Esportes

Campeonato Brasileiro Virtual de Equitação de Trabalho concluído com sucesso

Em julho, a ABET modificou o rumo da temporada, que parecia perdida, com a I Batalha Virtual; conseguiu ainda realizar a Copa Brasil e os campeonatos regionais, culminando com o Brasileiro

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A Associação Brasileira de Equitação de Trabalho encerrou 2020 com sucesso total. O Campeonato Brasileiro Virtual aconteceu de 1° a 5 de nov

A Associação Brasileira de Equitação de Trabalho encerrou 2020 com sucesso total. O Campeonato Brasileiro Virtual de Equitação de Trabalho aconteceu de 1° a 5 de dezembro e o feedback foi totalmente positivo.

Antes de mais nada, a competição manteve o mesmo formato da Batalha Virtual e da Copa Brasil: divulgação dos croquis, inscrição, envio de vídeos, julgamentos e divulgação dos resultados. Portanto, para concorrer ao título brasileiro, os conjuntos inscritos tiveram algumas regras. Entre elas, se participou de pelo menos duas etapas das três anteriores da Copa Brasil.

Assim, o Campeonato Brasileiro Virtual de Equitação de Trabalho foi uma prova única, todos contra todos, em cada categoria. Os que não atenderam o critério de participação prévia, também participaram. Entretanto, a performance deles não contou para a planilha final de resultados. Valia os títulos nacionais de 2020 e o percurso ofereceu dificuldade aos conjuntos.

A Associação Brasileira de Equitação de Trabalho encerrou 2020 com sucesso total. O Campeonato Brasileiro Virtual aconteceu de 1° a 5 de nov
Benedito Torres Macedo e Artemis da SASA JE, conjunto campeão da Principal (Lusitano)

Avaliação

De acordo com Ney Messi, presidente da ABET, foi um desfio para toda a diretoria. “Nenhum de nós, até março desse ano, quando fizemos a primeira etapa, e ainda não se falava em pandemia, nunca tínhamos nos visto em uma situação dessa. Acima de tudo, achávamos que seria impossível fazer uma prova virtual de Equitação de Trabalho”.

Contudo, a ABET precisou voltar de alguma forma. Foi aí que elaboraram a I Batalha Virtual, através das redes sociais da Associação. “Foi uma espécie de brincadeira, com o intuito de movimentar a modalidade e animar os competidores, que estavam a meses sem provas, já que em julho tudo ainda estava fechado”, reforça Messi.

Em outras palavras, a diretoria descobriu que sim, havia uma forma de adaptar o julgamento para a fase de Maneabilidade e fazer uma prova em formato virtual. “Um dos maiores ganhos de tudo isso, que culminou com o Brasileiro, foi o fato dos competidores poderem gravar os vídeos quantas vezes necessário até enviar. Dessa forma, houve um ganho grande em performance, já que repetiram o percurso diversas vezes até considerar que estava bom para o julgamento”.

Por outro lado, o virtual permitiu que muito mais pessoas tivessem acesso à modalidade. Os vídeos disponíveis no youtube da associação foram vistos e revistos no período que estavam à disposição do julgamento. Então, além de treinar bastante a sua própria apresentação, os competidores acompanharam melhor, por exemplo, a prova de nível avançado. “Aprendizado de todos os lados. Esse, sem duvida, foi o grande sucesso dessa temporada 2020”.

Fabio Rogerio Lombardo e Arun de Maripá, conjunto campeão da Preliminar (Marchador)

Destaques

Segundo Ney Messi, a ABET recebeu relatos até de pessoa de fora do Brasil. “Um dos grandes destaques foi o acesso à modalidade. Não apenas de todo o Brasil, como também de fora. Tivemos contatos de pessoas de Portugal e Espanha, por exemplo. Outro caso foi um amigo do Maranhão, simpatizante da Equitação de Trabalho, que conseguiu participar com esse formato virtual”.

Para alguns, de fato, seria impossível fazer uma prova valendo de Equitação de Trabalho. Imagine levar um cavalo do Maranhão para uma das regiões centrais do Brasil onde ocorrem as provas. Com toda a certeza, inviável do ponto de vista financeiro. “Então, esse alcance foi sensacional. Desde julho para cá, além dos estados que já realizamos campeonatos, São Paulo, Minas Gerais, Brasília, Goiás, recebemos vídeos de pessoas do Nordeste, Norte e Sul”.

