Team Roping

Paixão de família: laçador Robledo Junior conta sua trajetória

Nascido no meio, o treinador e competidor já praticou mais de cinco modalidades; hoje se dedica profissionalmente ao Laço em Dupla

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Robledo Barbosa Goulart Junior, 41 anos, é natural de Goiânia. Hoje mora em Nerópolis/GO, onde toca seu Centro de Treinamento 2RP, ao lado da esposa Patrícia e do filho Robledo Neto. Além deles, o pai e o irmão também estão envolvidos com o cavalo. Aliás, foi vendo o pai laçar quando menino que o treinador despertou para esse esporte.

“Meu primeiro contato com cavalos foi desde que eu nasci praticamente. Mas a primeira lembrança que eu tenho é de estudar em uma escolinha a 4 km da fazenda, onde está o CT até hoje. No começo, minha mãe me levava de carroça, e depois eu ia todos os dias montado em uma eguinha comum que tínhamos”, lembra Robledo.

Sempre que tinha oportunidade, ele estava montado ‘atrapalhando’ o povo na lida com o gado. “Digo atrapalhando porque nessa época era muito novo. Essas são minhas primeiras lembranças. Eu devia ter meus 6 a 7 anos de idade”.

Nascido no meio, Robledo Junior já praticou mais de cinco modalidades: Três Tambores, Maneabilidade, Seis Balizas, Hipismo Rural, Laço Individual, Rédeas, Team Penning. Porém, hoje ele se dedica profissionalmente ao Laço em Dupla. Além disso, do esporte em si e competições, divide seu trabalho ainda em doma e treinamento de cavalos.

Robledo Junior, nascido no meio, conta que já praticou mais de cinco modalidades; hoje se dedica profissionalmente ao Laço em Dupla

O laço

Através do pai Robledo Junior conheceu o laço. “Cresci vendo ele laçar. No início era muito comum ter soltas (castração de bois no pasto), por isso eu o acompanhava. Lembro de, nos intervalos de uma taia e outra, montar no cavalo a fim de dar água a ele. Durante o trajeto sempre me imaginei no lugar deles, laçando e competindo e me tornando um profissional igual ao meu pai”.

Buscando na memória, o treinador também lembra que começou efetivamente a treinar quando seu pai construiu a pista de laço na fazenda. De acordo com ele, foi uma época difícil, mas de muito aprendizado. “Pegava as cordas que não serviam mais para eles e levava a uma bica que tinha na casa da minha avó. Lembro de lavá-las e colocá-las para secar esticadas”.

Com o intuito de manter o principal equipamento do laçador em ordem para que pudesse ir para a pista praticar, Robledo Junior conta que depois de todo esse processo ainda passava uma vela queimando os ‘cabelinhos’. “Então, enrolava a corda e colocava talco. Assim estava pronto para me sentir a pessoa mais incrível do mundo”, recorda.

Robledo Junior, nascido no meio, conta que já praticou mais de cinco modalidades; hoje se dedica profissionalmente ao Laço em Dupla

Tornando-se treinador e momento marcante

A paixão por treinar cavalos veio um pouco mais tarde. Robledo Junior tinha entre 16 a 17 anos quando despertou para a ideia de que sua paixão pelo Laço em Dupla poderia ser sua profissão. “Vi o reconhecimento que meu pai tinha, pegando cavalos de outros estados para domar, de pessoas que eram importantes no meio do cavalo”.

Ele conta que, na época, no Estado de Goiás, tinha uma frase que era muito usada por todos os proprietários: ‘se mandar para o Robledão e ele não der volta, pode soltar para o pasto que ninguém mais arruma’. “Em resumo, a minha vontade de me tornar treinador foi a admiração pelo treinador que meu pai é”, atesta o profissional.

Seus principais cavalos de cronômetro hoje são: Cisco Chex e Olena Solis. Contudo, ele nunca esquece de dois cavalos que foram muito marcantes nessa trajetória: Julius Badger (Bico Branco) e Stocker.

Por fim, entre tantas lembranças, Robledo Junior, que ao lado da esposa Patrícia, incentiva e tem muito orgulho do filho Robleto Neto, outro laçador de talento. “O momento mais marcante da minha carreira foi quando corri a primeira prova com o meu filho. E quanto às vitórias, todas elas foram muito marcantes, pois cada uma delas fez com que eu me tornasse o profissional que sou hoje.”

