Western Heritage Awards em setembro de 2021. 

Brasileiro no Calgary Stampede Parade

Em 2020, o brasileiro Filipe Leite, o Cavaleiro dos Américas, teve a honra de ser o primeiro brasileiro a ser convidado para ser o marechal do Calgary Stampede Parade, em um ano que, com o início do que seria uma pandemia mundial de Covid-19, o evento foi cancelado pela primeira vez desde a sua fundação em 1904.

O brasileiro recebeu o convite diretamente do presidente do Calgary Stampede, enquanto cavalgava com ele em Teslin, Yukon, em julho de 2019.

A ideia era encerrar seu trajeto do Alaska no desfile, mas a pandemia mudou os rumos e o evento foi cancelado. Mesmo assim, o anúncio foi realizado e ele recebeu a honraria.

“Fiquei em êxtase por ter meu nome em uma lista ao lado de tantas lendas. Às vezes, as coisas não acontecem quando ou da maneira como as visualizamos. Mas isso é vida”, comentou Leite.

Por: Camila Pedroso

Fonte:  Quarter Horse News

Fotos: Quarter Horse News

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Internacional

Eduardo de Oliveira conquista seu primeiro título da PBR

Brasileiro venceu o Bulls on The Beach, primeiro evento da PBR Challenger Series realizado nste final de semana em Ocean City, em Maryland

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PBR

O brasileiro Eduardo de Oliveira venceu o primeiro evento da PBR Challenger Series, o Bulls on The Beach, realizado em Ocean City, em Maryland neste final de semana.

Com uma exibição 2 por 4, Oliveira venceu seu primeiro evento PBR na carreira. E a vitória foi recheada de emoção.

Na primeira rodada foi superado por Rocky Malcoma em 7s19. Voltou determinado para a pista para o segundo round, conquistando 81,5 pontos.

No terceiro round, o brasileiro montando Gray Goose e novamente conquistou 81,5 pontos, assumindo a liderança.

Estes dois resultados seguraram a vitória do brasileiro, mesmo depois de cair de Cooter Brown em 4s06 na rodada final.

Os esforços de Oliveira lhe renderam 34,5 Challenger Series, levando-o ao terceiro lugar na classificação da série. Ele está agora a 36 pontos do piloto mais bem classificado.

O segundo lugar ficou com outro brasileiro, o Rafael José de Brito. Piloto do Texas Rattlers, Brito manteve a liderança por um tempo depois de vencer a primeira rodada ao montar Judgment Day por 86 pontos.

Mas, na segunda rodada, foi derrubado por Air Shift em 5s27, perdendo a liderança da rodada. No terceiro round, venceu All In por 68,5 pontos. No round 3, Brito atacou novamente quando superou o All In por 68,5 pontos. Em decisão comercial, Brito recusou a opção de re-passeio, decisão que rendeu dividendos.

O evento de Brito, no entanto, terminou antes do apito de 8 segundos, contrabalançado por Xoxo na rodada final em 3s17.

O segundo lugar lhe rendeu 28 pontos na Challenger Series.

Confira a classificação final do PBR Bulls on The Beach

1. Eduardo de Oliveira, 0-81 -81,5-0-162,50-34,5 Pontos.
2. Rafael José de Brito, 86-0-68.5-0-154.50-28 Pontos.
3. Cole Melancon, 0-88.5-0-0-88.50-17 Pontos.
4. Alex Jenks, 0-86.5-0-0-86.50-10 Pontos.
5. Michael Lane, 85.5-0-0-0-85.50-8 Pontos.
6. Brandon Chambers, 0-0-84.5-0-84.50-8 Pontos.
(gravata). Kyle McDaniel, 0-0-84.5-0-84.50-8 Pontos.
8. Travis Wimberley, 0-0-84-0-84.00-3 Pontos.
9. Jake Morinec, 82.5-0-0-0-82.50-3 Pontos.
10. Marcus Mast, 0-0-81.5-0-81.50-1.5 Pontos.

Por: Camila Pedroso

Fonte: PBR

Foto: PBR / Independentes

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Internacional

Norte-americano de 18 anos bate recorde mundial de Bareback

O novato da PRCA Rocker Shane Steiner marcou a maior nota de todos os tempos na modalidade durante o Riggin Rally Xtreme Broncs, em Darby, Montana

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Com apenas 18 anos, Rocker Shane Steiner bateu recorde mundial de Bareback durante o Riggin Rally Xtreme Broncs, em Darby, Montana

Levou apenas alguns meses para o novato Rocker Shane Steiner gravar seu nome no livro dos recordes. O atleta completou 18 anos em dezembro de 2021 e acabou de bater o recorde mundial de Bareback. A maior nota de todos os tempos na modalidade – 95 pontos – agora pertence a ele.

Natural de Weatherford, Texas, Rocker Steiner ingressou na PRCA – Professional Rodeo Cowboys Association há apenas cinco meses. E o início de sua carreira profissional não podia receber uma notícia melhor.

