Geral

23º Leilão VPJ Genética reúne o melhor do Quarto de Milha para Laço

Publicado

⠀em

Ao todo, serão ofertados 26 exemplares, em sua maioria filhos do mais renomado produtor de Laço do mundo, Popular Resortfigure (Pop Superhorse)

Os adeptos das mais variadas modalidades de Laço que se preparem. Porque a 23ª edição do Leilão VPJ Genética vai reunir o que há de melhor do Quarto de Milha para Laço no mundo.

Afinal, o criatório colocou à disposição do mercado no pregão a produção do mais renomado garanhão de Laço do mundo. Trata-se de Popular Resortfigure – mais conhecido como Pop Superhorse – , o maior produtor da história da PRCA.

Sobretudo, há mais de 20 anos a VPJ Pecuária cria e seleciona animais das principais linhagens de Quarto de Milha do mundo. Como resultado, produz cavalos de muita qualidade para competições e trabalho com gado nas fazendas.

Contudo, em 2011, importou dos Estados Unidos o garanhão Pop Superhorse. Revolucionando, portanto, o mercado e trazendo ao país o melhor do Quarto de Milha para Laço. Já que Pop é o primeiro garanhão específico para produção de animais para todas as variações da modalidade.

Antes de mais nada vale destacar que os filhos de Pop nos Estados Unidos somam ganhos acima de U$ 1,5 milhão. Do mesmo modo, no Brasil o garanhão possui cinco gerações em pista que somam mais de R$ 500 mil em ganhos.

LEIA TAMBÉM

Se não bastasse tudo isso, seus filhos ainda acumulam 13 premiações da competição Potro do Futuro da Associação Brasileira de Criadores do Cavalo Quarto de Milha (ABQM). Ademais, sua produção soma 1131,5 pontos de Registro de Mérito na Associação da raça.

Pregão acontece neste sábado, a partir das 12h – Foto: Divulgação

Demais destaques do pregão

Contudo, a genética consagrada do garanhão Pop Superhorse não é o único destaque da 23ª edição do Leilão VPJ Genética. Afinal, dos 26 exemplares separados para o remate, sendo 24 fêmeas e dois machos, há também filhos de matrizes destacadas e garanhões comprovados da raça.

Entre eles: Holland Ease; Popular Resortfigure (Pop Superhorse); Wimpys Little Step; Blu Spark; Gunner Boy; A Streak Of Fling; Peeko Del Cielo; Gotta Be Chaplin; Playgun; Tilly Playboy; Silver Wild SLN; Hollywood Gotta Gun; e, por fim, Shinning Beaver MA.

Shakira Holland Show – Foto: Divulgação/Gabriel Oliveira

Conheça os lotes

O primeiro lote do pregão é destaque absoluto. Afinal, trata-se de uma raridade, ou seja, uma Holland Ease tordilha resultado de um cruzamento com Trial Separation: Shakira Holland Show. O lote será duplo para livre escolha do comprador, sendo 1A com ventre para livre acasalamento e 1B com embrião a ser efetivado com Pop Superhorse.

Por falar no renomado garanhão, o lote 02 traz a sua primeira produção do evento: a potra de pelagem baio VPJ Shot In Pop. Sua mãe é Maga Shoot, filha do Shine N Shoot, produtor de 52,75 pontos pela ABQM e R$ 4 mil pelo SGP Sistema.

Outro destaque do leilão é o lote 03, a linda potra alazão VPJ Wimpys Whiteface. Ela é, sobretudo, uma filha de Wimpys Little Step diferente, resultado do cruzamento com Lafayette Boy. Sem falar ainda que sua segunda mãe, Sparklin Starlite, foi vendida por R$ 900 mil.

Dollie Stars Truck – Foto: Divulgação/Gabriel Oliveira

Na sequência, os apaixonados pela pelagem palomino têm duas excepcionais opções no evento. Em primeiro lugar, o lote 04 traz a belíssima potranca – já domada – VPJ Blueyed Pop, filha de Pop Superhorse e Miss Gunner Gamay.

Depois, o lote 13 é uma raridade à venda. Afinal, é a palomino doadora de embriões e irmã materna de Gunner Is Starstruck, Dollie Stars Truck. Seu pai é Gunner Boy e sua mãe é Starstruck Girl.

