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Nível de poeira dentro da cocheira onde ficam os cavalos

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Medindo o que você não pode ver: cocheira tem poeira que pode ser nociva aos cavalos

A cocheira não é um ambiente natural para os cavalos. Se os seus passam muito tempo dentro das baias é importante pensar na quantidade de poeira que ela pode ter. Acima de tudo, é algo que pode ser nocivo para o trato respiratório desses animais.

De fato, uma cocheira não é um ambiente natural para o cavalo. Visto que você o acaba expondo a uma alta concentração de poeira respirável no ar. O pó é composto de pólen, mofo, bactérias, insetos e fragmentos de plantas. Se o seu cavalo passa muito tempo dentro da baia, é importante tentar minimizar a exposição a esse pó para evitar problemas respiratórios no futuro.

Contribui, sobretudo, para a má qualidade do ar na cocheira a ventilação e camas inadequadas. Assim como limpeza da baia, feno em redes ou elevados (em vez de ao nível do solo). E ainda janelas fechadas ou pequenas. Também baias com frentes fechadas, mezanino com feno, o ato de varrer frequentemente a cocheira e soprador de folhas.

A cocheira tem poeira que pode ser nociva aos cavalos

Quando os cavalos são expostos a esse tipo de ambiente, podem desenvolver doenças respiratórias. Assim, a doença inflamatória das vias aéreas está entre o problema mais comum. E, com o tempo, pode progredir para uma doença pulmonar obstrutiva crônica nos cavalos.

Do mesmo modo, a má qualidade do ar também pode levar ao aumento de muco nas vias aéreas. Tosse após o início do exercício, mesmo que a tosse diminua em breve. Resistência reduzida (o que leva à diminuição no desempenho). Atraso no tempo de recuperação respiratória após o exercício. Por fim, intolerância ao exercício.

“Um grande equívoco são as pessoas que pensam que um cavalo tossindo é normal. Um cavalo tossindo sempre que entra em um estábulo ou pista pode ser comum, mas não é normal. Tossir quando um cavalo começa a se exercitar geralmente é um suspiro de doença respiratória subjacente”, afirma Melissa Mazan, médica veterinária. E professora do departamento de Ciências Clínicas de uma universidade nos Estados Unidos.

Medindo o que você não pode ver: cocheira tem poeira que pode ser nociva aos cavalos. A cocheira não é um ambiente natural para os cavalos

Estudos

De acordo com Mazan, as doenças respiratórias são conhecidas em cavalos. A quantidade de poeira nas baias é normalmente considerada o motivo. Além disso, a Universidade Tufts realizou vários estudos ao longo dos anos relacionados à qualidade do ar na cocheira. Um dos métodos usados foi o monitor DustTrak. Um contador a laser que coleta amostras de ar a uma taxa constante e revela quantas partículas estão presentes.

Enquanto outro método coleta as partículas de poeira com uma bomba que aspira o ar através de um ‘cyclone’. Um dispositivo que mede a exposição à poeira. Isso permite que os pesquisadores analisem a poeira para determinar a presença de endotoxinas. Essas são as substâncias tóxicas encontradas em certas bactérias produtoras de doenças. E ainda liberadas pela desintegração da célula bacteriana.

A contagem de partículas de poeira nas baias aumentou dramaticamente quando as pessoas varriam. Ou usavam sopradores no corredor da cocheira, jogando fardos de feno e sacudindo o feno na hora da alimentação. A limpeza da cocheira também aumentou o nível de partículas de pó quando os trabalhadores jogaram e/ou vasculharam a cama para separar o esterco e sujeira.

Minimize os efeitos

Cama muitas vezes é uma fonte de poeira significativa na cocheira. O que você tem embaixo da cama do cavalo também irá ajudar a definir a quantidade de poeira. Se possuí uma superfície de concreto ou de areia, isso irá ajudar a trazer mais ou menos poeira. Uma dica amplamente utilizada em cocheiras fora do Brasil são os pisos de borracha. Ajuda a eliminar a poeira, ao mesmo tempo que são macios para as pernas e pés dos cavalos.

Armazenar feno em um mezanino dentro da cocheira não deve ser considerado uma opção. Além do risco iminente de um incêndio, faz com que toda poeira fique acumulada acima da cabeça dos cavalos. Deixando o ambiente insalubre.