Além de conquistar seu primeiro título em uma etapa do campeonato mundial de Bareback, Steiner superou seus ídolos ao marcar 95 pontos a bordo do renomado Virgil, do C5 Rodeio. “Não consigo acreditar até agora. Esse foi um dos momentos mais especiais da minha vida”, comenta o atleta.

Ele disse à reportagem da PRCA logo após o rodeio que sonhava em montar esse cavalo desde que começou a praticar o esporte, há quatro anos. O mais surpreendente é que Steiner falou com um dos amigos semanas atrás sobre bater o recorde mundial de Bareback.

“A coisa mais louca é que eu mandei uma mensagem para um dos meus amigos cerca de duas semanas atrás e disse: ‘mano, e se eu bater o recorde mundial em Virgil?'” Steiner riu, acrescentando que seu pai, o campeão mundial da PRCA no Bulldog, Sid, sonhou que ele ganharia a etapa no famoso cavalo tordilho.

Para chegar à disputa do título do Riggin Rally Xtreme Broncs, em Darby, Montana, Rocker Steiner passou por uma classificatória. Ficou em segundo lugar na sua rodada, ganhando vaga para a final, dia 5 de junho. Só depois do sorteio soube que ia montar Virgil. “Eu estava com medo, mas estava pronto. Sabia que algo desse porte ia acontecer”, afirma o novato.

Virgil é uma lenda do Bareback, bicampeão mundial pela PRCA e bicampeão canadense. Steiner soube extrair tudo dessa montaria e o resultado foi a maior nota já vista na modalidade. “Era tudo o que eu sonhava, mesmo assim, demorei a acreditar”.

Atualmente em 10° no ranking mundial da modalidade, com US$ 44.841,41, ele busca classificação para a National Finals Rodeo. Boa parte desses ganhos deve-se à sua performance no famoso RodeoHouston e em etapas de elite como Denver, no Colorado.

Rocker Steiner em Houston – Foto: Divulgação/Wrangler Network

Recorde mundial de Bareback

Em 2002, Wes Stevenson foi o primeiro atleta de Bareback a marcar 94 pontos em uma montaria da modalidade. O texano estava a bordo de Cover Girl durante o Texas Stampede. No ano seguinte, 2003, o recorde mundial de Bareback foi igualado por Will Lowe, em Sky Reach, na etapa de Omaha, Nebraska.

Os dois mantiveram a marca sozinhos até 2009, quando Ryan Gray obteve 94 pontos em Grass Dancer, no rodeio de Eagle, Colorado. Em 2010, Tilden Hooper também recebeu 94 pontos dos juízes ao montar Big Texas, em Silver City, New Mexico.

A nota seria marcada mais duas vezes antes do feito de Rocker Steiner. Tim O’Connell – tricampeão mundial de Bareback – montou Stevie Knicks, em San Angelo, Texas, para 94 pontos. E no mesmo ano, no mesmo Riggin Rally, repetiu a nota em Gun Fire.

Ao superar essas lendas e seus ídolos, Steiner disse: “Eu não poderia ter imaginado algo melhor do que isso”.

Com apenas 18 anos, Rocker Shane Steiner bateu recorde mundial de Bareback  durante o Riggin Rally Xtreme Broncs, em Darby, Montana
Família Steiner – Foto: Divulgação RodeoHouston/KPRC

Família de campeões

Rocker Shane Steiner vem de uma linhagem vencedora. Bobby e Sid Steiner, avô e pai, são a terceira e quarta geração de uma companhia de rodeio lendária, a Steiner Rodeo Company.

Bobby competiu em Touros e no Bareback entre 1968 e 1973, classificando-se três vezes para a NFR, com um título mundial na Montaria em Touros em 1973. Enquanto Sid fez carreira no Bulldog (Steer Wrestling), de 1995 a 2002. Esse último o ano em que ganhou o campeonato mundial.

Outro dado curioso é como Shane ficou conhecido como ‘Rocker’. Seu pai ganhou o apelido de ‘Sid Rock’ por causa da sua fama de competir com determinação, além de carisma. Característica do avô, Bobby, que foi agraciado com o PBR Ring of Honor – uma homenagem ao seu legado.

As celebridades da família Steiner não param por ai. Tanto a mãe de Rocker, Jamie, quanto sua avó, Joleen, competiram nos Três Tambores. E as duas chegaram à National Finals Rodeo: Jamie em 2000, em Las Vegas; e Joleen em Oklahoma City, em 1970 e 1971.

Bobby e Sid, ambos membros do Cowboy Hall of Fame, trabalham no rancho da família, enquanto acompanham Rocker Shane e Steely, a outra filha de Sid, nos Três Tambores. A dupla também é proprietária do Steiner Steakhouse, um restaurante mexicano, em Austin, Texas, e continuam apoiando o rodeio de diversas formas.