CLIQUE AQUI E CONFIRA TODOS OS LOTES DO LEILÃO

Confira a programação completa do evento – Foto: Divulgação

Não perca essa oportunidade!

Por fim, vale frisar que o 23º Leilão VPJ Genética será realizado neste sábado (31), a partir das 12h, nas dependências da Red Eventos, em Jaguariúna/SP. (Veja a programação completa do evento na arte acima)

Ao todo, estarão à venda no leilão 130 lotes, entre eles os 26 com o melhor do Quarto de Milha para Laço. Contudo, também serão ofertados touros e matrizes Aberdeen Angus, Brangus, Ultra Black e Red Brahman.

O pregão será transmitido ao vivo pelo Terra Viva, com retransmissão pelo Remate Web. A batida do martelo ficará a cargo de Agnaldo Agostinho e as condições de pagamento serão em 36 parcelas (02+02+02+02+20+02+02+02+02).

Mais informações sobre a 23ª edição do Leilão VPJ Genética podem ser obtidas através da assessoria: André Marri – (31)98427-8300 / Marcus Ferrari (61)99859-2612/ (61)99992-4076 / Thiago Galoro (18)99145-2232/ Hard Work Assessoria (62)99916-3628.

Por Natália de Oliveira
Crédito da foto: Divulgação/VPJ Quarter Horses/Gabriel Oliveira

Veja mais notícias no portal Cavalus

Geral

10 dicas para comprar seu primeiro cavalo

Você sempre teve vontade de comprar um cavalo e agora acha que chegou a hora certa! Mas, é preciso ficar atento a alguns pontos para que essa experiência seja realmente prazerosa

Publicado

⠀em

Quando a gente sabe que chegou a hora de realizar um sonho antigo, quer logo mergulhar de cabeça no projeto. Por exemplo, você sempre quis comprar um cavalo e, finalmente, isso será possível.

Tenha em mente que seu primeiro cavalo será inesquecível. Aquele que sempre terá um lugar especial na sua história, independente do que aconteça no processo. Por isso, é importante prestar atenção em alguns pontos para que esse momento seja positivo em sua memória para sempre.

Dizem por ai que se conselho fosse bom a gente não dava, vendia. Mas, nesse caso, ajudará você a começar na direção certa!

Você sempre teve vontade de comprar um cavalo e agora acha que chegou a hora certa? Preste atenção nessas dicas que são super importantes!

Então vamos as dicas para comprar seu primeiro cavalo

  1. Peça ajuda a um cavaleiro experiente. Nem todo mundo no meio do cavalo é verdadeiro. Seu treinador ou amigo perceberá sinais sutis de problemas de saúde ou de comportamento.
  2. Nunca compre por impulso. A emoção é real, mas evite tomar decisões precipitadas.
  3. É uma boa ideia dar uma olhada em alguns cavalos. E embora o primeiro possa ser o seu favorito, você vai querer ter certeza.
  4. Tire muitas fotos e grave vídeos e mostre ao seu instrutor ou treinador, especialmente se eles não puderem comparecer.
  5. Observe o cavalo do chão, não monte logo de cara. Peça para vê-lo no pasto, na cocheira, sendo preparado. É essencial ter uma ideia do comportamento dele nessas situações.
  6. O vendedor deve montar o cavalo primeiro. Não confie quando ele disser que o animal é quieto e bem-educado. Você vai querer ver por si mesmo.
  7. Conheça a história e a experiência do cavalo. Não tenha medo de fazer muitas perguntas e pesquisas.
  8. Pague o seu próprio veterinário para examinar o cavalo. Também conhecido como exame pré-compra . Essa é uma dica muito útil na identificação de problemas de integridade e saúde.
  9. Peça uma ou duas semanas de teste. Nem todo vendedor concorda com isso, mas é algo que pode ser muito útil. Você verá as verdadeiras ‘cores’ desse cavalo.
  10. Um contrato assinado é obrigatório! Seria bom se tudo pudesse ser um acordo de aperto de mão, mas isso não vai protegê-lo no tribunal.

Além dessas dicas, se você tiver algum outro alerta, compartilha com a gente!

