Team Roping

Top 15 encerra temporada da ETR com ‘chave de ouro’

Novidade o ano passado, a ETR Top 15 foi sucesso em mais uma temporada

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Desde que a Elite Team Roping foi lançada, houve uma revolução no Laço em Dupla. Uma prova só para profissionais – inseridas em grandes eventos -, em formato diferenciado e que logo deu muito certo. Assim sendo, pelo segundo ano a ETR encerrou uma temporada com a realização da Top 15. Uma final em que apenas 15 cabeceiros e 15 pezeiros melhores colocados no ranking puderam participar.

Dessa forma, a ETR Top 15 aconteceu no dia 30 de outubro, na pista coberta do Rancho WS, em Pereiras/SP. “Com toda a certeza, dentro de todo cenário atual de pandemia, foi um sucesso”, comentam os organizadores. Ademais, todas as disputas tiveram transmissão ao vivo através do Youtube. Os finalistas dividiram R$ 50 mil em premiação, valor igual ao dado na primeira edição ano passado. “Conseguimos manter a premiação paga na ETR Top 15 do ano passado. Mas a meta pra 2021 é acumular um valor considerável para essa disputa”.

Etapa decisiva para o campeonato, como resultado, os vencedores conseguiram mudar suas posições no ranking final. De acordo com os organizadores, Edvaldo Martins entrou em quarto lugar e com a vitória consagrou-se campeão geral ETR 2020. “Realmente nossa meta para 2021 é priorizar cada vez mais a Top 15, a fim de que de os competidores realmente sigam as etapas em busca de entrar nesses 15 finalistas”.

Top 15 fecha temporada da ETR com ‘chave de ouro. ’Novidade o ano passado, a final da temporada pagou R$ 50 mil aos campeões
Edvaldo e Ewerton (Pirikito)

Disputas

Cada finalista, 15 na Cabeça e 15 no Pé, entraram em pista com uma dupla fixa e mais três decididas por sorteio. Ou seja, quatro chances de estar na zona de premiação da final e somar ganhos importantes ao ranking geral. “Pensamos em avançarmos até conseguir fazer a Top 15 com uma inscrição fixa apenas com o intuito de valorizar ainda mais a dupla classificada. Ainda não definimos se já para 2021, mas a ideia é essa”.

Portanto, Edvaldo Marins e Everton Chiozzini foram os campeões da ETR Top 15 com a somatória de 31s76. Em segundo lugar ficou Paulo Junqueira e Luis Eduardo Cupertino, 32s93. Seguidos por Ricardo Basseto e Leandro Cesar da Silva, 36s80. Em quarto lugar, Ney Freitas e Fernando Varoni, 43s14. A quinta melhor dupla da final foi Heitorzinho Oliveira e Rafael Paoliello, 43s49. Por fim, Leonardo Santos e Fernando Varoni.

Computados os ganhos da final, Edvaldo Martins ficou como melhor cabeceiro ETR 2020, com R$ 34.800,00, enquanto o título de melhor pezeiro da temporada ficou para Felipe Cunha, R$ 28.800,00. Os vice-campeões foram Ricardo Basseto na Cabeça, R$ 29.900,00, e Thales Araújo no Pé, R$ 25.500,00. Ao todo foram distribuídos R$ 285.000,00. A temporada 2021 já começou, lá mesmo no Rancho WS. Fique por dentro: @etr_oficial.

Top 15 fecha temporada da ETR com ‘chave de ouro. ’Novidade o ano passado, a final da temporada pagou R$ 50 mil aos campeões

Por Luciana Omena
Crédito das fotos: Divulgação/WTR Produções

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Team Roping

Prova 2 Amigos Team Roping bate dois mil inscritos

Iniciativa foi dos amigos João Vinicius Parise e Roberto Sulera e o evento aconteceu de 19 a 21 de fevereiro

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O Haras Suleira, em Bálsamo/SP, recebeu mais um grande evento do cavalo e do Laço em Dupla. Isso porque dois amigos se juntaram a fim de proporcionar aos competidores e seus cavalos uma prova de qualidade, além de alta premiação. A 2 Amigos Team Roping contou com 2200 inscritos – entre eles, laçadores do Brasil todo, incluindo Rondônia e Pará – e aconteceu de 19 a 22 de fevereiro.

“Fizemos uma prova em 2017 e agora essa foi a segunda edição. Temos uma amizade de muitos anos, então decidimos nos reunir para promover essa prova juntos. A região é muito boa, forte no Laço em Dupla. Por isso, estruturamos a 2 Amigos Team Roping com o intuito de fomentar ainda mais para os competidores”, conta João Vinicius Parise.

