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Mangalarga prepara sua 41ª Nacional em São João da Boa Vista

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Responsável por eleger os Grandes Campeões Nacionais da raça em 2019, evento também contará com uma programação variada e com atrações para toda a família

O município de São João da Boa Vista/SP receberá, entre os dias 12 e 21 de setembro, um dos mais tradicionais eventos da equinocultura brasileira, a Exposição Nacional do Cavalo Mangalarga.

Em sua quadragésima primeira edição, a mostra está marcada para acontecer nas dependências do Parque de Exposições José Ruy de Lima Azevedo, contando com atrações para toda a família.

Promovida pela Associação Brasileira de Criadores de Cavalos da Raça Mangalarga, em parceria com a Sociedade Sanjoanense de Esportes Hípicos, a Exposição Nacional irá receber cerca de 500 animais, provenientes de destacados criatórios das cinco regiões do país.

Em sua programação, o evento incluirá competições funcionais, provas sociais, desfile de bandeiras e festas de confraternização, além dos concorridos julgamentos de marcha e morfologia que elegerão os Grandes Campeões Nacionais de 2019.

Segundo Luis Augusto de Camargo Opice, a Nacional será uma grande oportunidade para o público conhecer melhor as qualidades da raça. “O Mangalarga vive hoje a sua melhor fase. A raça conseguiu um equilíbrio muito grande entre beleza, função e marcha”.

O presidente da ABCCRM afirma ainda que o fruto desse equilíbrio é o que tem feito crescer a raça. “Estamos conseguindo atender a todos aqueles que amam as atividades hípicas e os prazeres que o cavalo nos propicia em contato com a natureza. Assim, acredito que quem visitar a 41ª Nacional irá com certeza se apaixonar pela raça”.

Na avaliação de João Frugis, Diretor Adjunto de Marketing da ABCCRM, a expectativa para esta Nacional é a melhor possível. “Além de possuir um plantel incrível, a raça vem tendo uma temporada muito boa, com eventos muito movimentados, que têm atraído um número crescente de expositores e de animais”.

Para ele, esse é um dos fatores que deixam otimistas todos os envolvidos. “Acreditamos que teremos uma significativa adesão dos mangalarguistas a esse evento que é considerado o maior encontro da Família Mangalarga”.

Frugis também ressalta que o público e os criadores poderão desfrutar de uma ampla estrutura e de uma série de atrações ao longo dos dez dias de programação. Como nos anos anteriores, haverá praça de alimentação, espaço para as crianças, espetáculos musicais, lojas variadas, estandes de empresas parceiras e um amplo camarote para recepcionar a todos com muito conforto.

“Além disso, estamos preparando algumas novidades, como os camarotes exclusivos para os haras que desejarem um espaço próprio para recepcionar os amigos e os pavilhões de baias exclusivos para os criatórios que quiserem acomodar sua tropa de uma forma mais confortável”, complementou o dirigente. Para ver mais conteúdo como esse clique aqui.

Mais informações: (11) 3677-9866 | Portal oficial da ABCCRM: www.cavalomangalarga.com.br.

Colaboração: Pedro Rebouças
Fotos: Márcio Mitsuishi

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Haras Lagoinha: há 18 anos como Melhor Criador e Expositor Mangalarga Pampa

Durante a edição de 2020 da Nacional do Cavalo Mangalarga, o criatório conquistou, mais uma vez, grandes resultados mesmo em meio aos inúmeros percalços encontrados pelo caminho

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Chegar em primeiro não é fácil. Se manter em primeiro por 18 anos consecutivos é ainda mais difícil. E mesmo diante de um ano atípico por causa da pandemia e de outros percalços encontrados pelo caminho, o Haras Lagoinha conquistou, em 2020, o 18º título de Melhor Criador e Expositor Pelagem Pampa da Nacional do Cavalo Mangalarga.

“O sucesso começa com um sonho, do sonho para a meta, da meta para a disciplina, da disciplina para a conquista”, enfatiza Marisa Iorio, titular do criatório, localizado em Jacareí/SP. Antes de mais nada vale lembrar que a 42ª Expo Nacional do Mangalarga aconteceu de 19 a 28 de novembro, no Centro Hípico de Tatuí/SP.

Assim, se não bastasse a incerteza sobre se iria ou não ter o evento por causa da pandemia – o que atrapalha diretamente na preparação dos animais -, a criadora ainda precisou lidar com desfalques na equipe. Afinal, três dos seus mais importantes funcionários – incluindo o que monta e coordena a equipe -, sofreram acidentes e tiveram que se afastar dos trabalhos.