Outro ponto de destaque citado pelo dirigente foi a visibilidade que a Equitação de Trabalho conseguiu. “Todo mundo falando da modalidade, comentando e participando em massa. As etapas da Copa Brasil e dos regionais tiveram, em média, 150 inscrições, um recorde. Para o Brasileiro, como havia regras de participação e o receio de alguns pelo percurso ser mais difícil, esse número caiu um pouco. Mas já esperávamos, já que no presencial acontece da mesma forma”.

O saldo, afinal, foi totalmente positivo na avaliação da ABET. “O retorno direto dos competidores, toda a informação que chegou pra gente, em sua totalidade, foi altamente favorável. Tivemos alguns desconfortos, mas causados pela confusão dos participantes quanto as regras e o formato virtual, que foi algo novo para todos”, reforça Messi.

A Associação Brasileira de Equitação de Trabalho encerrou 2020 com sucesso total. O Campeonato Brasileiro Virtual aconteceu de 1° a 5 de nov
Resultados

Expectativas da Equitação de Trabalho para 2021

Primeiramente, toda temporada normal da modalidade só começa de março em diante. Então, a ABET tem um tempo bom para resolver todas as questões e aguardar o desdobramento referente à crise importa pelo novo coronavírus. “Sempre tivemos reuniões de definição do calendário, entre outros assuntos, em dezembro. Entretanto, marcamos para a segunda quinzena de janeiro, a fim de aguardar os próximos acontecimentos no Brasil e no mundo”.

A ABET não possui recursos em abundância para realizar as provas presenciais seguindo todos os protocolos sanitários exigidos. Em outras palavras, o mais sensato é aguardar e esperar que até março a situação do País esteja melhor . “Não temos como programar sem saber o rumo que as coisas vão tomar. Nossa expectativa é abrir a temporada 2021 no final”.

Todavia, Ney Messi afirma: “as provas virtuais não sairão do calendário da ABET. Manteremos as etapas virtuais para o ano que vem, com o intuito de manter a visibilidade da modalidade e o alcancee de todos ao nosso esporte.” Todas as informações: abetequitacaodetrabalho.wordpress.com | @abet_brasil_et_oficial.

Resultados

Por Luciana Omena
Crédito das fotos: Divulgação/Ney Messi
Na foto de chamada: Roberto Rahu e Artemis da SASA JE, conjunto campeão da Intermediária

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Breakaway

Breakaway Roping cresce a cada ano no Brasil

Uma modalidade praticada essencialmente por mulheres que vem se fortalecendo passo a passo nos quatro cantos

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Breakaway Roping – algo como ‘laçada que se abre’, em tradução livre – tem origem americana. Por lá, remonta a meados dos anos 90, modalidade exclusivamente feminina. No Brasil, começou em caráter experimental em 2012 na ABQM. Avaré/SP ‘parou’ para ver Eliziane Nogueira laçar. Foi, sem duvida, um ‘ponta pé’ inicial de respeito.

Antes de mais nada, o Breakaway Roping é uma modalidade do rodeio cronometrado que deriva do Laço Individual, nome que hoje é conhecido o antigo Laço de Bezerro. Logo após partir do brete com seu cavalo, a competidora deve laçar um bezerro em movimento no menor tempo possível.

A amazona e o cavalo ficam em uma área ao lado à do bezerro no brete. Prova liberada e uma barreira de barbante que está em volta do pescoço do animal se rompe. Então, ele segue rumo a arena. A competidora tem a permissão de correr e efetuar a laçada.

Está tudo ok quando o laço deve entrar pela cabeça do bezerro e provocar o rompimento do fio preso à sela. Assim, o final do laço fica preso ao pito da sela com um fio de barbante. Fio que, geralmente, possuí uma fita de cor vermelha presa à sua extremidade.

Com efeito, esse recurso permite que o juiz enxergue melhor o momento em que o fio se rompe e laço se solta. Ao rompê-lo, a amazona sinaliza para que o cavalo pare imediatamente. O cronômetro dispara assim que a barreira abre e continua até o rompimento do laço preso ao pito.

