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Égua treinada por brasileiro conquista o terceiro lugar na National Finals Rodeio EUA

Trabalho de Marcos Toledo Filho se destaca nas pistas americanas. Kiss é o segundo animal treinado por brasileiro que conquista resultados importantes

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Todo treinador de cavalos sonha em ver seus animais disputando grandes provas como a National Finals Rodeo, realizada nos Estados Unidos. E se este animal se destacar na prova, atingindo a terceira colocação é o ápice do sonho.

E não é que o brasileiro Marcos Toledo conseguiu essa façanha! A égua HR Famekissandtell (CEO x Fame Fiery Kiss), ou simplesmente Kiss, montada por sua proprietária Shelly Morgan, conquistou o terceiro lugar na prova de Três Tambores da National Finals Rodeo, em Las Vegas. “Eu me sinto lisonjeado! Antigamente a gente assistia os vídeos de Las Vegas, da Finals, e eu sempre queria ter um animal, treinado por mim, competindo lá. Isso é um sonho! Ser o primeiro brasileiro a ter um animal treinado por ele na Finals e ainda chegando em terceiro lugar!’, comenta o treinador.

Marcos Toledo iniciou os treinamento de Kiss no Hays Ranch, em Arcadia, Louisiana, divisa com o Texas, entre os anos de 2015 e 2017, quando morou nos Estados Unidos e trabalhou no rancho, de propriedade de Mister Mike e Miss Lise.

“A Kiss eu iniciei e treinei ela e, depois que eu vim embora, ela foi vendida para Shelly Morgan. Ela começou a correr os rodeios americanos e, em todos os maiores Futuritys dos EUA, Kiss sempre ficou entre os Top 5, nunca ganhou, mas sempre ficou entre os cinco primeiros”, relembra Toledo.

Passada de Kiss e Shelly Morgan na NFR

A égua, afirma o treinador brasileiro, era o patinho feio do bando. Seus donos não gostavam muito dela, pois era muito magra, mas o brasileiro observou logo no início que ela tinha muita habilidade, era ágil, esperta e talentosa. “Eu até falei para os proprietários que quando eu voltasse ao Brasil para eles venderem tudo menos ela, mas como eles já eram muito idosos, eles venderam tudo logo que eu voltei para a casa”, relembra.

Trajetória de Kiss

Esta não foi a primeira Finals que a égua competiu. Em 2020, ela participou da prova, mas não se destacou, ficando apenas na sétima colocação. “Ela chegou cansada à competição, devido à rotina de provas”, explica Toledo.

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Para este ano, Shelly poupou a égua de algumas provas, fazendo com que ela chegasse mais preparada e descansada à competição. “Ela entrou em terceiro lugar na NFR e se manteve. Durante o ano, ela ficou em primeiro lugar no campeonato, e a própria Shelly, como ela já tinha vários dólares e já estava classificada para a Finals, poupou a Kiss, retirando ela das competições mais cedo. Quando os animais chegam à competição eles estão muito cansados, o que aconteceu com ela no ano passado, e este ano ela chegou bem, foi muito bem em quase todas as noites”, explicou Toledo.

O resultado do trabalho se comprovou nas pistas. A égua terminou a competição em terceiro lugar.

Filho de peixe, peixinho é

Marcos Toledo Filho é filho do grande Marcão Toledo. Iniciou sua trajetória nos Três Tambores aos 3 anos de idade. Aos 5 já foi Campeão Paulista da modalidade pela APCT. Entre Congressos e Nacionais da modalidade, já foi campeão 5 vezes. “Aprendi tudo com o meu pai, Marco Toledo, que está no Hall da Fama. Foi o primeiro treinador a conseguir essa premiação e eu sinto muito orgulho disso, e sigo os passos do dele até hoje”, enfatiza Toledo.

Atualmente, Toledo possui um Centro de Treinamento em Lençóis Paulista, interior de São Paulo, no Rancho Três Meninas. Trabalha exclusivamente com a iniciação de potros para a modalidade de Três Tambores desde 2017, quando voltou dos EUA. “Além da iniciação dos potros, faço a assessoria destes animais, sento com os donos e vamos cruzando os dados. Eu conheço o animal, pois fui eu que domei, então um que é mais lento eu indico para uma pessoa que vai saber fazer ele chegar, ou se ele já está pronto para correr, para quem tem a aptidão para fazer e assim por diante”, finaliza.

Kiss não foi a única campeã desta época

O sucesso do trabalho de iniciação da égua Kiss se comprovou nas pistas americanas, mas ela não foi a única. Entre os quatro potros que Marcos iniciou no Hays Ranch estava o HR Fames Rising Moon (VF Monon Fire x Go Wilma Dash, por Dash Ta Fame) ou simplesmente Bugs, que foi campeão do 2nd Go do Cornhuster Open Futurity, realizado em Nebraska, nos EUA.