Por isso, Marisa até chegou a pensar em desistir. “Mas quem está a 18 anos como Melhor Criador e Expositor já passou por muitas coisas. Cada nacional a gente tem que escrever um livro, de tanta história e dificuldades que a gente passa”. Contudo, no final das contas, Marisa driblou os problemas e levou para o evento os 22 animais a qual já planejava levar desde o início.

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Hisdano do PEC (Zagros do PEC x Madona DA) – Foto: Arquivo Pessoal/Haras Lagoinha

Melhor Criador e Expositor Mangalarga Pampa

Sobretudo, a conquista do título de Melhor Criador e Expositor Mangalarga de Pelagem Pampa por 18 anos consecutivos é resultado de anos de trabalho e dedicação. Que se mostram em pista, no resultado de diversos títulos conquistados na edição de 2020 do evento. Foram mais de 30 idas ao pódio, entre elas referentes a cinco grandes campeonatos nacionais.

Entre estes título, um em especial, que surpreendeu até Marisa Iorio em seus quase 40 anos de criação. Trata-se de Hisdano do PEC, que conquistou o Tri-Grande Campeonato Nacional Cavalo Pampa. “Para mim, uma alegria incomparável. Porque não existe nenhum garanhão da raça tri grande campeão. Além disso, foi realmente difícil levar um bi grande campeão da raça para o  campeonato. Ele não estava nem sendo cotado nem cogitado. Mesmo assim, conseguiu novamente esse grande título”.  

La Fontaine do PEC (Fasano do PEC x Geórgia do PEC) – Foto: Arquivo Pessoal/Haras Lagoinha

Demais títulos

Além do tricampeonato de Hísdano do PEC, outra vitória marcante para Marisa Ioria foi de Grande Campeã Potra de Andamento La Fontaine do PEC. Afinal, marcou a estreia da progênie do Fasano do PEC que, com a perda do Zagros do PEC, assumiu, atualmente, o papel de garanhão chefe do Haras Lagoinha.

“Depois da perda do Zagros, eu fiquei um pouco perdida em qual garanhão utilizar, pois todos são novos. Acabei optando pelo Fasano do PEC por ser uma linhagem que eu gosto muito, da Sucupira do Bonfim (Fumaça da São José x Turbante J.O). Eu me baseei no início da minha criação e colocamos o Fasano meio que por teste de sucessão do Zagros. E, na primeira progênie dele, ele nos dá uma Grande Campeã Potra de Marcha. Então, realmente nos deixou extremamente felizes”.

Além destas vitórias, o Haras Lagoinha ainda é detentor de mais dois Grandes Campeões da Raça da 42ª Expo Nacional do Cavalo Mangalarga. São eles:

  • Hípica do PEC – Grande Campeã Nacional de Marcha Égua Pampa
  • Ímola do PEC – Grande Campeã Nacional Égua Pampa
  • Los Angeles do PEC – Grande Campeão Potro Pampa
Sobretudo, foram mais de 30 idas ao pódio do Haras Lagoinha – Foto: Arquivo Pessoal

Evolução do criatório

Em uma exposição como a Nacional, Marisa garante que a preocupação não são apenas as premiações. Mas, principalmente, de conseguir enxergar a evolução do criatório. “Então, a vitória da La Fontaine foi um presente. De saber que, mesmo com a perda de um grande campeão como o Zagros, que fez vários grandes campeões da raça, a gente conseguiu dar continuidade ao trabalho e ter uma evolução”, acrescenta Marisa.

Além disso, ela cita que dos 80 animais inscritos na pelagem Pampa no evento, 63% eram de linhagem advinda de Monteblanco do PEC, não sendo à toa que ele está no Livro de Mérito da raça. “Então, vem esse lado de não só ganhar os campeonatos, mas de ver o legado do sangue do nosso garanhão, do nosso trabalho sendo colocado na raça através do criatório do Haras Lagoinha. Fica a marca do sangue do haras, da linhagem PEC se fortalecendo ano a ano na raça Mangalarga”, finaliza a criadora.

Para informações sobre o Haras Lagoinha entre em contato pelos telefones (12) 3956-1403 e (12) 3956-6934 ou pelo WhatsApp (12) 9.9721-0527, falar com a Marisa Iorio.

