Três Tambores & Seis Balizas

ANTT prepara final histórica em meio a pandemia

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Decisão da temporada 2019/2020 da ANTT acontecerá sem público nas modernas instalações do Haras NSG no interior de São Paulo

Esse ano será diferente. Acostumadas a entrar em uma arena lotada para disputa do título, as finalistas terão o silêncio de uma pista vazia. Não tinha como ser de outro jeito. Mesmo como números melhores, o Brasil, e o mundo, ainda passam pela pandemia no novo coronavírus. Contudo, a diretoria da ANTT está feliz. Depois de todas as incertezas dos últimos meses se prepara para encerrar a 17ª temporada com R$ 85 mil em prêmios e as melhores do Brasil.

Portanto, a final do Circuito RAM Rodeo ANTT está marcada para os dias 25 e 26 de setembro. O evento acontece na arena coberta do Haras NSG, em São Pedro/SP. E não terá a presença de público.

Dessa forma, as competições serão transmitidas ao vivo pelo aplicativo Rodeio Play, parceiro do campeonato. Bem como através das plataformas do Brasil Rural TV, que fará a geração das imagens. “Estamos orgulhosas em poder concluir a nossa temporada mesmo em um ano tão atípico e difícil. Foi um ano de grandes desafios, mas com a união de toda a diretoria conseguimos dar sequência ao campeonato. Assim como tivemos o apoio das nossas filiadas e de nossos parceiros. Essa final certamente entrará para a história”, afirma Flávia Cajé, presidente da ANTT.

Serão três rounds: sexta, 25, a partir das 20h30; sábado, 26, a partir das 10h e a partir das 20h. Sobretudo, quando ocorre também a cerimônia de premiação. Mesmo tendo que alterar a premiação final prevista no início da temporada devido as condições atuais, a ANTT irá distribuir mais de R$ 85 mil neste evento. Assim como nos anos anteriores, as 20 finalistas das categorias adultas e as cinco finalistas da mirim terão premiação garantida de acordo com suas posições finais no ranking. com efeito, a campeã nacional recebe R$ 20 mil.

Campeonato 2019/2020

A atual temporada da ANTT teve início em setembro de 2019. Como resultado, havia realizado quatro etapas regulares e três etapas bônus antes do início da pandemia. Todos os eventos foram paralisados, modificando assim a programação da Associação. Todavia em agosto, a ANTT foi pioneira e retomou as atividades organizando uma etapa própria. Dsse modo, validou também uma etapa bônus e fechou o Circuito RAM Rodeo ANTT com dez etapas antes da final Nacional.

O campeonato contou com a participação de mais de 200 competidoras filiadas. Dessa maneira, a etapa decisiva terá a presença somente das melhores pontuadas ao longo do ano. Em suma, além da premiação citada acima para a campeã, também haverá premiação para o melhor tempo de cada round em todas as categorias. Bem como premiação final para o melhor treinador da temporada.

Na Feminino, as dez melhores do ranking disputam o título nacional na Final Organnact Gold Race. Enquanto as competidoras que estão entre a 11ª e a 20ª posição concorrem ao título da Final Rodeio Play Silver Race. Por fim, pela Mirim, competidoras de até 12 anos, a batalha pela fivela será travada pelas cinco melhores do ranking na Final Boots Horse Mirim.

Decisão da temporada 2019/2020 da ANTT acontecerá sem público nas modernas instalações do Haras NSG no interior de São Paulo

Disputa pelo título 2020 da ANTT será acirrada em todas as categorias

O título nacional da categoria Feminino mais uma vez reserva fortes emoções. A atual bicampeã nacional, Ana Carolina Cardozo, novamente chega a etapa decisiva na liderança. Ana se posicionou entre as dez melhores em todas as etapas que disputou. A paulista de Araraquara soma 560 pontos e depende apenas de seus bons resultados para garantir o terceiro título consecutivo.

Entre suas principais concorrentes, a tetracampeã nacional ANTT Fatiana Ferreira, segunda colocada no ranking. Em seguida, Donata Prata Volpon, terceira colocada, e a campeã mirim de 2019, Luana Lima Bastos. Aliás, em seu primeiro ano exclusivamente na categoria adulta, Luana já entra na briga pelo inédito título. As três somam até o momento 340 pontos e as posições foram definidas pelos critérios de desempate previstos no regulamento.

Na disputa da Feminino Silver Race, assim como acontece em todos os anos, tudo pode acontecer. Todas as classificadas têm chances reais de serem campeãs. Gabriela Sávio e Ana Laura Savini chegam a decisão em condições iguais, ambas com 245 pontos. E são seguidas de perto, então, por Mariana Jubran, 205 pontos, e Giovanna Morato, que está na quarta posição com 190 pontos.

