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Em novo formato, 39ª edição do Freio de Ouro encerra com chave de ouro

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Nas fêmeas venceu a égua campeã do Bocal de Ouro, Balisa III do Itapororó, e nos machos o campeão foi o vencedor da FICCC 2018, Colibri Matrero

Surpreendente e emocionante do início ao fim. Assim foi a 39ª edição do Freio de Ouro, realizada de quinta-feira (24) a domingo (27), no Parque de Exposições Assis Brasil, em Esteio/RS.

Inegavelmente, a 39ª edição do Freio de Ouro entrou para a história. Ainda mais depois de um ano atípico e desafiador por causa da pandemia. De máscara no rosto e arquibancadas vazias , a emoção do evento chegou ao público através da tela de smartphones, computadores e aparelhos de televisão.

Sobretudo, a qualidade dos conjuntos se destacou durante as provas. Tanto que foi notória a disputa acirrada e a alternância de posições desde o primeiro dia.

Ao todo, 80 animais (46 fêmeas e 34 machos) foram os responsáveis pelo espetáculo. O evento foi promovido pela Associação Brasileira de Criadores de Cavalos Crioulos (ABCCC);

Na disputa, muitos detalhes chamaram a atenção. Entre elas, as notas morfológicas extremamente elevadas, com 12 animais acima de 8 pontos na média.

Além disso, o evento teve forte representatividade dos exemplares uruguaios. Estes que classificaram um número recorde de conjuntos – oito, no total. Assim, levaram três troféus para a casa.

Consequentemente, outro ponto alto do evento foi a integração proporcionada pelo cavalo Crioulo. Ainfla, levou à pista três países: Argentina, Brasil e Uruguai.

Por fim, o pódio acabou formado, entre as fêmeas, pela dupla Balisa III do Itapororó. Ela foi comandada pelo ginete Fábio Teixeira da Silveira. Já nos machos, os grandes campeões foram Colibri Matrero, com Gabriel Marty.

Balisa III do Itapororó e Fábio Teixeira da Silveira – Foto: Divulgação/Fagner Almeida

Na categoria fêmeas…

A princípio, a égua que puxou a fila das fêmeas logo na 1ª etapa e venceu o evento, Baliza III do Itapororó também é a atual Bocal de Ouro. Sobretudo, ela que atingiu 8,500 de morfologia e 21,199 de média final. Assim, foi um dos dez animais classificados com o ginete Fábio Teixeira da Silveira.

De acordo com o cavaleiro – que é patrocinado Vetnil -, ele chegou ao domingo com cinco animais entre os 28 melhores do ano. Portanto, teve que correr a última paleteada “contra ele mesmo”. Afinal, suas duas éguas disputavam prata e ouro.

No entanto, na ocasião o ginete solicitou ajuda ao amigo (e também ginete) Lindor Collares Luiz. Foi ele, aliás, que assumiu a responsabilidade e fez bonito na corrida de vaca com Divindad 42 Nombrado.

Divindad 42 Nombrado – Foto: Divulgação/Fagner Almeida

Como resultado, a dupla de éguas não só garantiu o pódio na categoria, como também uniu forças para a comemoração na tradicional volta olímpica.

Símbolo de confiança, amizade e companheirismo traduzidos também na entrega de prêmios. Já que foi Collares quem recebeu o Freio de Prata conquistado com 20,576 de média.

Em conclusão, Fábio Teixeira também subiu no pódio para receber o prêmio de Freio de Prata na categoria machos. Este conquistado por Fantástico de São Pedro.

Por certo, equilibrando três troféus na mão, emocionado e agradecido, ele disse que os três cavalos são muito parelhos. Além de terem temperamento fora de série e se tornaram competitivos por isso. “Só por estar em uma final do Freio e fazer uma prova boa já é muito importante. Ganhar é melhor ainda”, completou. 