Site: www.haraslagoinha.com.br

Por Natália de Oliveira
Crédito das fotos: Divulgação/Haras Lagoinha

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Expedição Velho Chico já percorreu 1900 km

Bom desempenho das éguas da raça Mangalarga que integram a cavalgada tem garantido que a expedição alcance seus ousados objetivos

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A Expedição Velho Chico chegou na última semana ao município baiano de Paratinga, na região de Bom Jesus da Lapa. Com 1900 quilômetros já percorridos, a comitiva mangalarguista aproxima-se assim da metade de sua viagem.

Antes de mais nada vale frisar que a expedição pretende percorrer toda a bacia hidrográfica do rio São Francisco. Perfazendo, assim, um trajeto total de quatro mil quilômetros por seis estados brasileiros, ao longo de cinco meses de cavalgada.

Organizada pela Gironda Promoções, a Expedição Velho Chico conta com o apoio da Associação Brasileira de Criadores de Cavalos da Raça Mangalarga (ABCCRM). Bem como da Associação Internacional de Cavaleiros de Longa Distância (The Long Riders’ Guild).

Dessa forma, é liderada pelos experientes cavaleiros Sebastião Malheiro Neto, de 59 anos, e Pedro Luiz Aguiar, o Pedroca. Este último que completará 88 anos no próximo dia 18 de fevereiro, data prevista para a conclusão da Expedição Velho Chico.

Montaria da Expedição Velho Chico

A comitiva conta ainda com cinco éguas, cedidas por tradicionais criadores da raça Mangalarga. Sendo assim, os cavaleiros têm duas montarias cada para revezar-se durante o percurso. Além disso, sobra um animal para a participação eventual de amigos e convidados por alguns trechos da cavalgada.

Malheiro mostra-se muito satisfeito com o andamento da expedição. “Como cavaleiro, eu não poderia estar mais feliz. Pois temos conhecido lugares maravilhosos, mantendo sempre uma sinergia muito grande com nossos animais, que vem apresentando um desempenho muito bom ao longo da viagem. Além disso, está tudo a contento, com a cavalgada acontecendo dentro do cronograma que havíamos previsto.”

Metas do projeto

O projeto possui uma série de importantes metas. A primeira delas é colocar as atividades hípicas em evidência, mostrando a relevância do segmento equestre para o agronegócio nacional. Afinal, o setor é responsável por movimentar uma cifra anual superior a R$ 16 bilhões.

Com resultado, gera mais de 700 mil empregos diretos, de acordo com dados da Câmara Setorial da Equideocultura do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa).

A expedição pretende ainda popularizar as cavalgadas e raids equestres entre a população brasileira. Mostrando, portanto, como essas são atividades acessíveis a pessoas de diferentes faixas etárias e distintos graus de habilidade.

A iniciativa, além disso, tem a intenção de colocar em evidência as qualidades do cavalo Mangalarga. Equino de origem brasileira que apresenta grande aptidão para as cavalgadas de longa duração. Isso graças à sua rusticidade, resistência campeira e, em especial, à sua marcha progressiva, cômoda e equilibrada.

Os objetivos do projeto, entretanto, não param por aí, se estendendo também ao campo científico. Afinal, a expedição tem o apoio e a participação de veterinários, zootecnistas e outros profissionais. Estes que são responsáveis por coletar dados de pesquisa para análise e posterior publicação de trabalho científico, abordando a fisiologia do exercício dos animais ao longo da cavalgada.

Expedição é liderada pelos experientes cavaleiros Sebastião Malheiro Neto e Pedro Luiz Aguiar – Foto: Divulgação

Jornada desafiadora 

O início da viagem aconteceu na manhã de 04 de setembro, quando o grupo partiu do Parque do Lago, em Dourado/SP. Local em que os animais selecionados para o projeto passaram por uma temporada de preparação e avaliação clínica.

Na primeira etapa da viagem, que totalizou 541 quilômetros, o grupo atravessou a região norte do estado de São Paulo. Depois, seguiu até a Serra da Canastra, no estado de Minas Gerais, onde nasce o rio São Francisco.

No dia 23 de setembro, a expedição chegou à região de São Roque de Minas/MG, onde pode visualizar a cachoeira Casca D’Anta. Esta que é a maior queda-d’água do São Francisco, com 186 metros de altura, que forma-se quando o Rio da Integração Nacional deixa o seu “berço” na Serra da Canastra.