De acordo com Roberto Sulera, a 2 Amigos Team Roping foi um desafio. “Três dias marcados pelas melhores laçadas, pela emoção que tomou conta das homenagens a queridos amigos do laço que nos deixaram recentemente. Assim como foram três finais eletrizantes. Nos reunimos para promover uma das maiores provas de laço do Brasil e deu tudo certo”, postou em seu Instagram.

Não só João Vinicius como também Roberto Sulera esperam dar continuidade ao evento. “Por conta da Covid-19, muita gente não compareceu. Tínhamos a expectativa até de mais inscrições, mas a prova foi um sucesso, 2200 inscrições nos três dias e uma premiação milionária”, reforça João. E de fato, os prêmios chamaram atenção mesmo.

Resultados

Para a Aberta e #Soma8, a dupla campeã levou uma Saveiro + fivela, enquanto os segundos colocados um carro + fivela. Até oitavo lugar, a premiação foi ainda de dois trailers e quatro motos. Os campeões da #Soma6,5 e 4 levaram uma caminhonete e fivela até terceiro lugar. Até 12° lugar, os prêmios foram uma Saveiro, um carro, três trailers e seis motos. Por fim, para a categoria #Soma3 e 2, campeão e reservado uma Saveiro cada dupla + fivela. Premiação até 12° lugar também, com dois carros, dois trailers e seis motos.

#Aberta e #Soma8:

Iniciativa da 2 Amigos Team Roping foi dos amigos João Vinicius Parise e Roberto Sulera e o evento aconteceu de 19 a 21 de fevereiro

#Soma6,5 e 4:

#Soma3 e 2:

Iniciativa da 2 Amigos Team Roping foi dos amigos João Vinicius Parise e Roberto Sulera e o evento aconteceu de 19 a 21 de fevereiro

A Prova 2 Amigos Team Roping, sobretudo para garantir a segurança de todos, seguiu todos os protocolos de segurança para evitar contágio pelo novo coronavírus. Entre eles, era proibida a presença de público, uso obrigatório de máscara e distanciamento social. Inclusive, para incentivar a que todos cumprissem esse regulamento, os competidores que não seguissem as regras seriam desclassificados.

Fique por dentro: @harassulera.

Por Equipe Cavalus
Crédito da foto: Divulgação/Marilza Barros
Na foto de chamada, à frente, Roberto Sulera e João Vinincius Parise

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Geral

Conheça a produção de Shiney Bit O Ebony que está em processo de doma

Ao todo, são cinco animais, sendo quatro fêmeas e um macho, todos Potro do Futuro 2022, que estão nas mãos do treinador Ricardo Martins e que, em questão de pouco tempo de trabalho, já destacaram a genética consagrada do pai

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Domar um cavalo é uma verdade arte e, por isso, exige muito conhecimento por parte do treinador. Mas quando se tem em mãos animais que veem de uma linhagem de campeões, o trabalho, certamente, flui com mais facilidade. Como é o caso da produção de Shiney Bit O Ebony – um dos principais garanhões do Haras Império – que está em processo de doma com o treinador Ricardo Martins, mais conhecido como Cacá. Ao todo, são cinco animais, sendo um macho e quatro fêmeas.

De acordo com Cacá, em questão de pouco tempo e trabalho, os animais já destacaram a genética campeã do pai. Nascidos em 2018, portanto, Potro do Futuro 2022, são todos animais mansos, dóceis e habilidosos. “Afinal, a genética não tem nem o que questionar. Além disso, as mães são ótimas”.

Como é o caso do potro castanho BET GUN SHINEY CF30 (Shiney Bit O Ebony x Dolls Got Guns). Ainda conforme o treinador, o animal é muito habilidoso e de ótima morfologia. “Certamente, esse vai para a modalidade de Rédeas. Não temos dúvidas disso”, garante Cacá.

Fêmeas produção Shiney Bit O Ebony

Já entre as fêmeas há duas de pelagem rosilho em processo de doma. Uma delas é BIT PEP LENA CF30 (Shiney Bit O Ebony x Pepy Lena Dual CGV). “Muito ligeira e dócil mesmo. Sua mãe foi domada por mim, era uma craque”. A outra é BIT METALIC POP CF30 (Shiney Bit O Ebony x Metallic Pop). “É a potra mais nova. Mansa demais, sua mãe foi 3º lugar no Derby Laço Pé Aberto com Chifrinho. Portanto, de ótima genética”.

