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Estatística dos vencedores do GP Potro do Futuro de Corrida: linhagens predominantes

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Luciano Rodrigues, cavaleiro e pesquisador, analisou os últimos cinco anos do GP Potro do Futuro de Corrida do cavalo Quarto de Milha

Desde o seu desenvolvimento, a raça Quarto de Milha passa por diversas transformações. Principalmente quando destinada a alguma atividade ou modalidade específica. Atualmente podemos diversificar as linhagens em dois seguimentos: trabalho e velocidade.

Assim sendo, a linhagem de velocidade se aprimorou utilizando como base animais Quarto de Milha com o cruzamento do Puro Sangue Inglês. Antes de mais nada, animais puros QM são identificados pertencente a linhagens foundations, Ou seja, sem a presença de outras raças nas linhas.

De acordo com a história da raça, apresentada pelo Jockey Club de Sorocaba, as corridas de cavalos eram atrações para entreter os colonizadores do Oeste americano. Diz lá: “promovendo corridas nas ruas das vilas e pelas estradas dos campos, perto das plantações. Sobretudo, com distância de um quarto de milha (402 metros), originando o nome do cavalo”.

Com o crescimento das corridas de cavalo, novos criadores e proprietários avançaram para o aprimoramento genético e fenótipo. Dessa forma, realizaram cruzamentos e melhoraram as estruturas. E não apenas isso, também aprimoraram as técnicas dentro das pistas de corrida. Sem contar que a atividade era uma fonte financeira e de importância social.

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Potro do Futuro da raça Quarto de Milha

Conforme o Regulamento Geral de Concursos e Competições da Raça Quarto de Milha, publicado pela Associação Brasileira de Criadores de Cavalo Quarto de Milha – ABQM, o Potro do Futuro de Corrida é uma competição realizada anualmente. E exclusiva para os animais com 3 anos hípicos na data de realização do evento.

Na Corrida, esta competição acontece no Jockey Club de Sorocaba, inaugurado em 1991. Trata-se do mais importante centro do cavalo Quarto de Milha da modalidade na América Latina. Acima de tudo, tem uma das pistas mais seguras e velozes.

Metodologia para encontrar as linhagens predominantes

Para esta pesquisa foram selecionados os três animais melhores colocados no resultado final da corrida do GP ABQM Potro do Futuro dos últimos cinco anos (2016-2020). Logo após esse levantamento, foi utilizado o site da AllBreed Pedigree Query para o banco de dados das linhagens dos animais.

Esse banco de dados contou com animais até a 5ª geração, totalizando 945 animais catalogados. Os dados foram interpretados utilizando método estatístico, com a utilização de tabelas dinâmicas do Microsoft Excel.

linhagens predominantes: Luciano Rodrigues, cavaleiro e pesquisador, analisou os últimos cinco anos do GP Potro do Futuro de Corrida do QM
Easy Jet

5ª Geração

Diferente de outras modalidades, como a Apartação, nas corridas encontramos linhagens mais heterogêneas, podendo ser decorrente dos cruzamentos com o Puro Sangue Inglês. Todavia, a 5ª geração aparece em primeiro lugar Easy Jet, seguido de Dash For Cash. E  em terceiro lugar empatados Go Galla Go, RaiseYour Glass, Rocket Bar e RocketWrangler.

O interessante desses dados é a genética da família de Rocket Bar e Go Galla Go (mãe), na qual descende Rocket Wrangler, este, pai de Dash For Cash. Descendentes da lenda mundial: Three Bars.

4ª Geração

Na 4ª geração a liderança é de Rocket Wrangler. Seguido por seu filho Dash For Cash. E em terceiro colocado Find a Buyer, filho de To Market com Hideand Seek, Esses últimos da raça Thoroughbred, conhecida como Puro Sangue Inglês.