Os dois estavam presentes no dia do recorde mundial de Bareback de Shane e puderam compartilhar da comemoração. “Estabelecer o recorde mundial de Bareback aos 18 anos é algo que dura para sempre, muito mais do que dinheiro ou pontos para o ranking”.

“Ninguém vai se lembrar de quanto dinheiro eu ganhei. Todo mundo vai se lembrar que eu estabeleci o recorde mundial de Bareback aos 18 anos em um dos melhores cavalos que já existiu na Terra.”

E ele segue animado, dizendo que já planeja superar a sua própria marca em breve.

Clique aqui e acompanhe a alegria do jovem cowboy em uma sequencia de fotos inspiradora.

Por Luciana Omena
Fonte: PRCA, National Cowboy & Western Heritage Museum, Click2houston
Crédito da foto de chamada: PRCA Divulgação/Roseanna Sales

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Internacional

Vitor Losnake entra para PBR Team Series

Brasileiro foi escolhido para participar do time Arizona Ridge Riders que possui o brasileiro Paulo Crimber como técnico

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PBR

Ótima notícia para os brasileiros! Na última quinta (2), a PBR realizou um Draft complementar para o PBR Team Series e o brasileiro Vitor Losnake foi um dos escolhidos!

A escolha ocorreu para definir mais atletas que irão compor os times na nova liga da competição que começa agora em julho.

Haviam 28 competidores na lista de disponíveis, e Losnake foi selecionado para fazer parte do time Arizona Ridge Riders, que é liderado pelo técnico brasileiro Paulo Crimber.

Além de Losnake, somente o bicampeão mundial Jess Lockwood (Oklahoma Freedom) e o campeão mundial Cooper Davis (Carolina Cowboys) foram selecionados para participar da PBR Team Series.

Cada equipe tinha o direito de escolher até dois competidores da lista, sem obrigatoriedade. No total, elas podem contar com até 12 atletas, sendo cinco titulares e dois reservas, além de cinco suplentes que podem treinar juntamente com a equipe e serem integrados ao time principal nos prazos pré-determinados pelo regulamento.

Nessa seletiva participaram os competidores que se inscreveram com a opção de não atuar em todos os eventos da nova liga. Como a maioria dos times já estavam contratando diretamente, dispensaram a escolha no “Draft”.

As equipes tem até o dia 18 de julho para relacionar oficialmente os sete competidores que farão parte do time principal (5 titulares e 2 reservas), sendo que os cinco escolhidos no primeiro “Draft” precisam obrigatoriamente estar entre eles.

As competições da nova PBR Team Series começam a partir de julho, entre os dias 25 e 26 durante o Cheyenne Frontier Days.

O novo campeonato reúne os melhores cowboys do mundo competindo em oito equipes, cinco contra cinco, em uma temporada de 11 eventos que terminam em novembro.

Confira as equipes do PBR Team Series

AUSTIN GAMBLERS

José Vitor Leme (1)

Austin Richardson (16)

Lucas Divino (17)

Cláudio Montanha Jr. (32)

Conner Halverson (33)

Técnico: Michael Gaffney

NASHVILLE STAMPEDE

Kaique Pacheco (2)

Dener Barbosa (15)

Ryan Dirteater (18)

Manoelito Junior (31)

João Henrique Lucas (34)

Técnico: Justin McBride

ARIAT TEXAS RATTLERS

Cody Jesus (7)

João Ricardo Vieira (10)

Brady Oleson (19)

Brady Fielder (26)

J.C. Mortensen (35)

Técnico: Cody Lambert

KANSAS CITY OUTLAW

Dalton Kasel (4)

Kyle Oliver (13)

Rafael Henrique (20)

Bob Mitchel (29)

Tate Pollmeier (36)

Técnico: J.W. Hart

MISSOURI THUNDERS

Colten Fritzlan (5)

Clayton Sellars (12)

Cody Teel (21)

Andrew Alvidrez (28)

Jessi Petri (37)

Técnicos: Luke Snyder e Ross Coleman

ARIZONA RIDGE RIDERS

Luciano de Castro (6)

Maurício Moreira (11)

Eduardo Aparecido (24)

Chase Dougherty (25)

Marco Eguchi (38)

Vitor Losnake

Técnicos: Colby Yates e Paulo Crimber

CAROLINA COWBOYS

Daylon Swearingen (3)

Mason Taylor (14)

Boudreaux Campbell (23)

Ramon de Lima (30)

Cannon Craves (39)

Cooper Davis

Técnico: Jerome Davis

OKLAHOMA FREEDOM

Eli Vastbinder (8)

Derek Kolbaba (9)

Chase Outlaw (22)

Briggs Madsen (27)

Cade Bunch (40)

Jess Lockwood

Técnico: Cord McCoy

Por: Camila Pedroso

Fonte: @abnerhenriquetherezio

Fotos: @abnerhenriquetherezio

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