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ABCCC entra com pedido de retomada das atividades em Esteio

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Solicitação foi feita à Secretaria de Agricultura, Pecuária e Desenvolvimento Rural do Rio Grande do Sul

Devido ao sucesso das ações de distanciamento social no Rio Grande do Sul, o Governo do Estado está estudando a retomada de diversas atividades a partir do mês de maio. Antes de mais nada, mantendo os rígidos protocolos para evitar a rápida disseminação do novo coronavírus (COVID-19) e, assim, continuar com o trabalho de controle da pandemia.

Desta forma, com este novo cenário, a Associação Brasileira de Criadores de Cavalos Crioulos (ABCCC) realizou reunião com a Secretaria de Agricultura, Pecuária e Desenvolvimento Rural do Rio Grande do Sul. Na ocasião, entrou com solicitação junto à prefeitura de Esteio para a retomada das atividades no Parque de Exposições Assis Brasil.

Em caso de retorno positivo, a ABCCC poderá, portanto, realizar as etapas semifinais de provas funcionais e seleção morfológica. Visando, sobretudo, a finalização do ciclo 19/20.

Diante da expectativa positiva sobre o retorno da solicitação, a ABCCC dá o alerta aos núcleos, associados e usuários. Afinal, há possibilidade de que, a partir do mês de maio, sejam autorizadas atividades oficiais da raça.

Acima de tudo, seguindo a regulamentação dos estados e municípios onde serão realizados os eventos. E, por fim, obedecendo protocolos sanitários das autoridades competentes, a fim de garantir um retorno com a segurança necessária.

Fonte: ABCCC
Crédito da foto: Divulgação/ABCCC

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Poesia em forma de música

Marcelo Pardini, em sua coluna da semana, comenta sobre suas novas composições, inspiradas no e-Book, “Coração de Poeta – O legado do Bem”

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As primeiras composições do poeta Marcelo Pardini, que vão de moda de viola a country, estão disponíveis nas principais plataformas digitais de áudio

A beleza da palavra ganha diferentes contornos através da Poesia. E quando um verso e uma rima se encaixam harmonicamente numa canção, a vida sorri! É assim que entendo a Música…

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Atrevi-me a compor as primeiras canções. Claro que as referências estão atreladas ao meio rural, cenário ao qual me identifico e conheço tão bem, mas ousei e escrevi músicas em diferentes estilos, de moda de viola a samba, de blues a MPB, de forró a country! Elas estão disponíveis nas principais plataformas digitais de áudio, para serem baixadas e ouvidas a qualquer hora e em qualquer lugar.

Trata-se de um trabalho totalmente inédito para mim. As letras vieram em minha mente e logo a melodia se formou, daí já imaginei os instrumentos a serem usados nos arranjos e… voilá! O poder criativo ganhou forma devido à parceria profícua com o músico multinstrumentista Mateus Guimarães.

Os arquivos musicais foram para o banco de dados da One RPM, uma das maiores distribuidoras de música do mundo, que as compartilhou nas principais plataformas digitais, como Spotify, Deezer, Apple Music. Basta digitar “Marcelo Pardini” e clicar no álbum para ouvir as 16 canções.

As composições são oriundas do meu recém-lançado e-Book, “Coração de Poeta – O legado do Bem”, vendido com exclusividade na Amazon. Você pode baixar o seu por apenas R$ 9,90 através do link: https://www.amazon.com.br/dp/B0B668FPGT/ref=sr_1_1?qid=1657439384&refinements=p_27%3AMarcelo+Pardini&s=digital-text&sr=1-1&text=Marcelo+Pardini.

Marcelo Pardini é narrador, poeta, jornalista, pós-graduado em Marketing e leiloeiro rural. Titular da marca Agro MP – A voz do Agronegócio.

E-mail: contato@agromp.com.br / Instagram: marcelopardinioficial

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Conheça o BTU, a revolução no treinamento de atletas equestres

A Balance Training Unit (BTU) é um aparelho com metodologia específica capaz de organizar o sistema sensório-motor dos atletas, tratando, prevenindo lesões e refinando os movimentos necessários para se obter melhora na performance esportiva durante as provas

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Conheça o BTU, a revolução no treinamento de atletas de Três Tambores

A fim de se obter os melhores resultados nas pistas de Três Tambores, criadores investem fortemente na busca pela melhor genética do Quarto de Milha. Além disso, não medem esforços para terem acesso ao treinamento dos melhores profissionais da modalidade. Mas já parou para pensar que não é só o cavalo que merece atenção especial, como também os atletas que estarão no comando das rédeas durante a prova, na manutenção do equilíbrio na virada do tambor e no arranque final até cruzar a fotocélula?

E foi pensando nestes atletas equestres que o fisioterapeuta especialista em traumato ortopedia funcional, Fernando Perrella, e o francês Regis Cholley, professor de equitação western, desenvolveram um mecanismo capaz de revolucionar o treinamento de cavaleiros e amazonas. Trata-se da Balance Training Unit (BTU), um aparelho com metodologia específica capaz de organizar o sistema sensório-motor do atleta, tratando, prevenindo lesões e refinando os movimentos necessários para se obter uma melhora significativa na performance esportiva. 

