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Roteiros de Charme a Cavalo: as cavalgadas mais luxuosas do mundo – Parte 2

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Paulo Junqueira, em sua coluna da semana, continua te levando para locais com as cavalgadas mais luxuosas, destinos especiais

Paulo Junqueira, em sua coluna da semana, continua te levando para locais com as cavalgadas mais luxuosas

Essa semana continuo a apresentar o que chamamos Roteiros de Charme a Cavalo. São algumas das cavalgadas mais luxuosas do mundo. De fato, conhecer o mundo a cavalo pode ser um luxo. Por isso, selecionei mais alguns destinos com muito requinte e acomodações elegantes.

De um sofisticado rancho nos Estados Unidos a um acampamento com glamour na África, apresento destinos de luxo aonde cavalgamos o dia todo e no final do dia, descansamos com muito conforto.

Lodge Ranch nos Estados Unidos

Localizado no sopé das famosas Montanhas Big Horn, a duas horas do Parque Nacional de Yellowstone, em Wyoming, o Lodge Ranch tem mais de 100 cavalos entre Mustangs, Quartos de Milha e Paint Horses.

Estados Unidos

Acima de tudo, os mustangs do rancho chegaram lá das manadas selvagens das reservas do Estado e cresceram em um ambiente inóspito.

Assim sendo, durante cinco dias, montado num belo mustang castanho, percorri grandes paisagens. Cenários aonde me senti como participante de um filme de cowboy. As noites passamos em confortáveis e luxuosas cabanas de madeira com obras de arte vintage.

Sem dúvida, o autêntico charme do Oeste americano. As refeições foram uma ocasião especial, uma verdadeira experiência gastronômica.

Paulo Junqueira, em sua coluna da semana, continua te levando para locais com as cavalgadas mais luxuosas, destinos especiais
África

Safári na África – Botsuana

A África é famosa por seus safáris de luxo, com serviço personalizado e acomodações requintadas. Escolhi este safari no Delta do Okavango por oferecer mais privacidade para desfrutar do espetáculo único da vida selvagem africana.

África

Com excelentes cavalos e guias muito experientes, avistamos ao longo dos dias quase todos os ‘big fives’ e tivemos oportunidade de galopar junto com girafas. Os happy hours no pôr-do-sol em volta da fogueira e a observação de estrelas tomando aperitivo após o jantar fizeram parte do glamour dessa experiência inesquecível.

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Bahia

Roteiro de Charme na Bahia

Selecionada para entrar em minha lista de Roteiros de Charme a cavalo, essa é uma cavalgada em meio a natureza espetacular. Além disso, oferece hospedagem a beira mar com conforto e luxo nos mínimos detalhes. Assim como refeições que mesclam com perfeição os sabores da Bahia.

Há certos lugares que só são o que são por estarem distantes da civilização. Como é o caso de Caraíva e Corumbau, ‘lugar distante’ na língua dos Pataxós, também são chamadas de paraíso.

Nessa cavalgada que faço todos os anos, saímos da praia do Espelho, considerada uma das dez mais bonitas do Brasil. Passamos pela requintada Trancoso e pela charmosa vila de pescadores Caraíva.

Bahia

Depois de quatro dias, chegamos em Corumbau, uma bela fazenda com mais de 1,5 km de praia, em meio a coqueirais, e as comodidades de um hotel de luxo com o charme e o despojamento de uma casa de praia.

Entre Trancoso e Corumbau, cavalgamos em praias desertas de areia branca e água cristalina, com enormes coqueirais à beira mar. No trecho entre a praia do Espelho e Caraíva, passamos por praias aonde um colar de recifes de corais avança mar adentro e desaparece quando a maré sobe.

Em outros trechos, falésias em tons coloridos emolduram as águas num belo espetáculo da natureza.

Paulo Junqueira, em sua coluna da semana, continua te levando para locais com as cavalgadas mais luxuosas, destinos especiais
Patagônia

Roteiro de Charme na Patagônia – Calafate

A Patagônia, sem dúvida, é um dos melhores destinos do mundo para cavalgar. Escolhi uma estância que, apesar de estar num lugar remoto, oferece hospitalidade com muito charme e a essência da melhor culinária patagônica.

Para chegar lá navegamos mais de uma hora no Lago Argentino, cruzando com enormes blocos de gelo que desprendem dos glaciares.

Patagônia

Assim, durante três dias cavalgamos no entorno da estância, entre montanhas com a imponente beleza dos glaciares, com destaque para o último dia quando fomos ao Mirador do Glaciar Upsala.

Logo depois de uma travessia pelo vale, subimos o Cerro com magnífica vista panorâmica das montanhas. No final, o grande momento, a parada para o pic nic de almoço com uma vista impressionante do Glaciar Upsala. Essa geleira é a terceira mais longa da América do Sul, com paredes que alcançam a 40 metros de altura.