O favoritismo na Mirim é da líder Eduarda Carrero, que venceu duas etapas e subiu ao pódio outras cinco vezes nesta temporada. Duda tem até o momento 370 pontos. Apesar de certa vantagem, Jullya Anthonielly e Maria Manuela Nogueira, ambas com 300 pontos, serão as outras duas principais concorrentes.

Finalistas

GOLD RACE
1 – Ana Carolina Cardozo – Araraquara-SP – 560 pontos
2 – Fatiana Ferreira – Guaíra-SP – 340 pontos
3 – Donata Prata Volpon – Pres. Prudente-SP – 340 pontos
4 – Luana Lima Bastos – Bataguassu-MS – 340 pontos
5 – Giovanna Lasmar – São João Del Rei-MG – 330 pontos
6 – Lisandra Carvalho – Pilar do Sul-SP – 330 pontos
7 – Rafaela Slaviero – Curitiba-PR – 305 pontos
8 – Letícia do Valle – Pres. Prudente-SP – 300 pontos
9 – Laiz Leite – Itapira-SP – 290 pontos
10 – Kelly Caroline – Duartina-SP – 275 pontos

SILVER RACE
1 – Gabriela Sávio – Brotas-SP – 245 pontos
2 – Ana Laura Savini – Botucatu-SP – 245 pontos
3 – Mariana Jubran – Avaré-SP – 205 pontos
4 – Giovanna Morato – Sorocaba-SP – 190 pontos
5 – BrehnaBazanella – Americana-SP – 180 pontos
6 – Heloísa Sá Rezende – Pres. Prudente-SP – 180 pontos
7 – Daniela Andreotti – São Paulo-SP – 170 pontos
8 – Eduarda Peres – Potirendaba-SP – 160 pontos
9 – Thais Munique – Votuporanga-SP – 155 pontos
10 – Ana Flávia Belumat – Sto. Ant. Posse-SP – 155 pontos

MIRIM
1 – Eduarda Carrero – ParaguaçúPta.-SP – 370 pontos
2 – Jullya Vicentini – Jaguariúna-SP – 300 pontos
3 – Maria Manuela Nogueira – Cravinhos-SP – 300 pontos
4 – Julia Pereira da Silva – Vargem Grande Paulista-SP – 270 pontos
5 – Olívia Ianez – Tabapuã-SP – 240 pontos

Decisão da temporada 2019/2020 da ANTT acontecerá sem público nas modernas instalações do Haras NSG no interior de São Paulo

Protocolos

Da mesma forma que aconteceu nas últimas provas realizadas pela ANTT, a etapa decisiva seguirá uma série de protocolos. Normas, sobretudo, que fazem parte de uma cartilha desenvolvida pela própria entidade em conjunto com o NBQM. O documento foi elaborado com a finalidade de evitar a propagação do vírus da Covid-19.

De tal forma que inclui como normas a redução da equipe de trabalho e distanciamento social. Ao mesmo tempo que exige o uso de equipamentos de proteção. Em conclusão, higienização e controle de acesso com medição de temperatura, entre outros.

Realizar a final Nacional e finalizar temporada mesmo em meio a pandemia, antes de mais nada, comprova a competência e comprometimento de toda a diretoria da ANTT. Há 17 anos a entidade trabalha em prol o fortalecimento dos Três Tambores no país. Principalmente nos últimos meses, não mediu esforços para conseguir realizar provas em um ambiente seguro. Acima de tudo, dentro das normas estabelecidas pelas autoridades.

Outras informações: www.antt.org.br | www.instagram.com/estrelasdaantt.

Colaboração: Agência PrimeComm
Crédito das fotos: Divulgação e Lucas Campos

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Mais de 3 mil inscritos na 18ª Prova de Tambor FNSL

Evento, que se consolidou como o segundo maior de 2020, foi realizado em Jaguariúna/SP, na sede da Fazenda Nossa Senhora de Lourdes, entre os dias 10 e 14 de novembro

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Mais de 3 mil inscritos na 18ª Prova de Tambor FNSL

Tradição e inovação andam juntas na Prova de Tambor FNSL. A 18ª edição desse evento contou com mais de R$ 300 mil em premiação e 3.100 inscrições. De acordo com os organizadores, 700 cavalos passaram pelo haras. “Só gratidão! Três mil obrigados! Vocês foram sensacionais. Cinco dias onde a família do Tambor se reuniu na FNSL para a 18ª Prova!”, comenta Thomas de Mello e Sousa.