Nesse recanto de extrema beleza, o grupo fez uma pausa de 10 dias. Neste período, aproveitou para descansar e para realizar o planejamento da segunda e principal parte da viagem: a que percorrerá toda a bacia hidrográfica do São Francisco.

Também aproveitaram para conhecer melhor a cultura, a população e a natureza da região. Realizando, assim, diversas atividades equestres. Além de uma visita à nascente Curral de Pedra, na parte alta do Parque Nacional da Serra da Canastra.

Retomada da expedição

No dia 05 de outubro, a expedição deixou São Roque de Minas, iniciando a etapa principal da viagem com destino à foz do São Francisco. A jornada prosseguiu por municípios como Bambuí, Moema, Bom Despacho, Martinho de Campos e Abaeté.

Em 12 de outubro, os mangalarguistas tiveram oportunidade de conhecer a Lagoa Verde, o principal berçário de peixes do Velho Chico. E, após um momento de pausa no dia 14 de outubro, durante o qual aproveitaram para repor as energias e tirar a poeira da tralha, os participantes seguiram viagem, chegando ao belo Lago Três Marias.

A viagem seguiu pelo norte de Minas, com a comitiva atravessando os municípios de Morada Nova de Minas, Pirapora e Buritizeiro. Estas que marcam a transição da região fisiográfica do Alto São Francisco para o Médio São Francisco. Além disso, é onde os cavalos e cavaleiros atravessaram a histórica ponte Marechal Hermes, a primeira ponte metálica do país, inaugurada em 1922.

Em seguida, a expedição adentrou o Circuito Urucuia Grande Sertão, no município de Urucuia, onde percorreu as veredas que tanto inspiraram a obra do escritor Guimarães Rosa.

Parque Nacional Caverna do Peruaçu

Outra parada marcante no norte mineiro aconteceu no Parque Nacional Cavernas do Peruaçu, localizado na região dos municípios mineiros de Januária e São João das Missões. No local, a comitiva pode conferir belas paisagens emolduradas pela arte rupestre pré-histórica, em sítios arqueológicos situados nas grandes cavernas que marcam a geografia da área.

Na sequência, o grupo adentrou o território baiano até alcançar os municípios de Bom Jesus da Lapa e Paratinga. Localidade em que alcançou a marca de 1900 quilômetros, sendo 1361 quilômetros percorridos dentro da bacia hidrográfica do São Francisco.

Agora, a comitiva mangalarguista segue viagem pelo estado da Bahia. Para acompanhar o dia a dia da expedição, acesse a página oficial do projeto no Instagram: @expedicaovelhochico.

Fonte: Pedro C. Rebouças/PR Comunicação 
Crédito da foto: Divulgação/Gironda Promoções

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Mangalarga dá um show em pista na 42ª Expo Nacional

Evento foi realizado de 19 a 28 de novembro no Centro Hípico de Tatuí, no interior de São Paulo

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“Um verdadeiro sucesso”, foi assim que a diretoria da Associação Brasileira dos Criadores de Cavalos da Raça Mangalarga (ABCCRM) resumiu o maior evento da raça. Trata-se da 42ª Expo Nacional, que foi realizada de 19 a 28 de novembro, na belíssima estrutura do Centro Hípico de Tatuí/SP.

“O evento superou todas as nossas melhores expectativas, não só pelo número de animais inscritos e expositores, mas pela funcionalidade do Centro Hípico Tatuí. Uma pista nova, maravilhosa, de uma qualidade muito boa e que nos proporcionou uma comunicação visual muito boa”, conta Luís Ópice presidente da ABCCRM.

Cavalo Mangalarga deu um verdadeiro show em pista – Foto: Divulgação/Fellipe Araújo.

Mesmo diante da pandemia do novo coronavírus, que impediu, aliás, que a 42ª Expo Nacional fosse aberta ao público, os números de inscritos surpreenderam. Afinal, foram registradas quase 500 inscrições no evento, entre as provas de marcha, Etapa Final da Prova Cobasi de Função de Maneabilidade e o Circuito Mangalargada.

Além disso, todos os amantes da raça puderam acompanhar tudo o que acontecia em Tatuí, em tempo real, através da transmissão feita pela internet. “A comunicação visual ficou muito bonito, agradou a todos que acompanharam pela transmissão, só recebemos elogios. Como resultado, certamente, nos tivemos uma audiência muito boa e significativa”.

Se não bastasse tudo isso, é possível ainda rever os vídeos dos julgamentos no canal da ABCCRM no YouTube. Para tanto, basta clicar aqui.