Paulo Junqueira, em sua coluna da semana, continua te levando para locais com as cavalgadas mais luxuosas, destinos especiais
Camargue

Roteiro de Charme na Camargue

Provença, no sul da França, é reconhecida por sua excelente culinária e seus vinhos. Junto ao mar Mediterrâneo, fica a Camargue, terra dos flamingos, dos touros negros e dos cavalos brancos.

O cavalo Camargue é considerado uma das raças mais antigas do mundo e se tornou uma parte indispensável da tradição na lida de touros. A saber, durante nossa permanência na região, tivemos oportunidade de participar da tradição ‘jeu taurin’/’Course Camarguaise’ (touradas).

Camargue é o maior delta de rio da Europa Ocidental. Em nossa cavalgada conhecemos um pouco de sua vasta planície composta de grandes lagoas, isoladas do mar por bancos de areia e cercadas por banhados cobertos de junco.

Camargue

Nossa estadia foi numa bela fazenda restaurada. A arquiteta Lucille, dona da fazenda, investiu todo seu bom gosto (e alma) na conversão de uma propriedade do século 17 e um requintado hotel de campo.

Nas refeições iguarias da culinária francesa preparadas pelo chef Grégory Brousse, pratos com a aparência e o sabor da Camargue, elaborados com produtos selecionados na fazenda e região. As refeições sem dúvida foram um dos destaques dessa cavalgada.

Por Paulo Junqueira Arantes
Cavaleiro profissional e Diretor da agência Cavalgadas Brasil
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Expedições em Eswatíni e Lesoto

Paulo Junqueira conta sobre dois reinos incrustados na África do Sul, destinos pouco conhecidos

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A expedição que fiz para Lesoto e Eswatíni foi uma viagem não programada/agendada. Em 2010, fui a Witteberg, na África do Sul para conhecer e cavalgar com o Wiesman.

Paulo Junqueira conta sobre dois reinos incrustados na África do Sul, Lesoto e Eswatini, destinos pouco conhecidos e de muita cultura

Sua propriedade é um paraíso para amantes de cavalos, pois tem dois premiados criatórios. A saber, de cavalos Boerperd sul-africanos e cavalos Árabes de Enduro. Eles são criados selvagens nas encostas das montanhas Witteberg.  

Assim, em uma conversa com Wiesman soube da existência do Reino de Lesoto, que ficava bem próximo e resolvi ‘dar uma esticada lá’.

Paulo Junqueira conta sobre dois reinos incrustados na África do Sul, Lesoto e Eswatini, destinos pouco conhecidos e de muita cultura

Lesoto (oficialmente Reino do Lesoto) é um pequeno país da África Austral. Montanhoso, é o antigo reino da Bassutolândia, um dos países etnicamente mais homogêneos da África: 99% de sua população é da etnia basoto.

Vive da agricultura e criação de ovelhas na cordilheira do Drakensberg. Assim também, domina a maior parte do território e atinge mais de 3 mil metros de altitude.

Paulo Junqueira conta sobre dois reinos incrustados na África do Sul, Lesoto e Eswatini, destinos pouco conhecidos e de muita cultura

É o único país do mundo com toda a área acima dos mil metros. Ou seja, mais de 80% do território está acima dos 1,8 mil metros de altitude. Além disso, a geografia única do país valeu-lhe o título de ‘Reino no Céu’.

Reino de Eswatíni

Recém-nomeado, o Reino de Eswatíni tem nome de origem indígena, que significa ‘Terra dos Suazi’. Pequeno, é o menor país do hemisfério sul, possui muita cultura, aventura e vida selvagem.

Antiga Suazilândia, Eswatíni é um dos destinos mais subestimados (e menos visitados) da África. Antes demais nada, existe desde meados do século 13. Ademais, é uma das poucas monarquias nativas africanas ainda existentes. Junto com Lesoto e Marrocos.

Dessa forma, minha sugestão é explorar a Grande Reserva de caça Mkhaya, conhecida como ‘Refúgio para espécies ameaçadas’. Em contrapartida, outra opção é partir do histórico santuário de vida selvagem de Mlilwane e seguir pelas trilhas que cruzam planícies e montanhas. Passando por comunidades rurais da Suazi.

Essas reservas têm habitats bem diferentes. Enquanto Mlilwane são montanhas e áreas de pastagem, Mkhaya é uma típica savana espinhosa.

Uma combinação incrível! Reservas naturais, rica cultura Suazi, paisagem diversificada e abundante vida selvagem fazem desse pequeno reino um novo e interessante destino para um safari a cavalo.