“Não basta só gastar dinheiro em treinamento de cavalos. Quanto vocês investem no treinamento neuro motor de vocês? Está aí um sistema, BTU + metodologia para fazer de vocês campeões nas pistas”, frisa Perrella. “O trabalho para atletas de Três Tambores visa organizar o sistema neuro motor, melhorando a consciência corporal, as reações de equilíbrio, do controle lombo pélvico e da estabilidade dinâmica para melhora na posição de assento durante a virada no tambor e para prevenir lesões na coluna, principalmente, no momento que o cavalo explode após virar no tambor”.

O fisioterapeuta ainda explica que, a partir do treinamento com a BTU, o atleta irá conquistar a estabilização de tronco para que tenha liberdade de membros inferiores ao utilizar-se das ajudas de pernas, facilitando a flexão lateral do cavalo nas viradas. “Trabalhar as transferências de peso no assento para o lado oposto do tambor e automatizando as mesmas para facilitar a tirada de peso na mão do cavalo. Em resumo, um cavaleiro equilibrado facilita o desempenho do cavalo e a melhora da performance do conjunto nos Três Tambores”, acrescenta.

BTU para a reabilitação dos atletas

Eleita quatro vezes Melhor Amazona, Caroline Rugolo é uma das atletas dos Três Tambores que fez uso da BTU durante seu processo de reabilitação, em decorrência de algumas lesões ocasionadas pela prática esportiva. Além disso, atualmente, já recuperada, ela faz o treinamento neuro motor para melhora da performance com a BTU. 

“O aparelho trabalha o corpo todo, dando bastante estabilidade corporal, corrigindo a postura e forçando bastante o equilíbrio usando o abdômen. No aparelho também conseguimos ver a compensação nos estribos, já que tem que ser nos dois lados iguais. Achei o aparelho sensacional, muito preciso para o nosso esporte, o Três Tambores”, pontua a amazona.

Vale destacar que o aparelho consiste em uma estrutura de metal em forma de gaiola, com acessórios fixos através de molas. Sobretudo, essa junção propicia instrumentos de desenvolvimento e melhora do equilíbrio, força, coordenação motora e flexibilidade, nas mais variadas posições e nos mais variados níveis de dificuldade.

O aparelho é fabricado e comercializado pela empresa New Pilates, sendo enviado com um manual da metodologia. Contudo, Fernando Perrella ainda ministra cursos de formação da metodologia, que dá uma ótima noção de como utilizar a BTU e adaptá-la para realidade do esporte praticado.

Mais informações sobre como adquirir o aparelho ou mesmo descobrir o profissional de saúde mais perto de você que faz uso da metodologia, basta acessar o site: http://btutraining.com.br/.

Por Natalia de Oliveira

Fotos: Divulgação

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Leiloeiro que participou do programa do Jô Soares, comenta morte do apresentador

Para Aníbal Ferreira, ele foi um excelente entrevistador, pois fazia questão de entender sobre o assunto que ia abordar

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Aníbal Ferreira Jô soares

Na manhã desta sexta-feira (05/08), os brasileiros foram pegos de surpresa com a notícia da morte do apresentador, humorista, ator e escritor Jô Soares. Ele estava internado no Hospital Sírio-Libanês, em São Paulo (SP), que confirmou a morte através de uma nota divulgada pela assessoria de imprensa.

Jô tinha 84 anos e contava com uma vasta carreira artística. Além dos programas de humor, Jô Soares comandou o “Programa do Jô”, exibido na TV Globo, por 16 anos. Em uma das edições, Aníbal Ferreira, um dos maiores leiloeiros do Brasil, falou sobre a sua história, trabalho e curiosidades da profissão.

“Jô Soares foi um grande profissional, indo além do apresentador e humorista que víamos na TV. Ele foi um excelente entrevistador, pois fazia questão de entender sobre o assunto que ia abordar no seu programa. Sem dúvida alguma, é uma grande perda para o Brasil”, comentou o leiloeiro Aníbal Ferreira.

Aníbal Ferreira no programa do Jô Soares

Confira a participação de Ferreira no Programa do Jô:

Por Heloísa Alves

Imagem: Imagem: Reprodução/TV Globo

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Guarda da Rainha grita com turista que coloca as mãos nas rédeas do cavalo

Atitude repercutiu nas redes, mas segundo treinador Marcos Toledo Filho esse erro da turista poderia ter ocasionado um grave acidente

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Guarda da Rainha grita com turista que coloca as mãos nas rédeas do cavalo

Quem já visitou a Inglaterra e passou pela cidade de Westminster, com certeza ficou impressionado com a beleza do Palácio de Buckingham e dos Guardas da Rainha. A presença e postura deles é realmente surpreendente.

Essa semana, viralizou na internet uma cena que promoveu muita discussão nas redes entre os que apoiaram a ação e os que rejeitaram.

Uma turista foi fazer uma foto ao lado de um dos Guardas da Rainha e resolveu colocar as mãos nas rédeas do cavalo. No mesmo instante, o Guarda gritou para a turista não tocar nas rédeas do animal.