Por conseguinte, encontramos em terceiro lugar também First Down Dash. Ele perpetua, portanto, a dinastia dos Rocket’s e Dash’s. De fato, surgiu uma nova lenda das corridas. First Down Dash foi campeão mundial AQHA, o maior produtor de todos os tempos, com US$ 60 milhões em ganhos de seus filhos. O garanhão alazão de 1984, filho de Dash For Cash em First Prize Rose, foi um atleta que ganhou US$ 857.256,00 em Corrida, superando Dash For Cash.

3ª Geração

Nada muda na terceira geração. Supremacia dos Dash’s, sendo Dash For Cash líder nas aparições na terceira geração. Em seguida, Holland Ease, com empate em terceiro para Corona Chick e First Down Dash.

Holland Ease chegou ao Brasil em 1993. E trouxe toda sua carga genética, a qual contribui para as linhagens de Tambor e Vaquejada. Holland Ease é a concretização de um cruzamento ímpar na velocidade. Com efeito, na linha alta tem Dash For Cash e na linha baixa a campeã em várias corridas, Easy Henryetta. Ela que é filha Easy Jet com Babys Henryetta.

Principalmente, temos uma segunda linhagem que trouxe expressivos resultados para o cavalo de Corrida: Corona Chick. Filha de Chicks Beduino com Sizzling Lil. Corona Chick ganhou três títulos em 1991 e 1992, vencedora de 15 de 18 partidas. Já imaginam o que saiu dela?

2ª Geração

Nascido em março de 1994 na Califórnia, Corona Cartel é filho de Holland Ease. Do cruzamento com Corona Chick, por Chicks Beduino. Aos 2 anos, venceu o Los Alamitos Million Futurity. Assim como o Kindergarten Futurity, All American Futurity Consolation, com tempo melhor que o da final. E ainda o Tiny’s Gay Handicap.

Na segunda posição está o seu pai First Down Dash, junto com Granite Lake também filho de First Down Dash em mãe Clever Miss. Granite Lake é líder das Estatísticas em Sorocaba em 2015, 2017-19. Da mesma forma que é líder por vitórias em 2012 e 2014. Seus filhos somam mais de R$ 6,5 milhões em prêmios.

linhagens predominantes: Luciano Rodrigues, cavaleiro e pesquisador, analisou os últimos cinco anos do GP Potro do Futuro de Corrida do QM
Fantastic Corona Jr

1ª Geração

Por fim temos a 1ª geração, pais dos últimos vencedores do GP Potro do Futuro da ABQM de Corrida. Em primeiro lugar aparece Fantastic Corona Jr, filho de Corona Cartel. Sua mãe é Special Queen AS, neta de First Down Dash.

Fantastic Corona Jr é ganhador de US$ 541.896,00. Em 2016 foi líder das estatísticas americanas entre os garanhões com três gerações de campanha. Assim, em sua geração estreante ficou entre os quatro melhores garanhões dos Estados Unidos.

Em segundo lugar aparece Eyesa Special, junto com Granite Lake e Panther Mountain. EyesaSpecial e Panther Mountain são netos de Dash For Cash. Contudo, apresentam familiares com uma linhagem nova do visto até o momento.

Considerações Finais

Buscamos nesse artigo apresentar as linhagens que mais aparecem nos últimos cinco anos do GP Potro do Futuro da ABQM de Corrida. Contudo, como afirmado no início, as linhagens dos animais são muito heterogêneas.

Se apresentamos aqui uma dominância da linhagem de Dash For Cash, isto não quer dizer que são supremos. Por exemplo, Dash For Cash é constatado apenas 8% dentro das linhagens da 3º geração. Então, isso não é dominância.

Não podemos esquecer, todavia, dos outros 93% que também aparecem  nas linhagens. Como o caso de Signed To Fly, Streakin La Jolla, The Signature, Apollo VM, Blazen Bryan. Entre outros que são importantes sangues para o desenvolvimento do cavalo de Corrida.