Vence, portanto, quem marcar o menor tempo. Como penalidade, acrescenta-se 10 segundos ao tempo final pelo rompimento da barreira. Ou seja, quando o conjunto romper a barreira antes do boi. E a laçada é invalidada – a competidora fica sem tempo – caso não acerte o laço no local correto.

O Breakaway Roping é uma modalidade praticada essencialmente por mulheres que vem se fortalecendo passo a passo nos quatro cantos

Breakaway Roping nos Estados Unidos

O Breakaway Roping é amplamente praticado nos Estados unidos, país de sua origem. Inegavelmente, há um número bem grande de laçadoras espalhadas pelas regiões. As disputas acontecem, geralmente nos rodeios.

A saber, as meninas começam cedo por lá, desde as categorias júnior, ensino médio e colegial. Entre os campeonatos que apoiam as mais novas, a Little Britches Rodeo Association e outras organizações semelhantes.

Evoluindo para os rodeios universitários e semi-profissionais. O Breakaway também tem seu espaço nas competições da American Quarter Horse Association, associação americana do Quarto de Milha. Nas provas da AQHA, todavia, participam homens e mulheres.

Por outro lado, na Women’s Professional Rodeo Association, o maior órgão de nível profissional do esporte, apenas mulheres competem. Aliás, é através da associação mundial de rodeio feminino que conhecemos as maiores ‘feras’ do Breakaway. Verdadeiras lendas da modalidade, como Lari Dee Guy e Jackie Crawford, com inúmeros títulos mundiais no currículo.

Mesmo existindo há muitos anos nos Estados Unidos, foi só apenas de uns dois anos para cá que o Breakaway ganhou a devida notoriedade. Conquistou espaço, portanto, em alguns dos maiores e mais ricos eventos, como o The American, circuito mundial da PRCA e WCRA.

O Breakaway Roping é uma modalidade praticada essencialmente por mulheres que vem se fortalecendo passo a passo nos quatro cantos

No Brasil

No Brasil o Breakaway Roping também é disputado na categoria Jovem, além da Feminina Aberta, Amador e Amador Principiante. Contudo, é a Feminina a grande ‘meninas dos olhos’ de quem pratica e busca melhorias para o esporte. Muitas meninas migraram de outros esportes, enquanto outras já começaram direto laçando.

De fato, cada vez mais regiões aderem à modalidade. E cada vez mais campeonatos tornam-se parceiros, provas não só de Team Roping, como também de Laço Individual. Fomento de todos os lados, mais fortes no Estado de São Paulo, mas ganhando força em Brasília, Minas e Paraná. Ao mesmo tempo, as meninas estão investindo mais, indo as provas e batendo recordes.

A temporada 2020, por exemplo, começou aquecida. A pandemia da Covid-19 deu um freio nos eventos. Contudo, o ano encerrou de forma positivo para a modalidade. De acordo com informações das próprias laçadoras, mesmo em um ano de crise, o Breakaway Roping premiou com quase R$ 30.000,00.

A fim de trilhar um caminho ainda mais forte, as meninas formaram uma comissão para representar e dar voz ao Breakaway Roping frente a provas, organizadores de eventos e associações de raça e modalidade. Com toda a certeza, a modalidade passou de caráter experimental à consolidação entre eventos e competidoras.

O Breakaway Roping é uma modalidade praticada essencialmente por mulheres que vem se fortalecendo passo a passo nos quatro cantos

Detalhes

A traia do cavalo é composta por sobremanta, manta, sela de laço individual, protetores para as patas dos cavalos (caneleira, cloche e skidboots), gamarra e freio. As cordas de Breakaway são mais curtas do que quaisquer outras no mercado, com cerca de 7 a 9 metros.

Mas as especificações são iguais a uma de laço comum: boias, cabo, sirigola na ponta. A competidora tem que aprender a girar e alimentar a corda de acordo com a necessidade da sua laçada.