Por Equipe Cavalus
Fonte: Cowgirl Magazine
Crédito das fotos: Divulgação/Pixabay

Confira outras Dicas no portal Cavalus

Continue lendo

Geral

O nobre ofício da doma

Karoline Rodrigues, em sua primeira coluna de 2021, aborda sobre esse tema tão peculiar

Publicado

⠀em

Domar cavalos é um trabalho nobre. Sem dúvida, quase uma arte. E que merece todo reconhecimento dada sua importância na vida de um cavalo que vai iniciar seu treinamento. No quesito doma, qualquer pessoa aprende o ofício. Mas, poucos têm o dom.

Sobretudo, cada domador tem um método. Quer seja pelo dom, quer seja pelo esforço do aprendizado, cada método tem seus méritos, finalidades e objetivos. Cada treinador, por sua vez, gosta que seus cavalos sejam iniciados de certa maneira. Tem uma filosofia de trabalho e um programa de treinamento.

Eu, por exemplo, já tentei muitas vezes domar potros, só que nunca completo o processo. Acho que eu até aprendi a doma pelo tanto de vezes que tentei. Seja como for, ainda tenho medo. E não tenho o dom, definitivamente.

Três fases da doma

Da forma como eu enxergo, e isso é só teoria da minha cabeça com base no que eu aprendi, a doma tem três fases:

1 – o trabalho de chão, com e sem sela;

2 – com sela, quebrar o potro e amansar;

3 – levar para fora ou para a pista, e ter controle dele.

Entendo, então, que tudo além disso já diz respeito a treinamento. Aliás, abro um parênteses aqui para dizer que nesse caso estamos falando de cavalos de performance, de genética apurada, características aperfeiçoadas, que já tiveram dois anos de manejo. Não de cavalos semi-selvagens, de índole duvidosa e comportamento repulsivo.

Trabalho de chão, na minha humilde opinião, com os animais que trabalhamos hoje em dia, é introdutório. Uma apresentação de sela e cavaleiro ao cavalo, futuros parceiros, melhores amigos inseparáveis.

Não uma punição, castigo ou sofrimento, para o que eles ainda sequer fizeram de errado. Estão aprendendo. E são incrivelmente receptivos a tudo que são solicitados a fazer.

LEIA TAMBÉM

Karoline Rodrigues, em sua primeira coluna de 2021, aborda sobre esse tema tão peculiar. doma de cavalos é um trabalho nobre, quase uma arte

Praticidade da doma

Feita essa ressalva, afirmo que eu acredito na praticidade da doma. Tá, você que está lendo pode até pensar quem sou eu pra falar de doma? Compreensível. Mas nunca disse que eu era boa nisso. O que não me impede de ter opinião sobre o assunto.

Uma opinião formada com base no que eu vi meu pai fazendo ao longo dos anos (só eu tenho 33, sim, 33! Ele tem mais uns tantos anos de cavalo). No que ele ensinou outras pessoas a fazer, no que ele pede para quem doma para ele fazer. Ou no que ele me ensinou e eu tentei fazer. E, por fim, no que vi outras pessoas fazendo.

Portanto, o trabalho de chão é importante para introduzir o processo, sem dúvida. Mas ele tem que ter um propósito dentro do treinamento, que convenhamos, é feito montado, obviamente.

‘Quebrar’ o potro para mim significa fazê-lo entender os comandos de controle básicos, respeitar o que lhe é pedido por quem está em cima dele. E, depois disso, fazer o mesmo na pista. Para, então, iniciar o processo de treinamento propriamente dito. Sem violência e sem exaustão, que também é uma forma de violência, embora quem a pratique não admita.

Marco

E falando de doma, eu queria mesmo era falar do Marco. Ele é um daqueles que têm o dom. Dá gosto de vê-lo mexer num potro. Sente cada movimento, sem medo. Conversa com o potro.

E não importa o quanto o animal resista ou se assuste, ele consegue fazer o potro entender o que ele quer. Mexendo um potro do chão, mais parece uma dança. Uma dança linda de admirar, de ver progredir, de ver finalizar numa relação de confiança e entrega absoluta.

O Marco é conhecido na região [de Avaré] pelo apelido ‘Amarelo’. Ele treina cavalos para o pessoal aqui e corre provas de Laço Comprido. Reconhecido como um grande cavaleiro. Há anos ele doma pra gente e confiamos absolutamente nesse trabalho que ele faz com maestria.