Por Paulo Junqueira Arantes
Cavaleiro profissional e Diretor da agência Cavalgadas Brasil
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Cavalgada da Água Boa

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Paulo Junqueira conta sua experiência com a Cavalgada da Água Boa no Rio Grande do Norte

Cavalguei, alguns anos atrás, na região de Tibau do Sul, a Cavalgada da Água Boa. O município fica entre a Lagoa das Guaraíras e o Oceano Atlântico, no Rio Grande do Norte. A hospedagem foi no Hotel Marinas.

Logo depois de me acomodar, fomos para o Haras Água Boa, do amigo Rogério Bivar. Localizado, portanto  a 10 km do hotel e a 4 km do mar. Antes de mais nada, o haras cria cavalos Mangalarga Marchador de marcha picada desde 1999. E são vários os animais premiados em exposições.

Foto: Paula Silva

Cavalgamos nas praias com oportunidade para vários galopes. Assim como nadamos com os cavalos e cavalgamos em noite de lua cheia. Cada dia teve um diferencial de natureza.

A renomada fotógrafa Paula da Silva acompanhou nossa cavalgada. Por consequência, suas fotos da viagem foram publicadas em várias revistas internacionais.

Paulo Junqueira conta sua experiência com a Cavalgada da Água Boa no Rio Grande do Norte, feita alguns anos atrás em companhiade amigos

Não só falésias, como também berçário de tartarugas-marinhas, santuário ecológico. E, inegavelmente, muita praia bonita. Os cavalos muito cômodos, estavam sempre dispostos. Assim sendo, mostraram que a seleção do haras faz diferença.

Paulo Junqueira conta sua experiência com a Cavalgada da Água Boa no Rio Grande do Norte, feita alguns anos atrás em companhiade amigos

Durante os quatro dias de cavalgada, passamos pelas praias de Sagi. A saber, desde a divisa com a Paraíba, Mata Estrela, praia de Baia Formosa, praia de Sibauma, praia do Canto, Chapadão e praia da Pipa.

Paulo Junqueira conta sua experiência com a Cavalgada da Água Boa no Rio Grande do Norte, feita alguns anos atrás em companhiade amigos
Foto: Paula Silva

Na Barra do Cunhau atravessamos a balsa com os cavalos. Nosso destino, então, em algumas noites, foi a famosa Pipa que fica a pouco minutos de Tibau do Sul. Esse, sem dúvida, é um excelente destino de praia para cavalgar no Brasil.

Por Paulo Junqueira Arantes
Cavaleiro profissional e Diretor da agência Cavalgadas Brasil
Crédito da foto de chamada: Paula Silva
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Cavalgadas noturnas – Cavalgada de Lua Cheia

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Paulo Junqueira conta nesse artigo sobre os encantos da Cavalgada da Lua Cheia entre outros passeios; assim como fornece dicas importantes

Cavalgar a noite tem o seu encanto, especialmente em noites claras com lua cheia. Com toda a certeza, existem vários locais que organizam cavalgadas a noite. Eu fiz uma vez a tradicional Cavalgada de Lua Cheia, na Chácara do Rosário, do amigo João Pacheco.

Localizada em Itu/SP, a sede da chácara é um monumento histórico (de 1756), arquitetônico e paisagístico. Assim como possui um grande acervo de peças históricas e móveis de época. Logo após a cavalgada, o sarau na casa fechou a programação com estilo.

Chácara do Rosário – Foto: Cedida

Sempre que possível organizo minha cavalgada na Bahia (região Trancoso/Praia do Espelho/Caraíva) na semana de lua cheia. É uma experiência incrível cavalgar na praia com a lua iluminando o mar que fica com um brilho especial e também a chegada pela praia no rio Caraíva a noite.

Eu tive oportunidade de cavalgar a noite muitas vezes em vários destinos. A maioria foram cavalgadas planejadas, para aproveitar essa sensação de cavalgar confiando nos sentidos do cavalo. Mas tive algumas experiências em cavalgar a noite que não eram previstas, algumas delas ficaram marcadas na minha memória.

Bahia – Foto: Paula Da Silva

Experiências em cavalgadas noturnas

Na região de Calafate, Argentina, sul do continente americano, no verão só fica escuro por volta das 23 horas. Dessa forma, em 2014, quando eu estava pesquisando roteiros com o Esteban Echeverria, dono da Estância Rio Mitre, passamos o dia cruzando montanhas. Quando nos demos conta já eram quase 22 horas.

Se fôssemos retornar pelo caminho ‘normal’ e descer rodeando a montanha, teríamos longo trecho acidentado e perigoso já no escuro. Estávamos no topo de uma montanha muito alta e tomamos a decisão de descer em linha reta.