“É um prazer enorme domar e treinar um cavalo americano e ele ir e ganhar, se consagrar Potro do Futuro. Bug sempre se mostrou que ia ser um craque, desde muito novo. Eu sabia que ele ia ganhar o Futurity, ele tinha tudo para ganhar”, finaliza. 

Por: Camila Pedroso

Foto: Arquivo pessoal

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Brasileiros conquistam segundo e terceiro lugares da primeira etapa da temporada Unleash The Beast

O veterano João Ricardo Vieira e Alex Cardozo iniciaram bem a competição somando importantes pontos aos seus rankings. Americano Kyler Oliver venceu a etapa

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A primeira etapa da temporada Unleash The Beast contou com dois brasileiros, João Ricardo Vieira e Alex Cardozo, no segundo e terceiro lugares, respectivamente, no pódio. O rodeio, realizado na sexta e no sábado último, em Nova Iorque, EUA, contou com 40 competidores, sendo 15 brasileiros, e destes, cinco se classificaram para o round final.

O rodeio de Nova Iorque é considerado uma das principais etapas do ano e oferece uma premiação e pontuação importantes aos cowboys.

Provas acirradas

O veterano João Ricardo Vieira entrou na disputa defendendo o título. Parando os três touros, começou a etapa com 85,5 pontos montando o touro Just Denim, no 1º round. Com o touro Peep Show, Vieira marcou a mesma pontuação no 2º round.

O touro Marquis Metal Works Red Clark foi parado por Vieira no round final, levando o público ao delírio. Ele marcou 90,5 pontos e foi o segundo na noite a parar o animal, juntamente com Dener Barbosa, que foi o primeiro a quebrar a invencibilidade do touro e o parou duas vezes.

Com os resultados, conquistou o título de vice campeão levou a premiação de US$ 36.033.33 e 139 pontos no mundial, subindo de 13º para vice liderança no ranking.

Novato foi o grande campeão

O americano Kyler Oliver venceu a etapa de Nova Iorque. Ele fez a maior nota da temporada durante o round final. No primeiro round, Oliver marcou 83 pontos no touro Zero Time e, no sábado, no segundo round, fez 89,75 no touro Outlaw e foi para a final classificado em quarto lugar.

Escolheu o touro Bentley para a disputa do título e conquistou 91 pontos na montaria, levando o título de campeão da etapa e a premiação de US$ 83.7333.33. Com o resultado, somou 235 pontos no ranking do mundial, assumindo a liderança.

Brasileiro no terceiro lugar

Alex Cardozo, de Indaiatuba interior de São Paulo, foi o terceiro colocado, marcando sua melhor final da carreira no Unleash The Beast.

Marcou 86 pontos no touro Total Feeds Bushwacked, no primeiro round, e no segundo marcou a nota 85 no touro Vertigo Spy, classificando-se para o round final, onde parou o touro War Dress, conquistando 87,25 pontos.

Com a terceira posição, o brasileiro levou a premiação de US$19.833.33 e 106,5 pontos no mundial, subindo para o quinto lugar no ranking.

Confira as primeiras 10 colocações da etapa de Nova Iorque

1º Kyler Oliveira, 263,75 (235 pontos no mundial)

2º João Ricardo Vieira, 261,50 (139 pontos)

3º Alex Cardozo, 258,25 (106,50 pontos)

4º Andrew Alvidrez, 175,50 (76 pontos)

5º Austin Richardson, 175,00 (73 pontos)

6º Cannon Cravens, 173,00 (53,50 pontos)

7º Dalton Kasel, 170,75 (33 pontos)

8º Adriano Salgado, 167,50 (24 pontos)

9º Manoelito de Souza Júnior, 167,25 (23 pontos)

10º Maurício Gulla Moreira, 165,75 (19 pontos)

Próxima etapa UTB

A próxima etapa principal da Unleash The Beast será a PBR Tractor Supply Co. Invitational, dias 14 e 15, em Chicago/IL, no Allstate Arena.

Por: Camila Pedroso

Fonte: PBR Brazil

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Apartação

Rodrigo Taboga se destaca na Apartação em solo americano

Brasileiro teve dois animais treinados por ele nas finais do NCHA Futurity e nos contou um pouco sobre sua carreira

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Rodrigo Taboga terminou 2021 as alturas: duas éguas treinadas por ele chegaram as finais do NCHA Futurity: One Way Or Anuther (NRR Cat King Cole X Duallys Little Queen) e Sweet N Looow (Metallic Cat x Sweet Shorty Lena).

One Way Or Anuther foi montada por ele, e o conjunto conquistou a 9° colocação na categoria Aberta. Sweet N Looow foi montada por Foster Johnston. O conjunto conquistou a nota 214, ocupando o 21º lugar da categoria e levaram uma premiação de US$21.752,55.