Sentimento compartilhado por sua esposa Roberta Paes de Almeida: “Obrigada a todos os competidores, treinadores, tratadores, patrocinadores, veterinários, equipe da fazenda que não deixou de atender os pedidos de todos na hora do aperto, a todos que contribuíram para o evento se tornar um sucesso!” Ambos são titulares da Fazenda Nossa Senhora de Lourdes, em Jaguariúna/SP. Antes de mais nada, além de importantes criadores dentro do Quarto de Milha, fomentam sempre os Três Tambores.

Recordes quebrados: inscrições, animais e baias. Com toda a certeza, um dos maiores eventos de todos os tempos, o maior e melhor de sua história. EM um ano desafiador para todos, a Prova de Tambor FNSL inovou e se reinventou. Organização da Assessoria Pontes e realização da Fazenda Nossa Senhor e Lourdes, comandando um time de mais de 40 pessoas.

Mais de 3 mil inscritos na 18ª Prova de Tambor FNSL, realizada em Jaguariúna/SP, na seda da Fazenda Nossa Senhora de Lourdes, de 10 a 14/11

Amador Masculino

Um dos destaques da 18ª Prova de Tambor FNSL foi a Amador Masculino. Idealizada por um grupo de criadores – Leonardo Gonzalez, Rafael Marques, Vitor Liuti e Thomas – a categoria estreou durante o evento. “Trata-se de uma categoria nova que criamos para fomentar o esporte. O pessoal do amador agora tem mais uma categoria para correr. E foi um sucesso! A união fez a força e trouxe muita alegria! Temos a certeza que ajudamos a plantar uma semente importante para o desenvolvimento e crescimento do esporte”, relata Thomas.

Premiação Amador Masculino

De fato, R$ 88 mil em premiação e 191 inscritos. A ideia é implementar a Amador Masculino em outros eventos de Três Tambores. Dessa forma, o primeiro campeão dessa categoria inédita foi Octavio Augusto Faria com Bee Fortunes OFV, e o tempo de 17s218.

Mais de 3 mil inscritos na 18ª Prova de Tambor FNSL, realizada em Jaguariúna/SP, na seda da Fazenda Nossa Senhora de Lourdes, de 10 a 14/11
Caroline Rugolo

Destaques Prova de Tambor FNSL

Inegavelmente uma das melhores pistas de provas do Brasil, não só pelos cuidados de seus proprietários, mas também por toda a estrutura, a FNSL sempre dá show em seus eventos. Conforme dados da organização, foram 45 tempos na casa dos 16 segundos. Caroline Rugolo Fioravante e God Given Fame marcaram o menor tempo do evento, 16s640.

Desse modo, a amazona ficou com a vitória da categoria Amador. De quebra, com PG Blue Max Jazzy e 16s832, Carol emplacou também em segundo lugar. “Meus tordilhossssss, ahhh quanta gratidão! Obrigada Deus por mais esse fds (sic) abençoado!!”, publicou a amazona em seu Instagram.

Pódio GP

Do GP Victory Fly, a categoria com mais inscritos, saíram o segundo, terceiro e quarto melhores tempos do evento. Ronaldi Godinho foi o campeão com Querida Fly FNSL, 16s653. Em segundo lugar, Sidnei Pereira Junior, com Game Boy EK, 16s718. E em seguida, Edson Carlos da Rosa, com Order A Victory LW, 16s730.

Também entre os destaques, Evelino Rocha e Rollin In The Fame. Foram campeões da Média, soma dos tempos de uma categoria oficial + o GP Victory Fly. O conjunto venceu a Aberta Senior com 16s750 e foi quarto lugar no GO, 16s741. Pela vitória embolsaram o prêmio de R$ 25 mil. Resultados completos: www.sgpsistema.com.br ou www.seqm.com.br.

Mais de 3 mil inscritos na 18ª Prova de Tambor FNSL, realizada em Jaguariúna/SP, na seda da Fazenda Nossa Senhora de Lourdes, de 10 a 14/11
Evelino Rocha e Rollin In The Fame

“Sabemos que tivemos problemas e desafios, mas graças a todos conseguimos fazer um evento histórico. Passadas alucinantes, muita emoção, competição e, acima de tudo, confraternização. O Tambor pode contar com a FNSL sempre! Até a 19ª Prova em 2021!”, conclui Thomas. Por fim, Roberta também agradeceu: “Obrigada a Deus, Nossa Senhora de Lourdes e Aparecida por mais um evento de muito sucesso.”

