Com um dos maiores rebanhos de equinos do mundo, o Brasil movimenta bilhões de reais por ano por meio da equideocultura, setor que envolve esporte, lazer, reprodução e trabalho. Em meio ao crescimento das competições e eventos equestres em todo o país, especialistas reforçam a importância da prevenção contra enfermidades que podem comprometer diretamente a saúde e o desempenho dos cavalos, como as encefalites equinas.
Entre as principais doenças que preocupam o setor estão a Encefalite Equina do Leste (EEE), Encefalite Equina do Oeste (WEE) e Encefalite Equina Venezuelana (VEE), enfermidades virais transmitidas principalmente pela picada de mosquitos dos gêneros Culex e Aedes. Essas doenças afetam o sistema nervoso central dos equinos e podem provocar sintomas neurológicos severos, perda de performance, sequelas e até morte.
Encefalite em equinos
O alerta ganha ainda mais relevância no universo esportivo, já que cavalos que participam de provas, exposições, leilões e competições viajam constantemente para diferentes regiões do país, ficando mais expostos a ambientes favoráveis à proliferação dos insetos transmissores.
Raças de grande expressão nacional, como o Quarto de Milha e o Mangalarga Marchador, possuem centenas de milhares de animais registrados no Brasil e estão diretamente ligadas ao calendário de competições equestres, o que reforça ainda mais a necessidade de um manejo sanitário rigoroso.
A vacinação preventiva segue como uma das principais ferramentas de proteção contra as encefalites equinas. Além da imunização, medidas complementares como controle de insetos, eliminação de água parada, monitoramento dos ambientes e acompanhamento correto do calendário sanitário são fundamentais para reduzir os riscos da doença.
Segundo Chester Batista, gerente técnico de equinos da Zoetis, o trabalho preventivo é essencial para preservar não apenas a saúde dos animais, mas também a segurança e o desempenho dentro da equideocultura.
“A prevenção é sempre o melhor caminho quando falamos de doenças neurológicas em equinos. A vacinação associada a um cuidado sanitário adequado do ambiente contribui não apenas para proteger a saúde dos animais, mas também para preservar desempenho, bem-estar e segurança em toda a cadeia da equideocultura”, destaca.
Entre as soluções disponíveis no mercado, a empresa conta com a vacina FLUVAC INNOVATOR® EWT, desenvolvida para auxiliar na imunização contra encefalomielite equina Leste e Oeste, influenza equina tipo A2 e tétano. A proposta é oferecer uma proteção ampla em uma única aplicação, contribuindo para um manejo sanitário mais prático e eficiente.
A atenção às encefalites equinas reforça um ponto cada vez mais presente no universo do cavalo atleta: investir em prevenção é indispensável para manter a longevidade esportiva, o bem-estar animal e a segurança sanitária em um setor que cresce e se profissionaliza a cada ano no Brasil.
Para mais informações sobre a empresa, acesse Zoetis Brasil.
Com informações da Assessoria de Imprensa
Foto: Divulgação/Zoetis
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