Rodrigo conquistou o 1º lugar do NCHA Metallic Cat Summer Spectacular em 2020 e já acumula US$808.512,50 em ganhos em provas americanas. 

Com tantos ganhos e conquistas na carreira, o treinador coleciona ótimos resultados que já impressionam o público americano.

Destaque no Brasil como treinador de apartação, ele é de uma nova geração de profissionais promissores. Tinha o sonho de morar e trabalhar nos Estados Unidos e hoje não apenas realizou seu sonho, como marcou seu nome no cenário da Apartação americano.

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Finalizamos o ano de 2021 batendo um papo com este grande ídolo da Apartação. Entre as festas de final de ano, Taboga tirou um tempinho na sua concorrida agenda para nos contar como foi essa conquista e como está sua vida hoje em solo americano.

Confira a entrevista:

Cavalus Comunicação: Como foi o ano de 2021 para você?

Rodrigo Taboga: Foi muito bom, bem produtivo. Terminei o ano em 13° no ranking geral e para mim, isso é uma conquista muito boa. Eu competi em todas as provas do calendário da NCHA, Aged Events, que são as provas que possuem mais ganhos, com maiores pontuações e que se a gente ir bem, chegar até a final, ganha um prêmio maior.

Fui finalista Super Stakes, entrei para algumas finais de eventos de idade limitada para os animais, como o Breeders Invitational, Bonanza Cutting, Ike Futurity; fui Reservado Campeão do West Texas Futurity e do Pacific Coast Futurity. Todos nas categoria Open. E acabei o ano entrando para a final da Open (no NCHA Futurity, a prova mais importante da temporada), com a One Way or Anuther.

Cavalus Comunicação: Como foi para você participar do Futurity com a One Way or Anuther?

Rodrigo Taboga: Foi muito bom! É um projeto nosso, essa égua eu monto e treino desde novembro de 2020. Foi muito gratificante para mim apresentar ela e chegar até a final do Futurity, foi uma grande conquista. Chegar em 13° lugar diante de 560 animais é muito gratificante, pois é uma égua que a gente trabalhou, a gente que fez ela.

Cavalus Comunicação: Como foram os treinamentos com a égua?

Rodrigo Taboga. A preparação dela foi muito tranquila. Ela sempre foi boa, ficou pronta cedo. O nome dela de baia é Chloe, ela tem muito cow sense, é muito habilidosa, é uma égua que deixa o trabalho fácil pra gente. Em julho, agosto passado ela já estava pronta, depois os últimos 60 dias foram mais de manutenção, trabalhar ela, manter o corpo e a mente dela sã, e tivemos um bom êxito em chegar na final do Futurity e acabar em 13°.

Cavalus Comunicação. Quais serão os próximos passos para 2022?

Rodrigo Taboga. Os próximos passos para 2022 são continuar competindo os competi o primeiro dia 2, o Abilene Spetacular. Dia 29 de janeiro eu vou competir o Arbuckle Mountain Futurity, depois vem Bonanza, e em março já vem o Super Stakes da NCHA, e meu foco é fazer essas competições e garantir boas pontuações.

Cavalus Comunicação. Como a Chloe chegou até você?

Rodrigo Taboga. A égua Chloe é um projeto de Petter e a Lisa Taylor, proprietários dela. Eles entraram em contato comigo em fevereiro de 2020, falando da vontade que tinham de ter um bom animal comigo.

Eles compraram a égua em maio de 2020 e trouxeram para eu para treinar mais pro final do ano, em novembro. Eu comecei a montar e treinar ela e a Chloe foi muito bem comigo.

Gostaria de agradecer a Deus e a minha esposa Nila por me apoiarem e ao casal Petter e a Lisa Taylor por acreditarem e confiarem em mim para treinar e montar seus animais.

Por: Camila Pedroso

Fotos: Shella Langford

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Internacional

População de Brumbies está ameaçada na Austrália

O governo de Nova Gales do Sul aprovou um plano para abater cerca de 11 mil cavalos que vivem no Parque Nacional do Kosciusko

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Uma notícia internacional no mínimo polêmica, tem revoltado os apaixonados por cavalos do mundo todo.

O governo de Nova Gales do Sul, na Austrália, aprovou um plano para abater cerca de 11 mil cavalos selvagens, conhecidos como Brumbies, do Parque Nacional do Kosciusko.

A proposta prevê a redução de 20% da população de cavalos do parque, que possui um plantel estimado em quase 14 mil equinos.

Por que os Brumbies são considerados uma ameaça?

Os animais vivem em áreas protegidas do território australiano, como o Parque Nacional e a crescente reprodução deles têm causado ameaças aos habitats de espécies ameaçadas de extinção como os Galaxias tantangara (peixe selvagem), o sapo Litoria verreauxii Alpine tree frog Alpino e o ratinho de dentes largos, o roedor da família Muridae.