REFERÊNCIAS
www.jcsorocaba.com.br/resultados/
www.abqm.com.br/servicos/consulta-de-animais
www.allbreedpedigree.com
www.centralranchodasamericas.com.br

Colaboração: Luciano Ferreira Rodrigues Filho
Cavaleiro e Pesquisador | Campeira Dom Herculano | lu_fr@yahoo.com.br
Crédito das fotos: JCS, Wikipedia, Central Rancho das Américas

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Corrida

Corrida, ou Turfe, é um esporte popular de velocidade

A corrida competitiva de cavalos é um dos esportes mais antigos da humanidade

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Turfe é o esporte que promove e incentiva a Corrida de cavalos. Em sua forma mais difundida, teve origem no Reino Unido e é hoje um dos esportes mais tradicionais. Envolve, acima de tudo, treinamento do cavalo, competição e apostas. Tudo começou 1689, quando os britânicos resolveram importar do Oriente Médio e da África alguns cavalos. Entre eles, animais das raças Byerley Turk, Darley Arabian e Godolphin Barb, em outras palavras, árabes e berbéres.

Para as competições, foram selecionados cavalos com aptidão para corridas, comprados ou tomados em batalhas. Portanto, ao chegarem a terras inglesas foram cruzados com éguas da região e deram à luz a animais de grande velocidade e resistência. Ademais, a palavra Turfe vem do inglês ‘turf’, que designava os primeiros eventos de corrida de cavalos.

Os cavalos podem correr montados por jóqueis – corrida a galope – ou atrelados a uma aranha ou charrete (harness racing) – corridas de trote. O traçado comum em linha reta, como as canchas no meio rural ou as corridas do Quarto de Milha. Do mesmo modo que encontramos o traçado de forma ovalada, ou triangular, como em sofisticados hipódromos nas grandes cidades.

A corrida mais comum tem o percurso plano, mas há corridas com obstáculos, chamadas steeplechase. Outra particularidade é a distância, que varia de 201 a 2400 metros. Alguns raças são de explosão, tiros mais rápidos, distancias mais curtas. Enquanto outras possuem os chamados fundidas, dos percursos mais longos. Há registro de que um cavalo de corrida atinja 60 km/hora. Nos diversos hipódromos espalhados pelo mundo, é comum que a disputa aconteça no sentido horário, contudo há locais que realizam corridas no sentido anti-horário.

Corrida, ou Turfe, é um esporte popular de velocidade. Então, a corrida competitiva de cavalos é um dos esportes mais antigos da humanidade
Foto: Americas Best Racing

A corrida no Brasil

O esporte tradicionalmente britânico chegou ao Brasil em meados do século 19. Inicialmente, os proprietários dos animais treinavam e corriam eles mesmos. Com o passar do tempo, isso mudou. Hoje os donos focam sua atenção em criar os mais velozes animais do mundo e deixam a montaria para os profissionais chamados de jóqueis. Quer seja lá no século 17 ou nos dias de hoje, o que importa é velocidade e equilíbrio.

No Brasil existem quatro Jockeys Clubs principais: o Jockey Club Brasileiro, que fica no Hipódromo da Gávea no Rio de Janeiro, o Jockey Club de São Paulo, no Hipódromo de Cidade Jardim em São Paulo. Assim como o Jockey Club do Paraná no Hipódromo do Tarumã em Curitiba e o Jockey Club do Rio Grande do Sul no Hipódromo do Cristal em Porto Alegre.

Além de outras entidades espalhadas por todo país, como o Jockey Club de Sorocaba, o mais importante hipódromo do Quarto de Milha de Corrida na América do Sul. Além disso, a corrida tem seu lugar em Ponta Porã, no Mato Grosso do Sul, e no Nordeste. Os studs (um ou mais donos) e os proprietário têm sempre uma cor estampada na camisa dos jóqueis, assim como os times de futebol.