“Afaste-se do salva-vidas da rainha. Não toque nas rédeas”, gritou alterado o guarda da Rainha.

Guarda da Rainha repreende mulher que toca nas rédeas do cavalo

Um porta-voz do exército britânico disse ao jornal The Mirror: “Levamos todos os incidentes como esse a sério e queremos garantir que todos aqueles que visitam os Guardas da Rainha tenham um tempo agradável. A área retratada nas imagens é particularmente movimentada e, às vezes, os soldados precisam gritar bem alto para alertar o público. Ainda temos placas colocadas ao lado das baias dos cavalos, informando que eles mordem e, por serem animais, podem ser imprevisíveis.”

Mas a atitude do Guarda da Rainha está errada?

Muitos internautas criticaram a atitude do Guarda da Rainha, outros concordaram com ela dizendo que a mulher passou dos limites. Mas, será que o Guarda da Rainha exagerou? O que poderia ter acontecido?

Segundo o treinador Marcos Toledo Filho, toda a sensibilidade do cavalo está nas rédeas, portanto, quando a turista coloca a mão nela o cavalo poderia ter se assustado, levantado e até caído de costas com o cavaleiro.  “Nas rédeas está o controle total do cavaleiro. Todos os comandos dele para com o animal estão ali”, ressalta.

Ainda de acordo com o treinador, em uma situação como essa a pessoa nunca deve se aproximar do cavalo sem a permissão do cavaleiro. “Nunca devemos tocar em um cavalo, muito menos nas suas rédeas sem permissão do cavaleiro”, alerta.

Por isso, ao montar um cavalo, o cavaleiro precisa estar preparado para agir em situações como essa, “prevendo o movimento e protegendo o animal, visto que o cavalo se assusta muito facilmente”.

“O cavaleiro precisa estar atento, e em uma situação como essa pedir para a pessoa desavisada não encostar no animal”, enfatiza e complementa que “para as pessoas que queiram tirar foto, pergunte antes se pode para não haver constrangimento”.

Como tudo nesta vida, não custa nada perguntar antes para evitar um grande constrangimento.

Por: Camila Pedroso

Colaboração: Heloísa Alves

Fonte: UOL

Fotos: Metrópole

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Sucesso da Festa do Peão de Barretos inspira curso de imersão para empreendedores e empresários

Projeto visa trazer toda a experiência da festa para o dia a dia do mundo corporativo, usando o know-how dos organizadores para a resolução de questões rotineiras nos negócios

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Festa do Peão de Barretos é adiada para 2022

A Festa do Peão de Barretos, que chega a sua 65º edição, é um dos melhores cases de sucesso no universo empresarial. Sua primeira edição surgiu em 1947, dentro de uma quermesse realizada pela prefeitura de Barretos, sendo considerado o primeiro Rodeio do País.

A festa surgiu da união de um grupo de rapazes solteiros e autossuficientes, como era a regra, ligados à agropecuária local, que tiveram a ideia de promover festas inspiradas na lida das fazendas – nascia assim “Os Independentes”.

Em 1956, a festa passou a ser reconhecida como a 1ª Festa do Peão de Boiadeiro de Barretos.

Hoje, depois de 65 anos, a Festa do Peão de Barretos se tornou uma das mais importantes do mundo, reunindo os principais atletas do país e do mundo em busca o almejado título de Campeão da Festa do Peão de Barretos.

Como a união de um grupo de rapazes se tornou uma das maiores festas do mundo? Qual foi o segredo deste sucesso? Visando trazer essa experiência ao mundo corporativo, o projeto Riders Business School realiza no próximo dia 17 de agosto o Barretos Experience.

Segundo Thaciana Reis, uma das idealizadoras do projeto, a proposta é utilizar o “core business” da Festa do Peão de Barretos e de Os Independentes para inspirar e auxiliar empreendedores e empresários no desenvolvimento de características chaves para o sucesso de seus negócios.

Conteúdo traz os bastidores da Festa do Peão de Barretos

Ao longo do curso, quatro pilares fundamentais serão trabalhados: Cultura e Tradição, Marketing e Inovação, Gestão e Experiência. “Todo conteúdo é uma curadoria da história da Festa do Peão de Barretos e da Associação Os Independentes, que traduz esses quatro pilares para o dia a dia corporativo e empreendedor”, afirma Thaciana.

Ainda durante o curso, os alunos poderão conhecer de perto os bastidores da Festa que começa no dia 18 de agosto, no Parque do Peão, com visitas guiadas e oportunidades de viver de perto toda preparação para o evento.

Para o empresário e presidente de Os Independentes, Jeronimo Luiz Muzetti, um evento do tamanho atual da Festa traz inúmeras possibilidades de aprendizado em termos de gestão.

“Ser palco de uma escola de negócios é um grande orgulho para o evento e para a Associação. São mais de 60 anos promovendo a Festa, que só cresceu ao longo destas décadas, se consolidando e defendendo o setor. Mostrar um pouco destes bastidores e, através de todo know-how dos nossos profissionais, poder contribuir com a formação de empreendedores é um grande orgulho”, afirma Muzetti. 