Para especialistas, estes são locais muito sensíveis que não suportam os cascos duros dos cavalos, que não fazem parte do habitat natural da região.

Outro ponto levantado pelos defensores do abate são os danos
à vegetação. De acordo com David Watson, ecologista da Charles Sturt University, em Albury-Wodonga, este local onde estão os cavalos é chamado ambiente alpino, que cobre apenas 1% do território do país.

Este local é o lar de muitas espécies endêmicas, ameaçadas e que não são encontradas em nenhum outro lugar no mundo, são encontradas lá. Uma área é muito vulnerável para hospedar grandes herbívoros, como os cavalos selvagens.

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Segundo o professor Jamie Pittock, da Universidade Nacional Australiana, estes animais não possuem nenhum predador natural, são invasores da área e representam uma ameaça para o ecossistema nativo.  

“A menos que seja controlada, esta população de cavalos vai provocar danos ambientais incalculáveis. As plantas e os animais da Austrália evoluíram ao longo de centenas de milhões de anos sem serem esmagados por animais de 400 quilos. Ninguém gosta de abater cavalos, mas infelizmente essa é a melhor das piores soluções”, garante o professor.

Campanha de proteção aos Brumbies

O projeto de abate foi apresentado em novembro último e gerou discussão entre a população australiana.

Em dezembro foi lançado uma campanha de proteção aos Brumbies, desenvolvida pelo grupo Advocating for Australian Brumbies (Defendendo os Brumbies Australianos, em tradução livre).

O grupo pretende proibir o abate dos equinos e impor respeito às normas regulatórias nacionais para gestão animal.

Reprodução em massa

Existe ainda uma parte da população que defende o extermínio da espécie na região, pois para eles, o abate de 10 mil cavalos não vai resolver o problema.

O grupo, formado por 15 cientistas e 69 pesquisadores, argumenta que sacrificar apenas 10 mil cavalos são será suficiente, visto que ainda restarão outros três mil animais na região.

Em uma carta aberta enviada ao ministro de Meio Ambiente de Nova Gales do Sul, Matt Kean, o grupo argumentou que os animais continuarão ameaçando as espécies e a ecologia da região. “Kosciuszko não vai começar a se recuperar da seca, dos extensos incêndios florestais e da pastagem excessiva se, como se propõe atualmente, ficarem três mil cavalos selvagens”, diz a carta, escrita em nome da Academia Australiana de Ciências.

Para o grupo, o governo deve reduzir rapidamente o número de cavalos na região em sua totalidade e não apenas em dois terços. Também estão pedindo ao governo que revogue a Lei Kosciuszko do Patrimônio de Cavalos Selvagens de 2018, um impedimento legal para o gerenciamento efetivo de parques nacionais baseado em provas, e que entra em desacordo com a Lei de Parques Nacionais e Vida Silvestre de 1974.

Outra alternativa seria a possibilidade de desenvolver campanhas de esterilização periódicas para controlar a população de cavalos da região.

O polêmico assunto ainda vai gerar muita discussão entre a população australiana.

Por: Camila Pedroso

Fonte: Revista Horse/ GremMe/ EuroNews

Fotos: Arquivo

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Internacional

Marcos Alan Costa termina a Wrangler National Finals Rodeo na 9° colocação

Brasileiro finaliza a noite sem pontuação, na 10° colocação do round 10

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Marcos Alan Costa encerra sua participação na NFR em nono lugar no Tie-Down Roping. O brasileiro retornou a competição depois de quatro anos afastado e duas cirurgias no joelho.

Montado em Paraguaia, Sort a Popular, eleita o Melhor Animal do Ano, o laçador não conseguiu atingir o sucesso em sua participação.

No décimo round, Costa laçou com 12s, quase o dobro do tempo do primeiro colocado, Marty Yates 6s9. O resultado deixou o laçador em 9° lugar no ranking final.

Caminho percorrido na NFR

Foi uma participação de recuperação para o brasileiro. Ele chegou ao campeonato na sexta posição, com um pouco mais de US$ 113.741.70, apenas US$ 61 mil a menos que o primeiro colocado, Shane Hanchey, que possuía US$ 175.079.46 em ganhos.

Porém, com o desenrolar do campeonato, Costa não conseguiu desenvolver seus trabalhos. Iniciou os dois primeiros rounds sem pontuar, caindo para a sétima posição.

No round 3, ele terminou a noite no sexto lugar, com 8s3, somando US$ 4.354. Todavia, com o resultado, Marcos Allan caiu para a 9° posição no ranking, com US$ 128.096.5.