Por Equipe Cavalus
Crédito das fotos: Beto Negrão e Divulgação

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Três Tambores & Seis Balizas

Agilidade do conjunto é imperativo para o ‘zigue-zague’ das Seis Balizas

Prova de Seis Balizas exige resistência, velocidade, flexibilidade, técnica e coordenação ao conjunto

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O esporte Seis Balizas é um evento cronometrado. Apresenta cavalo e cavaleiro em um percurso entrelaçado em torno de seis postes dispostos em linha. Ter agilidade é imperativo para o sucesso do conjunto nessa modalidade. Acima de tudo, muita técnica e coordenação. Assim como exige resistência. Ao final do percurso, você ficará boquiaberto com o ‘gingado’ que o cavalo que corre essa prova demonstra.

Antes de mais nada, a boa equitação é fundamental. O conjunto que participa da prova de Seis Balizas deve trabalhar como um só para se destacar. Vários métodos são implementados, desde a abordagem slalom (zigue-sague), até a do passe lateral. O feeling do cavaleiro determinará, portanto, em qual delas seu cavalo se saíra melhor.

Não há registros da origem das Seis Balizas, mas de fato é um esporte praticado há muitos anos, antes mesmo dos Três Tambores. No Brasil, fez sucesso desde a sua chegada, quando as equipes da ABQM apresentavam o cavalo Quarto de Milha em demonstrações itinerantes pelo Brasil. Fora do nosso País, é chamada de Pole Bending e é um dos esportes mais fortes da NBHA.

Prova de Seis Balizas exige resistência, velocidade, flexibilidade, técnica e coordenação ao conjunto. O bailado do ‘zigue-zague’ encanta

O que é a modalidade Seis Balizas?

Seis Balizas nada mais é do que um evento em que a velocidade e agilidade do cavalo são testadas. De tal forma que participam dessa prova homens, mulheres e crianças. Então, o conjunto ‘costura’ duas vezes o percurso de seis postes em linha reta, com espaçamento de 6,5 metros entre eles.

Parte a galope e o tempo começa a contar quando o nariz do cavalo cruza a linha de partida, demarcada pela fotocélula. Pode começar quer seja pela direita, quer seja pela esquerda. Em velocidade, corre até a última baliza em linha reta. Em seguida, contorna as balizas da última até a primeira e depois volta fazendo o mesmos percurso. Por fim, o conjunto parte em nova linha reta até a chegada. O tempo para quando, novamente, o nariz do cavalo cruzar a linha.

Os vencedores são definidos em ordem crescente, do menor ao maior tempo, ou pela soma dos tempos. O padrão deve ser seguido com precisão e exatidão. Uma penalidade de cinco segundos é adicionada ao tempo final para cada poste derrubado. O conjunto será desclassificado se errar o percurso ou cair do cavalo. É essencial que o cavaleiro sente-se na sela e use a parte inferior do corpo e as pernas para conduzir o cavalo.

As balizas são feitas de PVC. A cor preferida para os postes é branco com anéis vermelhos, mas brancos e azuis são permitidos. A base de cada haste tem 14 polegadas de diâmetro e são feitas de borracha ou plástico.

Prova de Seis Balizas exige resistência, velocidade, flexibilidade, técnica e coordenação ao conjunto. O bailado do ‘zigue-zague’ encanta

Movimento em prol das Seis Balizas

Um trabalho minucioso e de precisão. Do ‘boom’ do começo da história, a modalidade Seis Balizas perdeu adeptos ao longo do tempo. Nos centros de treinamentos e ainda em algumas provas, os Três Tambores e as Seis Balizas andam juntos. Eventualmente, quem faz uma modalidade, também pratica a outra.

Inclusive, em muitos programas de treinamento o potro é iniciado primeiro na baliza para depois ir aos tambores. Há também uma corrente que corrige problemas dos cavalos de tambor passando eles pela baliza. Elas se complementam, mas uma cresceu exponencialmente mais do que a outra aqui no Brasil.

Ter cavalos separados para treinar e competir nas Seis Balizas é privilégio de poucos. Privilégio, pois o retorno é baixo. Poucas provas e com premiações que não se sustentam. Há muita gente engajada em achar soluções, ações de fomento e que mantém a modalidade viva em suas casas ou nas provas em que organiza e participa. Mas o resultado efetivo não tem acontecido. Pelo menos não a nível global. Campeonatos e Associações seguem buscando alternativas para a modalidade não acabar.

De acordo com entusiastas, o crescimento dos Três Tambores nos rodeios e a implantação do formato em Divisão são dois fatores que contribuíram para que fosse minado o fortalecimento da Baliza. Por outro lado, as premiações ficaram cada vez mais astronômicas no Tambor e, por consequência, os investimentos foram canalizados. A busca incessante pela velocidade e por animais com a linhagem de velocidade também contribuíram para o declínio das Seis Balizas, esporte que ‘pede’ animais com linhagem de trabalho.