Mexeu em seis potros nossos de 2 anos, cinco vezes no total, não consecutivas. Um dia numa semana só trabalhou do chão, dessensibilizou. Em seguida, na semana posterior (porque choveu) colocou sela no redondel. E mais dois dias montou na pista de boi, de dois em dois.

Eu, que sou a medrosa, monto em qualquer cavalo que ele mexeu, porque confio no que ele faz. No meio do ano passado, montei nos potros que ele iniciou. Selei nas baias com ajuda do Marcelo, rodei, quebrei do chão, montei, trotei, guiei e galopei. Só fiz isso porque ele não pode vir mexer nos potros, e vou falar disso em outro post.

Nesse artigo, quero só mandar um salve para quem tem o dom, como o Marco. E também para quem aprendeu a fazer isso bem, um trabalho tão essencial e nobre, que é a base de todo esse universo dos cavalos de performance que tanto amamos.

Colaboração: Karoline Rodrigues/Plusoneandahalf
Crédito das fotos: Arquivo Pessoal

Veja outras notícias no portal Cavalus

Continue lendo

Geral

As coisas como elas são na rotina com os cavalos

Aluísio Marins relata um caso ocorrido na UC para chamar atenção a um assunto importante: precisamos ter paciência!

Publicado

⠀em

Em um curso aqui na UC, 40 dos melhores ferradores do Brasil na época estiveram absorvendo os conhecimentos de Dusty Franklin, Top 3 do mundo. Disponibilizamos cavalos a todos. Então, em um dos dias, o professor solicitou-nos um cavalo para demonstrar o ferrageamento completo. Fez a ferradura a partir de uma barra de ferro, modelou-a para o casco e colocou-a no animal.

Um trabalho demorado, minucioso, detalhista e, principalmente, de alta responsabilidade, pois um erro poderia significar muito. Os alunos assistiram à demonstração com muita atenção e até mesmo admiração pela qualidade e refinamento. Quando terminou, pediu que dois ferradores terminassem o trabalho.

Esses dois ferradores, nacionalmente conhecidos, assim o fizeram. Terminaram de ferrar aquele cavalo, que foi levado de volta à sua cocheira. Este era o último dia da clinica. No final daquela tarde, todos foram embora e a rotina da UC continuou normalmente. Com os cavalos treinando, trabalhando, etc.

Na manhã do dia seguinte, o cavalo que contei acima foi solto no seu piquete. Saiu correndo, como todas as manhãs. Brincou com os outros que estavam lá, comeu, rolou, enfim, fez as chamadas ‘coisas de cavalos’.

Na hora do almoço, retornou à sua cocheira para comer a ração. E, quando entrou no pátio da UC, um som a menos vinha de suas patas.

Aluísio Marins relata um caso ocorrido na UC com um dos cavalos para chamar atenção a um assunto importante: precisamos ter paciência!

Cavalos e suas rotinas

Somente três das quatro ferraduras batiam no chão. Uma delas, a quarta, era somente o casco, sem a ferradura, que havia se perdido no pasto. Amigos, esse cavalo foi ferrado no dia anterior por um dos melhores ferradores do mundo. E, da mesma forma, por dois dos melhores ferradores do Brasil.

Ferrageamento impecável em todos os aspectos. Experiência de sobra ferrando um simples cavalo. Pois ele saiu correndo e perdeu a ferradura. Seu proprietário teve de esperar um ou dois dias até que o ferrador viesse e a repregasse.

Este é um exemplo típico de que trabalhar com cavalos é assim mesmo. O cavalo que usa ferraduras as perde em um galope no piquete e nada podemos fazer. Ficamos, por muitas vezes, impotentes perante diversas situações.

Lições que tomamos destes fascinantes animais. Acima de tudo, eles nos ensinam que devemos ter autocontrole, paciência e calma. Do mesmo modo que eles têm. Talvez seja mais simples do que possamos pensar. Tão simples que complicamos…

Por Aluísio Marins
Diretor da UC, instruindo cavaleiros a mais de 20 anos
Crédito das fotos: Divulgação/Pixabay

Veja outras notícias no portal Cavalus

Continue lendo
X
X