Já no quarto round, Costa pontuou pela segunda noite consecutiva, recuperando o oitavo lugar. Com o tempo de 8s1, o laçador terminou o quarto round em quinto, somando US$ 6.967.

Na ocasião, Marcos tinha US$ 135.063.01, US$ 13.986,58 a menos que o primeiro colocado. Até então, ainda com chances de alcançar o primeiro lugar.

Chances foram perdidas pelo caminho

Já o quinto round, o competidor conseguiu laçar o boi com 8s6, 1s3 a mais que o primeiro colocado Marty Yates, terminando o quinto round em sétimo lugar, caindo para a 11° colocação no ranking final.

Mesmo com a recuperação do round seis, quando o laçador alcançou o sexto lugar na rodada, sua posição no ranking final não mudou. Ele continuava em 11° colocado e via suas chances de recuperação se perderem pelo caminho.

Round 7 voltou a ser positivo para Marcos Costa. O brasileiro conquistou o quarto lugar com o tempo de 8s5, 1s4 a mais que o primeiro lugar Haven Meged, somando US$ 11.321 ao seu montante.

Com isso, Marcos conseguiu subir no ranking final para a décima colocação, com US$ 150.738.67.

Já no oitavo round, Costa não teve a mesma sorte e se distanciava cada vez mais o título. O brasileiro não pontuou no sétimo round, terminando a noite em 9° lugar com 10s8 e ocupando a 10° posição no ranking final.

No nono e penúltimo round, ele novamente não pontuou, terminando a noite ainda na 10° posição no ranking final.

Mesmo com tantas dificuldades pelo caminho, a 63° Wrangler National Finals Rodeo mostrou que Marcos Alan Costa está de volta ao cenário do Tie-Down Roping e quem sabe em breve, volte a ocupar as primeiras colocações.

Confira a classificação final da NFR categoria Tie-Down Roping

  1. Caleb Smidt
  2. Haven Meged
  3. Westyn Hughes
  4. Shane Hanchey
  5. Cory Solomon
  6. Tuf Cooper
  7. Shad Mayfield
  8. Marty Yates
  9.  Marcos Costa
  10. John Douch

Por: Camila Pedroso

Fotos: Arquivo/ProRodeo

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Internacional

Junior Nogueira é o novo Campeão Mundial de Laço Pé da NFR

Ele e sua dupla Kaleb Driggrer atingiram o topo na categoria Team Roping

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Uma noite de festa para a torcida brasileira. O laçador Junior Nogueira se consagrou Campeão Mundial do Laço Pé da Wrangler National Finals Rodeo, em Las Vegas.

Título inédito na carreira do laçador, a fivela de ouro veio com muita emoção e contas.

Os concorrentes diretos de Nogueira iniciaram a noite com US$ 190.675.24 – Jade Corkill, e US$ 179.759.47 -Travis Graves.

Travis Graves e sua dupla Dustin Egusquiza fizeram um bom trabalho e concluíram o round em primeiro lugar, somando US$ 26.997.

Jade Corkill e sua dupla Clay Smith laçaram o bezerro com 4s3, somando US$ 13.716 a sua carteira e terminando em terceiro lugar.

Junior Nogueira e Kaleb Driggers foram a última dupla a entrar em pista. O brasileiro já estava com as mãos na fivela dourada, mas sua dupla dependia apenas dele para se tornar campeão mundial.

Os laçadores concluiu a laçada em 7s1, sem erros, mas com o tempo alto precisavam somar todos os resultados para confirmar a colocação e saíram da pista sem comemorar.

Terminadas as somatórias, a dupla de Team Roping se consagrou Campeão Mundial Laço Pé e Laço Cabeça.

Em entrevista durante a cerimônia de entrega da fivela de ouro, Nogueira agradeceu a Deus, sua esposa, filhos, amigos e fãs pela conquista e pelo apoio incondicional.

Trajetória de Driggers

Somando US$ 218.812.30, ele era seguido por Dustin Egusquiza (US$ 200.406.13) e Clay Smith (US$ 190.675.24). Dusting teve uma excelente prova e terminou a noite em primeiro lugar no round.

Clay Smith e sua dupla terminaram os trabalhos com 4s3, alcançando o terceiro lugar e somando US$ 13.716.

Com as somatórias, Kaleb Driggers, mesmo sem pontuar no 10° round, terminou Campeão Mundial do Laço Cabeça.

Confira a trajetória dos laçadores na 63° Wrangler National Finals Rodeo

Campeões Team Roping

Confira a lista de Campeões do Team Roping Laço Pé:

  1. Junior Nogueira
  2. Paden Bray
  3. Jade Corkill
  4. Jeremy Buhler
  5. Travis Graves
  6. Jake Long
  7. Buddy Hawkins
  8. Logan Medlin
  9. Wesley Thorp
  10. Trey Yates

Confira a lista de Campeões Team Roping Laço Cabeça:

  1. Keleb Driggers
  2. Erich Rogers
  3. Dusting Egisquiza
  4. Clay Smith
  5. Rhen Richard
  6. Clay Tryan
  7. Andrew Ward
  8. Coleman Proctor
  9. Tyler Wade
  10. Cody Snow

Trajetória do campeão

Junior Nogueira chegou a 63° Wrangler National Finals Rodeo com muita esperança, mas com um retrospecto negativo de sua última participação.