O curso será ministrado por especialistas e com a participação direta de integrantes da diretoria de Os Independentes e da organização da Festa do Peão de Barretos.

As inscrições para o Barretos Experience e mais informações podem ser obtidas pelo site: www.ridersbarretos.com.

Por: Camila Pedroso

Fotos: Arquivo

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PL propõe zerar a alíquota de impostos sobre rações e suplementos minerais equinos

Se aprovado, Projeto de Lei vai excluir a cobrança do PIS/Pasep e Cofins destes produtos. Projeto está tramitando pela Câmara dos Deputados, em análise de comissões

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PL propõe zerar a alíquota de impostos sobre rações e suplementos minerais equinos

Uma luz no fim do túnel para os criadores de cavalos. Tramita na Câmara dos Deputados um Projeto de Lei (PL) 1439/22 de autoria do deputado Antônio Pinheiro Neto, o Pinheirinho, (PP-MG) que propõe a redução a zero das alíquotas da contribuição para o PIS/Pasep e da Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social (Cofins) incidentes sobre rações e suplementos minerais destinados à alimentação de equinos.

“A medida contribuirá para melhorar a qualidade dos produtos ofertados pelos pecuaristas, visto que, por meio da redução da carga tributária que pesa sobre as rações e suplementos, reduzirá os custos de produção desses produtos rurais”, ressalta Pinheirinho.

O PL altera a Lei 10.925/04, que isentou fertilizantes e defensivos agropecuários do PIS/Pasep e da Cofins.

O projeto está em fase de análise em caráter conclusivo pelas comissões de Agricultura, Pecuária, Abastecimento e Desenvolvimento Rural; Finanças e Tributação; e Constituição e Justiça e de Cidadania.

Rito de tramitação é o processo pelo qual o projeto é votado apenas pelas comissões designadas para analisá-lo, dispensada a deliberação do Plenário. O projeto perde o caráter conclusivo se houver decisão divergente entre as comissões ou se, independentemente de ser aprovado ou rejeitado, houver recurso assinado por 52 deputados para a apreciação da matéria no Plenário.

Importância da equinocultura na economia nacional

Segundo estimativa do Instituto Brasileiro de Equideocultura (IBEqui), por ano, a indústria do cavalo movimenta mais de R$ 30 bilhões no país. O rebanho nacional é de 5,9 milhões de cabeças, sendo o terceiro maior no mundo. O setor ainda gera 3,2 milhões de empregos.

Por: Camila Pedroso

Fonte: Agência Câmara de Notícias

Fotos: Pixabay / Blog Premix

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Transporte aéreo facilita e viabiliza viagens de animais entre todas as regiões do Brasil

Treinador Arlan dos Reis inovou em 2017 ao trazer um cavalo de caminhão e balsa de Roraima a São Paulo e hoje, mais uma vez, revoluciona ao realizar o transporte aéreo do animal, possibilitando a interligação entre os quatro cantos do país

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Para quem vive nas regiões sul e sudeste do Brasil, imaginar um trajeto de dias sobre uma balsa, descendo o rio para chegar ao seu destino é quase que inimaginável. Mas, para quem mora no Norte do Brasil, é uma realizada recorrente.

As dificuldades no transporte de carga e animais entre as regiões mais afastadas do país, acabam provocando o isolamento da população e de seus produtos. Mas Arlan dos Reis e o cavalo Maximus Zorrero (El Shady Zorrero x Lambada Vista), como vimos aqui no portal Cavalus em setembro de 2017, quebraram paradigmas e abriram a rota, ao mostrar que sim, é possível percorrer 4,5 mil quilômetros entre Boa Vista, capital de Roraima até Avaré interior de São Paulo.

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A dupla inovou ao percorrer o trajeto inédito, até então, para participar do 40º Campeonato Nacional da ABQM e ainda levar um troféu para casa.

“Essa viagem foi um divisor de águas, pois mostrou não apenas que o trajeto era possível e que nossos cavalos possuem potencial para competir com os animais de São Paulo”, relembra Reis.

Até então, o maior esporte da região era a Vaquejada e a viagem possibilitou o crescimento dos Três Tambores na região Norte. “A repercussão dessa primeira viagem proporcionou o crescimento da região Norte no Tambor, porque até então era apenas a Vaquejada. E hoje, para se ter uma noção, através deste cavalo, dessa viagem, de todo este esforço, um dos garanhões mais rápidos da atualidade no Brasil nos Três Tambores é daqui, dessa região, o EF Euros Ta Fame”, afirma.

Mas as inovação e transformações deste treinador não pararam por ai. Para essa edição do Congresso Nacional da ABQM, Arlan dos Reis mais uma vez inovou e trouxe seus animais de avião.

“Muita gente não sabe, mas é possível realizar o transporte aéreo internamente pelo Brasil. E os custos são muito mais vantajosos do que os do caminhão”, explica.

Como realizar o transporte aéreo dos cavalos?

Para realizar a viagem, o treinador pesquisou entre as companhias aéreas e encontrou o serviço, que é realizado de maneira rápida, tranquila e segura. Os animais são transportados em “gaiolas” que comportam três cavalos.