Por Luciana Omena
Crédito das fotos: Arquivo Pessoal e Marilza Barros

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Team Roping

2ª Etapa da Team Roping Arena Two Brothers foi um sucesso

Com 520 inscrições e mais de R$ 48 mil em prêmios, o evento reuniu conjuntos dos estados do Paraná, Mato Grosso e São Paulo

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Team Roping

A 2ª Etapa da Team Roping Arena Two Brothers realizada no dia 21 de maio, no Haras Two Brothers, em Umuarama/PR, foi um sucesso!

Com 520 inscrições e mais de R$ 48 mil em prêmios, o evento reuniu conjuntos dos estados do Paraná, Mato Grosso e São Paulo, nas disputas das somatórias dos handcaps #9, #8, #6, #5, #4 e #3.

Com um formato trazido dos Estados Unidos pelo Two Brothers, cada laçador teve direito a quatro inscrições na sua categoria e a premiação por porcentagem.  A prova é realizada sempre em um dia, com todos somando ganhos para o ranking geral em dinheiro.

Para a final, então, 15 de cada naipe (cabeça e pé) não importando o handcap. De acordo com os organizadores, o mais interessante é que as somatórias mais baixas, por ter mais gente e dar mais dinheiro, levou mais competidores ao ranking. Além disso, na final Top 15 houve o sorteio de quatro parceiros (ou seja, quatro chances de chegar ao trailer) e a média de quatro bois. Os finalistas não pagaram inscrição para a decisão e uma regra para formação das duplas foi que o handcap não podia ultrapassar a soma 9.

Nessa edição, a 2ª Etapa da Team Roping contou com a inscrição antecipada e online pelo aplicativo Horsesport, facilitando a vida dos laçadores.

Campeões da 2ª Etapa da Team Roping Arena Two Brothers

Na somatória #9 #8, Juan de Chico e Alexandre Lobo ficaram em primeiro lugar, seguidos por Alexandre Xuriunga e Alexandre Lobo. O terceiro lugar ficou com Bruno Balan e Vitinho Cruzeiro.

Já na Somatória #7, Juninho Oliveira e Alexandre Lobo foram os grandes campeões, seguidos por Leonardo Lovera e Alexandre Lobo.  Juninho Oliveira com Fabio Trecossi ficaram com o terceiro lugar.

Novamente Alexandre Cruzeiro e Foguinho foram os grandes campeões na Somatória #6, seguidos por João Lucas dos Santos e Eder Manga.

João Lucas dos Santos também levou o terceiro lugar com Fábio Trecossi, seguidos por Chupetinha da Silva e Vitinho Cruzeiro.

Na PROAM, Valdir Kucinski e Tiago Shampoo foram os grandes campeões, seguidos por Bruno Balan e Luquinha Otilio.

Somatória #5 foi liderada por Dezenove e Luquinha Otilio, seguidos por Thiago Santana e Foguinho.

O terceiro lugar ficou com Eder Burbinha e Foguinho, seguidos por Sergio Perobal e Manin Fagner.

Na Somatória #4, Fabinho Cianorte e Octavio Goes foram os grandes campeões, seguidos por Renan Crusco de Souza e Luquinha Otilio.

Eder Sakurada Souza e Oscar Antonio Rosalen ficaram em terceiro, seguidos por Fernando Mantovani e Octavio Goes. Batore e Ivan Rossoni foram os quinto colocados.

Finalizando a lista de campeões no Team Roping, na Somatória #3 Alan Ribeiro e Japoneis Perobal foram os grandes campeões, seguidos por Tiago Tek e Marcelo Tikinho. Cepacol e Alber Dorneles ficaram terceiro, seguidos por Lucas JoseCeccon e Gabriel Henrique da Silva e Eduardo Loro com Leonardo Sarti.

O proprietário do Haras Two Brothers agradeceu ao prestigio dado pelos atletas ao evento e colaboraram para o sucesso do campeonato. “A cada etapa o campeonato se firma como um dos maiores do estado. Gostaria de agradecer a todos pelo apoio e prestígio”, finaliza Eduardo Kucinski.