Colibri Matrero e Gabriel Viola Marty – Foto: Divulgação/Felipe Ulbrich

Já nos categoria machos

Depois, na categoria machos, ele que já é um colecionador de prêmios, somou mais um título à sua jornada. Colibri Matrero, montado pelo ginete Gabriel Viola Marty, foi, certamente, impulsionado à vitória desde a etapa de Mangueira I. Na sequência, ao longo das provas levantou diversas placas pretas dos jurados.

Conforme o ginete, a grande chave para a vitória foi o amadurecimento. “A gente fez um projeto, ele parou um ano para voltar este ano e ganhar o Freio. Esse foi o projeto, eu não posso mentir: a gente veio para ganhar o Freio de Ouro”, destacou. Por fim, a média final foi de 22,217.

Antes de mais nada vale frisar que Matrero é filho de Del Oeste Acierto e Colibri Matrera. Do mesmo modo, o animal já foi Freio de Ouro FICCC e Freio de Bronze em Esteio/RS, ambos em 2018.

Ademais, já levou pra casa o prêmio de 3º Melhor Macho da Expo Prado 2016, na capital uruguaia de Montevidéu. Em contrapartida, na ocasião ele foi um dos seis animais guiados pelo ginete Gabriel Viola Marty, além de um dos cinco exemplares uruguaios na final. 

Freio de Prata Machos, Fantástico de São Pedro e Fábio Teixeira da Silveira – Foto: Divulgação/Felipe Ulbrich

Merecedores de destaque

Em suma, Daniel Teixeira, o ginete que participa do Freio desde os seus 14 anos de idade, recebeu o título de Ginete Destaque da competição. Na última sexta-feira, Daniel fraturou o braço durante o treinamento à noite.

Mesmo com o braço enfaixado, decidiu dar continuidade às provas. Assim, demonstrou um show de superação na pista de Esteio. Afinal, classificou 13 animais e correu com 11 a final da 39ª edição do Freio de Ouro.

Do mesmo modo, o prêmio de Craque Funcional foi dado ao cavalo argentino Don Pocho El Caudillo. O animal foi conduzido pelo ginete Tomaz Gonçalves.  

Confira o resultado

FÊMEAS

Freio  de Ouro
BALISA III DO ITAPORORÓ
CRIADOR: CONDOMINIO RURAL ITAPORORÓ/SANTA MARTA
EXPOSITOR: ROSALIE TAVARES NEGRINI JONES
ESTABELECIMENTO: CABANHA QUARACI, SANTA CRUZ DO SUL-RS
GINETE: FABIO TEIXEIRA DA SILVEIRA
MÉDIA: 21,199

Freio de Prata
DIVINDAD 42 NOMBRADO
CRIADOR: GABRIELA ZANCANARO TONET
EXPOSITOR: GABRIELA ZANCANARO TONET E FERNANDO TONET
ESTABELECIMENTO: CABANHA DA FIGUEIRA, PANAMBI-RS
GINETE: FABIO TEIXEIRA DA SILVEIRA
MÉDIA: 20,576

Freio de Bronze
JAGUEL NUEVE LUNAS
CRIADOR: GREEN BELT S/A
EXPOSITOR: GREEN BELT S/A E FERNANDO LAMPERT WEIAND
ESTABELECIMENTO: CABANHAS SEPTIEMBRE E MAUFER, CRUZEIRO DO SUL-RS
GINETE: CLAUDIO DOS SANTOS FAGUNDES
MÉDIA: 20,470

Freio de Alpaca
PORAL CALANDRIA II
CRIADOR: JOSÉ MARIA CAMPIOTTI BUELA
EXPOSITOR: JOSÉ MARIA CAMPIOTTI BUELA
ESTABELECIMENTO: CABAÑA DON PORO, LAVALLEJA-UY
GINETE: JUAN PABLO GONZÁLEZ
MÉDIA: 20,255

MACHOS

Freio de Ouro
COLIBRI MATRERO
CRIADOR: LA PACÍFICA
EXPOSITOR: CABANA LA PACIFICA
ESTABELECIMENTO: CABAÑA LA PACIFICA, URUGUAI-UY
GINETE: GABRIEL VIOLA MARTY
MÉDIA: 22,217