“É muito mais tranquilo que uma viagem de caminhão, pois não tem os solavancos, freadas, buracos, enfim, as irregularidades da estrada que agitam o cavalo. A única preocupação é com o barulho”, explica.

embarque dos cavalos no avião

Durante o trajeto, Arlan Reis viaja lado a lado com os cavalos. “É muito importante que o cavalo tenha alguém de sua confiança ao lado dele. Então, dias antes do embarque, eu começo o contato com os animais para que eles possam se acostumar comigo e sentir segurança com a minha presença”, explica.

Além disso, o treinador leva consigo alguns medicamentos como analgésicos e remédios para dor para que possam ser aplicados no animal caso necessário. “Outro ponto que deve ser levado em consideração é o fato dos cavalos sofrem de claustrofobia, assim como os humanos, então em animais mais novos eu realizo um pequeno treinamento para que ele não se sinta desconfortável durante o trajeto”, elucida.

Outra tática utilizada é a companhia de um animal mais experiente junto ao novato. Assim, ele passa mais segurança ao cavalo e a viagem fica mais tranquila.

A duração da viagem é outro atrativo a parte. Na primeira ocasião, em que o trajeto foi realizado de balsa e caminhão, foram um dia de viagem de caminhão rumo à Manaus (800 km), sete dias dentro da balsa, e depois a longa distância, novamente de caminhão rumo
a Avaré, total 19 dias. De avião, o trajeto diminui para apenas 1 dias e quatro horas. “Um dia de viagem de caminhão rumo à Manaus, depois embarcamos em um voo de quatro horas, com uma pausa em Brasília. Muito mais rápido e menos estressante para os animais”, afirma.

Os animais recebem todos os cuidados durante o transporte aéreo

“As vantagens são muitas e os custos não são impraticáveis. Uma viagem dessa é cobrada pela ‘gaiola’, que comporta três cavalos. Então, se você levar um, dois ou três, o custo é o mesmo. A gaiola sai em média R$ 24 mil. Quando temos um cavalo para transportar para São Paulo, entramos em contato com outros criatórios da região para realizarmos a viagem juntos e dividirmos os custos. Ele valor inclui a minha consultoria junto dos animais para dar mais segurança a eles”, exemplifica o treinador.

“Nesta terça mesmo (02/08) estaremos mais uma vez embarcando para São Paulo com três animais. Uma rota que veio para ficar e que interliga o Sul ao Norte do Brasil”, finaliza.

Por: Camila Pedroso

Fotos: Arquivo pessoal

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Cavalo como animal de estimação?

Sim! Os Mini-horses estão fomentando o mercado de pets. A raça, muito querida pelas crianças é forte, resistente, econômica e pode ser criada em pequenos espaços

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Mini-horse cavalo como animal de estimação

Com certeza, você já deve ter visto em exposições, hotéis fazenda ou em alguma propriedade um mini-horse. Estes cavalos de estatura pequena fazem muito sucesso entre a criançada, devido à sua docilidade e beleza.

Raça genuinamente brasileira, os mini-horses estão caindo no gosto das pessoas que gostam de animais de estimação e querem opções diferentes. Por serem dóceis, econômicos e permitirem a criação em pequenos espaços, se tornaram uma ótima opção.

Mas por traz de toda fofura existe um padrão racial a ser seguido, como a altura: os machos não podem passar de 89 centímetros e as fêmeas 95 centímetros de altura, estatura que atingem com 36 meses de idade.

As fêmeas possuem a capacidade de produzir apenas um produto por gestação, e essa tem duração média de 325 dias.

Entre as suas principais características estão o andamento, com trote harmonioso em todas as suas modalidades, de preferência o de ação reta, progressiva e com reações suaves.

A raça possui exemplares com todo os tipos de pelagens, sendo as de cores exóticas, como:  Appaloosa, Pampa, Persa, Tordilha, entre outras, as mais procuradas e valorizadas.

São muito longevos, pois vivem em média 24 anos e o melhor: são ótimas opções de pet, com baixo custo de manutenção e, devido ao porte, podem ser criados em espaço pequenos, como os quintais das residências.

Para conhecer mais sobre essa raça que vem despertando cada dia mais a atenção do mercado, conversamos com o criador José Ricardo Mancusi Cirto, o Purga Cirto, do Haras Arpão. Localizado em São João da Boa Vista (SP), seu criatório é especializado em Mini-horse. Confira a entrevista!

Portal Cavalus: Geneticamente, como surgiram os Mini-Horses?

José Ricardo Mancusi Cirto: O Mini-horse é uma raça que tem como base outras raças pôneis. Temos um padrão racial que foi elaborado por diversos criadores e técnicos com notório conhecimento em equideocultura, há mais de 20 anos, em que buscamos animais mais elegantes, altivos e de menor estatura, justamente para atender a uma forte demanda que existia no mercado consumidor.

Portal Cavalus: Como está o mercado?