Muitas são as ideias, muito se é discutido, muitas são as pessoas que não querem e não vão desistir. Mas o que realmente precisa começar a ser feito para que a modalidade volte aos seus dias de glamour?

Curiosidade

Na cultura gaúcha há uma prova chamada Rédeas, também conhecida de Prova das Balizas. São promovidas pelos Centros de Tradições Gaúchas – CTG. As duas são realizadas nas modalidades: desafio e cronômetro, em percursos diferentes (fotos acima). Dessa forma, na prova de cronômetro são nove balizas, cinco dispostas enfileiradas e quatro nos cantos da pista. A distância entre elas é de três metros.

O conjunto larga em direção a primeira baliza no canto direito da pista, contorna as quatro e por fim realiza o percurso em zigue-zague no centro na ida e na volta. O cronômetro para quando o conjunto cruza a linha de chegada. No desafio, dois conjuntos têm um percurso pré-definido e largam ao mesmo tempo. Devem contornar a baliza da ponta, seguir até o final da pista contornar a segunda baliza e partir para as balizas centrais. Ai sim ziguezaguear, ida e volta, e em conclusão partir para linha que cruza a reta final.

Além das provas de rédeas (balizas), também há o laço comprido, chasque, cepo. Todas provas consideradas campeiras. De acordo com nosso colaborador Luciano Rodrigues, nas provas culturais há a declamação de poesia, dança, canto, entre outros.

Cada CTG é divididos em regiões – Regiões Tradicionalista Gaúcha – RTG. Assim como todas as regiões constituem o Movimento Tradicionalista Gaúcho, na qual representa um Estado do Brasil. Anualmente, respeitando o regulamento dos MTG, têm-se os Encontros de Seleção, ou seja, os melhores de cada RTG defendem a sua região em uma competição estadual. Por consequência, os melhores de cada MTG participam dos Encontros entre Seleções do Estado, como se fosse um campeonato nacional.

Fonte: Wikipedia, AGCArabe, MTG do Paraná
Crédito das fotos: Wikimedia Commons, Cedar Spring Post

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Dirley Rugolo impulsiona o desenvolvimento dos esportes com o Quarto de Milha

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Investimento no Haras Raphaela foi estimulado pelo amor aos cavalos, sentimento que sempre esteve presente em sua família

A largada foi dada a partir das cavalgadas é o que diz Dirley Rugolo. Passeios realizados em companhia das filhas Caroline e Louise. Passados alguns anos, a paixão ganhou maior intensidade. Visto que as meninas começaram a praticar a modalidade Três Tambores.

Contando com o apoio da Rose Mary, Dirley Rugolo concretizou o sonho familiar. Em 2009 a família inaugurou o Haras Raphaela. Com toda a certeza, local que tornou-se um dos maiores complexos esportivos da América Latina. Infraestrutura localizada entre as cidades de Tietê e Porto Feliz, interior paulista.

O Raphaela é referência internacional, sem dúvida. Ocupa uma área de 35 alqueires entre haras e o complexo esportivo. Assim como é considerado como um dos maiores e mais completos da América Latina. Além da pista, o local tem diversos anexos que o transformam em um centro completo de entretenimento

Investimento no Haras Raphaela foi estimulado pelo amor aos cavalos, sentimento que sempre esteve presente na família de Dirley Rugolo
Família Rugolo

Dirley Rugulo

Todo amor e respeito aos animais dedicados por Dirley Rugolo e sua família são refletidos nas pontuações do Haras Raphaela. Atualmente supera os 5,6 mil pontos como criador. E ainda 1,9 mil pontos como proprietário. Além disso, o plantel foi premiado pelo terceiro ano consecutivo como melhor proprietário do ranking geral do ABQM Awards.

Amplos pavilhões de cocheiras abrigam um plantel superior a 180 animais. Antes de mais nada, das melhores linhagens de Velocidade e Trabalho, nacionais e internacionais. Bem como uma produção de 45 potros por ano.

O haras possui também uma completa central de reprodução com equipe especializada. Com o intuito de alcançar a excelência de seu plantel, Dirley Rugolo vem investindo em animais Quarto de Milha de alto padrão genético. Busca, sobretudo, genética importada com com garanhões de sua propriedade ou de condominiados.

Por sua contribuição com o crescimento e profissionalização que alcançou a raça Quarto de Milha no Brasil, ele foi homenageado esse ano com sua entrada no Hall da Fama da ABQM.

Colaboração: ABQM
Crédito das fotos: Arquivo Pessoal

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