Retornando sua parceria com Kaleb Driggers, Testinha como é mais conhecido, chegou a sua oitava vez consecutiva ao campeonato condecorado como o melhor do mundo no Team Roping, e ocupando a primeira colocação do ranking entre os “pezeiros” da modalidade de Laço em Dupla, com a somatória de US$ 133.715.50 em ganhos.

Histórico do atleta

Rookie of the Year em 2014, ou seja, o melhor estreante do ano, Junior Nogueira tornou-se o primeiro sul-americano a ser campeão mundial Alll-Around Cowboy, (Cowboy Completo) em 2016 – título concedido ao competidor que ganha mais dinheiro em duas modalidades durante uma temporada. Antes de mais nada, Juninho deteve ainda quatro vezes seguidas, entre 2016 e 2019, o vice-campeonato no Laço Pé.

Junior Nogueira ainda possui quatro vice-campeonatos 2016, 2017, 2018 e 2019. No ano passado, ele ficou pela primeira vez fora do Top 10 do ranking no final da temporada, encerrando o ano na 12ª posição.

Temporada 2021

Na categoria Team Roping, com o parceiro Cody Snow, Junior foi campeão na North Texas State Fair & Rodeo, em Denton, Texas.

Com Keleb Driggers como parceiro, Junior foi campeão no Mandan (ND) Rodeo Days, Campeão no St. Paul (Oregon) Rodeio, ganhou o maior rodeio do Kansas (Phillipsburg), venceu o rodeio Tri-State (Fort Madison, Iowa), foi campeão da Feira Tri-State de Amarillo (Texas) e Rodeio, co-campeão do Rooftop Rodeo (Estes Park, Colorado) e co-campeão no Walla Walla (Washington).

A dupla estreia já nesta quinta-feira, em Las Vegas. Serão dez rodadas consecutivas, tendo a chance de pontuar entre os seis primeiros a cada noite, somando dólares importantes ao ranking mundial.

Por: Camila Pedroso

Fotos: Arquivo pessoal/ProRodeio

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Internacional

Júnior Nogueira já está com uma das mãos no título mundial

Brasileiro chega em primeiro lugar ao último round da NFR somando US$ 233.197.40, um pouco mais de US$ 42 mil a mais que o segundo colocado.

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Júnior Nogueira pontua em Fort Madison e assume liderança no ranking da PRCA

A noite do penúltimo round da Wrangler National Finals Rodeo, em Las Vegas, colocou Junior Nogueira muito próximo de conquistar o título mundial inédito na sua carreira.

Em uma das noite mais disputadas do campeonato, Kaleb e Nogueira fizeram uma grande apresentação, terminando o novo round com 3s9, dividindo a terceira e a quarta colocação com Clint Summers e Ross Ashford, somando US$ 13.716 cada.

Seus concorrentes diretos Jade Corkill (US$ 190.675.24) e Travis Graves (US$ 179.759.47) não pontuaram na noite, terminando seus trabalhos nas duas últimas colocações.

Atualmente, Junior Nogueira soma US$ 233.197.40, um pouco mais de US$ 42 mil que o segundo colocado.

Com isso, Nogueira chega ao último round com grandes chances de ser o Campeão Mundial de Laço Pé da NFR.

Driggers também chega em primeiro

Kaleb Driggers também está em primeiro lugar no ranking. Somando US$ 218.812.30, ele é seguido por Dustin Egusquiza (US$ 200.406.13) e Clay Smith (US$ 190.675.24) que também não pontuaram no nono round.

Situação complicada

Marcos Alan Costa, no Tie-Down Roping não teve tanta sorte no nono round. Ele não conseguiu pontuar, terminando os trabalhos com 9s8, no 11° lugar. O primeiro lugar da noite ficou com Haven Meged, com 7s3, seguido de Tuf Cooper (7s4) e Shane Hanchey (7s6).

Tudo pode acontecer nesta categoria na noite de hoje, pois Shane Hanchey chega ao último round liderando com US$ 241.686.01, seguido por Caleb Smitd com US$ 237.900.12 e Haven Meged com US$ 215.401.19. São pequenas diferenças que podem ser batidas na noite de hoje.

O brasileiro continua no 10° lugar com US$ 150.738.67.

Transmissão ao vivo

Hoje, a partir das 20h30 o canal Terra Viva fará a transmissão ao vivo do último dia da NFR.