José Ricardo Mancusi Cirto: O mercado tem se mostrado cada vez mais sólido e aquecido, com várias frentes de comercialização:

a) Mercado Criador: é aquele que faz a melhoria da raça, animais de alta qualidade genética e fenótipa, que fazem a evolução de cada criatório. Muitos são usados para exposições e julgamento de conformação em um Campeonato Nacional específico da raça. Esse mercado é absorvido geralmente pelos próprios criadores.

b) Mercado Amigo: esse mercado tem uma grande importância de fomento a raça, pois são justamente os animais destinados a sela ou tração de pequenos troles ou charretinhas. Geralmente são animais de maior estatura, pois tem capacidade de suportarem, sem grande esforço, crianças maiores em montaria ou tracionar, sem dificuldade, até 4 ou 5 crianças em um pequeno trole. Na sua maioria, são compostos de machos castrados ou fêmeas não utilizadas na reprodução.

c) Mercado Pet: esse mercado é o mais recente, e tem se mostrado cada vez mais firme e crescente. São consumidores que buscam essas miniaturas como ornamentais e lazer para pequenas propriedades, sítios, chácaras, condomínios, etc. Geralmente, são animais de porte reduzido, que são usados na iniciação de contato e convivência pelas crianças. São inclusive mantidos em grandes centros urbanos, nos quintais das residências, como “cavalo de estimação”, assim como o cachorro. Temos o cavalo de esporte, trabalho, sela, tração e o de estimação, justamente onde se encaixa o Mini-horse nessa última classificação.

Todos esses mercados têm se mostrado em crescente evolução e com forte retorno aos criadores, pois o escoamento das produções tem ocorrido com alguma facilidade.

Portal Cavalus: Qual é a diferença entre o Mini-horse e os cavalos de estatura maior?

José Ricardo Mancusi Cirto: Basicamente são idênticos as raças maiores em todas as coisas, ou seja, criação, reprodução, alimentação e a composição física. São muito rústicos e raramente ficam doentes, ficam extremamente dóceis, desde que tenham um manejo adequado e constante. As vezes, as pessoas imaginam que por ser pequeno, é manso por natureza e sempre frisamos que ele deve passar pelo mesmo processo de doma das outras raças de equinos.

Portal Cavalus: Os Mini-horses são oriundos de qual raça?

José Ricardo Mancusi Cirto: Quando fundada a Associação dos Criadores e foi escrito o “Padrão Racial” do Mini-horse, tomamos o cuidado de constar quais eram as raças que poderiam ter registros transcritos como formadores para ajudar na seleção.

Hoje, são aceitos para transcrição as raças pôneis: Shetland, Miniature Horse, Brasileiro e Welsh. Basicamente o que temos é uma raça com um mix de sangues de origem Bretã (Inglaterra / Escócia / Irlanda), pôneis de origem Argentina e Uruguaia (também de origem Bretã), o pônei Brasileiro e o Miniature Horse de origem americana. Hoje, o Mini-Horse é uma raça genuinamente nacional, a menor raça pônei criada no Brasil.

Portal Cavalus: Como está o plantel da raça no país?

José Ricardo Mancusi Cirto: O Serviço de Registro Genealógico do Mini-horse (SRGMH), é administrado pela Associação Brasileira dos Criadores de Mini-horse (ABCMH), fundada em 2002 e sediada em Avaré (SP). Atualmente, temos um plantel de quase 10 mil animais registrados em todo o território nacional. Consideramos uma grande vitória, em tão pouco tempo, termos um plantel já tão significante e com uma visível melhoria na qualidade dos animais.

Portal Cavalus: Quais são os estados com mais exemplares?

José Ricardo Mancusi Cirto: Eles estão espalhados por todos os estados brasileiros, porém o maior plantel está no estado de São Paulo, seguido do Rio Grande do Sul.

Portal Cavalus: Quais são as qualidades da raça?

José Ricardo Mancusi Cirto: Eles exercem uma atração forte tanto nas crianças como nos adultos. Seu porte diminuto desperta ternura e um grande fascínio, motivo pelos quais têm lugar garantido como animal de estimação. Sua docilidade e pequena estatura facilitam seu manejo, que muitas vezes é feito por crianças, que os aceitam de imediato. Com manejo adequado e com frequência, ficam muito dóceis e meigos. Ocupam pequenos espaços, comem proporcional ao seu peso, fato que os tornam com um custo muito baixo de manutenção. São muito rústicos e resistentes, podem ser criados até em quintal, dormindo ao relento, não requer muitos cuidados.

Portal Cavalus: Pra chegar a essa estatura, como foi o processo?

José Ricardo Mancusi Cirto: Atualmente, temos mais de 100 raças pôneis espalhadas pelo mundo e as raças menores têm como base o Shetland, que é originário das ilhas de Shetland e Orkney, na Escócia, onde foram criados por milhares de anos através de seleção natural e cujo significativo aumento do rebanho, com o tempo, levou consequentemente a escassez de comida. Com isso, eles foram, no decorrer dos séculos, naturalmente diminuindo de tamanho. Atualmente, existe uma seleção administrada por Associações, orientada por técnicos e criadores experientes e direcionadas conforme o Padrão de cada raça.

Portal Cavalus: Eles existem em quais países?