Outra potra que está sendo domada pelo treinador é a de pelagem zaino BEL METALIC BIT CF30 (Shiney Bit O Ebony x Metallic Luiza). “Ótima morfologia, muito dócil e habilidosa. Sem falar na cor, que agrega muito”, acrescenta Cacá. Por fim, há também a potra castanho BIT METALLICA CF30 (Shiney Bit O Ebony x Maddy Metallica). “Essa potra é muito forte, de uma morfologia muito boa”, destaca o treinador.

Apesar de serem muito novas, Cacá cita que as quatro fêmeas da produção de Shiney Bit O Ebony já demonstraram uma forte aptidão para brilharem, no futuro, na modalidade de Laço em Dupla Técnico.

Cinco animais estão em processo de doma – Foto: Divulgação

Importância de uma boa doma

O processo de doma se inicia quando o animal completa 2 anos e dura cerca de 10 meses, explica o treinador. Depois deste período, os animais são encaminhados para os treinadores específicos de cada modalidade, isso de acordo com a aptidão que melhorem demonstrarem neste processo. Por conta isso, o trabalho de Cacá é tão importante.

“Eu faço a doma, o início de tudo. Esses animais ficam comigo até que ficarem prontos para serem colocados na modalidade que o criador/proprietário desejar. É muito importante um bom começo para os animais lá na frente andarem mais rápido. Para que o treinamento seja mais rápido com os profissionais de cada modalidade”, explica.

Cacá conta ainda que, hoje em dia, poucos profissionais querem domar cavalos por se tratar de um processo mais demorado. “É mais delicado, enrolado. Precisa ter cautela para não deixar sequela. Assim, os grandes treinadores de várias modalidades já preferem pegar o animal pronto, ou seja domado, para eles conseguirem colocá-los na modalidade mais rápido”, finaliza o treinador do Haras Império.

Site: www.harasimperioqm.com.br Instagram: @harasimperio | Facebook: @harasimperioms

Fonte: AV Comunicação Equestre
Crédito da foto: Divulgação/Haras Império

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Team Roping

Team Roping: 3 dicas para você iniciar corretamente seu cavalo

O cavalo aprende tudo que você ensinar. Mas, para ter sucesso nas pistas, é sempre importante ter em mente algumas dicas

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O Team Roping é aquela modalidade de sintonia. Cavalo e cavaleiro de cabeça precisam sincronizar perfeitamente com o cavalo e cavaleiro de pé. Afinal, o resultado é da dupla, sempre.

Mas, como começar na modalidade corretamente? Ou melhor, como ensinar da melhor forma um cavalo a competir no Laço em Dupla?

Conversamos com o treinador Cleber Zanovelo, do Haras EZ, de Floreal/SP, que tem 33 anos de laço. Confira!

Dica 1 – não atropele o tempo

“Em primeiro lugar, uma boa doma é importante. O cavalo passar pelo tempo correto da doma, sem pular nenhuma das fases. Só depois, então, chega às mãos do treinador para iniciá-lo no treinamento propriamente dito. Em minha opinião, não adianta nada apressar o passo.

Enquanto acontece a doma, mesmo antes de encerrada todas as fases, colocar o cavalo já para laçar, aprender a trilhar boi, etc. é pular uma fase importante. O correto é que o cavalo de Team Roping, ou qualquer outro esporte, aprenda tudo da doma e com o tempo correto passe para o treinamento de fato”.

O cavalo aprende tudo que você ensinar. Mas, para ter sucesso nas pistas de Team Roping, é importante prestar atenção em algumas dicas

Dica 2 – aptidão para o Team Roping

“A dica para o proprietário que quer um cavalo de Team Roping é: estude. Busque linhagem, genética. Saiba mais sobre pai e mãe do animal que interessou. O domador entra também nessa hora, iniciou o cavalo e conhece as inclinações. O treinador, com tempo e treino, perceberá o senso de gado, qual posição se dá melhor, qual tipo de laço”. 

Dica 3 – escolha do treinador

“Treinamento é tudo sobre o treinador. É o profissional que trabalhará com o cavalo por algum tempo. Portanto, o treinador honesto tem a visão do proprietário. Sabe que há uma grande expectativa e é sempre realista a todo instante.

Cada cavalo tem seu tempo e atinge uma zona de conforto. Não adianta o treinador querer acelerar e não terminar o trabalho corretamente. Ou seja, tirar o cavalo do tempo dele, do desenvolvimento e aprendizagem corretos. O objetivo é entregar um cavalo que vá laçar saudável e da forma que tem que ser por muitos anos.”

Por Luciana Omena
Crédito das fotos: Divulgação/Team Roping TV

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