Por Equipe Cavalus
Fonte: Breakaway Roping Journal, Wikipedia, WPRA
Crédito das Fotos:

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Esportes

Série Mustad: como tirar a ferradura corretamente – Passo 2

A Mustad traz agora a segunda reportagem da série especial para explicar o passo a passo para um ferrageamento correto

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Dando sequência à Série Mustad com o passo a passo de um bom ferrageamento, nesta segunda reportagem você vai aprender como tirar a ferradura corretamente do cavalo. Antes de mais nada vale lembrar que na primeira matéria da série o médico veterinário e ferrador Luiz Gustavo Tenório falou sobre a importância de avaliar o cavalo antes do processo do ferrageamento.

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Agora é a vez do ferrador profissional Danilo Gabrilaitis explicar o próximo passo: como tirar a ferradura corretamente. De antemão, o profissional frisa a importância de sacar (como é popularmente falado) da forma certa a ferradura a fim de se evitar rachaduras, trincos ou até mesmo a retirada de pedaços do casco. “Porque depois para recuperar um casco danificado fica muito complicado”.

Existem, portanto, quatro formas de desarrebitar os cravos da ferradura. A primeira delas é usando o tripé para ferrageamento. “Não se esqueça de deixar o cavalo bem relaxado, nem muito para frente nem muito embaixo, numa linha confortável, para fixar o casco no tripé”, frisa Danilo.

Na sequência, com a ajuda de um martelinho e um machadinho bater nos cravos fixados no casco a fim de desarrebitá-los. “Outra ferramenta utilizada neste trabalho é a grosa, para cortar o arrebite do cravo, no lugar de erguer. Usa-se a parte fina da grosa para cortar o arrebite do cravo e não a grossa, porque aí pode danificar a parede do casco. Daí é só ir passando a grosa de lado, com muita calma, que os cravos vão se soltando”.

A segunda forma para sacar a ferradura também é com a machadinha, mas sem o tripé de ferragemento. Neste ponto, Danilo orienta ao profissional usar os joelhos para apoiar o casco entre as pernas e com a machadinha bater levemente em cada um dos cravos até eles se soltarem totalmente.

Uma das formas de sacar a ferradura é usando o tripé de apoio – Foto: Divulgação/Mustad

Alternativas sem impacto

A terceira maneira de tirar a ferradura corretamente é com o bico de papagaio, também conhecido como saca-cravo. “Em casos do cavalo ter uma broca, laminite, que sinta alguma dor no casco, é legal usar essa ferramenta porque não causa nenhum tipo de impacto na parede do casco. Ou seja, incomoda menos. Daí é só puxar facilmente cada cravo com a ferramenta”, explica o ferrador profissional.

Por fim, a última maneira de sacar a ferradura é com o uso de uma torquesa (ferramenta que tem uma boca mais larga). “Sempre começo pelo último cravo, daí fecho a ferramenta embaixo da ferradura, que já vai se mover automaticamente, e faço uma alavanca para frente, que é o suficiente para erguer os cravos. Faço a mesma coisa do outro lado, antes de ir para o meio do casco para não danificar a parede”.

Vale frisar que na hora de remover os primeiros cravos (que estão no centro), Danilo costuma fazer um movimento para frente e um pouco para dentro com a torquesa encaixada na ferradura. “Assim, os cravos ficam soltos e é só retirar cada um deles para dar sequência no processo de ferrageamento”, acrescenta.

A torquesa é uma boa pedida para sacar a ferradura sem impacto – Foto: Divulgação/Mustad

Considerações finais

“Por fim, lembre-se: é importante ir alternando sempre os lados na hora de retirar os cravos, independentemente da técnica que for usar. Sempre com cuidado, que seja algo confortável para o cavalo. Sem ficar fazendo muita alavanca, de uma forma muito bruta. Porque isso pode danificar a estrutura em si do casco e também danificar ligamentos, bem como articulações. Tem que ter cuidado para não causar nenhum tipo de problema para o casco do cavalo”, finaliza o ferrador.

Na próxima reportagem especial da Série Mustad, você vai aprender a técnica do ferrageamento por completo. Afinal, o casco cresce e precisa ser cortado, desbastado e corrigido. Não perca!