Por: Camila Pedroso

Fotos: Arquivo Revista Ropers Sports/ Hugo Lemes

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Team Roping

2ª Copa World Trailers de Team Roping agita o Distrito Federal neste domingo

Etapa oferecerá premiação total de R$ 300 mil nas três modalidades Team Roping, Calf Roping e Breakway

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Team Roping

Os laçadores de Brasília/DF possuem um compromisso imperdível neste final de semana. O Parque de Exposições Granja do Torto, na pista coberta, recebe neste domingo (22) A 2ª Copa World Trailers de Team Roping.

Etapa oferecerá uma premiação total de R$ 300 mil, em todas as três modalidades Team Roping, Calf Roping e Breakway e reunirá atletas dos estados de São Paulo, Goiás, Minas Gerais, Tocantins, Bahia e Distrito Federal.

Segundo Marcelo Pity, diretor da modalidade de Laço do Núcleo do Quarto de Milha de Brasília, a expectativa da organização é receber até cinco mil apaixonados pelas laçadas.

Entre os laçadores, a expectativa é receber 200 competidores e 150 cavalos.

Ainda de acordo com Pity, “o grande diferencial da etapa é a estrutura montada no Parque da Granja do Torto, com tudo que a de melhor: área para show, praça de alimentação, área de camping para os competidores e o mais importante, tendo horário para começar e terminar todos dias”, afirma.

World Trayller

Para essa edição, a modalidade de Breakway entrou na Copa World Trayller. No Team Roping, terá a Elite Tem Roping (ETR) e Calf Roping a Associação Nacional do Laço Individual (ANLI), que são as duas maiores associação de Laço do Brasil.

Desafio Laço Individual

Outra prova emocionante que acontece durante a 2ª Copa World Trailers de Team Roping é o Desafio Laço Individual. A etapa será com um bezerro para cada competidor, com Handcap 1 tira 3,5 segundos, Handcap 2 tira 2,5 segundos, Handcap 3 tira 1,5 segundos e handcap 4 com tempo normal.

Além disso, com barreira de 3 metros. O grande campeão será o laçador com menor tempo e ganhará um brete.

Team Roping no Distrito Federal

Sendo o único núcleo que promove todas as modalidades oficiais do Brasil, o Núcleo de Brasília é sediado dentro do Parque de Exposiçãoes da Granja do Torto, e recebe atividades das modalidades de Laço em dupla, Laço individual, Rédeas, Team Penning, Tambor e Baliza, Vaquejada, Breakway e Ranch Sorting.

O núcleo possui em média 200 associados, e mais de 300 cavalos competindo nas modalidades citadas.

Serviço:

2ª Copa World Trailers de Team Roping

Data: 22 de maio

Local: Parque de Exposições Granja do Torto, Brasília/DF

Por: Camila Pedroso

Foto: Divulgação

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Team Roping

Haras Sulera promove a ES Roping de Laço Individual neste final de semana

Uma das maiores provas do ano, a ES Roping de Laço Individual oferece ainda R$ 70 mil de premiação garantida

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Haras Sulera promove a ES Roping de Laço Individual neste final de semana

Balsamo, no interior de São Paulo, vai tremer no próximo dia 14. O Haras Sulera realiza a ES Roping de Laço Individual.

Uma das maiores provas do ano, a ES Roping oferece ainda uma das melhores premiações garantidas. Serão mais de R$ 70 mil em prêmios subdivididos entre as modalidades de Breakway Roping, Feminino, Jovem e Laço individual.

Na categoria 1 média, o primeiro lugar receberá R$ 1.500, segundo R$ 1.000, terceiro R$ 600 e quarto colocado R$ 400, além de R$ 600 para o Slot Go com menor tempo.

Na categoria 2 média, R$ 2.800 para o primeiro lugar, R$ 1.600 para o segundo, R$ 1.200 para o terceiro e R$ 800 para o quarto lugar, com menor tempo do Short Go menor tempo de R$ 800.

Já na categoria 3 média, a premiação do primeiro lugar será R$ 4 mil, seguida de R$ 2.500 para o segundo, R$ 1.200 para o terceiro e R$ 1.000 para o quarto lugar, com Short Go menor tempo de R$ 1.500.