Evento registrou cerca de 500 inscrições – Foto: Divulgação/Fellipe Araújo.

Nível de animais em pista

Ainda de acordo com o presidente da ABCCRM, o nível dos animais em pista foi excelente. “O nível dos animais é uma maravilha. Realmente o Mangalarga precisa ser visto pelo público por conta da sua alta qualidade morfológica e de marcha. Não é falsa modéstia dizer que é o cavalo de marcha mais bonito do Brasil, que agrada a todos”.

Luis Ópice conta que durante a 42ª Expo Nacional a raça pode também resgatar a pelagem rosilha, que há muito tempo não era vista no maior evento do cavalo Mangalarga. “A raça não é a pelagem alazão, pampa, baio, amarilho, tordilho. Agora tivemos a volta da pelagem rosilha que estava a tanto tempo ausente em nossas exposições. Estamos ai tentando resgatar essa pelagem com alguns criadores”, ressalta.

Para 2021. a expectativa é para mais um grande evento. “Foi uma festa dentro de um controle rígido de presença de publico, mas que nos deixa com uma expectativa muito forte para o ano que vem. Quando a gente espera poder fazer uma exposição aberta ao público, com varias atrações. Como, por exemplo, exposição de carros antigos, provas de mula com premiação, gincana para as crianças, cavalgadas de 5 a 15 km todos os dias da exposição, jogos esportivos, festival de musica e do doce, etc”.

Estrutura do evento foi muito elogiada por todos – Foto: Divulgação/Fellipe Araújo

Mangalargada e Provas Funcionais

No Circuito Mangalargada, o grande campeão foi o cavaleiro Murilo Bussab. Antes de tudo, vale lembrar que a prova consiste em uma cavalgada de 20 quilômetros com algumas regras no meio do percurso.

Por exemplo, os participantes devem cumprir a velocidade indicada durante o caminho, que varia de 6, 9 ou 12 km/h. Além disso, a disputa dura cerca de 2 horas e pode participar qualquer pessoa com um animal registrado na raça Mangalarga.

Já os campeões da Etapa Final da Prova Cobasi de Função de Maneabilidade foram: no tempo ideal, Indiana RBV e Luis Opice, enquanto no cronometrado quem subiu no lugar mais alto do pódio foi Orizona Mangalarga e Rogério Viriato.

Raça já está na expectativa para a edição de 2021 do evento – Foto: Divulgação/Fellipe Araújo

Grandes Campeões da 42ª Exposição Nacional

Finalmente, mas não menos importantes, subiram ao palco os Grandes Campeões Macho e Fêmea da 42ª Expo Nacional Mangalarga.  Confira abaixo a relação:

Grande Campeã Nacional Égua: Ipanema do Morro Agudo (T.E.)
Criador: Fazenda Morro Agudo
Expositor: Haras Precioso

Grande Campeão Nacional Cavalo: Justiceiro ACF (T.E.)
Criador: Antonio Carlos Ferreira
Expositor: Haras Precioso

Grande Campeã Nacional Égua de Marcha: Gica Mangabaia (T.E.)
Criador: Paulo Pacheco Silveira
Expositor: Almiro Esteves Junior

Grande Campeão Nacional Cavalo de Marcha: Batistuta CASS (T.E.)
Criador: Cassiano Terra Simão
Expositor: Cassiano Terra Simão

Grande Campeã Nacional Égua Pampa: Ímola do PEC (T.E.)
Criador: Paulo Eduardo Corrêa da Costa
Expositor: Paulo Eduardo Corrêa da Costa

Grande Campeão Nacional Cavalo Pampa: Hisdano do PEC (T.E.)
Criador: Paulo Eduardo Corrêa da Costa
Expositor: Paulo Eduardo Corrêa da Costa

Grande Campeã Nacional de Marcha Égua Pampa: Hípica do PEC (T.E.)
Criador: Paulo Eduardo Corrêa da Costa
Expositor: Paulo Eduardo Corrêa da Costa

Grande Campeão Nacional de Marcha Cavalo Pampa: Noturno RBV (T.E.)
Criador: Luis Augusto de Camargo Opice
Expositor: Josué Eduardo Grespan

Para conferir todos os resultados das provas do evento, separadas por categoria, basta clicar aqui.

Por Natália de Oliveira
Colaboração: Pedro Rebouças
Crédito da foto em destaque: Divulgação/Fellipe Araújo.

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