Corrida, ou Turfe, é um esporte popular de velocidade. Então, a corrida competitiva de cavalos é um dos esportes mais antigos da humanidade
Foto: Americas Best Racing

Peculiaridades

O calendário das provas varia de país para país. E cada uma delas existe um ritual de apresentação. Por exemplo, os jóqueis montam os animais em frente aos espectadores e fazem um desfile. É dessa forma que vão ao encontro da linha de partida. Dentro de cada box, previamente designado, aguardam o sinal de largada. Os percursos variam de acordo com cada competição.

O temperamento do animal, por muitas vezes, era algo que ficava em segundo plano. Mas isso vem mudando hoje em dia. Os proprietários investem em treinamento tanto do animal quanto da montaria e em troca recebem uma percentagem dos lucros obtidos com os visitantes e apostadores das corridas. Aliás, o animal é treinado não apenas para ser veloz, como também para saber largar corretamente, sem se assustar com o barulho dos portões, por exemplo.

Para montar um cavalo de corrida é necessário ter certas peculiaridades. Assim, um jóquei deve pesar no máximo 48 kg e ter uma altura recomendável de 1,50m. O preparo físico daquele que vai montar tem que ser tão bom quanto do animal que será seu parceiro nas corridas. É praxe nos hipódromos treinos logo ao raiar do dia, onde os treinadores fazem as tomadas de tempo para possíveis ajustes.

Do mesmo modo que o cruzamento no Reino Unido resultou o Puro Sangue Inglês, nos Estados Unidos nasceu o Quarto de Milha. Na época da guerra da Independência, os colonizadores popularizaram a disputa entre dois cavalos que corriam a distancia de até um quarto de milha. As primeiras corridas, então, aconteceram em Enrico County, Virgínia, em 1674. Na era Colonial, qualquer campo inculto ou rua servia como pista de corrida.

Corrida, ou Turfe, é um esporte popular de velocidade. Então, a corrida competitiva de cavalos é um dos esportes mais antigos da humanidade
Foto: GGF Race

O que você precisa saber para acompanhar

Todo o cavalo é classificado de acordo com o Índice de Velocidade. Através dos resultados dos últimos anos, cada hipódromo realiza uma tabela com os Índices de Velocidades (I.V.). Esta tabela atribui um índice, de acordo como tempo que o cavalo fez em determinada distância. Os animais também recebem Registro de Mérito: animais com IV entre 80 e 89, o registro é o AA (Double A); em seguida, com IV entre 90 e 99, recebem o AAA (Triple A); por fim, os animais com IV superior a 100 receberem o AAAT (Top Triple A).

Antes de cada corrida acontece o enfrene, um jogo realizado no sistema de leilões. Os animais de cada páreo ou torneio têm suas pules (jogos) leiloadas. O comprador da primeira pule tem o direito de escolher o animal de sua preferência para vencedor. O comprador da segunda pule poderá escolher outro animal, com exceção do primeiro já escolhido. E assim por diante até que todos os animais tenham suas pules compradas.

Chama-se Futurity os Grandes Prêmios reservados aos potros que iniciam o ano com dois anos hípicos. E no segundo semestre contarão três anos hípicos. Por outro lado, no Derby os Grandes Prêmios abrigam os animais que iniciam o ano calendário já com três ou mais anos hípicos. Nos Estados Unidos, os Derbys são apenas para animais de três anos hípicos.

O Torneio é o Grande Prêmio com uma quantidade de animais que impossibilita a realização de um só páreo. Então, acontecem as eliminatórias, chamadas de ‘ternos’, cujos vencedores (e às vezes os melhores tempos) classificam-se para a final. É comum existir um lance de obrigação nos páreos ou torneios. Este lance vale como uma pule (jogo) do proprietário do animal em uma das rodadas do enfrene.