Finalizando, na categoria 4 serão R$ 6 mil ao primeiro lugar, R$ 4 mil ao segundo, R$ 2 mil ao terceiro e R$ 1.500 ao quarto lugar, com menor tempo no Short Go de R$ 2 mil.

Prova de Laço Individual oficializada pela ANLI

A etapa, afiliada a Associação Nacional do Laço Individual (ANLI), é considerada a maior etapa do ano, e receberá aproximadamente 250 laçadores em busca da premiação.

“Nossa prova possui uma das maiores premiações da etapa e é a única da modalidade com transmissão ao vivo pelo canal do fotógrafo Rodolfo Lesse no Youtube. Tudo para deixar o apaixonado pelo Laço Individual bem próximo da emoção das laçadas”, frisou Lucas Vilalta, organizador da etapa.

As inscrições para participar da etapa podem ser realizadas no site JV Sistema. Os animais inscritos deverão apresentar obrigatoriamente as documentações como Guia de Transporte e os Exames em dia.

Por: Camila Pedroso

Fotos: Rodolfo Lesse

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Laço Comprido

Você conhece todas as modalidades de Laço?

O juiz de provas e inspetor da ABQM Thiago Nitta detalha quais são as modalidades. Bem-estar animal é um dos mais importantes a ser julgado

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Apaixonado por cavalos desde pequeno, Valter Firmino de Holanda fez um curso de Três Tambores e no mesmo dia conheceu o Laço; até hoje

As provas de laço nada mais são do que a representação da rotina diária dos criatórios de gado espalhados pelo mundo. Cada modalidade é utilizada na lida diária do manejo com gado, adaptada à realidade e ao relevo da região.

No Brasil existem três modalidades de laço: Laço em Dupla, também chamado de Team Ropping; Laço Individual, o Tie Down Ropping; e o Laço Comprido, modalidade exclusiva do Brasil.

Para entender um pouco mais sobre cada uma das modalidade, conversamos com médico veterinário, o juiz de prova e inspetor técnico da Associação Brasileira dos Criadores de Cavalo Quarto de Milha (ABQM), Thiago Nitta.

Nitta explica, primeiramente, a representação na lida diária de cada modalidade. “O Laço Individual, por exemplo, simula quando nasce um bezerro no campo. O peão precisa laçar o animal para ele fique contido para fazer o curativo do umbigo, identificação, entre outras atividades cotidianas”, explica.

Já o Laço em Dupla, afirma o juiz, é a simulação de quando um animal que está a campo precisa ser contido para um tratamento médico, por exemplo, sem a necessidade de levá-lo para o curral.

“Sem o laço, o peão precisaria tocar todo o rebanho até o curral, um estresse muito maior do que simplesmente laçar o animal que precisa de tratamento”, exemplifica.

Já o Laço Comprido, pontua, como nasceu no Mato Grosso do Sul, devido ao bioma da região, os campos são muito extensos, e o boiadeiro precisa de um laço mais comprido para laçar o animal. “Na Vaquejada é a mesma lógica. É uma região com muita caatinga, e como o vaqueiro iria laçar o animal? Por isso se usa a técnica de pegar o animal pelo rabo para fazer a contenção”, explica.

Laço Individual ou Tie Down Ropping

A modalidade consiste em o cavaleiro laçar o pescoço do gado, enquanto está montado no cavalo. O laçador pode realizar apenas uma laçada e em 30 segundos.

Após laçar o bezerro, o laçador precisa descer do cavalo e pear ele em três patas. Ao terminar a manobra, o atleta dele levantar as mãos para indicar que terminou a prova.

Existem dois tipos de provas de Laço Individual, pontua Nitta: a cronometrada, que consiste na vitória do conjunto que realizar a prova no menor tempo e a técnica que avalia a técnica utilizada, vencendo o conjunto com a maior perfeição das habilidades.

Laço em Dupla ou Team Ropping

Como o próprio nome diz, a prova é realizada por uma dupla de laçadores o cabeceiro e o pezeiro. O cabeceiro é o cavaleiro que fica a esquerda do brete, e tem a tarefa de laçar a cabeça do animal.