José Ricardo Mancusi Cirto: O Mini-horse, por ser uma raça relativamente nova, pois a Associação tem somente 20 anos, podemos dizer que é uma raça em formação e genuinamente nacional. Porém, existe um comércio, embora ainda pequeno, para os países do Mercosul e que imaginamos que a médio prazo, com a expansão e multiplicação do plantel nacional, possamos estar difundindo a raça para outros continentes.

Portal Cavalus: Quem são os melhores nomes da raça?

José Ricardo Mancusi Cirto: Atualmente, são vários os criadores que têm qualidade, pois com o decorrer dos anos, notamos que a raça vem evoluindo muito na qualidade genética e fenótipa no seu todo. Hoje, podemos encontrar animais de qualidade suprema com maior facilidade, pois quem cria está sempre na busca incessante da melhoria do seu criatório.

Portal Cavalus: Quais são as expectativas de futuro?

José Ricardo Mancusi Cirto: Trabalhamos para o crescimento da raça e maximização do nome Mini-Horse, que ainda não está difundido em massa, principalmente nos grandes centros. Acreditamos que com o aumento da produção nos próximos anos, com exposições e o ótimo trabalho desenvolvido atualmente por diversos bons criadores, muito em breve teremos um espaço maior de mercado e produtos com uma melhor remuneração.

Portal Cavalus: Qual a diferença entre o Mini-horse e o pônei?

José Ricardo Mancusi Cirto: Essa é uma ótima pergunta para que possamos explicar uma grande confusão que o mercado e as pessoas leigas fazem sobre esse tópico. Cabe enfatizar que Pônei é um tipo de cavalo e não uma única raça, cuja estatura pode atingir até 1,38 m de altura. Existem atualmente mais de 100 raças de pôneis diferentes criadas em todo mundo. Assim, podemos dizer que o Mini-Horse é uma raça de Pônei, a menor criada no Brasil.

Por: Camila Pedroso

Fotos: Arquivo pessoal

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A pandemia e o reinventar-nos

Marcelo Pardini, em sua coluna da semana, escreve sobre os impactos da pandemia em nossas vidas e como está o nosso poder de adaptação

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Um dos momentos mais difíceis da história humana nos mostra que estabilidade não existe e coloca à prova o nosso poder de adaptação

Já estamos no segundo semestre de 2022 e a pandemia ocasionada pelo coronavírus, intensificada mundialmente a partir de março de 2020, ainda segue trazendo mudanças à humanidade, desde a maneira de nos relacionarmos até os hábitos alimentares. Haverá um fim? Voltaremos a agir como antes? Chegará um “novo tempo”?

Esta reflexão tem como pano de fundo o livro “O catador de sonhos” (Ed. Gente/2015), de Geraldo Rufino. O autor, hoje empresário de sucesso, teve todas as chances para não prosperar, tal qual a maioria absoluta do povo brasileiro, pois nasceu em meio à pobreza. “Minha filosofia é: a gente muda o que está sob o nosso comando e aceita aquilo que não pode alterar, mas, mesmo aceitando, não perde a chance de transformar – eis o segredo de um milhão de dólares”, escreveu logo nas primeiras páginas da obra o proprietário de uma das maiores revendas de autopeças do Brasil.

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O momento pelo qual atravessamos trouxe-nos a certeza de que estabilidade não existe, fazendo com que tivéssemos que nos adaptar aos novos cenários. De repente, setores inteiros da economia tiveram que se transformar num curto espaço de tempo. Muitas pessoas perderam o emprego e outras adotaram segundas ou até terceiras fontes de renda. “Quando você assume que tem responsabilidade por tudo que ocorre no seu terreno, no seu negócio, na sua vida, fica fácil resolver, achar uma saída. Só de assumir, a gente já parte para a solução, já tira o pé da lama para pisar em algo melhor. Se você entrou, você sai”, apontou Rufino, que começou a vida de empreendedor como catador de latinhas. “Gosto de pensar assim: quando nasci, não tinha problema. Aí eu respirei e, pronto, gerei um para resolver. Se eu gerei, ele veio depois de mim. Se veio depois de mim, é menor do que eu. Se é menor, tenho o comando. Se tenho o comando, não vacilo, administro a situação”.

No Brasil, temos várias possibilidades de prosperarmos. “O brasileiro é criativo, trabalhador, esperançoso, mas precisa largar o hábito de achar que, por ver os outros fazendo errado, não fará o certo. É o contrário. Faça a sua parte, dê o bom exemplo, seja fonte de inspiração aos demais”, disse o simpático empresário. “Perder o crédito temporariamente acontece com qualquer um, o que não pode acontecer, de forma nenhuma, é perder a credibilidade”. E continuou tal raciocínio ao abordar o fato de já ter “quebrado” o próprio negócio pelo menos sete vezes: “A minha credibilidade fez com que eu me levantasse novamente. A palavra, o comprometimento, o fio do bigode, não tem preço”.