Freio de Prata
FANTÁSTICO DE SÃO PEDRO
CRIADOR: EDUARDO MACEDO LINHARES
EXPOSITOR: EDUARDO MACEDO LINHARES, RODRIGO CASTELLARIN FIALHO
ESTABELECIMENTO: EST NCIA GAP SÃO PEDRO, CABANHA LA PÁTRIA, URUGUAIANA-RS
GINETE: FABIO TEIXEIRA DA SILVEIRA
MÉDIA: 21,577

Freio de Bronze
ZÊZERE DO CANGUCU
CRIADOR: MAURO DUARTE MABILDE SILVEIRA
EXPOSITOR: JÚLIO CÉSAR CARLOTTO, EMILIANO LOPESE SANTIAGO JUAN CRUZ TAPIA
ESTABELECIMENTO: CABANHA  OJ, CABAÑA CERRO CHENQUEE CABAÑA LA DELFINA, ERECHIM-RS E ARGENTINA
GINETE: FAGNER CRESCENCIO ESPINDOLA
MÉDIA: 21,242

Freio de Alpaca
ESCORPIÃO DE SÃO PEDRO
CRIADOR: EDUARDO MACEDO LINHARES
EXPOSITOR: ARTUR FREIRE DIOGO JUNIOR
ESTABELECIMENTO: ESTANCIA SAO DIOGO, SANTA VITÓRIA DO PALMAR-RS
GINETE: JOSE FONSECA MACEDO
MÉDIA:  20,698

Fonte: ABCCC
Crédito da foto em destaque: Divulgação/ABCCC/Fagner Almeida

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Melhores domadores do ano são premiados na final em Esteio

Doma de Ouro e Um Ano de Freio conheceram seus vencedores do ciclo promovido pela ABCCC

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Peça chave por trás de todo cavalo atleta, os domadores são, inegavelmente, a base para toda e qualquer atividade executada pelo cavalo Crioulo. Dessa forma, desde 2015, os profissionais da doma têm a possibilidade de demonstrar oficialmente, e para todo o público da raça, os detalhes que envolvem o ofício.

Neste ano, as finais da Doma de Ouro – etapa de Redomão da ABCCC + Um Ano de Freio – aconteceram entre quinta-feira (19) e o domingo (22), em Esteio/RS. Como resultado, a quantia de R$ 40 mil foi distribuída entre os melhores do ano, reconhecendo, portanto, a importância da atividade.

Ao todo, participaram 49 conjuntos na Doma de Ouro e 16 na Um Ano de Freio, admitidos pelo técnico Thiago Andreolla Persici.

Melhores domadores do ano

Em destaque na disputa do ciclo 2020, o domador Rian Valadão, que iniciou a carreira no Redomão da Lagoa, em 2011, e trilhou um caminho de vitórias no Freio Jovem da ABCCC. Assim, garantiu as principais colocações da etapa de Um Ano de Freio com Jardineira do Mako e Comunista da Estagira.

“Graças a Deus, meu pai e meu irmão que me fizeram um costado, consegui levar o 1º e 2º lugar para casa”, comemorou o jovem que dividiu a pista, inclusive, com o irmão – Nathan Valadão. Além da 1ª e 2ª colocação, Rian também foi o grande vencedor do título de Domador do Ano – Troféu Vilson Souza, que consagra o competidor que obteve a maior nota somada entre a final de 21 dias e Um Ano de Freio.

Já na competição da Doma de Ouro, que avalia a doma de 21 dias de um potro, o domador do ano de 2019 voltou à pista e assumiu o lugar mais alto do pódio: Marcos Silveira, montando Boina do Kavaju Porã.

Sobretudo, Marcos carrega a experiência adquirida como ex-ginete do Freio de Ouro e, atualmente, exerce profissionalmente a função da doma e treinamentos de Cavalos Crioulos. Afinal, não é à toa que ele também garantiu a 4ª colocação na Um Ano de Freio.

Antes de mais nada vale frisar que os conjuntos foram avaliados pelos jurados Gabriel Viola Marty e Luciano Correa Passos.