Já o pezeiro fica ao lado direito e, como o próprio nome diz, é o responsável por laçar as patas traseiras do animal.

Os cavalos precisam ficar frente a frente antes da largada. Ambos os animais não podem sair antes do boi, para não sofrer punições.

Ao abrir a barreira, o bezerro sai em disparada e o cabeceiro começa a atividade, saindo do brete para laçar o animal. Após, é a vez do pezeiro laçar.

 “Não é qualquer gado que pode participar da prova de Laço em Duplas. São bezerros treinados e desmamados”, ressalta o juiz.

Nessa modalidade existem dois tipos de avaliação: cronometro, que a dupla mais rápida ganha e a prova técnica em que os laçadores são avaliados individualmente e nenhum deles pode ser desclassificado.

Laço comprido

A prova é realizada com um laço confeccionado com couro, com 18 a 20 metros de comprimento e em uma das pontas possui um argola, na outra uma presilha.  

O cavaleiro fica com seu animal no brete à espera do boi. Assim como nas outras modalidades, o cavalo não pode sair antes que o gado, para não sofrer penalização.

O laçador lança o laço antes do cavalo ultrapassar os 100 metros da pista, chamado de raia. Na sequência, o atleta tem 30 metros para fazer a laçada nos chifres do animal.

Laçado o boi, é preciso dar uma volta com ele para retornar ao brete, exigindo sintonia total entre cavaleiro e cavalo.

Se a prova estiver ok, o juiz levanta uma bandeira branca, caso contrário, é levantada uma bandeira vermelha.

O vencedor será aquele chegar ao final sem errar nenhuma laçada.

As notas podem variar entre zero e cem, sedo setenta considerado uma laçada normal.

Bem-estar animal

Nitta reforça que em todas as modalidades os juízes possuem uma conduta muito criteriosa com relação ao bem-estar dos animais, tanto dos bezerros quanto dos cavalos. “Somos muito rígidos com relação aos instrumentos utilizados, a fim de averiguar se estão dentro das regras, observamos a forma como o bezerro cai no solo, se ele cai com as costas no chão, o chamado Jerky Down, o conjunto também é desclassificado, entre outras ações realizadas pelos juízes durante as provas a fim de garantir o bem-estar dos animais”, finaliza o juiz.

Por: Camila Pedroso

Fotos: Arquivo                     

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Team Roping

Junior Nogueira vence o Fort Worth Stock Show & Rodeio

Ele e sua dupla Kaleb Driggers reassumem a liderança do ranking rumo a Finals

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No último sábado (5), o brasileiro Junior Nogueira sua dupla Kaleb Driggers foram os grandes campeões do rodeio Fort Worth Stock Show & Rodeio, realizado no Texas, pela PRCA.

Competindo na modalidade de Team Roping, a dupla fechou com o tempo de 4s2, levando o título e US$ 25.903 mil em premiação para casa.

O Fort Worth Stock Show & Rodeo possui 23 dias de competição. Este formato contou com sete turmas em uma semifinal, onde quem fizesse a melhor nota na final ficava com o título.

O evento é um dos mais tradicionais rodeio de inverno americano. Realizado deste 1896, é também um dos mais antigos, estando na 125ª edição. Conta com provas das modalidades de Bareback, Bulldog, Breakway, Sela Americana, Laço Individual, Três Tambores e Touros.

Confira a lista de campeões do Fort Worth Stock Show & Rodeo 

Bareback – Kaycee Feild

Bulldog – Tristan Martin

Breakaway – Kelsie Domer

Sela Americana – Stetson Wright

Laço Individual – Bryson Sechrist

Três Tambores – Wenda Johnson

Touros – Sage Kimzey

Ranking geral

Com o resultado, Junior Nogueira que estava na sétima posição no ranking geral e Kaleb Drigger que estava na oitava posição sobem para a liderança novamente.

Por: Camila Pedroso

Fonte: eugeniojose.com.br/ wranglernetwork.com/

Foto:  FWSSR por James Phifer.

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Team Roping

21° Prova do Issao leva Laço em Dupla a Presidente Prudente/SP

Serão dois dias de provas com mais de R$ 330 mil em premiação

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Atenção praticantes do Laço em Dupla. A tradicional Prova do Issao está agitando a cidade de Presidente Prudente, interior de São Paulo.