Facebook: Mustad Brasil Instagram: @mustadbrasil

Por Natália de Oliveira
Crédito da foto: Divulgação/Mustad

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Três Tambores & Seis Balizas

Segunda edição do ANTT Barrel Show distribuirá mais de R$ 150 mil

A expectativa da Associação é a de superar edição anterior, que contou com mais de R$ 104 mil em prêmios; 1475 inscrições; mais de 180 competidores e 470 animais

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Abrindo o calendário de grandes competições equestres no Brasil em 2021, a Associação Nacional dos Três Tambores realiza entre os dias 27 e 30 de janeiro a 2ª edição do ANTT Barrel Show. O evento acontece no Haras Raphaela, um dos maiores complexos de provas equestres da América Latina, localizado em Tietê/SP.

Assim sendo, a prova será válida como a 4ª etapa da temporada 2020/2021 do Circuito RAM Rodeo ANTT. Lançado pela Associação no ano passado, o evento apresentou um novo conceito em competições. Com toda a certeza, levou para uma pista oficial toda a emoção das provas realizadas em arenas de rodeio.

“O ANTT Barrel Show é um projeto que desenvolvemos durante anos. E colocamos em prática com grande sucesso no ano passado. Para 2021, com a nova realidade que vivemos devido a pandemia, tivemos que readequar o evento. Mas também nos empenhamos em realizar melhorias em diversos aspectos, para fazer esta edição ainda mais especial que a primeira”, explica Flávia Cajé, presidente da ANTT.

Da mesma forma que as demais etapas realizadas pela entidade no último ano durante a pandemia, o ANTT Barrel Show seguirá diversos protocolos de saúde. O intuito é o de evitar a propagação e o contágio do novo coronavírus. Todas as categorias terão transmissão ao vivo pelas plataformas do Brasil Rural TV e canal Estrelas da ANTT no YouTube.

Destaques do 2° ANTT Barrel Show

Entre as principais novidades da segunda edição está a premiação. Houve um aumento significativo, garantindo mais de R$ 150 mil para os campeões. Somente na categoria Feminino, serão distribuídos mais de R$ 35 mil em prêmios. Aliás, outra marca importante para a modalidade, que deve consolidar ainda mais a principal categoria da ANTT.

Outra novidade será a inclusão da Amador Masculino, lançada recentemente. A categoria tem como objetivo incentivar e fomentar ainda mais a modalidade entre os homens. Ao todo, serão pelo menos 21 categorias. E devem contar com competidores e competidoras de todas as idades, desde crianças e principiantes, até as principais estrelas do Três Tambores no Brasil.

“Estamos com grandes expectativas para esta segunda edição do ANTT Barrel Show. É um grande desafio para a ANTT realizar um evento desta dimensão em época de pandemia. Mas, da mesma forma que a nossa diretoria se esforçou para realizar etapas e concluir a temporada em 2020, seguimos confiantes. Agradecemos desde já a todos os parceiros que acreditam no sucesso da prova”, reitera Cajé.

A expectativa da Associação é de que o ANTT Barrel Show 2021 supere a edição anterior, que contou com mais de R$ 104 mil e 1475 inscrições
Além das categorias oficiais do campeonato, a ANTT oferta diversas outras

Inscrições

As categorias Feminino e Mirim serão válidas como ‘Etapa Cheia’ para o ranking do Circuito RAM Rodeo ANTT. Além delas, serão realizadas as categorias GP ABQM, Aberta Senior, Aberta Junior, Jovem A, B e C, Amador, Amador Master, Amador Light, Amador Principiante, Cavalo Iniciante, Potro do Futuro, Profissional Light, Kids, Jovem Principiante, Junior Principiante, Amador Masculino, Tira-teima e Paratleta.

As inscrições de todas as categorias podem ser feitas através do www.sgpsistema.com com desconto até amanhã, 16 de janeiro. Após esta data, o valor das inscrições terá acréscimo, mas elas continuam abertas até o dia da prova. As reservas de baias também estão disponíveis exclusivamente pelo SGP Sistema até o dia 20 de janeiro. Todas a informações: www.antt.org.br. Fique por dentro: @estrelasdaantt.

Colaboração: Agência PrimeComm
Crédito das fotos: Divulgação/Lucas Campos

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