Segundo Geraldo Rufino, que tem milhares de seguidores nas redes sociais, nós crescemos quando partilhamos o saber. “Ensine tudo o que puder, com humildade e simplicidade, e deixe que o copiem. Não caia na armadilha de esconder o que sabe, o que testou e funcionou, porque uma pessoa que foi ensinada faz melhor do que você, e ambos ganham”. Na referida obra, ele também abordou a importância da autoconfiança, na crença em nossos ideais, no poder transformador em atingir as nossas metas. “Eu só penso ou absorvo o que me interessa, só o que soma. Se a notícia será boa para mim, ótimo. Foco nela. Se vai me preocupar, é ruim e vai refletir negativamente na minha vida, deleto. Faço isso com a mídia e com conversa pesada de quem cruza os braços e só se vitimiza”. E continuou: “Para perpetuar algo, valorize as pessoas. Para dar continuidade ao que você faz, melhorar seu patrimônio, ter sucessores e legado, conte com quem está ao seu redor, querendo ajudá-lo a crescer”.

Finalizo esta coluna com um recorte de George Bernard Shaw, dramaturgo, romancista e jornalista irlandês, que viveu entre 1856 e 1950: “Nós imaginamos o que desejamos, queremos o que imaginamos e, finalmente, criamos aquilo que queremos”. Gratidão e caridade são os pilares do sucesso do personagem desta coluna, Geraldo Rufino: “Muito melhor é progredir sendo do bem, sem importar em qual negócio. Todos devem ser lícitos, porque é a única maneira de durar. Meus valores me norteiam para tudo, eu os transformo em ações práticas e, assim, ajudo muita gente”.

Marcelo Pardini é narrador, poeta, jornalista, pós-graduado em Marketing e leiloeiro rural. Titular da marca Agro MP – A voz do Agronegócio.

E-mail: contato@agromp.com.br / Instagram: marcelopardinioficial

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Exemplo no meio dos cavalos e do gado Nelore

Conversamos com Maria Cecília Garcia, nome de destaque no Ranch Sorting, Team Penning e na criação de gado Nelore

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Cabanha Kalunga

Basta entrar nas redes sociais de Maria Cecília Garcia para logo reconhecer: a vida no campo, os cavalos e o gado são a sua paixão.

Proprietária da Cabanha Kalunga, em Bauru, interior de São Paulo, Maria Cecília Garcia é criadora de cavalos das raças Quarto de Milha e Crioulo. “Criamos por volta de 30 animais. Porém apenas para a criação interna, fazemos apenas um potro por ano”, confirma. Mas seu criatório, mesmo pequeno, possui uma grande representatividade no cenário nacional.

Começou a atuar na fazenda em 2011, no serviço de campo, onde conheceu o amor pelos animais. Apaixonada pelos cavalos, Maria Cecília já atuou nos Três Tambores, mas foi nas modalidades de Ranch Sorting e Team Penning que seu coração bateu mais forte.

“A primeira vez que assisti uma prova de Três Tambores foi em 2011, no Barretão e me emocionei. Mas, depois de algumas provas, senti que não era o meu esporte. E então fui apresentada para Paola Gomes que era uma profissional de Ranch Sorting e Team Penning. E ai foi paixão mesmo. Boi e cavalo junto!”, relembra.

Sua história dentro dos esportes equestres possui vitórias expressivas. Em 2021, por exemplo, Maria Cecília montando Bethdrive foi a grande campeã na categoria Amador da modalidade de Team Penning.

Já no Ranch Sorting, a amazona conquistou o Campeonato Nacional da Associação Brasileira dos Criadores de Cavalo Crioulo (ABCCC) no Rio Grande do Sul, casa da raça crioula do país. Este resultado mostra a qualidade da atleta e de seu criatório.

Mas não são só os cavalos que despertam o amor de Maria Cecília. A amazona é proprietária da Fazenda Kalunga, reconhecida nacionalmente como um dos melhores criatórios do ranking brasileiro da raça Nelore.

Localizado em Bauru (SP), atua há mais de 17 anos na criação de gado Nelore, edificando uma seleção com alicerces sólidos em genética de extrema consistências avaliadas nas pistas e nos campos por programas de melhoramento e analises genômica.

“O maior desafio é conciliar a parte do Nelore com os treinos dos cavalos e conseguir ir para as provas, sempre deixando os atletas e cavalos bem treinados e prontos”, afirma.

Maria Cecília ainda afirma que os bois são uma paixão a parte. “O Nelore Kalunga é minha paixão e onde eu realizo o trabalho diário das propriedades, gerenciando e atendendo os animais, focando objetivos para ter os melhores animais de elite e melhorando a genética nacional”, enfatiza.

E não pense que para por ai. Essa multi-mulher ainda ministra workshops. “O workshop foi uma realização pessoal e profissional, para repassar todo o conhecimento que tenho e adquiri em 12 anos à frente da fazenda. Conseguimos receber palestrantes, falamos de nutrição, desenvolvimento, manejo animal, manejo de pastagem e propriedade”, afirma.

Mais uma grande mulher dentro do agro nacional que se destaca pelo trabalho, garra e dedicação em prol da valorização do trabalho no campo. Um grande exemplo.

Por: Grupo Cavalus Comunicação

Fotos: Divulgação

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