A 21° edição do evento é realizada entre hoje e amanhã (14 e 15/01) no Rancho Quarto de Milha, na arena coberta.

Serão mais de R$ 330 mil em prêmios, divididos entre as somatórias, além de mantas e outros produtos equinos oferecidos pelos patrocinadores.

Confira a programação:

Sexta, 14 de janeiro

1° Corrida – Classificatória #8

                      Classificatória #6

                      Classificatória #4

                      Classificatórias finais (todos juntos)

Sábado, 15 de janeiro

1° Boi – Metade corre na pista 1

1° Boi – Metade corre na pista 2

2° Boi – Metade que correu na pista1, corre na pista 2

2° Boi – Metade que correu na pista 2, corre na pista 1 Finais (todos correm juntos) 

    

Protocolos sanitários

Durante o evento, serão respeitados todos os protocolos de segurança sanitária a fim de evitar a proliferação da doença.

Por isso, o evento não contará com a presença de público, na portaria do evento haverá um termômetro para aferir a temperatura dos participantes, será obrigatório o uso de máscaras, distanciamento social de 2m, com fiscalização durante todo o evento, exigência do comprovante de vacinação, além de álcool em gel disponível ao público em vários pontos do evento.

Edição anterior

Comemorativa aos 20 anos da prova, em 2021 a Prova do Issao reuniu laçadores dos estados de São Paulo, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Acre, Paraná, Goiás e Minas Gerais. Foram quase 3 mil inscritos, com carro, caminhonete, saveiro, sela, fivela, jaqueta, chapéu, sacola, manta, além de um valor em dinheiro como premiação.

Confira no portal Cavalus a lista de campeões da 21° Prova do Issao.

Por: Camila Pedroso

Fotos: Arquivo/divulgação

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Team Roping

Curso de Team Roping será ministrado pelo Campeão Nacional 2021, Hugo Alves

Clínica acontece entre os dias 25 e 26 de setembro, no Rancho GP, em Andradina (SP); inscrições já estão abertas

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Curso de Team Roping será ministrado pelo Campeão Nacional 2021, Hugo Alves

Entre os dias 25 e 26 de setembro, o Rancho GP, em Andradina (SP), receberá o Campeão Nacional ABQM 2021 Laço Pé e Reservado Campeão Laço Cabeça, Hugo Alves. O competidor irá ministrar uma clínica de Team Roping.

Organizado pela Jaca Produções e por Alexandre, que tiveram a ideia do curso para levar mais técnica e oportunidades aos laçadores da região. A clínica levará o ensinamento de técnicas teóricas e práticas de Laço Cabeça e Laço Pé.

Então, é a segunda vez que Hugo Alves estará ministrando o curso na cidade, ano passado ela esteve no Rancho Tk, também organizado por Jaca e Alexandre.

Hugo Alves

Hugo Alves é competidor do Elite Team Roping – ETR Elite Team Roping, um campeonato onde participam apenas competidores acima do handcap 4. Com um vasto currículo, competidor já conquistou dois carros, três trailers, 42 motos, e mais de R$ 100 mil em dinheiro. Em sua trajetória, Hugo detém títulos de Campeão Potro do Futuro Goiânia 2020, Campeão Nacional ABQM Laço Pé 2021, Reservado Campeão Nacional ABQM Laço Cabeça 2021.

Inscrições

Então, as inscrições já estão abertas e com poucas vagas restantes. Bem como, além do curso, o valor cobrado agrega café da manhã e almoço para os dois dias, além é claro, do certificado.

Por fim, para mais informações é só entrar em contato com Jaca 18 – 99785-8408 (Whatsapp) / Alexandre 18- 99752-9465 ou através do Instagram @jacaproducoes.

Agradecimento, Gustavo Pizzo (Ranhco GP), Terrasemen, Royal Rope’s, Full Horse, Rocket, Brasil Sadlles, JC Moda Country, Morimoto’s Ranch, Eletronmix, Gator Boots, Easy Rope, TXC, Slide, Portal Cavalos, MB Fotos, Alves Edições.