Algumas dicas podem ajudar a otimizar a qualidade do ar dentro da cocheira:

  • Sempre que for limpar a baia, tire o cavalo de dentro. Isso vai permitir também ‘afofar’ a cama antes que ele entre
  • Não utilize o soprador dentro do corredor das cocheiras. Se o fizer, tire os cavalos de dentro
  • Sempre que possível molhe ao invés de varrer
  • Dê feno para seu cavalo próximo ao solo, evite ‘feneiras’ altas
  • Tenha uma boa ventilação, preferencialmente cruzada. Evite lugares quentes e abafados

Colaboração: Arquitetura Equestre
Fontes: Dust Management in horse facilities; Air Quality in horse stables
Crédito das fotos: Pixabay

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4 Comments

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Você sabia que apenas três ‘pararam’ nos 10 touros da NFR?

Em mais de 100 anos de história, apenas Adriano Morares, Jim Sharp e Norman Curry garantiram esse feito

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O ano de 1994 foi histórico para o brasileiro Adriano Moraes. Foi sua primeira temporada nos Estados Unidos e ele não só foi campeão mundial da PBR, como também parou nos dez touros da National Finals Rodeo. Vale lembrar que a PBR começou seu campeonato nesse ano, mas a PRCA já era uma instituição lendária.

Assim, montando em Copenhagen Chase no último round da NFR (foto), Adriano Moraes começou em definitivo sua carreira internacional na Montaria em Touros. Era 11 de dezembro de 1994 e esse foi o décimo touro vencido por ele no evento. Dessa forma, o brasileiro entrou para a lista de três competidores na história a terem ‘parado’ nos dez touros da final mundial da PRCA.

Antes dele, apenas Jim Sharp e Norman Curry haviam registrado este feito. E, desde então, não foi obtido por mais nenhum outro competidor até hoje. Ademais, com as dez paradas, o brasileiro venceu a NFR daquele ano pela somatória de notas, 773 pontos. Dois touros a mais que o segundo colocado.

Já naquela época a PRCA pagava bônus por rodada. Então, Adriano venceu o round oito e ganhou premiação em outros dois. Nesse tempo, pagavam a ‘diária’ somente para as quatro melhores notas – hoje são para as seis melhores. Por conseqüência de seu desempenho na competição, o brasileiro embolsou US$ 44.979,00.

Valores que incluíram as premiações diárias e o bônus pelo título da etapa. Ele não foi o campeão mundial da PRCA, contudo subiu de 11° para 5° colocado na classificação final da temporada. Ao todo, somou US$ 94.113,00 em prêmios durante o ano.

Em mais de 100 anos de história da NFR, apenas Adriano Morares, Jim Sharp e Norman Curry garantiram esse feito; ninguém mais depois deles
Jim Sharp – Foto: ProRodeo

NFR daqueles tempos

Vale lembrar que na época a NFR pagava um total de US$ 411 mil em prêmios para a Montaria em Touros durante os dez dias da competição. Em contraste com US$ 1,25 milhões distribuídos na edição 2020.

Se aplicássemos a tabela de premiação do evento deste ano aos resultados de 1994, Adriano Moraes teria embolsado somente na NFR cerca de US$ 124,5 mil. Ou seja, quase três vezes a quantia que de fato ganhou. Ele voltou a NFR em 1996, onde também conquistou o título da etapa. Parou nos nove primeiros touros, caindo apenas na última noite, muito próximo de atingir a marca duas vezes.

Outro fato marcante desta noite de 1994 foi o acidente com Brent Thurman. Levou um ‘pisão’ do touro Red Wolf e saiu inconsciente da arena poucos minutos antes de Adriano montar em seu último touro. Thurman, que era amigo do hoje tricampeão mundial, faleceu seis dias depois em decorrência dos ferimentos no crânio.

Falando em brasileiro na NFR, não podemos esquecer de citar os demais que já passaram pela famosa arena da final mundial. Além de Adriano Moraes (1994 e 1996), Paulo Crimber (2004), ambos na Montaria em Touros. Junior Nogueira no Team Roping competiu sua sétima NFR em 2020 (rookie em 2014, all-around em 2016 e vice-campeão 2016 e 2019). Marcos Alan Costa (2015, 2016 e 2017) no Laço do Bezerro, com direito a título mundial em 2017.