Tríplice Coroa da Corrida

No meio equestre, a Tríplice Coroa da Corrida é a mais famosa. Consiste em três grandes eventos de determinada modalidade, região ou hipódromo. Antes de mais nada, é considerado tríplice coroado o conjunto que vencer as três provas no mesmo ano hípico. Nos Estados Unidos, são provas clássicas o Kentucky Derby, o Preakness Stakes e o Belmont Stakes. Só 13 cavalos, desde 1919, conquistaram a façanha em de vencer as três corridas no mesmo ano.

Em rápida pesquisa, você chega à informação que nos Estados Unidos cada região tem a sua tríplice na Corrida. Assim como a de Ruidoso Downs, que fica no Novo México, e tem três grandes prêmios milionários no calendário: Rainbow Futurity, Ruidoso Derby e All American Futurity. Entre outros. No Brasil, no Quarto de Milha de Corrida, as provas atuais da tríplice são GP São Paulo, GP Brasil e GP Consagração, ocorridas no Jockey Club de Sorocaba. Desde 1981, temos nove tríplices coroados.

Fonte: Rural Centro, Wikipedia, Jockey Ckub de Sorocaba, Horse Racing Nation
Crédito da foto: Divulgação/Wikimedia Commons

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Corrida

Brave Granite cruza em primeiro no GP Consagração – III Tríplice

O Jockey Club de Sorocaba recebeu ainda as classificatórias do GP Taça de Ouro e dois páreos especiais

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Por conta da pandemia, os portões do Jockey Club de Sorocaba continuam fechados ao público. Contudo, é possível acompanhar todas as corridas ao vivo, através do canal do Youtube da entidade. Dessa forma, entusiastas de diversas cidades aplaudiram de casa a vitória de Brave Granite no GP Consagração – III Tríplice Coroa no último dia 21 de novembro. Filho de Granite Lake x Jess Because (por Mr Jess Perry) cruzou a linha de chegada em primeiro lugar com 21s636.

Primeiro páreo da tarde, portanto, o GP Consagração reuniu seis craques para a disputa de R$ 90 mil de bolsa nos 402 metros. Favorito, Brave Granite, de criação de Érico Braga e propriedade do Stud Brave Granite (Haras Mantovani /Luiz Meneghel Neto/Erico Braga), não decepcionou. Pela baliza 6, o macho alazão tostado venceu com mais de um corpo de vantagem,  montado por A Andrade e treinador por V Antunes.

Entre outras classificações, Brave Granite (foto) venceu esse ano o GP America Futurity em junho. Em segundo lugar cruzou Eurico For Me JQM (21s806). Seguido por Fantastic Blush (21s857), Guapa Negra (21s085), Ibope Lake (22s150) e Boris Verde (22s174).

A novidade do final de semana ficou por conta do aplicativo oficial de apostas do Jockey Club de Sorocaba. Apostas online através do app estiveram liberadas já para o GP Consagração – III Tríplice Coroa.

As quatro classificatórias do GP Taça de Ouro nos 301 fecharam a programação do dia. Com R$ 45 mil de bolsa, a final acontece no dia 5 de dezembro entre os vencedores de cada páreo e mais dois menores tempos. Os vencedores Fahrenheit For Me (16s720), Moon Roses MRL (16s388) – mais rápida da classificatória; Teller Apollo MRL (16s514), Fascynio Perry (16s754) e mais os dois menores tempos Espirit Seis (16s757); Mister Eagle MRL (16s760) disputam o título.

Brave Granitre cruza em primeiro no GP Consagração – III Tríplice, em dia que o JCS recebeu as classificatórias do GP Taça de Ouro
Swingin Granite

GP Taça de Prata

De acordo com a Resolução da Comissão de Corridas (19/2020), as finais do GP Taça de Prata foram adiadas de 24 para 31 de outubro. Sem acesso aos resultados dos exames antidoping das classificatórias, o JCS prorrogou a decisão. Em nota, o Jockey comentou que sempre prezou pelo bem-estar animal, pela transparência e por iguais condições entre os competidores.