Com efeito, a vertical era tão forte que tivemos que descer puxando os cavalos. Eram cavalos cruzados crioulos muito fortes e tive que descer aos pulos para não correr o risco de ele vir para cima de mim. Meu joelho até hoje reclama dessa experiência…

Paulo Junqueira conta nesse artigo sobre os encantos da Cavalgada da Lua Cheia entre outras cavalgadas; assim como fornece dicas importantes
Calafate, Argentina

Outra vez, em 2017, levei uma equipe da EPTV Globo fazer uma filmagem de cavalgada na ilha do Marajó. Nosso grupo era composto de um casal francês, uma alemã, o jornalista e o cinegrafista da TV. Nesse dia tínhamos uma travessia longa entre fazendas e devido aos atrasos ocorridos por causa da filmagem, aconteceu de ao cair a noite estarmos ainda longe de nosso destino.

Então, não tivemos outra opção a não ser seguir em frente. Minha preocupação maior foi tranquilizar os estrangeiros que estavam muito receosos com os trechos que atravessamos no escuro com a água na altura da sela. Foi uma aventura imprevista que terminou bem e resultou em uma experiência inesquecível para todos nós.

Ilha do Marajó

Estrada Real

Quando em 2016 percorri toda a Estrada Real (foto de chamada), 1780km, tínhamos um destino para chegar a cada dia. Alguns percursos eram mais difíceis e/ou mais longos. Assim, quando acontecia algum imprevisto, acabávamos tendo que cavalgar a noite. Na sua maioria foram momentos interessantes, cavalgar sob a luz das estrelas ou da lua.

Porém, tivemos uma experiência muito ruim. Foi em um dia de percurso mais longo. No meio do caminho tivemos que parar para trocar uma ferradura. Tive que chamar o carro de apoio, que já estava na cidade do Serro organizando as coisas para nossa chegada. Perdemos um bom tempo com isso e tivemos que cavalgar um longo trecho a noite no acostamento de uma rodovia muito movimentada.

Para não ter problemas nessas cavalgadas

Pegando o exemplo acima, faço algumas sugestões para que sua cavalgada noturna seja algo muito especial e não um problema. Em primeiro lugar, os cavalos ficam mais relaxados do que nós, humanos, quando se trata de uma cavalgada noturna. Eles enxergam muito bem com pouca luz.

Foto: ©️www.slawik.com

Tapetum lucidum é o nome da camada reflexiva responsável pela visão noturna superior do cavalo e de alguns outros animais. Ela é a responsável pelo brilho dos olhos refletidos na luz no escuro. Além disso, os cavalos têm três vezes mais receptores do que os humanos. Então mesmo um estímulo de luz fraco é melhor percebido e o contraste entre a luz e a escuridão é aumentado.

Embora os cavalos enxerguem bem no escuro, é aconselhável acostumá-los aos poucos, antes das primeiras cavalgadas noturnas. Você deve familiarizar seu cavalo com situações diferentes, como por exemplo, faróis de carros vindo em sua direção.

Dicas

  • Os cavalos são animais sensíveis e muitas vezes percebem o estado de espirito do cavaleiro. Surpreendentemente, mais rapidamente do que o próprio cavaleiro. Por isso, é importante que você esteja seguro e tranquilo a fim de não deixar seu cavalo tenso ou com medo.
  • Um colete refletivo é um item que deve ser obrigatório em seus passeios noturnos, mesmo que não esteja numa estrada.
Paulo Junqueira conta nesse artigo sobre os encantos da Cavalgada da Lua Cheia entre outras cavalgadas; assim como fornece dicas importantes
Equipamentos de segurança utilizados em cavalgadas noturnas na Europa – Foto: Alessandra Sarti
  • É útil carregar uma lanterna em caso de emergência, mas lembre-se de que a luz pode assustar seu cavalo. Se você precisar usar sua lanterna, aponte-a para o chão (embora ele também possa se assustar com isso). Use a luz com moderação. Seu cavalo, provavelmente, pode ver melhor sem a luz do que com ela.
  • Cavalgar no escuro também ajuda você a aprender a confiar mais em seu cavalo e a construir um vínculo mais forte, já que ele pode ver a trilha melhor do que você.
  • Sempre que possível, conheça seu caminho: percorra a trilha durante o dia primeiro para ambos se familiarizarem com ela. Lembre-se de que seu cavalo enxerga bem à noite, mas pode não prestar atenção em coisas que são importantes para você, como galhos baixos.
  • Cuidado com animais: a vida selvagem é mais ativa à noite. Esteja ciente de que seu cavalo pode se assustar mais facilmente porque qualquer pequeno animal que se mover por perto pode parecer algo muito maior.

Por fim, seja paciente com seu cavalo. Qualquer nova experiência leva algum tempo para se acostumar e essa vale muito a pena!

Por Paulo Junqueira Arantes
Cavaleiro profissional e Diretor da agência Cavalgadas Brasil
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