Colaboração: Abner Henrique/Rodeio S.A.
Crédito da foto de chamada: Divulgação ProRodeo Sports News/Dan Hubbell

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Atores da série Yellowstone em ação na pista de Apartação

No final do ano passado, durante o NCHA Futurity, os astros da série de TV da Paramount participaram do Careity Celebrity Cutting

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Apartadores da vida real por um dia. Foi assim que atores da famosa serie de TV Yellowstone se sentiram no final do ano passado. Jennifer Landon, que interpreta Teeter, e Moses Brings Plenty (foto), que faz o motorista Mo, disputaram a prova de celebridades durante o NCHA Futurity 2020. Aliás, você sabia que a série mostra a vida em um rancho de cavalos ao mesmo tempo que fomenta as modalidades Rédeas e Apartação?

Yellowstone é uma série criada por Taylor Sheridan e John Linson. Estreou em 20 de junho de 2018 na Paramount Network e tem Kevin Costner no papel principal (John Dutton). No enredo, conflitos ao longo das fronteiras compartilhadas de uma grande fazenda de gado, uma reserva indígena e desenvolvedores de terras. Em sua terceira temporada, já tem a quarta confirmada para 2021.

No final do ano passado, durante o NCHA Futurity, os astros de Yellowstone, série da Paramount, participaram do Careity Celebrity Cutting
A lenda Lindy Burch e Jennifer Landon

Voltando para o Careity Celebrity Cutting, pela primeira vez Jennifer Landon sentiu aquela sensação indescritível de baixar a mão da rédea e deixar o cavalo trabalhar um boi. Antes de mais nada, como é comum nesse tipo de evento, a atriz fez equipe com Tom Watson, famoso jogador de Golfe que tem a Apartação como seu segundo esporte. A dupla encerrou o evento em terceiro lugar.

Enquanto Brings Plenty, em sua segunda aparição no Careity Celebrity Cutting, fez par com a atriz Nicole Sheridan, esposa da Taylor. Os dois marcaram as duas maiores notas, 228 e 229 pontos, ficando com o título. Em segundo lugar, Monica Russo, do restaurante Mamma Monica, e Matt Blevins, do reality show Storage Wars.

Acima de tudo, o evento levantou fundos para ajuda direta a pacientes com câncer e suas famílias em North Texas.

Fonte: Quarter Horse News
Crédito da foto: Larri Jo Starkey

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Ator que interpreta Ty Borden em Heartland nunca tinha montado

Graham Wardle conta que aprendeu a amar os cavalos enquanto filmava a série canadense Heartland; e ele só aprendeu a montar dias antes do início das filmagens

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Sucesso na TV, Heartland, produzida no Canadá, estreou em 2007. Quando aceitou viver Ty Borden, o ator Graham Wardle nem sabia montar. De fato, na série, Ty não monta o mesmo número de vezes que Amy Fleming, mas todos estão sempre precisando cavalgar por diversos motivos. Então, a fim de interpretar seu personagem, Wardle teve que aprender.

Antes de mais nada, foram lições rápidas e urgente. O ator tomou contato com os cavalos apenas alguns dias antes de começarem as filmagens. A sorte dele é que recebeu muita ajuda dos outros cavaleiros no set. Incluindo a própria Amber Marshall, que vive sua esposa. Ela é uma exímia cavaleira e mora em seu rancho em Alberta, Canadá.

Graham Wardle conta que aprendeu a amar os cavalos enquanto filmava a série canadense Heartland; só aprendeu a montar dias antes do início
A vida do seu personagem também mudou quando Ty tornou-se médico veterinário. Ele era um menino rebelde e chegou ao rancho como parte da sua reabilitação no centro de correção. Seu cavalo favorito na série é o Sugarfoot (foto)

“Tive minha primeira aula de equitação dias antes do primeiro dia de filmagem. Estava usando o que achei que seria a roupa perfeita, shorts e tênis de corrida. Sem dúvida, o departamento de figurino foi generoso e sábio o suficiente para enviar algumas botas de montaria para mim. Isso ajudou um pouco. Eu sempre ando de calças agora”, lembra Graham ‘Ty Borden’ Wardle.

Com efeito, Heartland já estreou a 14ª temporada na CBC do Canadá – deve chegar logo por aqui através do Netflix. Portanto, são 14 anos convivendo não apenas com os colegas de elenco, como também com os cavalos. “Os cavalos são majestosos, amo a presença deles, estar no meio deles. Antes de trabalhar no programa, eu não prestava muita atenção aos animais. Isso mudou desde então!”

Fonte: Cowgirl Magazine
Crédito das fotos: Divulgação/CBC

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