“Isso significa respeito aos proprietários, criadores, apostadores e turfistas em geral. Por isso são realizados exames antidoping em todos os páreos, seguindo rigorosos critérios internacionais. Antes de mais nada, foi uma surpresa quando os resultados dos exames das classificatórias do GP Taça de Prata não chegaram a tempo para a confirmação dos animais na final”, corrobora o Informativo.

Houve um problema no laboratório paulistano. Assim, de forma clara, em respeito a todos, as finais foram prorrogadas, em caráter excepcional. Portanto, a final do GP Taça de Prata nos 275 metros teve vitória de Swingin Granite (Granite Lake x Swingin Jessie, por Mr Jess Perry). De propriedade do Stud LM e criação de Erico Braga, o macho alazão colocou um corpo de vantagem na chegada.

Saindo na baliza 7, venceu com a marca 15s265 (IV-96) deixando em segundo lugar Fantastic Granite (15s438). Treinado A P Melo e guiado por E B Melo, levou pra casa os R$ 21.600,00 da bolsa destinados ao campeão. Em seguida, cruzaram a linha Breeze Wagon FS (15s473); Guzman JQM (15s598); Granite Fly Easy (15s635). “Apesar das adversidades no caminho, com o menor transtorno possível, as disputas puderam ocorrer de forma limpa e clara”, finalizam os responsáveis pelo hipódromo.

Fonte: Jockey Club de Sorocaba
Crédito das fotos: Divulgação/JCS

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Corrida

No Way José obtém vitória em importante GP no Jockey de SP

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No Grande Prêmio ABCPCC, destaque da programação do Jockey Club de São Paulo,  No Way José mostrou uma história de superação

Logo depois de ultrapassar inúmeros contratempos físicos ao longo de sua campanha, No Way José alcançou a vitória mais importante de sua história nas pistas. Com Michael Silva esbanjando talento em seu dorso, o cavalo de propriedade do Stud JCR cruzou o disco do Grande Prêmio ABCPCC (G1) em primeiro lugar.

O GP da Associação Brasileira dos Criadores e Proprietários do Cavalo de Corrida foi destaque da programação do final de semana passado no Hipódromo Paulistano, em Cidade Jardim. Com vantagem de pescoço sobre o favorito Nantucket, No Way José marcou o tempo de 55s53 para os 1.000 metros da pista de grama macia.

“Que dia especial!! Que emoção!! Uma vitória no Grande Prêmio de velocidade mais importante do Brasil!”, postou seu proprietário em sua página do Facebook. 

No Way Jose, 4 anos, filho de Victory is Ours e Heart of The Ocean (Ocean of Wisdow), tem criação do Haras Vale Verde. Ademais, conta agora com 4 vitórias clássicas em 9 atuações. Antes de mais nada, o animal suplantou dez adversários dos mais qualificados e conferiu emoção aos resultados do páreo.

No Grande Prêmio ABCPCC, destaque da programação do Jockey Club de São Paulo,  No Way José mostrou uma história de superação

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De acordo com o portal da ABCPCC, o favorito dos apostadores, Nantucket, buscou a ponta logo na largada. Por fora dele, Tácio e Urich Ralph corriam em segundo e terceiro, respectivamente. O veterano Consul American aparecia em quarto, enquanto No Way José acionava na quinta colocação.

Na reta final, o campeão ganhou terreno. Em forte arremate, pela baliza 7, No Way José encostou em Nantucket quando faltavam 200 metros para o final da corrida. A cada galão, já na dianteira, o animal vencedor então deu tudo de si, comandado por seu jóquei. 

Nantucket fechou em segundo lugar, com Yes Champion, que acelerou nos metros finais, em terceiro. Em seguida, Consul American, Nice Lady, Tácio, Itagiba, Ulrich Ralph, Geluve, Icelandic e Newark.

Assista:

Fonte: Jockey Club de São Paulo e ABCPCC
Crédito da foto: Divulgação/Porfírio Menezes

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