Colaboração: Jaca Produções
Crédito da foto: Divulgação/WTR Produções

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ROPER'S SPORTS

Laçador Elton Ogata conta como a modalidade está presente na sua vida e o que ela representa

Apesar de ser um hobby atualmente, Elton pretende voltar a treinar firme e, quem sabe, correr alguma prova com seus filhos

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Laçador Elton Ogata conta como a modalidade está presente na sua vida e o que ela representa

Nascido em Apucarana (PR), Elton Ogata, de 38 anos, vem há 22 anos no Team Roping. Contudo, atualmente o laçador, fez da modalidade um hobby, se dedicando a outros projetos que envolvem o cavalo. Apesar disso, ele não descarta a possibilidade de retornar às pistas e, até correr uma prova com os seus filhos.

Confira a entrevista com Elton Ogata

Elton Ogata
Idade: 38 anos
Cidade: Apucarana (PR)

Elton Ogata

Como começou na modalidade?

Sempre fui apaixonado por cavalos desde pequeno, aprendi andar a cavalo no sítio do meu avô no município de Rio Bom (PR), e sempre nas férias escolares e fins de semanas ia para lá ficar andando a cavalo.

Então teve uma vez que tinha um rodeio em Rio Bom (PR), e iria ter provas de Tambor e Laço e nesta ocasião estava no sítio e um funcionário iria para participar das provas. Na mesma hora liguei para minha mãe e pedi para deixar participar da prova de Tambor. Ela autorizou e meu vô levou nós para participar.

Chegando lá participei, porém não fui muito bem e por uma mãozinha divina o professor Valtinho e o diretor de esporte Marcos Rezende da Sociedade Rural de Apucarana me convidaram para ir fazer aulas de equitação. Na segunda-feira fui com meu pai e já iniciei nas aulas de Tambor. Comecei então a frequentar a Sociedade Rural de Apucarana e sempre após o treino de Tambor tinha Laço. Como os laçadores precisavam sempre de alguém para soltar boi e tocar eu ficava e os ajudava e no fim do treino sempre deixavam corre “um” boi como gratificação desde que eu acertasse 10 cordas seguidas no cavalete (Clóvis /Valtinho). E foi então que surgiu a vontade de lacar e começar a laçar.

O que o Laço significa para você?

Representa minha vida. Do laço formei minha família, conheci minha esposa Marienen e tenho um casal de filhos. Conquistei grandes amigos, me fez crescer pessoalmente e é uma válvula de escape para estresse do dia a dia.

Qual sua conquista que mais é importante para você?

São três: primeira moto laçando com Junior Cardia em uma prova em que Eduardo kuscinki organizou em 2003, em Cascavel (PR). Naquela época era rara prova em dava moto como premiação. Dava muito prêmio em dinheiro e quando tinha uma prova dessas era muito disputada. Outra prova que no Paraná era almejada era o Campeonato Paranaense de Laço. E Deus me abençoou sendo Reservado Campeão aberta 2003/2004 e Campeão no ano seguinte na categoria Amador laçando com meu parceiro Ronaldo Sardanha.

Melhor cavalo?
Sweet Sunjay
Melhor prova?
Nos dias atuais são CPLD, Revolution, CVLD e Prova do Issao.

Melhor média?
5,15

Melhor Laçada?
Final em Cascavel (PR) precisava de 4,10 para liderar, saímos e laçamos 4,05.

Ídolo no Laço?
Zé Soares na cabeça e Marcelo Pepa no pé.

Como se vê no futuro?
Hoje optei por dedicar mais a minha família e a Apac – Associação Paranaense Amigos do Cavalos criada em 28/12/17 por cinco casais amigos amantes dos cavalos na Sociedade Rural de Apucarana onde iniciei e estava desativada há 3 anos a parte de esporte com cavalos (atualmente temos projetos sociais onde atendemos através de padrinhos e doações em torno de 50 crianças na equitação terapêutica, em torno de 100 alunos de Tambor e Baliza, Ranching Sorting e Laço em Dupla). Deixei o Laco como hobby esporádico, mas espero voltar a treinar firme se algum dos meus filhos optarem por laçar e se Deus abençoar correr alguma prova com eles.