Rian Valadão – Foto: Divulgação/ABCCC/Felipe Ulbrich

Confira o resultado

DOMA DE OURO – REDOMÃO DA ABCCC

1º lugar: Marcos Braga Silveira de Ávila montando Boina do Kavaju Porã
2º lugar: Rian de Vasconcelos Valadão montando Luz Del Fuego do Mako
3º lugar: Alexandre dos Santos Borges montando Guindo Beribá
4º lugar: Caue Trentini Hertmann montando Sedutora da Bela Aliança

UM ANO DE FREIO

1º lugar: Rian de Vasconcelos Valadão montando Jardineira do Mako
2º lugar: Rian de Vasconcelos Valadão montado Comunista da Estagira
3º lugar: Felipe Santos da Silva montando Moço Bueno 1918 Maufer
4º lugar: Marcos Braga Silveira de Ávila montando Santa Augusta Nega Joana

Fonte: ABCCC
Crédito das fotos:
Divulgação/ABCCC/Felipe Ulbrich

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Estudo trata sobre a predisposição da raça Crioula ao ganho de peso

Pesquisa está buscando avaliar a predisposição à obesidade e a Síndrome Metabólica Equina em animais da raça Crioula

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Um estudo realizado está buscando avaliar a predisposição à obesidade e a Síndrome Metabólica Equina em animais da raça Crioula. Antes de mais nada vale frisar que o trabalho é desenvolvido pelo Laboratório de Pesquisa em Saúde Digestiva e Desempenho de Equinos (LabEqui), da Faculdade de Medicina Veterinária e Zootecnia (FMVZ-USP), de Pirassununga/SP.

Dessa forma, o projeto que está sob responsabilidade da mestranda em Nutrição e Produção Animal Raquel Pereira Buroxid. Contudo, sob orientação do Prof. Dr. Alexandre Augusto de Oliveira Gobesso A mestranda é formada em Zootecnia pela Universidade Federal de Pelotas (UFPEL) e parceira de longa data em pesquisas relacionadas a raça Crioula.

Sendo assim, os trabalhos estão sendo desenvolvidos em três etapas. A primeira consiste em um formulário de perguntas direcionado aos proprietários e criadores da raça. Os interessados em participar devem clicar aqui e, portanto, preencher o formulário.

Sobre o estudo

De acordo com Raquel, a pesquisa tem como finalidade comprovar a existência de um fator genético que interfere no desenvolvimento dos animais da raça. A principal explicação para a ocorrência seria o processo evolutivo do animal. Este que, juntamente a domesticação com dietas altamente energéticas, resultaram em uma maior predisposição ao sobrepeso.

Ainda conforme Raquel, há relatos tanto por parte de profissionais da área, quanto de estudos relacionados à Síndrome Metabólica Equina que comprovam esta predisposição ao ganho de peso em raças de mesma origem genética. “É possível notar que em alguns grupos de equinos submetidos as mesmas condições nutricionais, alguns se destacam em relação ao escore de condição corporal e peso” exemplifica a mestranda.

Portanto, a pesquisa também busca desenvolver, a partir da comprovação de seus estudos, um modelo alimentar ideal para a raça. De modo, aliás, a auxiliar proprietários e criadores com o manejo de seus animais. Bem como evitar que os exemplares venham a ter uma longevidade atlética curta.

“O sobrepeso, principalmente a obesidade, faz com que o equino deixe de expressar todo o seu potencial genético. Ao treinar um cavalo que está com sobrepeso ou obesidade, ele pode não expressar o seu melhor, além de poder gerar lesões por isso” afirma a mestranda que também ressalta que em caso de potros em desenvolvimento, tal fator pode ocasionar uma deficiência no crescimento, ou seja, o animal pode não atingir a altura mínima estimada pela raça.

Das etapas da pesquisa

Sendo a primeira etapa do estudo, o formulário auxiliará na pesquisa trazendo um panorama de como é feito, de modo geral, o manejo desses animais. “Através das respostas dos proprietários e criadores, saberemos qual é o biotipo corporal que o criador preconiza, quais alimentos e quantidades são ofertados”, explica Raquel.