A transmissão começará com a apresentação dos destaques e melhores momentos das rodadas que antecederam a grande final.

A Band Sports também fará a transmissão ao vivo, mas a partir das 23h30.  Não haverá transmissão no YouTube e além da TV, a programação do Terra Viva pode ser acompanhada pelo site do canal ou pelo aplicativo.

Confira os canais:

TERRA VIVA a partir das 22h30min

-Antenas Parabólicas com recepção em HD;

-SKY, canal 163;

-CLARO TV, canal 183;

-OI TV, canal 178;

-NET, canal 183;

-Site Terra Viva.

BAND SPORTS a partir das 23h30

-SKY, canais 210 (SD) e 610 (HD);

-CLARO TV, canais 75 e 575 (HD);

-VIVO TV, canais 463 e 878 (HD);

-OI TV, canal 114.

Estamos na torcida!

Por: Camila Pedroso

Fotos: Arquivo

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Internacional

Disputa acirrada pelo primeiro lugar no round final

Junior Nogueira, mesmo terminando a sétima noite em segundo lugar, continua liderando o ranking seguido de perto por Jade Corkill

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Noite disputada para a dupla Junior Nogueira e Kaleb Driggers no oitavo round da Wrangler National Finals Rodeo, em Las Vegas.

Os laçadores terminaram os trabalhos com 3s9, apenas 0s2 segundos a menos que a dupla de primeiros colocados Jade Corkill e Clay Smith, atingindo o segundo lugar da noite e somando US$ 21.336 cada.

Jade Corkill é o concorrente direto de Nogueira ao primeiro lugar do ranking e mesmo com conquista do americano, o brasileiro continua liderando com US$ 219.481.20 contra US$ 190.675.24 de Corkill.

Com o resultado, Kaleb Driggers voltou ao primeiro lugar com US$ 205.096.10 contra os US$ 200.406.13 do segundo colocado Dusting Egusquiza. Os laçadores estão ponto a ponto brigando pelo primeiro lugar, trazendo ainda mais emoção aos rankings finais.

Sem pontuação

Já o laçador Marcos Alan Coata, no Tie-Down Roping, não teve a mesma sorte e se distancia cada vez mais o título. O brasileiro não pontuou no oitavo round, terminando a noite em 9° lugar com 10s8, 3s7 a mais que o primeiro colocado Hunter Herrin.

Com o resultado, Caleb Smidt continua puxando a fila na classificação final com US$ 233.545.77, seguido por Shane Hanchey com US$ 225.574.91 e Westyn Hugles com US$ 215.401.19.

Já Costa continua na 10° colocação com US$ 150.738.67, se distanciando cada vez mais do primeiro colocado.

Continuamos na torcida!

Por: Camila Pedroso

Foto: Arquivo

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Marcos Alan conquista quarto lugar e sobre para o 10° no ranking final

No time marca a noite de Junior Nogueira e Kaleb Driggers. Mesmo com o resultado, brasileiro continua liderando ranking final

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A noite do sétimo round na Wrangler National Finals Rodeo, no recinto Thomas & Mack Center, em Las Vegas, nos Estados Unidos, foi de recuperação para o laçador Marcos Alan Costa, no Tie-Down Roping.

O brasileiro conquistou o quarto lugar no round, com o tempo de 8s5, 1s4 a mais que o primeiro lugar Haven Meged, somando US$ 11.321 ao seu montante.

Westyn Hughes ficou com o segundo lugar com 8s0, seguido de Cory Solomon com 8s1.

Com isso, Marcos conseguiu subir no ranking final para a décima colocação, com US$ 150.738.67. Caleb Smidt continua no primeiro lugar com US$ 217.434.67, seguido por US$ Shane Hanchey com US$ 212.430.78 e Westyn Hughes com US$ 211.046.84.

No time

Agora, a dupla Junior Nogueira e Kaleb Driggers não teve uma boa noite no sétimo round.

Driggers empaletou o boi e não conseguiu desenroscar a corda das patas dianteiras do animal, dando “No Time”. A dupla ficou rodando pela pista tentando realizar a manobra, mas sem sucesso.

Infelizmente, o concorrente direto de Nogueira ao título, Travis Graves, dupla com Dusting Egusquiza laçou o boi com 3s7, conquistando o primeiro lugar no round, empatado com a dupla Clay Tryan e Jake Long.

Contudo, com o resultado, o laçador brasileiro continua liderando o ranking, mas perdeu gordura. Sua diferença com o segundo colocado Travis Graves caiu para US$ 18.385.41.

Hoje, Junior tem US$198.144.88 contra os US$179.759.47 de Graves.

Jake Long alcançou a terceira colocação no raking final, com US$ 173.371.43, após o empate em primeiro lugar no round sete.