Recado para a geração futura

Que vocês consigam encontrar no Laço ou qualquer esporte que envolva cavalo uma oportunidade de crescimento pessoal, profissional, encontrar grandes amigos para vida inteira.

E se você, conhece algum competidor do Laço e acha que ele tem um história bacana, que todos devem conhecer, entre em contato através do nosso perfil no Instagram @revista_ropers_sports_

Por: Heloísa Alves
Crédito das fotos: Arquivo Pessoal

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ROPER'S SPORTS

Dedicação, foco e respeito é o recado de Igor Batista Rosas para os futuros laçadores

Para Igor, o esporte reúne amizade e diversão, indo além das competições em pistas

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Dedicação, foco e respeito é o recado de Igor Batista Rosas para os futuros laçadores

Natural de Ponta Grossa (PR), Igor Batista Rosas, de 34 anos, vem desde os anos 2000 no Team Roping. Uma modalidade que conquistou o seu interesse que vai além das pistas.

Dito isso, apresentamos o Raio-X Team Roping, com entrevistas de laçadores de todos os cantos do país. Confira o nosso bate-papo com o Igor.

Igor Batista Rosas
Idade: 34 anos
Cidade: Ponta Grossa -PR

Dedicação, foco e respeito é o recado de Igor Batista Rosas para os futuros laçadores

Como começou na modalidade?
Desde pequeno tive contato com cavalos, acompanhando minha família na fazenda. Em 1999 comecei a competir nos Três Tambores, no Haras São Nicolau, de propriedade da dona Gilda Nicolau. Acabei conhecendo o Team Roping em uma prova que fomos e me interessei pelo esporte.

O que o laço significa para você?
Amizade e diversão

Melhor cavalo?
Cabeça: Cash Bee Dee – Caio Proença
Pé: Congresso AB – Lincoln Figueiredo

Melhor prova?
ETR

Melhor laçada?
3,98

Melhor média?
Não lembro exatamente, mas uma que marcou foi em 2008 com o Marco Aurélio Mella, fomos campeões com 5,40 se não me engano

Ídolo no Laço:
José Soares

Como se vê no futuro?
Correndo prova, com certeza. Com os novos formatos de prova, poucas inscrições, conseguimos conciliar o trabalho, família e esporte.

Recado para geração futura
Dedicação, foco e respeito. Tudo isso vai fazer com que consiga chegar aonde você deseja!

E se você, conhece algum competidor do Laço e acha que ele tem um história bacana, que todos devem conhecer, entre em contato através do nosso perfil no Instagram @revista_ropers_sports_

Por: Heloísa Alves
Crédito das fotos: Arquivo Pessoal

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Team Roping

Laçador busca seguir carreira como profissional

Paixão pela modalidade começou quando ainda era criança e ajudava o seu avô na fazenda

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Laçador busca seguir carreira como profissional

Natural de Pontalina (GO), o laçador Marcos Paulo Rodrigues Rezende, mas conhecido como Nonete, começou a sua história no meio do cavalo quando ainda era criança. “Quando pequeno ajudava meu avô na fazenda, assim começou a minha paixão pelos cavalos”, conta Marcos.

Foi através desse contato, que fez Nonete se tornar um amante de laço. “Como eu era apaixonado pelos cavalos, eu ganhei uma oportunidade de praticar o Team Roping, e depois disso não abandonei mais o esporte e decidi seguir carreira e ser um profissional”.

Um dos seus principais sonhos é ser um grande profissional, e ele já está nesse caminho. Com títulos na Copa Eldorado, Copa Cactus, Rancho JR e Desafio TA, provas que sempre participa e laça cabeça.

O laçador, que atualmente treina no Rancho PH com Paulo Henrique Santos Balieiro, agradece a todos que contribuem para o seu sucesso. “Agradeço primeiramente à Deus, a minha família por me apoiar a fazer o que eu mais gosto, que é praticar o esporte Team Roping, e meus amigos por sempre me apoiar e me ajudar no dia a dia. Agradeço o apoio de sempre dos meus patrocinadores pelo o suporte: 2K Jeans, 2K Trailer, Mid Country, World Country, Excellence Equine”.

Colaboração: Verônica Formigoni
Crédito das fotos: Arquivo Pessoal

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