E, por fim, complementa com os próximos passos da pesquisa:  “Depois desse formulário, queremos fazer um experimento para avaliar o microbioma desses animais, quais microrganismos específicos estão ligados a predisposição ao ganho de peso e na terceira etapa iremos avaliar se há marcadores moleculares para rastrear indicadores de Síndrome Metabólica Equina que mostrem que existe uma hereditariedade”, finaliza.

Fonte: ABCCC
Crédito das fotos:
 Divulgação/ABCCC

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Mudança: finais do Rédeas de Ouro e Movimiento a La Rienda serão em Esteio

Aumento do número de casos de Covid-19 na região da Grande Curitiba é apontado como o motivo da mudança das finais de ambos os eventos

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Por conta do aumento do número casos de Covid-19 na região da Grande Curitiba nas últimas semanas, o palco das finais de Movimiento a La Rienda (4 a 6 de dezembro) e Rédeas de Ouro (7 a 12 de dezembro) mudou. Afinal, existe uma série de incertezas em assegurar a realização das finais em Campina Grande do Sul/PR.

Dessa forma, de acordo com a Associação Brasileira de Criadores do Cavalo Crioulo (ABCC), as finais de ambos os eventos será no Parque de Exposições Assis Brasil, em Esteio/RS. Sobretudo, na mais importante pista da raça Crioula. Com relação as datas, as mesmas foram mantidas.

Acima de tudo, a ABCCC buscou levar segurança e tranquilidade aos competidores e demais envolvidos nas provas. “Várias tentativas foram feitas com Campina Grande do Sul/PR, e o pessoal tem bastante vontade de fazer. Mas ficamos muito inseguros. Buscamos outras alternativas, de alguma outra pista coberta. Assim, optamos para o palco maior da raça”, frisa o vice-presidente de Exposições Morfológicas e Provas Funcionais, Eduardo Moglia Suñé.

Portanto, com as datas se aproximando, a decisão encontrada pela ABCCC foi a de alterar o local para Esteio. “Então decidimos, com o maior prazo possível, trazer a prova para o parque Assis Brasil. Lá temos o nosso protocolo montado e a segurança de que a prova irá sair. Agora vamos trabalhar bastante para deixar a nossa pista do Freio de Ouro em melhores condições para atender as duas modalidades”, explicou o gerente do Setor de Provas Funcionais, Exposições Morfológicas e Expansão, Gérson de Medeiros.

Esforço em conjunto

Apesar dos desafios impostos pela pandemia, a expectativa por grandes finais animam os coordenadores de ambas as subcomissões. “Essa decisão foi tomada pensando no melhor para todos. Pensando que em Esteio a associação conhece todos os trâmites e todos os caminhos para que seja feito um evento com toda a segurança”, apontou o coordenador da subcomissão de Rédeas, Antônio Corrêa.

No mesmo tom opinou o coordenador da subcomissão de Movimiento a La Rienda, Golbery Accioli de Vasconcellos. “A pista de Esteio seca é excelente! Vamos trabalhar ao máximo para termos uma final, o melhor possível”, projetou.

As finais

> Finais do Rédeas de Ouro 2020
Ainda dá tempo de participar da maior prova de rédeas de uma só raça do Brasil, de 7 a 12 de dezembro no Parque de Exposições Brasil, em Esteio/RS. O período para se inscrever vai até o dia 23 de novembro. São mais de R$ 140 mil* em premiação, e a maior novidade está na premiação ao Snaffe Bit que foi igualada à do Potro do Futuro – clique e saiba mais.

> Movimiento a La Rienda 2020
Com uma premiação de R$ 50 mil*, as inscrições vão até o dia 23 de novembro. A final acontece de 4 a 6 de dezembro no Parque de Exposições Assis Brasil, em Esteio/RS, e celebra também os 10 anos da modalidade dentro da raça Crioula – clique e saiba mais.

Fonte: ABCCC
Crédito das fotos:
 Divulgação/ABCCC

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