Perdeu o primeiro lugar

Além de não conseguir laçar o boi e não pontuar, Driggers acabou perdendo o primeiro lugar no ranking para Dustin Egusquiza. Hoje, ele tem US$ 183.759.78 contra US$ 200.406.13 do primeiro colocado.

Erich Rogers está em terceiro lugar com US$ 173.818.89.

A corrida está acirrada nestas últimas rodadas. Continuamos na torcida.

Por: Camila Pedroso

Fotos: Arquivo/Jaca Produções

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Internacional

Laçador Marcos Costa volta a pontuar na NFR

Junior Nogueira não teve o mesmo desempenho e não acumula valores, mas continua em primeiro lugar no ranking final

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Marcos Alan Costa, competindo no Tie-Down Rpoing, voltou a premiar no sexto round da Wrangler National Finals Rodeo, no recinto Thomas & Mack Center, em Las Vegas, nos Estados Unidos.

O laçador concluiu seus trabalhos com 7s8, 0s7 a mais que o primeiro colocado Cory Solomon, terminando em sexto lugar. Com o resultado, Marcos conseguiu somar mais US$ 4.354 ao seu montante.

Na classificação final, Marcos continua na 11° colocação, com US$ 139.417.36. Caleb Smidt ultrapassou Shane Hanchey e assumiu o primeiro lugar na classificação geral, com US$ 217.434.67 contra US$ 212.076.43 de Hanchey. Shad Mayfield continua em terceiro lugar com US$ 189.710.52 acumulados.

Sem pontuação

A dupla Junior Nogueira e Kaleb Driggers, no Team Roping não teve uma boa noite neste sexto round.

Os laçadores concluíram seus trabalhos com 4s8, 1s2 a mais que a dupla campeã da rodada, Coy Rahlmann e Douglas Rich (3s6), terminando a noite na oitava posição, sem somar valores à suas carteiras.

Mesmo com o resultado, Junior Nogueira continua liderando o ranking com US$ 198.144.88, Seguido por Jade Corkill com US$ 163.678.27 e Paden Bray com US$ 159.594.54.

Ainda faltam quatro rodadas para Nogueira seguir segurando sua primeira colocação e para Costa tentar alcançar o primeiro colocado. Lembrando que no round final serão entregues premiações extras aos oito primeiros colocados além dos valores já acumulados durante os 10 rounds.

Seguimos na torcida.

Por: Camila Pedroso

Foto: Arquivo

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Internacional

Quinto round não trouxe glórias aos brasileiros na NFR

Nenhum dos dois conseguiu pontuar na noite. Junior continua no primeiro lugar na classificação geral, já Marcos Costa se encontra apenas no 11° lugar

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A noite do quinto round não foi muito boa para a os brasileiros Junior Nogueira e Marcos Alan Costa na National Finals Rodeo (NFR), em Las Vegas, nos Estados Unidos.

Competindo na modalidade de Team Roping, os laçadores Junior Nogueira e Kaleb Driggers não conseguiram uma boa classificação, ficando apenas na 11° colocação, com 14s7 e não acrescentando valores no round.

Ainda assim, mesmo com o resultado ruim, o laçador brasileiro continua no primeiro lugar do ranking final com US$ 198.144.88, seguido por Jade Corkill, com US$ 163.678.27 e Travis Graves com US$ 155.592.82.

Para a sorte do brasileiro, o segundo e terceiro colocados também não pontuaram no quinto round, não mexendo na ordem do ranking.

Contudo, a dupla campeã do quinto round foi Coleman Proctor e Logan Medlin, seguidos por Rhen Richard com Jeremy Buhler e Clay Tryan com Jake Long.

Vida nada tranquila para Marcos Costa

A princípio, a noite também não foi boa para o laçador Marcos Costa. Competindo na modalidade de Tie-Down Roping, o competidor conseguiu laçar o boi com 8s6, 1s3 a mais que o primeiro colocado Marty Yates, terminando o quinto round em sétimo lugar.

Além disso, foi uma noite bem competitiva para a modalidade, com empate no segundo lugar entre os laçadores Caleb Smidt e John Douch, ambos com 7s9, faturando US$ 18.724 cada um.

Além disso, outra dupla também empatou. Os Laçadores Tuf Cooper e Cory Solomon, bateram 8s2, conquistando o quinto lugar e faturando US$ 11.321 e US$ 5661 respectivamente.

Agora, se o campeonato acabasse hoje, Marcos Alan Costa terminaria em 11° lugar com US$ 135.063.01, US$ 77.013.33 a menos que o primeiro colocado Shane Hanchey (US$ 212.076.43).

A segunda colocação é de Caleb Smidt (US$ 210.467.71), seguido por Shad Mayfield (US$ 195.909.77).

Por: Camila Pedroso

Fotos: Divulgação

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